Made in Blog

Política, curiosidades, notícias, entretenimento, blogosfera,

Forte explosão atinge região do Aeroporto Internacional de Damasco

segredo terrorista

Terrorismo Comercial

Da EFE

Uma forte explosão atingiu hoje (27) a região onde está localizado o Aeroporto Internacional de Damasco, na Síria, de acordo com informações do Observatório Sírio de Direitos Humanos, que não deu mais detalhes sobre o fato. A informação é da Agência EFE.

A ONG, que não fala sobre possíveis vítimas, acrescentou que tanto as causas, como a origem da explosão ainda são desconhecidas. Além disso, afirmou que a explosão foi ouvida a vários quilômetros de distância.

Até o momento, as autoridades não fizeram nenhuma referência sobre o incidente.

O Aeroporto Internacional de Damasco e a a estrada que une a capital com o Líbano são os únicos pontos que ligam a Síria com o exterior, já que o restante das fronteiras terrestres estão cortadas por grupos rebeldes e islamitas, milícias curdas e a organização jihadista Estado Islâmico.

Edição: Lidia Neves

 

abril 27, 2017 Posted by | Internacional | , | Deixe um comentário

Macron e Le Pen disputarão segundo turno na França no dia 7 de maio

Das Agências Télam e Lusa

O segundo turno das eleições presidenciais na França será no dia 7 de maio. O liberal Emmanuel Macron e a candidata de extrema-direita Marine Le Pen vão disputar os votos dos eleitores. Segundo levantamento da consultoria Ipsos, Macron obteve 23,7% dos votos e Le Pen 21,7%. As informações são da Agência Telam, com base em pesquisas de boca de urna.

Aos 39 anos, Macron espera tornar-se o presidente mais jovem do país, enquanto Marine, líder da Frente Nacional, tenta ser a primeira mulher  a alcançar o posto de chefe de Estado.

Seis pessoas ficaram feridas, incluindo três agentes das forças de segurança, e 29 foram detidas em protestos contra o resultado do primeiro turno das eleições presidenciais da França neste domingo, em Paris,  anunciou a agência Lusa.

Edição: Amanda Cieglinski/Kleber Sampaio

abril 24, 2017 Posted by | Internacional | , , , | Deixe um comentário

Ataque talibã deixa pelo menos 140 mortos no Afeganistão

tremor 7.9
Da Telám

O ataque perpetrado ontem (21) por um grupo de talibãs vestidos como militares contra uma base do Exército afegão provocou a morte de pelo menos 140 pessoas e deixou 160 feridos, segundo informado oficialmente hoje (22).

O atentado aconteceu em um centro de comando do Exército a poucos quilômetros de Mazar-e Sharif, capital de Balkh, quando um grupo de talibãs aproximou-se de três veículos militares portando documentos falsos e lançou um projétil contra a entrada da base militar.

Em seguida, dez homens do grupo dirigiram-se a uma mesquita dentro da base, onde soldados participavam das tradicionais orações de sexta-feira antes da ceia, conforme informou o presidente do Conselho Provincial de Balkh, Mohammad Ibrahim Jair Andesh à agência alemã de notícias DPA.

Os talibãs, por sua vez, asseguram ter matado e ferido mais de 500 soldados. O grupo jihadista indicou que quatro autores do ataque eram antigos soldados que haviam servido naquela base e, portanto, conheciam as instalações. As informações ainda não foram confirmadas.

Agência Brasil

abril 22, 2017 Posted by | Internacional | , , | Deixe um comentário

Justiça suspende oito execuções de pena de morte nos EUA

Pena de Morte

Leandra Felipe – Correspondente da Agência Brasil

O estado do Arkansas, nos Estados Unidos (EUA), enfrenta uma batalha judicial para conseguir executar, no prazo de 11 dias, oito condenados à pena de morte. A corrida judicial é para conseguir usar uma droga letal antes do vencimento do produto. Uma demanda judicial do fabricante de uma das drogas usadas no coquetel letal levou o Supremo Tribunal Estadual a suspender, na quarta-feira (19), as execuções.

O estado anunciou que vai recorrer à Suprema Corte. Entretanto, o processo ainda não foi acatado. Na terça-feira (18), a Suprema Corte já havia dito que não interviria em uma decisão estadual anterior, que suspendeu as primeiras duas sentenças, que seriam executadas na segunda-feira (17). Mesmo assim, o Arkansas espera tentar novamente um recurso na Suprema Corte.

A injeção letal é composta por três drogas. Uma delas, o Midazolam, vence no final deste mês. Por isso, o Arcankas decidiu fazer as oito execuções em série, em 11 dias. O estado não executa condenados à morte há 12 anos. De acordo com o governo, não há como obter o medicamento novamente junto ao fabricante.

A demanda judicial, que deu origem à suspensão das execuções, veio do laboratório McKesson, que fabrica o Brometo de Pancurônio, um relaxante muscular usado no coquetel.

A companhia farmacêutica processou o estado do Arcankas, alegando ter vendido o medicamento para outros fins. Segundo a empresa, ao comprar a substância, o governo do Arkansas omitiu que o produto seria usado para execuções.

A McKesson afirmou que “nunca teria vendido a droga se soubesse que a substância seria usada, pelo estado, para o coquetel letal”. Na defesa, o estado argumentou que não tem conseguido obter a droga de outras fontes.

Os estados norte-americanos que adotam a pena de morte têm tido cada vez mais dificuldade para obter os medicamentos junto às indústrias farmacêuticas que, nos últimos anos, começaram a negar o fornecimento.

Em recentes execuções, os condenados teriam sofrido e agonizado antes de morrer, com o uso dos coquetéis, o que trouxe uma discussão ética sobre a eficácia do coquetel adotado.

No ano passado, um condenado à morte tossiu e ficou 13 minutos ofegante antes de morrer, durante execução no Alabama. Em 2015, execuções que trouxeram sofrimento prolongado aos condenados  acenderam o debate.

Nas execuções programadas do Arkansas há três presos que lutam para reverter a sentença. Um deles é Stacey Johnson, que foi considerado culpado de um assassinato em 1993 e de agressão sexual. O caso de Johnson voltou ao tribunal nesta semana, porque a defesa afirma ter conseguido evidências de DNA que podem inocentá-lo. A execução estava programada para hoje (20).

Edição: Maria Claudia
 
 
 

abril 21, 2017 Posted by | Internacional | , , , | Deixe um comentário

Trump determina que levantamento de sanções contra o Irã seja revisto

maluco e inconsequente

Presidênte Trump

Da Agência EFE

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, determinou uma revisão no levantamento das sanções contra o Irã em virtude do acordo nuclear de 2015, que Teerã cumpriu até agora. As informações são da Agência EFE.

“O Departamento de Estado certificou que, em 18 de abril, o Irã está cumprindo seus compromissos”, adotados no pacto nuclear assinado em julho de 2015 com os EUA e mais cinco potências.

No entanto, o Departamento de Estado mostrou preocupação pelo papel do Irã “como Estado patrocinador do terrorismo”. Ele alertou o Congresso para avaliar se a ordem de Trump sobre o levantamento das sanções é de apoio à segurança nacional dos EUA.

“O Irã continua sendo um patrocinador de destaque do terrorismo por meio de muitos métodos e plataformas”, afirmou o secretário de Estado, Rex Tillerson, em carta enviada ao presidente do Congresso, Paul Ryan.

O pacto nuclear de 2015 estabeleceu o levantamento das sanções internacionais contra o Irã, em troca de o país limitar sua capacidade atômica e permitir o monitoramento de programa nuclear.

Agência Brasil

 

abril 19, 2017 Posted by | Internacional | , , | Deixe um comentário

Falsos disparos criam caos e deixam vários feridos em Nova York

alerta máximo

Terrorismo Americano

Da Agência EFE

Várias pessoas ficaram feridas neste domingo (16) em Nova York por causa do pânico criado pela crença de que tinham sido feitos disparos em um parque de diversões, o segundo incidente deste tipo registrado nos últimos dias.

De acordo com fontes da polícia e dos bombeiros citados pela rede de televisão CBS, o fato aconteceu perto do parque de atrações de Coney Island, um dos lugares favoritos da população para desfrutar das praias locais.

Aparentemente, houve uma briga no parque, com uma pessoa detida e algumas garrafas de vidro quebradas, e um dos fortes ruídos gerou a crença de que se tratava de um tiro, o que criou o caos.

No entanto, fontes policiais negaram que tenha havido um tiroteio no local. “Qualquer relatório sobre disparos na área do parque recreativo de Coney Island é falso. Não foram feitos disparos”, disse o esquadrão de polícia da região. Os relatórios dão conta de vários feridos, sem detalhar o número, que foram tratados com ferimentos leves.

Na noite de sexta-feira passada (14) houve uma situação parecida na estação de trens Penn Station, de Manhattan, ao começar o pânico por causa de falsos disparos, em um incidente que causou ferimentos leves em 16 pessoas.

Edição: Kleber Sampaio

abril 17, 2017 Posted by | Internacional | , , | Deixe um comentário

Combates contra Estado Islâmico matam 25 membros das Forças da Síria Democrática

Da EFE

Pelo menos 25 combatentes das Forças da Síria Democrática, uma aliança armada liderada por milícias curdas, morreram nos dois últimos dias em confrontos com o grupo terrorista Estado Islâmico nas imediações da cidade da Al Tabqa, informaram nesta quinta-feira ativistas. As informações são da agência de notícias EFE.

segredo terrorista

Terrorismo Comercial

Segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos, os enfrentamentos ocorreram em zonas ao leste, sul e oeste da Al Tabqa, situada na província nordeste síria da Al Raqqa.A ONG informou que o Estado Islâmico também sofreu um número indeterminado de baixas nessa área, onde os jihadistas tratam de repelir a ofensiva das Forças da Síria Democrática na Al Tabqa.

Essa área, situada a 62 quilômetros ao oeste da cidade de Al Raqqa, capital estadual e no passado um dos principais centros de segurança do Estado Islâmico, é alvo de um ataque das Forças da Síria Democrática, que conseguiram sitiar o local e agora tentam progredir para invadi-lo.

Al Tabqa está perto da Represa do Eufrates, a maior da Síria e que também está sitiada pelas Forças da Síria Democrática.

Essa aliança armada, que tem o apoio dos aviões da coligação internacional e de forças especiais dos Estados Unidos, anunciou hoje (13) o começo do quarto período de sua ofensiva para expulsar ao Estado Islâmico de Al Raaqa.

Neste período, as Forças da Síria Democrática centrarão suas operações no vale de Yalab e em áreas do norte da região.

Agência Brasil
 

abril 13, 2017 Posted by | Internacional | , , | Deixe um comentário

Protesto de professores em Buenos Aires termina com vários detidos

farsa do descobrimento

Descobrimento da América

Da Agência EFE

A polícia da Argentina encerrou ontem (9) uma manifestação de professores em frente ao Congresso Nacional, em Buenos Aires. A ação terminou com vários detidos e gerou fortes críticas pela suposta violência aplicada.

Pouco depois do meio-dia, professores tentaram instalar uma tenda branca na praça onde está localizado o Parlamento argentino, com o objetivo de convocar uma mesa de negociação salarial nacional.

Segundo informações do Ministério do Ambiente e Espaço Público, o grupo quis instalar a tenda “sem nenhum tipo de permissão”, causando “atos de infração pelo mau uso do espaço público”. Em um comunicado divulgado pela agência de notícias estatal Télam, os policiais “sugeriram a retirada” da estrutura.

Vídeos publicados em redes sociais e em emissoras de TV locais mostram o confronto entre os agentes e manifestantes, que acusam os policiais de terem lançado gás de pimenta no início do desalojamento. As informações são da agência EFE.

Professores são detidos

O defensor público da Grande Buenos Aires, Alejandro Amor, disse que dois professores foram detidos e “feridos pelas ações repressivas das forças de segurança”, mas que já foram libertados. Além disso, diversos grupos de esquerda e sindicatos criticaram a ação da polícia.

“Um país onde o governo e a polícia agridem os professores é um país sem futuro. Não podem lançar gás de pimenta e reprimir desta maneira. Não é assim que se constrói a pátria”, afirmou, em frente ao Congresso, o secretário do Sindicato Unificado dos Trabalhadores da Educação da Província de Buenos Aires, Roberto Baradel.

Agência Brasil
 

abril 10, 2017 Posted by | Internacional | , | Deixe um comentário

Suposto bombardeio da coalizão mata ao menos 15 civis em Al Raqqa, na Síria

a história se repete

Perigo de Guerra

Da Agência EFE

Pelo menos 15 civis morreram neste sábado por bombardeios de aviões que supostamente pertenciam à coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos, perto da cidade de Al Raqqa, na Síria, informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH). As informações são da agência de notícias EFE.

Entre os mortos no bombardeio, realizado na cidade de Hunaida, se encontram quatro crianças, segundo o OSDH, que também informou que há vários feridos em estado grave.

A província de Al Raqqa, no nordeste da Síria, é o principal santuário do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) e alvo de uma ofensiva das Forças da Síria Democrática (FSD), milícias lideradas pelos curdos, que contam com apoio da coalizão internacional.

Segundo o OSDH, desde o dia 1º de março morreram cerca de 220 civis, entre eles 36 menores de idade, pelos bombardeios realizados em Al Raqqa, incluindo o de hoje (8).

As FSD, que contam com o apoio dos aviões da coalizão internacional e de forças especiais dos EUA no terreno, iniciaram no dia 6 de novembro a ofensiva “Ira do Eufrates” com o objetivo de expulsar o EI de Al Raqqa.

As milícias estão a poucos quilômetros de Al Raqqa e estão tentando cercar totalmente a cidade, antes de avançar rumo ao interior da cidade, que é considerada a “capital” dos territórios controlados pelo EI.

Edição: Amanda Cieglinski
 
 

abril 8, 2017 Posted by | Internacional | , , | Deixe um comentário

Conselho de Segurança da ONU debaterá hoje ataque dos EUA à Síria

Da Agência EFE

O Conselho de Segurança da ONU deve se reunir nesta sexta-feira (7) após o bombardeio efetuado nas últimas horas pelos Estados Unidos contra uma base aérea na Síria, anteciparam fontes diplomáticas. A informação é da Agência EFE.

O encontro será às 11h30 (12h30 em Brasília) depois que a Bolívia, um dos integrantes não permanentes do Conselho de Segurança, ter solicitado uma sessão de urgência.

Imagem de Divulgação da Marinha norte-americana mostra o lançamento de um míssil guiado destroyer em ofensiva contra uma base aérea síria
Imagem de Divulgação da Marinha norte-americana mostra o lançamento de um míssil guiado destroyer em ofensiva contra uma base aérea síriaImagem de divulgação/Marinha dos EUA

Os 15 países do conselho discutiram ontem (6), sem sucesso, sobre aplicar uma resolução de resposta ao uso de armas químicas na Síria durante uma reunião a portas fechadas, antes que os Estados Unidos lançassem seu ataque contra a base aérea na Síria.

No dia anterior, a embaixadora americana na ONU, Nikki Haley, tinha alertado no Conselho de Segurança, que se o bloqueio continuasse, seu país poderia fazer uma ação unilateral.

Essa advertência se traduziu finalmente no lançamento de 59 mísseis tomahawk contra a base aérea de Shayrat, de onde os Estados Unidos acreditam que partiram os aviões que fizeram o ataque químico na terça-feira (4), que matou cerca de 80 pessoas na cidade de Khan Sheikhoun.

Por enquanto, os aliados dos EUA apoiaram a decisão do presidente Donald Trump, enquanto a Rússia a considerou uma “agressão” e advertiu que haverá consequências.

“O presidente [Vladimir] Putin considera que os ataques americanos na Síria são uma agressão contra um Estado soberano e uma violação do direito internacional e, além disso, foram justificados por um pretexto inventado”, disse hoje à imprensa o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov.

Além disso, a Rússia suspendeu a coordenação militar que tinha com os Estados Unidos na Síria em resposta ao ataque.

Agência Brasil
 

abril 7, 2017 Posted by | Internacional | , | Deixe um comentário

Mais da metade da população da Somália precisa de ajuda humanitária urgente

Jèssica Martorell – da Agência EFE
Um homem conduz seu rebanho de ovelhas o único sustento de sua família em busca de água para os animais, na cidade de Bandarbeyla
Um homem conduz seu rebanho de ovelhas – o único sustento de sua família – em busca de água para os animais, na cidade de Bandarbeyla. O Conselho de Segurança da ONU já pediu ajuda para dar assistência a 6,2 milhões de somalis – metade da população do país, que enfrentam a fome por causa da seca prolongadaDai Kurokawa/EPA/Agência EFE

Pela primeira vez em seus 70 anos, Hassan Samanthar teve que deixar para trás sua família para percorrer mais de 600 quilômetros com suas cabras em busca de água e pasto. Mas a esperada chuva não chega à Somália, onde os animais já começaram a morrer e a população está à beira de uma crise de fome.

Ele é um dos muitos somalis que fugiram com seu rebanho em busca de algum pasto em direção a Bandar Beyla, no Nordeste do país, onde, em pleno deserto, o calor não dá trégua e comida e água praticamente não existem.

“Não temos comida nem água”, contou fatigado à Agência EFE o senhor que começou há dois meses esta dura travessia, a partir da aldeia de Galkayo, no Centro do país, com um de seus filhos por conta do desespero, ao ver que seus animais, que são o sustento de sua família, começavam a morrer de fome e sede.

Durante a viagem de caminhão, Samanthar perdeu mais de 50 cabras. “Outras morreram logo que chegamos aqui”, afirmou o homem enquanto lamentava a aridez que encontrou também nesta região.

A longa seca já causou a morte de muitos animais, cujos corpos se amontoam no solo, o que poderia se transformar em um novo foco de doenças para a população.

Ajuda humanitária

A terra ressecada já começa a rachar como resultado das três temporadas de chuvas muito fracas na Somália, onde 6,2 milhões de pessoas, mais da metade da população, precisa de ajuda humanitária urgente.

Caminhões-pipa da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) fornecem água às comunidades mais afetadas na região semiautônoma de Puntland, onde a escassez de água provocou o aumento de seu preço.

Por isso, a população se viu obrigada a recorrer a fontes de água não potável, o que provocou um novo surto de cólera, que já afeta oito mil pessoas em 11 regiões do país, especialmente no Sul.

Criança somali em um campos para deslocados em Qardho. O país enfrenta uma longa seca e organismos internacionais alertam que o país pode passar por uma grave crise de fome no segundo semestre de 2017
Criança somali em um campos para deslocados em Qardho. O país enfrenta uma longa seca e organismos internacionais alertam que o país pode passar por uma grave crise de fome no segundo semestre de 2017Dai Kurokawa/EPA/Agência EFE

Mwana Hashi, que carregava seu bebê nas costas, olhava de perto como o caminhão ia enchendo seu pequeno lago artificial com este bem tão valioso e escasso.

“Não temos um lugar permanente para viver. Viajamos em busca de zonas onde as cabras possam pastar”, explicou Mwana, que com seu marido e filho sobrevive com a pouca comida que outras famílias lhes dão.

Antes, a família conseguia viver do leite e da carne de suas cabras e ovelhas, mas agora os animais estão tão fracos e doentes que ficou impossível.

Se nenhuma medida for tomada imediatamente para conter esta situação, a Somália sofrerá uma nova crise de fome na segunda metade de 2017, como a ocorrida em 2011, quando morreram 250 mil pessoas.

A FAO apoia há meses as comunidades para diminuir os efeitos da seca com diferentes ações, como a doação de dinheiro para que possam comprar comida e água e a vacinação dos animais.

“É a pior seca que já vi”, declarou Muhammad Ali, que também teve que se deslocar com seus animais rumo ao Norte para tentar salvar seu rebanho – o principal sustento econômico de sua família.

“Muitos animais estão doentes. Até os que não estão são difíceis de vender devido à falta de mercado”, disse Ali, que perdeu centenas de seus animais nos últimos meses.

Os países do Oriente Médio, que até agora eram os principais importadores de carne da Somália, deixaram de comprá-la por medo de conter doenças contraídas durante a seca.

“Se a chuva não chegar em breve, nenhum animal sobreviverá”, alertou o jovem somali, que é esperado por sua esposa e seus seis filhos em Garowe.

Lá, sua família depende exclusivamente das doações de comida. “Não acredito que tenham comida suficiente para comer hoje”, afirmou Ali, emocionado e cabisbaixo.

Apesar da situação de desespero que vive a Somália, as organizações internacionais insistem que ainda é possível evitar a morte de centenas de milhares de pessoas. Mas, para conseguir isso, é preciso mobilizar ajuda e atuar de forma urgente.

Edição: Denise Griesinger

março 30, 2017 Posted by | Internacional | , | Deixe um comentário

Acionistas movem ação coletiva nos EUA contra grupos frigoríficos brasileiros

crise internacional

Queda nas Bolsas

Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil

As consequências da Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, cujas investigações foram divulgadas no último dia 17, já começam a surgir para as empresas envolvidas que têm negócios no exterior ou ações negociadas na Bolsa de Nova Iorque, os chamados American Depositary Receipts (ADRs).

O escritório de advocacia norte-americano Rosen Law Firm entrou, na semana passada, com uma ação coletiva na Justiça dos Estados Unidos representando um grupo de investidores em ações do grupo JBS que se sentiram prejudicados pela omissão de informações e divulgação de comunicados que consideraram enganosos por parte da empresa. O escritório brasileiro Almeida Advogados faz parte da ação. Uma ação coletiva similar pode ser aberta contra a empresa BRF.

Em nota, a JBS esclareceu que “não foi formalmente citada na ação e, portanto, não irá comentar”.

“Já era esperado”

Na opinião do advogado José Nantala Freire, especialista em direito internacional e compliance (agir em sintonia com as regras dos controles internos e externos), a entrada de ações na Justiça americana por investidores internacionais nesse caso da carne, “já era algo esperado”, como ocorreu com a Petrobras em 2014. “Até porque o resultado financeiro das empresas foi impactado por essas operações fraudulentas”, disse Freire.

De acordo com o advogado, os indícios resultantes das investigações mostram que são reais as condutas irregulares identificadas pela Polícia Federal na Operação Carne Fraca. Segundo Freire, é necessário um maior desenvolvimento do caso para atestar que o impacto dessas condutas na produtividade e nas finanças das empresas foi suficiente para provocar prejuízos aos acionistas no exterior.

A conselheira do Instituto Compliance Brasil Carolina Fonti afirmou que os investidores aprenderam muito com o caso da Petrobras, entrando na Justiça com ações coletivas nos Estados Unidos para tentar recuperar ou requisitar um eventual prejuízo na desvalorização do capital investido. “O caso da Petrobras tem ensinado muito”, disse Carolina. Ela acrescentou que não é pré-requisito esperar que as investigações brasileiras tomem rumo mais definido para haver repercussão fora do país. “Não é obrigatório, mas é mais comum”.

Procurada pela Agência Brasil, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), autarquia do Ministério da Fazenda que fiscaliza o mercado de capitais, informou que não pode intervir no caso das ações coletivas contra os frigoríficos brasileiros, tal como ocorreu no caso da Petrobras, porque é uma decisão de acionistas das companhias. A CVM deixou claro, entretanto, que, se for solicitada para prestar algum tipo de informação, está disposta a contribuir.

Corrupção

Como, de acordo com as investigações da Polícia Federal, parece haver corrupção de agentes do governo brasileiro no caso, Freire disse acreditar que essas empresas poderão ser também objeto de leis anticorrupção de outros países, como os Estados Unidos. Indagado sobre essa possibilidade, o Consulado dos Estados Unidos no Rio de Janeiro não respondeu à solicitação até o fechamento da matéria.

Atualmente, informou Freire, a maioria dos países que têm leis anticorrupção no seu ordenamento jurídico prevê algum tipo de punição pelo pagamento de propina e atos equiparados a corrupção que sejam praticados fora do país por companhias que fazem negócios em seu território.

“Imagina algumas dessas empresas que estão envolvidas [na Carne Fraca] e têm ações negociadas, por exemplo, na Bolsa de Nova York. Caso se evidencie que houve pagamento de propina, como parece ser o caso,  a lei norte-americana prevê a possibilidade de a empresa também ser penalizada nos Estados Unidos. Ela vai ter que negociar possíveis acordos no Brasil e nos Estados Unidos”, acrescentou.

Freire lembrou que casos semelhantes ocorreram com a Petrobras, em razão de processos de corrupção nos dois países e, recentemente, com a Odebrecht. Para ele, ações similares podem ocorrer também na Europa.

Carolina Fonti destacou que as agências internacionais, principalmente as americanas, têm pressionado no sentido do alargamento da aplicação das leis locais em empresas que atuam naquele país. “É muito provável que o Departamento de Justiça [dos EUA] esteja interessado em analisar a questão. Eles estão sempre muito atentos às coisas que acontecem pelo mundo e com os títulos do Brasil e nessas grandes investigações da Polícia Federal que têm repercussão na mídia.”

Lei Anticorrupção

O advogado Freire destacou, porém, que não basta a empresa exportar, porque muitas vezes essa operação não é direta, mas é feita para um distribuidor local que revende o produto. Para receber punição do Departamento de Justiça americano, a companhia estrangeira tem de ter uma representação no país ou títulos negociados em Bolsa de Valores.

De acordo com a lei norte-americana, se a empresa fizer negócios com os Estados Unidos já daria poder suficiente às autoridades para abrir investigações decorrentes de atos de corrupção e pagamento de propinas feitos a funcionários de outros países. “É possível, sim, pelo texto da Lei Anticorrupção dos Estados Unidos, a abertura de investigações em relação a essas empresas, em virtude do que está ocorrendo por aqui”, afirmou Feire.

Edição: Augusto Queiroz
 

março 28, 2017 Posted by | Internacional | , , | Deixe um comentário

Trump culpa radicais republicanos por fracasso de reforma da saúde

maluco e inconsequente

Presidênte Trump

Da Agência EFE

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, culpou neste domingo (26) os congressistas republicanos do ultraconservador Caucus da Liberdade pelo fracasso na aprovação da reforma no sistema de saúde do país, um projeto que foi retirado da pauta da Câmara dos Representantes na última sexta-feira (24) pela falta de apoio dentro do partido de Trump. As informações são da Agência EFE.

“Os democratas estão sorrindo em [Washington] D.C. porque o Caucus da Liberdade, com a ajuda do Club for Growth e Heritage, salvaram a Planned Parenthood e o Obamacare”, disse Trump em mensagem no Twitter.

Ele se referiu ao nome como ficou conhecida a reforma do sistema de saúde promovida pelo ex-presidente Barack Obama e que o republicano queria substituir por um projeto idealizado por congressistas de seu partido e que foi apadrinhado pela Casa Branca.

A proposta dos republicanos também retirava recursos da Planned Parenthood, a maior organização de planejamento familiar dos EUA, que recebeu várias críticas do partido durante a campanha.

O projeto de lei foi retirado na sexta-feira por não contar com apoio suficiente de congressistas do próprio Partido Republicano para ser aprovado na Câmara dos Representantes.

Em grande parte, a proposta não foi adiante devido à oposição do Caucus da Liberdade, grupo ultraconservador que conta com cerca de 30 congressistas. Sem o apoio deles, Trump não obteria os 216 votos necessários para aprovar o projeto.

O presidente do Caucus da Liberdade, Mark Meadows, afirmou hoje que o fracasso do projeto não é o fim do debate sobre a reforma da saúde. Os congressistas do grupo defendem uma proposta com menos regulações do que a defendida por Trump.

Em entrevista à emissora ABC, Meadows disse que Trump ainda será o “mais valioso jogador” no processo para desmantelar o Obamacare.

O Obamacare, uma lei elaborada para aumentar a qualidade dos planos de saúde e torná-los acessíveis à população de baixa renda, deu cobertura média a mais de 20 milhões de pessoas.

No entanto, Trump considera a lei um “desastre” e prometeu durante a campanha eleitoral “revogar e substituir” o Obamacare.

O Escritório Orçamentário do Congresso, um órgão não partidário, calcula que o projeto republicano deixaria 14 milhões de pessoas sem cobertura médica em 2018. Em uma década, outras 24 milhões de pessoas perderiam seus planos de saúde.

O CBO também estima que a proposta que ganhou o aval de Trump representaria uma economia de US$ 150 bilhões em 10 anos.

Edição: Denise Griesinger

março 26, 2017 Posted by | Internacional | , , | Deixe um comentário

Tiroteio próximo ao Parlamento em Londres deixa vários feridos

Da Agência DPA
Tiroteio próximo ao Parlamento britânico, em Londres, deixou vários feridos (Agência Lusa/Direitos reservados)
Policiais reforçam segurança nas proximidades do Parlamento britânicoWill Oliver/Agência Lusa/EPA/Direitos reservados

Um tiroteio próximo ao Parlamento britânico em Londres hoje (22) pela manhã deixou vários feridos, informou a imprensa local. Duas pessoas jaziam no solo em frente ao Parlamento, segundo os meios de comunicação. A Scotland Yard, a polícia metropolitana de Londres, confirmou no Twitter que foram disparados vários tiros, sem mencionar detalhes. As informações são da agência de notícias alemã DPA.

Segundo informações não confirmadas, citadas pela emissora BBC, um policíal havia sido atacado e vários incidente ocorreram no local. Diversos carros da polícia se dirigiram  a toda velocidade ao Parlamento, enquanto helicópteros sobrevoavam o centro da cidade.

Agência Brasil

março 22, 2017 Posted by | Internacional | , , | Deixe um comentário

Banco Central dos Estados Unidos volta a aumentar a taxa de juros

maluco e inconsequente

Presidênte Trump

Da Agência Brasil*

O Federal Reserve dos Estados Unidos (Fed), equivalente ao Banco Central no Brasil, aumentou nesta quarta-feira (15) a taxa de juros de referência do país pela segunda vez em três meses, com uma margem entre 0,75% e 1%. As informações são da agência de notícias alemã DPA.

Em comunicado divulgado na sua página na internet, o órgão informou que a decisão leva em conta as condições do mercado de trabalho e o comportamento dos preços nos Estados Unidos. “Em vista das condições de mercado de trabalho e inflação esperadas, o comitê decidiu elevar o intervalo para a taxa de juros federal de 0,75% para 1%”, destaca o texto.

*Com informações da DPA

Agência Brasil

 

 

março 16, 2017 Posted by | Internacional, Política | , , | Deixe um comentário

Estados Unidos vão enviar drones armados à Coreia do Norte

Stratobus

Satélite Drone

Leandra Felipe – Correspondente da Agência Brasil

O Pentágono anunciou nessa segunda-feira (13) que vai enviar drones armados à Coreia do Norte. O envio dos chamados Gray Eagle MQ-1C foi anunciado poucos dias depois do início de exercícios militares conjuntos da Coreia do Sul e dos Estados Unidos, após a confirmação do governo norte-coreano da realização de testes bem-sucedidos com mísseis balísticos de longo alcance.

Os drones armados, entretanto, não serão direcionados somente à Coreia do Norte, liderada por Kim Jong-un. O porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, Jeff Davis, afirmou que a utilização dos Gray Eagle MQ-1C faz parte de um plano estratégico global. “Não é só para a Coreia do Norte. Todas as divisões do Exército vão utilizar esses drones”, afirmou, em entrevista.

Ainda segundo o Pentágono, a Coreia do Sul vai receber uma equipe para operar os drones no início do ano que vem.

As manobras militares conjuntas entre a Coreia do Sul e os Estados Unidos são realizadas anualmente. No ano passado, cerca de 17 mil soldados norte-americanos participaram da iniciativa.

Atualmente, de acordo com o Pentágono, o Exército do país tem 28 mil soldados na missão da Coreia do Sul.

Agência Brasil

março 14, 2017 Posted by | Internacional | , , | Deixe um comentário

Anistia Internacional: Arábia Saudita usou armas brasileiras em ataques no Iêmen

segredo terrorista

Terrorismo Comercial

Cristina Indio do Brasil – Repórter da Agência Brasil

A Anistia Internacional denunciou que uma coalizão liderada pela Arábia Saudita utilizou armamentos fabricados no Brasil em três ataques no Iêmen nos últimos 16 meses. Segundo a entidade, o primeiro foi documentado em outubro de 2015, o segundo em maio de 2016 e o terceiro ocorreu, às 10h30, do dia 15 de fevereiro deste ano. Neste foram atingidas três áreas residenciais e uma área rural na cidade de Sa’da, ferindo dois civis e causando danos materiais.

Segundo a Anistia Internacional, o uso, a produção, a venda e o comércio de munições cluster, um tipo de projétil, que se abre no ar e espalha submunições explosivas e podem ser jogados ou disparados de um avião ou lançados de foguetes superfície-superfície, é proibida nos termos da Convenção sobre Munições Cluster (CCM), de 2008, subscrita por mais de 100 países signatários.

O Brasil não assinou a convenção e é um dos principais produtores mundial deste tipo de munição, ao lado de Estados Unidos, China, Índia, Rússia, Israel e Paquistão, que também não são signatários da CCM.

De acordo com a diretora de pesquisa do escritório da Anistia Internacional em Beirute, Lynn Maalouf, a coalizão liderada pela Arábia Saudita justifica de modo absurdo o uso de munições cluster, alegando que está em conformidade com a lei internacional.

“As munições cluster são, de forma inerente, armas que infligem dano inimaginável às vidas civis. O uso de tais armas é proibido pela lei internacional humanitária em qualquer circunstância. À luz de evidências crescentes é mais urgente do que nunca que o Brasil faça sua adesão à Convenção sobre Munições Cluster e que a Arábia Saudita e os membros da coalizão parem todo uso destas armas”, disse a diretora.

A Anistia Internacional informou que entrevistou oito moradores do local, inclusive duas testemunhas, sendo que uma delas foi ferida no ataque. Além disso, manteve contato com um ativista local e analisou fotos e vídeo fornecidos pelo Yemen Executive Mining Action Center, que inspecionou a área 30 minutos após o ataque. Vestígios identificados pela Anistia Internacional mostram que o ataque partiu de um foguete Astros II superfície-superfície, um sistema de lançamento múltiplo, carregado por caminhão, fabricado pela empresa brasileira Avibras.

Conforme testemunhas, os foguetes atingiram as áreas residenciais de Gohza, al-Dhubat e al-Rawdha, atingindo, ainda, na dispersão de submunições, casas em al-Ma’allah e Ahfad Bilal, cemitérios novos e velhos no centro da cidade e áreas agrícolas.

Falhas

A Anistia Internacional chamou atenção, ainda, para a elevada taxa de falhas desses armamentos, o que, para a entidade, significa que uma alta quantidade deles não explode no momento do impacto, tornando-se minas terrestres que representam uma ameaça para os civis durante anos após o ataque.

A entidade informou ainda que após ter documentado o uso de munições cluster, pela primeira vez em outubro de 2015, enviou uma carta formal à Avibras.

Por meio de nota, a Avibras informou que todos os produtos de defesa fabricados por ela respeitam estes aspectos humanitários e não poderia avaliar as origens dos artefatos encontrados no Iêmen por não ter acesso ao local do conflito.

“É importante destacar que os artefatos produzidos atualmente pela Avibras diferem dos mostrados pelas imagens dos noticiários, principalmente quanto ao confiável dispositivo de autodestruição que atende aos princípios humanitários e legislações no âmbito da ONU, bem como de Oslo”, informou a empresa.

A Avibras disse que, na produção e no fornecimento de seus produtos de defesa, “sempre cumpriu as legislações e os requisitos estabelecidos para o setor, inclusive os acordos internacionais no âmbito da ONU [Organização das Nações Unidas] e os acordos nos quais o Brasil é signatário”.

A empresa acrescentou que as suas exportações são autorizadas por órgãos públicos brasileiros competentes e “destinadas a nações amigas que também cumprem estas legislações”.

Edição: Fábio Massalli

março 10, 2017 Posted by | Internacional | , , , | Deixe um comentário

Trump assina novo decreto que restringe imigração e Iraque sai da lista

Isolamento dos aliens

Nação de Refugiados

Da Agência Télam

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, assinou hoje (6)  uma nova versão do seu polêmico decreto sobre imigração que havia sido bloqueado pela Justiça americana, diminuindo de sete para seis o número de países atingidos, com a retirada do Iraque da lista. As informações são da agência argentina de notícias Télam.

A versão corrigida do veto migratório seguirá proibindo temporariamente a entrada de refugiados e suspenderá a emissão de vistos para cidadãos do Irã, da Somália, do Iêmen, da Líbia, da Síria e do Sudão, todos eles países de maioria muçulmana.

O novo decreto exclui os cidadãos do Iraque e os dos seis países afetados que tenham residência permanente nos EUA ou já estejam de posse de um visto, informou a conselheira presidencial Kellyanne Conway à rede de TV americana Fox.

Kellyanne destacou que, no novo decreto, há “seis ou sete grandes pontos” que “esclarecem” quem será afetado e que os refugiados sírios “são tratados da mesma maneira que todos os demais”.

No primeiro veto migratório, emitido em 27 de janeiro, Trump proibiu a entrada no país de todos os cidadãos de sete países de maioria muçulmana (Irã, Iraque, Somália, Yêmen, Líbia, Síria e Sudão) durante 90 dias e suspendeu o programa de acolhida de refugiados durante 120 dias.

Agência Brasil

 

março 6, 2017 Posted by | Internacional, Migração, Política | , , | Deixe um comentário

Meio-irmão do líder norte coreano foi morto com versão mortal de gás sarin

Da Radio France Internationale
Kim Jong-un defende teste de bomba de hidrogênio (KCNA/Divulgação/EPA/Agência Lusa)
Investigações apontam que o meio-irmão do líder norte coreano Kim Jong-Un (foto) foi morto por uma versão mais mortal do gás sarin KCNA/Divulgação/EPA/Agência Lusa

A polícia da Malásia informou que o meio-irmão do líder norte coreano Kim Jong-Un foi morto por uma versão mais mortal do gás sarin, o agente neurotóxico VX, classificado pela ONU como arma de destruição em massa. As autoridades investigam agora a origem do agente químico usado no ataque cometido contra Kim Jong-Nam por duas mulheres no aeroporto da capital malaia, Kuala Lumpur, em 13 de fevereiro. As informações

A presença do VX foi detectada em amostras coletadas no rosto e nos olhos de Kim Jong-Nam, de 45 anos, que morreu pouco depois do atentado, a caminho do hospital. A substância, conhecida como VX no jargão militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), é uma das mais tóxicas que se conhecem e ataca o sistema nervoso e muscular, agindo por inalação, ou por simples contato com a pele.

Imagens do sistema de videovigilância do aeroporto mostram a vítima, Kim Jong-Nam, solicitando ajuda aos funcionários do local, que o levaram a uma clínica do terminal aéreo para receber ajuda. A necropsia descartou um ataque cardíaco e a investigação havia se concentrado na hipótese de que uma toxina teria sido aplicada em seu rosto.

Os investigadores malaios tentarão agora determinar a procedência do agente químico fatal, disse u o chefe da polícia, Khalid Abu Bakak. “Vamos investigar como entrou no país. O produto é ilegal. É uma arma química”, disse. O VX pode ter sido escondido sem dificuldade em uma maleta diplomática, que não está submetida aos controles habituais da alfândega, declarou um especialista em segurança da região.

Agência Brasil

Comentário: Começou a polêmica. Na Malásia é sempre assim.

Por que usar um veneno  de assassinato  em massa para matar um único homem, sem nenhum preparo para se defender?

A mídia já tem o discurso pronto mas, assim como na queda dos aviões, faltam argumentos. Será que o líder norte coreano tinha tantos motivos para matá-lo? Eu acho que não.

Em minha modesta opinião, há dois motivos a serem considerados para defesa do líder norte coreano, já que ele não tinha motivos para matar o irmão, pelo contrário, seria mais fácil o irmão matar ele e dar um golpe.

01 – Poderia ser um grupo nacionalista inconformado com suas críticas e com acesso ao veneno? Pouco provável.

02 – É mais provável a velha teoria da conspiração, ou seja, matar e imediatamente acusar, inclusive com argumentação pronta.

Se a gente  comparar com as quedas dos aviões, onde  a China chegou a ser acusada e depois alguém ficou muito rico com a queda do primeiro avião de passageiros. No segundo, nunca ficou explicado como o avião foi parar  numa zona de guerra, com tantos passageiros a borto, e a Rússia foi citada. Ambos aviões caíram em circunstâncias muito suspeitas mas sem nenhum vestígio de crime. Como não existe crime perfeito, fica claro que as provas foram ocultadas para não atingir autoridades importantes.

E antes de criar uma guerra ideológica, resta saber que importância tem a morte do meio irmão do líder norte coreano e para quem interessa essa guerra ideológica..

Comentários by Jânio.

 

fevereiro 25, 2017 Posted by | Internacional | , , , , , | Deixe um comentário

EUA vão pagar muro com imposto de 20% sobre as importações do México

maluco e inconsequente

Presidênte Trump

José Romildo – Correspondente da Agência Brasil

Os Estados Unidos pretendem aplicar um imposto de 20% sobre todas as importações do México direcionadas para o mercado americano. Com a receita deste imposto, o governo norte-americano quer pagar os custos de um muro na fronteira sul do país com o México, segundo informou hoje (26) o secretário de imprensa da presidência, Sean Spice. Conforme o secretário, o dinheiro a ser arrecadado é suficiente para levantar US$ 10 bilhões em apenas um ano.

A ideia de taxar as mercadorias provenientes do México foi dada por parlamentares republicanos. O custo do muro, de acordo com o cálculo de alguns congressistas, pode alcançar entre US$ 14 bilhões e US$ 20 bilhões, o que significa que o imposto cobriria grande parte do valor do projeto.

Os parlamentares estão estudando outras propostas para cobrir o valor do muro, inclusive a possibilidade de imposição de uma taxa sobre operações das bolsas de valores americanas.

O valor das mercadorias importadas do México em 2015 alcançou US $ 296 bilhões. O México é o terceiro parceiro comercial dos Estados Unidos, depois do Canadá e da China.

Spicer afirmou que a instituição de uma taxa exigirá a aprovação de uma nova lei sobre o assunto. No entanto, o presidente Donald Trump tem a autoridade, em determinadas situações, de impor tarifas sobre as importações se considerar que os interesses dos Estados Unidos estão ameaçados.

A aprovação do imposto pode representar uma nova escalada de reclamações e desentendimentos entre os  dois países, após uma campanha eleitoral em que Trump se referiu aos mexicanos, em um discurso, como “estupradores” e insistiu que o país pagaria pelo muro.

No início deste mês, o ministro mexicano da Economia, Ildefonso Guajardo, alertou que um imposto de fronteira desencadearia conseqüências em todo o mundo e poderia gerar uma recessão global.

O anúncio de Spicer ocorreu horas depois que o presidente Peña Nieto cancelou uma visita programada à Casa Branca, um dia após Trump ter assinado uma ordem executiva para construção do muro.

*texto alterado às 22h10. Ao contrário do que informava a primeira versão, a Casa Branca pretende criar o imposto, mas ainda não há uma determinação que ele seja aplicado.

Edição: Armando Cardoso

janeiro 27, 2017 Posted by | Internacional, Política | , , , , | Deixe um comentário

Transpacífico e Obamacare já eram

Declaração do Presidente

Momento Histórico

O presidente Donald Trump cancelou hoje (23), por meio de decreto, a participação dos Estados Unidos do Tratado Transpacífico de Comércio Livre (TPP, sigla em inglês), o mais importante acordo internacional assinado pelo ex-presidente Barack Obama, destinado a estabelecer novas bases para as relações comerciais e econômicas de 12 países do Oceano Pacífico, reduzindo tarifas e estimulando o comércio para impulsionar o crescimento.

Os países signatários são: Austrália, Brunei, Canadá, Chile, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Peru, Cingapura, Estados Unidos e Vietnã. Com a medida, Trump começa – já no primeiro dia útil de seu mandato, após tomar tomar posse sexta-feira (20) – a reconfigurar o papel dos Estados Unidos na economia global.

Essa é a segunda vez que o novo presidente – ou parlamentares do Partido Republicano – invalida uma herança deixada por Obama. A primeira foi o cancelamento do Obamacare, um programa de saúde aprovado pelo ex-presidente para estender atendimento médico a toda população americana. Esse legado deixado pelo ex-presidente começou a ser desmontado antes mesmo de Trump tomar posse, por iniciativa de congressistas republicanos.

Durante a campanha, o presidente Trump já havia anunciado que iria abandonar formalmente a Parceria Transpacífico, por considerar o acordo ruim para os trabalhadores americanos. A parceria ainda não tinha sido aprovada pelo Congresso americano e agora, com a saída dos Estados Unidos, o acordo praticamente se inviabiliza, já que a parceria tinha como pressuposto o mercado americano. O posicionamento dos Estados Unidos no mercado global vai obrigar os países que têm comércio forte com o mercado americano a reavaliar suas estratégias.

A administração Obama negociou arduamente o pacto comercial do Pacífico durante oito anos. A parceria foi finalmente assinada pelos chefes de estado dos 12 países em 12 de outubro de 2015. Obama, porém, nunca levou a proposta ao Congresso americano, com receio de que o pacto fosse rejeitado. Na época, Obama entendeu que uma derrota no Congresso seria pior do que deixar o acordo estaganado sem aprovação.

Redirecionamento

A saída dos Estados Unidos da parceria com os países do Pacífico representa uma inversão na tendência de décadas de política econômica internacional – executadas tanto por governos democratas quanto por republicano – de reduzir as barreiras comerciais e expandir o comércio em todo o mundo. Embora os candidatos muitas vezes tenham criticado acordos comerciais na campanha, aqueles que chegaram à Casa Branca, incluindo o presidente Barack Obama, acabaram ampliando o alcance dessas relações.

“Estamos falando sobre isso há muito tempo”, disse Trump, ao assinar o decreto formalizando a saída dos Estados Unidos do TPP. Para ele, a retirada do pacto comercial é “uma grande coisa para o trabalhador americano”.

Assessores de Trump afirmam que o novo presidente pretende avançar rapidamente na renegociação do Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta). A negociação do Nafta começou na gestão do presidente George Bush e o acordo foi levado ao Congresso pelo presidente Bill Clinton. Trumpo terá encontros com os mandatários do Canadá e do México, os dois principais parceiros do Nafta.

O acordo tem sido um dos principais motores do comércio americano há quase duas décadas, mas há algum tempo tem sido questionado por, supostamente, diminuir a oferta de emprego e reduzir os salários do trabalhador norte-americano.

Agência Brasil

 

janeiro 24, 2017 Posted by | Internacional, Política | , , | Deixe um comentário

Presidente chinês adverte Trump em Davos: “Globalização é irreversível”

encontros imperiais

Impérios Atuais

Da Rádio França Internacional

O presidente chinês Xi Jinping afirmou nesta terça-feira (17), em Davos, onde abriu o Fórum Econômico Mundial, que culpar a globalização não resolverá os problemas do mundo. O discurso foi um recado à política protecionista e isolacionista defendida pelo presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump. As informações são da Rádio França Internacional.

Essa é a primeira vez que um presidente chinês participa do Fórum Econômico Mundial. E o mandatário Xi Jinping chegou a Davos com um surpreendente discurso de defensor do livre comércio, alertando contra as guerras comerciais e recuos no processo de globalização.

“Temos que continuar defendendo o desenvolvimento do livre comércio (…) e dizer não ao protecionismo”, martelou o líder chinês diante dos 3.000 líderes econômicos e políticos reunidos na cidade dos Alpes suíços. “Qualquer tentativa de interromper os fluxos de capital, tecnologias e produtos (…) é impossível e vai contra a marcha da história”, salientou.

Recado claro

A mensagem de Xi Jinping à elite mundial visou implicitamente Donald Trump, que assume a presidência da primeira potência mundial na próxima sexta-feira (20) e vem acusando abertamente a globalização de destruir milhares de empregos nos Estados Unidos.

Trump, que não participa do Fórum, já prometeu abandonar o Acordo de Associação Transpacífico (TPP), um tratado de livre comércio assinado em 2015 entre 12 países da América do Norte e do Sul e da Ásia. Ele também ameaça criar barreiras alfandegárias com o México e a China, além de depreciar com frequência a Organização Mundial do Comércio (OMC), dirigida pelo brasileiro Roberto Azevêdo.

Xi Jinping também critica as instituições multilaterais, como a OMC, consideradas por ele “inadequadas” e “pouco representativas”. O líder comunista defende contudo um reequilíbrio da globalização “que deve ser mais inclusiva e sustentável”. A China quer aproveitar a gestão de Trump para reforçar sua posição de segunda potência mundial e redesenhar como lhe convém o mapa do comércio mundial.

Responsabilidade mundial

Consciente do movimento contrário à globalização em vários países, o tema do Fórum Econômico Mundial este ano é “a responsabilidade dos líderes”. Klaus Schwab, fundador do evento nos anos 70, estima que a elite mundial deve buscar a razão pela qual as pessoas estão irritadas e insatisfeitas. Ele se refere à eleição de Trump nos EUA, mas também ao referendo pelo Brexit, por exemplo.

O Fórum Mundial avalia que a exclusão social e as desigualdades são os principais perigos para 2017 e publicou na segunda-feira (16) um estudo que mostra que a renda média anual retrocedeu nos países desenvolvidos nos últimos cinco anos. “Devemos ouvir o que as pessoas dizem. As vantagens da globalização são mais claras nos países emergentes que nos países desenvolvidos”, comentou Sergio Ermotti, chefe do banco suíço UBS.

“Como acontece todos os anos, com a cumplicidade da grande mídia, as elites tentarão passar uma imagem positiva de sua ‘liderança’ sobre a globalização. Mas serão obrigadas a levar em conta a revolta crescente dos povos, que perturba a ordem neoliberal”, denunciou a ONG Attac.

Agência Brasil

janeiro 17, 2017 Posted by | Internacional | , , , | Deixe um comentário

Trump predicts more fracturing in the European Union

janeiro 17, 2017 Posted by | Internacional, Política | , , , | Deixe um comentário

Trump admite que pode retirar sanções contra Rússia

presidente polêmico

Amigo da Rússia

Da Agência Ansa

A menos de uma semana de sua posse na Presidência dos Estados Unidos, o republicano Donald Trump afirmou que está disposto a retirar as sanções contra a Rússia. Em entrevista ao jornal The Wall Street Journal publicada ontem (13), Trump disse que aceita se reunir com o líder russo, Vladimir Putin, logo após assumir a Casa Branca, em 20 de janeiro, e discutir a relação.

De acordo com o republicano, caso Moscou demonstre colaboração em assuntos estratégicos, como a luta contra o terrorismo, ele poderá retirar as sanções aplicadas à Rússia. As últimas foram impostas em dezembro pela administração de Barack Obama pelos supostos ataques de hackers russos a informações sigilosas de Washington e à intervenção nas eleições presidenciais de novembro.

Estas sanções, porém, Trump admite que deixará intactas “por um tempo”. A entrevista veio à tona no mesmo dia em que o Comitê de Inteligência do Senado dos Estados Unidos decidiu abrir uma investigação sobre a relação entre a Rússia e membros das equipes de campanhas presidenciais de novembro de 2016.

O objetivo é trazer à tona eventuais interferências de Moscou nas eleições, nas quais a candidata democrata, Hillary Clinton, que aparecia como a favorita nas pesquisas, foi derrotada por Trump. As agências de inteligência dos EUA alegam que Putin ordenou pessoalmente ações secretas para interferir nas eleições e garantir a vitória de Trump.

Uma delas seria o ataque cibernético contra computadores do Partido Democrata para vazar informações comprometedoras de Hillary. Já o jornal The Washington Post publicou que a Rússia convidou recentemente o governo de Trump a se juntar às negociações sobre a paz na Síria realizadas com a Turquia e o Irã.

O convite teria sido feito em um telefonema no dia 28 de dezembro entre Michael Flynn, nomeado por Trump como conselheiro para a segurança nacional, e o embaixador russo em Washington, Sergey Kislyak.

Edição: Carolina Pimentel

janeiro 15, 2017 Posted by | Internacional, Política | , , | Deixe um comentário

Nobel da Paz – A guerra acabou

 

Felipe Pontes* – Repórter da Agência Brasil
Juan Manuel Santos, presidente da Colômbia
Juan Manuel Santos, presidente da ColômbiaEPA/Olivier Douliery/ Agência Lusa

O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, afirmou hoje (10), na cerimônia em que recebeu o Prêmio Nobel da Paz, em Oslo, na Noruega, que a guerra em seu país “terminou”.

“Após seis anos de intensas e difíceis negociações, posso anunciar ao mundo com profunda humildade que o povo da Colômbia está fazendo o possível e o impossível. A guerra que causou tanto sofrimento e angústia a nossa população terminou”, disse Santos após receber o prêmio de 8 milhões de coroas suecas (R$ 2,9 milhões).

Ele doará o prêmio às vítimas do conflito, que em cinco décadas deixou 220 mil mortos e forçaram mais de 6 milhões de pessoas a fugir, segundo os dados oficiais. Sete vítimas da guerra estiveram presentes na cerimônia, entre elas a ex-candidata à presidência Ingrid Bittencourt, que foi sequestrada e ficou seis anos sob poder de guerrilheiros.

Santos recebeu o Prêmio Nobel ainda que um primeiro acordo de paz entre seu governo e as Forças Revolucionárias da Colômbia (Farc) tenha sido rejeitado pelo povo colombiano em um referendo realizado no início de outubro.

Um novo acordo para encerrar o conflito, assinado entre o governo colombiano e as Farc, foi ratificado no início deste mês pelo Parlamento colombiano, e Santos anunciou que o novo texto não será submetido a consulta popular.

Nenhum representante das Farc compareceu à cerimônia do Prêmio Nobel da Paz, sob a alegação de impedimentos legais. À época do anúncio de Santos como vencedor, o líder do movimento guerrilheiro, Timoléon Jiménez, cumprimentou o presidente colombiano por seus esforços de paz.

*Com informações das Agências Telam e France Presse

Agência Brasil

dezembro 10, 2016 Posted by | Internacional | , , , | Deixe um comentário

Primer país inhabitable por cambio climático

 

mudanças climáticas

País Inhabitable

El cambio climático se está convirtiendo en una amenaza cada vez más seria para la humanidad, y puede generar devastación en regiones enteras a través de la escasez de agua y alimentos. Los científicos no cesan de advertir que las trágicas consecuencias de este fenómeno están a la vuelta de la esquina. Muestra de ello es que existe un país que podría convertirse en un desierto inhabitable en solo 100 años.

De acuerdo con el periódico ‘The Huffington Post’ se trata de Sudán, el hogar de más de 40 millones de personas que ya sufre una fuerte desertificación e intensas tormentas de polvo.

Los científicos predicen que la temperatura de la región aumente hasta tres grados centígrados para el 2060. “El Norte de África ya es cálido, y su temperatura sigue aumentando con fuerza. En algún momento de este siglo, parte de la región se volverá inhabitable”, dijo el científico climático Jos Lelieveld en una entrevista a la cadena CNN.

Además, el ‘haboob’, unas potentes tormentas de arena características de las zonas áridas del planeta, se están convirtiendo en un fenómeno cada vez más habitual en algunas partes de Sudán.

Según un informe de la Oficina de Coordinación de Asuntos Humanitarios de la ONU, unos 4,6 millones de habitantes de Sudán, ya sufren inseguridad alimentaria, y se espera que otros 3,2 millones se enfrenten a una grave escasez de agua en el futuro más cercano.

RT-TV

 

dezembro 9, 2016 Posted by | Internacional | , , , | Deixe um comentário

La derrota del sistema en EE.UU.

novembro 12, 2016 Posted by | Espanhol, Internacional | , , | Deixe um comentário

Gaddafi-like Death to Clinton’s Political Career (E992)

novembro 12, 2016 Posted by | Inglês, Internacional | , , | Deixe um comentário

Trump not my president

novembro 12, 2016 Posted by | Espanhol, Internacional | , , | Deixe um comentário

El descontento con la clase política tradicional llevó a Trump a la Presidencia

novembro 11, 2016 Posted by | Espanhol, Internacional | , | Deixe um comentário

%d blogueiros gostam disto: