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Récord: La deuda global supera el 327% del PIB mundial

outubro 29, 2017 Posted by | Espanhol | , , | Deixe um comentário

Setor turístico cresce na China e já movimenta mais de 10% da economia

Ana Cristina Campos – Enviada especial da Agência Brasil
O turismo na China tem crescido tanto nas viagens internacionais quanto dentro do próprio país
O turismo na China tem crescido tanto nas viagens internacionais quanto dentro do próprio paísFoto: Xinhua/Xu Congjun

O turismo doméstico e internacional tem aumentado entre os chineses, impulsionando a economia e a geração de empregos. Em 2016, a indústria turística chinesa contribuiu com 10,26% do PIB (Produto Interno Bruto, soma de todos os bens e serviços produzidos no país). As informações são do diretor-geral adjunto do Departamento de Marketing e Cooperação Internacional da Administração Nacional de Turismo da China, Feng Litao.

No ano passado, cerca de 122 milhões de chineses viajaram ao exterior, um aumento de 12% comparado com 2015. Em 2016, a China recebeu 138 milhões de visitantes estrangeiros, um crescimento de 3,8% em relação ao ano anterior.

Segundo Feng Litao, em 2016 o turismo doméstico registrou 4,4 bilhões de viagens, o que significa que cada chinês fez, em média, três viagens por ano dentro do país. A população chinesa ultrapassa a marca de 1,3 bilhão de habitantes.

De acordo com dados da Organização Mundial de Turismo (OMT), desde 2012 o consumo dos turistas chineses em viagens ao exterior ocupa o primeiro lugar em âmbito global, alcançando US$ 109,8 bilhões no ano passado. Ainda segundo a OMT, a China contribui com mais de 13% das receitas turísticas mundiais e a indústria do turismo é responsável por 16% dos postos de trabalho na economia chinesa.

O maior apetite chinês por viagens pode ser atribuído ao aumento da renda da classe média urbana. Em 2016, o PIB per capita chinês correspondeu a US$ 8.866. Os destinos preferidos dos chineses no exterior estão no entorno asiático, como Hong Kong, Macau, Japão, Coreia do Sul e Tailândia.

Escritório no Brasil

Para atrair mais visitantes latino-americanos para a China, a Administração Nacional de Turismo do país planeja abrir um escritório em São Paulo, ainda sem data definida. Será a primeira representação da agência estatal na América Latina.

Para que mais chineses visitem o continente sulamericano, Feng Litao sugeriu que as agências de turismo preparem guias turísticos que falem mandarim e planejem itinerários que atravessem diversos países da região.

*A repórter está em Pequim a convite do Centro de Imprensa China-América Latina e Caribe

Edição: Augusto Queiroz
 
Agência Brasil
 

julho 2, 2017 Posted by | Internacional | , , | Deixe um comentário

PIB tem queda de 0,3% em janeiro, a menor dos últimos 22 meses

PIB 2.013

PIB Brasil

Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil

O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, recuou 0,3% em janeiro na comparação com o mesmo período do ano passado. A informação foi publicada hoje (3) pelo Monitor do PIB, da Fundação Getulio Vargas (FGV). Apesar da queda, esse foi o resultado menos negativo dos últimos 22 meses, de acordo com a FGV.

A queda foi de 0,06% na comparação com dezembro. No trimestre encerrado em janeiro, houve quedas de 0,22% na comparação com o trimestre encerrado em outubro de 2016 e de 1,1% em relação ao trimestre que terminou em janeiro de 2016.

Na comparação com o trimestre encerrado em janeiro de 2016, os principais destaques positivos foram os setores de extrativa mineral (7,5%) e eletricidade (5,7%). Contribuíram para a queda de 1,1% do PIB os setores da construção (-6,5%) e transportes (-5,1%).

Pelo lado da demanda, o consumo das famílias caiu 2,6% no trimestre que acabou em janeiro deste ano, na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Já a formação bruta de capital fixo (investimentos) teve queda de 3,9% no período.

Edição: Kleber Sampaio
 
 

abril 3, 2017 Posted by | Política | , | Deixe um comentário

PIB fecha 2016 com queda de 3,6%

Vinicius Lisboa – Repórter da Agência Brasil
economia ilustração
Dados do IBGE mostram que PIB de 2016 ficou em R$ 6.266,9 bilhões –Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, fechou 2016 com queda de 3,6%.

Em 2015, a economia brasileira já tinha recuado 3,8%. Segundo dados divulgados hoje (7), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB de 2016 ficou em R$ 6,3 trilhões. De acordo com o IBGE, os números do PIB de 2015 e 2016 representam a maior recessão desde 1947.

Segundo a coordenadora de Contas Regionais do IBGE, Rebeca Palis, já houve anos em que a retração foi maior que a de 2016, mas nunca a economia brasileira havia somado 7,2% de queda em um biênio.

“A magnitude da queda, olhando o biênio, é a maior desde 1948”, disse Rebeca, que explicou que a série histórica do IBGE para o PIB começa em 1947, mas apenas em 1948 há dado de variação anual.

“Em outros períodos, algumas atividades econômicas davam uma segurada na economia. Nesse biênio, foi disseminado na economia toda, o que não é muito comum de acontecer. Serviços foram muito afetados, o que não acontecia muito”, afirmou.

O resultado negativo dos dois anos fez o PIB do país voltar para o patamar registrado no terceiro trimestre de 2010, segundo o IBGE.

No último trimestre de 2016, o PIB recuou 0,9% em relação ao trimestre anterior e caiu 2,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Agropecuária cai 6,6%

O setor da economia que sofreu a maior queda em 2016 foi a agropecuária, com contração de 6,6%. Na indústria, a queda foi de 3,8%. Segundo o IBGE, o segmento de serviços recuou 2,7%.

Se analisado apenas o quarto trimestre, houve queda na indústria (-0,7%) e nos serviços (-0,8%) em relação ao terceiro trimestre do mesmo ano. Nessa base de comparação, houve crescimento de 1% na agropecuária.

Já na comparação do quarto trimestre com o mesmo período de 2015, todos os setores caíram, com destaque para o recuo de 5% na agropecuária. Indústria e serviços apresentaram retração de 2,4%.

O desempenho negativo da agropecuária no ano passado deveu-se ao desempenho da agricultura. Na indústria, houve queda de 5,2% na construção e de 2,9% na indústria extrativa mineral. Os resultados foram positivos nas atividades de eletricidade e gás, esgoto e limpeza urbana, com crescimento de 4,7%.

Os serviços foram puxados para baixo pela recuo do comércio, de 6,3%, e pelo resultado negativo dos outros serviços, de 3,1%. Atividades imobiliárias avançaram 0,2%.

Texto alterado às 9h23 para acréscimo de informações

Edição: Kleber Sampa

março 7, 2017 Posted by | Política | , , | Deixe um comentário

Países que más crecerán en 2.015

ranking pib

Nova Guiné

Papúa Nueva Guinea es el país que más avanzará económicamente este año, según las previsiones del Fondo Monetario Internacional.

La economía de esa nación del oeste del Pacífico, que posee hidrocarburos y se destaca por una fuerte agricultura, disparará su crecimiento al 19,3%, dejando muy atrás al resto de países.

Diez puntos porcentuales por debajo se encuentra el segundo país más dinámico, la República Democrática del Congo, con un pronóstico del 9,18%, según el citado informe publicado por ‘El País’.

Sepa más: Reporte económico: ¿Quién reinará en el mundo en 2050?

La mayor potencia entre los diez países cuyo PIB crecerá más es la India, que debe expandirse un 7,46%, gracias a reformas, el aumento de la inversión y el desplome de los precios del petróleo.

Sepa más sobre el FMI

Este último factor es precisamente el que está poniendo freno al crecimiento de los países exportadores de crudo: Guinea Ecuatorial y Sierra Leona experimentan recesiones del 15% y el 12% respectivamente.

Fonte: RT-TV

abril 22, 2015 Posted by | Espanhol | , , | Deixe um comentário

Países que mais crescerão em 2.015

ranking pib

Nova Guiné

Papua Nova Guiné é o país que terá o maior avanço econômico este ano, de acordo com previsões do Fundo Monetário Internacional.

A economia desta nação no oeste do Pacífico, que possui petróleo e se destaca por uma agricultura forte, crescerá 19,3%, deixando bem para trás os outros países.

Dez pontos percentuais abaixo está o segundo país mais dinâmico, a República Democrática do Congo, com uma previsão de 9,18%, segundo o relatório publicado pelo “El País”.

A maior potência entre os dez países cujo PIB crescerá mais será a Índia, que deve expandir-se pelo menos 7,46%, graças às reformas, o aumento de investimentos e queda dos preços do petróleo.

Este último fator é precisamente o que está freando o crescimento dos países exportadores de petróleo: Guiné Equatorial e Serra Leoa estão em recessões de 15% e 12% respectivamente.

Fonte: RT-TV

abril 22, 2015 Posted by | Internacional | , , , | 1 Comentário

PIB sobe 2.3% em 2.013

PIB 2.013

PIB Brasil

Na comparação com o 3º trimestre do ano, os serviços apresentaram expansão de 0,7%, a agropecuária teve variação nula e a indústria variação negativa de 0,2%.

Nos serviços, todas as atividades apresentaram resultados positivos, com destaque para serviços de informação (4,8%). Intermediação financeira e seguros cresceu 2,0%, seguida por outros serviços (1,2%), comércio (0,8%), transporte, armazenagem e correio (0,4%), administração, saúde e educação pública (0,4%) e atividades imobiliárias e aluguel (0,2%).

Dentre os subsetores que formam a indústria, a indústria de transformação registrou recuo de 0,9%, enquanto que a extrativa mineral e a construção civil mantiveram-se praticamente estáveis (-0,1% e 0,0%, respectivamente). Este resultado foi contrabalançado pela expansão observada em eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (1,4%).

Pela ótica do gasto, todos os componentes da demanda interna apresentaram crescimento. A despesa de consumo da administração pública se expandiu em 0,8%, seguida pela despesa de consumo das famílias (0,7%) e pela formação bruta de capital fixo (0,3%). No que se refere ao setor externo, as exportações de bens e serviços cresceram 4,1%, enquanto que as importações apresentaram variação negativa de 0,1%.

PIB cresce 1,9% em relação ao 4º trimestre de 2012

Quando comparado a igual período do ano anterior, o PIB apresentou crescimento de 1,9% no quarto trimestre de 2013. Dentre as atividades que contribuem para a geração do valor adicionado, a agropecuária cresceu 2,4%. Os produtos agrícolas cujas safras são significativas no 4º trimestre e que registraram crescimento na estimativa de produção foram o trigo (30,4%), a cana de açúcar (10,0%) e o fumo (5,5%), enquanto a laranja (-14,8%) e a mandioca (-9,5%) tiveram queda, segundo o LSPA/IBGE divulgado em fevereiro de 2014.

A indústria apresentou expansão de 1,5%. Nesse contexto, a indústria de transformação apresentou crescimento de 1,3%. O seu resultado foi influenciado pelo aumento da produção de máquinas e equipamentos; material eletrônico e equipamentos de comunicação; outros equipamentos de transporte; perfumaria; refino de petróleo e álcool; e produtos de madeira. A construção civil também apresentou aumento no volume do valor adicionado de 2,4%, eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana apresentou crescimento de 3,4% e a extrativa mineral recuou 0,9% em relação ao último trimestre de 2012.

O valor adicionado de serviços cresceu 1,8% na comparação com o mesmo período do ano anterior, com destaque para os serviços de informação (7,6%). O comércio (atacadista e varejista) apresentou expansão de 2,9%, seguido por administração, saúde e educação pública (2,4%), transporte, armazenagem e correio (2,2%), serviços imobiliários e aluguel (1,5%) e Intermediação financeira e seguros (1,1%). Já a atividade de outros serviços apresentou recuo de 0,6% no trimestre.

Dentre os componentes da demanda interna, destaque para o crescimento de 5,5% da formação bruta de capital fixo, justificada pela expansão da produção interna de bens de capital. A despesa de consumo das famílias apresentou crescimento de 1,9%, sendo esta a 41ª variação positiva consecutiva nessa base de comparação. A despesa de consumo da administração pública cresceu 2,0% na comparação com o mesmo período de 2012. Pelo lado da demanda externa, tanto as exportações (5,6%) quanto as importações (4,8%) de bens e serviços apresentaram aumento.

Em 2013, PIB cresce 2,3% e PIB per capita cresce 1,4%

O PIB em 2013 acumulou crescimento de 2,3% em relação ao ano anterior. Em 2012, o crescimento acumulado no ano foi de 1,0%. Já o PIB per capita alcançou R$ 24.065 (em valores correntes) em 2013, após ter crescido (em termos reais) 1,4% em relação a 2012.

A expansão do PIB resultou do aumento de 2,1% do valor adicionado a preços básicos e do crescimento de 3,3% nos impostos sobre produtos líquidos de subsídios. O resultado do valor adicionado neste tipo de comparação refletiu o desempenho das três atividades que o compõem: agropecuária (7,0%), indústria (1,3%) e serviços (2,0%).

O crescimento em volume do valor adicionado da agropecuária decorreu do comportamento de várias culturas importantes da lavoura que registraram aumento na estimativa anual de produção e ganhos de produtividade, com destaque para soja (24,3%), cana de açúcar (10,0%), milho (13,0) e trigo (30,4%).

Na indústria, destacou-se o crescimento da atividade de eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (2,9%), puxado pelo consumo residencial de energia elétrica. Já a extrativa mineral acumulou queda de 2,8%, influenciado pela queda na extração de minérios. A construção civil e a indústria de transformação cresceram, ambas, 1,9% em relação a 2012.

Todas as atividades que compõem os serviços registraram crescimento acumulado no ano: serviços de informação (5,3%), transporte, armazenagem e correio (2,9%), comércio (2,5%), serviços imobiliários e aluguel (2,3%), administração, saúde e educação pública (2,1%), intermediação financeira e seguros (1,7%) e outros serviços (0,6%).

Na análise da demanda, o crescimento de 6,3% da formação bruta de capital fixo foi o destaque, puxado pelo aumento da produção interna de máquinas e equipamentos. A despesa de consumo das famílias cresceu 2,3%, sendo este o 10º ano consecutivo de crescimento. Tal comportamento foi favorecido pela elevação da massa salarial e pelo acréscimo do saldo de operações de crédito do sistema financeiro com recursos livres para as pessoas físicas. A despesa do consumo da administração pública aumentou 1,9%.

No âmbito do setor externo, tanto as exportações (2,5%) quanto as importações (8,4%) de bens e serviços cresceram. Entre as exportações, destaque para produtos agropecuários; outros equipamentos de transporte; veículos automotores e refino de açúcar. Já nas importações, os destaques foram indústria petroleira; serviços de alojamento e alimentação; máquinas e equipamentos; óleo diesel e peças para veículos automotores.

A taxa de investimento no ano de 2013 foi de 18,4% do PIB, ligeiramente acima do observado no ano anterior (18,2%). A taxa de poupança foi de 13,9% em 2013 (ante 14,6% no ano anterior).

Comentário: enquanto isso, a taxa de juros sobe novamente para 10,75%, supostamente tentando conter a inflação que deveria ser controlada pela livre concorrência. Acontece que com tantos cartéis, motivado por impostos altos e corrupção, não há concorrência nenhuma.

A taxa de juros funciona como uma corda no pescoço do brasileiro, cada vez que o consumo aumenta, o governo puxa a corda. Com isso, esperar um grande crescimento passa a ser uma grande perda de tempo.

Se o crescimento do PIB já é uma façanha, o crescimento do PIB per capta é uma façanha ainda maior.

Entretanto, o governo parece estar ganhando fôlego para poder respirar na época das eleições, quando a política econômica deverá compensar a falta de justiça no país.

O STF absolveu os réus de formação de quadrilha no processo de mensalão e, nesse caso, eu até que concordo com o STF. Não há formação de quadrilha, a quadrilha já está formada há muito tempo.

A condenação poderia ter forçado o fim do regime semi-aberto dos condenados pelo mensalão.

Depois de serem condenados em todas as instâncias, serem absolvidos pelo STF, compromete a reputação do Supremo Tribunal Federal que volta a ser testa de ferro dos políticos corruptos.

Fonte: IBGE

Comentário: By Jânio

fevereiro 28, 2014 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário

Crescimento econômico no mundo – 2.013

País que mais cresceu

Melhor PIB

Na expectativa de um PIB de aproximadamente 0,8% no segundo semestre de 2.013, abaixo dos EUA, com expectativa de cerca de 1,0% e pouco acima da Grã-Bretanha, os brasileiros não estão muito animados.

O milagre econômico com a ajuda da China acabou e, mesmo vendo a gigante com um bom crescimento, não é suficiente para fazer o Brasil crescer. Além disso, a China encontrou dificuldade em explorar matérias-primas no país e começa a investir em países africanos.

O PIB do Brasil se iguala ao de países em crise e, pior, com uma política monetária estúpida para encobrir, proteger a corrupção e a falta de concorrência. Os políticos sem escrúpulos não se importam em compartilhar seu espaços com ex-presidiários e inimigos públicos, políticos odiados pela sociedade brasileira.

Os países do oriente, com um fuso horário diferente, já começam a divulgar seus relatórios econômicos e a grande surpresa é a Singapura.

Não, talvez não haja tanta surpresa assim, já que o país lidera a maioria das listas econômicas, que vão desde PIB, IDH, competividade e ambiente de negócios, até os infernos fiscais. Como a maioria dos países do mundo, a Singapura não é como o Brasil, ou seja, seus políticos não roubam o próprio país.

Lista de alguns países que já divulgaram seus relatórios econômicos:

Singapura – 15,2%

China – 7,5%

Taiwan – 2,27%

Grã-Bretanha – 0,6%

Espanha – -0,1%

Fonte:

Estadão

Homens mais ricos do mundo 2.013

IDH 2.013 – Melhores países

IDH 2.013 – Melhores cidades

China investe 8 bilhões no país mais pobre do mundo

Paraísos fiscais da máfia brasileira

julho 31, 2013 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário

A dominação pelo PIB-Verde

Próximo do Fim

Há um ditado popular em minha cidade afirmando que brasileiro só aprende a nadar quando a água chega ao pescoço e, antes que eu possa fazer qualquer comentário sobre isso, gostaria de dizer que eu não concordo. Eu, por exemplo, não aprenderia e, apesar de ser um pouco autodidata, não sou um bom autodidata, ou seja, não sou muito empreendedor, criativo.

Pobre tem de ser criativo para poder sobreviver, tem de perder o sentido do ridículo, tem de experimentar e, quando a coisa aperta, precisa se virar.

Quando se tem o monopólio da mídia de massa, e isso custa muito caro, só o SBT custou quatro bilhões e meio, tem-se o controle de tudo o que é noticiado, mesmo que as emissoras de TVs briguem para ver quem vai ficar com o maior pedaço do bolo.

Pausa para a fofoca do dia: Carlos Slin, homem mais rico do mundo e rei, ou seria imperador, das comunicações do México, estaria interessado em comprar parte do SBT. Hum! O dossiê Sílvio Santos fica cada vez mais interessante.

Voltando ao assunto: Um país só é pobre se tiver uma política muito pobre, como políticos que roubam o próprio povo.

Enfim, o caso é que todas as notícias boas foram dadas, a respeito do oásis econômico chamado Brasil, mas mesmo depois dadas todas as notícias boas, as notícias ruins fizeram muito estrago na opinião pública.

O PIB insignificante de cerca de 2,7%, em fevereiro, com uma projeção de 3,3% ao ano, alerta para o setor industrial que teve uma forte desaceleração, deixou os políticos preocupados.

Seguindo a queda de crescimento do PIB e da indústria, restava somente a agricultura para animar e dar credibilidade aos nossos gestores públicos, o problema é que a agricultura também não anda bem das pernas. Segundo as projeções, poderemos ter uma queda de 1,5% na safra de grãos desse ano.

Então o que fazer?

Os políticos pensaram rápido e resolveram aproveitar uma ideia chinesa que tem feito muito sucesso, criar o PIB-Verde. O PIB-Verde indicaria os valores econômicos de serviços prestados para a nossa ecologia mas, no fundo, o que eles querem mesmo é mostrar para o mundo quem é que manda na Amazônia.

O projeto do PIB-Verde da China foi criado em 2.004 e entrou em vigor em 2.006.

Vendo por esse ponto de vista, poderíamos nos lembrar das concessões dos pedágios, quando as concessionárias, a maioria de parentes e amigos dos políticos, ganharam de presente as melhores rodovias do Brasil. A ideia era melhorar as estradas, mas as piores estradas ficaram com o governo.

Agora, só falta quererem estatizar a Amazônia, e nós sabemos qual é a qualidade da gestão pública brasileira, para depois privatizá-la também. Quando isso acontecer, grilagem de terra será coisa do passado.

O projeto de lei 2.900/11 é do Deputado Otávio leite do PSDB-RJ.

By Jânio

março 20, 2012 Posted by | Política | , , , , , , , | Deixe um comentário

As economias que mais cresceram em duzentos anos

melhores economias

Melhores PIBs

Em tempos de crise, muito se especula sobre o futuro da economia mundial. Países imperialistas de economias fechadas ao capital externo e às populações mais carentes, como são os casos dos BRICS por exemplo, desafiam a lógica.

Pelo ponto de vista de brasileiros, estamos mais próximos de um admirável mundo novo que das previsões e especulações de especialistas.

Não se sabe como países errados, como Brasil, China, Índia, Rússia e África do Sul, podem apresentar economias tão fortes, apesar de não terem preocupação nenhuma com princípios básicos, como a justiça, educação, transportes, saúde e todos os setores que completam a infraestrutura básica para o bem estar social.

O que eles não sabem, é que cada um desses países imperialistas tem um ás na manga, por exemplo:

Brasil: É um país auto sustentável, poderia ser a maior potência do mundo, se não houvesse a participação de países como EUA e Inglaterra para complicar nosso desenvolvimento e apoiar governos corruptos. Além disso, temos uma herança de um sistema elitizado de quinhentos anos, o qual desenvolvemos ao máximo, negativamente falando é claro.

China: A China é o país com a maior população do mundo, qualquer ideia sobre como governar um país como esse parece pretensiosa. Para começar, eles teriam que desmembrar esse país gigantesco, mesmo assim, teriam dificuldades para governá-lo, sem a ajuda de uma ditadura.

Os japoneses dizem que a China conseguiu um desenvolvimento tecnológico muito grande, graças a espionagem e roubo de tecnologias.

Índia – Se a China teria pirateado as tecnologias de países mais desenvolvidos, a Índia tem a seu lado a língua inglesa, assim como a África do Sul, mas como explicar tecnologias tão avançadas?

África do Sul – Assim como os outros países da BRICS, a África apresenta muitos problemas sociais, mas tem ao seu lado a comunidade de língua inglesa.

Enquanto os especialistas afirmam que nada dará certo, e que países sem preocupação com o bem estar social não terão chances, os países emergentes insistem em contrariá-los. A economia cresce diabolicamente na mesma proporção que a miséria; o que os países ricos fazem com o resto do mundo, os emergentes imperialistas fazem individualmente, atacando o seu próprio povo.

O pesquisador Dani Rodrik, da Universidade de Harvard, fez uma pesquisa para saber quais países cresceram acima de 4,5%, durante pelo menos trinta anos, de acordo com o PIB. Antes da Grande Guerra Mundial, apenas três casos foram registrados.

01) Austrália (1823-1853)

02) Nova Zelândia (1840-1870)

03) Venezuela (1907-1939) – petróleo

Após a Segunda Guerra Mundial, três grupos merecem a atenção:

01) Japão do pós-guerra – Com a ajuda do plano Marshall

02) Exportadores de petróleo – Década de 70

03) Tigres asiáticos – Hong Kong, Singapura, Coréia do Sul e Taiwan.

A Rússia teve um crescimento de quase dez anos, acima de 4,5%. De 1999 a 2008, acima de 4,7%; em 2.000, a Rússia atingiu o crescimento de 10%.

A Líbia apresentou, no período de 1950 a 1980, uma taxa de crescimento d 7,4%.

De 1949 a 1980, o crescimento na Espanha foi de 4,9%.

A participação dos EUA pode ser notada na maioria desses casos, mas eu não tenho a menor dúvida que os BRICS vão crescer muito e vão (des)equilibrar boa parte da economia mundial.

Eu só espero que não Hajam conspirações e guerras, enquanto isso.

Fonte: RT

Texto: By Jânio

outubro 9, 2011 Posted by | Política | , , , , , , , | Deixe um comentário

PIB dos Brics deve ultrapassar os EUA

moeda internacional

Negócio da China

Por essa o G7 não esperava, por essa nem o FHC esperava.

Segundo analistas chineses, o PIB dos BRICS deverá ultrapassar o PIB dos EUA até 2.015. Baseados nessa pesquisas e em outros dados mais recentes, os BRICS, Brasil, Rússia, Índia, China, e agora a África do Sul, tem progredido muito em seus acordos, resta saber quem levará vantagem nisso.

Tanto a China, quanto o Brasil, querem ver suas moedas entre as moedas utilizadas para o comércio internacional, sem o qual levam uma grande desvantagem frente a outros países que mantém suas moedas desvalorizadas, facilitando suas exportações.

É natural que moedas fortes, como é o caso do Real, possam vir a ser utilizadas pelo comércio internacional, todos os países podem se beneficiar com mais duas moedas, portanto, duas novas opções.

As moedas em uso, dólar, euro, iene e libra, sofreram, e sofrem, os efeitos da grave crise que se abateu sobre a economia mundial, tornando-se desvalorizadas. Isso faz com que esses países tenham uma certa “vantagem” no câmbio, a mesma ladainha a qual nós brasileiros ouvimos a vida inteira.

Caso os BRICS consigam convencer os organismos internacionais a incluir essas duas novas moedas no comércio internacional, todas as empresas exportadoras terão duas moedas fortes e confiáveis, afinal estão sendo avalizadas por suor e sangue derramados pelos povos desses dois países. Na China, o salário de fome e o trabalho infantil ajudam tornar sua economia forte e saudável, enquanto no Brasil nós temos os impostos.

Os impostos do Brasil são tão altos, que cerca da metade de nossas riquezas fica perdida, por sonegação, corrupção ou roubo, criando um efeito cascata difícil de ser mantido nas sombras, devido às novas tecnologias.

Se a globalização era uma ambição dos Bilderbergs, constituindo-se na principal causa da crise global, fica a pergunta: De quem é o interesse pela globalização dos BRICS?

Precisamos voltar no tempo e descobrir quem começou tudo isso, certamente a resposta encontraremos na primeira letra do grupo, “B” de Brasil.

Enquanto a China defende os interesses do império chinês, aqui no Brasil, os interesses sempre foram egoístas e serão capazes de vender o Brasil pela melhor comissão de mercado.

É bom que fique claro que o povo brasileiro não tem nenhuma participação nas negociações, pelo menos o povo aqui de baixo, os pobres.

Antes de criar um novo mercado comum entre países, o mínimo que deveríamos fazer é avaliar as consequências desastrosas do euro. O euro não derrubou só o dólar, criou uma crise que afetou o mundo inteiro.

Certamente a nossa máfia deve estar muito interessada no crescimento chinês, resta saber quais são os planos da China nisso tudo. Um país que não respeita nem os seus próprios cidadãos, deverá ter ainda menos respeito pelos povos de outros países.

Os primeiros acordos entre o Brasil e China foram uma catástrofe, praticamente destruíram a indústria brasileira em um curto período de tempo.

Isso aconteceu, evidentemente, porque o Brasil não se encontrava à altura da China em termos tecnológicos, ainda enfrentamos a mesma situação.

Se a China é capaz de construir um prédio de quarenta andares, em sete dias – isso é apenas um exemplo hipotético – o Brasil levaria sete anos – esse é outro exemplo hipotético – isso se terminasse, caso a construtora não simulasse a própria falência, levando todas as economias dos pobres trabalhadores.

A China é um raríssimo caso de imperialismo perfeito, enquanto no Brasil, o que temos é um bando de trombadinhas que se revezam no poder.

O Brasil é exatamente o oposto, um caso perdido, em quinhentos anos de história patética.

O euro não deu certo porque não foi criado com esse objetivo, a ideia era facilitar as transferências monetárias do Clube de Bilderberg, sem ter que dar satisfações ou pagar altos impostos. Esse processo aumentou a concentração de capitais dos ricos, consequentemente, aumentou muito mais a pobreza.

Para que o euro desse certo, seria preciso que os países tivessem força, fossem iguais, socialmente falando. Poucos países no mundo tem condições de criar uma mercado comum.

Um sonho desse porte exige uma transformação muito grande, exige que países tornem-se solidários, humanos. Criar um mercado comum, acreditando apenas em seu poder econômico, seria um grande erro.

A inclusão dessas duas moedas no mercado internacional, será um grande avanço para o Brasil, mas que fique por aí, nada de fazer acordos sem o devido planejamento. Eu, pessoalmente, acredito que todos os acordos deveriam ser feitos separadamente, com direito a regulamentação, complementos.

Nenhum acordo que não seja vantajoso para ambas as partes, deverá ser descartado, daí a necessidade de se ter cautela, fazer ajustes, entrar em acordo.

Não é intenção da China destruir o Brasil economicamente, o Brasil não teria a menor chance de sequer afetar a china, portanto, é preciso um passo de cada vez, nesse caso, um acordo de cada vez.

O principal interesse da china, em relação ao Brasil, é a força de sua economia, a força da estabilidade de sua moeda, mas principalmente das matérias-primas. Não é de hoje que a China vem estudando a forma como o Brasil conduz sua economia, a china é especialista em copiar sistemas, econômicos, tecnológicos, menos sistemas sociais.

Se é certo que um mercado comum deva ser criado por países iguais, os BRICS não teriam a menor chance, eles só são iguais no descaso social, na maneira como tratam seus pobres, na desigualdade social.

É melhor manter tudo em níveis de acordos.

By Jânio.

abril 19, 2011 Posted by | Política | , , , , , , , | 4 Comentários

Brasil é a sétima economia do mundo

brasil é pobre

Brasil Rico

O Brasil consegue o maior PIB dos últimos vinte e quatro anos, surpreendendo até os mais otimistas.

Já estão dizendo que esse bom desempenho no PIB, seria apenas uma recuperação dos anos anteriores, que apresentaram um período de relativa estagnação da economia.

Eu tenho que discordar dessa análise. Se a explicação para uma crise fosse tão simples assim, não haveria motivo para preocupação, nem haveria mais crise.

Sempre gostamos de comparar o “pobre” Brasil, com o resto do mundo, então, é bom saber que o Brasil teve o quinto melhor desempenho dos G-20 – Esse é o maior crescimento desde 1.986.

Graças aos últimos Governos, ou mesmo sem eles, o Brasil, ao contrário dos outros quatro do Top five, não teve crise, portanto estamos recuperando de quê?

Nós sabemos que tanto a China, quanto a índia, enfrentam muitos problemas sociais. Estão ainda piores que o Brasil, se isso é possível, quando se trata de infra-estrutura.

Enquanto a China tem a ditadura para controlar seus problemas, a Índia consegue conviver com as várias culturas, graças ao poder de suas religiões e filosofias.

Aqui no Brasil, o sistema se vale da força da elite e dos meios de comunicação tendenciosos, os mesmos que conseguem fortunas em financiamentos fraudulentos.

A Argentina, que também está em forte crescimento, sempre teve o IDH melhor que o Brasil, a ponto de muitos brasileiros se mudarem para lá.

Nem mesmo a forte crise dos últimos anos, abalou a confiança dos empreendedores argentinos, ou de seu IDH. Nesse momento, atravessam um dos melhores momentos de sua história, com crescimento do PIB e do IDH, que sempre foi bom.

Na terra da contradição e desigualdades, continuamos entre os países mais ricos do mundo, PIB, e entre os mais pobres, IDH e apoio ao empreendedor. O Brasil sempre esteve entre os países mais ricos do mundo, sétima ou oitava economia mais rica, em se tratando do PIB.

Nesse momento, somos a sétima maior economia, a frente de outros países mais ricos, como Reino Unido e a França.

Como é possível o Brasil ultrapassar países ricos, como o Reino Unido e a França, apresentando uma miséria tão grande? – A resposta pode ser mais simples do que imaginamos.

Quanto mais o Brasil fica rico, maior se tornam os impostos, a miséria. Os impostos são parceiros da corrupção, subornos, propinas, tornando a classe média alta aliada desses facínoras.

Aumentar a taxa de juros se tornou desculpa para controlar a infração, quando todos nós sabemos que para se controlar a inflação, é preciso aumentar a concorrência.

Não haverá concorrência, enquanto a taxa de impostos for tão alta, beneficiando os empresários que financiam toda essa sujeira política.

Empresários criminosos compram e vendem sem nota, registrando o “extravio” dessas notas que nunca existiram, quando a Polícia Federal aperta o cerco.

Todo o planejamento do crime é feito no alto escalão, impossibilitando a ação da lei que eles mesmos criam.

Durante o crescimento do PIB, o que não é nenhuma surpresa, ninguém perguntou quando o IDH vai crescer 7,5%, mas isso também não é nenhuma surpresa.

A mídia covarde também é beneficiada pelas leis tributárias e selvagens, por isso sempre estarão presos em sua própria força.

TAXAS DE CRESCIMENTO DO PIB:

Acima da média:

01 – China 10,3%

02 – Índia 8,6%

03 – Argentina

04 – Turquia

05 – Brasil 7,5%

Obs: Com um PIB de 3,6 trilhões, o Brasil passa à frente do Reino Unido e da França…mas só no PIB.

OUTROS NÚMEROS DE CRESCIMENTO:

Japão – 3,9%

Rússia – 3,8%

Estados Unidos – 2,8%

União Européia – 1,7%

NÚMEROS DO ANO PASSADO:

Melhores países – IDH

Países mais ricos das Américas

Melhores países em ambiente de negócios

PIB dos países de língua portuguesa

By Jânio

março 5, 2011 Posted by | Internacional | , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 16 Comentários

Os paises mais ricos das americas

cidades ricas

Paises Ricos

Dizem que algumas coisas não mudam nunca no Brasil, uma delas certamente é o PIB.

PIB – Produto Interno Bruto, poderia também ser traduzido para: Principal Indice do Brasil, utilizado na macro economia, totalmente desvinculado  do IDH, índice de desenvolvimento humano.

O PIB é a soma de tudo o que se produz numa determinada região, transformado em valores monetários.

Enquanto o PIB mostra as riquezas do país, o IDH mostra a pobreza, então, qual é o principal índice? – Todos acham o IDH mais importante, menos os economistas que analisam a macroeconomia.

A bagunça começa pela data das pesquisas, a última pesquisa é de 2.008.

O Brasil possui 5.564 municípios, desses, seis concentram vinte e cinco por cento das riquezas. Um bom motivo para  sair do país, pelo menos se fosse só isso.

A lista dos seis municípios mais ricos do Brasil não tem mudado, nos últimos anos: São Paulo 11,8%, Rio de Janeiro 5,1%, Brasília 3,9%, estão no topo da lista, distantes do resto dos municípios do Brasil, mas é São Paulo que chama a atenção,  com quase doze por cento de todas as riquezas do país.

Se alguém perguntar para as pessoas que moram em São Paulo se elas notam alguma diferança, em relação ao resto do Brasil, certamenta poucas vão dizer sim.

Em seguida, na lista, vem a cidade de Curitiba, com 1,4%; Belo Horizonte, também com 1,4%, e Manaus fechando a lista, com 1,3%.

Essas seriam as seis cidades que concentram os 25% do PIB brasileiro.

A política é um dos principais fatores indicadores do mapa do PIB, já que as cidades mais ricas são capitais; em seguida, eu diria que a infra-estrutura, combinada com a política, mostram as regiões mais ricas, mas o clima e a geografia são implacáveis com os municípios mais pobres.

A infraestrutura também explica o fato de Brasília, a maior força política do Brasil, ficar em terceiro, o mesmo acontecendo no estado de Santa Catarina, onde sua capital também ficou apenas com o terceiro lugar no estado.

A própria pesquisa é uma das principais culpadas pelos problemas do país, tanto em época de eleições, quanto para a padronização da miséria em todo o país, independente do PIB.

São Francisco do conde, na Bahia, ainda é a cidade mais rica do país, segundo o PIB per capta, apesar da população de cerca de trinta mil pessoas, viver na miséria de sempre, a pergunta continua: “Onde vai parar o dinheiro dessa cidade petrolífera?

A Justiça nunca foi o forte do Brasil, então, para que tentar entender o que é inexplicável.

Todas as cidades produtoras de petróleo tem um forte vínculo com a política, mas a região do Sudeste, mais especificamente em Sertãozinho, onde a iniciativa privada é muito forte, na cidade que mais cresceu nos últimos dez anos, verificamos a força do PIB, já que o Prefeito não sabia o que fazer com tanto dinheiro.

Macaé – RJ, também produtora de petróleo, segue uma corrida em busca de infra-estrutura, numa cidade que mais aumenta o PIB nos últimos cinco anos, mas com uma população crescendo ainda mais.

Diferente de Macaé, a cidade que está no pico de seu crescimento, Sertãozinho e Paulínia já se encontram mais estabilizadas.

A força do PIB nas capitais tem diminuído, mas ainda é um grande problema no Brasil.

Posição País PIB (em trilhões de US$)

Mundo 78,360,000

América 20,299,430

1 – Estados Unidos 15,0 trilhões de dólares

2 – Brasil 2,3 trilhões de dólares

3 – Canadá 1,7 trilhão de dólares

4 – México 1,0 trilhão

5 – Argentina 447 bilhões

6 – Venezuela 331

7 – Colômbia 249

8 – Chile 185

9 – Peru 131

10 -Cuba 55

Como Podemos concluir, o Brasil pode ser um dos países mais ricos da américa, um dos mais pobres também, tudo depende do ponto de vista.

Texto relacionado:

https://icommercepage.wordpress.com/2010/11/08/os-melhores-paises-para-se-viver-segundo-o-idh-2-010/

By Jânio

dezembro 12, 2010 Posted by | Policia | , , , , , , , , , , | 73 Comentários

O que as notícias e informações nos dizem

entendendo as noticias

Dados da informação

Através de um curso feito no Sebrae, chamado empreendedorismo, tomei conhecimento da importância da análise de informações.

Houve uma época, não muito distante, chamada de a era da informação, nessa época, os empresários, funcionários ou pessoas comuns, eram favorecidos pelas informações. Nessa época, ao contrário do que o nome indica, foi o despertar para a importância da informação, não havia tanta facilidade no acesso a essas informações.

Isso ainda é percebido hoje, principalmente na política, se o governo anuncia investimento em uma determinada área, essa será a direção da corrida ao ouro. Há verdadeiras máfias infiltradas no governo, em busca dessas informações privilegiadas.

Em nosso pequeno mundinho, aqui embaixo, a informação tem também a sua relevância. Precisamos estar atentos e preparados para aproveitar as oportunidades que surgem a cada momento.

Os meios para a obtenção dessas informações, nos dias de hoje, são as mais variadas possíveis. Pode parecer um desperdício, gastar dois reais em um jornal, mas, para quem sabe a importância da informação, esse valor é irrisório.

Os internautas em geral, são os mais privilegiados, podem se beneficiar vinte e quatro horas do dia, trinta dias do mês, trezentos e sessenta e cinco dias do ano. No caso da internet, é preciso uma certa organização, na busca das informações.

Há informações por toda parte, só é preciso aprender a buscá-las. Não há melhor maneira de aprender a lidar com essas buscas de informações do que buscando, portanto, o sistema de busca é fundamental nessa tarefa.

Com o tempo, o internauta aprenderá a separar o conteúdo através de palavras. Algumas notícias, apesar de aparentemente sem importância, podem ser indicadores precisos, muito melhor do que as informações manipuláveis e com segundos interesses, veiculadas pela mídia.

Veja algumas notícias curiosas:

Recentemente, a Catho, maior agência de empregos do Brasil, verificou dados muito curiosos. Enquanto na região de Pernambuco faltavam pedreiros, em Curitiba faltavam profissionais de informática – Não é curioso?

Implicitamente, poderíamos dizer que há, por parte do governo, investimentos e interesse de se investir no nordeste.

Outra notícia interessante: O IBGE, em seu recrutamento periódico, encontrou dificuldades em preencher as vagas em São Paulo e no Rio Grande do Sul.

Essa notícia nos leva a crer que, apesar de as pessoas estarem descontentes com o panorama econômico de suas regiões, a realidade não é bem essa, a economia encontra-se plenamente aquecida em suas regiões.

É claro que não dá para se confundir a capital de São Paulo com o interior, aliás, no Brasil inteiro, ocorre esse fenômeno de migração para o interior, em busca de qualidade de vida e melhor infra-estrutura.

Lembrando o que já foi dito no site, a verificação do crescimento do PIB, não implica necessariamente em crescimento de empregos, é apenas um indicador favorável, principalmente ao Governo. As regiões rurais do interior de Goiás são um exemplo disso, bem diferente de regiões como o interior de Santa Catarina, por exemplo.

Em Curitiba, há profissionais de informática, mas não falam os idiomas requeridos por uma empresa que trabalha para exportação de produtos, criação de sites ou softwares. Note que um curso de inglês é bem mais barato que os cursos universitários, onde estão as falhas?

A cidade com o maior crescimento de PIB do Brasil é Macaé, cerca de trezentos por cento. Passou dos pacatos quarenta mil habitantes, para mais de duzentos mil.

Dois terços da população passaram a viver em favelas, gerando um déficit habitacional muito grande.

O déficit de emprego, no Brasil, também interessa aos grandes empresários. Só a infra-estrutura seria suficiente para sanar esse problema, caso fosse de interesse dos políticos, com isso, não haveria mais tanto desemprego.

Sem desemprego, os salários tenderiam a subir, em alguns casos, seria até necessário a importação de mão-de-obra, ou investimento na qualificação profissional, isso não interessa aos ricos.

Fora do Brasil, a história não muda muito: Angola lembra Macaé, com seu cenário pós guerra, onde falta água até para tomar banho; no Japão se trabalha três vezes mais, os brasileiros são submetidos a um sistema quase escravista, a diferença é que recebem muito bem para isso; nos Estados unidos há muita liberdade, mas não se deve confundir liberdade com irresponsabilidade, é grande o número de brasileiros encrencados com a justiça.

O melhor país para se trabalhar continua sendo o Brasil, apesar da falta de vontade de nossos governantes.

By jãnio

abril 25, 2010 Posted by | oportunidades | , , , , , , , , , , | 4 Comentários

   

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