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Estudo da USP relaciona dor crônica a casos de ansiedade e depressão

Confusão de Pensamentos

Doença crônica

Ludmilla Souza – Repórter da Agência Brasil

Toda vez que tem crise de ansiedade, a consultora financeira Melissa Mandaloufas, de 40 anos, precisa de atendimento urgente, pois se sente mal fisicamente, com hipertensão arterial. “Fico com pressão alta, ao ponto de quase desmaiar, vou parar no hospital e aí que eu vejo que tenho que me tratar.” Ela conta que faz o tratamento com calmantes, mas depois de um tempo o problema acaba voltando. “Tenho crises de depressão também, principalmente quando estou sem atividade profissional.”

A profissional de marketing Carol Lahoz, que sofre de depressão há oito anos, ainda tem dor de cabeça e lombalgia, mesmo tomando medicamentos. “Tenho enxaqueca crônica e dores na lombar, mas quando faço atividade física percebo que não tenho crises nem de dor e nem de depressão.” Para ela, outros tratamentos também aliviam a dor física. “Quando passa a crise, já logo faço análise e acupuntura.”

Quem sofre desses sintomas já sabe que uma dor leva à outra. Mas agora, um estudo do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) mostra a relação bidirecional entre ansiedade ou depressão e algumas doenças físicas crônicas. O levantamento mensurou essa relação em pessoas adultas residentes na Região Metropolitana de São Paulo e mostra dados preocupantes. O resultado do estudo é que indivíduos com transtornos de humor ou de ansiedade tiveram incidência duas vezes maior de doenças crônicas.

A dor crônica foi a mais comum entre os indivíduos com transtorno de humor, como depressão e bipolaridade, ocorrendo em 50% dos casos de transtornos de humor, seguidos por doenças respiratórias (33%) , doença cardiovascular (10%) , artrite (9%) e diabetes (7%).

Os distúrbios de ansiedade também são largamente associados com dor crônica (45%) e doenças respiratórias (30%) , assim como com artrite e doenças cardiovasculares (11% cada). A hipertensão foi associada a ambos em 23% dos casos.

Estresse

Os dados mostram a necessidade de maior atenção ao tema. “Já era esperado que houvesse uma relação forte entre essas doenças. O problema é que a prevalência de ansiedade e depressão em São Paulo é muito alta por causa do estresse. Com esses números, precisamos atentar para a necessidade de passar a informação para o médico que está na linha de frente, no atendimento primário. É preciso reconhecer a comorbidade de ansiedade e depressão com as doenças crônicas que não se resume apenas à dor”, disse a psiquiatra Laura Helena Andrade, coordenadora do Núcleo de Epidemiologia Psiquiátrica do IPq e uma das autoras do estudo.

Dos cerca de 11 milhões de moradores adultos da Região Metropolitana de São Paulo, 10%, ou 1,1 milhão de pessoas, tiveram depressão nos últimos 12 meses. Já os transtornos de ansiedade acometem mais de 2,2 milhões de paulistanos, sendo que 990 mil apresentam dor crônica também. Seguindo esse cálculo, no total, mais de 2 milhões de pessoas convivem com depressão ou ansiedade associadas a dor crônica na região.

Relação antiga

Estudos anteriores já haviam mostrado de forma consistente a associação de doenças crônicas com transtornos de humor e ansiedade. Mas ainda não se sabe porque a relação entre dor crônica e ansiedade ou depressão é tão intensa, pois os mecanismos fisiopatológicos da dor crônica são pouco conhecidos.

“Uma das hipóteses é relacionada à questão de comportamento. As pessoas ficam inativas quando têm depressão, isso causa dor, ou então a própria dor muda a vida da pessoa, leva à falta de atividades físicas, o que aumenta a depressão e fica um círculo vicioso.”

A psiquiatra explica que, assim como as células do sistema de defesa são ativadas quando há uma invasão por um agente causador de doença, o estresse psicológico em uma situação ambiental como, por exemplo, viver em uma cidade como São Paulo, acaba ativando o sistema inflamatório.

“Aumento da inflamação, lesões do endotélio – camada de célula presente em todos os vasos sanguíneos – e danos oxidativos são algumas vias que podem estar relacionadas à ocorrência da comorbidade [doenças relacionadas]. Consequentemente, é imperativo que sintomas depressivo-ansiosos sejam tratados agressivamente em pacientes com condições médicas crônicas, pois sua resolução pode ser acompanhada por melhora geral sintomática e uma importante diminuição no risco de mortalidade e complicações”, disse Andrade.

De acordo com a pesquisadora, ainda é preciso fazer mais pesquisas com foco na interação entre depressão, ansiedade e doenças físicas crônicas para elucidar os mecanismos pelos quais se originam as doenças. “Para descobrir esses mecanismos precisamos de mais estudos. O que a gente vê é uma associação grande, mas qual é o mecanismo exatamente a gente ainda não conhece.”

O artigo, publicado no Journal of Affective Disorders, faz parte do São Paulo Megacity Mental Health Survey, levantamento concluído em 2009 no âmbito de projeto temático financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Ao todo, foram entrevistados 5.037 moradores da Região Metropolitana de São Paulo, com 18 anos ou mais.

Edição: Amanda Cieglinski
Agência Brasil
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julho 24, 2017 Posted by | Saúde | , , , | Deixe um comentário

Ceará vive epidemia de Chikungunya com quase 60 mil casos confirmados

Inímigo número um

Animal Mortal

Sayonara Moreno – Correspondente da Agência Brasil

O estado do Ceará vive uma epidemia de arboviroses (doenças transmitidas por mosquitos), sobretudo casos de chikungunya. A confirmação é da Secretaria de Saúde estadual que, no último boletim semanal, registrou a “ocorrência epidêmica de arboviroses, principalmente se consideradas as notificações de casos de chikungunya”. De acordo com os dados, o estado soma 58.957 casos da doença.

Mais de 80% das cidades cearenses já registraram casos confirmados da doença, que levaram 51 pessoas à morte. As cidades de Acopiara, Beberibe, Caucaia, Maranguape, Morada Nova, Pacajus, Senador Pompeu e a capital Fortaleza concentram 40 óbitos por chikungunya.

Desde o início do ano, foram notificados 103 mil casos da doença, dos quais 57% foram confirmados (58.957). Segundo a Secretaria de Saúde do Ceará, a “tendência crescente” de notificações gerou uma taxa de incidência de 1.099 casos para cada 100 mil habitantes. As principais vítimas são pessoas do sexo feminino, entre 20 e 59 anos.

Dengue e Zika

Em relação à dengue, o Ceará registrou mais de 65 mil notificações em 2017. A secretaria identificou incidência acima do limite superior, chegando a 56 casos para cada 100 mil habitantes – maior pico do ano. Até o momento, 24,6% dos casos suspeitos foram confirmados, principalmente entre pessoas do sexo feminino e com idades entre 15 e 49 anos. A porcentagem equivale a pouco mais de 16 mil confirmações em todo o estado, entre os quais, 13 foram caracterizados como graves, levando 8 pessoas à morte.

O vírus Zika já foi confirmado em 432 pessoas, também incidindo preferencialmente em mulheres entre 15 e 49 anos. O número de notificações da doença em gestantes chegou a 941, no entanto apenas 44 fora confirmados por análises de laboratório, nas cidades de Fortaleza, Brejo Santo, Icó, Independência e Caucaia.

A atenção dos órgãos de saúde se intensifica em relação aos casos de Zika em gestantes, porque o vírus da doença é um dos responsáveis pela malformação de bebês durante a gestação. Após o nascimento, podem ser constatados casos de síndromes congênitas, como a microcefalia – malformação no crânio – hidranencefalia, Síndrome de Guillain-Barré, entre outras.

As três arboviroses são causadas por diferentes vírus transmitidos pelo mosquito Aedes aegypt, que se reproduz em água parada, inclusive em ambientes residenciais. Por isso, a recomendação é que as caixas de água estejam sempre tampadas e que objetos que acumulem água da chuva estejam cobertos ou virados para baixo.

Questionada sobre o motivo do aumento de casos de chikungunya no estado e sobre o que o governo estadual fará para lidar com o problema, a Secretaria de Saúde informou que vai divulgar nota sobre o assunto, mas não deu prazo.

Edição: Denise Griesinger
Agência Brasil

 

julho 24, 2017 Posted by | Saúde | , , | Deixe um comentário

Autoteste de HIV estará disponível nacionalmente até o fim de julho em farmácias

Vinícius Lisboa – Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Embalagem do autoteste para detecção rápida do vírus HIV vendido em farmácias (Tomaz Silva/Agência Brasil)
Embalagem do autoteste para detecção rápida do vírus HIV vendido em farmácias Tomaz Silva/Agência Brasil

O autoteste para detectar a presença do vírus HIV no organismo deve estar disponível em farmácias de todo o país até o fim do mês. Nesta semana, o primeiro teste desse tipo a ser vendido no Brasil começou a chegar às farmácias do Rio de Janeiro. O produto, que custa entre R$ 60 e R$ 70, pode ser comprado semreceita médica, e a testagem produz resultado 10 minutos após o sangue entrar em contato com o reagente.

O Brasil é o primeiro país da América Latina e Caribe a disponibilizar o autoteste em farmácias. Para a diretora do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Adele Benzaken, o produto é uma ferramenta importante para aumentar a capacidade de diagnóstico do vírus. Identificar a presença do HIV em 90% das pessoas infectadas é uma das metas da Organização das Nações Unidas (ONU) para 2020.

“Advogamos tanto com relação ao autoteste porque acreditamos que ele amplia e muito a cobertura diagnóstica. Têm pessoas que não querem ir à unidade de saúde para fazer o teste do HIV”, pondera ela, que alerta que o resultado positivo no autoteste não é um diagnóstico. Para tal, é preciso confirmação de outros exames e acompanhamento de profissionais de saúde. “O teste da farmácia não é confirmatório. Com o autoteste positivo, deve-se buscar imediatamente a unidade de saúde para fazer novos testes confirmatórios”, explica.

Segundo a diretora, o produto não será comprado pelo ministério para ser disponibilizado em unidades de saúde por causa do seu preço. “Sob o ponto de vista financeiro, ele está muito caro para adotarmos. Hoje, o Ministério da Saúde adquire o teste rápido por R$ 2. Nesse momento, achamos que o mais vantajoso é continuar comprando o teste rápido que já compramos e distribuímos”.

Janela

Segundo a farmacêutica Orange Life, que produz o kit no país, a distribuição será levada a São Paulo e Espírito Santo na semana que vem, para depois expandir-se para o restante do território nacional. Os primeiros 10 mil kits de testagens foram distribuídos para algumas redes de farmácias no estado do Rio ao longo da última semana.

A responsável técnica da Orange Life, Larissa Lima, afirma que o teste tem 99,9% de precisão, mas só detecta a presença do HIV ao menos 30 dias após a relação sexual em que houve a transmissão. Antes disso, o organismo do indivíduo ainda não produziu anticorpos –  e são eles que apontam a presença do vírus durante o teste. Caso o resultado seja negativo, é recomendável repetir o teste mais vezes, 30 dias depois, 60 dias depois e 90 dias depois, segundo Larissa. Além dos instrumentos para a realização do teste, a embalagem do  teste contém os contatos do Disque Saúde (136) e um número da própria empresa farmacêutica, que também prestará informações ao usuário gratuitamente.

Tratamento

A diretora do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Valdiléa Veloso, acredita que o teste será importante para que os soropositivos possam começar o tratamento mais cedo, o que permite uma melhor qualidade de vida: “Se forem diagnosticadas e tratadas precocemente, a expectativa de vida [das pessoas com HIV] é semelhante à da população em geral. Então, é importante que elas se testem”.

A pesquisadora acredita que a possibilidade de o teste ser feito em casa é uma ferramenta para levar a testagem a pessoas de grupos vulneráveis, que têm receio de buscar o serviço de saúde. “Essa disponibilização na farmácia é uma oportunidade para que as pessoas que não se sentem bem no serviço de saúde possam comprar o teste, se testarem e ter o seu resultado de forma reservada”.

Para Valdiléia, a chegada do autoteste e a adoção da profilaxia pré-exposição, tratamento em que remédios consumidos regularmente reduzem a chance contágio, completam o leque de prevenção ao HIV no país. “As barreiras ainda continuam sendo o preconceito e a discriminação, e isso faz com que as pessoas não se abram para conversar sobre risco, prevenção. Isso principalmente com o retardo do diagnostico”.

Estigma

Ativista pela prevenção ao HIV, Josimar Pereira da Costa é membro da secretaria-executiva do Fórum de ONGs/AIDS e colaborador do Grupo Pela Vida. Ele concorda que mais possibilidades de testagens são bem vindas, mas vê com preocupação os testes feitos em casa. Josimar pede mais campanhas de conscientização para quebrar preconceitos contra a população soropositiva e desmistificar o que é viver com o vírus, para que a pessoa que tiver um resultado positivo no autoteste esteja mais preparada.

“O Brasil é um país em que há um grande estigma contra o HIV, e a pessoa tem medo de se revelar, medo de se expor, por conta de toda essa questão. Existe um preconceito que vê a pessoa como sendo intocável. Ela é rotulada como promíscua”, diz ele. “É preciso dar muito apoio a essa pessoa, que testou sozinha em casa e descobriu que tem uma doença sem cura contra a qual ainda existe um estigma muito grande”.

Costa vive com HIV há 27 anos e também acredita que as unidades básicas de saúde precisarão ter portas de entrada bem preparadas para atender os que realizaram o teste em casa. “Na clínica da família, por exemplo, tem que estar preparado desde o agente de saúde que vai receber essa pessoa”.

A diretora do Ministério da Saúde afirma que a pasta realiza campanhas para combater a discriminação e destaca que a experiência dos países em que o teste foi disponibilizado é positiva. “O autoteste já é uma realidade fora do Brasil há mais de uma década e não temos nenhuma evidência de que isso provoca algum tipo de dano para a pessoa que é autotestada positivo. Ela não difere das outras [que testaram em outros locais]”, aponta.

Edição: Amanda Cieglinski
 
Agência Brasil
 
 

julho 9, 2017 Posted by | Saúde | , , | Deixe um comentário

Dores crônicas atingem 37% dos brasileiros, segundo pesquisa

Ciclo da vida

O início e o fim

Camila Maciel – Repórter da Agência Brasil

A dor crônica é relatada por 37% dos brasileiros, aponta pesquisa da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (SBED). Os dados desse estudo foram debatidos no 4º Congresso da Sociedade Brasileira de Médicos Intervencionistas em Dor (Sobramid), que terminou hoje (9) em Campinas, no interior paulista. Métodos inovadores como uso de estímulos elétricos com tecnologia sem fio também estiveram na pauta do encontro, que reuniu mais de 200 profissionais especializados no tratamento deste tipo de dor que persiste por, no mínimo, três meses.

O anestesiologista Charles Amaral de Oliveira, presidente da Sobramid, aponta que a dor aguda, que ocorre de forma pontual, não deve ser negligenciada, pois é dela que se formam os casos crônicos. “A dor aguda acusa a pessoa de que algo de errado está no corpo e isso é um sinal de alerta. A dor crônica deixa de ser um sinal e passa a ser a própria doença. E ela vai levando a um desdobramento, que é estresse, ansiedade e depressão, que agravam a dor”, explica. “A dor, por sua vez, piora os quadros depressivos. Você entra nesse ciclo vicioso, que precisa ser interrompido.”

A pesquisa mostra que a faixa etária média de ocorrência da dor é 41 anos. Em relação ao sexo, as mulheres são maioria entre os relatos de dores crônicas na maior parte das regiões. Apenas na Região Nordeste este quadro se inverte: os homens representam 52% e as mulheres 42%. A intensidade da dor relatada foi maior de 6 (em uma escala 1 a 10) em todas as regiões do país. Esse nível é considerado moderado e suficiente para interferir nas atividades diárias.

O estudo foi apresentado pela primeira vez no Brasil no Sobramid. Os dados foram divulgados em um congresso no Japão em formato de pôster ciêntífico (uma ilustração resumida da pesquisa mostrada em encontros e conferências). Foram entrevistadas 919 pessoas de todas as regiões do país, respeitando a densidade demográfica e a heterogeneidade da população apontadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além da SBED, estiveram envolvidos no trabalho as instituições Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina, Aliviar Medicina da Dor e Centro de Ensino e Treinamento Integrado de Medicina do ABC Paulista.

Inovação

Uma das técnicas de tratamento discutidas no congresso foi a neuromodulação com uso de tecnologia wireless. A estimulação elétrica para tratamento da dor já é conhecida, mas a possibilidade de não usar fios para acionar os eletrodos traz praticidade e qualidade de vida para os pacientes, segundo Oliveira. “A corrente elétrica trafega por vias de condução muito rápida e a dor vem por estradas muito lentas. Somente entende-se que é dor quando essa informação chega ao cérebro. Se a gente compete com uma corrente elétrica, colocando energia estimulando aquele nervo, ela satura a rodovia, e a dor, que vai a passos de tartaruga, não chega”, diz.

O anestesiologista explica que esse método reduz o uso de medicamentos orais, que produzem efeitos colaterais e, depois de um tempo, pode não apresentar resultados. No método convencional, o eletrodo é inserido na coluna vertebral e a bateria é fixada superficialmente no final da coluna, similar a um marcapasso. Já os impulsos pela tecnologia sem fio são emitidos por um gerador acoplado a um cinto externo, que é posicionado sobre uma pequena antena implantada no corpo dos usuários. Outra vantagem, segundo Oliveira, é que exames de ressonância magnética, comumente requeridos para esses pacientes podem ser feitos sem contraindicação.

Prevenção

O uso de celulares e tablets pode ser um fator que contribua para o aumento de dores crônicas. “A cabeça na posição ereta e vamos falar que está a 0º, ela pesa 7 quilos no adulto. A cabeça na posição de 60º, cabeça passa a pesar 27 quilos. Estamos falando de maus hábitos que a tecnologia trouxe para a população”, alertou o médico.

Práticas saudáveis, como boa alimentação e atividade física regular são medidas de prevenção para esse tipo de dor. Oliveira reforça a necessidade de procurar um profissional, quando a dor persiste. “A gente tem que não negligenciar a dor aguda. Automedicação todo mundo faz, mas não se pode fazer automedicação por um tempo prolongado. Se essa dor vai perpetuando por um tempo mais longo, é motivo de se procurar a ajuda”, apontou.

Edição: Fábio Massalli
 
Agência Brasil
 
 

julho 9, 2017 Posted by | Saúde | , , , | Deixe um comentário

Doenças respiratórias e cardíacas requerem atenção especial no inverno

Camila Maciel – Repórter da Agência Brasil

Com a chegada do inverno, que teve início na última quarta-feira (21), algumas doenças requerem atenção especial. A mais comum delas é a infecção respiratória. Resfriados, rinite e bronquite costumam ser mais frequentes com as mudanças de temperatura e o tempo seco. Mas o estilo de vida mais sedentário e as alterações no organismo por conta da estação também aumentam os riscos de doenças do coração. A Agência Brasil conversou com especialistas das duas áreas e destaca medidas que podem ajudar a prevenir doenças nessa época do ano.

O otorrinolaringologista Thiago Bezerra explica que a menor umidade e o resfriamento do ar deixam a mucosa nasal mais suscetível a infecções. A tendência de um maior confinamento em lugares fechados também aumentam a circulação de germes. “Daí vem aquela principal medida para evitar a difusão dessas infecções de vias aéreas superiores: lavar as mãos regularmente”, destacou o médico, que é membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) e professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Ele destaca ainda outra medida simples, como o não compartilhamento de utensílios domésticos – como copos, pratos e talheres – quando um integrante da família estiver gripado. Para os quadros de rinossinusite, é fundamental lavar o nariz com soro fisiológico ou solução salina, que ajuda a desobstruir as vias e a diminuir a possibilidade de infecção. Ele aponta ainda que crianças costumam ser mais suscetíveis às doenças respiratórias, mas é preciso estar atento ao uso indiscriminado de antibióticos. “Se tiver dúvidas, busque uma avaliação médica”, alertou.

Coração

Os cuidados com o coração também são necessários nessa época de frio mais intenso em algumas partes do país. De acordo com o cardiologista Américo Tângari Júnior, a alimentação pesada, a maior probabilidade de abandono dos exercícios físicos e até mesmo uma gripe, favorecem as doenças do coração. “As mortes por enfarte do miocárdio aumentam 30% durante o inverno, segundo estudos feitos em todo o mundo há pelo menos 50 anos”, disse.

Em relação às infecções respiratórias, ele aponta que o risco de ataque cardíaco aumenta 17 vezes após doenças como pneumonia, gripe ou bronquite, segundo pesquisa da Universidade de Sydney, publicada no Internal Medicine Journal. Tângari Júnior destaca que, segundo o estudo, uma das hipóteses “para que a exposição a infartos seja maior após o registro de infecções respiratórias é a ocorrência de alterações no fluxo sanguíneo”.

Segundo o cardiologista, o frio também pode ser responsável pela contração dos vasos sanguíneos, de acordo com estudos realizados em hospitais paulistas. Isso ocorre porque os receptores nervosos da pele estimulam a liberação dos hormônios adrenalina e noradrenalina, que tem como consequência o estreitamento dos canais de circulação do sangue. “Embora não tão significativo, pode gerar rupturas de placas de gordura no interior das artérias coronárias, que irrigam o coração”, alerta.

No inverno, alimentos mais calóricos são consumidos como uma “necessidade para manter o corpo aquecido”. O médico destaca que o problema, no entanto, é que essa prática vem associada a um menor ritmo de exercícios físicos. “A pessoa deve manter no inverno a frequência, o volume e a intensidade da atividade física costumeira”, indica.

Além dos cuidados de prevenção e avaliação médica, especialmente de quem tem histórico familiar ou tem hipertensão, é importante manter uma alimentação saudável, evitando excesso de gordura e sal.

Edição: Lílian Beraldo
 
Agência Brasil
 

junho 24, 2017 Posted by | Saúde | , , , | Deixe um comentário

Tratamento de pré-hipertensão reduz desenvolvimento de pressão alta

risco de pressão alta

Daniel Isaia – Correspondente da Agência Brasil

Uma pesquisa científica de âmbito nacional coordenada por pesquisadores do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) mostrou que o tratamento contra a pressão alta é mais eficaz quando iniciado na fase de pré-hipertensão. O estudo, batizado de Prever Prevenção pelos pesquisadores, contou com a participação de 31 cientistas de 11 estados brasileiros e dos Estados Unidos.

A primeira parte da pesquisa foi realizada com pacientes que registraram pressão arterial entre 120/80 milímentro Hg (mmHg) e 139/89 mmHg, ou seja, na fase de pré-hipertensão. Em um primeiro momento, eles receberam orientações e suporte para modificar a alimentação e praticar exercícios físicos com regularidade.

“Se a pessoa não reduzisse a pressão em três meses, tendo esse apoio, tendo esse material ilustrativo, ela era então convidada para participar do estudo propriamente dito”, explicou uma das coordenadoras da pesquisa, Sandra Fuchs, professora de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e pesquisadora do HCPA.

Os pacientes pré-hipertensos foram, então, divididos em dois grupos. O primeiro grupo foi medicado com meia dose diária de um diurético composto por clortalidona e amilorida, enquanto o segundo recebeu um comprimido de placebo por dia. Os pesquisadores, então, realizaram avaliações trimestrais com os participantes para aferir a pressão arterial e avaliar possíveis aumentos ou reduções da dosagem, de acordo com a evolução do quadro de cada um.

Ao fim dos 18 meses, os cientistas verificaram que os pacientes medicados com diurético apresentaram redução de quase 45% no desenvolvimento de pressão alta, em comparação com aqueles que receberam o placebo. “Quase metade deixou de se tornar hipertenso porque tomou esse medicamento em baixa dose”, ressaltou Sandra.

Outro resultado verificado nessa primeira parte do estudo foi a redução da massa ventricular do coração nos pacientes que receberam clortalidona e amilorida. O aumento de massa é uma reação fisiológica do coração ao aumento da pressão sanguínea. “Com o tempo, passa a ser patológico. Aí se inicia o desenvolvimento de doenças cardíacas”. Essa redução de massa não foi verificada em pacientes medicados com placebo.

A professora Sandra Fuchs acredita que os resultados do estudo deveriam servir de base para mudanças nas diretrizes nacionais de tratamento da hipertensão. “Não podemos mais aceitar que um sujeito com 135 mmHg seja mandado para casa sem nenhum medicamento, apenas com orientações para mudanças no estilo de vida”, afirmou a pesquisadora. Ela ressaltou que a pressão alta é a maior causa de morte em todo o mundo. “O tratamento na fase de pré-hipertensão certamente salvaria muitas vidas”, completou.

Pacientes hipertensos

A segunda etapa da pesquisa  foi feita com pacientes que já se encontravam na fase de hipertensão, ou seja, com pressão arterial acima de 140/90 mmHg.

Os voluntários foram divididos em dois grupos pelos pesquisadores. O primeiro grupo foi tratado com o mesmo medicamento do estudo anterior, composto por clortalidona e amilorida, enquanto o segundo recebeu o diurético Losartana, fornecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde a pessoas com hipertensão. Os pacientes também foram avaliados a cada três meses pelo período de 18 meses, como na primeira fase do estudo.

Ao fim do período, os participantes do primeiro grupo apresentaram redução de 2,3 mmHg na pressão sistólica em comparação com o segundo grupo. Além disso, os voluntários que receberam Losartana precisaram de doses maiores da medicação para controlar a pressão arterial.

“A hipertensão é o principal fator de risco para o desenvolvimento de doença cardiovascular. Por isso, é importante saber qual o medicamento que funciona melhor para baixar a pressão do paciente”, ressaltou a professora Sandra Fuchs. Segundo ela, o diurético feito à base de clortalidonia e amilorida é um medicamento de baixo custo, mais barato que a Losartana.

A pesquisadora, no entanto, disse que respeita a autonomia e a convicção dos médicos para prescrever medicamentos. “O que o nosso estudo faz é trazer novas informações que não estavam disponíveis e, a partir disso, as pessoas têm de reconhecer que a pesquisa, sendo válida, está mostrando qual é o tratamento que funciona melhor”, explicou.

Edição: Aécio Amado

maio 21, 2017 Posted by | Saúde | , , | Deixe um comentário

Obesidade abdominal gera mais risco de AVC isquêmico em mulheres, diz estudo

Acidente vascular cerebral

Da Agência EFE

A obesidade abdominal aumenta o risco de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico, principalmente em mulheres, enquanto um maior índice de massa corporal (IMC) age como fator de proteção nos homens, de acordo com um estudo liderado pelo Hospital do Mar, em Barcelona, na Espanha.  A informação é da Agência EFE.

Conforme a investigação, que teve a participação de 388 pacientes com isquemia e 732 voluntários saudáveis, a obesidade abdominal seria uma medida melhor para prever o risco de isquemia do que o IMC, sobretudo nas mulheres. Os resultados foram publicados na revista European Journal of Neurology.

O trabalho encabeçado pelos neurologistas Ana Rodríguez e Jaume Roquer, concluíram que as medidas de gordura abdominal servem para prever o risco de sofrer um AVC. O acidente vascular cerebral isquêmico (AVCI) acontece quando uma parte do cérebro deixa de receber sangue subitamente pelo fechamento de alguma de suas artérias. Segundo os pesquisadores, entre os fatores de risco estão as interações ambientais, genéticas e sistêmicas, como a obesidade.

Roquer explicou que geralmente as mulheres apresentam uma maior percentagem de gordura corporal, mas o acúmulo na zona abdominal é mais comum nos homens e propõe medir a obesidade abdominal em vez de avaliar a gordura corporal global através do IMC para prever o risco de isquemia.

“O motivo é que o perímetro de cintura reflete melhor o grau de adiposidade do que o IMC, principalmente no sexo feminino. Dados estatísticos mostram que um maior IMC previne o risco de AVC em homens, o que concorda com o denominado ‘paradoxo da obesidade ‘, que relaciona a obesidade com uma menor mortalidade e recorrência de isquemia”, detalhou Ana Rodríguez.

A neurologista acrescentou que a obesidade abdominal, considerada independentemente do IMC, constitui um fator de risco para ambos os sexos, embora muito mais acentuado nas mulheres.

“O IMC não é um indicador confiável para o prognóstico do risco de isquemia, já que informa o peso, mas o peso pode ser devido à gordura – que é a que aumenta o risco de ter isquemia – e a massa magra. Pessoas muito corpulentas e com muita massa muscular podem ter um IMC muito elevado e não ter gordura”, afirmou ela.

Nesta investigação, os médicos calcularam o IMC e a obesidade abdominal – esta última, mede a circunferência da cintura e a relação cintura/altura – dos 1.120 participantes. Tantos os pacientes quanto o grupo de controle mostraram IMCs parecidos, embora a circunferência de cintura e a relação cintura/altura fossem maior nos pacientes com isquemia.

Até agora, estudos anteriores tinham associado claramente a obesidade com doenças cardiovasculares, mas não com o risco de AVC isquêmico.

Agência Brasil
 

maio 11, 2017 Posted by | Saúde | , , | Deixe um comentário

OMS pede resposta urgente no combate a hepatites virais

batalha contra vírus

Doenças sem Cura

Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil

A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez um alerta para o aumento de casos de hepatites virais em todo o mundo. A estimativa da entidade é que 325 milhões de pessoas no planeta vivam com um quadro crônico de infecção viral por hepatite B ou hepatite C – a maioria delas sem acesso a exames que atestem a doença e, portanto, sem tratamento.

“Como resultado, milhões de pessoas estão sob risco de uma progressão lenta para um quadro de doença crônica do fígado, câncer e morte”, destacou a OMS.

A diretora-geral da entidade, Margaret Chan, afirmou que a hepatite viral hoje é reconhecida como um grande desafio de saúde pública, que exige uma resposta imediata por parte dos países-membros. “Vacinas e medicamentos para combater a hepatite existem e a OMS está empenhada em ajudar a garantir que essas estratégias cheguem a todos aqueles que precisam.”

Mortalidade e infecções

Dados da instituição mostram que as hepatites foram responsáveis pela morte de 1,34 milhão de pessoas em 2015 – um número comparável ao total de mortes provocadas por tuberculose e pelo vírus HIV. A diferença é que, enquanto as mortes por essas duas doenças estão caindo no mundo, os óbitos por hepatite viral estão aumentando.

Cerca de 1,75 milhão de pessoas foram infectadas por hepatite C em 2015, elevando o total de pessoas que vivem com a doença para 71 milhões em todo o planeta.

Já as novas infecções por hepatite B, segundo a OMS, estão caindo graças à ampliação da cobertura vacinal. Globalmente, 84% das crianças nascidas em 2015 receberam as três doses recomendadas. Entretanto, cerca de 257 milhões de pessoas, a maioria adultos nascidos antes da introdução da vacina, viviam com um quadro crônico de hepatite B em 2015

Epidemia no planeta

Segundo a OMS, os índices de infecção por hepatite B variam entre as regiões monitoradas pela entidade, mas são maiores na África e no oeste do Pacífico, onde 6,1% e 6,2% de toda a população, respectivamente, sofre com o problema. Na região leste do Mediterrâneo, a taxa de infecção é 3,3%; no sudeste da Ásia, 2%; na Europa, 1,6%; e nas Américas, 0,7%.

Edição: Lílian Beraldo

abril 22, 2017 Posted by | Saúde | , , | Deixe um comentário

Pesquisa revela que diabetes no Brasil cresceu 61,8% em dez anos

Confusão de Pensamentos

Doença de Alzheimer

Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil

O número de brasileiros diagnosticados com diabetes cresceu 61,8% nos últimos 10 anos, passando de 5,5% da população em 2006 para 8,9% em 2016. A pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), divulgada hoje (17) pelo Ministério da Saúde, revela ainda que as mulheres registram mais diagnósticos da doença – o grupo passou de 6,3% para 9,9% no período, contra índices de 4,6% e 7,8% registrados entre os homens.

Segundo o estudo, o Rio de Janeiro é a capital brasileira com a maior prevalência de diagnóstico médico de diabetes, com 10,4 casos para cada 100 mil habitantes. Em seguida, estão Natal e Belo Horizonte (ambos com 10,1), São Paulo (10), Vitória (9,7), Recife e Curitiba (ambos com 9,6). Já Boa Vista é a capital brasileira com a menor prevalência de diagnóstico da doença, com 5,3 casos para cada 100 mil habitantes.

O levantamento revela que, no Brasil, o indicador de diabetes aumenta com a idade e é quase três vezes maior entre os que têm menor escolaridade. Nas pessoas com idade entre 18 e 24 anos, por exemplo, o índice é de 0,9%. Já entre brasileiros de 35 a 44 anos, o índice é de 5,2% e, entre os com idade de 55 a 64 anos, o número chega a 19,6%. O maior registro, entretanto, é na população com 65 anos ou mais, que apresenta índice de 27,2%.

Já em relação à escolaridade, os que têm até oito anos de estudo apresentam índice de diagnóstico de diabetes de 16,5%. O percentual cai para 5,9% entre os brasileiros com nove a 11 anos de estudo e para 4,6% entre os que têm 12 ou mais anos de estudo.

Hipertensão arterial

Ainda de acordo com a pesquisa, o número de pessoas diagnosticadas com hipertensão no país cresceu 14,2% na última década, passando de 22,5% em 2006 para 25,7% em 2016. As mulheres, novamente, registram mais diagnósticos da doença – o grupo passou de 25,2% para 27,5% no período, contra índices de 19,3% e 23,6% registrados entre homens.

O Rio de Janeiro é a capital com a maior prevalência de diagnóstico médico de hipertensão, com 31,7 casos para cada 100 mil habitantes. Em seguida estão Recife (28,4), Porto Alegre (28,2), Belo Horizonte (27,8)Salvador (27,4) e Natal (26,9). Já Palmas é a capital brasileira com a menor prevalência de diagnósticos da doença, com 16,9 casos para cada 100 mil habitantes.

Também no caso da hipertensão arterial, o indicador aumenta com a idade e é maior entre os que apresentam menor escolaridade. Nas pessoas com idade entre 18 e 24 anos, por exemplo, o índice é de 4%. Já entre brasileiros de 35 a 44 anos, o índice é de 19,1% e, entre os com idade de 55 a 64 anos, o número chega a 49%. O maior registro, entretanto, é na população com 65 anos ou mais, que apresenta índice de 64,2%.

Em relação à escolaridade, os que têm até oito anos de estudo apresentam índice de diagnóstico de hipertensão de 41,8%. O percentual cai para 20,6% entre os brasileiros com nove a 11 anos de estudo e para 15% entre os que têm 12 ou mais anos de estudo.

Edição: Maria Claudia
 
 

abril 17, 2017 Posted by | Saúde | , | Deixe um comentário

Anvisa aprova resolução que proíbe venda de termômetro com mercúrio

equipamento proibido

Termômetro de Mercúrio

Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou hoje (7) uma resolução que proíbe a comercialização de termômetros e aparelhos de medir pressão que utilizam mercúrio. A medida vale a partir de 2019. De acordo com a Anvisa, a proposta de proibir o uso desses equipamentos no país faz parte do compromisso do Brasil de banir produtos com mercúrio até 2020.

Os aparelhos têm uma coluna transparente, contendo mercúrio no interior, com a finalidade de aferir valores de temperatura corporal (no caso do termômetro) e pressão arterial (no caso do esfigmomanômetro).

Em junho do ano passado, a agência abriu consulta pública sobre o tema. Na ocasião, a agência destacou o compromisso firmado com a Convenção de Minamata, onde 140 países, incluído o Brasil, se comprometeram com o controle do uso e redução de emissões e liberações do mercúrio para a natureza. A Anvisa destaca que no mercado já existem os termômetros e medidores de pressão digitais, alternativos aos com a coluna de mercúrio.

Termômetros mais caros

A reportagem da Agência Brasil entrou em contato com duas redes de farmácias. Uma delas já não comercializa mais o termômetro de mercúrio. Na farmácia que comercializa ambos, o termômetro digital custa quase o dobro daquele feito com coluna de mercúrio. O primeiro custa R$ 19,90 e o segundo R$ 10. O aparelho digital, que funciona alimentado por uma bateria, tem a vida útil mais curta que o termômetro feito de mercúrio que, se não sofrer quedas, pode durar, como disse o próprio vendedor ao repórter, “a vida toda”.

Edição: Amanda Cieglinski
 

março 8, 2017 Posted by | Saúde | , , , | Deixe um comentário

Dieta sanguínea

alimentos

Dieta sanguínea, ou dieta do tipo sanguíneo foi desenvolvida pelo médico naturopata Peter J. d’Adamo e publicada em seu livro “Eat right for your type” (Alimente-se corretamente de acordo com seu tipo de sangue), publicado em 1996 nos Estados Unidos da América.[1] O consenso entre dietistas, fisiólogos, e científicos é que a teoria não está apoiada por evidências científicas.

Basicamente, esta dieta segue a premissa de que cada grupo sanguíneo (A, B, AB e O) deve ingerir alimentos específicos.[2] Para cada grupo sanguíneo, os alimentos podem ser classificados como:

  • Benéficos: alimentos que previnem e tratam doenças;
  • Neutros: alimentos que não previnem doenças, porém, também não prejudicam à pessoa;
  • Nocivos: alimentos que podem agravar ou causar danos à pessoa.[3]

Sangue tipo O

São carnívoros com aparelho intestinal forte e necessitam comer proteínas animais diariamente, caso contrário, estão propensos a desenvolver doenças gástricas como úlceras e gastrites devido à alta produção de sucos gástricos.

Alimentos benéficos

Alimentos neutros

Alimentos nocivos

Sangue tipo A

São vegetarianos com aparelho intestinal sensível e têm dificuldades para digerir proteínas de origem animal, pois sua produção de suco gástrico é mais limitada.

Alimentos benéficos

Alimentos neutros

Alimentos nocivos

  • Carnes: bovina, ovina, suína, cordeiro, pato, vitela
  • Peixes: mexilhão, lagostim, salmão defumado, caviar, ostra, lagosta, camarão, caranguejo.
  • Laticínios: creme-de-leite, sorvete, leite magro e integral, manteiga, requeijão
  • Frutas: caqui, carambola, coco
  • Verduras: repolho, tomate, inhame, batata, berinjela, batata-doce
  • Cereais: Creme e germe de trigo, farinha de trigo integral, pão-preto, pão integral, farinha branca, granola
  • Outros: alcaparras, gelatina pura, pimenta em grão, vinagre, cerveja, licor, chá-preto, refrigerante, destilados

Sangue tipo B

Podem tolerar dieta mais variado e o único tipo de sangue que tolera bem laticínios em geral.

Alimentos benéficos

  • Peixes: bacalhau, salmão, linguado, badejo, caviar, sardinha
  • Laticínios: iogurte, muçarela, coalhada, leite, queijo, ovos, ricota
  • Frutas: abacaxi, bananas, mamão, uvas, ameixa fresca
  • Verduras e legumes: batata-doce, cenoura, berinjela, inhame, beterraba, brócolis, couve, repolho
  • Cereais: arroz integral, aveia integral

Outros: gengibre, salsa, açafrão, hortelã, pimenta, ginseng, sálvia

Alimentos neutros

  • Carnes: bovina, peru, vitela
  • Peixes: arenque, truta, atum, lula
  • Laticínios: leite soja, queijo parmesão, queijo soja, manteiga, requeijão, leite integral
  • Frutas: morango, laranja, quiwi, passas, pêra
  • Verduras: abóbora, agrião, alface, acelga, aipo, espinafre
  • Cereais: granola
  • Outros: café, vinho branco, cerveja, chá-preto, chá de amora, hortelã, camomila, cogumelos

Alimentos nocivos

  • Carnes: frango, pato, suína
  • Peixes: lagosta, camarão, anchova, caranguejo, polvo, ostra, mexilhão
  • Laticínios: queijo fundido e roquefort, sorvete com leite
  • Frutas: caqui, carambola, coco
  • Verduras: alcachofra, azeitonas, tomate, broto de feijão, milho verde
  • Cereais: farinha de trigo, milho, centeio
  • Outros: canela, maisena, pimenta branca e do reino, gelatina pura, refrigerantes, bebidas destiladas

Sangue tipo AB

Necessitam de uma dieta equilibrada contendo um pouco de tudo.

Alimentos benéficos

  • Carnes: ovina, coelho, cordeiro e peru
  • Peixes: atum, bacalhau, cavala, sardinha, garoupa, truta
  • Laticínios: coalhada, iogurte, muçarela, ricota, queijo cottage
  • Frutas: abacaxi, ameixa, cereja, figo, limão, quivi, uva, framboesa
  • Verduras: aipo, alho, beterraba, berinjela, brócolis, couve-flor, pepino
  • Cereais: arroz, farinha de centeio, de trigo, aveia
  • Outros: curry, missô, gengibre, camomila

Alimentos neutros

  • Carnes: faisão, fígado
  • Peixes: arenque, linguado, carpa
  • Laticínios: leite e queijo de soja, leite desnatado, requeijão
  • Frutas: ameixa seca, pêra, passas, mamão, maçã, pêssego
  • Verduras: broto de bambu, cebolinha, escarola, agrião, vagem
  • Cereais: cevada, germe de trigo, granola
  • Outros: açafrão, mel, açúcar, melaço, chocolate, vinho

Alimentos nocivos

  • Carnes: bovina, suína, frango e vitela
  • Peixes: anchova, camarão, caranguejo, lagosta, linguado, ostra, mexilhão, siri
  • Laticínios: leite integral, creme-de-leite, parmesão, brie, provolone, roquefort, manteiga
  • Frutas: banana, caqui, goiaba, laranja, manga
  • Verduras: alcachofra, milho verde, nabo, pimentão, rabanete
  • Cereais: farinha de cevada, de milho, trigo sarraceno, cereais matinais, amido de milho
  • Outros: alcaparras, tapioca, vinagre, mel de milho, anis, maisena, malte de cevada, pimenta do reino e vermelha.

Polêmicas

Muitos especialistas discordam da teoria proposta por d’Adamo, alegando falta de comprovação científica em grande parte de suas afirmações.[carece de fontes]

Referências

  1. Ir para cima «Site oficial do Dr. Peter J. d’Adamo» (em inglês).
  2. Ir para cima Diet Promisses. «Dieta do Tipo Sanguíneo». Consultado em 20 de janeiro de 2012
  3. Ir para cima «The “Blood Type Diet”: Fact or Fiction?». Consultado em 20 de janeiro de 2012

Wikipedia

 

fevereiro 18, 2017 Posted by | Saúde | , , | Deixe um comentário

Entenda a diferença entre zika, dengue e chikungunya

batalha contra vírus

Epidemias

Fabíola Sinimbú – Agência Brasil

O ano de 2017 iniciou com 855 cidades brasileiras em situação de alerta ou de risco de surto de dengue, chikungunya e zika, de acordo com o último Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) do Ministério da Saúde. Com esse cenário, já é possível apontar uma necessidade de redobrar os cuidados de combate aos criadouros do vetor dessas doenças, para evitar que número de casos cresça cada vez mais.

De acordo com os dados do Ministério da Saúde, no ano de 2016 o número de casos de dengue manteve-se estável se comparados ao ano anterior. Até o dia 10 de dezembro foram registrados quase 1,5 milhão de casos prováveis em todo o Brasil, contra pouco mais que 1,6 milhão de casos no ano anterior.

A febre pelo vírus Zika só entrou para a Lista Nacional de Notificação Compulsória de Doenças, Agravos e Eventos de Saúde Pública em fevereiro de 2016, portanto não existem dados oficiais comparativos com o ano de 2015, quando a doença foi identificada pela primeira vez no Brasil. Desde que começou a ser notificada até a publicação do último boletim em dezembro de 2016, foram registrados quase 212 mil casos prováveis de febre pelo vírus Zika no país.

Os casos de febre chikungunya foram os que mais cresceram nesse último ano, com um aumento de cerca de 620% em relação a 2015. Foram registrados em 2016 pouco mais de 263 mil casos, contra 36 mil no ano anterior. De acordo com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, a tendência é de que o número de casos dessa doença continue em ascensão em 2017.

Embora o vetor seja o mesmo, o Aedes aegypti, e as três doenças tenham origem no mesmo continente, a África; para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a dificuldade de diagnóstico preciso pode representar um risco para os pacientes. O problema ocorre porque os sinais clínicos causados por esses vírus também são muito parecidos, mas o tratamento é bastante diferenciado.

De forma geral, as três doenças causam febre, dores de cabeça, dores nas articulações, enjoo e exantema (rash cutâneo ou manchas vermelhas pelo corpo). No entanto, existem alguns sintomas marcantes que as diferem.

As diferenças entre dengue, chikungunya e zika

Zika

Os sintomas relacionados ao vírus Zika costumam se manifestar de maneira branda e o paciente pode, inclusive, estar infectado e não apresentar qualquer sintoma (apenas uma em cada quatro pessoas infectadas apresenta manifestação clínica da doença). Mas um sinal clínico que pode aparecer logo nas primeiras 24 horas e é considerado como uma marca da doença é o rash cutâneo e o prurido, ou seja, manchas vermelhas na pele que provocam intensa coceira. Há, inclusive, relatos de pacientes que têm dificuldade para dormir por conta da intensidade dessas coceiras.

Ao contrário da dengue e da chikungunya, o quadro de febre causado pelo vírus Zika costuma ser mais baixo e as dores nas articulações mais leves. A doença ainda traz como sintomas a hiperemia conjuntival (irritação que deixa os olhos vermelhos, mas sem secreção e sem coceira), dores musculares, dor de cabeça e dor nas costas.

Bastante raros, os relatos de morte em decorrência de zika estão, geralmente, relacionados ao agravamento do estado de saúde do paciente, já portador de outras enfermidades. Em 2016, foram confirmados laboratorialmente seis mortes por vírus Zika: quatro no Rio de Janeiro e duas no Espírito Santo.

A doença é associada a complicações neurológicas, como a síndrome de Guillain-Barré e a ocorrência de microcefalia e malformação cerebral em recém-nascidos contaminados pelo vírus ainda durante a gestação. Em 2016, foram registrados 16.864 casos prováveis de gestantes infectadas pelo Zika, sendo 10.769 confirmados por critério clínico-epidemiológico ou laboratorial.

Destes, foram notificados 10.574 casos de recém-nascido natimorto, abortamento ou feto com suspeita de microcefalia ou alterações do sistema nervoso central (SNC), dos quais 3.144 (29,7%) permanecem em investigação e 7.430 já foram investigados, sendo 2.289 confirmados e 5.141 descartados.

Chikungunya

As fortes dores nas articulações, também chamadas de artralgia, são a principal manifestação clínica de chikungunya. Essas dores podem se manifestar em todas as articulações, principalmente nas palmas dos pés e das mãos, como dedos, tornozelos e pulsos. Em alguns casos, a dor nas articulações é tão forte que chega a impedir os movimentos e pode perdurar por meses depois que a febre vai embora.

A confirmação do diagnóstico é feita a partir da análise clínica de amostras de sangue e o tratamento contra a febre chikungunya é sintomático, ou seja, analgésicos e antitérmicos são indicados para aliviar os sintomas, sempre sob supervisão médica. Medidas como beber bastante água e guardar repouso também ajudam na recuperação.

Anti-inflamatórios e até fisioterapia podem ser indicados ao paciente se a dor nas articulações persistir mesmo depois da febre ter cessado.

A chikungunya é considerada mais branda do que a dengue e são muito raras as mortes que ocorrem por sua manifestação. Os óbitos, todavia, podem ocorrem por complicações em pacientes com doenças pré-existentes. Em 2016, foram confirmadas 6 mortes por febre de chikungunya, sendo 3 no estado da Bahia, as outras três nos estados de Sergipe, São Paulo e Pernambuco.

Dengue

Os quatro sorotipos da dengue (DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4) causam os mesmos sintomas, não sendo possível distingui-los somente pelo quadro clínico. O principal sintoma da doença é a febre alta acompanhada de fortes dores de cabeça (cefaleia). Dores nos olhos, fadiga e intensa dor muscular e óssea também fazem parte do quadro clássico da dengue.

Outro sintoma comum é o rash, manchas avermelhadas predominantes no tórax e membros superiores, que desaparecem momentaneamente sob a pressão das mãos. O rash normalmente surge a partir do terceiro dia de febre. Diarreia, vômitos, tosse e congestão nasal também podem estar presentes no quadro e podem comumente levar à confusão com outras viroses.

O quadro de dengue clássico dura de 5 a 7 dias, desaparece espontaneamente e o paciente costuma curar-se sem sequelas.

Já na ocorrência de dengue hemorrágica a situação torna-se mais complicada. A doença, cuja ocorrência é mais comum em pacientes que apresentam um segundo episódio de dengue, de um sorotipo diferente do primeiro caso, causa alterações na coagulação do sangue, inflamação difusa dos vasos sanguíneos e trombocitopenia (a queda do número de plaquetas). Devido à queda das plaquetas e à inflamação dos vasos, os pacientes apresentam tendência a sangramentos que não cessam espontaneamente, dor abdominal intensa e contínua, pele fria, úmida e pegajosa; hipotensão (choque); letargia e dificuldade respiratória (derrame pleural ou líquido nos pulmões).

Dentre as três doenças, a dengue tem sido considerada a mais perigosa pelo número de mortes. Em 2016 foram confirmados 826 casos de dengue grave e 8.116 casos de dengue com sinais de alarme; dos quais 6,8% resultaram em morte, com um total de 609 mortes confirmadas ao longo do ano. No mesmo período de 2015 foram confirmados 972 mortes, representando uma proporção de 4,3% dos casos graves ou com sinais de alarme.

Edição: Amanda Cieglinski

 

janeiro 17, 2017 Posted by | Saúde | , , , | Deixe um comentário

Campanha contra veneno nos alimentos

Biopirataria

Patente de Alimentos

Queridos amigos,

O uso de um herbicida tóxico, e que provavelmente causa câncer, se tornou tão comum que alguns estudos encontraram o produto químico em nosso sangue. Mas a sociedade ainda não tem ideia do quanto é exposta a este veneno.

Mas pela primeira vez na história, o glifosato pode ser proibido graças a nossas GRANDES CAMPANHAS!

No último ano, a Monsanto tem pressionado a Comissão Europeia a voltar a autorizar o uso deste veneno. Mas eles têm sentindo a força da comunidade da Avaaz em cada tentativa. Agora que o assunto vai passar por uma votação final, a multinacional está em pé de guerra.

Mas a pressão pública está batendo forte contra a empresa e por isso temos uma oportunidade extraordinária de chegar à vitória, ainda que pareça impossível.

Temos apenas quatro dias! Assine a petição urgente agora. Juntos, poderemos tirar esse veneno de nossos alimentos de uma vez por todas. Cada assinatura tem peso – nossos nomes serão mostrados em um telão do lado de fora da votação:

https://secure.avaaz.org/po/stop_glyphosate_loc_glb/?bMcjrkb&cl=10092112767&v=77179

Todos nós corremos perigo. E não se trata apenas de uma ameaça para a nossa saúde: a agricultura industrial movida a produtos químicos produz um terço dos gases de efeito estufa e destrói os ecossistemas que sustentam a vida no planeta. Quanto mais cedo o glifosato for eliminado, melhor. Se chegarmos a esse ponto, o nosso movimento terá desempenhado um papel fundamental em uma das principais batalhas de nossa geração.

Em outros tempos, a renovação da licença de uso do glifosato seria uma formalidade, possivelmente uma decisão tomada a portas fechadas. Porém, graças a nossas petições e aos milhares de telefonemas, e-mails e tweets direcionados a funcionários de governos europeus, os protestos tiveram um alcance inacreditável. Agora falta pouco!

Mas estamos diante de uma das empresas mais poderosas do mundo. O glifosato é o principal produto do império da Monsanto: a empresa lucra bilhões todos os anos comercializando o agente químico. É por isso que precisamos do apoio de todos para garantir que os tomadores de decisão estejam cientes de que uma quantidade sem precedentes de pessoas exige que a prioridade seja tomar precauções pela nossa saúde, em vez de lucrar com produtos nocivos. Assine agora e divulgue a petição:

https://secure.avaaz.org/po/stop_glyphosate_loc_glb/?bMcjrkb&cl=10092112767&v=77179

Se conseguirmos a vitória na Europa, além de dar mais um passo para livrar o mundo do glifosato, estaremos desafiando o sistema absurdo por meio do qual estes produtos químicos são aprovados. Além disso, daremos um golpe crítico contra o domínio corporativo em nossas democracias. Vamos começar a mudar o futuro da nossa alimentação em todo o mundo: está na hora de virar a maré!

Um abraço com esperança e determinação,

Bert, Pascal, Alice, Lisa, Camille, Luca, Antonia e toda a equipe da Avaaz

MAIS INFORMAÇÕES:

Bruxelas propõe estender por um ano autorização de uso de glifosato na UE (Zero Hora)
http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2016/06/bruxelas-propoe-estender-por-um-ano-autorizacao-de-uso-de-glifosato-na-ue-5822550.html

Dois terços dos europeus apoiam proibição do glifosato, diz pesquisa da Yougov (The Guardian) (em inglês)
http://www.theguardian.com/environment/2016/apr/11/two-thirds-of-europeans-support-ban-on-glyphosate-says-yougov-poll

Parlamento Europeu vota pela proibição de maioria dos usos do glifosato (The Ecologist) (em inglês)
http://www.theecologist.org/News/news_round_up/2987554/european_parliament_votes_to_ban_most_uses_of_glyphosate.html

União Europeia a propor renovação mais curta de licença do glifosato: fontes (Reuters) (em inglês)
http://www.reuters.com/article/us-health-eu-glyphosate-idUSKCN0YL1N4

Países europeus rebelam-se contra planos de estender licença inseticida de glifosato (The Guardian) (em inglês)
http://www.theguardian.com/environment/2016/mar/04/eu-states-rebel-against-plans-to-relicense-weedkiller-glyphosate

O povo é mais forte que o capitalismo.

junho 3, 2016 Posted by | Saúde, Utilidade Pública | , , | Deixe um comentário

EUA registra 279 infectados pelo zica vírus

problemas nos EUA

Saúde Americana

Leandra Felipe – Correspondente da Agência Brasil/EBC

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos informou hoje (20) que há 279 casos confirmados de mulheres grávidas no país contaminadas pelo vírus Zika: são 157 no continente e 122 em Porto Rico e outros territórios norte-americanos.

Autoridades do CDC se reuniram hoje com o presidente Barack Obama para apresentar o informe sobre a situação no país.

Segundo a médica do CDC Margaret Honein, ainda não há números sobre casos de crianças com microcefalia, mas as gestantes estão sendo monitoradas e recebendo atenção especial.

O que chamou atenção do CDC foi o fato de que algumas mulheres que tiveram resultado positivo para o vírus Zika, não apresentaram os sintomas da doença.

Reunião

Participaram da reunião com Obama o vice-presidente Joe Biden; a secretária de Saúde e Serviços Humanos, Sylvia Burwell; o diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, Anthony Fauci; e o diretor do Centro para Controle e Prevenção de Doenças, Tom Frieden.

Durante o encontro, a Casa Branca teve acesso a um relatório sobre a contaminação e as ações em andamento para evitar a propagação do vírus.

Ontem (19), o Senado norte-americano aprovou U$ 1,1 bilhão em recursos para combater o vírus no país, quase o dobro do que havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados. A Casa Branca havia solicitado U$1,9 bilhão.

Edição: Denise Griesinger
 

Texto completo no site da Agência Brasil

Texto relacionado:

Rockefeller, Monsanto e o zica vírus

maio 20, 2016 Posted by | Internacional, Saúde | , , , | Deixe um comentário

Las enfermedades más frecuentes por profesión

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Un estudio elaborado por la Asociación Estadounidense del Corazón (AHA, por sus siglas en inglés) revela que las personas de más de 45 años que trabajan en el sector de ventas, secretariado o en el sector servicios cuentan con más factores de riesgo de padecer una enfermedad cardiaca o un accidente cerebrovascular que las personas que trabajan en gestión o en las llamadas ‘profesiones liberales’, publica la asociación en su sitio web.

En la investigación se han analizado los datos de 5.566 trabajadores estadounidenses, tanto hombres como mujeres, que no tenían problemas de corazón al principio del estudio. Además, un 88% de estos trabajadores no fuman y un 78% tienen buenos niveles de azúcar en sangre y, sin embargo, menos del 41% goza de una salud cardiovascular óptima.

Entre las causas que conllevan un mayor riesgo cardiovascular destacan el sedentarismo, la mala alimentación y la falta de actividad física adecuada. Estos son los problemas más destacados por sectores:

• Transporte: Casi una cuarta parte (22%) son fumadores. Se trata de la tasa de tabaquismo más alta de entre todos los grupos de la investigación.

• Ventas, secretariado y empleos de apoyo administrativo: Un 68% tiene hábitos alimenticios muy poco saludables. Además, un 69% de los trabajadores del sector de ventas no tiene buenos niveles de colesterol y un 82% de los trabajadores de oficina y de apoyo administrativo tienen malas puntuaciones en actividad física.

• Industria alimentaria: Este grupo de trabajadores ha obtenido las peores puntuaciones en cuando a la calidad de la dieta, con más de tres cuartas partes (79%) con malos hábitos alimenticios.

• Servicios de seguridad: El 90% de los policías y bomberos son propensos a tener sobrepeso u obesidad, con un 77% con malos niveles de colesterol y con un 35% con la presión arterial alta.

• Gestión y profesiones liberales: Los trabajadores de estos sectores cuentan con una mejor salud cardiovascular que la del resto de categorías. Un tercio de ellos tienen un peso ideal, un 75% hacen ejercicio activo y el índice de fumadores es muy bajo (6%). Sin embargo, un 72% de los mismos tienen malos hábitos alimenticios.

Artículo en português

março 14, 2016 Posted by | Espanhol, Saúde | , , | Deixe um comentário

Noventa por cento dos tipos de câncer causados pela vida do século XXI

Causas de câncer

Morte Moderna

Cientistas da Universidade de Stony Brook, em Nova York revelaram que o ritmo acelerado da vida moderna e as suas consequências causam 90 por cento dos casos de câncer. Má alimentação, falta de exercício,  stress e a poluição do ar das cidades contribuem para a maioria dos cânceres de pulmão, mama e próstata.

Ao longo da sua investigação, os pesquisadores estudaram as formas genéticas de vários tipos de cânceres para tentar determinar a dependência da doença por fatores externos. Eles concluíram que quase 90 por cento dos cancros mais comuns são causados pelo estilo de vida. O ar poluído, a radiação Ultra Violeta, stress, dieta e falta de exercício são fatores de risco.

A conclusão é clara: a vida mais saudável apresenta menos chances de você  ficar doente. A prática  de esportes, não fumar e uma dieta equilibrada, vai ajudar-nos a evitar certos tipos de câncer.

RT-TV

Textos relacionados:

América Latina ganha vacina contra o câncer

Como prevenir o câncer

Dez alertas que previnem o câncer

Calcanhar de aquiles do câncer de pulmão

 

dezembro 23, 2015 Posted by | Saúde | , , | Deixe um comentário

Aerofobia – Como perder o medo de voar

Aerofobia

Fobia de Avião

A tragédia do Airbus A321 russo que ocorreu  no sábado, no Sinai, provocando a morte de 224 pessoas, chocou o mundo. Dias depois, no sul do Sudão, outro avião caiu matando pelo menos 40 pessoas..Milhares de pessoas ao redor do mundo têm medo de voar. Esse medo se intensifica ainda mais quando chegam notícias assustadoras como  estas. Como superar o medo de voar e por que é importante vencer esses medos?

O que é aerofobia?

Um em cada três passageiros tem medo de voar. Medo extremo de voar é chamado de aerofobia, que de acordo com psicólogos é um problema complexo relacionado tanto a falta de conhecimento dos princípios básicos da aviação, quanto com à própria psicologia de cada pessoa. Os sintomas de Aerofobia podem ser fisiológicos e psicológicos.

Um dos sintomas mais evidentes que mostram uma pessoa com aerofobia é quando esta quer evitar voar e tenta a todo custo justificar . Mas também pode ficar evidenciado já em pleno voo, quando a pessoa presta atenção a cada ruído dos motores, por exemplo. Além disso, algumas pessoas sofrem de sudorese excessivas, palpitações ou vertigens  durante a decolagem e o voo.

Instruções: o que fazer ou não fazer

O piloto da aviação e psicólogo Alexei Guervash diz que é possível superar o medo de voar e para isso oferece uma série de medidas para resolver este problema que complica a vida.

  • Trocar os pensamentos maus pelos realistas e seguir a lógica

“Qualquer fobia é um medo infundado. Esse medo não tem nenhuma relação com a realidade e está só na cabeça”, disse o especialista. O mais importante é aprender a perceber a realidade objetiva e não ter medo da especulação. “Na verdade, a realidade é que o avião é um dos meios de transporte mais seguros. (…) Em cada 10 milhões de viajantes, um morre. Este é um número muito baixo considerando que as aeronaves anualmente transportam 5.0 bilhões de pessoas “, diz ele.

  • Obter conhecimento objetivos da realidade da aviação

Para atenuar o medo de voar, é especialmente importante receber  conhecimentos aeronáuticos adequados, garante Guervash. Nesse sentido, é aconselhável  estudar como um avião voa e como ele é controlado no ar; como as manobras são realizadas no ar e  o que o estado físico pode causar. Também deve-se informar melhor sobre as medidas para se proteger em caso de uma emergência. Na história tem sido registrado casos em que  a reação  dos passageiros  foi vital.

  • Não analise o processo de voo

“Não adianta tentar estar ciente de ruído do motor, ou fazer o monitoramento do comportamento dos membros da tripulação e não tire conclusões apressadas quando o avião não estiver pousando e estiver dando voltas sobre o aeroporto”, insiste o especialista em aviação, notando que apenas os pilotos profissionais que se formaram na academia de aviação civil podem fazê-lo corretamente. Ele também observa que “o barulho do motor pode ser alterado durante o voo e isso é  normal, a turbulência é tão normal quanto  o fenômeno provocado pelas ondas no mar”, diz ele.

  • Alterando o foco

Quando você estiver na aeronave, em voo, e estiver experimentando algo parecido com um ataque de fobia,  práticas de respiração ajudam, assim como as técnicas de som são muito eficazes, de acordo com  psicólogos russos que participaram da conferência em Moscou, dias após a catástrofe do A321. Por exemplo, é aconselhável  ‘cantar’ sons ‘a’ e ‘i’, que permite, de acordo com especialistas, controlar o estado psicofisiológico. “O importante é controlar o estado psicofisiológico e não as condições de voo”, dizem.

  •  Voar, apesar do medo

Sempre que houver uma opção,  voar em um avião ou viajar em um  trem,  melhor  superar o medo e escolher a primeira opção, aconselha o especialista. “Quanto mais você for contra o medo,  mais provável sua superação”, diz Guervash.

  • Não beba bebidas alcoólicas e não tome sedativos

Alguns acreditam que o álcool ou substâncias sedativas podem ajudar a reduzir ataques de ansiedade durante o vôo, mas é uma crença errônea. simplesmente não funciona, de acordo com psicólogos. “O álcool é exitante, por isso não ajuda a tranquilizar. Dá um estado de euforia que finalmente faz com que você tenha mais ansiedade”, de acordo com o psicólogo Luísa Martin.

“A aerofobia não tratada a tempo pode evoluir para outras fobias. É muito provável que em poucos anos se desenvolvam não apenas  fobia de aviões, mas de espaços fechados, escuridão, altura e assim por diante”, diz Alexei Guervash.

Fonte: RT-TV

Síndrome do Pânico

Problemas de desmaios

O mistério do sonambulismo

novembro 8, 2015 Posted by | Saúde | , , | Deixe um comentário

Causas do estado de coma

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O Coma é causado pela perturbação grave do funcionamento cerebral devido a traumas crânio-encefálicos, acidentes vasculares cerebrais,tumores, distúrbios metabólicos, envenenamentos ou asfixia.

  • No traumatismo crânio-encefálico, o coma pode ser induzido seja pelo efeito de concussão cerebral, quando o cérebro recebe um impacto forte e é jogado contra as paredes do crânio, causando lesão difusa, ou mesmo por lesão direta, com perda de massa encefálica como nos casos de ferimentos por armas de fogo.
  • Os acidentes vasculares cerebrais (comumente chamados de “derrame”), podem ser do tipo hemorrágico, quando ocorre a ruptura e vazamento de algum vaso sanguíneo cerebral ou do tipoisquêmicos, quando ocorre a obstrução da circulação sanguínea. A interrupção do fluxo sanguíneo em porções do encéfaloirrigadas leva a lesões mais rápidas das células nervosas que hemorragia. Quanto mais rápido o tratamento menor o dano.
  • Os tumores encefálicos podem causar o coma por destruição de células cerebrais ou por efeito de compressão, pelo seu crescimento expansivo e irrefreado, que leva à obstrução da circulação sanguínea, a isquemia.
  • Diversos distúrbios do metabolismo podem induzir o estado decoma, como o diabetes mellitus, o hipotireoidismo, a insuficiência hepática, seja pelo acúmulo de substâncias que impedem o correto funcionamento cerebral, como alguns aminoácidos eamônia, pelo desequilíbrio do metabolismo do hidrogênio sanguíneo, causando alteração de pH ou pelas disfunções orgânicas causadas por estas doenças, que levam àhipoventilação, hipotermia, hipotensão e bradicardia.
  • Os envenenamentos acidentais ou provocados introduzem no organismo humano drogas que podem induzir ao coma, como osorganofosforados, cocaína, álcool, etc.
  • A asfixia traumática, por afogamento ou por qualquer outra condição que conduza à interrupção do fluxo nas vias respiratórias pode gerar falta de oxigenação cerebral e conduzir a pessoa ao estado de coma.

Avaliação do coma

A avaliação do coma é de suma importância. Em situações de emergência ou de coma de instalação, a avaliação súbita permite ao médico basear suas medidas terapêuticas em protocolos de tratamento e saber da evolução do quadro pela piora ou melhora do estado de coma. A profundidade do coma pode ser classificada por diversas escalas onde o avaliador através de uma padronização de exame quantifica o grau do coma, desde uma leve confusão mental até o coma profundo. Uma das escalas mais utilizadas no mundo, conhecida como Escala de Coma de Glasgow, somando a pontuação pelos seguintes critérios:

  • 3 a 6 = Coma profundo; (85% de probabilidade de morte; estado vegetativo)
  • 7 a 10 = Coma intermediário;
  • 11 a 14 = Coma leve;
  • 15 = Normalidade.

Prognóstico

O conhecimento médico atual não permite predizer de forma confiável o prognóstico de um indivíduo em coma, a não ser que esse indivíduo preencha critérios para morte encefálica. Certamente a causa (lesão estrutural e sua extensão, toxinas, hipoxemia e outros) e a duração do coma, bem como a idade e antecedentes patológicos do paciente influenciam na definição prognóstica do indivíduo.

A maioria das pessoas em coma permanecem assim entre duas a quatro semanas. Raramente um indivíduo pode permanecer nesse estado por mais tempo na ausência de drogas sedativas. Normalmente o paciente em coma evolui para melhora do nível de consciência ou para a morte encefálica.

Em um estudo com 34 pacientes em coma por falta de oxigenação, 79% dos pacientes nunca se recuperaram e 21% tiveram boa recuperação. Análise clínica, eletroencefalograma e dos potenciais somatossensoriais evocados (PSE) permitirem uma avaliação com 90% de acerto da possibilidade de recuperação do paciente a partir do terceiro dia na maior parte dos casos. Alguns, porém, levaram mais de uma semana antes de um prognóstico mais definitivo. [4] Em outro estudo com 131 casos de coma profundo, a análise dos potenciais somatossensoriais evocados e do córtex, permitiu acerto 100% do prognóstico. Nenhum paciente com redução do córtex e sem potenciais somatossensoriais evocados se recuperou.[5] Estudo com pacientes com traumatismo encefálico tiveram resultados similares, no qual a avaliação dos potenciais somatossensoriais evocados foi o critério mais eficiente de prognóstico.[6] Uma revisão de 25 estudos também chegou a conclusão de que os PSE são os melhores preditores de recuperação.[7]

Cultura e sociedade

Uma pesquisa, que analisou 30 filmes feitos entre 1970 e 2004 que retratavam personagem em comas prolongados, concluiu que apenas dois deles retratavam com precisão o estado de uma vítima de coma e a agonia de esperar por um paciente a despertar: O Reverso da Fortuna (1990) e A Vida Sonhada dos Anjos (1998). Os outros 28 foram criticados por retratar despertares milagrosos, sem efeitos colaterais duradouros, representações irrealistas de tratamentos com equipamentos desnecessários, sem perda muscular e até mesmo mantendo a pele bronzeada.[8]

Fonte – Wikipedia

Estado de coma

Problemas de desmaios

Quando a mente tem um ataque

Em estado de transe

 

setembro 27, 2015 Posted by | Saúde | , , | Deixe um comentário

Doença de Alzheimer

Confusão de Pensamentos

Doença de Alzheimer

A doença de Alzheimer é a forma mais comum dedemência. Não existe cura para a doença, a qual se agrava progressivamenteaté levar à morte. Foi descrita pela primeira vez em 1906 pelo psiquiatra e neuropatologista alemãoAlois Alzheimer, de quem recebeu o nome.1 A doença é geralmente diagnosticada em pessoas com idade superior a 65 anos,2 embora possa ocorrer mais cedo. Em 2006, existiam no mundo 26,6 milhões de pessoas com Alzheimer e em 2050 prevê-se que afete 1 em cada 85 pessoas à escala mundial.3 A doença afeta 1% dos idosos entre os 65 e 70 anos, mas a prevalência aumenta exponencialmente com a idade, sendo de 6% aos 70, 30% aos 80 anos e mais de 60% depois dos 90 anos.4

Embora a doença de Alzheimer se manifeste de forma diferente em cada pessoa, existem diversos sintomas em comum.5 Os primeiros sintomas são geralmente confundidos com sinais relacionados com a idade ou manifestações de stresse.6 Nos primeiros estágios, o sintoma mais comum é a dificuldade em recordar eventos recentes, o que se denomina perda de memória a curto prazo. Quando se suspeita de Alzheimer, o diagnóstico é geralmente confirmado com exames que avaliam o comportamento e a capacidade de raciocínioda pessoa, os quais podem ser complementados por um exame cerebral.7 No entanto, só é possível determinar um diagnóstico definitivo através de um exame ao tecido cerebral. À medida que a doença evolui, o quadro de sintomas pode incluir confusão, irritabilidade, alterações de humor, comportamento agressivo, dificuldades com a linguagem e perda de memória a longo prazo. Em grande parte dos casos, a pessoa com Alzheimer afasta-se gradualmente da família e da sociedade.6 8 Gradualmente, o corpo vai perdendo as funções corporais normais, o que acaba por levar à morte.9 Uma vez que a doença se manifesta de forma diferente em cada pessoa, é difícil prever como irá afetar determinada pessoa. Antes de se manifestar por completo, a doença evolui ao longo de um período de tempo desconhecido e variável, podendo progredir ao longo de anos sem ser diagnosticada. Em média, a esperança de vida após o diagnóstico é de cerca de sete anos.10 Pouco mais de 3% das pessoas vive mais de 14 anos após o diagnóstico.11

A doença de Alzheimer é classificada como transtornoneurodegenerativo. As causas e progressão da doença ainda não são completamente compreendidas, embora se saiba que estão associadas às placas senis e aos novelos neurofibrilares nocérebro.12 Os tratamentos atuais destinam-se apenas aos sintomas de Alzheimer, não existindo tratamentos para parar ou regredir a progressão da doença. Até 2012, tinham sido realizados mais de mil ensaios clínicos a vários componentes da doença.13 Como forma de atrasar o desenvolvimento de sintomas cognitivos em idosos saudáveis, tem sido sugerida a realização de exercício físico e mental e uma dieta equilibrada, embora não existam evidências conclusivas em relação a eventuais benefícios.14

Uma vez que a doença de Alzheimer não tem cura e é degenerativa, a pessoa afetada torna-se gradualmente dependente da assistência de outros. Em muitos casos, é o cônjuge ou um familiar próximo quem assume o papel de principal cuidador.15 A doença tem um impacto significativo para os cuidadores, a nível social, psicológico, físico e económico.16 17 18 Em países desenvolvidos, Alzheimer é uma das doenças com maiores custos sociais.19 20

Fonte: Wikipedia

Para que servem os rins

Os perigos da pressão alta

Epilepsia – quando a mente tem um ataque

agosto 1, 2015 Posted by | Saúde | , , | Deixe um comentário

Por que é perigoso beber muita água

importante e perigosa

Perigo da Água

Embora a água seja essencial para manter o funcionamento do nosso corpo, a ingestão excessiva do referido líquido pode ser tão perigoso que até causaria a morte, diz um novo estudo realizado por uma equipe internacional de cientistas.

De acordo com o relatório publicado na revista ‘The Clinical Journal of Sport Medicine “, o consumo excessivo de água durante os exercícios provoca hiponatremia,  um transtorno eletrolítico, que em certos casos poderia resultar até na morte de uma pessoa.

Durante a hiponatremia, a concentração de sódio no corpo cai para um nível demasiado baixo, causando uma rápida expansão do cérebro que resulta em convulsões, coma e pode provocar até a morte.

Segundo o relatório, os atletas são mais propensos a sofrer deste transtorno, especialmente maratonistas e jogadores de futebol, entre os quais foram registrados pelo menos 14 mortes.

Assim, para evitar essas “trágicas” consequências os cientistas, liderados por Tamara Hew-Butler, da Universidade de Oakland (EUA), aconselham a beber somente quando estiver com sede, nem mais nem menos, argumentando que esta recomendação pode ajudar a evitar a desidratação e retardar o desenvolvimento de hiponatremia.

Comentário: Eu não sou médico e nem gosto de arriscar palpites, por isso vou fazer apenas comentários baseados em observações.

Quando eu era criança, eu ouvia os professores falarem sobre a importância de se beber pelo menos dois litros de água ao dia, essas informações eram baseadas em informações médicas. Ao fazer isso, eu era alertado pelas pessoas mais velhas a moderar. Eles diziam que beber muita água de uma única vez causa um transtorno chamado barriga d’água, por isso eu parei de exagerar.

No caso do sódio, por estar presente no sal de cozinha (cloreto de sódio), junto com o cloro, muita gente diz que é bom para evitar a pressão baixa. Entretanto, o seu excesso pode causar problemas nos rins. Aliás, quem tem problemas na bexiga e bebe pouca água, acaba tendo problemas nos rins, justamente por não beber água. Os rins são muito úteis, mas necessitam de água.

Como a água está presente em sucos, leite, chá, alimentos, etc., então, precisamos apenas de um litro e pouco de água, mas é preciso beber aos poucos. 

Fonte: RT-TV

Para que servem os rins

Problemas de desmaios

O que uma pessoa com epilepsia sente 

 

julho 8, 2015 Posted by | Saúde | , , | Deixe um comentário

Coceiras no corpo? – vá ao médico

coceiras na pele

causas da coceira

A coceira pelo corpo parece um problema curriqueiro, mas não é tão curriqueiro assim. Depois de várias crises de coceiras alérgicas que acabaram sem nenhum remédio, uma crise forte incomodou-me, a ponto de não  me deixar dormir. O problema não é a coceira, que no início não incomoda tanto, mas quando a coceira aumenta, de tanto coçar começa a doer.

Eu sempre tive essa alergia a algodão, sól, alimentos ácidos, como limão e abacaxi, mas essa crise foi maior.

Eu tenho notado que a medida que a idade avança, algumas reações comuns começam a se agravar, é o caso do rim, bexiga, estômago, cérebro, juntas, visão e outras partes do corpo, felizmente, o avanço é lento,

suficiente para uma boa adaptação. Depois da última crise, não deu para suportar a tal coceira, eu sabia que era uma simples alergia, mas depois de uma pequena consulta a mãe net, descobri que não é bom brincar, uma simples coceira pode esconder doenças graves.

A coceira pode ser desde uma simples sarna, alergias, até cirrose hepática, e é essa última a mais perigosa.

Um amigo meu já havia me alertado para o problema de alergias: “Se não tratada, pode até matar”- dizia ele, ele não estava brincando. No caso da cirrose, quando a bilis fica presa no fígado, o quadro patológico tende a se agravar e pode inclusive chegar a uma terrível cirrose hepática, todos sabem o que acontece quanto chegamos a esse ponto. Felizmente, no meu caso, foi uma simples alergia, como era esperado.

Logo no primeiro comprimido, receitado pela médica,  a coceira praticamente parou. Para quem passou uma noite em claro se coçando, o remédio foi melhor que a encomenda.

Certa vez, conversando com amigos meus, um deles disse estar com uma coceira na perna, portanto uma coceira localizada, o outro disse-lhe: “Não se preocupe, se está coçando, significa que já está cicatrizando”. Eu fiz questão de adiantar-lhe que a coceira acontece quanto está cicatrizando algum processo inflamatório interno, mas pode significar também um início  desse processo, recomendei-lhe procurar um médico.

A medicina, ao longo dos anos, tem aprimorado muito os seus processos de diagnósticos, assim a grande maioria das doenças são imediatamente identificadas, evitando que o caso clínico se agrave. Devemos procurar o médico no início, mesmo que seja chato, trabalhoso, enfadonho, porque depois vai ser muito pior.

Os conselhos, de nada adiantam, só atrapalham, principalmente quando as pessoas confundem os sintomas das doenças. O melhor conselho sempre será –  “Vá ao médico!” – até porque, mesmo que seu conselho esteja correto, sempre haverá o caso da evolução dos medicamentos, com um efeito muito melhor.

Um outro amigo meu que foi mordido por uma aranha marrom, em pleno centro da cidade, já havia aceitado a idéia de morte certa, um vizinho seu já havia sido picado. Eu adiantei-lhe o fato da medicina ser dinâmica, curando muitas doenças antes incuráveis.

O veneno da aranha marrom não era incurável, mas as pessoas que moram, ou foram criadas, em zonas rurais, devido a demora para o chegar ao médico, além de tentativas frustradas com remédio caseiro, acabam vindo a falecer. O meu amigo, que não era teimoso, procurou o médico e conseguiu sanar a doença, seu vizinho, infelizmente, morreu.

A idéia de tomar uma caipirinha para aliviar a dor, acaba por anular o efeito do remédio e pode ser extremamente prejudicial ao tratamento. Pode até parecer meio idiota, mas quando estiver com coceiras pelo corpo, não espere, vá ao médico.

By Jânio

fevereiro 20, 2010 Posted by | Saúde | , , , , , , | 137 Comentários

Receita para viver mais e melhor.

viver mais

viver mais

Há um ditado, irônico, dos otimistas que diz: “Para tudo, dá se um jeito, menos para a morte”.

A morte significa  o ponto final, o fim de nossa jornada na Terra. Apesar de ser o fim das preocupações e doenças, também é uma despedida de tudo, uma passagem para o desconhecido, pelo menos para quem acredita em vida depois da morte, mas essa vida nunca foi muito bem determinada, descrita.

Qualquer pessoa que opte por encurtar a vida, abandoná-la, está com um sério problema, está sozinha, precisa muito de ajuda, amigos, médicos, de uma “vida nova”. Apenas a forma como a pessoa escolhe, para fugir dá vida difícil, é errada.

Segundo uma pesquisa da Universidade de Stanford, Estados Unidos, a forma como a pessoa vive é responsável por 53% das probalidades de se viver mais e melhor. Segundo essa pesquisa, apenas dez por cento de uma vida saudável, está ligado a assistência médica.

Essa pesquisa, evidentemente, foi feito em um outro ambiente, aqui no brasil, o ambiente é muito mais favorável para uma vida longa.  Apesar disso, a pesquisa pode nos revelar muita coisa sobre como devemos viver nossa vida.

No brasil, o crescimento de obesos é alarmante, a desculpa é sempre a mesma: “Eu nã vou passar fome para emagrecer”. A realidade é que as pessoas comem por prazer, não por necessidade, isso demonstra carência, falta de propósitos na vida.

A ingestão de legumes frutas verduras, e, principalmente, água, é fundamental para nosso organismo, isso nunca deve ser substituído por massas, frituras, alimentos industrializados. Mesmo que não dê para se evitar, deve se reduzir ao máximo.

A vida sedentária tem como sua principal consequência o estresse, além disso, há uma série de fatores associados: Trabalhar demais, pouca atividade física. Problemas no coração e derrames cerebrais podem ser consequência de um estilo de vida inadequado.

Sendo a vida nosso principal empreendimento, devemos planejá-la muito bem. Casamentos bem planejados, amigos sensatos, serviços de acordo com a nossa vocação, podem evitar que tenhamos uma vida sem prazer e estressante.

O Cigarro e o álcool são dois elementos diabólicos, na questão do estilo de vida, para alguns faz mal imediatamente, para outros nem tanto. Esse fato vira uma desculpa, para que se perca totalmente o controle de campanhas contra esses males.

Como explicar para as pessoas que o álcool, o fumo, e as drogas, bem como uma alimentação inadequada pode agir de maneira diferente no biotipo de cada pessoa. Uma pessoa, resistente ao álcool, pode acabar com a vida de outra pessoa, oferecendo bebida, continuando com saúde durante algum tempo.

Como parar de beber ou fumar, ingerir frituras,se no ambiente em que vivemos, isso continua a nossa volta.

Exames preventivos de diabetes, próstata, câncer de mama, avc, tem formas de se prevenir, detectar e idades a partir da qual isso não poderá ser adiado.

A partir dos sintomas, não adianta mais procurar formas de controle, o médico deverá ser imediatamente consultado, quando mais se esperar pior.

Ainda segundo essa pesquisa da Universidade de Stanford, dezessete por cento são herança genética e vinte por cento meio ambiente, são fatores determinantes da vida de uma pessoa.

O elemento mais importante, sempre foi a água, mesmo assim, ninguém se preocupa muito com isso, devido a vida sedentária. Uma coisa leva a outra, enquanto estamos praticando exercícios físicos, o corpo avisa a hora de beber água, quando se está parado, o corpo ignora essa necessidade.

By Jânio

outubro 17, 2009 Posted by | Saúde | , , , , , , , | 2 Comentários

Fazer cocô é bom para a saúde.

fazendo xixi

fazendo xixi

Na infância, adolescência e, algumas vezes, na fase adulta, as pessoas se vêem em situações constrangedoras, molhando as calças ou se ‘borrando” mesmo. Traduzindo as vezes fazem xixi ou cocô, criando uma situação nunca vista nem nos piores pesadelos.

Evidentemente, vivendo em uma sociedade hipócrita, como nós vivemos, o constrangimento que era grande, pode se tornar maior ainda.

Por falta de conhecimento, ou ignorância mesmo, quando a pessoa ridiculariza a outra de propósito, se esquece que nem sempre as coisas são o que parece.

Há problemas de saúde que levam uma pessoa a fazer xixi demais, assim como há situações em que a pessoa faz cocô se controle, traduzindo: Intestino solto (ou diarreia), Incontinência urinária.

Na hora do constrangimento, a pessoa se vê num filme de pastelão, pagando o preço de viver num mundo de aparências, onde ninguém admite que já passou por isso. O preconceito chega a provocar traumas e tragédias.

Uma pessoa em fase adolescente poderia até chegar as vias de fato, numa situação dessas, sem falar que perderia todos os amigos, tendo que aguentar sermões de professores mal formados e pais mal educados.

Alguns especialistas afirmam que o intestino solto e a incontinência urinária, só para citar dois processos fisiológicos do ser humano, são totalmente benignos, ou seja, uma diarreia ou uma mijadinha na roupa é constrangedor, mas não há nada de errado nisso.

Nessas horas, é preciso muita calma, para controlar a situação, naturalmente, já que não há nada de errado com você.

Procure o banheiro mais próximo, peça ajuda, e, o mais importante, livre-se das roupas imediatamente. A partir daí, comece a pensar em como entrar em contato com os amigos, os verdadeiros, e a família, para te trazer roupas limpas.

Na parte da saúde vai bem obrigado, afinal esse é um problema benigno, ou seja, o exagero no cocô e no xixi, não tem nada de mais, é um problema benigno. Segundo especialistas, você não deve, jamais segurar o cocô ou o xixi, se der vontade, mande para fora, sem preocupar-se.

Problemas benignos de saúde, são fenômenos muito comuns, infelizmente, pouco conhecidos pela ciência, como são os casos das alergias, por exemplo, onde constituem uma manifestação natural de defesa do organismo, sem nenhuma causa aparente, deixando os médicos totalmente surpresos.

O câncer é um caso em que, quando benigno, não tem causa aparente, quando maligno é resultado de acidentes, traumatismos, infecções ou evolução de outros quadros clínicos.

Modestamente, chego até a imaginar o câncer benigno como um caso de processo alérgico, onde o corpo se manifesta de maneira defensiva causando o tumor, mas eu não sou médico heheheheh.

Portanto, faça cocô quando tiver vontade; faça xixi, quando tiver vontade. Mesmo que seja adolescente, não se acanhe, o pior seria se você não tivesse vontade de fazer xixi ou cocô, aí seria um problema maligno e o médico teria que…

È melhor deixar essa história para outro post.

By Jânio.

setembro 30, 2009 Posted by | Saúde | , , , , , , , | 9 Comentários

Brasil é o país com os maiores casos de mortes pela gripe influenza A (H1N1)

influenza h1n1

Nesta quarta feira, dia 26 de Agosto,  o Ministério da Saúde e as Secretarias de Saúde dos estados do Sul e Sudeste, principais afetados pela epidemia da gripe suína, divulgaram um recorde que nenhum de nós esperava ouvir, o Brasil passa a ser o país com o maior número de vítimas fatais, relacionadas a gripe influenza A (H1N1).

O Brasil passou a ser o país  com maior número de mortes, relacionados a gripe suína, atingindo o número alarmante de 557 vítimas fatais. Os Estados Unidos, que desde o começo da epidemia apresentavam o maior número de mortes, passam a ser o segundo em vítimas fatais, com 522 mortes;  em terceiro vem a Argentina, 439 óbitos; México com 179; Austrália 132, Chile 128 e Tailândia 119.

Como foi constatado desde o início da epidemia, os estados do Sul continuam entre os mais sofridos, os estados onde as famílias mais sofrem com as perdas de parentes.

A relação de vítimas fatais segue abaixo:

1 – São Paulo – 223 mortes – 40% de todas as vítimas fatais.

2 – Paraná    – 151 mortes – 27,1% do total de mortos.

3 – R, G, Sul –  98 mortes – 17,6% dos óbitos.

4 – R. Janeiro – 55 mortes –  9,9% dos casos fatais.

Para amenizar a péssima notícia, o Ministério da Saúde, acrescentou que o Brasil, na realidade não é o país mais afetado do mundo, nem é o caso com maior número de mortes. Na concentração de mortes, taxa de mortalidade, a cada cem mil, o Brasil aparece em sétimo colocado.

Na taxa de mortalidade, a cada cem mil,  a relação é:

1 – Argentina – 1,08

2 – Chile     – 0,75

3 – Costa Rica – 0,67

4 – Uruguai – 0,65

5 – Austrália – 0,61

6 – Paraguai – 0,61

7 – Brasil – 0,29

As gestantes continuam sendo as as maiores vítimas, com 480 casos relacionados ao vírus influenza A(H1N1), 58 faleceram vítimas da gripe.

Apesar do resultado ter sido divulgado no dias 26 de agosto, quarta-feira, os números foram computados no dia 25 de agosto, terça-feira.

Segundo o Ministério da Saúde, os números de contaminação seguem em queda.

Não é para menos, as únicas pessoas que acreditaram  que tudo estava sob controle, foram exatamente as autoridades do Governo. O povo não esperou para ver.

Com o final do inverno, o susto deverá passar, mas, como ficou comprovado nos Estados Unidos, a doença deverá fechar, no mínimo o primeiro ciclo de um ano, fato que já aconteceu nos Estados Unidos.

Mesmo já estando com a vacinação em andamento, não acredito num total controle do Governo. Os Estados Unidos já tem previsão de pelo menos 90.000 vítimas da doença.

Epidemia é assim, minha gente, você vai para o posto de saúde, fica na fila, se não tinha o vírus, acaba contraindo.

Outros fatos que já estamos alertando desde o início.

a) Os números oficiais referem-se a casos já confirmados, não exatamente aos números exatos de casos, principalmente contágio, o que é diferente de vítimas fatais.

b) A Argentina, maior concentração de vítimas fatais, taxa de mortalidade, como alertamos desde o início, é o país que enfrenta mais dificuldade de realização de exames laboratoriais.

c) Estados onde há a perspectiva de catástrofe, como foi o início da doença, Rio Grande do Sul, ou estado onde já houve epidemia de dengue, Rio de Janeiro, contrariando as expectativas, não foram os mais afetados, os mais afetados foram exatamente os que não tinham esta perspectiva, como foi o caso do Paraná e São Paulo.

d) A teoria do pessimismo, como ficou comprovado, mais uma vez foi superior a teoria do otimismo, coisas de gestão pública.

by Jânio

agosto 29, 2009 Posted by | Saúde | , , , , | 11 Comentários

Bandidos adoecem de gripe influenza?

imunes a gripe

imunes a gripe

Já estou tentando escapar desse  vício de escrever de corrupção política e gripe influenza, mas acho que está difícil.

Hoje mesmo, uma leitora reclamou da falta de atualização de dados relativos à gripe.

Como podemos notar, em últimas divulgações, os casos vão dobrando, a medida que passa. Para esconder uma falha, nada melhor do que apresentar outra pior. Por exemplo, se compararmos a influenza com a dengue, aids, mortes por violência e, acreditem, a gripe comum, o que é um absurdo, não é mesmo?

Então, para os leitores assíduos, que querem se atualizar desse problema, os números da gripe Influenza:

Atualização em 23 agosto de 2009 –  São Paulo com 179 óbitos Paraná 142, Rio Grande do Sul 93, Rio 47, Santa Catarina 11, Minas 8, Paraíba 2, Bahia 1, Pará 1, Rondônia 1, Mato Grosso do Sul 1 e Amazonas 1, além do Distrito Federal 1.

Vamos torcendo para esse inverno acabar logo, quando a batata quente passa para o outro hemisfério, mas eles são mais ricos, tem melhor infra-estrutura, só tem que cuidar melhor de seus escravos, digo, empregados, que somos nós mesmos.

Pensando em gripe influenza, o tempo todo, me veio uma dúvida, será que bandido pega gripe?

Veja bem, quando eu digo bandido, aqui, me refiro aquela classe marginalizada, sem cultura, sem destino, geralmente morando em favelas e comunidades muito pobres.

Nós sabemos que o número de contágios da gripe influenza é bem maior que o número de mortes, o que os políticos falam para nos tranquilizar – que alívio né? – graças as medidas de prevenção e conscientização, estamos prontos para mais essa.

Estranho é que nenhum bandido foi preso, procurando um posto de atendimento, com suspeita de gripe influenza. será que os bandidos são imunes a doença?

Eu acho pouco provável, coma quantidade de foragidos, no brasil, é estranho que ninguém tenha sido preso.

Uma hipótese seria que o Brasil já apresenta um cenário de guerrilha, aquele onde temos a sociedade, controlada pelo governo, e uma outra completamente informal, onde o que vale é o bom senso e a busca pela sobrevivência.

Como nós sabemos, sociedades informais não apresentam números, nem nomes, nem quantias.

Se a polícia que é nosso principal ponto de referência, já apresentam sua milícias, o que dirão, outros setores.

Atualização – 29 de Agosto de 2009

https://icommercepage.wordpress.com/2009/08/29/brasil-e-o-pais-com-o-maior-caso-de-mortes-pela-gripe-influenza-a-h1n1/

By Jânio.

agosto 24, 2009 Posted by | Saúde | , , , , | 7 Comentários

Instituição divulga registros de mortes pelo influenza no mundo.

cobate ao influenza

combate ao influenza

Nesta quarta feira, dia 26 de Agosto,  o Ministério da Saúde e as Secretarias de Saúde dos estados do Sul e Sudeste, principais afetados pela epidemia da gripe suína, divulgaram um recorde que nenhum de nós esperava ouvir, o Brasil passa a ser o país com o maior número de vítimas fatais, relacionadas a gripe influenza A (H1N1).

O Brasil passou a ser o país  com maior número de mortes, relacionados a gripe suína, atingindo o número alarmante de 557 vítimas fatais. Os Estados Unidos, que desde o começo da epidemia apresentavam o maior número de mortes, passam a ser o segundo em vítimas fatais, com 522 mortes;  em terceiro vem a Argentina, 439 óbitos; México com 179; Austrália 132, Chile 128 e Tailândia 119.

Como foi constatado desde o início da epidemia, os estados do Sul continuam entre os mais sofridos, os estados onde as famílias mais sofrem com as perdas de parentes.

A relação de vítimas fatais segue abaixo:

1 – São Paulo – 223 mortes – 40% de todas as vítimas fatais.

2 – Paraná    – 151 mortes – 27,1% do total de mortos.

3 – R, G, Sul –  98 mortes – 17,6% dos óbitos.

4 – R. Janeiro – 55 mortes –  9,9% dos casos fatais.

Para amenizar a péssima notícia, o Ministério da Saúde, acrescentou que o Brasil, na realidade não é o país mais afetado do mundo, nem é o caso com maior número de mortes. Na concentração de mortes, taxa de mortalidade, a cada cem mil, o Brasil aparece em sétimo colocado.

Na taxa de mortalidade, a cada cem mil,  a relação é:

1 – Argentina – 1,08

2 – Chile     – 0,75

3 – Costa Rica – 0,67

4 – Uruguai – 0,65

5 – Austrália – 0,61

6 – Paraguai – 0,61

7 – Brasil – 0,29

As gestantes continuam sendo as as maiores vítimas, com 480 casos relacionados ao vírus influenza A(H1N1), 58 faleceram vítimas da gripe.

Apesar do resultado ter sido divulgado no dias 26 de agosto, quarta-feira, os números foram computados no dia 25 de agosto, terça-feira.

Segundo o Ministério da Saúde, os números de contaminação seguem em queda.

Não é para menos, as únicas pessoas que acreditaram  que tudo estava sob controle, foram exatamente as autoridades do Governo. O povo não esperou para ver.

Com o final do inverno, o susto deverá passar, mas, como ficou comprovado nos Estados Unidos, a doença deverá fechar, no mínimo o primeiro ciclo de um ano, fato que já aconteceu nos Estados Unidos.

Mesmo já estando com a vacinação em andamento, não acredito num total controle do Governo. Os Estados Unidos já tem previsão de pelo menos 90.000 vítimas da doença.

Epidemia é assim, minha gente, você vai para o posto de saúde, fica na fila, se não tinha o vírus, acaba contraindo.

Outros fatos que já estamos alertando desde o início.

a) Os números oficiais referem-se a casos já confirmados, não exatamente aos números exatos de casos, principalmente contágio, o que é difente de vítimas fatais.

b) A Argentina, maior concentração de vítimas fatais, taxa de mortalidade, como alertamos desde o início, é o país que enfrenta mais dificuldade de realização de exames laboratoriais.

c) Estados onde há a perspectiva de catástrofe, como foi o início da doença, Rio Grande do Sul, ou estado onde já houve epidemia de dengue, Rio de Janeiro, contrariando as expectativas, não foram os mais afetados, os mais afetados foram exatamente os que não tinham esta perspectiva, como foi o caso do Paraná e São Paulo.

d) A teoria do pessimismo, como ficou comprovado, mais uma vez foi superior a teoria do otimismo, coisas de gestão pública.

Baseado em números da Organização Mundial da Saúde  e números fornecidos por países afetados pela gripe Influenza, instituição cria o mapa de mortes provocadas pela gripe influenza no mundo.

Dentro desta lista, foram relacionados cinco países que respondem por 1.300 mortes, o total já chega a 2.004 em todo o mundo.

Os números são relacionados abaixo, em ordem decrescente:

Estados Unidos – 436 mortes

Argentina – 404 mortes

Brasil – 192 mortes

México – 163 mortes

Chile – 105 mortes

___________________________________________________________

Notícias antigas

O Brasil aparece em terceiro país  com o maior número de casos da doença, muito gente acha que não é alarmante, eu digo que nós estamos com um grande problema aqui.

Para quem já passou pelo mal da Vaca Louca, pela epidemia da Dengue, o Brasil deveria estar mais preparado para um problema como esse, mas tem um ponto positivo, pela primeira vez o rico se viu na situação do pobre, pela primeira vez o rico teve que enfrentar a fila do INSS. Nem seus médicos particulares aceitaram a consulta, alegando falta de condições para realizar o trabalho.

Muita gente não sabe porque a imprensa tem dado tanto destaque para a doença, a resposta é essa, o vírus H1N1  não escolhe classe social, para aqueles que acham que estão imunes, é bom lembrar que suas empregadas domésticas, seu motorista, mordomo e porteiro,são pobres. Se quiser continuar usufruindo de sua mordomia, com salário de fome, é bom estar ciente disso.

Os Estados Unidos, atualmente,  são as maiores vítimas, com 436 vítimas fatais, mas é bom lembrar que a Argentina não consegue atender a demanda de exames, por isso temos um grande problema aqui, já que o Brasil também enfrenta problemas nesse sentido.

A boa notícia é que a vacina já sendo testada, não por nossa eficiência, nossos políticos estavam esperando o inverno passar, mas porque países desenvolvidos costumam pensar no futuro.

Como os Estados Unidos, mesmo concentrando o maior número de casos dos 55 países com registro de mortes, mesmo assim os EUA ainda estão no verão, todas essas mortes foram registradas no verão americano, por isso a corrida de países europeus e asiáticos que passam pela mesma situação.

Enquanto o inverno está para acabar no Brasil, amenizando os problemas, por aqui, os americanos se preparam para a sua maior batalha. Se o primeiro confronto com o vírus H1N1 foi pela proximidade com o México, onde surgiu a doença, agora os EUA enfrentaram focos do mundo todo, desde turistas e imigrantes ilegais, até seus próprios empregados, grande parte deles legais no país, mas com contato com o México, sua terra natal, ou outros países também, como o Brasil, que tem uma grande comunidade nos Estados Unidos, além do inverno.

O lado bom é que os americanos estarão preparados, muito bem preparados, mas como essa doença é global, deve ser vista globalmente, portanto, resta a pergunta – Sera´que haverá vacina e controle eficiente da doença para o mundo todo?

A certeza que fica é que a doença não vai parar por aqui, mas a preocupação deverá ser de todo o mundo, de todos os países, dos ricos e dos pobres.

O problema também poderia ter sido maior, se a a doença começasse no Hemisfério Sul,  já que no Sul estão a maioria dos países pobres, com o início no Hemisfério Norte a detecção foi muito mais rápida.

Atualização em 23 agosto de 2009 –  São Paulo com 179 óbitos Paraná 142, Rio Grande do Sul 93, Rio 47, Santa Catarina 11, Minas 8, Paraíba 2, Bahia 1, Pará 1, Rondônia 1, Mato Grosso do Sul 1 e Amazonas 1, além do Distrito Federal 1.

ATUALIZAÇÃO – 29 de agosto de 2009

https://icommercepage.wordpress.com/2009/08/29/brasil-e-o-pais-com-o-maior-caso-de-mortes-pela-gripe-influenza-a-h1n1/

Principal fonte – G1 Notícias

By Jânio.

agosto 15, 2009 Posted by | Saúde | , , , , | 11 Comentários

Entre o amor e a paixão.

amor verdadeiro

amor verdadeiro

Pensar sempre foi um dom do Homem, aqui começa o eterno conflito, ser homem é ser mulher e homem ao mesmo tempo.

Nem os maiores pensadores da história conseguiram facilitar nossa forma de pensar, Charles Darwin mergulhou sua mente rumo as nossas origens. Sem medo das consequências de suas conclusões, o cientista conseguiu reunir muitas provas, sobre o passado, que revolucionaram  nossa maneira de ver nossas origens.

A Bíblia já tinha uma resposta para nossa origem, mas não agradava a todos, daí a necessidade de preencher esse espaço, onde Darwin dedicou boa parte de sua vida.

Parece-nos mais fácil sempre procurar uma forma de ver a vida de uma maneira simples, sem precisar pensar muito, tudo que é ligado a tecnologia, imediatamente, relacionamos ao computador; tudo que se refere a nossa existência, pensamos em Deus, religião, agora em Darwin também.

É mais fácil aceitar à Deus, sob o ponto de vista da religião, ao invés de Deus, sob o ponto de vista da Filosofia. Na religião toda a forma de pensar vem pronta, interpretada, na maioria das vezes de forma errônea, mas está tudo pronto para ser digerido.

O amor envolve o espírito, o pensamento, a Filosofia, é muito mais complexo do que a paixão. Para que nos preocuparmos com o que a outra pessoa está pensando, se não entendemos nem a nós mesmo.

Segundo a Filosofia,  e a Psicologia, entre outras áreas, é preciso se encontrar, resolver nossos problemas interiores, pessoais, antes de se exteriorizar nossas emoções. Não dá para se ter um relacionamento saudável, sem antes estar bem resolvido consigo mesmo.

Assim procuramos a paixão, achando que é amor, pedindo que as pessoas nos entendam, quando nós é que deveríamos fazer isso.

É fácil se confundir uma paixão com o amor, quando se está carente, sem a menor vontade de se pensar. O pior de tudo, é que a paixão não tem prazo para se expirar, é como uma doença, uma febre, pode se tornar crônica, paralisando todos os sentidos.

A paixão está, diretamente, ligada ao corpo, ao coração. Se uma pessoa está carente, não tem dinheiro, procurará por isso, desde que esteja mal resolvida, estará sempre em busca de uma pessoa com estabilidade financeira, de uma pessoa com muito amor para dar, e, em alguns casos, de uma pessoa bonita que disfarce o seu complexo de se achar feia.

É muito comum, uma pessoa mais velha, procurar a paixão em uma pessoa mais nova, em busca de uma energia que ele não tem, disfarçando o fato de que ela está bem mais velho do que outrora, decisão muitas vezes fatal para a pessoa.

O verdadeiro amor pode ser de parente, de amigo, de marido ou mulher e até a religião prega esse amor, um amor puro, onde é preciso aceitar a Filosofia para entendê-lo sem problemas de interpretações.

No verdadeiro amor, devemos dar sem receber, dar o amor, a ajuda, a palavra amiga, o carinho, qualquer pessoa que reclame que seu próximo, ou marido, ou esposa, não está lhe dando atenção que merece, não ama essa pessoa, é ela quem deve dar a atenção que a outra pessoa precisa. Essa pessoa deverá conquistar a outra, usando de todos os meios sensatos, como uma convivência sadia, com carinho, para se conquista a outra.

É preciso dar-lhe muita atenção, conversar, saber o que se passa na vida dela, saber o que ela pensa, o  que ela sente. Se a pessoa está doente de espírito, não está descartada a possibilidade de um tratamento a ser oferecido, com psicanálise, psicoterapia, psicologia, enfim, há vários meios de se tratar a mente, a partir do momento em que fique constatada a impossibilidade de se resolver essa situação.

São raros os casos em que se chega a dependência de um profissional da área de saúde, aqui vale a velha frase, presente em todos os artigos da seção de saúde desse blog, no caso da saúde espiritual, também, “É melhor prevenir do que remediar”, ou seja, não deveria ter chegado a esse ponto, o ambiente em que essa pessoa vive, de certa forma foi responsável, incompatível com a personalidade dessa pessoa.

A doença psicológica é, na maioria das vezes, social e a maioria das pessoas da sociedade moderna são doentes psicológicos, sem amor, e é somente com o amor que isso pode se resolver, a paixão é como um remédio sem receita médica, pode mascarar a doença, os sintomas, mas, a longo prazo, os efeitos podem ser devastadores.

By Jânio.

agosto 12, 2009 Posted by | Saúde | , , , , , | 2 Comentários

Gripe influenza contamina políticos.

o mapa da doença

o mapa da doença

As suspeitas levantadas pelo Made in Blog, foram confirmadas hoje, os casos de vítimas fatais da doença não são precisos.

Pelo fato da doença apresentar uma evolução muito rápida, em seu quadro clínico, levando algumas vezes a morte, muitas dessas mortes não foram registradas como gripe influenza, além de muitos exames ainda estarem na fila, só na Argentina onde os casos já ultrapassam 300, a demora para se obter o resultado dos exames pode demorar até um mês. Apenas os casos confirmados são registrados.

Analisando o número de mortes, o Paraná seria o estado com maior número de mortes, no Brasil, devido a sua população ser muito menor que São Paulo, por exemplo, sendo Santa Catarina o estado que mais controle teve da epidemia.

A calma do Senhor secretário de Saúde do Paraná, hoje, foi de dar dó, só não foi mais ridículo que as pessoas reclamando que precisavam estudar.

Enquanto o Secretário apresentava os números da doença, salientava o fato da relação estar desatualizada, com uma paciência digna de um grande político.

Não é de se admirar que a lista esteja desatualizada, chegam novos casos o tempo todo. “fiquem em suas casas, se todos fizessem isso não teríamos uma epidemia”.

Este discurso poderia até funcionar ha 50 anos atrás, quando não havia informação, assim como outra grande frase, “Esta tudo sob controle”.

O primeiro Deputado a contrair a nova gripe Influenza,  foi  Capitão Assunção do PSB do Espírito Santo, outro político a contrair o vírus foi o Presidente de Costa Rica.

O Rio grande do Sul já registra 55 mortes pela gripe, Rio de Janeiro 35, no Paraná sobe para 39, totalizando em todo o país, até o momento, 192 mortes. O número é bem maior do que o México que apresentava 140 óbitos.

Os Estados Unidos, que no começo da epidemia era o segundo país com mais registros da doença, passa a ser o país com maior número de vítimas fatais, passando dos 400, seguido pela Argentina, de onde veio a grande maioria das vítimas no Brasil, no início da epidemia.

O que o México fez, deveria servir de exemplo para o resto do mundo, quando a cidade do México, capital do país  entrou em quarentena, criando um enorme prejuízo à economia mexicana, mas poupando muitas vidas,  que para muitos é poucos principalmente aqueles que dão mais valor aos animais de estimação aos menos favorecidos.

Todo mundo já sabe como se prevenir mas, em todo caso…

Evite aglomerações e locais fechados como bancos, escolas, clubes, boates, etc.

Qualquer sinal de gripe abrupta, muito rápida, com muita febre, não espere que alguém venha lhe pedir, procure seu médico particular. Caso seja grave ele lhe encaminhará ao posto de saúde.

Evite se ficar a menos de um metro de pessoas que estejam espirrando ou com algum sintoma de gripe.

Lave as mãos frequentemente com água e sabão, ou álcool em gel, não se esquecendo que após lavar, não deve tocar a torneira, de banheiros públicos,  com as mãos, use um papel ou toalha, na falta desse use o braço para desligar a torneira, nunca use as mãos.

Quando acabar a epidemia, vamos rezar muito para que isso aconteça, não  deixe os cuidados de lado, nem a higiene.

Em hipótese alguma viaje para locais de risco, a não ser que você já more, mesmo assim evite viajar para outros estados.

Caso esteja contaminado, não se desespere, faça o tratamento, e procure usar máscara para não transmitir a doença para crianças, gestantes e idosos, as maiores vítimas.

ATUALIZAÇÃO – 29 de Agosto de 2009

https://icommercepage.wordpress.com/2009/08/29/brasil-e-o-pais-com-o-maior-caso-de-mortes-pela-gripe-influenza-a-h1n1/

By Jânio.

agosto 12, 2009 Posted by | Saúde | , , , , , | 3 Comentários

É importante controlar e prevenir o câncer.

célula em mutação

célula em mutação

Escrever sobre câncer é, de certa forma, complicado, pela própria complexidade e variedade da doença, algumas pessoas tem medo até de dizer o nome da doença, por outro lado, é extremamente fácil se fazer uma pesquisa na internet, e fora dela, a respeito da doença.

O câncer é uma doença que tem cura, basta que seja tratada desde o início, quanto mais cedo seu diagnóstico e inicio do tratamento, maior a probalidade de cura, infelizmente, só damos valor a saúde quando ela nos falta.

A doença é muito mais comum do que se pensa, e, apesar do preconceito, algumas pessoas não podem nem ouvir falar da doença Mesmo quando não pode ser curada, pode-se tratá-la, e, consequentemente, manter uma boa qualidade de vida.

São vários os tipos de câncer, sendo os mais comuns: Próstata, mama, pulmão, colo-retal, estômago, cólo do útero, esôfago, bexiga, rim, testículo, fígado, pâncreas, ovário, tireóide, pele e cerebral.

As células se renovam constantemente, quando há algum erro nesse processo, ocorre uma mutação. Em organismos sadios, essas células são eliminadas.  Quando isso não ocorre, essas células começam a se reproduzir, provocando o que chamamos de câncer.

O Câncer pode ser um tumor maligno que não pode ser extirpado, também pode se manifestar no sistema sanguíneo ou sistema linfático.

Câncer, de origem latina, significa caranguejo, devido ao fato das células cancerígenas atacarem as células sadias e se espalharem por todo o corpo.

Podemos identificar dois tipos de causas nessa doença:

Fatores externos: radiação, álcool, cigarro, produtos químicos, sol e vírus.

Fatores internos: sistema imunológico deficiente, predisposição genética e hormônios.

As células cancerígenas se multiplicam em ordem geométrica, uma, duas, quatro, oito, onde o câncer só poderá ser identificado após a trigésima duplicação, quando já atingiu cerca de seis a doze milímetros, com bilhões de células em seu interior, seu crescimento é rápido e desorganizado.

A seguir, as células cancerígena criam vasos sanguíneos para alimentá-las, se não tratadas, caem na corrente sanguínea atingindo todos os órgãos do corpo, formando outros tumores.

Além de serem vários, os tipos de câncer, um mesmo tipo pode ter um comportamento diferente.

Apesar do preconceito persistir, algumas pessoas não pronunciam nem o nome, as técnicas de combate a doença tem evoluído enormemente, com a identificação dos fatores de risco, causas e tratamentos.

O crescimento desorganizado das células, pode provocar dois tipos de tumores dessa mutação, o tumor benigno, onde as células crescem de maneira lenta e o tumor maligno, onde as células se reproduzem de maneira rápida e desorganizada.

Entre os principais fatores de riscos do câncer podemos citar: fumo, tomar muito sol, alimentação inadequada, obesidade, casos na família e alcoolismo.

Em alguns casos a pessoa pode emagrecer, mas isso não acontece em todos os casos.

O tumor benigno, pelo fato de seu crescimento ser lento, pode ser removido quase que totalmente, enquanto o tumor maligno exige mais cuidado. Conhecido como câncer, o tumor maligno implica em muita atenção, prevenção, muitas vezes diferenciadas, para homens e mulheres.

Algumas mudanças de hábitos são recomendadas para prevenção e combate do câncer:

Câncer de pele – Apesar de afros e menores de 40 anos estarem mais protegidos dos riscos de câncer de pele, todos devem evitar excessos. Filtros solares, óculos, evitar o sol entre as 10 e 16 horas.

Câncer de próstata – Carne vermelha, leite e derivados devem ser evitados, exames, para os homens, após os 50 anos, em caso de histórico familiar, a partir dos 40 anos devem Fazer exame do toque retal.  O câncer de próstata é o segundo em frequência  e o terceiro e periculosidade.

Câncer de mama – Amamentar, exame, para prevenir caroços, a partir dos 20, e mamografia a partir dos 50 anos. Para mulheres.

Câncer de Pulmão – O cigarro é, naturalmente, um fator de risco, em casos de câncer. Nos casos de câncer no Pulmão, o fumo está relacionado a 90 % deles.

A partir de uma certa idade, varia de cada pessoa, e do poder aquisitivo,  é recomendado pelo menos uma consulta preventiva ao ano.

by jânio.

agosto 11, 2009 Posted by | Saúde | , , , , , , | 4 Comentários

Brasil já responde por 12% das morte pela gripe Influenza.

influenza no Brasil

influenza no Brasil

Notícia mai recente:

Nesta quarta feira, dia 26 de Agosto,  o Ministério da Saúde e as Secretarias de Saúde dos estados do Sul e Sudeste, principais afetados pela epidemia da gripe suína, divulgaram um recorde que nenhum de nós esperava ouvir, o Brasil passa a ser o país com o maior número de vítimas fatais, relacionadas a gripe influenza A (H1N1).

O Brasil passou a ser o país  com maior número de mortes, relacionados a gripe suína, atingindo o número alarmante de 557 vítimas fatais. Os Estados Unidos, que desde o começo da epidemia apresentavam o maior número de mortes, passam a ser o segundo em vítimas fatais, com 522 mortes;  em terceiro vem a Argentina, 439 óbitos; México com 179; Austrália 132, Chile 128 e Tailândia 119.

Como foi constatado desde o início da epidemia, os estados do Sul continuam entre os mais sofridos, os estados onde as famílias mais sofrem com as perdas de parentes.

A relação de vítimas fatais segue abaixo:

1 – São Paulo – 223 mortes – 40% de todas as vítimas fatais.

2 – Paraná    – 151 mortes – 27,1% do total de mortos.

3 – R, G, Sul –  98 mortes – 17,6% dos óbitos.

4 – R. Janeiro – 55 mortes –  9,9% dos casos fatais.

Para amenizar a péssima notícia, o Ministério da Saúde, acrescentou que o Brasil, na realidade não é o país mais afetado do mundo, nem é o caso com maior número de mortes. Na concentração de mortes, taxa de mortalidade, a cada cem mil, o Brasil aparece em sétimo colocado.

Na taxa de mortalidade, a cada cem mil,  a relação é:

1 – Argentina – 1,08

2 – Chile     – 0,75

3 – Costa Rica – 0,67

4 – Uruguai – 0,65

5 – Austrália – 0,61

6 – Paraguai – 0,61

7 – Brasil – 0,29

As gestantes continuam sendo as as maiores vítimas, com 480 casos relacionados ao vírus influenza A(H1N1), 58 faleceram vítimas da gripe.

Apesar do resultado ter sido divulgado no dias 26 de agosto, quarta-feira, os números foram computados no dia 25 de agosto, terça-feira.

Segundo o Ministério da Saúde, os números de contaminação seguem em queda.

Não é para menos, as únicas pessoas que acreditaram  que tudo estava sob controle, foram exatamente as autoridades do Governo. O povo não esperou para ver.

Com o final do inverno, o susto deverá passar, mas, como ficou comprovado nos Estados Unidos, a doença deverá fechar, no mínimo o primeiro ciclo de um ano, fato que já aconteceu nos Estados Unidos.

Mesmo já estando com a vacinação em andamento, não acredito num total controle do Governo. Os Estados Unidos já tem previsão de pelo menos 90.000 vítimas da doença.

Epidemia é assim, minha gente, você vai para o posto de saúde, fica na fila, se não tinha o vírus, acaba contraindo.

Outros fatos que já estamos alertando desde o início.

a) Os números oficiais referem-se a casos já confirmados, não exatamente aos numeros exatos de casos, principalmente contágio, o que é diferente de vítimas fatais.

b) A Argentina, maior concentração de vítimas fatais, taxa de mortalidade, como alertamos desde o início, é o país que enfrenta mais dificuldade de realização de exames laboratoriais.

c) Estados onde há a perspectiva de catástrofe, como foi o início da doença, Rio Grande do Sul, ou estado onde já houve epidemia de dengue, Rio de Janeiro, contrariando as expectativas, não foram os mais afetados, os mais afetados foram exatamente os que não tinham esta perspectiva, como foi o caso do Paraná e São Paulo.

d) A teoria do pessimismo, como ficou comprovado, mais uma vez foi superior a teoria do otimismo, coisas de gestão pública.

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Notícia antiga

Já é sabido que, com o fim do inverno, a gripe Influenza perderá a força de contaminação no Brasil, mas, pelo que eu pude notar, já há casos de contaminação no Nordeste, o que mostra que a doença deve continuar fazendo vítimas, mesmo depois do fim do inverno.

Todos nós sabemos que no nordeste não há inverno, portanto o número de casos, naturalmente, deveria ser menor. O número de casos é pequeno, como o inverno está prestes a acabar, levando se em conta que a contaminação tenha vindo de fora, fica evidente que o Nordeste ficará fora da epidemia, apesar de registrar casos, todo cuidado é poco.

No Sul a sombra da morte continua, a tristeza entre as famílias com vítimas é de dar pena, pelo que podemos constatar nos noticiários.

O estado do Paraná, que parecia sobre controle, no último artigo escrito aqui, registrava 25 casos de mortes, dois dias depois, o número sobe para 31 mortos, vítimas da doença. O número é bem acima do Rio de Janeiro que apresenta grandes aglomerações.

O fato do Rio de Janeiro ter maior controle, em relação a gripe Influenza, é porque a Dengue já vinha castigando o estado há um bom tempo, a experiência da equipe da saúde foi fundamental no combate da doença, que apesar de ter começado a se alastrar mais cedo, hoje apresenta um número de vítimas menor que o do estado do Paraná, no Rio o número de mortes é de 28.

O número de mortes, por gripe Influenza, chega a 170, infelizmente não é o fim do drama, mas a população já está bem mais preparada e informada, para cooperar na prevenção da epidemia.

São Paulo, onde estão as maiores aglomerações, onde o perigo é maior, apresenta o maior número de casos, são 69 casos até agora, 19 em apenas quatro dias, o Paraná registrou cinco mortes apenas nos últimos dois dias.

As gestantes, como dissemos nos artigo anterior, continuam sendo as maiores vítimas, por dependerem mais dos hospitais e postos de saúde para acompanhamento.

A grande reclamação dos pacientes que procuram os hospitais é, justamente, o fato de não haver uma triagem adequada, separação de casos mais graves e menos graves, o que acaba aumentando ainda mais o número de casos, segundo eles.

O Conselho de Medicina do Paraná foi bastante conservador, em relação a denúncia de que médicos estariam se recusando a ajudar no combate da doença. Segundo a instituição, os médicos precisam de condições adequadas para o trabalho, sem isso, não é possível. È isso o que dá tratar de epidemia como se fosse parte da política.

No Rio Grande do Sul, onde iniciou a epidemia, o número de casos chegou a 34 vítimas.

Segundo dados recentes, o Brasil responde por 12% dos casos de mortes por gripe influenza no mundo.

Atualização em 23 de agosto de 2009.

São Paulo com 179 óbitos Paraná 142, Rio Grande do Sul 93, Rio 47, Santa Catarina 11, Minas 8, Paraíba 2, Bahia 1, Pará 1, Rondônia 1, Mato Grosso do Sul 1 e Amazonas 1, além do Distrito Federal 1.

ATUALIZAÇÃO – 29 de agosto de 2009.

https://icommercepage.wordpress.com/2009/08/29/brasil-e-o-pais-com-o-maior-caso-de-mortes-pela-gripe-influenza-a-h1n1/

By Jânio.

agosto 8, 2009 Posted by | Saúde | , , , , | 6 Comentários

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