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Ciclos frente a crisis

Transmitido ao vivo em 18 de jul de 2017

En este episodio de soluciones veraniegas de Keiser Report Max habla con Steve Keen, autor de ‘La economía desenmascarada’, sobre si el regreso a los tradicionales ciclos económicos puede poner remedio a las calamidades de la economía zombi. En la segunda parte Karl Denninger, de Market-Ticker.org, propone una solución a la crisis de la no precisamente asequible e indefinidamente empeorable atención sanitaria estadounidense.

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julho 19, 2017 Posted by | Espanhol | , , | Deixe um comentário

Entenda o que é a deflação e os efeitos da queda de preços na economia

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil
Brasília - Adê Rodriges, produtora de sabonetes vegetais e naturais, expõe seus produtos em feira durante o Festival Green Move (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
De acordo com o IBGE, o que mais puxou esse resultado foram as quedas nos preços da energia elétrica, dos transportes e dos alimentosMarcelo Camargo/Agência Brasil

No mês passado, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação oficial medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em -0,23%, a chamada deflação. Esse foi o primeiro resultado negativo em 11 anos.

A deflação significa que os preços dos produtos e serviços caíram durante o mês de junho. De acordo com o IBGE, o que mais puxou esse resultado foram as quedas nos preços da energia elétrica, dos transportes e dos alimentos.

Com a deflação, o consumidor consegue comprar produtos pagando menos, o que, em um primeiro momento, representa a recuperação do poder de compra. A deflação, no entanto, pode indicar dificuldades econômicas se persistir por vários meses.

Deflação é boa ou ruim?

Da mesma forma que a inflação alta representa um problema para a economia, a queda de preços nem sempre representa um bom sinal.

De acordo com a teoria econômica, índices negativos seguidos e generalizados indicam que os empresários estão baixando os preços por não estarem conseguindo vender as mercadorias a consumidores sem dinheiro. Esse comportamento normalmente está associado a países que enfrentam estagnações econômicas prolongadas, como o Japão, ou recessões severas acompanhadas de alto desemprego, como a Grécia.

Após a crise econômica global de 2008, o Japão registrou inflação negativa de 2009 a 2012. Somente em 2013, o país asiático voltou a registrar taxas positivas, mas os preços subiram por causa do aumento de tributos anunciado pelo primeiro-ministro Shinzo Abe ao chegar ao poder. Em 2015 e 2016, o país continuou a registrar taxas positivas, mas próximas de zero.

A situação é mais dramática na Grécia. No início da crise da dívida grega, em 2012, o país ainda registrou inflação positiva, mas após a recessão e as medidas de ajuste fiscal impostas como parte do plano de resgate, a economia grega passou a registrar deflação crônica: -1,82% em 2013 e -2,54% em 2014. Desde 2015, o país tem registrado índices próximos de zero.

Deflação no Brasil

Relativamente comum em períodos de recessão nos países desenvolvidos, a deflação não é frequente no Brasil. De acordo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que compila estatísticas antigas do país, em poucos momentos da história, o Brasil registrou deflação por vários meses seguidos. A primeira vez foi em 1930, quando os preços caíram 8,9% após a crise do ano anterior que fez o preço do café despencar.

Na história recente, a última vez em que a economia brasileira tinha registrado deflação prolongada tinha sido em 1998, quando a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou negativo por quatro meses: julho, agosto, setembro e novembro. O índice fechou aquele ano em 1,66%. Na época, o Brasil tinha um câmbio supervalorizado e cresceu apenas 0,34%.

Na década passada, o IPCA ficou negativo em apenas três vezes: em junho de 2003 (-0,15%), em junho de 2005 (-0,02%) e em junho de 2006 (-0,21%). As deflações, no entanto, não indicaram tendência porque os índices encerraram esses anos com resultados positivos: 9,3% em 2003, 5,69% em 2005 e 3,14% em 2006. Somente em junho deste ano, o IPCA voltou a registrar valores negativos.

Edição: Carolina Pimentel
 
Agência Brasil
 

julho 8, 2017 Posted by | Política | , , , | Deixe um comentário

‘Financiarización’ de la economía de EE.UU.: ¿El principio del fin?

Publicado em 24 de jun de 2017

En este episodio de Keiser Report, Max y Stacy hablan de la que se avecina por culpa de la economía financiarizada y de si tiene razón James H. Kunstler al predecir que está entrando en su “catastrófica fase final”. En la segunda parte Max entrevista al abogado y cineasta John Titus sobre la poco conocida autoridad del Consejo de Estabilidad Financiera sobre los poderes soberanos, y examinan el caso del HSBC y la amenaza de George Osborne al Departamento de Justicia de la Administración Obama.

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junho 24, 2017 Posted by | Espanhol | , , | Deixe um comentário

ONU diz que economia mundial crescerá, mas piora previsão para América Latina

PIB 2.013

PIB Brasil

Da Agência EFE

O crescimento econômico a nível global está ganhando força, disse nesta terça-feira (16) a ONU, que entretanto revisou para baixo suas projeções para a América Latina e algumas zonas mais pobres do mundo. Em uma atualização de suas previsões, a ONU confirmou que espera que a economia mundial cresça 2,7% neste ano e 2,9% no próximo. A informação é da agência EFE.

A organização lembra que esses números significam uma aceleração com relação ao ano passado, quando registrou um crescimento de 2,3%, e correspondem a um aumento da produção industrial e do comércio global, alimentados principalmente pela demanda do leste da Ásia.

Menor que o esperado

A ONU, no entanto, revisou para baixo seus prognósticos para várias zonas do mundo, inclusive a América latina, onde prevê um crescimento de 1,1% em 2017, ligeiramente abaixo dos 1,3% projetados em janeiro. Segundo as Nações Unidas, a queda corresponde principalmente ao ocorrido em 2016 na América do Sul, onde países como Brasil, Argentina e Venezuela sofreram uma recessão mais dura do que o previsto.

No Brasil, por exemplo, o crescimento este ano será apenas de 0,1%, após um retrocesso de 3,6% em 2016, segundo a ONU. Em conjunto, a economia latino-americana contraiu 1,3% no ano passado e a ONU espera uma recuperação “modesta” durante 2017 e melhor em 2018, quando considera que o crescimento chegará aos 2,5%.

“A região continua enfrentando incertezas e riscos significativos, especialmente relacionados com medidas de política macroeconômica nos Estados Unidos e as agendas de reformas internas”, aponta o relatório publicado hoje.

A ONU também revisou para baixo suas previsões de crescimento para África, especialmente no centro e no oeste do continente, e em vários dos países menos desenvolvidos do mundo.

Na União Europeia (UE), os especialistas das Nações Unidas vaticinam um crescimento de 1,7% tanto em 2017 como em 2018 frente aos 1,8% que apontavam em janeiro. Embora destaque que a perspetiva é “robusta”, a ONU adverte entre outras coisas que o problema continua sendo o desemprego em países como Grécia e Espanha.

EUA

Para os Estados Unidos, o relatório melhora ligeiramente as expectativas de crescimento, de até 2,1% neste ano e no próximo, graças a uma aceleração da atividade na segunda metade de 2016 e às perspectivas de uma maior despesa pública. Ao mesmo tempo, chama a atenção para o “turbulento” ambiente político no país, com choques das propostas do Executivo com o Legislativo e a Justiça.

Segundo a ONU, em muitas zonas do mundo o crescimento continua abaixo dos níveis necessários para cumprir com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, a grande estratégia internacional que entre outras coisas procura erradicar a pobreza extrema até 2030.

Além disso, o relatório adverte sobre o alto nível de incerteza política que impera no mundo, após a decisão do Reino Unido de abandonar a União Europeia (UE), a nova postura em matéria de comércio global dos Estados Unidos e um ressurgimento do protecionismo e do nacionalismo em geral.

Agência Brasil

maio 16, 2017 Posted by | Internacional | , , | Deixe um comentário

Pacto con el diablo

Publicado em 6 de mai de 2017

En este episodio de Keiser Report, Max y Stacy hablan de las migajas que reciben los inversores y del colapso de los bancos hipotecarios. En la segunda parte Max entrevista a Paul Craig Roberts, secretario adjunto del Tesoro en tiempos de Ronald Reagan, acerca del fracaso del capitalismo a la hora de rendir cuentas por los costos externalizados.

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maio 6, 2017 Posted by | Espanhol | , , | Deixe um comentário

Malos consejos

Publicado em 15 de abr de 2017

En este episodio de Keiser Report, Max y Stacy comentan unos cuantos espantosos consejos para la generación X sobre su imposible jubilación mientras sus miembros tratan de devolver unos créditos estudiantiles diseñados para el impago. En la segunda parte Max entrevista a Chris Whalen, autor del libro de reciente aparición ‘Los hombres de Ford: de la inspiración a la empresa’, sobre el mito en el que se ha convertido el ya legendario Henry Ford.

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abril 16, 2017 Posted by | Espanhol | , | Deixe um comentário

Juicios interesados

abril 11, 2017 Posted by | Espanhol | , , , , | Deixe um comentário

Governo eleva para R$ 129 bilhões meta de déficit primário para 2018

Kelly Oliveira e Pedro Peduzzi – Repórteres da Agência Brasil
Brasília - Os ministros do Planejamento, Dyogo Oliveira e o da Fazenda, Henrique Meirelles, durante coletiva de imprensa no palacio do planalto ( Valter Campanato/Agência Brasil)
Em entrevista coletiva, os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira, apresentam  o  Projeto de  Lei de  Diretrizes  Orçamentárias de 2018   Valter Campanato/Agência Brasil

O governo federal elevou hoje (7) de R$ 79 bilhões para R$ 129 bilhões a meta de déficit primário para 2018. O déficit primário é o resultado negativo das contas do governo antes do pagamento dos juros da dívida pública.

O anúncio foi feito pelos ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira, em entrevista coletiva para apresentar o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2018.

A meta indicativa de déficit de R$ 79 bilhões em 2018 estava prevista na Lei de Diretrizes Orçamentária de 2017, aprovada pelo Congresso no ano passado.

Meirelles destacou que há um compromisso do governo em reduzir a meta em relação a 2017. Para este ano, a meta de déficit para o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) é de R$ 139 bilhões.

Para definir a meta de 2018, Meirelles disse que foram levadas em consideração as projeções para o crescimento da economia de 0,5%, em 2017, e de 2,5%, no próximo ano. O governo também prevê que a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fique em 4,3% este ano, e em 4,5% em 2018.

Edição: Luana Lourenço

abril 7, 2017 Posted by | Política | , , | Deixe um comentário

Mi brazo por un trabajo

março 29, 2017 Posted by | Espanhol | , , | Deixe um comentário

La senda de la carnicería: La guerra contra los monopolios en la economía de Trump

março 25, 2017 Posted by | Espanhol | , , | Deixe um comentário

Un falso problema

março 21, 2017 Posted by | Espanhol | , | Deixe um comentário

Disonancias cognitivas

março 5, 2017 Posted by | Espanhol | , | Deixe um comentário

Premio Nobel 2.016 – Economía

Anuncian a los ganadores del Premio Nobel de Economía del 2016

Publicado: 10 oct 2016 10:02 GMT | Última actualización: 10 oct 2016 10:49 GMT
 
 

Reuters
  

Los científicos Oliver Hart y Bengt Holmström han obtenido el Premio Nobel de Economía del 2016 por su aportación a las ‘Teorías de los contratos’, informa Reuters. La investigación de los científicos del Reino Unido y Finlandia destaca el funcionamiento de los distintos contratos en el mundo empresario y sus efectos en la sociedad.

El trabajo de Hart y Holmström básicamente trata sobre el equilibrio entre las necesidades y demandas de las personas u organizaciones que asumen responsabilidades en un contrato.

Los ganadores obtendrán 10 millones de coronas suecas, aproximadamente un millón de euros, por su investigación.

RT-TV

outubro 10, 2016 Posted by | Espanhol | , , | Deixe um comentário

Atividade econômica cai 0,53% no segundo semestre

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Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil
Índice de Atividade Econômica do Banco Central incorpora informações sobre a indústria, comércio e serviços e agropecuáriaArquivo/Agência Brasil

A atividade econômica registrou queda no segundo trimestre deste ano. Segundo o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período) houve retração de 0,53% no segundo trimestre, comparado com o período de janeiro a março deste ano.

Em relação ao segundo trimestre de 2015, a queda ficou em 4,37%, segundo os dados sem ajustes, já que a comparação é feita entre períodos iguais.

Em junho, o IBC-Br registrou crescimento de 0,23% na comparação com maio (dado dessazonalizado). No primeiro semestre, houve retração de 5,96% e, em 12 meses encerrados em junho, de 5,67%.

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar  decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic.

O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos. Mas o indicador oficial sobre o desempenho da economia é o Produto Interno Bruto (PIB), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O PIB é a soma de todas as riquezas produzidas pelo país.

Agência Brasil

agosto 12, 2016 Posted by | Policia | , | Deixe um comentário

Fitch revisa para 3,5% queda do PIB

Risco Brasil

Classificação de Risco

Mariana Branco – Repórter da Agência Brasil

A agência de classificação de risco Fitch revisou a estimativa de queda do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2016 de 2,5% para 3,5%. A previsão está em relatório sobre perspectivas para a economia global, que atualiza números publicados em dezembro.

Segundo comunicado da Fitch, a revisão para o Brasil reflete o aumento da incerteza política e o seu impacto na confiança, deteriorando o mercado de trabalho e as condições de crédito. A agência citou também o enfraquecimento do preço das commodities (produtos básicos com cotação internacional) como fator que afetou a economia brasileira.

A Fitch alterou as perspectivas para a Rússia, de crescimento de 0,5% do PIB, estimado em dezembro, para queda de 1,5%. No caso dos Estados Unidos, a agência prevê crescimento econômico, mas de 2,1% em lugar do 2,5% anunciado anteriormente. Para a China, a previsão é crescimento do PIB, reduzida de 6,3% para 6,2%.

Leia notícia completa no site da Agência do Brasil

02) 51% dizem que a TV incentiva desrespeito e assédio à mulher

Flávia Villela – Repórter da Agência Brasil
Cerca de 51% dos brasileiros dizem que filmes e programas televisivos incentivam o desrespeito e o assédio a mulheres em ambientes de trabalho. Quase metade deles acredita que os programas de entretenimento têm impacto negativo nas práticas de assédio a mulheres nos locais de trabalho. Cerca de 73% acreditam que as mulheres são mostradas de maneira exageradamente sexualizadas no cinema e na TV, “reduzidas a seios e bundas”, com poucas roupas e pouco inteligentes.

Os dados fazem parte da pesquisa Investigação sobre o impacto da representação de gênero no cinema e na televisão brasileira, divulgada hoje (7) pelo Instituto Geena Davis, que há mais de dez anos se dedica a estudar e ampliar a presença da mulher no audiovisual no mundo.

Leia o texto completo no site da Agência Brasil

03) Justiça concede perdão de pena para Luiz estevão

André Richter – Repórter da Agência Brasil
A Justiça do Distrito Federal concedeu hoje (7) perdão da pena ao ex-senador Luiz Estevão pela condenação a três anos e seis meses por falsificação de documento, crime relacionado às obras da sede do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) em São Paulo, na década de 1990.

O ex-parlamentar foi beneficiado pelo indulto natalino. Ele cumpria a pena desde março do ano passado.

De acordo com decisão do juiz Fernando Messere, Luiz Estevão cumpriu os requisitos estabelecidos no indulto, como cumprimento de um ano, dois meses e 29 dias da pena e ausência de falta disciplinar. Antes da decisão, Estevão cumpria a pena em regime aberto.

Leia texto completo no site da Agência de notícias

 

março 8, 2016 Posted by | Política, Resumos Semanais. | , , , , | 1 Comentário

Crise econômica chega a Dubai

carros abandonados

Carros de Luxo

Mais de 4.300 veículos foram abandonados nas ruas e estacionamentos da capital dos Emirados Árabes Unidos (EAU), Abu Dhabi, no ano passado e ninguém vem buscá-los, relata o jornal local ‘ The National ‘.   Este fenómeno deu origem a numerosas queixas de moradores na região onde os carros estão. 

Outra das cidades mais importantes nos Emirados Árabes Unidos, Dubai, por sua vez, tem cerca de 2.000 a 3.000 carros abandonados. Assim, a Ferrari Enzo (na primeira foto abaixo) é apenas uma das jóias  cujos proprietários decidiram abandonar por razões diferentes.Alguns fugiram do país devido a problemas com a lei, outros porque foram afetados pela crise económica e não poderiam continuar  pagando os  impostos.

ruas de Dubai

Veículos de Luxo

Nos Emirados Árabes Unidos não existe lei da falência,  além disso,  o não pagamento das dívidas é considerado um crime. Como resultado, os donos abandonam seus carros de luxo, às vezes com as chaves, para evitar um processo judicial. Assim, de acordo com a polícia de Dubai, o modelo Enzo, que foram produzido poucos exemplares, foi encontrado abandonado em 2012. Desde então, tem atraído interesse significativo. Em geral, a polícia muitas vezes só pode levar os carros apreendidos a leilão após um período de tempo, por preços às vezes ridículas para o Ocidente, a partir de $ 2.700 dólares cada veículo. Embora, infelizmente, para os colecionadores,  uma Ferrari não possa ser vendida, porque está sujeito a uma questão legal complicada, informa o jornal local ‘7 days ‘.

Enquanto isso, as autoridades da capital já estão  tomando medidas para remover os carros abandonados. Os proprietários serão multados e terão seus veículos confiscados, caso  ignorem os avisos da polícia. Além disso, apesar da lendária Ferrari nas ruas de Emirados Árabes Unidos, um dos países mais ricos do mundo, é possível também encontrar outras marcas valiosas de automóveis, tais como Aston Martin, BMW, Porsche, Lamborghini, Mercedes Benz e outros carros exóticos, coberto de poeira e de escritos feitos pelos transeuntes.

Ruas de Dubai

Crise de Dubai

RT-TV

Chipre – Do paraíso ao inferno

Países mais endividados do mundo

 

fevereiro 7, 2016 Posted by | Internacional | , , | Deixe um comentário

A bomba brasileira

bomba econômica

Causa da Corrupção

Muita gente acha que a China está “tombando”, mas tombar é diferente de balançar, o que me preocupa é que o balanço de uma economia desse tamanho pode criar uma maré econômica capaz de afetar muitos países próximos a ela. O Brasil é o maior exportador de matérias primas do mundo e, portanto deveria ser o mais afetado, entretanto, apesar de a China ter vivido uma ditadura política durante muito tempo, quando o assunto é economia, a ditadura brasileira é insuperável, o Brasil consegue inverter toda a lógica de liberdade econômica através da taxa SELIC (FHC conseguiu o recorde), impostos altos, fraudes bancárias, monopólio, acordões políticos, injustiça, falta de infra-estrutura e baixo IDH, só para citar alguns exemplos.

Quando o Governo fala em aumentar os impostos, isso significa que o roubo tende a aumentar, lembrando que o roubo a nível municipal e estadual é sempre maior que o federal, mas se a justiça não funciona no topo, STF, não funcionará aqui em baixo, já que toda a máfia é controlada lá de cima.

O Governo foi obrigado a cortar verbas do orçamento e sobrou até para a Polícia Federal. Isso quer dizer que o PT vai ficar parecido com o PSDB, ou seja, não haverá mais escândalos, sem verbas para a Polícia Federal trabalhar.

Voltando ao caso da crise chinesa, que pode ser crise só aqui, já que vivemos constantemente em crises, tudo faz parte do plano de desaceleração econômica que o Governo chinês iniciou há alguns anos atrás, quando a China crescia em uma proporção muito maior que qualquer outro país, chegando próximo aos vinte por cento do PIB ao ano.

Como os EUA decidiram investir mais na economia mexicana – o mercado chinês foi uma utopia – a China teve de mudar também a sua estratégica. O Governo chinês diminuiu o investimento em estatais, já que as exportações para os EUA tende a diminuir, e passa a investir mais no consumo interno que representa pouco mais de trinta por cento, no Brasil o consumo interno ultrapassa os 65%. Então, essa é a causa da fragilidade da economia chinesa, falta de exportação (dependência dela) e investimento, lembrando que a falta de investimento implica em estratégia, política econômica. O consumo deve receber o investimento do Governo e compensar a falta de exportação. O Governo chinês investiu muito em seus parceiros e isso deverá ser revisto agora.

O Brasil continuará sendo uma eterna crise e lembra muito a guerra contra o Estado Islâmico que, depois de vários bombardeiros, a coalisão internacional conseguiu recuperar cerca de treze por cento de seu território, a diferença é que não conseguimos atacar a corrupção, ou seja, aumentam os impostos, aumenta a corrupção, isso é óbvio.

Se o Brasil perde a mamata de exportar matérias primas para a China, sem valor agregado, sem industrializar, perdeu também a mamata de desviar dinheiro através de investimentos feitos pela Petrobrás fora do país, aliás, o preço do petróleo despencou graças as guerras no Oriente Médio. Irã x Arábia Saudita e explosão de bomba de hidrogênio na Coréia do Norte.

No caso da guerra contra o Estado Islâmico, que deveria afetar a Turquia, acabou envolvendo Também a Rússia que teve um avião derrubado durante os ataques turcos. O Estado Islâmico se revelou uma máquina de fazer dinheiro, já que roubava o petróleo para vender para empresas capitalistas, isso sem falar nos saques às obras de arte.

A Arábia Saudita executou um clérigo por espionagem, mas seus aliados se voltaram contra o Irã, e eu fiquei sem entender nada. Foi como se uma guerra bipartidária tivesse se iniciado: de um lado os países árabes e aliados e de outro os fundamentalistas do Irã e Iraque.

Para animar a festa, a Coréia do Norte explodiu uma bomba de hidrogênio. A Coréia do Sul exibiu as imagens que os especialistas disseram ser de um teste nuclear antigo feito pela Rússia, nem os Estados Unidos acreditaram na suposta explosão, mas foi suficiente para isolar ainda mais o país da Coréia do Norte. Pensando bem, quem ficou mais isolado foi o Irã, já que os países vizinhos fecharam suas embaixadas por um crime que o Irã não cometeu, no caso da Coréia do Norte, já estava isolada há muito tempo e não tinha nada a perder.

A Coreia do Norte passa a ser o país mais isolado do mundo, nem a China que sempre apoiou sua soberania contra ataques externos, está disposta a se manter ao seu lado. A resposta da Coreia foi irônica: “A bomba faz parte de uma estratégica político-militar, só será usada em caso de ameaça a soberania do país”. Traduzindo, trocaram o apoio da China pela suposta bomba, já que a bomba não possui nenhum interesse, pior, nem sabem se ela existe.

Eu continuo fingindo acreditar que a Coreia fabricou uma bomba, se bem que poderia ter comprado uma pronta. As mídias de massa admitiram a possibilidade de a Coreia ter fabricado uma bomba de hidrogênio portátil, o que permitiria que tal bomba fosse lançada com um míssil.

Assim eu para de fingir…

By Jânio

Rússia condena teste nuclear na Coreia do Norte

A execução do clérigo Nimr Al-Nimr

Guerra da Rússia contra o Estado Islâmico

janeiro 7, 2016 Posted by | Política | , , , | Deixe um comentário

Tax haven – O inferno da economia americana

O fim do capitalismo

Inferno Fiscal

Eu acredito que tanto o capitalismo quanto o socialismo, ou qualquer outro sistema de governo, sempre precisará de suporte para o poder, sempre foi assim e sempre será. Entretanto, durante séculos, o problema sempre foi controlar as massas, o controle fica ainda menor quando falta o dinheiro.

Por mais ditador que seja um governo, atualmente há uma distribuição muito maior de poder, dinheiro e responsabilidades. Um governo pode encontrar sustentação numa religião fundamentalista, apoio popular, corporativismo e, em alguns casos, na cultura, tradição e bons costumes. Todos esses elementos podem entrar em conflito e provocar o rompimento de algumas regiões em alguns casos.

O fato é que um governo depende de uma classe mais elitizada, aristocracia, que controla uma classe de pessoas ricas e privilegiadas, burguesia, que passa as regras básicas para a classe média baixa, regras que se espalham entre as pessoas mais pobres. Para evitar o não cumprimento dessas regras, muitas artifícios são utilizados, tais como a própria religião, educação, pudor, censura, política e, mais recentemente, a economia e finanças.

Antigamente, o ouro, jóias e pedras preciosas eram utilizados para adquirir apoio e prestígio, assim como as terras. Durante a Idade Média e moderna, influenciados pelos burgueses, o casamento entre membros de famílias reais passou a ser muito comum.

A farsa criada pela falsa democracia nomeia autoridades que sem o apoio do sistema já estabelecido não conseguiria executar as atividades a eles atribuídas. Um político com mandato de quatro anos não teria formas de adquirir poderes suficientes para monopolizar o poder, por isso a burguesia se organizou e passou a controlar o poder através da economia e finanças, com as quais consegue monopolizar as comunicações, passando a ditar o que é certo ou errado, o que é verdade ou mentira. Tudo estava indo muito bem até surgir a internet, para combater a internet, até as TVs pagas se tornaram popular, mas não está sendo suficiente.

Apesar da elitização dos grandes portais da internet, a velocidade com que surgem nova ferramentas e aplicativos fez com que a popularidade dos grandes portais passasse a ser controlado pela vontade dos internautas. Nenhum sistema está livre dessa vontade, nem mesmo os sistemas comprados pela Google. Cada vez que um sistema descumpre essa regra, torna-se menos popular e vê outros sistemas tomarem sua frente.

Através da internet recebemos informações tão rapidamente que não dá tempo de manipulá-las, os fatos e acontecimentos chegam de forma real, inclusive as conspirações e notícias falsas que são registradas em cachê. É assim que descobrimos que os corruptos fazem lavagem de dinheiro, enviando dinheiro sujo para paraísos fiscais.

Para evitar surpresas inesperadas, políticos influentes são indicados para os cargos mais altos, isso evita que sejam alvos de processos e, mesmo quando há processos, eles não tem dificuldade em escapar ilesos.

Estatísticas que mostram dez por cento da população com noventa por cento das riquezas, enquanto que noventa por cento da população possuem apenas dez por cento dessas mesmas riquezas, isso visto de uma maneira otimista, mostrariam apenas as atividades legais desses ricos. Só eles sabem o que pode acontecer com o sistema econômico globalizado, já que só eles sabem onde estão suas riquezas ilegais, caixa dois. Eu diria que nós sabemos também, mas não temos como medir isso, quanto mais controlar.

Os EUA são o país mais endividado do mundo, 14 trilhões de dólares, muito mais que os meros 650 bilhões de dólares de dólares que devem as empresas brasileiras. Como o Governo brasileiro possui cerca de 350 bilhões de dólares em reserva e a iniciativa privada do Brasil está entre os maiores credores dos EUA, cerca de 170 bilhões de dólares, a nossa situação é bem mais confortável que a deles.

Mas, como eu disse, a única certeza que temos é a de que o Governo dos EUA está nas mãos dos bilionários americanos, já que os maiores credores do Governo americano são os próprios bilionários americanos.

Quais as alternativas do Governo?

Durante as últimas décadas, o governo sempre se sustentou com base nas indústrias bélicas, mas quem ganhava dinheiro com isso eram as empresas fornecedoras do governo. O povo americano não tem disposição para guerras e mesmo recrutando uma legião de estrangeiros, as forças armadas tem dificuldade para conseguir recrutar soldados suficientes. Além disso, a população é contra novas guerras. já que as últimas, que nunca terminaram, tem sido um desastre.

Sem as guerras, a saída então seria cortar gastos sociais (saúde, previdência, transporte, educação e outros setores de infra-estrutura) e aumentar os impostos dos mais ricos, diferentemente do Brasil, onde aumentam os impostos dos mais pobres. Acontece que o congresso americano não gostou da ideia, o que deixaria o país à beira de um calote. Um calote dos donos do dólar é tudo o que a China precisa para incluir o Yuan entre as moedas internacionais de comércio global. Se bem que não sabemos até que ponto a China também seria afetada pela crise.

O que sabemos é que não adianta bombardear os países donos do petróleo, já que o maior de todos os problemas estão nos paraísos fiscais, onde se encontram a maioria das contas de corruptos do mundo inteiro, a maioria dos paraísos fiscais controlada pelos americanos e ingleses. Os próprios EUA, entre outros, são considerados Tax Haven, pela facilidade com que os corruptos tem de entrar com dinheiro sujo no país, a maioria dos corruptos brasileiros tem mansões nos Estados Unidos e dinheiro em paraísos fiscais controlados por eles.

Vale lembrar que a Rússia agregou uma região da Ucrânia e foi uma atitude estratégica, já que antes do fato a Rússia avisou os bilionários russos que haviam investido nos EUA, certamente que em outros paraísos fiscais também foram afetados pela crise econômica, como o Chipre. Logo após a crise que não foi econômica, mas política, os EUA passaram a retaliação contra empresas russas. Foi ou não foi estratégica nacionalista?

Uma notícia que me animou foi a de que os EUA pretendiam criar uma lei para taxar fortunas que se encontram fora do país e que pertencem a cidadãos americanos. Eu ainda não verifiquei as consequências em direitos internacionais, mas tenho certeza que os EUA estão entrando novamente num terreno perigoso.

Resumindo: Tudo depende dos interesses dos bilionários, se for do interesse deles que o sistema financeiro mundial quebre, o capitalismo chegaria ao fim, entretanto, como os Rothchilds tem interesse em investir na China, então, eu diria que o apocalipse só está começando e só nos resta rezar muito.

By Jânio

novembro 6, 2015 Posted by | Internacional | , , , | 1 Comentário

PGR quer bloquear contas de Cunha

Corrupção do Governo

Corrupção do Governo

PGR pede bloqueio e sequestro de contas atribuídas a Cunha na Suíça

André Richter – Repórter da Agência Brasil

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o bloqueio e o sequestro de 2,4 milhões de francos suíços, equivalentes a R$ 9 milhões, atribuídos ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em contas na Suíça.

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Indicador que antecipa tendência econômica cai 1,4% em setembro

Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil

O Indicador Antecedente Composto da Economia (Iace) para o Brasil, que agrega componentes econômicos para medir a atividade econômica do país, caiu 1,4% em setembro, para 86,2 pontos. O dado foi divulgado hoje (16) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) e pela instituição The Conference Board (TCB).

 Leia mais:

PGR afirma que Cunha recebeu propina até setembro do ano passado

André Richter – Repórter da Agência Brasil
A Procuradoria-Geral da República (PGR) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), recebeu propina de contratos da Petrobras até 11 de setembro de 2014.

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Intelectuais lançam manifesto contra impeachment de Dilma em São Paulo

Daniel Mello – Repórter da Agência Brasil

Um grupo de intelectuais lançou hoje (16) um manifesto contra as propostas deimpeachment da presidenta Dilma Rousseff. No documento, intitulado A Sociedade Brasileira Precisa Reinventar a Esperança, o impedimento é apontado como um risco à “constitucionalidade democrática” e uma violação do Estado de Direito. Segundo o manifesto, não há base jurídica para os pedidos. “Impeachment foi feito para punir governantes que efetivamente cometeram crimes. A presidenta Dilma Rousseff não cometeu qualquer crime”, enfatiza o texto. A ideia do grupo é, a partir de agora, continuar a articulação contra o impeachment com movimentos sociais.

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Sobe para 100 número de cidades afetadas pela chuva no Rio Grande do Sul

Ivan Richard – Repórter da Agência Brasil
A Defesa Civil do Rio Grande do Sul informou hoje (16) que subiu para 100 o número de cidades atingidas pelas chuvas registradas desde a última quarta-feira (7). Ao todo, 132,7 mil pessoas foram atingidas, 2.431 famílias estão desalojadas, 1.517 estão desabrigadas e mais de 31,6 mil casas foram danificadas.
 
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outubro 17, 2015 Posted by | Política | , , , | Deixe um comentário

Guerra cambial

 

Comentário: Esse é um processo econômico inverso ao protecionismo e funcionou muito bem durante muito tempo, até a crise da globalização. Como um país auto-sustentável, o Brasil sempre teve o privilégio de manter a economia fechada, explorando o próprio povo.

Os emergentes se beneficiaram da crise da globalização e assumiram posições estratégicas, inclusive tirando vantagens da própria globalização, mas sem expor suas economias. Os países emergentes tem a desigualdade social e o descaso com seus cidadãos(baixo IDH) em comum.

Com esse novo cenário econômico mundial, o Brasil resolveu reclamar da guerra cambial, mas sem falar de sua alta taxa de juros, que sempre foi criticada pelos países ricos. Curiosamente, os mais prejudicados com a alta taxa de juros nunca reclamaram.

A alta taxa de juros sempre escondeu a cadeia corrupta que se esconde por trás da política econômica brasileira. Enquanto os países ricos exploravam o mundo inteiro com a economia aberta, o Brasil explorava o próprio povo, que sendo sustentável, resistiu.

Comentário: A crise dos países ricos e do dólar, trouxe um novo questionamento aos emergentes que não querem ter suas economias afetadas pelo fim do imperialismo proporcionado pelo dólar. Como o valor do dólar esta atrelado ao depósito de ouro desses países, seria preciso criar uma nova moeda, bancada pela economia mais forte e é aqui que começa o problema.

Em minha modesta opinião, as economias emergentes tem uma forte influência da economia brasileira e a economia brasileira, como nós sabemos, é planejada para encobrir a corrupção.

A China tem feito o possível para desacelerar sua economia, pois sabe que essa bolha não vai durar muito tempo. O Brasil, por sua vez, já taxou a entrada de investimentos estrangeiros na bolsa e, como se isso não bastasse, taxou em 6% os financiamentos empresariais no estrangeiro, com menos de três anos, para evitar a especulação.

O que isso significa? A Cada medida, como essas, adotada pelo goveno brasileiro, mais fechada, blindada, torna-se a nossa economia e mais forte os políticos que trabalham para os banqueiros também.

Os países ricos que tentam se segurar em qualquer ajuda econômica que possam conseguir, agora tem a segunda maior economia do mundo controlando os vilões fictícios e a sexta maior economia muito próxima de se tornar a quinta, sem falar dos outros emergentes, Rússia, Índia e South Africa.

A ganância dos banqueiros levou-os a decretar o fim do império do dólar, como seu dinheiro está em dólar, correm o risco de perder tudo. A saída para eles agora, seria investir em riquezas que não sejam intangíveis, como o ouro, mas melhor mesmo seria criar uma nova moeda com a ajuda dos emergentes.

Os altos executivos brasileiros vivem de corrupção, por isso tem muita experiência em economia internacional, infernos fiscais, etc., e serão eles os encarregados de criar essa nova moeda para os bilderbergers, talvez uma moeda baseada em outros bens de valores inigualáveis, como foi o ouro, e isso o Brasil também tem.

A Rússia é encrenqueira e anti-capitalista demais, a China é estatal. Como a África do Sul e a Índia tem muitos problemas, ainda mais que o Brasil, o Brasil apresentará o seu admirável mundo novo ao Club de Bilderberg, inclusive com o seu próprio Club incubado.

“Aliado ao processo inflacionário contido na moeda internacional, o dólar, e nas moedas nacionais dos demais países, através do aumento da dívida pública, que se estende cada vez mais para futuro, temos uma rolagem deste bolo passivo, que cada vez de forma mais acelerada faz com que o futuro quando se torna presente, pelo implemento do termo, torne-se um presente cada vez mais oneroso, pela incidência contabilizada de juros sobre juros e capital e pelos sucessivos refinaciamentos e novações de dívidas, que transformam o futuro num grande buraco-negro a engolir o presente. Esta é a anatomia deste processo patológico que cada vez mais se agrava, inflando o processo inflacionário e distanciando-se, por sua vez, como economia fictícia da economia real, que pela gradativa inadimplência é levada, em face do esgotamento paulatino de sua capacidade de produção, à insolvência, arrastando nações, empresas e trabalhadores.”

Comentário: Na medida em que a crise foi se agravando, pudemos notar que o texto acima foi se concretizando. Quando maior a crise, mais visível se tornou a corrupção e os problemas de países ricos, até então eles só viviam da exploração externa.

Problemas tão comuns da corrupção brasileira, puderam ser notados nas economias ricas, nem a poderosa Inglaterra conseguiu disfarçar seus problemas. A máscara caiu.

 

Comentário: Em nenhum momento os textos acima falam da economia brasileira como um todo, e de sua rede de problemas em série, por isso apresentamos um aspecto mais genérico, relacionado a tal guerra cambial.

O problema começa nos impostos altos, impossibilitando a a concorrência.

Altos impostos são a maior fonte de corrupção, instabilidade e, consequentemente, lucro fácil para os bancos.

Falta de concorrência, leva traz a inflação.

Para controlar a inflação, ao invés de diminuir os impostos, o governo utiliza a taxa de juros.

Esse controle econômica custa caro para os cofres públicos, já que o governo emite títulos de uma dívida com juros muito altos.

Com a taxa de juros altas, aumentam os grandes investidores em dívida pública e encarece o crédito bancário.

A falta de dinheiro nos bancos, leva o governo a injetar mais dinheiro na economia, sem resolver problema algum, a não ser aumentar a dependência do governo ao capital privado e proteger a corrupção.

… e não é só isso, os juros altos atraiu mais dólares, comprometendo a política cambial do governo, já que o dólar caiu. A queda do dólar proporcionou um aumento de exportação e diminuição de exportação.

A blindagem econômica, cada vez mais forte, poderá levar as empresas estrangeiras a se aliarem aos corruptos daqui, para criar meios de participar desse mercado emergente. Alguns anos atrás, a receita descobriu um esquema de mercadorias que entravam ilegalmente no país, ganhando selo da Zona Franca, o mesmo esquema Brasil-Paraguai.

Conclusão: Fica claro que o governo não conseguirá manter essa blindagem, haverá uma reação dos países ricos que não aceitarão competir com nosso sistema escravagista.

O próprio governo já começa a baixar as tão criticadas taxas de juros, que já foram muito mais altas, além disse, após o simulado ataque de 11 de setembro, a pressão aos corruptos aumentou em infernos fiscais.

Recentemente, pudemos testemunhar o confisco de dinheiro de ditadores, líbio e egípcio.

Será que o Brasil se tornará o novo oásis para investidores?

Se continuar o protecionismo, não. Apenas a elite brasileira terá direito aos lucros desse novo milagre econômico, mesmo assistindo ao campo de concentração nas filas de hospitais públicos, e massacres em favelas.

Como disseram os leitores e passaremos a repetir, precisamos de educação e informação, principalmente de informação. Para isso, precisamos proteger a internet.

Fonte de informações: Wikipedia

Comentários: By Jânio

julho 30, 2015 Posted by | Política | , , , | Deixe um comentário

Rockefeller abandona fundos de petróleo

Família Rockfeller

Família Rockfeller

Os herdeiros de Rockefeller, que fez fortuna através do petróleo, retiraram seus investimentos em fundos de combustíveis fósseis.

A família Rockefeller se juntou ao movimento de desinvestimento que abrange tanto as instituições como os indivíduos com fortunas que insistem na necessidade de abandonar as companhias de petróleo natural, carvão e gás, informa o ‘The Guardian’.

O Fundo Rockefeller Brothers controla 860 milhões de dólares em ativos, 7% do que é investido em combustíveis fósseis. No entanto, Stephen Heintz, o presidente do fundo, acredita que esta decisão estaria em consonância com os desejos de John D Rockefeller, que acumulou uma fortuna multimilionária depois de fundar Standard Oil Company, no final do século XIX.

“Estamos convencidos de que, se ele estivesse vivo, sendo um homem de negócios astuto, de olho futuro, iria se afastar dos combustíveis fósseis para investir em energia limpa e renovável”, disse Heitz em um comunicado citado pelo ‘The Telegraph’.

Segundo o comunicado da Fundação, Rockefeller Brothers Fund tem um profundo compromisso com a luta contra as alterações climáticas, por isso abandonará os combustíveis fósseis, especialmente carvão e areias betuminosas, duas das principais fontes de emissões de dióxido de carbono.

A decisão foi tomada na véspera da cúpula do clima das Nações Unidas, que começaria na terça-feira 23 de Setembro.

Atualmente, mais de 800 investidores em todo o mundo, incluindo fundações como Rockefeller Brothers Fund, grupos religiosos, organizações de saúde e universidades, estão comprometidos com a remoção de um total de 50 bilhões de dólares de investimento em combustíveis fósseis nos próximos cinco anos ano.

Fonte: RT-TV

setembro 25, 2014 Posted by | Internacional | , , , | 1 Comentário

Copom eleva selic para 8%

risco brasileiro

Problema Econômico

Cobol eleva a Selic em 0,5 e contraria o bom senso, já que o PIB ficou abaixo do esperado no primeiro trimestre do ano, 0,6%, 1,2% no ano. A taxa de juros ficará em 8% até a próxima reunião do Copom.

Como essa alta não tem lógica, visto que não há risco de descontrole da inflação, concluímos que o governo esteja fazendo um jogo muito perigoso, diminuir e elevar a taxa de juros. Esse comportamento é típico de especuladores, coisa que o governo deveria combater, ao invés de se comportar igual.

Entretanto, pode ser que o governo esteja insatisfeito com sua própria ineficiência, já que a baixa nos juros deveria promover o aumento do PIB. Como o resultado do PIB foi insatisfatório, no mesmo dia o COPOM recuou em sua estratégia, mantendo o país como o pior do mundo em taxas de juros.

Eu já alertei várias vezes para esse problema do governo manter a economia no limite, fazendo com que empresários e empreendedores percam a confiança no mercado, levando o país para uma recessão.

Como os corruptos conseguiram se manter no controle do país, e eu me surpreendo como nada tenha sido feito para impedir isso, depois de tantos abaixo assinados e campanhas, a tendência agora é seguirmos com essa política cruel dos juros que tem tornado a classe média cada vez mais pobre, ao invés de atacarmos os verdadeiros problemas: corrupção -> impostos altos -> monopólios -> falta de concorrência e mais corrupção e sonegação de impostos.

A tentativa de criar um santo político na figura de Joaquim Barbosa, parece que não dará resultado também, já que o STF está ligado diretamente com a falta de justiça no Brasil. Poupar Joaquim Barbosa da reunião para por fim no conflito entre os três poderes, não ajudou em nada.

Ver Renan Calheiros, Gilmar Mendes e o presidente da câmara dos deputados se reunirem, desanima qualquer pessoa, por mais otimista que ela seja.

O governo tentou amenizar a tragédia, afirmando que a agropecuária cresceu 10% e que, portanto, havia qualidade no crescimento, mas parece que esqueceu de pagar para a mídia de massa divulgar isso, porque o crescimento da agropecuária só aumenta a ideia de incompetência do governo que afirma que o mundo não pode parar de comer.

Isso mostra como o crescimento do Brasil é importante para alimentar o mundo, entretanto, o brasileiro já está ficando sem dinheiro para o seu próprio sustento.

O IGPM ficou em 1,9%, a balança comercial segue no vermelho e a bolsa não anda muito bem das pernas.

… e o COPOM ainda aumentou os juros.

By Jânio

junho 4, 2013 Posted by | Política | , , , , | Deixe um comentário

Chipre – Do paraíso fiscal ao inferno

Crise no Paraíso

Inferno Fiscal

O parlamento do Chipre vota não, com zero votos a favor, 39 contra e 19 que não votaram, ao imposto dos depósitos proposto pela União Européia, para liberar 10 bilhões de euros solicitados pela ilha do mediterrâneo.

O imposto extraordinário sobre os depósitos bancários no Chipre teria o objetivo de arrecadar 5,8 bilhões de euros exigidos pela UE para socorrer o país. A UE exigiu o valor mas não especificou quem deveria ser taxado, pequenos ou grandes depósitos.

O parlamento já havia negado a primeira versão do imposto, proposto pela UE. Desta vez a proposta seria 9,9% sobre os depósitos de mais de 100.000 euros e 6,75% para depósitos de valores entre 20.000 e 100.000 euros.

O parlamento queria proteger os depósitos da classe média, até 100.000 euros. A crise do Chipre causou pânico e filas para saques que ficaram restrito a um valor máximo de 260 euros diários, lembrando o sequestro dos depósitos e poupança que ocorreu no Brasil quando Collor governava.

No Brasil o motivo era a inflação exagerada, provocada pelo mercado aquecido. No Chipre o que ocorreu foi o contrário.

Considerado um inferno fiscal, o Chipre aceitava dinheiro de origem duvidosa e sem impostos. Com a crise européia os rendimentos caíram, o país parou de crescer e os investidores decidiram resgatar seus investimentos, provocando o caos.

Texto completo: RT-TV

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Senado americano aprovou na madrugada de sábado o primeiro projeto de lei em quatro anos, depois de passar a noite votando muitas emendas.

A medida inclui aumentos de impostos, cortes de orçamento e investimentos de 100 bilhões em obras públicas, visando a criação de empregos.

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Rússia planeja construir um oleoduto até o Oceano Índico, através do Paquistão e Afeganistão.

O Oleoduto foi proposto pela Nova Delli e beneficiará também a índia, segundo o presidente da ONGC da Índia, responsável pelo projeto.

Enquanto isso, a maior empresa de gás natural da Índia, GAIL, propôs expandir o gasoduto até a Índia, através da China. Em primeira análise, o território chinês é montanhoso, o que impossibilitaria o projeto, enquanto pelo Afeganistão e Paquistão se tornaria mais viável.

Como a Índia tem conflitos políticos com o Paquistão, isso representa um risco, mas os especialistas garantem que as vantagens econômicas são maiores que os riscos.

Texto completo: RT-TV

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Especialistas em finanças afirmam que a crise no Chipre é como um castelo de Cartas. Segundo eles, a Alemanha estaria obcecada por manter o Euro e seria capaz de qualquer coisa para isso, incluindo o sequestro de depósitos.

Os investidores temem que o sequestro de depósitos que ocorre no Chipre, possa também vir a ocorrer na Itália, Espanha, Portugal ou em outros lugares, segundo um eurodeputado. A mensagem que eu enviaria para os investidores é que retirem todo o dinheiro que tenham nos bancos desses países enquanto podem.

“Digam isso às centenas de milhares de britânicos que vivem no sul da Espanha, que pelo amor de Deus retirem o dinheiro desse país”. Em sua opinião o Governo do Reino Unido tinha obrigação de dizer aos seus súditos o que estava acontecendo no Chipre.

“Tudo o que resta fazer agora, é ajudar os britânicos residentes lá, completou”. “Está faltando respeito aos princípios básicos da civilização ocidental, por isso, não devem investir na zona do euro”.

“Seria melhor que se declarasse insolvência aos bônus internacionais, assim o Chipre poderia pelo menos conservar seu setor bancário e uma parte da confiança no país”.

Texto completo: RT-TV

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A instabilidade financeira do Chipre pode fazer com que a Rússia volte ao tema da criação de zonas de livre comércio em seu território, segundo o primeiro ministro Dmitri Medvédev em uma reunião com outros membros do governo.

A preocupação russa é com os investimentos de magnatas em infernos fiscais como as Ilhas Virgens Britânicas, Bahamas e outros.

A própria federação russa poderá criar zonas especiais de vários tipos como: industriais, inovações técnicas, turísticas e portuárias.

Dos 90 bilhões de euros depositados no Chipre, 18 bilhões são de pessoas ou empresas russas.

Texto completo: RT-TV

março 28, 2013 Posted by | Resumos Semanais. | , , , , , | 2 Comentários

Notícias econômicas

Raio-X da economia

Economia Global

01) Banco de desenvolvimento da América Latina, CAF, libera cinco bilhões para a Espanha. Interessados numa maior aproximação com a Espanha, os países que durante muito tempo enviaram emigrantes e procuravam aumentar o comércio com esse país, liberaram um financiamento de cinco bilhões de dólares. A ideia é ajudar a Espanha nesse momento de crise, enquanto melhoram suas relações comerciais. Esse financiamento me lembra da quebra da Argentina. Todos pensaram que a quebra da Argentina afetaria o Brasil, até o governo era pessimista. A Argentina não afetou o Brasil e o país até ajudou a argentina, criando alternativas de comércio entre eles. Quem está fazendo muito isso agora, é a China. É importante para a China, que tem uma reserva de ouro relativamente baixa e a maior reserva cambial do mundo, que o sistema monetário mundial sobreviva. O fim do sistema monetário mundial não deixaria a China de fora dos grandes países ricos, mas a China perderia posto de primeiro lugar, caindo para sexto, com apenas 2% do total de suas reservas internacionais em ouro.

Matéria completa: RT-TV

02) Saída da Inglaterra da zona do euro seria catastrófica Enquanto os Bilderbergers abandonam o nacionalismo e a globalização à própria sorte, sem assumir a sua própria culpa, a Inglaterra, sede dos Rothschilds, passa pelo maior apuro de sua história. Os investimentos dos magnatas na China, aproveitando a mão-de-obra escrava, foi um erro estratégico. A china, assim como o Brasil, é um império fechado. O Brasil fechou as portas para o investimento especulativo a curto prazo, mas continua com todos os problemas de sempre. Corruptos comandando cargos de interesse nacional, monopólios em áreas importantes, controle da informação através da TV. A Inglaterra sempre foi aliada dos EUA, passou para eles toda a cartilha de seu imperialismo milenar e até dividiu seus mercados. Ironicamente, estão caindo juntos, vítimas de seus banqueiros e magnatas. Os donos do mundo idealizaram um sistema para manter os países com certos privilégios, mas eles é quem comandavam as regras. A Europa, mercado inglês, chegou ao limite; o terceiro mundo, mercado americano, derrubou ditadores e abandonou os EUA, o que poderá ser bom para os especuladores. Quem vai salvar o imperialismo inglês e americano? Podem derrubar os satélites, com o pretexto de tempestades solares, mas não podem usar bombas atômicas ou armas de extermínio, o povo está muito bem informado sobre isso. A Europa quer limitar o poderio dos banqueiros ingleses nesse bloco econômico, os banqueiros, por sua vez, ameaçam abandonar a capital inglesa, maior centro financeiro da Europa. Lembrando que durante a Segunda Guerra, a franquia Rothschild abandonou aquele país, mas Hitler já havia confiscado todo seu capital, evitando que esse dinheiro fosse para a matriz de Londres. Há muito tempo os Rothschilds controlam o mundo das finanças, mas nunca estiveram tão próximo

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03) Causas do próximo apocalipse econômico Os especialistas não tem dúvida, haverá um novo caos econômico e já sabem até as causas, todo mundo sabe. Enquanto o governo americano, a maior potência mundial já está nas mãos dos banqueiros e magnatas, com 16 bilhões de dólares em dívidas, enquanto o PIB não passa dos 15 bilhões, muita gente se pergunta como isso é possível. Em primeiro lugar, é preciso que se diga que os donos do mundo já tomaram o poder, são eles que tomam as decisões, espalhadas por vários grupos estratégicos e com a ajuda desses, incluindo o clube de Bilderberg, Skull e Bones, CIA, ONU, OTAN, além de pequenos grupos que fazem o trabalho sujo, como é o caso do Mão Negra, responsável pelo assassinato dos grandes líderes; Wikileaks, porta voz da CIA, maior ferramenta dos Bilderbergers; Osama Bin Laden e outros terroristas que patrocinaram e patrocinam mercado de armas. Quem está muito bem nessa história, pelo menos por enquanto, é portugal. Portugal tem a maior reserva de ouro do mundo, em relação às suas reservas e, se o capitalismo chegasse ao fim hoje, Portugal continuaria muito bem, atrás apenas dos americanos. A Grécia também tem uma boa reserva de ouro. Para os pobres mortais, o mercado imobiliário continuará sendo a tábua de salvação.

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04) Venezuela continuará surpreendendo o mundo com seu sistema político Depois da morte de Hugo Chaves, o vice não será o presidente, já que as eleições estão marcadas para 14 de abril de 2.013. Essa é a grande diferença para Cuba: a venezuela é extremamente exigente com as autoridades, já houve “golpe de estado” dos dois lados e é considerado revolução popular. A oposição está se tornando mais socialista, segundo especialistas, mas o candidato do partido de Chavez deverá vencer, a esquerda deverá vencer, na minha opinião. Obs: A Venezuela é um dos países que tem as maiores reservas de ouro em relação às reservas internacionais.

05) China dobra reservas mundiais de ouro A China conseguiu dobrar o valor de suas reservas mundiais de ouro, mesmo assim, continua com um percentual muito baixo em relação ao total de suas reservas. A China atinge 2% de seu total, mesmo assim continuá entre as grandes potências, em sexto lugar. Matéria completa: RT-TV

06) Os BRICS poderão substituir o FMI Por ser o Bloco mais forte do mundo, com 4,5 bilhões de dólares para emergência e devido a sua atitude diante do mercado financeiro internacional, o BRICS decidem no final do mês de março a sua participação diante do mercado mundial. O G-20 reconheceu o fracasso, já que o poder dos ricos está só no papel. O governo da China já revelou que só assinar papel não basta. Além disso, as medidas da China para diminuir o excesso de dólares em sua economia tem agradado seus parceiros. A china já criou vários acordos bilaterais, inclusive com a Argentina, e prepara-se para realizar acordos similares com toda a América do Sul. A China também já financia economias desenvolvidas como a Austrália, considerado um dos melhores países para se morar. Com o Brasil não deu certo e a poderosa economia chinesa quase quebra a indústria brasileira, entretanto, houve uma nova renegociação e tudo foi resolvido, deixando o país com cara de bobo – ainda bem que eles não dão valor às assinaturas de papeis, não é mesmo?

Matéria completa: RT-TV

07) EUA enfrentam emergência financeira em Detroit Detroit pode ser considerado por alguns como o maior símbolo de capitalismo do mundo e, assim como o capitalismo, já durou mais de meio século. Entretanto, há oito anos, o maior símbolo do progresso industrial do mundo entrou em decadência. A maior cidade industrial de Michigan prepara-se para o pior, decretar falência, com um déficit de 300 milhões de dólares. Até agora a cidade foi poupada, pela reação que isso poderia provocar no mercado. O problema é que os EUA não tem como bancar a sua recuperação e não há ninguém no mundo capaz de comprar uma cidade desse tamanho.

Matéria completa: RT-TV

março 13, 2013 Posted by | Resumos Semanais. | , , , , | 1 Comentário

Governo injetará mais de 20 bilhões nos bancos

economia do governo

Aquecimento da Economia

Parece que o governo federal está com dinheiro de sobra, pelo menos de acordo com o anúncio de sexta feira, 21 de setembro.

Eu sempre disse que uma das maneiras mais eficientes de se fazer política social seria através de financiamento de moradias, essa é uma política que beneficia ambos os lados, além dos três níveis da confederação, municipal, estadual e federal. Raramente o banco deixa de receber os pagamentos e quando isso acontece, ainda pode renegociar as dívidas dos devedores.

O crédito de R$13 bilhões para a Caixa Econômica Federal é três vezes maior que o financiamento fraudulento do Panamericano, para o Banco do Brasil serão destinados mais R$8 bilhões.

No Brasil é assim: primeiro o governo retira o dinheiro do mercado, para supostamente acabar com a inflação, depois devolve o dinheiro para os bancos, para tentar aquecer a economia. A diferença é que quando emite os títulos, paga uma taxa elevada, quando faz financiamentos a taxa é baixa, isso quando recebe – no caso do Panamericano, estão querendo pegar alguns laranjas, mas vai ser difícil convencer as pessoas que o dono do banco não sabia de um rombo bilionário de bilhões.

O governo também pretende reduzir os impostos em vários setores, mas a redução é tão pequena que nem compensa ser observada.

Eu imagino que a redução de impostos tenha a ver com as CPIs que tramitam em Brasília, quando a maré não está para peixe, até as traíras param de morder a isca. Traduzindo: Todos os políticos estão com medo de aprontar, está certo que ninguém vai para a cadeia, mas explicar para os eleitores é um problema.

Com pouco mais de 20 bilhões de dólares, injetados em dois bancos, o governo mostra que perdeu o ânimo de antes, só em 2.011 foram anunciados um investimento de mais de 140 bilhões de dólares em moradia.

O vazamento de informações sigilosas tem sido um problema para as máfias dos dois lados, tanto do governo, quanto da oposição. O governo já sentiu na pele, várias vezes, doses de seu próprio remédio, caindo em várias armadilhas.

Palocci não aprendeu a lição do caseiro e caiu novamente, acusado de enriquecimento ilícito, no escândalo das empreiteiras. O escândalo de Carlinhos Cachoeira pretendia ser um contra-ataque do governo, uma vingança contra o mensalão… e mais uma vez o governo descobriu que não só também estava envolvido, como havia caído em uma nova armadilha, e dessa vez as empreiteiras envolveriam a elite da máfia.

Agora, o STF ameaça endurecer, mas ninguém acredita que o supremo deixará de ser o testa de ferro do governo mas, por via das dúvidas, o presidente do STJ será também um estrangeiro.

Assim como a prisão de doleiros encareceu a lavagem de dinheiro, as CPIs estão assustando os “colaboradores”, ratos que transitam no lamaçal do submundo de Brasília.

… e os brasileira continuam acreditando no Brasil… do futebol, carnaval e novela da Rede Globo.

By Jânio

setembro 26, 2012 Posted by | Política | , , , , | Deixe um comentário

Taxa Selic cai para 8%

taxa_selic

A demora do governo em baixar a taxa Selic, sempre foi criticada pelos empresários, economistas, analistas, jornalistas e até blogueiros. A taxa Selic sempre será uma arma cruel, uma forma de blindar o governo de sua própria incompetência.

FHC abusou do taxa de juros e utilizou-a no momento mais conturbado da economia, às vésperas da vitória de Lula. A entrada de Lula prometia mudar, mas o máximo que aconteceu foi voltar ao que era.

Durante o reinado da Selic no Brasil, vários impérios foram formados e muito dinheiro foi levado para o exterior, ilicitamente ou aproveitando as brechas de nossa legislação. Naturalmente, a inflação não poderia cair, num ambiente de absoluta falta de competitividade, onde a maioria dos empresários depende de ligações com os políticos para sobreviver.

Apesar da inflação ter sido sempre considerado um monstro da economia popular, ela é um dos termômetro que regula as atividades econômicas do governo e do país em geral.

Normalmente, a única forma de baixar a inflação, seria aumentando a competividade entre as empresas, para fazer isso, o governo teria de baixar os impostos. Acontece que isso não interessava para os financiadores da política, que preferem os cartéis.

Da mesma forma que essa máfia tem preferência em monopolizar suas áreas de atividade, o governo também sempre preferiu a forma mais fácil, afinal, baixar os impostos implica em diminuir o roubo, lavagem, manipulação, etc., o que afeta toda a aristocracia. Para evitar que a economia se transformasse em um caos, com a inflação descontrolada, o governo utilizava a Selic.

Com a taxa de juros alta, havia pouco investimento, devido aos problemas que essa distorção econômica acarretava, inclusive na competividade com outros países.

A economia fraca levou o Banco Central a baixar a taxa Selic por várias vezes seguidas, mas isso não resolveu o problema da desaceleração econômica. Como a inflação também está sob controle, o governo continuará baixando os juros.

Levando-se em conta que a Selic já estava muito abaixo do que o governo esperava 8,5%, forçando inclusive uma mudança na aplicação mais popular do país, a poupança, para evitar que outros investimentos fossem atraídos pela rentabilidade maior, os cortes de 0,5% surpreendem.

Os analistas continuam apostando num novo corte na próxima reunião do Copom, já que a economia parece estagnada.

Para a macro-economia isso não é bom sinal, significa que a aristocracia já conseguiu sugar a última gota sangue que a classe média tinha, pior, todo as nossas riquezas se encontram no exterior, graças a pessoas como Sílvio Santos, Ricardo Teixeira, Rede Globo, ONGs e várias outras instituições oportunistas.

O Governo conseguiu derrubar toda a classe média, sem baixar os impostos. Isso não é nada bom, um péssimo exemplo para outros países imperialistas.

É difícil saber se os atuais 8% serão suficientes para alavancar a economia, mas o governo só se preocupa com uma coisa, a inflação.

Enquanto a desaceleração afetava mais a indústria, a desculpa era a crise mundial mas, a a partir do momento em que o comércio passou a ser afetado, foi preciso que o governo baixasse os juros, afinal, o mercado internacional tem influencia limitada num país auto sustentável.

O fato do governo não baixar os juros e continuar sendo irresponsável quanto a aplicação desses recursos, provenientes dos impostos, sempre haverá um grande risco. Isso ocorre porque toda vez que aumentar as vendas, mesmo que pouca coisa, haverá muita inflação.

A inflação é causada pela falta de concorrência, que é causada pelos impostos elevados. A taxa de juros não é a causa, é a consequência.

Enquanto isso, vale lembra a filosofia que pode ser aplicada aos políticos: “Roubar menos, mas roubar sempre”.

By Jânio

julho 14, 2012 Posted by | Política | , , , , , , , , , , | 1 Comentário

A economia brasileira em 2.011

Economia Brasileira

Números da Economia

Nunca na história desse país, a economia esteve tão bem, e nunca o resto do mundo, com exceção dos BRICS, esteve tão mal.

A China tem a sua ditadura inquestionável; a Índia tem o seu admirável mundo novo, com os ricos de um lado e os pobres do outro; a Rússia vacila entre o futuro e o passado e a África sofreu grandes mudanças para criar um cartão postal para o mundo, deixando seu lado obscuro fora do foco.

O Brasil tem um pouco dos problemas de cada um desses países, muito bem disfarçado, naturalmente.

Qualquer país do mundo tem dificuldades para conviver com uma taxa de juros de cerca 3%, mas o Brasil já chegou a pagar 15%, 20%.

Isso demonstra a força do país, mas demonstra também as distorções imposta por essa política de juros.

A taxa de juros é só a ponta do iceberg, tudo começa com as altas taxas de impostos, o que gera muita corrupção e impossibilita a livre concorrência, fato que poderia evitar essa política com juros exorbitantes. Sem concorrência, o mercado fica instável e vulnerável, e a especulação, gera ainda mais impostos, como temos observado.

Agora vem a notícia boa para a economia, se é que se pode chamar isso de notícia boa:

O Brasil passou quinhentos anos maquiando sua política, enquanto a economia mundial se tornava mais dinâmica. Hoje, os homens mais ricos do mundo que investem no país, necessitam de estrutura, desenvolvimento, para ganhar dinheiro, e é isso o que tem pressionado o governo a rever suas políticas econômicas.

A taxa de juros é uma das mais baixas da história da economia brasileira, mesmo sem ter baixado os impostos. Na realidade, os impostos nem existem para os ricos, como podemos observar em leis que isentam importação e outros tipos de escândalos, ou seja, a corrupção ainda é um grande problema brasileiro.

Enfrentamos os mesmos problemas de educação, saúde, transporte, segurança, etc., no Brasil inteiro, isso porque os compadres dos políticos entendem que é melhor roubar que investir onde deveriam. Fatos bizarros de superfaturamento ocorrem em toda parte, sem que se possa fazer nada, já que os marginais tem ligações com os políticos de cada região.

… e o Brasil ainda cresce…

01) Risco País – O risco país tem estado estável, já que nada consegue abalar uma economia blindada com sangue e suor de pessoas pobres. E, nesse caso, não há limite mínimo nem máximo.

O Risco Brasil está em 228, com poucas oscilações.

02) Internet – Se é verdade que o projeto de lei SOPA não conseguiu vencer sua primeira batalha, também é verdade que os donos do poder não desistiram, mas a briga vai ser boa, afinal, são 58 milhões de internautas só no Brasil. No último ranking, o Brasil estava com 46 milhões de internautas, e quanto mais internautas, maior a pressão à elite.

03) Taxa de Juros – A taxa Selic está em 10,50 e, mesmo com pressão do COPON, é uma das menores taxas de juros da história. Se está bom? De maneira alguma, como eu disse, nenhum país rico consegue pagar sequer 4% de juros, quanto mais 10%.

Se o Brasil quer crescer, precisa inevitavelmente diminuir a taxa de juros.

O governo repassa dinheiro para aumentar o crédito, ao primeiro sinal de crise, os bancos escondem o dinheiro e pegam mais. E quando aumenta a inflação, o governo paga mais pelos títulos, e pegam o dinheiro de volta, justamente dos bancos, que ficam novamente sem dinheiro e o povo sem crédito.

04) A cesta básica teve um aumento maior que a inflação, 8,82%, mas isso também nem conta, afinal, se a demanda pela cesta básica aumentou, é porque os pobres estão voltando a comer, o que poderá melhorar a saúde, mas não graças ao governo.

05) Desigualdade Social – O Brasil é o segundo país com a maior desigualdade social, no G-20, e é um dos mais desiguais também entre os países em desenvolvimento.

A comparação com os países ricos seria boa, se não fosse a crise deles. No caso dos países em desenvolvimento, o Brasil ainda tem muito para melhorar nesse quesito.

By Jânio

janeiro 24, 2012 Posted by | Policia | , , , , , , , , , | 1 Comentário

EUA é rebaixado na classificação de risco

Crise de Rico

Queda Americana

Um novo termo está fase de criação na economia mundial,”USA Risk”.

A primeira agência a admitir o que todos nós sabemos há anos, que os Estados Unidos estão quebrados, é a Standard & Poor´s. Além dessa agência de classificação de risco, a Fitch Ratings ainda não divulgou nota à imprensa.

A Moody’s já sinalizou que não pretende rebaixar a nota de risco americana, fazendo jus ao seu nome.

Eu diria que os EUA estão, nesse momento, exatamente como o Brasil esteve nos últimos quinhentos anos, com uma sutil diferença, enquanto o Brasil ensaia uma Ascenção, os Estados Unidos estão em queda.

Este poderia ser um momento terrível para a economia mundial, mas talvez não. Na realidade, nós sabemos muito pouco sobre o que de fato acontece, além do que a mídia prepara para nós.

Durante mais de quinhentos anos, a burguesia brasileira sempre teve suas regalias, junto à aristocracia, enquanto os pobres agonizavam nas filas.

Hoje, os pobres votam com a barriga e os ricos amargam a chegada da nova Idade Média.

Foram séculos em que poderiamos ter criado a sociedade perfeita, voltada para o povo, com uma boa educação e infra-estrutura decente, mas a ganância falou mais alto e o mundo está para voltar a era das sombras, dessa vez ao vivo, num reality show que nunca poderia ser imaginado nem pelas mentes mais doentias.

Todo santo dia eu vejo uma notícia dos EUA e lembro do Brasil das últimas décadas.

Os americanos dizem haver um erro nessa avaliação da Standard & Poor´s, cerca de 2 trilhões. Isso lembra do Panamericano, quando os 2,5 bilhões ultrapassaram os quatro bilhões.

Durante muito tempo, o Brasil lutou contra as agências de classificação de risco, e o Brasil estava certo. Enquanto as agências americanas derrubavam o Brasil, os alemães contrariavam essas estimativas e mostravam que eram muito mais confiáveis.

A bolha provocada pela especulação estourou, mas os mais espertos já estavam com o dinheiro muito bem investido, afinal, foram eles quem prepararam tudo.

A Standard & Poor´s rebaixou os EUA de AAA para AA+, e ainda deixaram bem claro que o país poderá ser rebaixado novamente, nos próximos meses, caso não resolvam seu problema de déficit orçamentário e diminuam a sua dívida.

Obama bem que tentou, mas os republicanos venceram os democratas no congresso, impedindo a redução da dívida. Obama, em contra-partida, aumentou os impostos e ainda ameaça acabar com as isenções de grandes empresas, bem ao estilo populista.

Isso não teria acontecido, se fosse aqui no Brasil. Aqui no Brasil, uma propina seria suficiente para evitar essa catástrofe mundial.

Agora, a China já é a segunda maior economia do mundo, luta para ter sua própria moeda no comércio internacional, ao lado do Brasil, mas, para os EUA, é difícil admitir que o socialismo deu certo.

A queda dos EUA é apenas o começo, se o resto do G 7 cair, aí, teremos um grande problema, para eles, naturalmente.

By Jânio

agosto 7, 2011 Posted by | Internacional | , , , , , , | 2 Comentários

Terremoto no Japão causa danos e provoca milhares de vítimas fatais

novas tragédias

Terremotos no Japão

O maior terremoto da história do Japão deixou o país em estado de calamidade, o país que já vinha enfrentando dificuldades econômicas (o país está entre os mais endividados do mundo) terá muita dificuldade para enfrentar mais esse problema.

O governo japonês se endividou, injetando dinheiro na economia do país, essa liquidez fez com que o país retomasse o crescimento. Como consequência, o Japão era um dos países mais endividados do mundo.

Apesar desse ter sido um dos piores desastres da história do Japão, não foi o mais grave, pelo menos em relação às vítimas. Em 1.923, em Tokyo, um terremoto de 7,9 graus na escala richter, causou a morte de cerca de 140.000 pessoas.

Com uma infra-estrutura precária, o Japão, em 1.923, lembrou muito o terremoto no Haiti, onde a quantidade de vítimas fatais também foi muito grande, considerando-se sua intensidade.

Ao longo dos anos, o Japão tem sofrido muito com desastres provocados pelos terremotos, por isso desenvolveu também uma das melhores tecnologias anti-tremores do mundo, tecnologia que não foi suficiente para proteger as usinas atômicas.

Depois de ser o primeiro país a sofrer as dores de uma tragédia atômica, o país se viu obrigado a se valer da energia nuclear, para obter a energia suficiente ao seu desenvolvimento, e mais uma vez o país se viu diante do perigo.

Até agora, o terremoto mais caro da história do Japão, havia sido o de Kobe, 1.995, onde o governo gastou cerca de 100 bilhões de dólares para cobrir os danos causados.

As fábricas de automóveis já suspenderam sua produção, entre elas Sony, Toyota e Nissan, assim como outras indústrias, toda comunicação da região foi afetada. São milhares de vítimas fatais, milhares de desaparecidos e centenas de milhares de desabrigados.

Esse já é o maior desastre desde a segunda guerra mundial, no Japão, pelo menos quatro milhões de pessoas estão sem energia elétrica.

Os internautas brasileiros que vivem naquele país, alguns naquela região, estão incomunicáveis, pelo menos os que eu conheço. Quando eles puderem acessar a internet, poderemos ter mais notícias desses brasileiros.

As imagens através do Youtube, chegam a impressionar, são carros, ônibus, barcos, sendo arrastados pelo tsunami, explosões e incêndios.

Depois do atentado de 11 de setembro, mais uma vez cenas de filmes de ficção são vistas em nossa realidade, mais uma vez o Japão sente as dores de uma tragédia, tão constante em sua história.

Vídeo das imagens do terremoto no Japão

Fonte: RT – TV

Textos relacionados:

Comunicado às famílias de brasileiros no Japão

Mancha escura cobre o Japão

Texto: By Jânio

março 15, 2011 Posted by | Cinema | , , , , , , , , , , , , , , , | 14 Comentários

Brasil é a sétima economia do mundo

brasil é pobre

Brasil Rico

O Brasil consegue o maior PIB dos últimos vinte e quatro anos, surpreendendo até os mais otimistas.

Já estão dizendo que esse bom desempenho no PIB, seria apenas uma recuperação dos anos anteriores, que apresentaram um período de relativa estagnação da economia.

Eu tenho que discordar dessa análise. Se a explicação para uma crise fosse tão simples assim, não haveria motivo para preocupação, nem haveria mais crise.

Sempre gostamos de comparar o “pobre” Brasil, com o resto do mundo, então, é bom saber que o Brasil teve o quinto melhor desempenho dos G-20 – Esse é o maior crescimento desde 1.986.

Graças aos últimos Governos, ou mesmo sem eles, o Brasil, ao contrário dos outros quatro do Top five, não teve crise, portanto estamos recuperando de quê?

Nós sabemos que tanto a China, quanto a índia, enfrentam muitos problemas sociais. Estão ainda piores que o Brasil, se isso é possível, quando se trata de infra-estrutura.

Enquanto a China tem a ditadura para controlar seus problemas, a Índia consegue conviver com as várias culturas, graças ao poder de suas religiões e filosofias.

Aqui no Brasil, o sistema se vale da força da elite e dos meios de comunicação tendenciosos, os mesmos que conseguem fortunas em financiamentos fraudulentos.

A Argentina, que também está em forte crescimento, sempre teve o IDH melhor que o Brasil, a ponto de muitos brasileiros se mudarem para lá.

Nem mesmo a forte crise dos últimos anos, abalou a confiança dos empreendedores argentinos, ou de seu IDH. Nesse momento, atravessam um dos melhores momentos de sua história, com crescimento do PIB e do IDH, que sempre foi bom.

Na terra da contradição e desigualdades, continuamos entre os países mais ricos do mundo, PIB, e entre os mais pobres, IDH e apoio ao empreendedor. O Brasil sempre esteve entre os países mais ricos do mundo, sétima ou oitava economia mais rica, em se tratando do PIB.

Nesse momento, somos a sétima maior economia, a frente de outros países mais ricos, como Reino Unido e a França.

Como é possível o Brasil ultrapassar países ricos, como o Reino Unido e a França, apresentando uma miséria tão grande? – A resposta pode ser mais simples do que imaginamos.

Quanto mais o Brasil fica rico, maior se tornam os impostos, a miséria. Os impostos são parceiros da corrupção, subornos, propinas, tornando a classe média alta aliada desses facínoras.

Aumentar a taxa de juros se tornou desculpa para controlar a infração, quando todos nós sabemos que para se controlar a inflação, é preciso aumentar a concorrência.

Não haverá concorrência, enquanto a taxa de impostos for tão alta, beneficiando os empresários que financiam toda essa sujeira política.

Empresários criminosos compram e vendem sem nota, registrando o “extravio” dessas notas que nunca existiram, quando a Polícia Federal aperta o cerco.

Todo o planejamento do crime é feito no alto escalão, impossibilitando a ação da lei que eles mesmos criam.

Durante o crescimento do PIB, o que não é nenhuma surpresa, ninguém perguntou quando o IDH vai crescer 7,5%, mas isso também não é nenhuma surpresa.

A mídia covarde também é beneficiada pelas leis tributárias e selvagens, por isso sempre estarão presos em sua própria força.

TAXAS DE CRESCIMENTO DO PIB:

Acima da média:

01 – China 10,3%

02 – Índia 8,6%

03 – Argentina

04 – Turquia

05 – Brasil 7,5%

Obs: Com um PIB de 3,6 trilhões, o Brasil passa à frente do Reino Unido e da França…mas só no PIB.

OUTROS NÚMEROS DE CRESCIMENTO:

Japão – 3,9%

Rússia – 3,8%

Estados Unidos – 2,8%

União Européia – 1,7%

NÚMEROS DO ANO PASSADO:

Melhores países – IDH

Países mais ricos das Américas

Melhores países em ambiente de negócios

PIB dos países de língua portuguesa

By Jânio

março 5, 2011 Posted by | Internacional | , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 16 Comentários

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