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O que uma pessoa com epilepsia sente

Adaptação Mental

Posição Correta


Conviver com pessoas com epilepsia, deixa-nos com a sensação de peixes dentro d’água, quando o tema é relacionado a esse transtorno.

A família inteira era epiléptica, então, a minha pergunta era: Quando isso vai acontecer comigo?

Sendo o mais velho, eu me perguntava porque eu não era epiléptico, todos os meus irmãos mais novos eram.

Eu sentia uma necessidade muito grande de entender esse distúrbio, e deu trabalho para convencer o caçula a me revelar alguns detalhes de suas convulsões.

Claro que eu andava observando ele bem de perto, eu imaginava que esses ataques fossem uma forma de desabafo do cérebro.

Eu notei que antes de ter um ataque epiléptico, ele ficava completamente “aéreo”, introspectivo. Seus olhos ficavam fixos em um ponto e sua consciência o abandonava aos poucos.

Observando a epilepsia, é difícil não lembrarmos do transe, superconsciência, sono e até de uma pessoa descontrolada, histérica, mas, nesse caso, é um processo inverso. Enquanto uma pessoa histérica explode, uma pessoa epiléptica torna-se introspectiva, ausente.

Enquanto o meu irmão tinha uma crise epiléptica, eu observava a sua agitação. Na minha idade, entre dez e onze anos, seria difícil não imaginar que aquele menino de apenas quatro anos, não estivesse em uma espécie de desabafo, descarregando um sentimento, uma emoção gerada por um conflito, antes presa no inconsciente.

Não foi difícil também imaginar porque as mulheres tem menos ataques epilépticos.

Quando uma mulher tem um ataque histérico, ela consegue se livrar desse sentimento negativo que tanto atormenta o homem.

Não demorou muito para que eu tivesse os mesmo sintomas, olhar fixo e ausência. Como eu estudava numa das piores classes da escola, carinhosamente falando, eles sempre me livravam do transe, com suas bagunças.

– Acorda dorminhoco! Vá dormir em casa! Como você consegue dormir acordado?

A sensação de alívio, durante a ausência, durante o transe, era indescritível, mas eu não tinha um ataque, meus amigos não deixavam.

Nessa época, eu descobri, na prática, a possibilidade de abortar uma convulsão, em seu estágio inicial. Era como tirar uma pessoa de uma hipnose, difícil era descobrir uma maneira adequada, aos dez anos de idade.

Eu não tinha nenhuma dúvida, enquanto eu estivesse junto aquele bando de loucos, meus amigos, não haveria a menor chance de eu ter uma convulsão.

Eu passei, então, a acompanhar o meu irmão de perto. Quando ele ficava com o olho parado, eu tratava de acordá-lo do transe, só não sei se isso era bom ou mal.

Para mim, estava claro que a epilepsia era um mal necessário, uma forma de descarregar todos os conflitos psicológicos que atormentavam minha mente.

Uma mulher pode ter um ataque de histeria, mas um homem fica sempre com os conflitos mal resolvidos. Pelo fato de eu ser tão explosivo, eu havia sido poupado da epilepsia, pelo menos até aos nove ou dez anos.

Eu tentei passar isso para o meu irmão, mas não era fácil. Fugir de um transe, exigia concentração constante, coisa que nós não tínhamos.

A saída era dar alguns tapinhas no rosto, tentar despertar do transe. Junto aos amigos era fácil, mas quando eu estava só era difícil; se fosse hoje, certamente eu teria usado água fria.

Eu me lembro de um dia em que o meu amigo começou a me bater no rosto, foi o meu transe mais forte. Quando eu estava quase acordando, a professora pediu que ele parasse de bater no meu rosto, justamente quando eu estava acordando.

Enquanto as lágrimas desciam no meu rosto, eu consegui vencer o transe, mesmo sem os tapinhas.

A professora me perguntou se estava doendo muito, respondi que não – Por que as lágrimas? – perguntou-me ela.

– Por um momento, eu achei que seria vencido pelo transe e eu ainda não aprendi a perder – respondi.

Depois de algumas semanas, eu me livrei totalmente daquela falta de concentração, eu nunca mais dormi acordado. Acho que meus irmãos também não, pelo menos em casa, na escola eu não tinha muita certeza.

O tempo passou e, dez anos depois, meu irmão morreu.

Durante a guarda do corpo, todo tipo de gente apareceu. Até as pessoas mais velhas pareciam dispostas a atormentar minha alma. Alguns contavam piadas, outros tentavam chamar a minha atenção.

Na madrugada, a baixaria tomou conta da noite, piadas sujas, meninas que pareciam prostitutas. Muita gente achava que o velório era uma festa, enquanto o meu primo me dizia que estava vendo uma mulher muito “boa” perto da porta.

Foram duas noites sem dormir, na noite anterior eu havia tido um pressentimento, quando me avisaram que ele estava na UTI.

Quando o corpo saiu, eu me recusei a ir até o cemitério, seria preciso muito tempo para eu assimilar a morte dele.

Tranquei a porta do quarto, e senti a minha consciência se esvaindo, enquanto eu estava deitado. Debruçado na cama, eu não conhecia as técnicas de pessoas epilépticas, comecei a me afogar na saliva, mas eu não me importava mais.

Foi quando começaram a arrombar a porta.

– Ele está tendo um AVC – gritava a minha tia.

– Já não basta uma morte nessa noite – gritava a vizinha.

Talvez pela capacidade de controle que eu tinha sobre a epilepsia, mesmo me entregando a ela, ela não me dominou totalmente, daí o motivo de acharem que eu estava com um AVC, na realidade era um princípio de epilepcia parcial e voluntária.

Existem vários tipos de convulsões, minha família tinha convulsão parcial. Eu havia vencido a epilepsia a minha vida toda, mas naquela noite eu não fugi dela, eu precisava sair dali, ir para muito longe.

Depois de passado a crise, alguém me avisou para ir a igreja e ajudar a levar o caixão ao cemitério.

Algumas pessoas, sob pressão, matam, outras se entregam e morrem, mas há também um tipo de pessoa que entra em conflito profundo, sem se decidir, há pessoas que, sob pressão, tem um ataque.

By Jânio

Epilepsia – Quando a mente tem um ataque

agosto 9, 2011 - Posted by | Ciências | , , , , , ,

88 Comentários »

  1. […] * Publicado no MadeInBlog […]

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    Pingback por Ver! | Blog | O que uma pessoa com epilepsia sente | agosto 9, 2011 | Responder

  2. Oi Janio,
    A Epilepsia, infelizmente, também faz parte da minha vida.
    Só nos resta aprender a conviver com ela.
    Abraços.

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    Comentário por aninhagoulart | agosto 9, 2011 | Responder

    • Olá Aninha:

      É isso mesmo, de preferência sem traumas.

      Como você mora numa cidade grande, acredito que seja um empecilho ainda maior. De qualquer forma, estamos na luta.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | agosto 10, 2011 | Responder

      • ola pessoal,estou temtado apreende viver om a epilepsia, mas ñ ta facilas vezes acho que é coisa da minha cabeça são sintomas tão rediculos cheguei pensar que estava com depresão mas ñ é ñ….mas isso ai vamos la…

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        Comentário por suzi terpilowski | junho 20, 2013

      • Olá Suzi:

        Epilepsia é coisa da cabeça, sim. Pode ser psicológico ou pode se agravar com um acidente, batida, etc.

        Em casos graves, deve-se procurar um médico, já nos casos mais simples, é preciso relaxar e aprender a controlar os nervos e os problemas do dia a dia.

        OBS: A maioria dos casos é simples, apesar de ser assustador para quem não entende do assunto.

        ABS

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        Comentário por icommercepage | junho 20, 2013

    • Oie amiga eu tb tenho isso me liga pra gente conversar 98330-3175 tim

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      Comentário por iran silva | novembro 3, 2014 | Responder

  3. Saudações!
    Amigo JÂNIO:
    Saber o como é realmente um choque epilético só conhece que vive e administra a causa. Enquanto lia a sua narrativa fui chegando à conclusão sobre o quanto você fez sacrifícios para conviver com o distúrbio.
    Também o que tem me chamado a atenção sobre o problema é o alto índice de portadores que são perseguidos em seus empregos e dependo da situação chegam a perder o trabalho é o que sei. Para mim isso é uma verdadeira perseguição a tantos profissionais brilhantes que mesmo sendo portadores do distúrbio desempenham suas funções com amor.
    Parabéns por mais um excelente Post!
    Abraços,
    LISON.

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    Comentário por LISON COSTA | agosto 9, 2011 | Responder

    • Olá Lison:

      Realmente é muito triste o preconceito, até por parte de quem tem epilepsia.

      eu diria que eu passei perto do problema e não há dada demais para quem está passando, por outro lado, para as pessoas que estão próximas, é um choque.

      Outro dia eu pude presenciar uma pessoa com epilepsia, mas ele não disse que iria ter, só pediu ajuda, e quando as crianças começaram a atacá-lo eu perdi a esportiva.

      Mesmo tendo convivido com o problema na infância, foi difícil identificar o a convulsão.

      ABS

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      Comentário por Janio | agosto 10, 2011 | Responder

  4. Não tinha conhecimentos como isso acontecia, senti como é difícil a situação, porem pelo seu relato senti que conseguiu superar o problema, aprendeu administrar o problema, o ser humano com fé persistência e conhecimento de si próprio pode fazer muita coisa a favor de si próprio, um relato que serve de exemplo.
    Abraço.

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    Comentário por fatima zanin | agosto 10, 2011 | Responder

    • Olá Fátima:

      Apesar de abortar todas as convulsões, eu confesso que

      tenho evitado traumas psicológicos e evitado uma recaída nos últimos vinte anos, e tem funcionado, mas depois de uma certa idade, será mais difícil.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | agosto 10, 2011 | Responder

  5. Eu gostava de vos pedir ajuda, pois também tenho o mesmo problema, embora controlado com medicação, mas últimamente tenho tido ausências, como poderei evitar? Hás vezes poucas sinto que vem, ajudem-me por favor conduzo e se me dá alguma coisa e não me apercebo, morro ou fico defeituosa. Que Deus nunca me deixe…

    Meil: sandracpatricio@gmail.com

    Obrigado por dedicarem o vosso tempo ao meu problema, BJS.

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    Comentário por sandra | setembro 10, 2011 | Responder

    • Olá Sandra:

      Eu entendo a sua preocupação e poderia até dizer que dirigir em época que a pessoa está com muitas crises é perigoso, mas seu comentário não deixa dúvidas que você é precavida.

      Eu acho que dirigir em baixa velocidade ajuda muito mas, pelo que eu senti da epilepsia, ela não é repentina e, pelo que eu tenho notado, todo epiléptico sabe quando vai começar, portanto dá tempo de encostar o carro.

      Eu só tenho experiência com epilepsias parciais, epilepsia de um só lado do corpo, quando a pessoa vira o olho para o outro lado e tem convulsões desse lado.

      No caso do aborto da epilepsia, você pode evitá-la, ou adiá-la, aumentando as atividades do corpo e dos olhos. Eu olhava para todos os lados e mexia bastante o corpo para despertar.

      As poucas crises parciais que eu tive, ocorreram justamente porque eu me entreguei ao relaxamento, ficava com os olhos parados, deixava me levar. Quando os meus olhos ficavam parados, eu me sentia muito bem, só quando eu descobri que era início de epilepsia é que eu comecei a evitar

      Procure evitar esse relaxamento, ficar desperta e evitar continuar dirigindo quando estiver com os olhos parados, como se estivesse entrando em transe, hipnose.

      Eu sei que é difícil em cidades grandes, mas é o unico jeito,.além do tratamento, naturalmente.

      Vamos esperar outros comentários e troca de experiências.

      Obrigado por compartilhar suas experiências.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | setembro 11, 2011 | Responder

  6. Fui eu que escrevi à pouco. Xau!!!

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    Comentário por Sandra Patricio | setembro 10, 2011 | Responder

  7. […] O que uma pessoa com epilepsia sente […]

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    Pingback por Vida noturna « Made in Blog | outubro 19, 2011 | Responder

  8. […] O que uma pessoa com epilepsia sente […]

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    Pingback por Rebeldes que desafiam o sistema « Made in Blog | abril 25, 2012 | Responder

  9. […] O que uma pessoa com epilepsia sente […]

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    Pingback por Epilepsia – Quando a mente tem um ataque « Made in Blog | maio 12, 2012 | Responder

  10. nossa!!!

    Essa doença deve ser muito ruim mesmo, eu espero que um dia venham encontra a cura!! para essa doença!!

    Mas pelo que eu sei, so existe uma cura!!!

    DEUS, é a cura.. ele é o medico dos medicos

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    Comentário por Grasiele | maio 14, 2012 | Responder

    • Olá Grasiele:

      Eu vejo a epilepsia mais como um sintoma de um problema bem mais sério, a reação
      de uma pessoa sensível que tem dificuldade para lidar com as incoerências da humanidade. Contudo, não dá para negar que a epilepsia provocada por acidentes, traumas ou doenças no cérebro provocam epilepsias bem mais forte, apesar do tratamento psiquiátrico ser sempre uma atitude a ser considerada.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | maio 15, 2012 | Responder

  11. Olá Jânio, descobri ser epiléptica há aproximadamente 2 meses, até hoje tive apenas 1 crise convulsiva(que aconteceu durante uma situação de muito estresse), e depois disso já tive várias sensações exatamente como essa que vc descreveu, sinto minha consciência se esvaindo como se eu fosse dormir e minha força quase acabando, e imediatamente eu me levanto e faço algo para que eu não desmaie, concordo plenamente com vc quando diz que a crise epiléptica é um desabafo do cérebro!

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    Comentário por Mariana | novembro 29, 2012 | Responder

    • Olá Mariana:

      Esse é o tipo de feedback que eu preciso.

      Como você pode notar nesse post e no outro “quando a mente tem um ataque” muita gente tem consciência de sua condição, mas não gosta de se abrir e detalhar suas experiências.

      Acontece que, quando o caso fica mais grave, é justamente isso o que o médico pede, procurar ajuda psicológica, ou seja, tem de se abrir.

      A pior situação de epilepsia pode ocorrer em casos menos graves, justamente poque a pessoa não sabe o que está acontecendo. Eu, por exemplo, fico achando que vou ter um AVC, quando os músculos travam, e uma parte de meu corpo fica paralisada.

      Quando temos alguma lesão na cabeça, como acidente,assalto, etc. Tudo tende a piorar, mas é mais fácil de tratar. O caso mais grave é psicológico, quando não conseguimos resolver algum problema, ou quando o choque é muito grande.

      É claro que minha experiência é baseada em casos menos graves.

      Obrigado pela participação e não deixe de conferir o outro post, onde muitas pessoas participaram.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | novembro 30, 2012 | Responder

      • Adorei o outro post também, e ainda gostaria de ressaltar que tive a crise generalizada durante uma briga de dois amigos, e por não conseguir resolver a situação o meu cérebro reagiu assim(cai no chão, fiquei tremendo absurdamente sem controle, gritando, virando os olhos).Mas não se sabe de onde veio a minha condição epiléptica, pois a única coisa que tinha com muita frequência era enxaqueca com aura(perdia o movimento de um lado do corpo, tudo que eu olhava estava pela metade,enxergava vários pontos luminosos), e então comecei usar Topiramato, que não deu certo, pois me afetava a memória curta, não sabia nem assinar meu nome mais.Hoje uso Pamelor para enxaqueca(que foi designada emocional pelo médico), e uso também Lamitor,4 comprimidos por dia. O mais engraçado é que fiz um eletro quando tive uma crise de enxaqueca muito forte e este revelou que eu tinha paroxismo epiletiformes nos dois hemisfério cerebrais(portanto generalizada) e o médico não entendia o porque de nunca ter tido nem convulsões e nem crises de ausência, quando 5 meses mais tarde eu vim a ter a primeira, mas até então não fazia tratamento nenhum.Precisei passar por uma situação de muito descontrole emocional pra ter a crise.Hoje acredito que a minha total aceitação em “ser epiléptica” me ajuda muito no meu auto controle, mas não garanto também que nunca mais terei uma crise convulsiva, talvez algum dia ainda seja necessário eu passar por isso mais uma vez!

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        Comentário por Mariana | novembro 30, 2012

      • Olá Mariana:

        Gostei muito desse relato e cada vez mais entendo o porque de os médicos terem tanta dificuldade para entender o processo da mente humana, só no caso da epilepsia, noto que quase todos os casos são distintos.

        O fato de você ter tido apenas um ataque, mostra que você é naturalmente controlada e que apenas perdeu o controle uma vez, ou seja, esse foi o único momento de conflito profundo. Talvez o próprio ataque tenha sido a causa do aumento desse conflito, já que era uma situação pela qual você nunca havia passado e que naturalmente a assustaria.

        É importante que você tenha consciência de sua condição, mas apenas para evitar algum susto ou para dar mais conforto, caso aconteça. No caso do
        paroxismo epiletiformes, gostaria de estudar melhor isso.

        São várias alterações cerebrais que eu vejo relacionadas entre se, que vão desde distúrbio do sono, sonhos lúcidos, epilepsia, ambidestria, autodidata e personalidade empreendedora, será muito interessante para mim conhecer melhor isso.

        Obrigado pelas informações e fique a vontade para comentar.

        Abraços

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        Comentário por icommercepage | dezembro 1, 2012

  12. Meu irmao tem crisses constantes minha familia sofre muito.hoje mesmo ele teve varias crises.

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    Comentário por Maria da conceiçao senna | dezembro 1, 2012 | Responder

    • Olá Maria:

      Em casos assim, é preciso um acompanhamento médico e tratamento, mas é bom procurar mantê-lo o mais calmo possível.

      Para ficar calmo, é preciso conversar com ele e tentar descobrir o que é importante para ele, para investigar o que está deixando ele tão perturbado.

      Provavelmente o problema dele seja mais grave e não seja só psicológico, mas é bom ficar atento.

      Muito cuidado na hora de deitá-lo de lado, para posição que a cabeça está virada, evitando que ele se afogue.

      Espero que consiga tratar e melhorar esse estado, já que até os casos gravíssimos foram sempre tratados.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | dezembro 1, 2012 | Responder

  13. […] O que uma pessoa com epilepsia sente […]

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    Pingback por Sociedade programada « Made in Blog | dezembro 12, 2012 | Responder

  14. ola,meu filho tem crise e ele canta em uma banda,isso pode fazer com que,ele tem crise com frequencia? ele só ataca dormindo é normal? ele fez td exame,tomou remédio receitado pelo médico e parou para tomar remedio casseiro sera que fez bem?

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    Comentário por silvanete souza | dezembro 13, 2012 | Responder

    • Olá Silvanete:

      Em minha família, nenhum de nós nunca teve crise dormindo. A epilepsia tem muito a ver coma parte psicológica e é estranho que seu filho tenha ataques justamente quando dorme.

      Eu também nunca vi um remédio caseiro, apesar de conhecer muita simpatia. Se os ataques pioraram, certamente ele fez a escolha errada.

      Muita atenção para o que diz a ciência: A ciência diz que luzes podem agravar o problema, inclusive tv e computador, entretanto, isso nunca aconteceu comigo.

      É importante o acompanhamento do médico, em épocas de crises frequentes porém o mais importante é mantê-lo muito calmo e protegido.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | dezembro 13, 2012 | Responder

  15. ei janio! me chamo lucas tenho 21 anos de idade, e ja fui epilético, a doença me pegou quando eu tinha 5 anos de idade, minha epilepsia era profunda, eu desmaiava ate 3 vezes por dia, começava com esse tipo de transe mencionado na sua história acima, depois vinha a crise epiletica e por fim o desmaio, quando acordava sentia fortes dores de cabeça nao me lembrava do que havia acontecido e ficava atordoado durante algumas horas, hoje ja nao desmaio, e minha ultima crise foi em setembro, mes de outubro nao tive crise, mas crise sem convulçoes e desmaios so a crise, estou tratando com um terapeuta que meche com homeopatias, que sao remedios naturais manipulados, foi usando esses remedios que nao tive a Crise no mes de setembro, estou tratando pq ainda sinto naquele estado de “Transe” dura em media uns 2 a 3 segundos, comparado a anos atras durava minutos, hj so sinto o transe, mas nao sei como sair dele, passo por isso varias vezes ao dia, nunca me passou pela cabeça que pudece ser um tipo de transe, sempre disse aos medicos que sentia tonturas, nao tinha conhecimento nem explicaçoes exatas para oque eu sentia, mas fiquei curioso ao saber que vc conseguia fugir do transe, uma vez na vida eu entrei no estado de transe e quando a crise começou eu fiz um esforço mental muito forte como uma consentração e consegui cortar a crise no inicio, depois nunca mais consegui, nao sei como sair do transe, ele vem forte, me atordoa deixa meu raciocínio lerdo se eu estiver andando ou fazendo algum movimento eu travo e sinto como se estivesse fora do meu corpo desantenado fora do ar, vc poderia me ajudar passando alguma experiencia sua?

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    Comentário por Lucas Correa | dezembro 14, 2012 | Responder

  16. corrigindo eu disse quando eu disse: foi usando esses remedios que nao tive a Crise no mes de setembro. troquei o mes, era pra digitar outubro rsrs foi mal

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    Comentário por Lucas Correa | dezembro 14, 2012 | Responder

    • Olá Lucas:

      Vou lhe dizer mais ou menos como eu descobri como sair do transe, mas adianto-lhe que a fuga não é o melhor caminho, já que a epilepsia é uma forma de desabafo do cérebro/mente.

      É muito importante que você converse com pessoas que tem o problema, foi assim que eu descobri como era e como sair.

      O meu irmão disse que ficava meio aéreo, como se estivesse com sono, mas acordado. Acontece que eu já sentia isso, mas nunca havia entrado em transe, já que era muito jovem e dificilmente ficava parado.

      Em algum momento do dia, o meu olhar concentrava-se em um ponto fixo e tudo começava a ficar distorcido. Como eu achava isso muito relaxante, eu me divertia muito com as imagens distorcidas.

      Quanto eu tomei conhecimento dos sintomas da epilepsia, passei a forçar a saída desse tipo de “meditação”, só não sei se isso foi bom ou não.

      O fato é que quando os meus olhos se fixavam num ponto específico, eu passei a balançar a cabeça, tentando acordar os olhos, tirando-os do estado hipnótico. Eu sabia que isso não era bom, por isso, eu só fazia isso quando estava em público e não quando estava em casa, quando o transe era extremamente benéfico.

      Acontece que o transe acontecia mais na escola e às vezes eu era forçado a dar pequenos tapinhas. O melhor mesmo era banhar o rosto na água fria do banheiro.

      Se você estiver dirigindo, o melhor é parar e esperar que esteja totalmente desperto para continuar. O segredo não é fugir do transe mas descobrir o que está errado em sua vida e como resolver.

      Entretanto, se o problema não for psicológico e for físico, com fortes traumas no cérebro, nesse caso, é melhor o acompanhamento médico.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | dezembro 14, 2012 | Responder

  17. ja passei por varios medicos neurologistas aff, esse transe ou tontura nao sei bem como se chama, acabei de sentir agora mesmo nesse instante mas como eu disse leva apenas alguns segundos, mas acontece muitas vezes ao dia, nao me sinto confortável, pois me deixa mais lerdo, a minha respiraçoa fica diferente e se for muito forte o sheiro do ar ate muda, o peito aperta a visao borra e seinto calafrios meu corpo parece esfriar, se for muito forte tambem eu perco equilibrio as pernas enfraquecem, parece que nao estou no meu corpo, e isso pra mim e diferente do seu, por que eu sinto um mal estar ao invés de alívio talvez o meu seja diferente do seu, e quando entro nisso, mesmo no transe,eu ainda reconheço as vozes que falam comigo o lugar onde estou, e como se meu corpo falha-se e minha mente continua-se ativa; mas obrigado pela sua resposta amigo ^^

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    Comentário por Lucas Correa | dezembro 14, 2012 | Responder

    • Olá Lucas:

      Pelo que você está falando, realmente é bem diferente, são muitos sintomas que nem entre as pessoas que passaram por aqui relataram tanto.

      Eu fiquei pensando comigo: ou a sua epilepsia é muito forte e, portanto, nós desconhecemos, ou há alguma coisa a mais que uma simples epilepsia.

      Eu vejo a epilepsia como um desabafo, um sintoma de mente perturbada por algo.

      Eu gostaria de saber o que o clínico geral falou pois, pelo fato de você ser epiléptico, um clínico poderia facilmente te encaminhar para um neurologista. Agora, vamos imaginar que você revelasse todos esses sintomas, mas sem dizer que é epiléptico.

      Frio no corpo, desmaio, tontura, transe, aperto no peito, visão embaralhada, calafrios, tontura…

      Será que a epilepsia é só um sintoma de um outro problema que você possa estar tendo? Você dorme bem? Já verificou a pressão?

      Tome cuidado héim? A epilepsia não dura apenas alguns segundos e não costuma ser um problema de saúde, mas sim o sintoma de um outro problema ao qual você não está conseguindo lidar.

      Pelo menos você já passou pelo neurologista, o que descarta vários problemas mais sérios, mas seria bom voltar ao clínico geral, não para tomar remédio sem saber o que você tem, mas para seguir outra linha de investigação.

      Boa saúde.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | dezembro 15, 2012 | Responder

  18. os medicos me disseram que ja nao sou mais epiletico, eu fico perdido nisso tudo, mas estou apostando no terapeuta que trata com remedios naturais, se nao der certo meu pai vai dar um jeito de me levar a sao paula e fazer exames mais profundos e se preciso algum tipo de cirurgia..

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    Comentário por Lucas Correa | dezembro 15, 2012 | Responder

    • Olá Lucas:

      Considerando-se a epilepsia, os desmaios poderiam ser um “ameaço” de epilepsia, também chamado de vertigem , isso ocorre quando uma pessoa epiléptica está em choque ou traumatizada com alguma coisa, psicológico, ou quando a pessoa sofre uma pancada na cabeça, geralmente em educação física.

      Se você sente isso, é porque você está com a epilepsia sob controle, mas deve sempre resolver seus traumas, medos, etc.

      Não há um tempo certo para uma pessoa resolver seus traumas psicológicos, principalmente se for subconsciente, mas é bom estar atento ao básico: boa alimentação, dormir bem, evitar uma vida sedentária, etc.

      Cirurgia só em casos graves, não é bom deixar os médicos ficar mexendo na cabeça da gente, pelo menos na minha opinião.

      Muita saúde para você e espero que encontre a combinação de tratamento certo.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | dezembro 16, 2012 | Responder

  19. obrigado pela orientação..

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    Comentário por Lucas Correa | dezembro 16, 2012 | Responder

  20. Eu tive alguns ataques epiléticos e foi diferente de certa maneira… No dia anterior eu sentia muita dor de cabeça muita mesmo, ai no outro dia de manhã quando eu levantei pra ir pra escola eu já não estava me sentindo bem, eu sentia muita nausea e ancia de vomito, sentei pra ver se passava… Ai simplesmente eu cai prá tras desmaiada de certa forma e começaram os ataques eu me batia muito forte, mas eu sabia de tudo o que estava acontecendo, eu sabia que estava me batendo mas não conseguia parar, eu ouvia minha mãe chamando meu nome desesperada, meu pai me segurando e o mau irmão gritando ao redor de mim apavorado, mas eu não conseguia controlar, quando passou o ataque eu não enxergava nada, estava tudo preto, como se eu estivesse com os olhos fechados a fiquei assim por uns 10 ou 15 minutos até chegar ao hospital, eu sentia muito sono quase incontrolavel, quando eu cheguei no hospital eu já estava me sentindo bem , ai eu sentei lá pra esperar o atendimento quando desmaiei de novo e aconteceu tudo igual antes me carregaram pro pronto socorro e me deram várias injeções, eu fiquei em observação das 7:30h até perto do meio dia tomando soro… ai eu já estava me sentindo muito bem a médica veio e me deu alta.. Sai do hospital e sentei num banco esperando meu pai trazer o carro,, quando eu sentei senti um choque horrivel que subiu das costas até na cabeça, e começou tudo novamente 😦 ai fiquei lá no hospitall até de noite, quando veio uma enfermeira tirar o meu soro pra mim ir pra casa, ela tirou o catéter do meu braço e eu cai pra tras e desmaiei, eles me internaram eu fiquei lá por uma semana fazendo vários exames… Depois de uma semana a médica me deu a alta e me falou simplesmente que não tinha aparecido nada nos exames e que ninguém sabia o que eu tinha.. depois sofri mto com dores de cabeça horriveis coisa que eu não tinha antes dos ataques , e ainda não descobriram o que eu tenho.

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    Comentário por Luana | janeiro 25, 2013 | Responder

    • Olá Luana:

      A epilepsia em si não tem problema, é apenas um sintoma, uma reação psíquica, mostrando que o organismo não está aceitando esta nova condição. O problema é o que se esconde por trás disso.

      Se fossem só problemas mentais, tudo bem, isso poderia ser bem trabalhado com tratamento psiquiátrico e psicológico, inclusive com a ajuda da família, mas há problemas físicos, provocados por traumas, acidentes, pancadas na cabeça, etc.

      Você deve continuar atenta e seria bom até fazer algum tratamento, o atendimento de pronto-socorro não é considerado um tratamento.

      Eu também tenho tido muitas dores de cabeça, mas não sem motivo, eu sempre levo alguma pancada na cabeça pois moro numa cidade violenta, além disso, já fui assaltado pelo menos seis vezes onde trabalhava e sofri muitos traumas.

      Só as dores de cabeça em si, já seria um motivo para você ter um ataque epiléptico, mas pela sua descrição detalhada, você teve náuseas, perdeu a visão, etc., até onde eu sei, isso não me parece muito normal não, inclusive as dores de cabeça que pode não ser nada, mas não é bom deixar de fazer alguns exames, encaminhados pelos médicos, naturalmente.

      Use sempre a epilepsia a seu favor, como um termômetro de suas condições físicas e mentais.

      Muita saúde e Abraços.

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      Comentário por icommercepage | janeiro 26, 2013 | Responder

  21. MEU NOME E JULIA TENHO TIDO ALGUMAS CRISES MAIS AS VESES POR OUVIR TUDO E SENTIR UMA SENSAÇAO ESTRANHA COMO PODENDO CONTROLAR QUANDO ESTOU EM PUBLICO MAIS SE EU ESTIVER SO DIFICIOMENTE EU CONSIGO ME CONTROLAR AI QUANDO VEJO JA ESTOU DESFALECENDO AI NAO TENHO MAIS CONTROLE E AS VESES PENÇO Q ESTOU FICANDO LOUCA OU ATE MESMO COM UMA CRISE PSICOLOGICA

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    Comentário por ALCIONE JULIA | março 18, 2013 | Responder

    • Olá Alcione Júlia:

      Não tem problema.

      Se você consegue abortar em público, não se esqueça que a crise é benigna e que você não precisa evitar quando estiver em um lugar seguro.

      Esse desabafo mental é importante para evitar problemas maiores, como derrames cerebrais ou até um ataque no coração.

      Só tome o cuidado de deitar do lado que o próprio corpo está indicando, para que a saliva não o afogue e para evitar distensão grave nos músculos.

      A epilepsia é muito útil, afinal de contas.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | março 19, 2013 | Responder

  22. tenho crises a auguns anos mais a gora esta aumentando tenho com mais frequencia as veses penso sera q e porcausa idade percebi que e inevitavel uma ou mais crises quando estou mestruada muitas veses consigo evitar a crise mais se eu ficar muito tempo evitando a minha mente se enfraquece nao consigo pensar direito parese q o cerebro enfraqueçe vc para ele te dominarquando vejo q esta muito perto e que eu nao vou consequir evitar procuro um lugar vasilu aonde nao tem ninguem ai eu cento mais eu sinto que quando eu me cento eu me entrego a crise po isso eu nao gosto de ficar so e estranho porq parece q algo esta tomando sua mente vc nao quer, mais nao conseque quando começo a sair de mim comeco a dizer nao nao e me segurar em algo mais quando estou quase voutando em mim estou no chao as veses molhada de xixi com o rosto molhado sinto uma sensaçao boa aus poucos vou voutando ate ficar bem mais ainda um pouco aeria´e ai que penço esta ficando louca por que que simplesmente nao caio em qualquer lugar sem me controlar como augunhas pessoas porque q eu sei quando vou ter uma crise nao gosto disso e orivel tem preconseito eu tenho de mim mesma nao quero isso pra mim mais quando estou quase temdo a crise eu gosto eu acho q o cerebro passa uma sensaçao boa para que vc nao confronte comu uma defesa

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    Comentário por Julia silva | março 19, 2013 | Responder

  23. Olá Júlia:

    É natural que a crise aumente naqueles dias, quando o sistema nervoso fica mais abalado, mas fique atenta, pois seus problemas psicológicos podem ser resolvidos naturalmente ou com a ajuda de um médico. Também há possibilidades de haver problemas físicos, quando você sofre um acidente, nesse caso é mais sério.

    Caso sinta que o problema está aumentando e incomodando, não se acanhe, procure um médico.

    ABS

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    Comentário por icommercepage | março 20, 2013 | Responder

  24. minha mãe tem epilepsia, mais eu nao tenho doença,porque?

    E minha mãe não aceita a doença, deixa de tomar os remedios e tem muitas crises isso afeta a mente da pessoa,

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    Comentário por Ananda | abril 7, 2013 | Responder

    • Olá Ananda:

      Apesar da epilepsia ser muito comum, na maioria dos casos não é um problema grave, por isso não há motivo para preocupação.

      Eu não vejo a epilepsia como uma doença, mas como um sintoma de uma condição psicológica. Normalmente são as pessoas mais sensíveis que tem esse problemas psicológico.

      Geneticamente você tem, mas deve ser tão calma que não desenvolve o sintoma. Se sua mãe tem muitas crises, seria bom que ela fizesse o tratamento, inclusive psiquiátrico.

      É preciso deitar do lado certo e ficar muito calmo(a) na hora do ataque, infelizmente, as pessoas que não conhecem o problema, atrapalham na hora de ajudar.

      Espero que sua mãe se acalme, e você pode ajudar a trazer essa paz para ela.

      Boa sorte.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | abril 7, 2013 | Responder

    • oi amanda vc ja tentou conversar com ela sobre o que ela sente antes de ter uma crise eu sei que a minha mae quando ia ter uma crise ela ficava diferente e eu percebia q ela ia ter ai as veses eu chamava a atençao dela e consequia empedir a crise e ,poriso q as veses eu consigo evitar a minha crise tambem pois eu sei que e da mente e se vc conversar com ela quem sabe ela aprenda a criar um foco na ora da crise e impedir tambem beijos boa tarde

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      Comentário por julia silva | abril 9, 2013 | Responder

  25. Gostei do blog e querio interagir com outros portadores de eplepsia.

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    Comentário por Cristiane Ribeiro Pereira | maio 1, 2013 | Responder

    • Olá Cristiane:

      Fique a vontade.

      No outro link que está no texto acima, tem e-mail de outro usuário bem interativo.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | maio 2, 2013 | Responder

  26. Qual a diferença de crise convulsiva pra epilepsia ?
    Recentemente tive uma crise convulsiva como forma de desabafo do cerebro,tento lembrar do o que ocorreu na hora mais não consigo porque?

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    Comentário por Ananda | junho 25, 2013 | Responder

    • Olá Ananda:

      A última vez que eu li algo sobre epilepsia, o texto dizia para não confundirmos epilepsia com convulsão. Acontece que a epilepsia é um tipo de convulsão e, até eu, achava que não tinha epilepsia.

      O que eu posso dizer é que os sintomas da epilepsia são claros, por isso são difíceis de serem confundidos, principalmente porque a pessoa vira a cabeça para um lado e fica com os nervos enrijecidos.

      Essa falta de lembrança que você diz, não aconteceu comigo, eu tinha plena consciência. Se você olhar nos textos você vai notar que você não é a única que perde a consciência.

      Eu acho que a perda de memória é normal, em se tratando de cérebro. Eu, por exemplo, não perdi a memória durante um ataque, mas sempre tenho amnésia momentânea.

      Talvez pelo fato de eu abortar a epilepsia, isso esteja ocorrendo involuntariamente.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | junho 25, 2013 | Responder

  27. […] O que uma pessoa com epilepsia sente […]

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    Pingback por Caçadores de sonhos perdidos « Made in Blog | setembro 27, 2013 | Responder

  28. […] O que uma pessoa com epilepsia sente […]

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    Pingback por Palinopsia transforma o cérebro em Matrix « Made in Blog | fevereiro 10, 2014 | Responder

  29. Ola Jânio, sou Stéphane, tenho 22 anos e desde os meus 15 anos sofro com a epilepsia, sei oq vc sente, pois sofro todos os dias com isso tbm, no meu caso, já tentei tomar todos os tipos de remédio, mas nenhum deles até hj fizeram efeito, meu médico disse q a única solução seria uma cirurgia, estou indo atrás disso. Muitas das vezes q sinto q vou passar mal, eu tento segurar, consegui sozinha aprender uma técnica q no meu caso deu um pouco certo, mas não é todas as vezes q consigo segurar, mas quando eu sinto q vou passar mal, percebo q é pq começo a pensar em alguma coisa, quando coloco a mente em funcionamento, eu não posso começar por exemplo a pensar em algo q fiz ontem, semana passada ou q vou fazer amanhã, semana q vem, q ao fato de ativar a memória, vem a crise pra me pegar…As vezes eu caio no chão, saio andando, me machuco com algo ou até msm urino na roupa. Isso ja esta sendo o inferno da minha vida, pois todas as vezes q sinto q vou passar mal, começo a rezar, pedir socorro a Deus e a alguem q esteja perto de mim, pois sei q muitas das vezes vou me machucar. Mas vamos ter fé, pois todos nós iremos nos livrar desse inferno q é ser um epilético, não se importe se um dia tirarem sarro de vc, como já fizeram comigo, pois vc ver uma pessoa passar mal é diferente de estar na pele, de sentir algo tirar sua consciência e te fazendo passar vergonha na frente das pessoas.

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    Comentário por Stéphane Simões | fevereiro 19, 2014 | Responder

    • Olá Stephane:

      A psiquiatria tem ajudado a resolver problemas que se agravam com problemas psicológicos, por isso é muito bom relaxar, fazer umas terapias, mas você disse uma coisa muito importante, quando você pensa, fica lembrando de algo refletindo, tem a crise. A crise diminui quando você está em movimento, por isso, quando seus olhos começam a fixar num pondo, você pode em alguns casos abortar o ataque até estar em um lugar seguro.

      No meu caso, eu via o ataque como uma coisa boa, um desabafo, entretanto, quando demora muito, eu levo um susto danado.

      É difícil saber qual o tipo de epilepsia que você tem, já que você não relatou nenhum acidente. Entretanto, pelo fato da epilepsia tem começado aos 15, imagino que você tem batido a cabeça em algo, o que provocou a epilepsia.

      No caso das epilepsias congênitas, geralmente é psicológica e deve ser trabalhado isso. Naturalmente, uma batida na cabeça tende a piorar.

      Procure relaxar e lembre-se: abortar a epilepsia é importante durante um tempo mas, é preciso liberar isso mais tarde.

      Espero que você melhore mas não esqueça da terapia.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | fevereiro 20, 2014 | Responder

  30. […] O que uma pessoa com epilepsia sente […]

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    Pingback por Descobertas através dos sonhos « Made in Blog | abril 7, 2014 | Responder

  31. Olá,tambem estou tentando conviver com as convulsoes do meu filho,ele tem apenas 1 ano e 8 meses e passa mais tempo internado no hospital do que mesmo em casa…Ele tem convulsoes desde seus 6 meses e ainda nao descobriram as causas d tantas convulsoes com febre e sem febre!!!Um abrço…

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    Comentário por Giuliane Alves | junho 23, 2014 | Responder

    • Olá Giuliane:

      O cérebro é cheio de mistérios não é mesmo.

      Pela idade dele, não poderia ser psicológico, teria de ser físico, entretanto, se ainda não descobriram nada, mesmo com exames, isso demonstra a limitação da medicina, ou porque eles não querem receitar um exame mais caro.

      Quando temos dinheiro, procuramos outras alternativas, mas sem dinheiro tudo fica limitado a vontade de poucos médicos.

      Espero que o bebê melhore.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | junho 24, 2014 | Responder

    • Assim que nasci, alguns meses de vida tive uma crise convulsiva, ao passar do tempo foi que veio as principais crises epilepsia, ou seja so ao 16 anos e hoje tenho 33, as minhas crises era tão grave, que eu cheguei a pesar 48 kg sendo que meu pesso era 60 kg chegava a ter 10 crise por dia e foi se agravando tanto que eu tinha todos os dias, sempre baixando hospitais, sem se falar na quantidade de medicamentos tomados mensalmente, 40 mil mg por mês, foi então que os médicos neurocirurgião disseram seu caso é grave, ou você se submete a cirurgia do hiporcampo e bilateral do cérebro ou você morre! Suas crises já está afetando o lado da memória, foi então que eu mim submeti a cirurgia de epilepsia em 2011, e ainda assim ja fui internada por vários dias nos hospitais, só que agora com menos frequência, e continuando as medicações com grau de potência melhor, voltei a pesar meus 60 kg e hoje tenho crises muito distante das outras, fora isso só fiquei com crises de enxaqueca forte, mais em compensação hoje mesmo com toda essa mg de medicamentos que tomo minha qualidade de vida é outra, indico a cirurgia em casos graves ou epilepsia de difícil controle como o caso da minha, desejo toda sorte possível.

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      Comentário por sandra | janeiro 20, 2015 | Responder

      • Olá Sandra:

        Eu sempre tive receio em falar sobre a tal cirurgia do cérebro, mesmo para as pessoas que estavam decididas a fazer. Acontece que as pessoas não deixavam bem claro o nível de dificuldade que eles tinham.

        Nós sabemos que todos os problemas exigem uma certa adaptação e no caso da epilepsia, por ser também psicológico, é preciso uma certa cautela. Você deixou bem claro que o problema começou na infância e que não havia outra saída.

        Foi muito importante o seu depoimento e seria muito importante se você passasse informações sobre o seu médico, hospital, etc. Eu notei que em alguns casos a cirurgia poderia aliviar o problema.

        ABS

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        Comentário por icommercepage | janeiro 21, 2015

  32. Ola Jânio, tenho ataque á 21 anos desde os meus 16 anos, no começo ñ podia acordar muito cedo q já me dava ataque, depois q tive minha primeira filha as coisas só pioraram, sentia uma tontura e tinha medo de andar sozinha e cair no meio da rua….o medico falou q a tontura ñ é do ataque,q o ataque qnd vai dar ñ avisa, ele falou q tenho labirintite ,mas as vezes q me dá ataque sinto tontura ai vem a crise,Deus é tão maravilhoso cmigo q só me da as crises depois de 3 anos ou as vezes leva ate 5 anos….a ultima me deu em janeiro de 2012…..mas no começo q tive a minha filha tinha crise todos os dias praticamente…..sempre fui uma pessoa muito calma, depois q tive minha filha, tudo me deixa muito nervosa mas é muito mesmo, até os barulho dos carros até o meu filho de 7 anos isso é normal as tonturas também?desde já agradeço….

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    Comentário por simone | julho 28, 2014 | Responder

    • Olá Simone:

      Quem bom que as suas crises não são tão grave.

      Como você deve ter notado nos comentários, há vários tipos de crises diferentes, entretanto, eu também não concordo muito com o seu médio, a epilepsia não só avisa, como também pode ser abortada, quando vose pode dar alguns tapinhas no rosto, mover a cabeça e os olhos durante algum tempo no qual há risco de ataque. Entretanto, não dá para abortar para sempre e, em alguns casos, nem dá para notar, principalmente depois de alguma fratura na cabeça.

      Muita saúde.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | julho 29, 2014 | Responder

  33. Olá, gostaria de mais informaçoes sobre a epilepsia. Estou atendendo uma criança que tem crises, algumas coisas estao acontecendo e não sei se isso é um achar positivo meu ou realmente um avanço inexplicavel. Caso possa me ajudar e responder por email ficaria eternamente grata.
    Abçs

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    Comentário por Bárbara | fevereiro 7, 2015 | Responder

    • Olá Bárbara:

      Eu vou enviar um e-mail, mas a discussão aqui, apesar de ser mais demorada as respostas, é muito interessante pela quantidade de experiências diferentes.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | fevereiro 8, 2015 | Responder

  34. Bom dia, tenho 20 anos e sofro de epilepsia há 2 anos, o primeiro ataque que eu tive foi muito forte, como todos os outros que vieram subsequentes, eu cheguei na parada de ônibus, senti uma dor de cabeça muito forte e 5 segundos depois desmaiei e quando acordei, foi 4 horas depois, já no hospital sem ter nenhuma noção do que tinha acontecido, com o corpo todo dolorido até que me disseram que eu tinha tido uma convulsão e ninguém na minha família tem histórico de epilepsia, nem por parte de mãe ou por parte de pai, depois desse ataque, tive muitos outros tão forte quanto, até que eu comecei a tomar os remédios controlados para tentar amenizar os efeitos, já que no meu caso, eu tinha uma crise total sem ter nenhum componente para que aquilo acontecesse, tive que sair do trabalho, fiquei só na faculdade que quase não pude terminar por causa do problema e posso falar com calma que mesmo eu tendo melhorado bastante em relação aos primeiros ataques e hoje já conseguir controlá-los, tenho medo e raiva por causa de tudo. A epilepsia te põe uma limitação que você não desejou de nenhuma forma e não desejo para ninguém, não posso dirigir, meu trabalho é com um número limitado de horas e por conta própria pois quem quer contratar alguém que vai dar prejuízo para a empresa por faltar vários dias?. Trabalhei 2 meses em um lugar não tão adequado para a minha situação mas se eu falasse pra minha chefe que eu tinha a doença, ia ser demitido na hora, e eu precisava do dinheiro, as pessoas não sabem lidar com você, muitos olham com pena, que pra mim é o pior olhar que se pode existir nessa situação, me sinto inválido, incapacitado por aparentemente eu estar bem mas dentro não. O que eu espero verdadeiramente é que mais lá na frente, as pessoas entendam e possam olhar para nós com mais naturalidade, sem medo, e que para podermos viver uma vida aparentemente normal, as pessoas precisam nos olhar de forma normal.

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    Comentário por Aldo Mota | abril 30, 2015 | Responder

    • Olá Aldo:

      Eu li alguns casos de epilepsia total nos comentários e notei também como são diferentes os casos de ataques epilépticos, a maioria dos epilépticos não aceitam essa condição. Eu fico na dúvida se epilepsia parcial e total sejam tão diferente.

      Pelo que você comentou, você desmaiou com muita dor e isso me fez lembrar dos momentos em que tive ataques: Parecia que eu estava tendo um derrame cerebral ou algo assim, apesar de eu nem saber como era um derrame, pensava nisso por ser a dor na cabeça. Mas não era uma dor de cabeça normal, sentia como se os nervos de minha cabeça se esticassem e minha cabeça ia entortando para o lado esquerdo, parecia que os nervos estivessem mais curto desse lado, e era desse lado que eu deveria me deitar para poder expelir a saliva e poder respirar melhor durante a convulsão.

      Algumas vezes eu tentei resistir, forçar os músculos que insistiam em encolher e eu sentia muita dor e cedia naturalmente. Eu imagino que se eu resistisse mais, teria mais dor e também teria desmaiado de dor.

      Eu gostaria de saber como está a sua situação agora, não do ponto de vista da aparência diante da sociedade ou dos patrões, mas diante da sua própria condição de sobrevivência. Gostaria de saber, por exemplo, se você ainda desmaia ou se apenas tem as convulsões e cai no chão.

      O preconceito faz com que não tenhamos confiança em ninguém para que possa nos auxiliar, evitando que alguém queira nos virar de costas. O epiléptico precisa ficar de lado para expelir a saliva, já que não tem o controle dos músculos da garganta, podendo se afogar, caso fique de costas.

      Fora isso, acho que você não deve ter esse sentimento de inferioridade, deve, sim, acreditar que quem cai pode se levantar várias e várias vezes. Quando a crise é mais frequente a gente prefere trabalhar de maneira independente, mas isso não impede que você possa ter uma atividade que exija mais atenção no futuro.

      Se você fosse um comediante, você poderia fazer piadas sobre isso, exorcizando esse medo. Se as pessoas tem preconceito é porque não sabem o que isso é. Eu nunca tive medo de falar sobre isso, nunca tive medo da epilepsia, até porque vivo numa cidade pequena, entretanto, meus amigos nunca me perguntaram sobre isso.

      O epiléptico sente quando vai ter um ataque e logo procura um lugar para deitar na posição adequada, o problema é quando alguém tenta ajudar. Quando alguém tenta me ajudar, eu grito alto que “eu estou bem, tire as mãos de mim”, ou seja, eu sou direto para evitar que a situação fique pior depois que eu não puder mais falar por causa do travamento dos músculos.

      Obrigado pela sua participação, espero que o problema não o atrapalhe demais para que consiga viver adequadamente.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | maio 1, 2015 | Responder

  35. […] O que uma pessoa com epilepsia sente  […]

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    Pingback por Por que é perigoso beber muita água « Made in Blog | julho 8, 2015 | Responder

  36. Tenho epilepsia a 17 anos meus exames nao constam que tenho mais tenho convulsões peço ajuda pois tomo remedios forte tegretol e gardenol e mais calmate .quero trabalhar viver ….. mais tenho fé q um dia vou ver a cura Deus abençoe a todos .

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    Comentário por Luana | fevereiro 29, 2016 | Responder

    • Olá Luana:

      A epilepsia nem sempre aparece nos exames, a não ser quando há algum traumatismo.

      Não deixe de fazer terapia e procure desacelerar a mente, ou seja, pensar devagar. O estado nervoso e o medo são as grandes causas do agravamento da epilepsia, além dos traumas, naturalmente.

      Deus abençoe.

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      Comentário por icommercepage | março 1, 2016 | Responder

  37. olá gente, a epilepsia é muito comum e fácil de superar as barreiras, Para mim não tem incomodo nenhum com essas reações . Devem estar perguntando porquê eu estou dizendo isso. Eu estou dizendo isso porquê sou uma epiléptica

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    Comentário por lorena | março 26, 2016 | Responder

    • Olá Lorena:

      A calma é sempre a melhor forma de controlar melhor a epilepsia.

      Quando a pessoa está calma, o cérebro desacelera e melhora. Cérebro acelerado, hiperatividade cerebral é uma forma de descrever a epilepsia, em minha opinião, eu acho até que é por isso que as terapias são tão úteis.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | março 26, 2016 | Responder

  38. Não conhecia muito sobre epilepsia, fiquei curiosa depois que uma pessoa conhecida morreu enquanto teve uma crise (não tenho intenção de apavorar pessoas que tem epilepsia) ela tinha 20 anos e não morreu por causa da crise epilética e sim pq ficou debruçada enquanto teve uma crise e morreu asfixiada debruçada na cama, infelizmente ele sentiu enquanto dormia e ninguém pode fazer nada.

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    Comentário por Tamara | abril 28, 2016 | Responder

    • Obrigado pela participação Tamara

      Morte por epilepsia, como você bem observou, é muito raro e eu pessoalmente nunca ouvi falar. Entretanto, a epilepsia exige muito esforço e um certo cuidado na hora da crise, eu me preocupo muito com a respiração. Felizmente temos tempo de deitar de lado e relaxar durante o ataque, o que facilita muito na recuperação rápida.

      Deitar de costas também provoca afogamento e todo epiléptico sabe disso, contudo, ataques durante o sono eu não tenho ouvido não. Epilepsia durante o sono é raro pelo fato de ela ser provocada pelo sistema nervoso, quando a pessoa está instável emocionalmente. No caso de traumatismo é diferente.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | abril 29, 2016 | Responder

  39. Desculpe mas este artigo,é muito lindo,mas nada a ver com quem tem realmente epilepsia.
    Gostaria de ser apenas um desabafo.
    Mas é algo que a gente não quer e não pede…
    Minha epilepsia é tambem hereditaria…
    Mas apenas isto…

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    Comentário por Dani'ela Ribeiro | abril 29, 2016 | Responder

    • Olá Daniela:

      Você precisa se informar mais sobre inconsciência, subconsciência e semi-consciência, além disso, uma terapia sempre ajuda a relaxar. Fora isso, observe os comentários que, em minha modesta opinião, são muito melhores que o artigo, principalmente porque são depoimentos de pessoas epilépticas. Eu, por exemplo, descobri através desses comentários que há vários tipos de epilepsia, em maior e menor intensidade.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | abril 29, 2016 | Responder

  40. Oi suas crises parou? Você tem que idade

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    Comentário por Adriana | junho 9, 2016 | Responder

    • Olá Adriana:

      As minhas crises não são frequentes, ocorrem quando estou no limite. Quando o meu irmão morreu eu tive três crises em menos de 24 horas, mas normalmente demora mais de dez anos.

      Quando fui assaltado, recebi pancadas na cabeça e, como consequência, tive várias vertigens, epilepsia abortada, quando eu chegava a cair, mas apenas uma crise completa que eu tive tempo de fechar a loja e deitar na posição correta.

      O último ataque eu tive quando fui atropelado por um marginal, ja faz mais de cinco anos.

      O segredo é sempre ter muita calma na hora que começa, para evitar que aumente muito a intensidade. Eu nunca fiquei totalmente inconsciente.

      Eu tenho 49 anos e só tenho ataques quando sofro algum acidente, ataques psicológicos eu não tenho mais.

      Eu me lembro de uma crise que foi provocada por um zumbido na cabeça que não me deixava dormir, justamente depois de ser atropelado.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | junho 9, 2016 | Responder

  41. Tenho Isso aí, e quero morrer logo.

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    Comentário por Raí Moreira | junho 22, 2016 | Responder

    • Olá Raí:

      Com pensamento negativo, a epilepsia só tende a piorar. Você precisa fazer uma boa terapia e inverter isso.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | junho 22, 2016 | Responder

  42. meu filho e epilético, persegue algumas pessoas, e nao convive bem com a familia se nao fizer o que ele quer fica agressivo isso tem a ver com a doença?

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    Comentário por aparecida alves | julho 14, 2016 | Responder

    • Olá Aparecida:

      Eu acho que ele precisa urgente de conselhos, terapia ou, pelo menos, participar de alguma igreja ou associação.

      A epilepsia não é motivo para se fazer maldade, entretanto, pessoas epilépticas são extremamente sensíveis, isso é bom, ou podem se sentir frustradas, nesse caso, precisam de ajuda psicológica.

      Não podemos dar liberdade para uma pessoa só porque ela é epiléptica, mas podemos pegar mais leve na parte sentimental.

      Espero que ele caia na real logo.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | julho 14, 2016 | Responder

  43. tenho 29 anos.já tem 3 meses que tive 1 convulção. sera que terei outra ?

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    Comentário por joão Antônio | julho 18, 2016 | Responder

  44. Olá
    A epilepsia e novo pra mim pois alguns dias atrás descobri que minha filha de 3 anos tem essa deficiência. Não sei como lidar e muito menos o que fazer, daqui pra frente e saber tudo que tenho q saber e aprender a conviver com essa deficiência.

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    Comentário por Naiany | agosto 9, 2016 | Responder

    • Olá Naiany:

      Há muitas pessoas epilépticas no mundo e a maioria não gostam de assumir essa condição.

      A fase mais complicada é justamente quando a pessoa é um bebê e depende da proteção da mãe, por isso, o primeiro passo é não demonstrar medo, pois a bebê busca a confiança da mãe.

      Basta ver o lado em que a cabeça da criança está virando e deitar a criança de lado, de maneira que a saliva possa escorrer para o chão sem correr o risco de se afogar. Caso a criança fique de costas ou do lado errado, pode ocorrer uma distensão ou, pior, afogar-se;

      Em seguida é só procurar desacelerar o cérebro hiperativo da criança, conversando devagar, com calma, pedindo para que a criança procure respirar fundo, dizendo que tudo está bem, etç.

      Quando a mãe fica com medo, a criança perde completamente o apoio que deveria ter.

      Caso a epilepsia seja grave, procurar um médico que receite um remédio pode ajudar.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | agosto 9, 2016 | Responder

  45. Olá Jânio! Meu nome é Elias tenho 19 anos e tive minha primeira crise aos 15 anos, e até agora convivendo 4 anos com epilepsia só tive 3 crises com convulsão, eu notei que você falou que não teve experiência com pessoas que tiveram crise dormindo, pois é dessas 3 tive uma durante o sono, gostei também de ver este arquivo pois tinha muitas dúvidas pois na minha fase de criança pra pré adolescente tinha esses sintomas de transes e amnesia momentania e me perguntava “será que outras pessoas tem esses sitomas que sinto ” e não entendis, era um relaxamento , imagens distocidas mas não dava o ataque epilético, e depois na fase adolescente dava estes sintomas e logo após o desmaio e a convulsao, algunhas vezes já fiz isso que você falou de cortar a impinose para eu não focar naquilo, e sempre não tentava construir pensamentos pois aquilo iria me levando ao tranze, me passe experiências ou dicas pro meu caso, Obg.

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    Comentário por Elias | fevereiro 15, 2017 | Responder

    • Olá Elias:

      Como você pode notar nos comentários dos dois posts, há vários sintomas de epilepsia, assim como a intensidade, no seu caso deve ser realmente parecido com a minha.

      O mais importante em nosso caso é não ter tanto medo de epilepsia, e explicar para os amigos mais próximos como deve ser o procedimento para ajudar. O ideal na maioria dos casos é nem ajudar muito, apenas deitar de lado a cabeça vira de um lado e é desse lado que a pessoa deve deitar, para evitar o afogamento e distensão no nervo. Caso o procedimento seja correto, a pessoa relaxa rápido e o ataque pode ser tão rápido e leve que a pessoa nem vai notar que teve.

      Vale tudo na hora inclusive xingar um pouco para que as pessoas não tenho a ideia idiota de de deitar de costas o que seria muito desagradável.

      Se você consegue relaxar, fica muito fácil de se livrar do problema. O ambiente na família e fora dela pode interferir.

      O que provocou a minha última epilepsia, foi o zumbido no ouvido que eu tive, depois de ser atropelado, além do zumbido, fiquei com barulho de carroça na cabeça. O zumbido permanece, aprendia conviver com ele, já o barulho de carroça, eu tive de tratar.

      Abortar a epilepsia
      é bom, dependendo da hora, mas uma hora a gente tem de descarregar. O melhor é mudar de ambiente e procurar relaxar, evitar pressão e traumas. Eu sempre joguei futebol e era a única pessoa no mundo que dava duplo mortal de costas sem impulso, pior para a minha cabeça, acidentes eram inevitáveis.

      Eu
      ensinei os meus irmãos a aportarem a epilepsia e eles relaxavam muito, melhoraram porque eu conversava sobre o problema.

      Durante um assalto, eu sofri um trauma sério, voltou a epilepsia, não tinha jeito, mas eu tratei a lesão e melhorou.

      Já faz algum tempo que eu não tenho, mas eu vivo numa cidade pequena e relaxar nunca foi problema.

      Desejo melhoras.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | fevereiro 15, 2017 | Responder

  46. Boa noite!

    Tenho crise de ausencia… Porem toda vez que vou ter a crise parece que ouço alguem falando: jà vai ela passar mal de novo! Ai perco o sentido por alguns segundos e quando volto em si nao me lembro de nada que aconteceu.
    Ja tive crises bem mais fortes a ponto de ate me machucar, hoje estou sofrendo com essas ausencias constantes….
    E sempre que tenho a ausencia fico com a cabeca doendo e sem vontade de fazer nada o dia todo.
    Ja tentei evitar as crises e pedir ajuda mais nunca da tempo… Fico muito troste com minja situacao, sou muito ansiosa mais tambem sou muito alegre…
    Oq sera qie ei poderia fazer pra melhorar minhas crises. Obs: So tomo o fluoxetina e tbm o Carbamazepina

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    Comentário por Tairinis Rodrigues de Matos | abril 4, 2017 | Responder

    • Olá Tairinis:

      A pessoa mais indicada para tratá-la certamente é o médico.

      Eu notei que o seu caso de epilepsia é mais grave que a epilepsia parcial, entretanto, como você pode ter notado nos comentários, é quase unanimidade que a terapia pode melhorar a sua condição. Mesmo que a terapia seja de origem de trauma físico, terapia pode melhorar bastante, como é o caso da yoga.

      Você disse que é ansiosa e eu acredito que isso acelere o cérebro e provoque a epilepsia, então, você precisa relaxar e, mesmo que pareça impossível na hora do ataque, voc~e precisa ter em mente que não pode fazer nada e que deve relaxar.

      Acredito que ginástica e esporte possa ajudar também, desde que seja com moderação.

      Converse com seu médico com calma.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | abril 4, 2017 | Responder

  47. meu nome e icaro tenho uma convulsao estranha sinto tibo que to levando um choque de 10 volts mas passa rapido min sinto triste quando eu volter uma crise eu sinto antes e de noite nao durmo para nao acontece se passa 1:30 da noite a crise vem ai amanheco o dia ai nao acontece

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    Comentário por icaro | fevereiro 21, 2018 | Responder

    • Olá Ícaro:

      Ter choques é uma condição séria, eu tive isso depois de ficar em coma depois de uma cirurgia. O problema foi causado por reação à anestesia.

      Seria bom conversar com um médico, até porque isso pode não ser epilepsia.

      ABS

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      Comentário por icommercepage | fevereiro 23, 2018 | Responder

  48. i

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    Comentário por icaro | fevereiro 21, 2018 | Responder


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