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PIB tem queda de 0,3% em janeiro, a menor dos últimos 22 meses

PIB 2.013

PIB Brasil

Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil

O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, recuou 0,3% em janeiro na comparação com o mesmo período do ano passado. A informação foi publicada hoje (3) pelo Monitor do PIB, da Fundação Getulio Vargas (FGV). Apesar da queda, esse foi o resultado menos negativo dos últimos 22 meses, de acordo com a FGV.

A queda foi de 0,06% na comparação com dezembro. No trimestre encerrado em janeiro, houve quedas de 0,22% na comparação com o trimestre encerrado em outubro de 2016 e de 1,1% em relação ao trimestre que terminou em janeiro de 2016.

Na comparação com o trimestre encerrado em janeiro de 2016, os principais destaques positivos foram os setores de extrativa mineral (7,5%) e eletricidade (5,7%). Contribuíram para a queda de 1,1% do PIB os setores da construção (-6,5%) e transportes (-5,1%).

Pelo lado da demanda, o consumo das famílias caiu 2,6% no trimestre que acabou em janeiro deste ano, na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Já a formação bruta de capital fixo (investimentos) teve queda de 3,9% no período.

Edição: Kleber Sampaio
 
 

abril 3, 2017 Posted by | Política | , | Deixe um comentário

Indicador de nível de atividade da indústria paulista cai 0,5% em fevereiro

sonho americano
Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista caiu 0,5% em fevereiro na comparação com janeiro, sem considerar as influências sazonais, informou hoje (30) a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a queda foi de 5,1%.

Segundo a Fiesp, a queda na comparação com fevereiro de 2016 pode ser explicada pelo fato de 2016 ter sido bisexto, portanto com um dia útil a mais no mês de referência. No acumulado dos últimos 12 meses, o indicador apresentou queda de 7,8%, sem o ajuste sazonal.

“Os dados de fevereiro não anulam os saldos de dezembro e janeiro, que apresentaram altas de 3,5% e 0,1%, respectivamente. Porém, a recuperação ainda será lenta, gradual e turbulenta. Não devemos nos surpreender com solavancos”, disse Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp. Francini aposta em crescimento da atividade industrial de 1,2% para este ano.

O INA é um indicador que acompanha o total de vendas reais, as horas trabalhadas na produção e a utilização da capacidade instalada da indústria de transformação paulista.

Sensor

A Fiesp também divulgou hoje o Sensor, pesquisa qualitativa de conjuntura econômica. Nesta pesquisa, as empresas respondem questões relativas ao mercado, vendas, exportação, estoques, emprego e investimento. As respostas recebem pontuação que varia de 0 a 100. Resultados acima de 50 pontos revelam expectativa positiva na comparação com o mês anterior e abaixo de 50 pontos, expectativa negativa.

Segundo a pesquisa, a expectativa dos empresários para o mês de março atingiu 50,5 pontos, ante 50,6 pontos em fevereiro.

Dos indicadores que compõem o Sensor, o emprego foi o destaque, atingindo o maior nível desde novembro de 2010: 53,7 pontos, com avanço de 1,3 ante os 52,4 de fevereiro. Resultados acima dos 50 pontos indicam expectativa de admissões para o mês.

Já o indicador de vendas apresentou queda de 5,7 pontos, passando de 55 para 49,3 pontos.

Edição: Denise Griesinger
 
 

março 30, 2017 Posted by | Política | , , | Deixe um comentário

Comércio varejista tem queda de 0,7% de dezembro para janeiro

Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil
Vitória (ES) - Supermercados lotados com filas nos caixas e na entrada funcionam com horário reduzido (Tânia Rêgo/Agência Brasil)
Varejo teve queda de 0,7%, mas supermercados, alimentos, bebidas e fumo acusaram alta de 0,2% nas vendas
Tânia Rêgo/Agência Brasil

O volume de vendas do comércio varejista brasileiro caiu 0,7% entre dezembro de 2016 e janeiro deste ano. É a segunda redução consecutiva do indicador, que já havia recuado 1,9% entre novembro e dezembro do ano passado. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.

As vendas também recuaram 0,6% na média móvel trimestral, 7% na comparação com janeiro de 2016 e 5,9% no acumulado de 12 meses.

Na comparação com dezembro de 2016, houve queda em seis das oito atividades pesquisadas pelo IBGE, com destaque para equipamentos e material de informática (-4,8%) e combustíveis e lubrificantes (-4,4%).

Também tiveram redução os setores de livros, jornais, revistas e papelaria (-1,9%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-1,8%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (-1,1%) e móveis e eletrodomésticos (-0,1%).

Supermercados têm vendas em alta

Ao mesmo tempo, tiveram aumento os setores de supermercados, alimentos, bebidas e fumo (0,2%) e tecidos, vestuário e calçados (4,1%).

No chamado varejo ampliado, que também inclui os setores de veículos e peças e de materiais de construção, a queda do volume de vendas foi de apenas 0,2%. Os materiais de construção tiveram recuo de 0,8%, mas os veículos e peças cresceram 0,3%.

O varejo ampliado manteve-se estável na média móvel trimestral, mas caiu 4,8% na comparação com janeiro de 2016 e 7,9% no acumulado de 12 meses.

Receita nominal

Ainda de acordo com a pesquisa, a receita nominal do comércio varejista caiu 0,8% na comparação com dezembro de 2016, 0,7% na média móvel trimestral e 2,3% na comparação com janeiro de 2016. No entanto, houve aumento de 4,2% no acumulado de 12 meses.

Já a receita nominal do varejo ampliado caiu 0,9% na comparação com dezembro de 2016, 0,4% na média móvel trimestral, 1,7% na comparação com janeiro de 2016 e 0,4% no acumulado de 12 meses.

Edição: Kleber Sampaio

março 30, 2017 Posted by | Política | , , | Deixe um comentário

PIB fecha 2016 com queda de 3,6%

Vinicius Lisboa – Repórter da Agência Brasil
economia ilustração
Dados do IBGE mostram que PIB de 2016 ficou em R$ 6.266,9 bilhões –Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, fechou 2016 com queda de 3,6%.

Em 2015, a economia brasileira já tinha recuado 3,8%. Segundo dados divulgados hoje (7), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB de 2016 ficou em R$ 6,3 trilhões. De acordo com o IBGE, os números do PIB de 2015 e 2016 representam a maior recessão desde 1947.

Segundo a coordenadora de Contas Regionais do IBGE, Rebeca Palis, já houve anos em que a retração foi maior que a de 2016, mas nunca a economia brasileira havia somado 7,2% de queda em um biênio.

“A magnitude da queda, olhando o biênio, é a maior desde 1948”, disse Rebeca, que explicou que a série histórica do IBGE para o PIB começa em 1947, mas apenas em 1948 há dado de variação anual.

“Em outros períodos, algumas atividades econômicas davam uma segurada na economia. Nesse biênio, foi disseminado na economia toda, o que não é muito comum de acontecer. Serviços foram muito afetados, o que não acontecia muito”, afirmou.

O resultado negativo dos dois anos fez o PIB do país voltar para o patamar registrado no terceiro trimestre de 2010, segundo o IBGE.

No último trimestre de 2016, o PIB recuou 0,9% em relação ao trimestre anterior e caiu 2,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Agropecuária cai 6,6%

O setor da economia que sofreu a maior queda em 2016 foi a agropecuária, com contração de 6,6%. Na indústria, a queda foi de 3,8%. Segundo o IBGE, o segmento de serviços recuou 2,7%.

Se analisado apenas o quarto trimestre, houve queda na indústria (-0,7%) e nos serviços (-0,8%) em relação ao terceiro trimestre do mesmo ano. Nessa base de comparação, houve crescimento de 1% na agropecuária.

Já na comparação do quarto trimestre com o mesmo período de 2015, todos os setores caíram, com destaque para o recuo de 5% na agropecuária. Indústria e serviços apresentaram retração de 2,4%.

O desempenho negativo da agropecuária no ano passado deveu-se ao desempenho da agricultura. Na indústria, houve queda de 5,2% na construção e de 2,9% na indústria extrativa mineral. Os resultados foram positivos nas atividades de eletricidade e gás, esgoto e limpeza urbana, com crescimento de 4,7%.

Os serviços foram puxados para baixo pela recuo do comércio, de 6,3%, e pelo resultado negativo dos outros serviços, de 3,1%. Atividades imobiliárias avançaram 0,2%.

Texto alterado às 9h23 para acréscimo de informações

Edição: Kleber Sampa

março 7, 2017 Posted by | Política | , , | Deixe um comentário

Emprego na construção tem queda de 14,5%

sonho americano

Empregos nos EUA

O nível de emprego na construção civil registrou queda de 14,5% no acumulado de 12 meses até novembro, gerando um saldo negativo de 437 mil postos de trabalho. Os dados foram divulgados pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Entre janeiro e novembro de 2016, houve corte de 461.849 vagas em todo o país. Desconsiderando efeitos sazonais, foram fechadas 26.917 vagas em novembro. O nível de emprego caiu 2,20% em novembro na comparação com outubro, a 26ª queda consecutiva.

A deterioração do mercado de trabalho afetou quase todas as regiões do Brasil, sendo que os piores resultados foram anotados no Norte (-3,71%) e no Centro-Oeste (-2,67%).

Quedas acentuadas

Por segmento, preparação de terreno e infraestrutura observaram as maiores quedas em novembro, de 3,73% e 3,31%, respectivamente. No acumulado do ano, contra o mesmo período do ano anterior, o segmento imobiliário teve a maior queda (-17,66%), seguido por preparação de terreno (-14,77%).

O agravamento do desemprego na construção, com o fechamento de mais de 58 mil postos de trabalho, já era esperado pelo setor, considerando a queda contínua no volume de obras. Segundo o sindicato, o volume de novas obras deve continuar reduzido nos próximos meses, o que poderia ser amenizado por medidas emergenciais e mais reformas microeconômicas.

Edição: Kleber Sampaio

Agência Brasil

janeiro 10, 2017 Posted by | Política | , , | Deixe um comentário

Atividade econômica cai 0,53% no segundo semestre

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Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil
Índice de Atividade Econômica do Banco Central incorpora informações sobre a indústria, comércio e serviços e agropecuáriaArquivo/Agência Brasil

A atividade econômica registrou queda no segundo trimestre deste ano. Segundo o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período) houve retração de 0,53% no segundo trimestre, comparado com o período de janeiro a março deste ano.

Em relação ao segundo trimestre de 2015, a queda ficou em 4,37%, segundo os dados sem ajustes, já que a comparação é feita entre períodos iguais.

Em junho, o IBC-Br registrou crescimento de 0,23% na comparação com maio (dado dessazonalizado). No primeiro semestre, houve retração de 5,96% e, em 12 meses encerrados em junho, de 5,67%.

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar  decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic.

O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos. Mas o indicador oficial sobre o desempenho da economia é o Produto Interno Bruto (PIB), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O PIB é a soma de todas as riquezas produzidas pelo país.

Agência Brasil

agosto 12, 2016 Posted by | Policia | , | Deixe um comentário

   

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