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FavelaLive. Rio’s Children, caught between football, drugs and police brutality

Publicado em 6 de mar de 2017

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In Brazil’s Rio de Janeiro, there are vast slum areas known as favelas, they’re often described as “cities within a city”. Built by the poorest members of society, they’re made out of scrap, lack proper infrastructure and have their own rules. Drug gangs wield the most influence in favelas; the disadvantaged youth here are easy targets for recruitment to the cartels.

To combat favela crime, the authorities established a special military police Pacifying Unit. The locals are now held hostage by the continuing war between gangsters and government forces, with bullets flying through family homes and children frequently caught in the crossfire. The police have been accused of brutality and a lack of accountability, which led to a decline in trust among the local population. While the pacification of favelas has made some communities safer, others remain highly dangerous to live and are extremely hostile to strangers. 

To keep local children away from the violence and provide an alternative to joining criminal gangs, various clubs have been set up; some with police backing. A judo club gives the kids much needed relief. Its students are inspired by the success of Rafaela Silva, a judo gold medallist who grew up in a Rio favela known as the “City of God”. Her rise to international sports fame gave hope to many favela children that following their dreams and working hard might help them build a better future. 

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julho 16, 2017 Posted by | english | , , , | Deixe um comentário

Movimento no comércio do Rio recuou 7,9% em junho

crise no comércio

Comércio Rio

Douglas Corrêa – Repórter da Agência Brasil

O movimento do comércio lojista da cidade do Rio caiu 7,9% em junho em relação ao mesmo mês do ano passado, de acordo com o Serviço Central de Proteção ao Crédito do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio). A inadimplência aumentou 1,8% e as dívidas quitadas, 0,9%. Os dados são obtidos por meio de consultas ao CDLRio.

No acumulado dos seis primeiros meses do ano (janeiro/junho) de 2017 em comparação com o mesmo período de 2016 o movimento recuou 7,8% (pior resultado em 17 anos) e a inadimplência e as dívidas quitadas cresceram, respectivamente, 1,4% e 0,5%.

Ao comparar junho com o mês anterior (maio), os registros do CDLRio mostram que o movimento diminuiu 8,9% e a inadimplência e as dívidas quitadas cresceram, respectivamente, 2,2% e 5,8%.

Cheque

De acordo com o registro de cadastro do LIG Cheque da entidade, em junho com relação ao mesmo mês do ano passado, as consultas e as dívidas quitadas diminuíram, respectivamente, 7,7% e 0,8% e a inadimplência cresceu 2,1%.

No acumulado dos primeiros seis meses de 2017 (janeiro/junho) em relação ao mesmo período de 2016, as consultas recuaram 8% e a inadimplência e as dívidas quitadas aumentaram, respectivamente, 1,2% e 0,1%.

Matéria alterada às 13h25 para esclarecer informação.

Edição: Valéria Aguiar
 
Agência Brasil
 
 

julho 10, 2017 Posted by | Política | , | Deixe um comentário

Llanto del río Ganges

Publicado em 21 dear de 2017

Pensemos en un río. Sus aguas se desplazan majestuosa o impetuosamente, podemos apagar nuestra sed en él sin que nos pida nada a cambio. Un río es la viva imagen de la vida, imparable y generosa. Por tanto, puede morir. O ser asesinado. El Ganges está siendo víctima de un crimen de lesa naturaleza, y todos son cómplices: los que lo tienen por sagrado, lo matan porque lo es; los que no ven en él nada divino, porque no lo es. Una paradoja asesina para el río… y suicida para los que de él viven.

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junho 9, 2017 Posted by | Espanhol | , , , | Deixe um comentário

Número de pessoas em situação de rua aumenta mais de 150% em 3 anos no Rio

leis pobres

Sem Direitos

Flávia Villela – Repórter da Agência Brasil

“Somos pessoas que temos apenas o direito de não ter direitos. Somos o lixo da sociedade, que nossos governantes querem colocar debaixo do tapete”. É assim que as pessoas em situação de rua são vistas pela sociedade, segundo a assistente social Maralice dos Santos, que morou três anos na rua e hoje é coordenadora estadual do Movimento Nacional de População em Situação de Rua, no Rio de Janeiro.

No trabalho diário com esse público, ela lamenta que mais gente esteja sendo forçada a dormir ao relento, devido ao crescimento do desemprego e da crise econômica no estado. “Famílias inteiras estão indo para as ruas, porque perderam suas casas, por falta de emprego, e estão se somando aos que já estavam na rua”, contou.

A afirmação de Maralice é comprovada pelos registros oficiais. A Secretaria Municipal de Assistência Social do Rio de Janeiro estima que a quantidade de pessoas dormindo nas ruas da cidade aumentou mais de 150% nos últimos três anos. Somente no ano passado, havia cerca de 14,2 mil pessoas nessa situação capital fluminense. Os abrigos disponíveis hoje não comportam nem 20% dessa população. De acordo com a própria secretaria, há na capital 62 abrigos com 2.115 vagas.

“Não há abrigo e albergue para todas essas pessoas e os que têm são precários, as pessoas sofrem maus tratos. Quem passou por lá não quer voltar. Moradores de rua não têm voz dentro das instituições, o que o educador social colocar no livro é o que vale, as duas partes não são ouvidas”, afirmou Maralice.

Segundo ela, nos locais em que essas pessoas deveriam ser acolhidas e protegidas, os casos de agressões e violações são recorrentes. “Quando estava em um abrigo, havia uma menina com problema mental. E toda vez que havia um plantão específico ela tinha medo, pois era violentada”, lembrou. “Nós não podíamos falar nada, pois senão iríamos para a rua também. São muitas as injustiças que essas pessoas vivem. Ninguém vive na rua porque gosta ou porque quer”.

Edmílson Azevedo Santos, 47 anos, vive na rua há cerca de 4 anos e meio. “Perdi minha família, perdi minha casa por causa das drogas. Viver no meio da rua é como se fosse um bicho. Somos tratados como bichos. Sempre fui trabalhador, mas as drogas me levaram para a rua”, disse ele.

“Estou há 16 dias sem usar drogas, porque não aguento mais. Na rua, minhas coisas somem, sou roubado toda hora. Vim aqui tirar meus documentos, porque quero trabalhar. Hoje preciso de um lar e de um trabalho”, contou. Dos abrigos, quer distância. Citou como motivos os percevejos nos quartos, a roupa de cama suja e as agressões.

A assistente social Carla Lima atende pessoas em situação de rua na região da Maré, Penha, Manguinhos e Bonsucesso, na zona norte da capital fluminense, pelo Programa Saúde da Família. Ela observou que o número de mulheres que hoje dormem na rua aumentou muito nos últimos anos. “O Programa Consultório na Rua quando inciou, há seis anos, 80% dessas pessoas eram homens. Hoje em dia, está bem equiparada a porcentagem de homens e mulheres que nos procuram. O desemprego é uma grande questão, pois não dá muita opção, a pessoa é despejada e acaba indo com o filho para a rua”, comentou.

Falta de políticas públicas

A defensora pública Carla Beatriz Nunes Maia, que atende esse segmento há anos, acredita que o número de pessoas em situação de rua já passe dos 15 mil. O número foi calculado com base no aumento da procura nos locais da Defensoria específicos para esse público. A presença de famílias nessa situação também tem aumentado, disse ela. “Outro dia recebi um casal com bebezinho de um mês, que não conseguia fazer o registro da criança, pois não tinham comprovante de residência. Eles são penalizados duas vezes e a criança torna-se alvo fácil de um sequestro”.

Para ela, a falta de políticas públicas para pessoas em situação de vulnerabilidade e para egressos do sistema prisional contribui para o aumento da população de rua. Da mesma forma, a falta de políticas para quem já está na rua agrava o problema.

Ela deu como exemplo o fechamento da sede do Centro Pop Bárbara Calazans, órgão da Secretaria Assistência Social que oferece alimentação, documentação, interação e educação para pessoas em situação de rua durante o dia. “Ali, esse cidadão volta a criar vínculos e muitas vezes, dali, voa sozinho. Havia uma sede, que foi tirada na última gestão. Esse centro funcionando vai tirar muita gente da rua.” O centro continua atuando, mesmo sem sede há mais de 2 anos.

Para além da crise, a defensora contou que o principal fator que leva pessoas a irem morar na rua é a disfunção familiar. “Falta um equilíbrio, uma força interior para superar as adversidades. Não existe um perfil único, é um fenômeno complexo, mas diria que a maioria é desprovida de agressividade e tem dons artísticos”.

Coordenadora do Posto Avançado de Identificação Civil para Pessoas em Situação de Rua e Vulneráveis, a defensora Clélia Blanco já atendeu três gerações de pessoas que vivem na rua. O posto, criado há 2 anos pelo Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos (Nudedh) da Defensoria Pública do Estado do Rio, emite gratuitamente documentos, como certidões de nascimento e identidades, em parceria com o Departamento de Trânsito (Detran).

“Não há programa voltado para a recuperação dessas pessoas, para que elas tenham casa, emprego. Essa questão documental é muito importante para trazer dignidade para essa população. Sem carteira de identidade, sem certidão de nascimento, não se consegue carteira de trabalho, CPF e título de eleitor, documentos que fazem parte da tentativa de resgate da cidadania e da dignidade”, declarou. “Esse posto busca suprir essa lacuna. A Defensoria Pública abriu uma porta, mas são necessárias outras iniciativas na área de moradia, da saúde, da educação”, completou.

Novas ações

A secretária municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, Teresa Bergher, considera que, desde que assumiu a pasta, há cinco meses, a situação nos abrigos melhorou muito. Foram intensificadas a fiscalização, as obras e a capacitação dos profissionais. Ela reconhece que o número de abrigos é insuficiente para atender a atual demanda, mas disse apostar no trabalho de reinserção dessas pessoas na sociedade.

“Precisamos de mais abrigos, mas não basta apenas colocar pessoas nos abrigos, precisamos apontar uma porta de saída para essas pessoas. Estamos com número reduzido de educadores sociais, por causa da crise, mas estamos qualificando esses profissionais”, contou Teresa.

“As ONGs [organizações não-governamentais] conveniadas, a partir de agora, em todos os editais, deverão destinar 7% de suas vagas de trabalho para pessoas em situação de vulnerabilidade. Também vamos capacitar essas pessoas para o trabalho, porque o trabalho dignifica o homem”, declarou a secretária. Dos 62 abrigos, 38 são públicos e 24 conveniados. Segundo ela, nos últimos quatro meses, 350 pessoas saíram das ruas graças às ações da prefeitura.

Teresa disse ainda que o Centro Pop ganhará nova sede, no centro da cidade, no segundo semestre. “Já estamos com o projeto pronto, há apenas uma pendência burocrática de levantamento de custo para o início da obra, mas acredito que em no máximo três meses já tenhamos nosso Centro Pop funcionando”. A secretária adiantou que está sendo estudada uma parceria para viabilizar o funcionamento de um ônibus itinerante, com chuveiro, serviços e atividades para esse público.

Outra meta da secretaria é a de intensificar o programa “De volta à terra natal”, voltado para ajudar pessoas em situação de rua a voltar para suas cidades de origem e para suas famílias.

De acordo com a pasta, cinco equipes para cobrem a região central da cidade e a zona sul, abordando essa população. No centro Pop e no Centro de Referência Especializada em Assistência Social, há duas equipes e nas demais áreas da cidade, há uma equipe.

*Colaborou Raquel Júnia, repórter do Radiojornalismo

Edição: Lidia Neves
 
Agência Brasil

junho 5, 2017 Posted by | Política | , , | Deixe um comentário

Disturbios entre manifestantes y la policía en Río de Janeiro

Transmitido ao vivo há 1 hora

En Brasil, se ha paralizado gran parte del transporte público debido al llamado de los principales sectores sindicales del país a una huelga general. Los manifestantes han bloqueado las carreteras y se han enfrentado con la Policía. Esto, para protestar contra las medidas de austeridad del gobierno de Michel Temer. Se trata del primer paro nacional desde 1996

SEPA MÁS: https://es.rt.com/5300

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abril 28, 2017 Posted by | Espanhol, Política | , , , , | Deixe um comentário

Além do Rio Doce, águas subterrâneas da bacia também estão contaminadas

Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil
Colatina (ES) - Rio Doce é atingido por rejeitos de mineração do rompimento da barragem da Samarco em Mariana, em Minas Gerais (Fred Loureiro/Secom ES)
Águas subterrâneas da bacia do Rio Doce  também estão contaminadas com metais pesados, segundo estudoFred Loureiro/Secom ES

Um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em parceria com o Greenpeace, revelou que, além do Rio Doce, as águas subterrâneas da região estão contaminadas com altos níveis de metais pesados. A água dos poços artesianos locais apresentaram níveis desses metais acima do permitido pelo governo brasileiro. Os pequenos agricultores são os mais prejudicados, já que não têm outra fonte de água para a produção e para beber.

As águas do Rio Doce foram contaminadas pelo rompimento da Barragem de Fundão, pertencente à mineradora Samarco, no município mineiro de Mariana, em 5 de novembro de 2015. O incidente devastou a vegetação nativa e poluiu toda a bacia do Rio Doce, atingindo outros municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo. Dezenove pessoas morreram e diversas comunidades foram destruídas. O episódio é considerado a maior tragédia ambiental do país.

Após o desastre, agricultores familiares recorreram a poços artesianos para irrigar suas plantações e ter água para beber. As amostras coletadas pela equipe da UFRJ apresentaram altos níveis de ferro e manganês, que prejudicam o desenvolvimento das plantações e oferecem riscos à saúde, no longo prazo, segundo os pesquisadores.

Um dos objetivos do estudo do Instituto de Biofísica da UFRJ, em parceira com o Greenpeace, foi avaliar se os agricultores, impossibilitados de utilizar em suas plantações as águas do Rio Doce contaminadas pelo desastre, poderiam empregar com segurança os poços artesianos como fonte de irrigação e consumo.

Resultados

Pesquisadores analisaram a presença de metais pesados na água em 48 amostras coletadas de três regiões diferentes da bacia do Rio Doce: Belo Oriente (MG), Governador Valadares (MG), e Colatina (ES). As amostras foram coletadas em poços, em pontos do rio e na água tratada fornecida pela prefeitura ou pela Samarco.

A cidade de Belo Oriente apresentou cinco pontos de coleta com níveis de ferro e manganês acima do estabelecido pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), órgão do Ministério do Meio Ambiente. Em Governador Valadares foram identificados 12 pontos e, em Colatina, dez pontos com os valores acima do permitido. Segundo o estudo, a água desses locais não é adequada para consumo humano e, em alguns casos, também não é recomendado o uso para irrigação de plantas – situação de alguns pontos de Governador Valadares e Colatina.

A contaminação do Rio Doce se deu pelos rejeitos que vazaram com o rompimento da barragem. No entanto, os pesquisadores disseram não poder afirmar que os poços sofreram a contaminação por conta da lama vinda da barragem, por falta de estudos prévios na região. “Contudo, podemos afirmar que a escavação dos poços e sua posterior utilização se deu por conta do derramamento da lama na água do rio, que porventura, a inutilizou”, diz o relatório.

No longo prazo, para a saúde, a exposição ao manganês pode causar problemas neurológicos, semelhantes ao mal de Parkinson, enquanto o ferro, em quantidades acimas das permitidas, pode danificar rins, fígado e o sistema digestivo.

“A contaminação por metais pesados pode ter consequências futuras graves para as populações do entorno, que necessitam de suporte e apoio pós-desastre. Isso deve ser arcado pela Samarco e suas controladoras, Vale e BHP Billiton, e monitorado de perto pelo governo brasileiro”, defendeu Fabiana Alves, da Campanha de Água do Greenpeace.

Agricultura

No curto prazo, o grande impacto tem sido na agricultura, identificou a pesquisa. O estudo buscou pequenos produtores locais para analisar como seus modos de vida foram atingidos pela lama. Muitos dos que não abandonaram suas terras enfrentaram dificuldades financeiras por não conseguir mais produzir com o solo e a água que têm.

De acordo com o relatório, 88% dos entrevistados afirmaram ter alterado o tipo de cultivo e/ou criação realizada pela família após o incidente. A produção de cabras foi bastante afetada pelo desastre e as atividades de pesca e criação de peixes praticamente desapareceram na bacia.

Dados apresentados pelos pesquisadores após entrevistas com os agricultores demonstraram também que, antes do desastre, 98% dos entrevistados utilizavam água do Rio Doce para atividade econômica do dia a dia. Após a tragédia, somente 36% continuaram usando a mesma água. Destes, 87% utilizam a água para irrigação. Cerca de 60% dos entrevistados considera a água imprópria para uso, o que demonstra a insegurança no uso desse recurso fundamental para as populações que vivem à beira do rio.

Edição: Lidia Neves

abril 15, 2017 Posted by | Política | , , , | Deixe um comentário

Eleições 2.016 – pesquisa para prefeito do Rio de Janeiro

crivella

Pesquisa Eleitoral para Prefeitura do Rio de Janeiro

Candidato Intenções de Voto (%)
Marcelo Crivella (PRB) 31%
Marcelo Freixo (PSOL) 9%
Pedro Paulo (PMDB) 9%
Flávio Bolsonaro (PSC) 8%
Jandira Feghali (PCdoB) 8%
Indio da Costa (PSD) 7%
Osorio (PSDB) 3%
Alessandro Molon (Rede) 1%
Cyro Garcia (PSTU) 1%
Carmen Migueles (Novo) 0%
Thelma Bastos (PCO)
Branco/nulo 19%
Não sabe/não respondeu 4%

 

setembro 18, 2016 Posted by | Política | , , , , | Deixe um comentário

Un espejo de los peores males de Latinoamérica

Obras sin terminar, corrupción, violencia y conflictividad social son la antesala de la competencia olímpica en Río de Janeiro.

Ricardo Moraes Reuters

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El 5 de agosto comenzarán los Juegos Olímpicos 2016 en la ciudad de Río de Janeiro. Será la primera vez que esta milenaria competencia se dispute en Sudamérica. Sin embargo el escenario social, político y económico del país anfitrión no es el mejor.

Infraestructura y limpieza a medias

La Villa Olímpica fue abierta esta semana y la mitad de sus edificios (son 31 en total) están sin terminar. Ante esto el comité organizador debió poner 600 obreros a trabajar las 24 horas del día para tratar de tener todo listo antes del comienzo de los juegos.

Stoyan NenovReuters

Esta obra fue llevada a cabo por la constructora Odebrecht, la más grande Brasil y una de las mayores del mundo, que está implicada en los casos de corrupción relacionados con la estatal Petrobras. De hecho, su presidente fue condenado a 19 años de prisión por estos hechos.

Otro trabajo inconcluso es la limpieza de las aguas residuales y basura que contaminan la Bahía de Guanabara y otras playas de Río donde habrá competencias de vela y nado. Esto sucede a pesar de que se han destinado miles de millones de dólares para los Juegos Olímpicos. Sin embargo el alcalde de la ciudad, Eduardo Paes, se justificó señalando que los problemas de polución en esa zona no son “un tema olímpico”.

Ricardo Moraes Reuters

Violencia policial

Uno de los aspectos más resaltados por distintas organizaciones sociales y políticas ha sido el incremento de la militarización de Río de Janeiro además de otros puntos del país. Se han desplegado solo en Río 70.000 efectivos de distintas fuerzas (policía militar, ejército, marina, aeronáutica).

Hay “un aumento considerable de la violencia”, explicó a RT Gerardo Gamarra, periodista del portal en inglés The Dawn que refleja las luchas populares de América Latina. Según detalló, “con el planteo de ‘pacificar’ las favelas militarizaron Río de Janeiro y desalojaron alrededor de 65.000 familias”.

Ricardo Moraes Reuters

“Está aumentando también la violencia policial hacia la juventud”, destacó el periodista. En opinión del informador, desde el Mundial de fútbol de 2014 a la actualidad “se calcula que hay un incremento del 20% de violencia de parte de las fuerzas de seguridad”.

Por su parte, la ONG Human Rights Watch señaló en un reciente informe que solo en 2015 la Policía de Río acabó con la vida de 645 personas. “La criminalidad violenta es un problema muy real en Río; sin embargo, ejecutar a presuntos delincuentes no es la solución”, observó Maria Laura Canineu, directora para Brasil de la organización. “Estas ejecuciones provocan que las comunidades se vuelvan en contra de la policía y empeoran la seguridad de todos, añadió.

Adriano MachadoReuters

¿En qué se gasta el presupuesto?

Como suele suceder ante estos grandes eventos deportivos (así sucedió también con el Mundial 2014) un punto de debate es por qué se gasta tanto dinero en estos cuando la población sufre por la falta de servicios básicos.

“El gobierno está con muchas dificultades para pagar los salarios de los empleados públicos y para sostener los presupuestos de salud y educación”, relató Gamarra. Pero a pesar de ello han realizado “una inversión de miles de millones de dólares en la organización que incluso se ha ampliado respecto a lo que era la propuesta original”.

Sergio Moraes Reuters

Por su parte el analista internacional Leandro Morgenfeld cuestionó que “hace un año y medio que Brasil está en una fortísima recesión pero gastaron solo en Río 12.000 millones de dólares”.

Finalmente, Gamarra aseguró que el argumento de las autoridades es que los Juegos Olímpicos “no representan un gasto tan importante porque un 43% del presupuesto salió de las asociaciones público-privadas”. Pero en realidad el resultado es que “el Estado queda como gerente de las inversiones de las empresas privadas”.

Amenaza terrorista y expulsión social

“Los últimos atentados que hubo en el mundo, en las recientes semanas, redoblaron el temor a un posible atentado en este acontecimiento que concentra toda la atención”, comentó Morgenfeld a RT. Al respecto, detalló que la semana pasada “detuvieron una supuesta célula de militantes musulmanes” pero al poco tiempo “el mismo juez que los detuvo dijo que no se los podía acusar de terrorismo porque eran más bien amateurs”. De todas formas el investigador explicó que si bien “no hay nada cierto” tampoco se puede descartar “que haya algún atentado”.

“La militarización no tiene que ver con este proceso sino que es algo que comenzó en 2012/2013”, aseveró Moregenfeld en relación al despliegue de las fuerzas de seguridad. Comenzó con “la gran especulación inmobiliaria que se produjo en Río a partir del anuncio de la Copa de las Confederaciones, el Mundial de Fútbol y los Juegos Olímpicos”, recordó.

Ricardo MoraesReuters

“Ocurrió entonces un proceso que se suele dar en las grandes metrópolis que es el de la gentrificación”, añadió el especialista. Asimismo subrayó que subió tanto el precio de los alquileres “que se expulsó a los sectores medios hacia la periferia y a los sectores más vulnerables aún más lejos”. Así es como se da “un proceso de limpieza de la población que, con la excusa de la lucha contra la inseguridad, se profundiza” con la llegada de los Juegos Olímpicos.

Para terminar, Moregenfeld afirmó que todo está atravesado por la crisis política. “La gestión del presidente interino Michel Temer es rechazada incluso por quienes estaban en contra de Rousseff. Tiene una intención de voto de un dígito”, explicó. El analista internacional se preguntó quién será capaz de capitalizar los Juegos Olímpicos. “El dictamen del Senado sobre el juicio contra Dilma Rousseff se iba a conocer durante los juegos y sigilosamente decidieron postergarlo para después. Por eso creo que el gobierno de Temer va a intentar capitalizar la competencia para tratar de fortalecerse”, concluyó.

Santiago Mayor

RT-TV

 

julho 29, 2016 Posted by | Espanhol | , , , | Deixe um comentário

Protestos no Rio superam dia histórico

número de manifestantes

Protestos no Brasil

A televisão quase estragou a festa, mas os brasileiros conseguiram se superar, não só em quantidade, quanto em qualidade. Era inevitável que houvessem confrontos mas, felizmente, não era a população quem corria perigo, era a PPP.

Assim como na Bíblia Judas traiu Jesus Cristo, tentando usá-lo para fazer o povo de Israel se voltar contra o poderoso e cruel Império Romano, alguns manifestantes mais rebeldes perderam o controle, nesse protesto, quebrando tudo o que havia pela frente, um prato cheio para a televisão que está sempre em busca de desgraças.

Ao mostrar os chamados “vândalos”, a televisão se esqueceu dos motivos pelos quais eles estavam revoltados. É muito fácil chamar um grupo de manifestantes revoltados de vândalos, difícil é chamar Renan Calheiros, José Sarney, Sílvio Santos, Roberto Marinho, Antônio Benlinatti, Jaime Lernner, Paulo Maluf, Demóstenes Torres, Ricardo Teixeira e outros, de corruptos e ladrões.

Os manifestantes revoltados procuram por cabeças e para acalmá-los, basta entregar a eles essas cabeças citadas, entre outras, não acho que seja difícil encontrar banqueiros e magnatas que vivem ás custas do governo.

Será que a televisão sabe quantos desses baderneiros perderam irmãos, pais, mães, filhos ou amigos, em portas de hospitais ou com uma tiro de assaltante?

Não, a intensão deles não é só fazer baderna. Se esse fosse o caso, eles sairiam de casa com uma sub-metralhadora, como os bandidos da minha pequena cidade de 35 mil habitantes. Acontece que eles ficam exaltados durante as manifestações, por terem lembranças desagradáveis.

Quando a televisão deixa de mostrar trezentas mil pessoas pacíficas, para mostrar cinquenta ou cem pessoas descontroladas, a televisão está fazendo propaganda política. É por isso que os manifestantes não aceitam a TV por perto, porque eles não mostram a verdade do movimento.

Alguns manifestantes que chegaram com bandeiras de partidos, foram convidados a se retirar, já que a política não era bem-vinda.

O Rio de Janeiro começa a mostrar sua verdadeira beleza, a militância política que esteve por tanto tempo adormecida, e que custou tão caro a sociedade. Se no dia anterior o Rio de Janeiro concentrou quase a metade dos manifestantes das grandes capitais de todo o Brasil, hoje, quinta-feira, 20 de junho de 2.013, a cidade do Rio escreve pela segunda vez consecutiva, o seu nome na verdadeira história do Brasil.

Belém chegou a preocupar, os manifestantes chegaram a encurralar os guardas municipais.

No Rio de Janeiro também houve confronto, mas entre trezentas mil pessoas não dá para evitar isso. Felizmente, tudo foi controlado.

Brasília teve um aumento espetacular desde a última manifestação e, desta vez, foi inevitável um pequeno quebra-quebra.

São Paulo continua além de seu potencial no movimento, mas manteve os números com uma ligeira queda, cinquenta mil pessoas.

Veja alguns números de hoje:

Rio de Janeiro – 300.000 manifestantes

Recife – 50.000

São Paulo – 50.000

Brasília – 30.000

Salvador – 20.000

Porto Alegre – 18.000

Campinas – 15.000

Florianópolis – 15.000

Belo Horizonte – 15.000

Campo Grande – 10.000

Fortaleza – 5.000

Curitiba – 3.500

O movimento está começando a ganhar forças, só precisa atingir as causas dos problemas sociais brasileiros e, a partir daí, começar a discutir os rumos que teremos pela frente.

Protestos no Rio entram para a história

Maiores protestos da história

Vereadores proíbem passageiros em pé.

A crise da PPP

Veneno bipartidário

Congressistas mais caros do mundo

By Jânio

junho 21, 2013 Posted by | Política | , , , , , , | 5 Comentários

Polícia controla favelas mais violentas do Rio

salve-se quem puder

Paz no Rio

Polícia ocupa favelas mais perigosas do Rio.

Cerca de 1.500 soldados que participaram da operação, permanecem controlando uma área que concentrava grande parte da venda de crack.

Quatro das favelas mais perigosas do rio foram ocupadas: Manguinhos, Mandela, Varginha e Jarazinho, que eram controladas pelos traficantes.

Entre os 1.500 homens que participaram da operação, estão soldados da polícia e da infantaria naval, que tiveram apoio de helicópteros e blindados da Marinha. Eles também usaram escavadeiras para remover as barreiras que os traficantes de drogas construíram nas entradas das favelas.

O Batalhão de Operações Especiais da Polícia (Bope), realizou operações anteriores as incursões para evitar a fuga de criminosos. Numa das favelas houve um choque que matou cinco supostos traficantes que fugiam de Manguinhos.

No Jacarezinho funcionou o maior “crackódromo” da cidade, como são conhecidos os lugares onde o crack, derivado da cocaína, é vendido e consumido. Cerca de cem drogados foram transferidos para centros especializados.

As favelas do Jacarezinho e do Manguinhos, onde cerca de 75 mil pessoas vivem, são consideradas as mais perigosas do Rio de Janeiro, onde o tráfico de drogas ocorre em plena luz do dia. Numa região de comércio varejista, era comum pessoas armadas nas ruas. Essas pessoas permaneciam lá pela venda do Crack, droga que é consumida por pelo menos meio milhão de brasileiros.

O governo do Rio de Janeiro pretende instalar nas favelas recuperadas, as chamadas Unidades de Polícia Pacificadora (UPP), como são conhecidos esses postos permanentes da polícia. Eles estão localizados em áreas onde a polícia já recuperou áreas dominadas por quadrilhas de traficantes.

A instalação das UPP é parte de uma política de segurança iniciada pelo governo do Rio de Janeiro em 2.008, para expulsar os traficantes das favelas da cidade, antes da cidade sediar os Jogos Olímpicos de 2.016.

Esta política de redução de crimes está sendo estudada por países da região.

A polícia do Rio de Janeiro é considerada a mais corrupta da América do Sul. Nos últimos ano, pelo menos 2.000 pessoas foram demitidas por ligações com redes de corrupção e crime organizado.

Comentário: Eu vou começar pelo final do texto: A corrupção da polícia do Rio de Janeiro não impede que esta seja a polícia mais bem preparada do mundo, para operações especiais, conflitos ou guerras urbanas. A corrupção também passa longe dessas tropas de elite.

Eu não posso dizer qual é o salário pago pelo governo, o que poderia ser a causa dessa corrupção, mas posso dizer que os bombeiros ganham muito mal, o que já dá uma idéia. Entretanto, o descaso de décadas conta.

Se a quantidade de marginais e políticos corruptos sempre foi maior que a quantidade de pessoas que os combatiam, parece natural que muitas pessoas tenham se transferido para o lado que paga mais. Prova disso é que as pessoas que são expulsas não intimidam outras que seguem pelo mesmo caminho.

Além disso, esse é um problema que está sendo tratado de maneira elitizada desde o início dessas operações, sem verificar as causas ou combatê-las.

A política sempre será a origem da corrupção no alto escalão do sistema, o que se está combatendo são apenas trombadinhas que tem suporte maior, inclusive entre os políticos.

Eu sinceramente espero que a polícia tenha estrutura para se manter nesses locais e torço para que o crime não se transfira para a cidade.

Parece muito bonito ver a polícia executando essas operações em regiões específicas, mas fica claro que não dá para fazer isso em toda a cidade, em todo os estado, em todo o país.

Talvez seja por isso que temos tantas igrejas e sejamos tão religiosos.

Deus nos ajude!

Comentário: By Jânio

Fonte RT-TV

Violência do Rio

Falta de respeito no morro

outubro 15, 2012 Posted by | Policia | , , , , , , , | Deixe um comentário

Juíza de São Gonçalo é assassinada com quinze tiros

Assassinato Encomendado

Sem Medo da Morte

O assassinato da juíza Patrícia Lourival Acioli, 47 anos, da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, RJ, mostra a dura realidade da justiça brasileira.

Foram pelo menos quinze disparos de armas de grosso calibre, feitos por homens que surpreenderam a juíza, chegando rapidamente em motos e carros.

Um Juiz ganha um salário relativamente bom, 12 mil reais, comparado com a miséria do povo brasileiro, mas insuficiente para custear sua segurança, no caso do juiz da área criminal.

Considerada uma juíza linha dura, responsável por dar a pena máxima para muitos policiais envolvidos com milícias, corrupção e tráfico de drogas, a juíza tinha muitos inimigos. O que surpreende nessa história, é como uma pessoa tão visada como essa juíza, andava sem escolta.

Um traficante comum não oferece tanto perigo para a alta sociedade e autoridades judiciais, o problema é quando esses traficantes se misturam com a própria polícia.

A juíza foi responsável por prender um grupo de extermínio do Rio, que sequestrava e extorquia os próprios traficantes. Esse grupo era formado por policiais.

Em todo o Brasil, pelo menos 300 juízes federais enfrentam problemas com ameaças, já virou rotina. Só casos de processos confirmados, são mais de quarenta, outro tanto estão para serem instaurados.

Um projeto que já está em tramitação, pretende que a partir de agora, pelo menos três juízes assinem a sentença, em casos criminais graves. A comissão pretende também criar a polícia judiciária, para a segurança do poder judiciário.

Essas medidas podem passar a ideia de que algo será mudado, mas os problemas requerem atitudes bem mais sérias que estas.

Invadir os morros, dar mais treinamento para a polícia, verbas para as forças armadas, tudo isso só serve para elitizar o poder. Pode funcionar a curto prazo, mas só servirá para tornar o crime muito mais forte no futuro.

O Brasil tem várias máfias atuantes, todas muito fortes e com ramificações na política e polícia, formando a pirâmide da PPP. Quanto mais o tempo passa, maior o problema.

O governo está muito próximo de perder o poder para o crime organizado e, quando isso acontecer, as forças armadas irão declarar guerra ao crime. O Brasil terá, então, uma guerra civil, onde cada brasileiro se alistará de um lado, para quem oferecer mais, e nós sabemos quem paga melhor.

By Jânio

agosto 14, 2011 Posted by | Policia | , , , , , , | 11 Comentários

Polícia investiga a própria polícia

polícia x polícia

Investigação Criminal

A PPP – política, polícia e pilantras – sofreu um duro golpe nessa semana, e foi em seu maior reduto, no eixo Rio-São Paulo.

Enquanto no Rio o diretor da polícia civil pedia afastamento, em meio a escândalos. Em São Paulo, até a corregedoria se vê em apuros.

Acontece que a nossa sociedade tem uma hierarquia arbitrária, ditadora, isso há 500 anos. Com o crescimento acelerado da tecnologia, toda a cúpula das instituições brasileiras tem enfrentado problemas de adaptação aos novos tempos.

Parece coincidência, o fato dessas investigações, no Rio e em São Paulo, terem culminado em grandes escândalos em torno de si próprios, mas não é.

Em São Paulo, depois de uma policial civil ter sido revistada violentamente – A policial ficou nua na frente de vários homens – as imagens foram parar na tv, um veículo de comunicação de massa.

A mulher era suspeita de ter recebido propina, e, aparentemente recebeu, mas as imagens deixam dúvidas.

Então vamos ao comentário: Aparentemente, eu não vi nada demais, nada além do que eu esperaria da polícia. O que chama a atenção, aqui, é o fato da suspeita ser uma mulher.

Sendo uma mulher, e sabendo que estava sendo filmada, a policial se desesperou, isso também é normal – Certamente, ela não esperava que passaria pelo tratamento de seus colegas homens.

O que é normal na cena:

01 – O delegado avisa que ela deveria se despir, na presença de seis homens e duas mulheres.

02 – O delegado avisa que se não obedecesse, seria dada ordem de prisão.

03 – A policial se recusa, achando que teria direito a tratamento diferenciado, pelo fato de ser mulher. Não teve.

04 – Se fosse um homem, passaria pelo mesmo tratamento, mas seria considerado normal, mesmo se só houvessem mulheres presentes.

Será que pelo fato de ser mulher, ela é menos culpada, é diferente?

O fato é que a TV se interessou pelas imagens, e as imagens em mídia de massa são uma arma poderosíssima.

Comentário do apresentador: “A propina recebida pela policial, não é nada, perto da agressão sofrida, onde toda a cúpula da polícia torna-se cúmplice, diante dessas imagens.”

Em primeiro lugar, é preciso que se diga que essa denúncia precisa ser investigada. Sim, há muitas injustiças como essas sendo praticadas pelo Brasil, e não, a policial não é diferente, pelo fato de ser mulher.

Outro detalhe: Receber propina não é um crime menor, assim como vender o voto não torna um eleitor menos covarde, diante da sociedade, mesmo estando passando fome. A necessidade não muda o crime, mas pode amenizar a pena.

Rio – No Rio, a Polícia Federal finalmente chega na etapa final das investigações contra a polícia civil, não sem antes revelar escândalos no processo dessas investigações.

Há suspeitas de vazamento de informações sigilosas, reveladas por laudos técnicos. É claro que a tecnologia não poderia ficar de fora dessas investigações, não é mesmo?

São pelo menos 30 policiais civis, entre eles delegados, o próprio diretor da polícia civil – Chefe dos delegados – pediu afastamento.

Não foi descoberto nada que uma pessoa comum não suspeitasse, há muito tempo, mas porquê isso não ocorreu antes?

A primeira parte da charada, eu já respondi: A tecnologia se desenvolveu acima da (in)capacidade da polícia.

Então, vamos a segunda parte: Se Maquiavel já dizia “A natureza do homem é má”, nós também sabemos que Maquiavel não imaginaria os “ratos” que habitariam por essas terras.

Ora, o rato, animal muito sujo, covarde e contagioso, foge ao menor sinal de perigo. Ele também sabe quando está na hora de abandonar o barco.

Voltando ao caso: As novas gerações sabem que não tem controle sobre as novas tecnologias, assim, preferem permanecer à distância, até terem certeza de poderem habitar no mesmo barco da corrupção.

Quando as novas gerações escolhem seu lado, tem liberdade para cumprir sua verdadeira missão na polícia, policiar.

NOTA: A computação é como matemática, quem conhece, domina, não explica, apenas passa as fórmulas. Quem tem boa memória, pode fazer uso dessas fórmulas, mas a sua memória ficará tão ocupada com essas fórmulas, que essa pessoa nem saberá a cor das meias que usava ontem, possibilitando uma forma perfeita de manipulação,

Quem comete um crime, deverá saber que mais cedo, ou mais tarde, deverá prestar contas perante a sociedade.

By Jânio

fevereiro 20, 2011 Posted by | Policia | , , , , , , , , , , | 3 Comentários

A tragédia do Rio é a maior desde a década de sessenta

enchentes são paulo

tragédia do Rio

Enquanto o Brasil inteiro chora a tragédia do Rio de Janeiro e São Paulo, algumas lembranças passam pela minha cabeça, desde a primeira tragédia que eu acompanhei, até hoje. Em cada tragédia, houve uma reflexão.

Por ser a primeira que eu acompanhava, as enchentes do verão de  83/84, deixaram um trauma.

O Sul do Brasil ficou todo alagado, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, houve muita solidariedade e campanhas para se conseguir o essencial, àgua, alimentos não perecíveis, roupas, colchões e cobertas. Logo depois das enchentes, várias lojas de roupas usadas surgiram em minha cidade, evidentemente, em minha cidade não houve enchentes, já que é uma cidade muito alta.

Algum tempo depois, houve um período de muita chuva, mas parece que os empresários da cidade agiram rápido. Antes que as pessoas se revoltassem, já que a chuva deixava todas essas pessoas sem casa e sem alimento, encontraram uma maneira de acalmar a população.

Foi criado uma campanha, onde era servido sopas todos os dias, enquanto durassem as chuvas. A igreja, sempre ela, entrou com o know how, os empresários entraram com a logística e uma parte financeira. 

Feito isso, foi só rezar para que São Pedro terminasse a chuva logo, como de fato ocorreu.

Aqui, fazemos uma pausa para analisar a fragilidade de nosso sistema semi-escravagista, ou semi-escravista. Onde todos vivem no limite, sem nenhuma reserva, provisão, totalmente dependentes da vontade alheia e do sistema.

Normalmente, as chuvas não duram muito, nem por isso as tragédias são menos chocantes, há pouco tempo tivemos a tragédia em Angra dos Reis.

Santa Catarina sofreu dois anos seguidos, no segundo ano, muita gente já havia desistido de morar na região catarinense que mais oferece oportunidades de trabalho no Brasil.

Depois da tragédia de Santa Catarina, veio a tragédia do nordeste. Penso que se houvesse boa vontade e consciência das autoridades, caso houvessem reservatórios gigantescos no nordeste, haveria água reservada para pelo menos dez anos seguidos.  

Reservatórios de água não resolveriam os problemas das enchentes, mas, pelo menos demonstraria uma preocupação por parte do Governo, coisa que eles não tem.

Se o Governo não tem consciência, a população deve estar ciente de que morar em morros e à beira de barrancos, estará correndo perigo, pelo menos que mantenham as famílias afastadas.

Tanto no caso de Angra dos Reis, quanto agora, Rio e São Paulo, a tragédia atingiu uma região onde se concentram a nata da mídia, onde as pessoas tem se manifestado inclusive pela internet. Na internet as informações tem sido mais objetivas, com nomes, mapas, localização, etc.

As mídias de massa preferem mostrar os  mortos e as tragédias, já que isso dá mais IBOPE.

Pelo menos em uma ocasião, o feitiço virou contra o feiticeiro. Boatos de que uma caixa de água havia se rompido, pegou toda a imprensa em seu momento mais peculiar, como abutres em cima da carniça, foi deprimente.

Aqui, vale a pena fazer mais uma pausa, lembrando mais um capítulo da guerra das duas maiores redes de TV do país.

Pouco tempo depois de uma repórter ser presa, acusada de fazer acordo com bandidos, para divulgar notícias em primeira mão, a rival divulgou os depoimentos de um comentarista concorrente, com um discurso com a cara da elite, algo como: “É isso  que dá financiar carros novos, para pessoas que nunca leram um livro”, o comentarista foi demitido, a jornalista presa.

Foi por causa de comentários preconceituosos como esse, que toda a internet brasileira ficou publicando em espanhol, durante vinte e quatro horas, recentemente, lembram-se?

As enchente, Deus nos livre, deverá ser uma constante, principalmente em áreas de risco. Naturalmente, a covardia dos políticos será um empecilho para se tomar uma atitude séria, já que isso implicaria em financiamentos de novas casas próprias.

Eu me lembro que em minha cidade, havia um fundo de calamidades, esse fundo nunca foi usado, exceto para cobrir o rombo de um desvio de verbas que deixara todos os professores sem pagamento, durante três meses. Isso me deixa com a certeza de que o Governo deveria agir de maneira mais eficiente, inclusive com a imprensa, para evitar a onda de boataria, e exigindo responsabilidades.

A coordenação emergencial deveria ser feita de fora, pelo governo estadual, já que em pelo menos uma cidade, até o Prefeito estava desaparecido.

As ONGs mantidas por voluntários e donativos particulares, tem experiência em situações como essa, sabem exatamente o que deve ser feito, mais uma vez o que falta é a boa vontade do poder público.

É triste vivenciar uma calamidade como essa, principalmente, sabendo que essas calamidades estão se tornando cada vez mais frequentes.

Essa é a pior maneira de descobrirmos  que todos estamos sujeitos às calamidades, como são unânimes em reconhecer, as vítimas das enchentes.

Enquanto nos noticiários, divulgam que essa é a pior tragédia desde a década de sessenta – as filas em portas de hospitais não conta, só as tragédias naturais – penso que a frequência com que essas tragédias tem ocorrido, é ainda mais preocupante.

A pergunta que fica é: Quando isso vai acontecer conosco?

No Nordeste, uma região sem nenhum recurso, os poucos helicópteros que sobrevoavam a área afetada era da mídia, só eles tinham interesse na tragédia.

By Jânio

janeiro 15, 2011 Posted by | Reflexões | , , , , , , , , , , | 9 Comentários

Falta de respeito no complexo do alemão

noticias da guerrilha

Guerra do Rio

Depois que a polícia assumiu o controle do complexo do alemão, a paz voltou, mesmo que temporária, um convite para que pobres mortais comprem briga com os traficantes, desafiando-os.

Como eu disse no artigo passado, essa é uma briga pelo poder, entrar numa briga como essa, para pessoas normais é uma grande encrenca.

Muitas comunidades dos morros nasceram e cresceram de maneira informal, fora do mapa, onde o poder público se manteve alheio a tudo isso.

Numa região com aproximadamente 350 mil habitantes, sendo 100 mil apenas no complexo do alemão, o poder público se viu com um “governo paralelo”, numa região de excluídos. Para o Governo, eles supostamente não tinham nada à oferecer.

Com o tempo, essas comunidades passaram a assumir sua representatividade, dentro de um sistema democrático. Através de jornais tendenciosos, programas idiotas e novelas estúpidas, a maior ferramenta de comunicação do Brasil, a TV, foi suficiente para controlar corações e mentes, até agora.

Se a internet já era um grande problema para o controle elitizado da sociedade, as minorias excluídas se juntaram a essas citadas, para reclamar seu lugar de direito.

Nem mesmo as mídias de massa foram suficientes para passar a idéia de que tudo estava bem, o melhor de tudo, é que os políticos já sabem que essa população está relativamente fora do controle tradicional, tanto capitalista, como socialista.

Em meio ao controle criado pelas antigas mídias, muita gente sequer reparou que o Brasil já está sendo governado por políticos socialistas, por antigos militantes de esquerda. Algumas pessoas nem repararam que vários tabus foram quebrados.

Mas as mudanças de sistemas de governo, no Brasil, não são suficientes para indicar mudanças. Foi assim com a colônia, monarquia, república, governo militar,  diretas e com o socialismo que deverá completar, pelo menos, vinte anos no poder.

Em todas essas mudanças, houve a participação da elite, incomodada com os rumos que o sistema estava tomando. A elite sempre teve as ferramentas de mudanças em suas mãos, até agora.

Até na Venezuela, as grandes redes de tv foram fechadas, um grande erro, em se tratando de um país onde a democracia era tão importante. Apesar disso, a internet não sofreu qualquer ataque por parte do governo, isso levanta uma grande questão a ser discutida.

Algumas táticas das mídias estão ficando ultrapassadas, facilmente identificadas pelos leitores ou telespectadores. A opinião pessoal deixou de ser relevante, dando lugar ao ponto de vista resultande da observação de várias pessoas e/ou classes da sociedade, onde ninguém é dono da verdade.

Algumas velhas notícias que parecem técnica de otimização, usadas como se fossem notícias novas, com as mesmas finalidades, induzir à um determinado pensamento.

“AS AULAS SÃO SUSPENSAS NO MORRO DO ALEMÃO”

Grande novidade, apesar de as pessoas estarem acostumadas com os tiroteios e mortes no morro, o “instinto” de sobrevivência leva as pessoas a pensarem em salvar suas próprias vidas.

Nas reformas da casa, observei que matando uma formiga, as outras continuam vivendo alheias as mortes dessas, mas quando pressentem o perigo, lutam para sobreviver. Se até as formigas lutam pela sobrevivência, imaginem as pessoas.

Observação: O fato das casas estarem nos morros, não significa que as pessoas sejam formigas.

“AUTORIDADES INFORMAM QUE A POLÍCIA DEVERÁ PERMANECER ATÉ 2.011, NO COMPLEXO DO ALEMÃO”.

Levando-se em conta que estamos no último mês de 2.010, Dezembro, essa notícia parece ter sido encomendada por alguém que conhece a força das palavras.

Isso pode trazer sérias consequências para os moradores dos morros, a falsa impressão de que estariam seguros eternamente, isso não é verdade.

“HOMEM DENUNCIA QUE POLICIAIS ENTRARAM EM SUA CASA PARA FAZER REVISTA, E LEVARAM CERCA DE TRINTA E CINCO MIL REAIS EM DINHEIRO”.

Bom, primeiro vamos analisar a denúncia em si:

O que é que um homem estaria fazendo com trinta e cinco mil reais em dinheiro, numa região considerada de alta periculosidade?

Talvez esse homem não considere essa região tão perigosa assim, por isso guardar uma quantia tão grande de dinheiro em casa, seria considerado normal – eu não pagaria para ver.

Grande parte da população tem alertado para a falta de respeito dos policiais, que invadem as casas, arrombam, como se todos os moradores fossem traficantes. Como pode ser comprovado, a saída dos moradores foi bastante criativa e inteligente.

Os moradores deixaram escrito em papéis, recados para que não derrubem as portas, “apesar do clima de guerra, estamos no Brasil, procurem a chave no vizinho”.

Vamos imaginar a época em que o PCC levou o pânico aos moradores de São Paulo, nenhum policial invadiu a casa de burgueses da elite procurando armas ou bandidos.

Não é à toa que o govenador esperou as eleições passarem para iniciar as operações. Aqui surge outra pergunta: Será que o governador está interessado em trazer a paz aos moradores, depois de cem anos de guerra,  ou será que foi o medo do surgimento de um sistema paralelo, capaz de controlar trezentos e cinquanta mil pessoas?

Só para lembrar, na época do combate a dengue, as mansões fechadas dificultava o serviço dos agentes de combate à epidemia. Nenhuma mansão foi arrombada.

POLICIAIS APOSENTADOS SE OFERECEM PARA PARTICIPAR DA OPERAÇÃO NO COMPLEXO DO ALEMÃO:

Para quem tinha alguma dúvida de que havia uma guerrinha particular aqui, agora não há mais dúvida. Não há melhor momento para acertar “velhas contas” do que com a ajuda das forças armadas e toda as forças policiais juntas. No caso de escãndalos envolvendo a polícia, e agora até o exército, são apenas detalhes de uma sociedade eternamente decadente chamada Brasil.

By Jânio

dezembro 4, 2010 Posted by | Policia | , , , , , , , , , , | 14 Comentários

A guerra ao narcotráfico no Rio

 

violência

Guerra do Rio

Costuma-se dizer, entre os comentaristas e sociólogos, que a guerra travada entre a polícia e o narcotráfico não é o cartão postal que a cidade do Rio gostaria de divulgar.

Não são só as notícias ruins que espalham rápido, as imagens e vídeos também.

Sérgio Cabral será conhecido, pela história, como o homem que declarou querra ao tráfico de drogas. O Governador que conseguiu unir as polícias, apesar das denúncias constantes de corrupção, relacionadas ao quadro policial do país.

A criminalidade, assim como vários outros problemas, estão diretamente ligados a gestão pública.

É cansativo repetir sempre a mesma coisa, mas o que está efetivamente sendo feito, para que outras guerras não venham a ocorrer no futuro?

O mais assustador, quando assistimos essas imagens de guerrilha urbana, é imaginar que essa violência está se espalhando por todo o país. A violência do Rio já se tornou violência das regiões metropolitanas.

Uma organização que, segundo algumas notícias vindas do Paraguai e Colômbia, ultrapassaram fronteiras.

Evidentemente que não podemos criticar o Governador que mais combate o crime nas comunidades dos morros, mas sim o sistema. Tanto em São Paulo, quanto no Rio, nota-se que a violência está muito acima dos partidos.

Será que há interesses envolvidos à essas guerras? – …à julgar pela incompetência de nossos políticos, e pelas análises notadamente parciais de nossos jornalistas, nota-se que o problema não é só político.

Eu tenho notado que  a cada medida enérgica, por parte do sistema, o povo mais pobre sempre é o primeiro a sofrer as consequências. Foi assim no primeiro congelamento do Governo Sarney, Collor, Itamar, FHC e Lula.

Sempre houveram críticas da oposição, mas sempre ficou claro que essa era a maneira mais cômoda de governar.

Os arquivos secretos do Governo são capazes de assustar até o mais perigoso bandido do mundo.

Recentemente, alertamos para a falta de controle de armas da própria polícia, um problema crônico, onde a arma é fornecida pelos policiais corruptos, e recuperada pela própria polícia, durante a prisão do marginal, voltando a se tornar mercadoria a ser comercializada.

A corrupção no Brasil pode ser medida pelo impostômetro, o maior símbolo da vergonha nacional. A conclusão é de fácil assimilação: Quanto mais impostos, mais corruptos.

Não há nenhum plano de redução de impostos, nunca houve, o que prova que a corrupção está acima dos partidos, está nas mãos dos coronéis da política e das mídias de massa,  aliados dos banqueiros e empresários, patrões dos políticos corruptos.

A saída passa pelas alternativas oferecidas pelas eleições, a pergunta que sempre fica é: Quais são as chances dos pequenos partidos, e quais as possibilidades de governabilidade?

Movimentos populares, como o Ficha Limpa, podem ser um bom começo, mas não a solução.

Quanto menos corruptos na política, menor a possibilidade de manipulação, menor a força da máfia.

Eu não participei do Ficha Limpa, simplesmente porque não acreditava  que poderia resultar em bons resultados, já que os grandes políticos, e envolvidos em esquemas de manipulação, raramente são detectados pela justiça.

Apesar disso, todos nós notamos que o Ficha Limpa funcionou, e foi apenas a ponta do iceberg, muitos políticos cairam, não pelo Ficha limpa, mas por vontade do próprio povo. Se a memória do povo era curta, com a ajuda da internet, ela se refrescou.

Tentaram inclusive criar projetos para controlar a informação na rede, além de descobrirem que é impossível esse tipo de controle, descobriram também que os internautas são muito mais informados que eles pensavam.

Essa guerra no Rio, não deverá solucionar os problemas da Cidade Maravilhosa, muito menos do país inteiro. A solução é muito mais complexa, principalmente quando falta boa vontade.

Muita gente morrerá, chegando ao ponto de os próprios traficantes  incitarem essa violência, já que normalmente é a polícia que começa o barulho.  Pode ser que a logística sofisticada, dos poderosos traficantes, já tenha detectado os benefícios dessas guerras tolas e inglórias.

Quanto menos traficante vivo, maior o lucro, já que acabar com o tráfico é praticamente impossível. O tráfico é um reflexo de nosso sistema.

Como disse o grande filósofo Geraldo Alckmin: “Durante os ataques do PCC, foi a época em que se registrou o menor índice de criminalidade em São Paulo”.

A organização do crime, ironicamente, impossibilita que todos os marginais pratiquem o crime em seu território, já que o policiamento nunca será suficiente para conter a criminalidade.

A “PPP” continuará o seu joguinho sujo pelo poder, enquanto isso, o povo assiste a tudo sem poder participar, a não ser em época de eleições.

Muitos políticos “sujos” caíram, muitos ainda haverão de cair, desde que o povo veja o lado bom de seu voto, deixando muitos políticos veteranos sem mandato.

https://icommercepage.wordpress.com/2009/10/20/violencia-do-rio-vista-de-fora/

https://icommercepage.wordpress.com/2010/09/15/a-crise-da-ppp/
By Jânio

novembro 28, 2010 Posted by | divulgação gratis | , , , , , , , , , , | 8 Comentários

Violência do Rio, vista de fora

Além do cartão postal

Além do cartão postal

È  certo que o conflito entre traficantes e policiais, no Rio, teria mais credibilidade se visto sob ponto de vista próprios cariocas. Por outro lado a visão externa do conflito, além de mostrar dados que são noticiados no país, acrescenta a visão que se tem de fora, através de correspondentes internacionais, aqui no Brasil.

Alguns números que estão sendo divulgados lá fora, sobre o Brasil são:

Falta de controle sobre armas no país – A se julgar pela forma como as armas estão chegando até os traficantes nas favelas, mostra a falta de um controle central dessas armas, ou seja, um banco de armas onde se possa controlar a circulação das armas desses policiais.

População armada – Outro dado assustador, divulgado pela imprensa internacional, é o fato da população estar cada dia mais armada, bastando apenas uma ocasião para que um cidadão se transforme num perigo para a sociedade, cerca de 90 por cento das armas estão nas mãos da população civil.

Nesse ponto, eu diria que a legislação centralizada é um grande problema, porque uma lei aplicada no Rio e uma lei aplicada na Amazônia, são completamente diferentes. Leis criadas para coibir, controlar, isentar, não deveriam jamais ser editadas em nível federal, esse medo do separatismo, trauma brasileiro, deixa a todos numa situação delicada, como recentemente, sobre as leis de armas.

A ideia de que as armas tem vindo de fora do Brasil, pode até ter fundamento, mas a maioria são conseguidas no próprio país.

Outro dado interessante, é a triste notícia de que a polícia do Rio está se tornando a mais bem preparada polícia, em situação de guerrilha urbana, do mundo. Talvez isso explique tantas mortes, não haverão mortes fora da população da favela, a ideia é encurtar o campo de atuação dos traficantes, em seu próprio reduto, como acontece em países como a Colômbia.

Por número de habitantes, o Brasil está perdendo apenas para El Salvador, Venezuela e África do sul, em homicídios por armas de fogo. Por outro lado o Brasil é o país onde mais morrem pessoas por arma de fogo no mundo, em números absolutos.

A situação é tão trágica que um Militar americano, atuando no Afeganistão, veio conhecer as táticas de guerrilha urbana no Rio, como são conhecidas as operações da polícia no exterior.

Em contra partida, a única coisa que tem resultados positivos, partem de projetos de ONGs, onde há um trabalho de conscientização e alerta,  abrindo a mente dos jovens para uma alternativa de vida longe do crime.

A queda de helicóptero da polícia, abatido por criminosos do Rio, deixou uma certeza: Filmes sobre favelas, ficam cada dia mais próximos do cinema de Hollywood do que para cinema nacional. Isso as ONGs terão que combater também, essa visão glamourosa do caos urbano não ajuda em nada.

By Jânio.

outubro 20, 2009 Posted by | Internacional | , , , , , , , , | 12 Comentários

   

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