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Países para onde os americanos fogem

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Emigração Americana

Nos últimos anos, mais pessoas migraram dos EUA para a Austrália, Brasil e Alemanha, de acordo com a UniGroup Relocation, uma empresa de mudança.

Esses três países receberam mais pessoas dos EUA nos últimos 2 ou 3 anos, segundo a UniGroup, que não revela detalhes sobre os números exatos sobre as nacionalidades dos imigrantes, por isso não se pode saber com exatidão se as pessoas que se deslocam para esses países tem raízes lá e querem voltar para a terra de seus antepassados, ou se são americanos que emigram.

Alemanha e Austrália tiveram “superávit” de norte-americanos em 2013 e 2012, e no Brasil, o “superávit” ocorreu em 2012 e 2011. Os lugares que experimentaram um fluxo de americanos pelo menos uma vez nos últimos três anos são a China, Suíça, Chile, Emirados Árabes Unidos, Hong Kong, Itália e Japão.

No ano passado, os EUA experimentaram um grande aumento no fluxo de cidadãos e residentes para outros países. Um total de 2.999 pessoas rejeitaram sua residência ou cidadania americana em 2013, três vezes mais do que no ano anterior, quando 932 pessoas fizeram o mesmo.

Fonte: RT-TV

Comentário: Esse número ainda não é tão alarmante como seria, caso as pessoas conhecessem a realidade econômica dos EUA, Inglaterra e outros países ricos, que é gravíssima.

Os americanos mais ricos, orientados por seus assessores, consultores e empresários, já enviaram suas fortunas para o exterior há muito tempo. Recentemente, alguns famosos conhecidos abandonaram o país, entre eles, Terry gillan, Tina Turner e Eduardo Saverin. Eduardo é o brasileiro co-fundador da Facebook, aquele que ganhou uma fortuna não revelada contra Mark Zuckerberg, e enviou todo o dinheiro para Cingapura. Gillan é o famoso ator, diretor e roteirista do famoso grupo inglês Monty Python do cinema.

Naturalmente, a CIA já está investigando a migração de fortunas para fora do país, inclusive, pensando em taxar fortunas de americanos que mantém seu dinheiro nos paraísos fiscais.

Para fugir dos impostos altos, as maiores empresas americanas tem migrado sua produção para o exterior, como a montagem de eletro-eletrônicos na China, cinema no México e Canadá. As maiores séries de TV das últimas décadas, Smallville e X-files, foram feitas no Canadá. Atualmente, os filmes americanos são feitos mais no Canadá que nos EUA, até o Brasil tem participado de pós-produção.

Não, os EUA não vão acabar por causa da crise econômica, erros estratégicos e globalização. Os EUA ainda tem chance de se livrar de toda essa sujeira na qual estão envolvidos, mas será difícil. Acontece que o novo império surgiu da indústria armamentista e, vendo por esse lado, a Rússia e Hitler foram os maiores parceiros no desenvolvimento da América, sem se esquecer de Osama Bin Laden, naturalmente.

Assim como na Alemanha nazista, os EUA ainda tem o maior exército e o mais PIB. O problema é que os gastos em guerra são a causa da sua ruína. O IDH americano parece bom, mas a metade são pessoas marginalizadas e sem nenhuma assistência estatal, lembrando o Império Romano.

Os EUA deixarão o topo dos ricos, em seu lugar ficará a China, tendo a Rússia a seu lado, naturalmente. Uma parceria que lembra a Inglaterra e EUA, nos últimos 100 anos.

A Inglaterra está falida e seus economistas cometendo suicídio, mas o Império Britânico possui países riquíssimos, como a própria Austrália, para onde os americanos estão emigrando, e o Canadá, país que está pagando verdadeiras fortunas pela nova tendência capitalista, as Star-ups.

O capitalismo não pode falir simplesmente porque a China, maior beneficiária do momento, está com mais de 1,5 trilhão de dólares em reservas e, para se livrar dessa bomba, caso o capitalismo quebrasse, passou a financiar seus parceiros econômicos estratégicos, como os latino-americanos de esquerda, fornecedores de matérias-primas e os africanos que, além de serem fornecedores de matérias-primas, também estão entrando no mapa econômico mundial ao lado da China, inclusive aprendendo a falar mandarim.

Por outro lado, os EUA tem as reservas de ouro do mundo inteiro, responsáveis por avaliar as moedas de cada país, tudo guardado em depósitos do Banco Central Mundial. A Alemanha já requisitou a sua reserva, mas os EUA se negaram a entregar.

Alguns países em conflitos com os EUA, vítimas de boicote, já começam a usar petróleo como moeda. O petróleo não é a única moeda possível, sob o ponto de vista macro-econômico.

A última tendência adotada pela UE, pretende introduzir as drogas e a prostituição como parte oficial do PIB. O mundo deverá mudar mais rapidamente, com a ajuda da TI, e não haverá guerra e nem censura suficiente para pará-la. Cada pessoa será cada vez mais responsável pelo seu destino, sua vida e dinheiro.

Comentário: By Jânio

Economia européia vai incluir prostituição e drogas ao PIB

O erro americano

O fim do império americano

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fevereiro 17, 2014 - Posted by | Internacional, Migração | , , , ,

2 Comentários »

  1. […] * Publicado no MadeInBlog […]

    Pingback por Ver! | Blog | Países para onde os americanos fogem | fevereiro 23, 2014 | Resposta

  2. […] criar uma lei para taxar fortunas que se encontram fora do país e que pertencem a cidadãos americanos. Eu ainda não verifiquei as consequências em direitos internacionais, mas tenho certeza que os […]

    Pingback por Tax haven – O inferno da economia americana « Made in Blog | novembro 6, 2015 | Resposta


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