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Inflación y aguacates

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En este episodio de Keiser Report desde Ciudad de México, Max y Stacy hablan del ‘oro verde’, saltamontes e inflación en México. En la segunda parte Max entrevista a José Rodríguez, vicepresidente de pagos de Bitso, sobre el impacto del bitcóin y otras criptodivisas en los mercados mexicanos. También hablan de las ofertas públicas de monedas, redes saturadas y ‘criptoeuforia’.

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junho 28, 2017 Posted by | Espanhol | , , , | Deixe um comentário

Cidade móvel que recupera o deserto

projeto de biotecnologia

Cidade Móvel

Converter as paisagens áridas do deserto em um oásis verdejante poderia ser possível no futuro, com o desenvolvimento do projeto da pequena cidade móvel “Máquina Verde”, destinada a reduzir a devastação ambiental.

O projeto futurista do arquiteto francês Stephane Malka prevê a construção de uma cidade “nômade” energeticamente autônoma que poderia se mover a uma velocidade de 34 quilômetros por hora e produzir energia suficiente, além de recursos para se manter continuamente em funcionamento, enquanto revitaliza as áreas afetadas pela seca, principalmente o deserto do Sahara.

Inspiração pós-apocalíptica

Tecnologia do Futuro

A “Máquina Verde” é projetada para tirar o máximo de proveito das inóspitas condições do deserto. Assim, para aproveitar a intensa luz do deserto a máquina possui torres de geração de eletricidade, assim como nove globos capazes de produzir 450 metros cúbicos de água por dia através da condensação do ar.

A “fábrica ambulante” é sustentada por quatro pilares montados sobre o móvel desenvolvido pela NASA para o transporte de naves espaciais. É por isso que a cidade móvel pode se deslocar sobre qualquer terreno, carregando uma carga considerável. Além disso o móvel (orugas) pode arar o solo para que seja apto para a agricultura, aguá-lo e semear as sementes.

quando tudo estiver perdido

Projeto Experimental

Na parte urbana da Máquina Verde há casas, escolas, restaurantes, locais de recreação e jardins, assim como grandes plantações: cerca de 24.500 metros quadrados de campos de cereais e 4.500 metros quadrados de estufas. Embora a realização imediata deste projeto pareça difícil, a Máquina Verde poderia inspirar o desenvolvimento de tecnologias similares, orientadas para a salvação do meio ambiente.

Comentários:

Olhando bem essa máquina nos lembramos dos filmes pós-apocalípticos, como Mad Max, por exemplo.

Como em uma situação pós-apocalíptica, as medidas são desesperadoras e não medem consequências, por isso, é difícil prever o sucesso de uma máquina como essa. A ideia é boa, claro, mas eu sinto falta de filosofia nisso tudo.

Pode ser útil no deserto a curto prazo, mas a logo prazo eu não estou certo. A condensação do ar para conseguir água poderia ser um boa ideia, o problema é que o ar ficaria ainda mais seco. Será que isso não piora a situação do deserto?

Eu me lembro, há algum tempo atrás, de um projeto de biotecnologia que permitia que as plantas ficassem úmidas por muito tempo no deserto. A umidade era mantida com a ajuda de um material artificial pastoso que nunca secava.

A ideia era eficiente mas assustou as pessoas da região que por fanatismo, acharam que era algo do mal, diabólico. Foi uma pena pois o projeto pretendia revitalizar toda uma região semi-árida.

Esse projeto poderá inspirar outros, mas poderá provocar polêmicas também. É preciso respeitar a vontade, costumes e tradições locais e direcionar o projeto para pessoas que acreditem na ideia de maneira voluntária.

Além disso, não adianta recuperar o deserto do Sahara, enquanto a Amazônia vai sendo destruída.

comentário By Jânio

Fonte: wikipedia

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março 31, 2014 Posted by | Ciências | , , , | Deixe um comentário

A dominação pelo PIB-Verde

Próximo do Fim

Há um ditado popular em minha cidade afirmando que brasileiro só aprende a nadar quando a água chega ao pescoço e, antes que eu possa fazer qualquer comentário sobre isso, gostaria de dizer que eu não concordo. Eu, por exemplo, não aprenderia e, apesar de ser um pouco autodidata, não sou um bom autodidata, ou seja, não sou muito empreendedor, criativo.

Pobre tem de ser criativo para poder sobreviver, tem de perder o sentido do ridículo, tem de experimentar e, quando a coisa aperta, precisa se virar.

Quando se tem o monopólio da mídia de massa, e isso custa muito caro, só o SBT custou quatro bilhões e meio, tem-se o controle de tudo o que é noticiado, mesmo que as emissoras de TVs briguem para ver quem vai ficar com o maior pedaço do bolo.

Pausa para a fofoca do dia: Carlos Slin, homem mais rico do mundo e rei, ou seria imperador, das comunicações do México, estaria interessado em comprar parte do SBT. Hum! O dossiê Sílvio Santos fica cada vez mais interessante.

Voltando ao assunto: Um país só é pobre se tiver uma política muito pobre, como políticos que roubam o próprio povo.

Enfim, o caso é que todas as notícias boas foram dadas, a respeito do oásis econômico chamado Brasil, mas mesmo depois dadas todas as notícias boas, as notícias ruins fizeram muito estrago na opinião pública.

O PIB insignificante de cerca de 2,7%, em fevereiro, com uma projeção de 3,3% ao ano, alerta para o setor industrial que teve uma forte desaceleração, deixou os políticos preocupados.

Seguindo a queda de crescimento do PIB e da indústria, restava somente a agricultura para animar e dar credibilidade aos nossos gestores públicos, o problema é que a agricultura também não anda bem das pernas. Segundo as projeções, poderemos ter uma queda de 1,5% na safra de grãos desse ano.

Então o que fazer?

Os políticos pensaram rápido e resolveram aproveitar uma ideia chinesa que tem feito muito sucesso, criar o PIB-Verde. O PIB-Verde indicaria os valores econômicos de serviços prestados para a nossa ecologia mas, no fundo, o que eles querem mesmo é mostrar para o mundo quem é que manda na Amazônia.

O projeto do PIB-Verde da China foi criado em 2.004 e entrou em vigor em 2.006.

Vendo por esse ponto de vista, poderíamos nos lembrar das concessões dos pedágios, quando as concessionárias, a maioria de parentes e amigos dos políticos, ganharam de presente as melhores rodovias do Brasil. A ideia era melhorar as estradas, mas as piores estradas ficaram com o governo.

Agora, só falta quererem estatizar a Amazônia, e nós sabemos qual é a qualidade da gestão pública brasileira, para depois privatizá-la também. Quando isso acontecer, grilagem de terra será coisa do passado.

O projeto de lei 2.900/11 é do Deputado Otávio leite do PSDB-RJ.

By Jânio

março 20, 2012 Posted by | Política | , , , , , , , | Deixe um comentário

   

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