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PIB sobe 2.3% em 2.013

PIB 2.013

PIB Brasil

Na comparação com o 3º trimestre do ano, os serviços apresentaram expansão de 0,7%, a agropecuária teve variação nula e a indústria variação negativa de 0,2%.

Nos serviços, todas as atividades apresentaram resultados positivos, com destaque para serviços de informação (4,8%). Intermediação financeira e seguros cresceu 2,0%, seguida por outros serviços (1,2%), comércio (0,8%), transporte, armazenagem e correio (0,4%), administração, saúde e educação pública (0,4%) e atividades imobiliárias e aluguel (0,2%).

Dentre os subsetores que formam a indústria, a indústria de transformação registrou recuo de 0,9%, enquanto que a extrativa mineral e a construção civil mantiveram-se praticamente estáveis (-0,1% e 0,0%, respectivamente). Este resultado foi contrabalançado pela expansão observada em eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (1,4%).

Pela ótica do gasto, todos os componentes da demanda interna apresentaram crescimento. A despesa de consumo da administração pública se expandiu em 0,8%, seguida pela despesa de consumo das famílias (0,7%) e pela formação bruta de capital fixo (0,3%). No que se refere ao setor externo, as exportações de bens e serviços cresceram 4,1%, enquanto que as importações apresentaram variação negativa de 0,1%.

PIB cresce 1,9% em relação ao 4º trimestre de 2012

Quando comparado a igual período do ano anterior, o PIB apresentou crescimento de 1,9% no quarto trimestre de 2013. Dentre as atividades que contribuem para a geração do valor adicionado, a agropecuária cresceu 2,4%. Os produtos agrícolas cujas safras são significativas no 4º trimestre e que registraram crescimento na estimativa de produção foram o trigo (30,4%), a cana de açúcar (10,0%) e o fumo (5,5%), enquanto a laranja (-14,8%) e a mandioca (-9,5%) tiveram queda, segundo o LSPA/IBGE divulgado em fevereiro de 2014.

A indústria apresentou expansão de 1,5%. Nesse contexto, a indústria de transformação apresentou crescimento de 1,3%. O seu resultado foi influenciado pelo aumento da produção de máquinas e equipamentos; material eletrônico e equipamentos de comunicação; outros equipamentos de transporte; perfumaria; refino de petróleo e álcool; e produtos de madeira. A construção civil também apresentou aumento no volume do valor adicionado de 2,4%, eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana apresentou crescimento de 3,4% e a extrativa mineral recuou 0,9% em relação ao último trimestre de 2012.

O valor adicionado de serviços cresceu 1,8% na comparação com o mesmo período do ano anterior, com destaque para os serviços de informação (7,6%). O comércio (atacadista e varejista) apresentou expansão de 2,9%, seguido por administração, saúde e educação pública (2,4%), transporte, armazenagem e correio (2,2%), serviços imobiliários e aluguel (1,5%) e Intermediação financeira e seguros (1,1%). Já a atividade de outros serviços apresentou recuo de 0,6% no trimestre.

Dentre os componentes da demanda interna, destaque para o crescimento de 5,5% da formação bruta de capital fixo, justificada pela expansão da produção interna de bens de capital. A despesa de consumo das famílias apresentou crescimento de 1,9%, sendo esta a 41ª variação positiva consecutiva nessa base de comparação. A despesa de consumo da administração pública cresceu 2,0% na comparação com o mesmo período de 2012. Pelo lado da demanda externa, tanto as exportações (5,6%) quanto as importações (4,8%) de bens e serviços apresentaram aumento.

Em 2013, PIB cresce 2,3% e PIB per capita cresce 1,4%

O PIB em 2013 acumulou crescimento de 2,3% em relação ao ano anterior. Em 2012, o crescimento acumulado no ano foi de 1,0%. Já o PIB per capita alcançou R$ 24.065 (em valores correntes) em 2013, após ter crescido (em termos reais) 1,4% em relação a 2012.

A expansão do PIB resultou do aumento de 2,1% do valor adicionado a preços básicos e do crescimento de 3,3% nos impostos sobre produtos líquidos de subsídios. O resultado do valor adicionado neste tipo de comparação refletiu o desempenho das três atividades que o compõem: agropecuária (7,0%), indústria (1,3%) e serviços (2,0%).

O crescimento em volume do valor adicionado da agropecuária decorreu do comportamento de várias culturas importantes da lavoura que registraram aumento na estimativa anual de produção e ganhos de produtividade, com destaque para soja (24,3%), cana de açúcar (10,0%), milho (13,0) e trigo (30,4%).

Na indústria, destacou-se o crescimento da atividade de eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (2,9%), puxado pelo consumo residencial de energia elétrica. Já a extrativa mineral acumulou queda de 2,8%, influenciado pela queda na extração de minérios. A construção civil e a indústria de transformação cresceram, ambas, 1,9% em relação a 2012.

Todas as atividades que compõem os serviços registraram crescimento acumulado no ano: serviços de informação (5,3%), transporte, armazenagem e correio (2,9%), comércio (2,5%), serviços imobiliários e aluguel (2,3%), administração, saúde e educação pública (2,1%), intermediação financeira e seguros (1,7%) e outros serviços (0,6%).

Na análise da demanda, o crescimento de 6,3% da formação bruta de capital fixo foi o destaque, puxado pelo aumento da produção interna de máquinas e equipamentos. A despesa de consumo das famílias cresceu 2,3%, sendo este o 10º ano consecutivo de crescimento. Tal comportamento foi favorecido pela elevação da massa salarial e pelo acréscimo do saldo de operações de crédito do sistema financeiro com recursos livres para as pessoas físicas. A despesa do consumo da administração pública aumentou 1,9%.

No âmbito do setor externo, tanto as exportações (2,5%) quanto as importações (8,4%) de bens e serviços cresceram. Entre as exportações, destaque para produtos agropecuários; outros equipamentos de transporte; veículos automotores e refino de açúcar. Já nas importações, os destaques foram indústria petroleira; serviços de alojamento e alimentação; máquinas e equipamentos; óleo diesel e peças para veículos automotores.

A taxa de investimento no ano de 2013 foi de 18,4% do PIB, ligeiramente acima do observado no ano anterior (18,2%). A taxa de poupança foi de 13,9% em 2013 (ante 14,6% no ano anterior).

Comentário: enquanto isso, a taxa de juros sobe novamente para 10,75%, supostamente tentando conter a inflação que deveria ser controlada pela livre concorrência. Acontece que com tantos cartéis, motivado por impostos altos e corrupção, não há concorrência nenhuma.

A taxa de juros funciona como uma corda no pescoço do brasileiro, cada vez que o consumo aumenta, o governo puxa a corda. Com isso, esperar um grande crescimento passa a ser uma grande perda de tempo.

Se o crescimento do PIB já é uma façanha, o crescimento do PIB per capta é uma façanha ainda maior.

Entretanto, o governo parece estar ganhando fôlego para poder respirar na época das eleições, quando a política econômica deverá compensar a falta de justiça no país.

O STF absolveu os réus de formação de quadrilha no processo de mensalão e, nesse caso, eu até que concordo com o STF. Não há formação de quadrilha, a quadrilha já está formada há muito tempo.

A condenação poderia ter forçado o fim do regime semi-aberto dos condenados pelo mensalão.

Depois de serem condenados em todas as instâncias, serem absolvidos pelo STF, compromete a reputação do Supremo Tribunal Federal que volta a ser testa de ferro dos políticos corruptos.

Fonte: IBGE

Comentário: By Jânio

fevereiro 28, 2014 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário

Copom eleva selic para 8%

risco brasileiro

Problema Econômico

Cobol eleva a Selic em 0,5 e contraria o bom senso, já que o PIB ficou abaixo do esperado no primeiro trimestre do ano, 0,6%, 1,2% no ano. A taxa de juros ficará em 8% até a próxima reunião do Copom.

Como essa alta não tem lógica, visto que não há risco de descontrole da inflação, concluímos que o governo esteja fazendo um jogo muito perigoso, diminuir e elevar a taxa de juros. Esse comportamento é típico de especuladores, coisa que o governo deveria combater, ao invés de se comportar igual.

Entretanto, pode ser que o governo esteja insatisfeito com sua própria ineficiência, já que a baixa nos juros deveria promover o aumento do PIB. Como o resultado do PIB foi insatisfatório, no mesmo dia o COPOM recuou em sua estratégia, mantendo o país como o pior do mundo em taxas de juros.

Eu já alertei várias vezes para esse problema do governo manter a economia no limite, fazendo com que empresários e empreendedores percam a confiança no mercado, levando o país para uma recessão.

Como os corruptos conseguiram se manter no controle do país, e eu me surpreendo como nada tenha sido feito para impedir isso, depois de tantos abaixo assinados e campanhas, a tendência agora é seguirmos com essa política cruel dos juros que tem tornado a classe média cada vez mais pobre, ao invés de atacarmos os verdadeiros problemas: corrupção -> impostos altos -> monopólios -> falta de concorrência e mais corrupção e sonegação de impostos.

A tentativa de criar um santo político na figura de Joaquim Barbosa, parece que não dará resultado também, já que o STF está ligado diretamente com a falta de justiça no Brasil. Poupar Joaquim Barbosa da reunião para por fim no conflito entre os três poderes, não ajudou em nada.

Ver Renan Calheiros, Gilmar Mendes e o presidente da câmara dos deputados se reunirem, desanima qualquer pessoa, por mais otimista que ela seja.

O governo tentou amenizar a tragédia, afirmando que a agropecuária cresceu 10% e que, portanto, havia qualidade no crescimento, mas parece que esqueceu de pagar para a mídia de massa divulgar isso, porque o crescimento da agropecuária só aumenta a ideia de incompetência do governo que afirma que o mundo não pode parar de comer.

Isso mostra como o crescimento do Brasil é importante para alimentar o mundo, entretanto, o brasileiro já está ficando sem dinheiro para o seu próprio sustento.

O IGPM ficou em 1,9%, a balança comercial segue no vermelho e a bolsa não anda muito bem das pernas.

… e o COPOM ainda aumentou os juros.

By Jânio

junho 4, 2013 Posted by | Política | , , , , | Deixe um comentário

Taxa Selic cai para 8%

taxa_selic

A demora do governo em baixar a taxa Selic, sempre foi criticada pelos empresários, economistas, analistas, jornalistas e até blogueiros. A taxa Selic sempre será uma arma cruel, uma forma de blindar o governo de sua própria incompetência.

FHC abusou do taxa de juros e utilizou-a no momento mais conturbado da economia, às vésperas da vitória de Lula. A entrada de Lula prometia mudar, mas o máximo que aconteceu foi voltar ao que era.

Durante o reinado da Selic no Brasil, vários impérios foram formados e muito dinheiro foi levado para o exterior, ilicitamente ou aproveitando as brechas de nossa legislação. Naturalmente, a inflação não poderia cair, num ambiente de absoluta falta de competitividade, onde a maioria dos empresários depende de ligações com os políticos para sobreviver.

Apesar da inflação ter sido sempre considerado um monstro da economia popular, ela é um dos termômetro que regula as atividades econômicas do governo e do país em geral.

Normalmente, a única forma de baixar a inflação, seria aumentando a competividade entre as empresas, para fazer isso, o governo teria de baixar os impostos. Acontece que isso não interessava para os financiadores da política, que preferem os cartéis.

Da mesma forma que essa máfia tem preferência em monopolizar suas áreas de atividade, o governo também sempre preferiu a forma mais fácil, afinal, baixar os impostos implica em diminuir o roubo, lavagem, manipulação, etc., o que afeta toda a aristocracia. Para evitar que a economia se transformasse em um caos, com a inflação descontrolada, o governo utilizava a Selic.

Com a taxa de juros alta, havia pouco investimento, devido aos problemas que essa distorção econômica acarretava, inclusive na competividade com outros países.

A economia fraca levou o Banco Central a baixar a taxa Selic por várias vezes seguidas, mas isso não resolveu o problema da desaceleração econômica. Como a inflação também está sob controle, o governo continuará baixando os juros.

Levando-se em conta que a Selic já estava muito abaixo do que o governo esperava 8,5%, forçando inclusive uma mudança na aplicação mais popular do país, a poupança, para evitar que outros investimentos fossem atraídos pela rentabilidade maior, os cortes de 0,5% surpreendem.

Os analistas continuam apostando num novo corte na próxima reunião do Copom, já que a economia parece estagnada.

Para a macro-economia isso não é bom sinal, significa que a aristocracia já conseguiu sugar a última gota sangue que a classe média tinha, pior, todo as nossas riquezas se encontram no exterior, graças a pessoas como Sílvio Santos, Ricardo Teixeira, Rede Globo, ONGs e várias outras instituições oportunistas.

O Governo conseguiu derrubar toda a classe média, sem baixar os impostos. Isso não é nada bom, um péssimo exemplo para outros países imperialistas.

É difícil saber se os atuais 8% serão suficientes para alavancar a economia, mas o governo só se preocupa com uma coisa, a inflação.

Enquanto a desaceleração afetava mais a indústria, a desculpa era a crise mundial mas, a a partir do momento em que o comércio passou a ser afetado, foi preciso que o governo baixasse os juros, afinal, o mercado internacional tem influencia limitada num país auto sustentável.

O fato do governo não baixar os juros e continuar sendo irresponsável quanto a aplicação desses recursos, provenientes dos impostos, sempre haverá um grande risco. Isso ocorre porque toda vez que aumentar as vendas, mesmo que pouca coisa, haverá muita inflação.

A inflação é causada pela falta de concorrência, que é causada pelos impostos elevados. A taxa de juros não é a causa, é a consequência.

Enquanto isso, vale lembra a filosofia que pode ser aplicada aos políticos: “Roubar menos, mas roubar sempre”.

By Jânio

julho 14, 2012 Posted by | Política | , , , , , , , , , , | 1 Comentário

Regras para os novos depósitos na poupança

regras_poupança

As mudanças nas regras da poupança são pequenas, mas isso não é suficiente para acalmar os pequenos poupadores. Segundo as últimas pesquisas, a metade dos poupadores tem menos de cem reais aplicados na poupança.

Aplicações financeiras viraram trauma no Brasil desde que Fernando Collor bloqueou as aplicações acima de um determinado valor, para controlar a inflação, e deixou parte dos investidores irritados. Eu não me lembro quanto era, mas eu me lembro que eu tinha cerca sete salários mínimos aplicados e não passou nem perto dos valores bloqueados.

Para mim, o problema foi com os rendimentos que ficavam abaixo da inflação, afetando muita gente.

As mudanças nas aplicações não são sérias na prática mas, teoricamente, preocupam.

Vamos lembrar a regrinha básica?

01) Impostos são altos para serem roubados pelos políticos corruptos.

02) Falta de concorrência e aumento da corrupção: Com o aumento dos impostos, os pequenos empreendedores tem dificuldades para manter seus negócios, surgindo os monopólios, lavagem de dinheiro, leis que ninguém conhece e que beneficiam a elite que tem bons consultores, corrupção de fiscais, habeas corpus sendo emitidos “antes” dos mandados, licitações e financiamentos fraudulentos, etc.

03) Inflação: Com falta de concorrência e/ou empresas no mercado, naturalmente a inflação tende a subir, mas a máfia usará a taxa de juros para controlar a inflação. Enquanto as taxas de juros ficam relacionadas a inflação, o verdadeiro motivo fica oculto das pessoas sem informação.

04) Com a alta da taxa de juros SELIC, vários problemas são identificados, entre eles: Valorização do câmbio, com a moeda nacional valorizada e o dólar desvalorizado, causando o desequilíbrio na balança comercial, já que haverá o aumento da importação e turismo no estrangeiro.

05) O crescimento econômico deveria ser bom: Para todo país desenvolvido o crescimento econômico é bom, mas para o Brasil não. A entrada de investimentos estrangeiros no país aumenta as reservas em dólares, o que torna o dólar ainda mais barato. Para tentar elevar o preço do dólar, isso não acontecia em países desenvolvidos, pelo menos antes da crise, o governo brasileiro compra dólares e isso aumenta ainda mais as reservas, sem atingir seus objetivos.

06) Há algum tempo atrás, acontecia o contrário e todo mundo achava que o país ia quebrar.

O que está acontecendo agora é que a taxa de juros, SELIC, tem de cair, já que todos os setores estão no limite, portanto, estamos à beira de uma recessão. Antigamente, antes da automatização, era mais fácil burlar a receita, o governo, hoje, só os grandes são beneficiados por advogados, consultorias, leis de isenções que ninguém conhece e lobistas que defendem seus interesses.

Além de tudo isso, pagando a dívida externa e mantendo a SELIC alta, o governo troca a dívida externa pela dívida interna: Obs: A taxa de juros da dívida interna é muito maior que a dívida externa. Os EUA estão quebrados, devendo para as suas próprias empresas.

Voltando a poupança: O governo acha mais fácil baixar a taxa de juros da dívida interna, SELIC/títulos do governo, que baixar as taxas de impostos, mostrando que a máfia está muito bem estruturada, já esteve muito pior em décadas anteriores, quando a direita sabia roubar.

Assim, sobrará para os pobres, como sempre. Na teoria o país não conseguirá crescer sem atingir o investimento mais popular do país.

Os depósitos antigos não serão atingidos, pelo menos por enquanto, apenas as novas aplicações. Se o investidor for sacar, o saque será feito a partir dos novos depósitos, protegendo os depósitos antigos.

Eu vou dar uma ideia para o governo, eles poderiam distribuir programas gratuitos para que as pessoas façam seus cálculos de maneira interativa na casa. É, porque agora vai ficar difícil calcular o que já era quase impossível – todos nós sabemos que cada depósito era calculado de acordo com o dia, ou seja o rendimento do dia.

Analistas financeiros ainda estão pessimistas, mesmo com as novas regras da poupança. Segundo eles a inflação pode chegar a 6%, num mercado sem concorrência, elitizado e controlado pela máfia.

O medo do governo é que os investidores de outras aplicações do mercado financeiro migrem para a poupança, o que seria um caos para o governo, já que o governo ficaria obrigado a pagar 0,5% ao mês mais a TR, que é o que vinha sendo pago até agora. E continuará sendo pago, exceto para as novas aplicações, protegendo o governo de ter de pagar altas taxas para as novas aplicações.

Se as taxas de juros baixarem ainda mais, os especialistas não acreditam muito nisso, 8,5% será o limite da SELIC para que as novas regras sejam aplicadas na poupança, mas o governo não falou nada em baixar os impostos, nem em prender políticos corruptos, já que a maioria é.

Caso a SELIC cheque a 8%, por exemplo, o rendimento da poupança será apenas de 70% dessa taxa, ou seja, não será 8% e sim 5,6%, o que não acontece se a SELIC voltar a ficar acima de 8,5% novamente. Se a inflação for de 4,5%, haveria um ganho de 1,1% no rendimento real, pelo menos numa visão mais otimista.

Lembrando que acima dos 70% da SELIC será acrescida a TR, ou seja, 70% da SELIC mais a TR. Esse deverá ser o cálculo para uma SELIC abaixo de 8,5%.

A previsão do governo é que a SELIC fique entre 4% e 8%, nos próximos anos.

Resumindo:

Acima de 8,5%: Valerá a antiga regra, 0,5% ao mês mais a TR.

8,5% ou menos: Valerá a nova regra, 70% da SELIC mais a TR.

Depósitos antigos da poupança não sofrerão alterações, apenas os novos depósitos deverão observar as mudanças.

A taxa atual da SELIC está em 9%, o que não muda muito, mas os novos depósitos já estão sujeitos as novas regras, com limite de 8,5% SELIC.

Os bancos terão prazo de trinta dias para apresentarem os valores nos extratos, tanto dos depósitos novos, como dos depósitos anteriores às novas regras.

Obs: ADVFN:”TR: Taxa criada em 1991, durante o Plano Collor II, para servir de referência para as transações financeiras realizadas no País, atuando como uma taxa básica referencial dos juros a serem praticados no mês. Esta taxa é calculada pelo BACEN (Banco Central) com base em uma amostra dos juros pagos pelos CDBs (Certificados de Depósitos Bancários) das trinta maiores instituições financeiras selecionadas, sendo eliminadas as duas de menor e as duas de maior taxa média. A base de cálculo da TR (Taxa Referencial de Juros) é o dia de referência, sendo calculada no dia útil posterior. Sobre a média apurada das taxas dos CDBs (Certificados de Depósitos Bancários) é aplicado um redutor que varia mensalmente. Atualmente é utilizada para o cálculo do rendimento de vários investimentos, tais como títulos públicos, caderneta de poupança e outras operações, tais como empréstimos do SFH, pagamentos a prazo e seguros em geral.”

BY Jânio

maio 10, 2012 Posted by | Política | , , , , , , | Deixe um comentário

A economia brasileira em 2.011

Economia Brasileira

Números da Economia

Nunca na história desse país, a economia esteve tão bem, e nunca o resto do mundo, com exceção dos BRICS, esteve tão mal.

A China tem a sua ditadura inquestionável; a Índia tem o seu admirável mundo novo, com os ricos de um lado e os pobres do outro; a Rússia vacila entre o futuro e o passado e a África sofreu grandes mudanças para criar um cartão postal para o mundo, deixando seu lado obscuro fora do foco.

O Brasil tem um pouco dos problemas de cada um desses países, muito bem disfarçado, naturalmente.

Qualquer país do mundo tem dificuldades para conviver com uma taxa de juros de cerca 3%, mas o Brasil já chegou a pagar 15%, 20%.

Isso demonstra a força do país, mas demonstra também as distorções imposta por essa política de juros.

A taxa de juros é só a ponta do iceberg, tudo começa com as altas taxas de impostos, o que gera muita corrupção e impossibilita a livre concorrência, fato que poderia evitar essa política com juros exorbitantes. Sem concorrência, o mercado fica instável e vulnerável, e a especulação, gera ainda mais impostos, como temos observado.

Agora vem a notícia boa para a economia, se é que se pode chamar isso de notícia boa:

O Brasil passou quinhentos anos maquiando sua política, enquanto a economia mundial se tornava mais dinâmica. Hoje, os homens mais ricos do mundo que investem no país, necessitam de estrutura, desenvolvimento, para ganhar dinheiro, e é isso o que tem pressionado o governo a rever suas políticas econômicas.

A taxa de juros é uma das mais baixas da história da economia brasileira, mesmo sem ter baixado os impostos. Na realidade, os impostos nem existem para os ricos, como podemos observar em leis que isentam importação e outros tipos de escândalos, ou seja, a corrupção ainda é um grande problema brasileiro.

Enfrentamos os mesmos problemas de educação, saúde, transporte, segurança, etc., no Brasil inteiro, isso porque os compadres dos políticos entendem que é melhor roubar que investir onde deveriam. Fatos bizarros de superfaturamento ocorrem em toda parte, sem que se possa fazer nada, já que os marginais tem ligações com os políticos de cada região.

… e o Brasil ainda cresce…

01) Risco País – O risco país tem estado estável, já que nada consegue abalar uma economia blindada com sangue e suor de pessoas pobres. E, nesse caso, não há limite mínimo nem máximo.

O Risco Brasil está em 228, com poucas oscilações.

02) Internet – Se é verdade que o projeto de lei SOPA não conseguiu vencer sua primeira batalha, também é verdade que os donos do poder não desistiram, mas a briga vai ser boa, afinal, são 58 milhões de internautas só no Brasil. No último ranking, o Brasil estava com 46 milhões de internautas, e quanto mais internautas, maior a pressão à elite.

03) Taxa de Juros – A taxa Selic está em 10,50 e, mesmo com pressão do COPON, é uma das menores taxas de juros da história. Se está bom? De maneira alguma, como eu disse, nenhum país rico consegue pagar sequer 4% de juros, quanto mais 10%.

Se o Brasil quer crescer, precisa inevitavelmente diminuir a taxa de juros.

O governo repassa dinheiro para aumentar o crédito, ao primeiro sinal de crise, os bancos escondem o dinheiro e pegam mais. E quando aumenta a inflação, o governo paga mais pelos títulos, e pegam o dinheiro de volta, justamente dos bancos, que ficam novamente sem dinheiro e o povo sem crédito.

04) A cesta básica teve um aumento maior que a inflação, 8,82%, mas isso também nem conta, afinal, se a demanda pela cesta básica aumentou, é porque os pobres estão voltando a comer, o que poderá melhorar a saúde, mas não graças ao governo.

05) Desigualdade Social – O Brasil é o segundo país com a maior desigualdade social, no G-20, e é um dos mais desiguais também entre os países em desenvolvimento.

A comparação com os países ricos seria boa, se não fosse a crise deles. No caso dos países em desenvolvimento, o Brasil ainda tem muito para melhorar nesse quesito.

By Jânio

janeiro 24, 2012 Posted by | Policia | , , , , , , , , , | 1 Comentário

   

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