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El huracán Irma deja severos daños e inundaciones a su paso por Cuba

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setembro 11, 2017 Posted by | Espanhol | , , , , | Deixe um comentário

Senderos ásperos

agosto 31, 2017 Posted by | Espanhol | , , , , | Deixe um comentário

Raúl Castro: “Cualquier estrategia que pretenda destruir a la Revolución fracasará”

Publicado em 14 de jul de 2017

El presidente de Cuba ha señalado este viernes que se ha producido un “retroceso” en las relaciones entre La Habana y Washington.

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RT EN ESPAÑOL: DESDE RUSIA CON INFORMACIÓN

julho 15, 2017 Posted by | Espanhol | , , , , | Deixe um comentário

En la cuerda floja

Transmitido ao vivo em 22 de jun de 2017

La nueva política de Donald Trump hacia Cuba causa preocupación tanto en la isla y como en el país norteamericano. ¿Estamos ante el fin del histórico deshielo de las relaciones entre ambos países? La sociedad estadounidense parece estar más dividida políticamente que nunca, algo que se refleja en la creciente violencia en el país. En varios estados reflexionan sobre si Julian Assange debe quedar libre o responder ante la justicia.

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junho 25, 2017 Posted by | Espanhol | , , , | Deixe um comentário

Trump culpa a la isla de todos los males del planeta

Transmitido ao vivo há 11 horas

“El discurso de Trump sobre Cuba ha sido una cacería de brujas: culpa a la isla de todos los males del planeta”, señala el canciller cubano Bruno Rodríguez Parrilla en una entrevista exclusiva a nuestro canal. ¿Quiénes son hoy los asesores del presidente estadounidense en lo tocante a las relaciones entre Washington y La Habana? ¿Quién se beneficia de las medidas de Trump contra Cuba? ¿Cómo evalúa Parrilla la posición de los países europeos al respecto? Véanlo en RT.

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junho 21, 2017 Posted by | Espanhol | , , | Deixe um comentário

Trump anuncia cancelamento de acordo e apoia embargo dos EUA a Cuba

Da Agência EFE
Donald Trump anuncia cancelamento do acordo entre Estados Unidos e Cuba
Donald Trump anuncia cancelamento do acordo entre Estados Unidos e CubaEPA/Agência Lusa/Cristobal Herrera

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou hoje (16) o “cancelamento” da política de Barack Obama para Cuba e se mostrou disposto a negociar “um acordo melhor” com a ilha, mas apenas se houver avanços “concretos” para realização de “eleições livres” e a liberdade de “prisioneiros políticos”. As informações são da Agência EFE.

“Não suspenderemos as sanções a Cuba até que todos os prisioneiros políticos sejam livres, todos os partidos políticos estejam legalizados e sejam programadas eleições livres e supervisionadas internacionalmente”, disse Trump durante discurso em Miami.

O presidente também desafiou Cuba “a comparecer à mesa (de negociação) com um novo acordo que esteja no melhor interesse tanto do seu povo como do americano”, e considerou “cancelado” o marco estipulado entre Obama e Raúl Castro para normalizar as relações bilaterais.

Donald Trump advertiu, no entanto, que “qualquer mudança” à sua postura com Cuba dependerá de “avanços concretos” rumo a objetivos como as eleições livres, a liberdade de presos políticos e a entrega à Justiça americana de “criminosos e fugitivos” que encontraram refúgio na ilha.

“Quando os cubanos derem passos concretos, estaremos prontos, preparados e capazes de voltar à mesa para negociar esse acordo, que será muito melhor”, assegurou Trump.

“A nossa embaixada permanece aberta com a esperança de que nossos países possam forjar um caminho muito melhor”, acrescentou Trump, que não tomou nenhuma medida para rebaixar o nível de relações diplomáticas com a ilha.

O governante americano assegurou também que confia em que “logo” chegará o dia em que haja “uma nova geração de líderes” que implemente essas mudanças em Cuba, uma vez que o presidente cubano, Raúl Castro, deixará o poder em fevereiro de 2018.

Trump anunciou ainda que se “restringirá muito robustamente o fluxo de dólares americanos aos serviços militares, de segurança e de inteligência” da ilha, e dará “passos concretos para assegurar-se que os investimentos” de empresas americanas “fluem diretamente ao povo “.

“Implementaremos a proibição do turismo e implementaremos o embargo”, sentenciou Trump.

As mudanças anunciadas pela Casa Branca incluem a proibição das viagens individuais para fazer contatos com o povo cubano, conhecidos em inglês como “people to people travel”, e a possibilidade de auditoria a todos os americanos que visitem Cuba para comprovar que não violam as sanções dos EUA.

Liberdade

Antes da formalização do cancelamento do acordo, Donald Trump, afirmou que é “importante” que haja liberdade tanto em Cuba como na Venezuela. No discurso, o presidente norte-americano disse que Cuba sofre “há décadas” com o regime dos irmãos Castro, mas que isto não deve se repetir na Venezuela.

Trump detacou que os Estados Unidos acompanham de perto as denúncias sobre os crimes do “brutal” regime dos irmãos Castro, e que “é importante que haja liberdade em Cuba e na Venezuela”.

Trump reconheceu que, “às vezes”, na política, as coisas tomam um “pouco mais de tempo” que o desejado, mas prometeu que vai chegar “lá” e que vai conseguir fazer com que Cuba seja livre.

Embargo

A mudança de política para Cuba inclui o apoio de Donald Trump ao embargo comercial e financeiro americano à ilha e, de acordo com a Casa Branca, a oposição aos pedidos internacionais para que o Congresso o suspenda.

“A política reafirma o embargo americano imposto por lei a Cuba e se opõe aos pedidos nas Nações Unidas e outros foros internacionais para acabar com ele”, reiterou comunicado da assessoria do presidente norte-americano, enquanto Trump anunciava a mudança de política em teatro do bairro de Pequena Havana.

A suspensão do embargo só pode ser decidido pelo Congresso dos EUA, controlado agora pelos republicanos em ambas câmaras.

Dissidentes 

Líderes da oposição interna de Cuba receberam com considerações distintas, como “alegria” e pessimismo, o anúncio de Donald Trump, que reverte grande parte da política de normalização de relações com a ilha promovida por seu antecessor Barack Obama.

Berta Soler, uma das fundadoras do grupo dissidente Damas de Branco, disse que a nova mudança na política de normalização das relações dos EUA com a ilha “enche (os dissidentes cubanos) de alegria” e mostra que o governo Trump “conhece bem a oposição interna em Cuba e a repressão que ela sofre”.

O presidente americano desafiou hoje o governo de Cuba a negociar “um acordo melhor”, deu por “cancelado” o pacto estipulado entre Obama e Raúl Castro para normalizar as relações bilaterais e condicionou “qualquer mudança” em sua postura relativa a Cuba a “avanços concretos” para objetivos como eleições livres e a libertação dos presos políticos.

“Esperávamos estas medidas e as novas condições que o governo dos EUA tem de colocar para normalização das relações com o regime cubano, que nos agride e que ninguém consegue conter, porque o que Obama fez foi dar sinal verde e legitimar o regime”, declarou Soler por telefone da sede das Damas de Branco em Havana.

Soler, um dos rostos mais conhecidos da dissidência cubana, informou que as decisões anunciadas por Trump “são uma forma de levar Cuba a uma democratização, que depende dos cubanos”. “Acredito que temos o direito de contar com o apoio do governo dos EUA, que sempre quis a liberdade para o povo de Cuba”, acrescentou a dissidente.

O dissidente Manuel Cuesta Morúa, da organização Arco Progressista, tem opinião diferente sobre a nova política proposta pelo presidente norte-americano para a ilha.

“Parece-me uma notícia ruim para promoção da democracia em Cuba, e também uma notícia ruim para os cubanos em geral o retorno a uma política fracassada para tentar fazer com que os direitos humanos e a democracia sejam respeitados em Cuba”, declarou Cuesta Morúa.

Cuesta Morúa disse acreditar que o “mais sábio” seria “continuar os intercâmbios com a sociedade cubana em uma lógica de vencer, e não voltar à lógica de supostos ganhadores e perdedores reais na qual quem sempre perdeu foi o povo cubano”.

* A matéria foi ampliada às 20h12 para inclusão do posicionamento de dissidentes cubanos

Edição: Armando de Araújo Cardoso
 
Agência Brasil
 

junho 17, 2017 Posted by | Internacional | , , , | Deixe um comentário

Cuba convoca para outubro eleições prévias à substituição presidencial

espionagem da CIA

Homem Vigiado

Da EFE

Cuba convocou para outubro deste ano as eleições para escolher os delegados para as assembleias municipais (câmaras de vereadores), o primeiro passo antes da designação de um novo presidente, já que Raúl Castro se comprometeu a deixar o cargo em fevereiro de 2018. A informação é da Agência EFE.

Uma nota do Conselho de Estado de Cuba publicada hoje (14) nos jornais estatais Granma e Juventud Rebelde esclarece que em 22 de outubro acontecerá o primeiro turno das eleições municipais, mas não detalhou a data dos pleitos provinciais e nacionais.

“A data em que acontecerão as eleições para escolher, para um mandato de cinco anos, os delegados das assembleias provinciais e os deputados da Assembleia Nacional do Poder Popular (parlamento unicameral) será apresentada no momento oportuno”, diz o texto.

Além disso, a nota afirma que, se for necessário um segundo turno, ele será realizado em 29 de outubro nos distritos onde nenhum dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos válidos.

A ilha iniciou o processo eleitoral em maio, quando foi anunciado que o serviço de consulta e atualização de domicílio aos cidadãos com direito a voto estaria disponível nos escritórios do Ministério do Interior (Minint).

As eleições municipais são o primeiro passo para que um cubano se torne deputado no parlamento, órgão que, por sua vez, elege o presidente do país.

Para o atual processo, a oposição quer apresentar candidatos independentes que não são filiados ao Partido Comunista, o único legalizado no país. Esses candidatos estão vinculados, em sua maioria, a plataformas populares dissidentes como #Otro18, Cuba Decide, Um cubano, um voto e o Movimento Cristão de Libertação Nacional.

Raúl Castro governa Cuba formalmente desde 24 de fevereiro de 2008, quando foi ratificado pela Assembleia Nacional, mas exercia o cargo desde 2006, quando o seu irmão, o hoje falecido Fidel Castro, delegou a ele o comando do país devido a uma grave doença.

Desde que assumiu a presidência, Raúl Castro assegurou que só ocuparia o cargo durante dois mandatos de cinco anos, mas deve permanecer até 2021 à frente do Partido Comunista, que controla as estruturas de poder no país.

Na falta de uma posição oficial, os prognósticos indicam uma substituição institucionalizada e a designação do vice-presidente Miguel Díaz-Canel, de 56 anos, como próximo governante da ilha.

Díaz-Canel é engenheiro de computação, entrou muito jovem no Partido Comunista e foi nomeado pelo próprio Raúl Castro como primeiro vice-presidente de governo em 2013.

A designação do vice-presidente como autoridade máxima da ilha materializaria também uma substituição geracional que o próprio Castro reconheceu como necessária e, por isso, no ano passado limitou para 60 anos a idade para ser integrante do Comitê Central do Partido Comunista e a 70 para exercer cargos de direção dentro da legenda.

No domingo (9), um grupo dissidente publicou nas redes sociais que Raúl Castro se encontrava “em estado grave”, o que levantou especulações sobre o estado de saúde do governante.

No entanto, na segunda-feira (10), a televisão cubana divulgou imagens de Raúl Castro recebendo o chanceler de Luxemburgo, que faz uma visita oficial à ilha.

Agência Brasil
 

junho 14, 2017 Posted by | Internacional | , , | Deixe um comentário

Cuba suspende envio de 710 médicos ao Brasil, diz Ministério da Saúde

Comércio da morte

A volta do descaso

Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil

Cuba cancelou o envio de 710 médicos para o Brasil, previsto para este mês. A suspensão se deu, conforme ofício enviado ao governo brasileiro, devido ao possível descumprimento de termos do acordo de cooperação. Em nota enviada à imprensa, o Ministério da Saúde diz que poderá enviar a Cuba uma delegação brasileira para esclarecer os questionamentos do governo cubano.

O Brasil recebeu nesta quinta-feira (13), por meio da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), a solicitação de uma reunião de representantes brasileiros e cubanos para tratar do programa Mais Médicos.

Segundo o governo cubano, o cancelamento do envio se deu pelo aumento de ações judiciais impetradas por médicos cubanos vinculados ao programa e sua contratação direta pelo Ministério da Saúde, determinada por liminares. Essa situação, segundo o texto do ofício, não estaria em conformidade com o acordo firmado.

A cada três meses, o Ministério da Saúde realiza editais para preencher os postos de trabalho eventualmente vagos no programa. No último edital, para cerca de 1,6 mil vagas, mais de 8 mil candidatos brasileiros se inscreveram para a seleção.

Segundo o Ministério da Saúde, caso necessário, as vagas não preenchidas pela cooperação serão oferecidas nos próximos editais. Os médicos cubanos que chegariam ao Brasil são 600 novos bolsistas e 110 para reposição de profissionais.

Cubanos no Mais Médicos

Quando o Mais Médicos foi lançado, em 2013, a maciça presença de médicos cubanos foi duramente criticada pelas entidades médicas brasileiras. Um dos motivos foi o fato de estes profissionais não terem registro nos conselhos regionais de medicina do Brasil. Além disso, os vencimentos deles são pagos ao governo cubano, que repassa ao profissional um valor menor do que o recebido por outros participantes do programa.

Porém, apesar de os editais do programa sempre priorizarem a contratação de brasileiros, a maior parte das vagas, muitas localizadas em áreas carentes e de difícil acesso, como Distritos Sanitários Indígenas, não atraía o interesse de profissionais brasileiros. Desde 2015, o governo tem apostado em novas estratégias para que os brasileiros participem do Mais Médicos.

Em janeiro deste ano, pela primeira vez, além da reposição de rotina, foram disponibilizadas vagas antes ocupadas por profissionais cubanos, que vieram ao Brasil por uma cooperação intermediada pela Opas. Segundo balanço do início deste ano, das 18.240 vagas do programa, 62,6% são ocupadas por cooperados cubanos, 29% por brasileiros formados no Brasil e 8,4% estrangeiros e brasileiros formados no exterior.

A meta do governo federal é substituir 4 mil médicos cooperados por brasileiros em três anos e, assim, reduzir de 11,4 mil para 7,4 mil participantes cubanos. A expectativa é chegar a 7,8 mil brasileiros no Mais Médicos, representando mais de 40% do total de profissionais.

Edição: Kleber Sampaio
 
 
 

abril 14, 2017 Posted by | Política | , , | Deixe um comentário

Viper explores communism in Cuba

abril 2, 2017 Posted by | english | , | Deixe um comentário

Cuba ofrece 1.000 becas a jóvenes colombianos como contribución al proceso de paz

março 17, 2017 Posted by | Espanhol | , , , | Deixe um comentário

Estados Unidos revogam lei que permitia permanência de cubanos sem visto

Leandra Felipe – Correspondente da Agência Brasil

O presidente dos Estados Unidos Barack Obama faz seu discurso de despedida
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que migrantes cubanos serão tratados da mesma maneira que os de outros países KAMIL KRZACZYNSKI/EPA/LUSA/ Todos os Direitos Reservados

A Casa Branca anunciou a revogação de uma lei que autorizava a permanência de cubanos nos Estados Unidos sem visto.  A lei permitiu que milhares de cubanos que chegaram aos Estados Unidos nos últimos anos fossem tratados como fugitivos do governo cubano e não fossem deportados como cidadãos de outros países que tentam entrar no país ilegalmente  (sem visto de entrada). A decisão foi oficializada ontem (12) pelo presidente Barack Obama,  a uma semana de sua saída do cargo.

A partir de agora, os cubanos imigrantes sem permissão de entrada poderão ser deportados como imigrantes de outras nacionalidades. “Os cubanos que tentarem ingressar ilegalmente no país e que não se qualificarem para alívio humanitário [asilo político] estarão sujeitos à remoção, mediante as leis dos Estados Unidos”, diz o texto do comunicado divulgado pela Casa Branca.

O presidente norte-americano ressaltou que a revogação da lei era um passo esperado, já que os dois países tiveram as relações diplomáticas retomadas. “Os migrantes cubanos serão tratados da mesma maneira que os de outros países”, disse.

Agências internacionais repercutiram hoje (13) a decisão ouvindo cubanos que estavam se preparando para viajar aos Estados Unidos utilizando a fronteira terrestre, via México. Eles expressaram tristeza e disseram que esperavam conseguir migrar para o país.

“Pés Secos, Pés Molhados”

Nos últimos anos, milhares de cubanos que vivem nos Estados Unidos foram beneficiados pela legislação chamada de “Pés Secos, Pés Molhados”. A lei estava em vigor desde 1995 e vinha de outra lei adotada em 1966.

Com a legislação revogada, os cubanos que tentavam imigrar só eram devolvidos a Cuba caso fossem encontrados no mar. Se eles conseguissem chegar pela via terrestre – por isso a expressão “pés secos” – tinham permissão para entrar no país e ganhavam tratamento diferenciado para processos de imigração (obtenção do visto de residente permanente, o famoso Green Card).

Quando foi criada, a lei considerava os imigrantes cubanos como fugitivos da política de Fidel Castro.  Mais de três milhões de cubanos vivem nos Estados Unidos, a  maioria deles na Flórida.

Edição: Kleber Sampaio
 

janeiro 14, 2017 Posted by | Política | , , | Deixe um comentário

   

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