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‘Joint Sea 2017’: Russia and China start their first drills in Baltic

Publicado em 21 de jul de 2017

The ‘Joint Sea 2017’ drills of the Russian and Chinese naval forces have begun the first stage of major exercises, marking the first time they have taken place in Europe.

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julho 21, 2017 Posted by | english | , , | Deixe um comentário

Military Muscle: China deploys troops to first overseas base in Africa

Publicado em 15 de jul de 2017

China is deploying its troops to their first overseas base in Djibouti, a small east African country already hosts troops from several foreign powers. RT’s Emily Sue has more on the troop deployment and what it means for China.

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julho 20, 2017 Posted by | english | , , , , | Deixe um comentário

China opens 1st military base abroad

Publicado em 12 de jul de 2017

China dispatched members of its armed forces, the People’s Liberation Army, to its first overseas military base. It is located on the Horn of Africa and will support anti-piracy, humanitarian relief and UN peacekeeping missions. RT America’s Manila Chan has the story.

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julho 20, 2017 Posted by | english | , , , | Deixe um comentário

Second launch of China’s Long March rocket 5 – live

Publicado em 2 de jul de 2017

China’s Long March 5 rocket reportedly failed shortly after lifting off from the Wenchang Space Launch Center in the country’s southern Hainan Province.
READ MORE: https://on.rt.com/8gro

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julho 2, 2017 Posted by | english | , | Deixe um comentário

Setor turístico cresce na China e já movimenta mais de 10% da economia

Ana Cristina Campos – Enviada especial da Agência Brasil
O turismo na China tem crescido tanto nas viagens internacionais quanto dentro do próprio país
O turismo na China tem crescido tanto nas viagens internacionais quanto dentro do próprio paísFoto: Xinhua/Xu Congjun

O turismo doméstico e internacional tem aumentado entre os chineses, impulsionando a economia e a geração de empregos. Em 2016, a indústria turística chinesa contribuiu com 10,26% do PIB (Produto Interno Bruto, soma de todos os bens e serviços produzidos no país). As informações são do diretor-geral adjunto do Departamento de Marketing e Cooperação Internacional da Administração Nacional de Turismo da China, Feng Litao.

No ano passado, cerca de 122 milhões de chineses viajaram ao exterior, um aumento de 12% comparado com 2015. Em 2016, a China recebeu 138 milhões de visitantes estrangeiros, um crescimento de 3,8% em relação ao ano anterior.

Segundo Feng Litao, em 2016 o turismo doméstico registrou 4,4 bilhões de viagens, o que significa que cada chinês fez, em média, três viagens por ano dentro do país. A população chinesa ultrapassa a marca de 1,3 bilhão de habitantes.

De acordo com dados da Organização Mundial de Turismo (OMT), desde 2012 o consumo dos turistas chineses em viagens ao exterior ocupa o primeiro lugar em âmbito global, alcançando US$ 109,8 bilhões no ano passado. Ainda segundo a OMT, a China contribui com mais de 13% das receitas turísticas mundiais e a indústria do turismo é responsável por 16% dos postos de trabalho na economia chinesa.

O maior apetite chinês por viagens pode ser atribuído ao aumento da renda da classe média urbana. Em 2016, o PIB per capita chinês correspondeu a US$ 8.866. Os destinos preferidos dos chineses no exterior estão no entorno asiático, como Hong Kong, Macau, Japão, Coreia do Sul e Tailândia.

Escritório no Brasil

Para atrair mais visitantes latino-americanos para a China, a Administração Nacional de Turismo do país planeja abrir um escritório em São Paulo, ainda sem data definida. Será a primeira representação da agência estatal na América Latina.

Para que mais chineses visitem o continente sulamericano, Feng Litao sugeriu que as agências de turismo preparem guias turísticos que falem mandarim e planejem itinerários que atravessem diversos países da região.

*A repórter está em Pequim a convite do Centro de Imprensa China-América Latina e Caribe

Edição: Augusto Queiroz
 
Agência Brasil
 

julho 2, 2017 Posted by | Internacional | , , | Deixe um comentário

Story of Modern China Documentary

Publicado em 24 de jun de 2017

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junho 30, 2017 Posted by | english | , , , | Deixe um comentário

China’s old Silk Road revival: hi-speed trains, massive skyscrapers and free-trade zones

Publicado em 22 de jun de 2017

– The Ancient Silk Road was a major trade route that linked Europe and Asia between the 2nd century BC and the late 16th AD.
– Modern China is a rapidly growing economy. “One Belt, One Road” is an initiative to revive the Silk Road to help the country play a bigger role in global affairs.
– Ancient towns that were once key outposts on the Silk Road are undergoing rapid growth both economically and in infrastructure as they are to reprise their roles as major trading waypoints along the route
– Citizens now enjoy new business opportunities and contribute further to developing their cities

In its heyday, the ancient Silk Road was Eurasia’s most important trade route, connecting two rich continents to facilitate trade and cultural exchange. Modern-day China has seen near constant economic growth. It boasts of several record figures, including the highest number of skyscrapers and the longest railroads. Five years ago, the government announced a new plan, “One Belt, One Road”, an initiative to revive the Silk Road. The strategy seeks to help China play a bigger role in global affairs through developing an infrastructure that will unite the countries of the two continents under a cohesive economic area.

Many ancient Chinese cities that were once outposts along the Silk Road, desert oases or transport hubs are now rapidly transforming themselves into megacities, so that they can, once again, service and profit from the trade route. New businesses are opening, facilitated by the development of a reliable transport system, which in turn brings greater tourist flow. Some cities are also grated the status of special economic area, offering attractive tax incentives to foreign investors.

We visit two very different cities; Lanchjou and Urumchi, united by the Silk Road’s history. Both are experiencing rapid development. We meet businessmen who tell us how it feels to watch their home towns transform into economically and politically significant conurbations and how it inspires them to aim for international markets and seek new outlets for their businesses to grow.

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junho 25, 2017 Posted by | english | , , , , | Deixe um comentário

Panamá estabelece relações diplomáticas com a China após romper com Taiwan

Ana Cristina Campos – Enviada especial da Agência Brasil*

China e Panamá estabelecem relações diplomáticas - Foto Agência Xinhua
Os chanceleres Isabel Saint Malo, do Panamá, e Wang Yi, da China, assinam comunicado sobre o estabelecimento de relações diplomáticas – Agência Xinhua

O Panamá estabeleceu relações diplomáticas com a China, após romper os laços com Taiwan. O comunicado para formalizar o início do relacionamento diplomático foi assinado hoje (13) pela vice-presidente e chanceler do Panamá, Isabel de Saint Malo, e o ministro de Relações Exteriores da China, Wang Yi, em Pequim.

No comunicado conjunto, o governo do Panamá reconhece que existe “uma só China” no mundo. “O governo da República Popular da China é o único governo legítimo que representa toda a China, e Taiwan forma parte inalienável do território chinês. O governo da República do Panamá rompe hoje suas relações diplomáticas com Taiwan e se compromete a deixar de ter relação ou contato oficial com Taiwan”, diz o documento.

A vice-presidente panamenha destacou que a nação centroamericana se junta aos 174 países que reconhecem “a política de uma só China”. “Concretizamos hoje um passo importante e vamos começar uma aliança estratégica que resultará em benefício para ambas as nações e povos”, disse Isabel de Saint Malo.

Segundo ela, os países começarão a trabalhar em uma agenda bilateral em matéria de comércio, agricultura, cooperação marítima, entre outros temas. A chanceler ressaltou que o Panamá pretende aumentar o intercâmbio comercial e incrementar as exportações dos produtos panamenhos para a China.

As duas nações já mantêm relações comerciais, e de acordo com o Ministério de Relações Exteriores em Pequim, a China é o segundo maior usuário do Canal de Panamá.

Para o chanceler chinês, este é um momento histórico para as relações sino-panamenhas que começam um novo capítulo. “Esta importante decisão tomada pelo presidente [Juan Carlos] Varela corresponde aos interesses nacionais do Panamá e concorda plenamente com a tendência de desenvolvimento de nossa era e com a configuração internacional de uma só China”, disse.

Taiwan

China e Taiwan têm uma divergência de mais de seis décadas por questões de soberania. A China considera a ilha uma província chinesa, enquanto Taiwan se autoproclama um Estado autônomo.

No início de 2016, Taiwan elegeu pela primeira vez uma mulher para presidente. Uma das primeiras medidas adotadas por Tsai Ing-wen foi anunciar que se recusaria a aceitar a noção de uma China unificada sob o comando de Pequim.

O presidente chinês Xi Jinping declarou, em meados do ano passado, que a China não aceitará nenhuma ação voltada à obtenção de independência por Taiwan e se oporá às forças separatistas.

*A repórter viajou a convite do Centro de Imprensa China-América Latina e Caribe

Edição: Graça Adjuto
 
Agência Brasil
 
 

junho 13, 2017 Posted by | Internacional | , , | Deixe um comentário

They want me to fight China. It’s gonna be a massacre!

Publicado em 22 de mai de 2017

The Philippines should have stronger ties with Russia and China, as Western nations are only interested in double talk and disregard Philippines interests, President Rodrigo Duterte told RT and other Russian media ahead of his visit to Moscow.

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maio 22, 2017 Posted by | english | , , , | Deixe um comentário

Cúpula do Brics na China em setembro pretende fortalecer cooperação Sul-Sul

Ana Cristina Campos – Enviada especial da Agência Brasil*
O secretário-geral do Partido Comunista de Xiamen, Pei Jinjia, fala sobre a reunião do Brics, marcada para setembro na cidade chinesa - Foto Ana Cristina Campos/Agência Brasil
O secretário-geral do Partido Comunista de Xiamen, Pei Jinjia, fala sobre a reunião do Brics, marcada para setembro na cidade chinesa – Ana Cristina Campos/Agência Brasil

A 9ª Cúpula do Brics, bloco formado pelo Brasil, a Rússia, Índia, China e África do Sul, que ocorrerá em setembro na cidade chinesa de Xiamen, pretende aprofundar a cooperação pragmática entre os países-membros e fortalecer a governança para fazer frente aos desafios globais, segundo o governo chinês.

A 100 dias do início da cúpula do grupo de economias emergentes, o secretário-geral do Partido Comunista de Xiamen e autoridade máxima da cidade, Pei Jinjia, disse hoje (22) que uma das prioridades do governo chinês é fortalecer a cooperação Sul-Sul. Ele destacou que o encontro pretende ser uma importante plataforma para atingir esse objetivo.

“Expandir a cooperação Sul-Sul vai contribuir para a promoção da globalização da economia e o fortalecimento das parcerias econômicas”, afirmou, em entrevista coletiva, em Xiamen.

A cúpula que reunirá os chefes de Estado e de governo dos cinco países-membros do bloco ocorrerá na cidade chinesa entre os dias 3 e 5 de setembro, sob o tema “Brics: parceria mais forte para um futuro mais brilhante”.

Xiamen

Situada na província de Fujian, na Costa Sudeste da China, Xiamen foi umas das primeiras a conseguir o status de zona econômica especial, em 1980. As zonas econômicas especiais chinesas têm como características a abertura ao investimento estrangeiro, a adoção de incentivos fiscais e a produção industrial diversificada destinada especialmente às exportações.

A cidade chinesa de Xiamen, onde será realizada em setembro a reunião do Brics - Foto Ana Cristina Campos/Agência Brasil
A cidade chinesa de Xiamen, onde será realizada em setembro a reunião do Brics – Ana Cristina Campos/Agência Brasil

Importante cidade portuária, Xiamen também tem entre suas principais atividades econômicas a indústria pesqueira, a construção naval, a produção de máquinas e equipamentos e os setores de telecomunicações e de serviços financeiros. Outro destaque da economia local é o parque tecnológico voltado para a indústria de software.

O secretário-geral de Xiamen disse que a localidade está preparada para receber as delegações internacionais. “Aqui é um importante centro econômico e turístico, pioneiro na política de abertura e reforma [econômicas], acrescentou.

Segundo Pei Jinjia, o trabalho de preparação da cidade para sediar a cúpula foi conduzido paralelamente à reconstrução da infraestrutura destruída pelo tufão Meranti, que atingiu a região em meados de setembro do ano passado.

*A repórter viajou a convite do Centro de Imprensa China-América Latina e Caribe

Edição: Graça Adjuto

 

maio 22, 2017 Posted by | Internacional | , , | Deixe um comentário

Alianzas ante la incertidumbre

Publicado em 17 de mai de 2017

Este miércoles en ‘El Zoom’ analizamos la importancia de las alianzas y de la cooperación ante los nuevos retos de la comunidad internacional. Con motivo del Foro de la Franja y la Ruta, Javier Rodríguez Carrasco analiza la inestabilidad política y económica que conlleva el mandato de Trump y trata de arrojar un poco de luz sobre el futuro de cuestiones tan relevantes como la guerra en Siria o la crisis con Corea del Norte bajo la batuta del imprevisible presidente estadounidense.

MÁS EPISODIOS DE EL ZOOM: https://actualidad.rt.com/programas/zoom

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RT EN ESPAÑOL: DESDE RUSIA CON INFORMACIÓN

maio 17, 2017 Posted by | Espanhol | , , , , | Deixe um comentário

Peligro latente

Publicado em 6 de mai de 2017

El debate de ‘El Zoom’ aborda la tensión que se respira en la península de Corea. Javier Rodríguez Carrasco examina, con la ayuda de expertos, los elementos que pueden hacer estallar la delicada situación en la zona: sanciones de EE. UU. contra Pionyang, amenazas de Kim Jong-un de nuevas pruebas con misiles, firme rechazo de China al despliegue del THAAD e inestabilidad política del Gobierno de Seúl. Un escenario explosivo que puede saltar por los aires en cualquier instante.

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maio 6, 2017 Posted by | english | , , , | Deixe um comentário

America-China Financial Wars

Publicado em 29 de abr de 2017

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In this episode of the Keiser Report, Max and Stacy discuss the ‘total fool’ speculator who bombed the Borussia Dortmund team bus in order to profit from shares falling. They also discuss global debt exploding to 325 percent of global gross GDP. In the second half, Max interviews Alasdair Macleod of Macleod Finance and Goldmoney.com. They discuss America’s financial war strategy and whether or not it has already failed in this war against China.

WATCH all Keiser Report shows here:
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abril 29, 2017 Posted by | english | , , , | Deixe um comentário

Silicon Valley Destruction

Publicado em 25 de abr de 2017

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Max and Stacy discuss the fact that Silicon Valley is being destroyed and $400 juicers are the evidence. Max interviews Dan Collins of TheChinaMoneyReport.com about China’s tech sector coming up with all the innovations while drawing in all the investment. While Silicon Valley wastes capital on complex juicers, China attracts 50% of global fintech investment and its digital payments market is 50 times larger than America’s.

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abril 25, 2017 Posted by | english | , , , | Deixe um comentário

Madre mía, ¡este hombre está loco! Vamos a comprar oro

Publicado em 22 de abr de 2017

En este episodio de Keiser Report, Max y Stacy se preguntan si ha llegado a su fin la época del dinero fácil. En la segunda parte Max entrevista a Mike Maloney, de GoldSilver.com, sobre las tasas de interés, el dinero gratis y el oro.

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RT EN ESPAÑOL: DESDE RUSIA CON INFORMACIÓN

abril 22, 2017 Posted by | Espanhol | , , , , | Deixe um comentário

China doesn’t want unified Korea aligned with US

abril 19, 2017 Posted by | english | , , | Deixe um comentário

Viéndolas venir

março 15, 2017 Posted by | Espanhol | , , , , , | Deixe um comentário

Rusia y China vetan la resolución del Consejo de Seguridad sobre las sanciones contra Siria

fevereiro 28, 2017 Posted by | Espanhol | , , , , , , | Deixe um comentário

Presidente chinês adverte Trump em Davos: “Globalização é irreversível”

encontros imperiais

Impérios Atuais

Da Rádio França Internacional

O presidente chinês Xi Jinping afirmou nesta terça-feira (17), em Davos, onde abriu o Fórum Econômico Mundial, que culpar a globalização não resolverá os problemas do mundo. O discurso foi um recado à política protecionista e isolacionista defendida pelo presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump. As informações são da Rádio França Internacional.

Essa é a primeira vez que um presidente chinês participa do Fórum Econômico Mundial. E o mandatário Xi Jinping chegou a Davos com um surpreendente discurso de defensor do livre comércio, alertando contra as guerras comerciais e recuos no processo de globalização.

“Temos que continuar defendendo o desenvolvimento do livre comércio (…) e dizer não ao protecionismo”, martelou o líder chinês diante dos 3.000 líderes econômicos e políticos reunidos na cidade dos Alpes suíços. “Qualquer tentativa de interromper os fluxos de capital, tecnologias e produtos (…) é impossível e vai contra a marcha da história”, salientou.

Recado claro

A mensagem de Xi Jinping à elite mundial visou implicitamente Donald Trump, que assume a presidência da primeira potência mundial na próxima sexta-feira (20) e vem acusando abertamente a globalização de destruir milhares de empregos nos Estados Unidos.

Trump, que não participa do Fórum, já prometeu abandonar o Acordo de Associação Transpacífico (TPP), um tratado de livre comércio assinado em 2015 entre 12 países da América do Norte e do Sul e da Ásia. Ele também ameaça criar barreiras alfandegárias com o México e a China, além de depreciar com frequência a Organização Mundial do Comércio (OMC), dirigida pelo brasileiro Roberto Azevêdo.

Xi Jinping também critica as instituições multilaterais, como a OMC, consideradas por ele “inadequadas” e “pouco representativas”. O líder comunista defende contudo um reequilíbrio da globalização “que deve ser mais inclusiva e sustentável”. A China quer aproveitar a gestão de Trump para reforçar sua posição de segunda potência mundial e redesenhar como lhe convém o mapa do comércio mundial.

Responsabilidade mundial

Consciente do movimento contrário à globalização em vários países, o tema do Fórum Econômico Mundial este ano é “a responsabilidade dos líderes”. Klaus Schwab, fundador do evento nos anos 70, estima que a elite mundial deve buscar a razão pela qual as pessoas estão irritadas e insatisfeitas. Ele se refere à eleição de Trump nos EUA, mas também ao referendo pelo Brexit, por exemplo.

O Fórum Mundial avalia que a exclusão social e as desigualdades são os principais perigos para 2017 e publicou na segunda-feira (16) um estudo que mostra que a renda média anual retrocedeu nos países desenvolvidos nos últimos cinco anos. “Devemos ouvir o que as pessoas dizem. As vantagens da globalização são mais claras nos países emergentes que nos países desenvolvidos”, comentou Sergio Ermotti, chefe do banco suíço UBS.

“Como acontece todos os anos, com a cumplicidade da grande mídia, as elites tentarão passar uma imagem positiva de sua ‘liderança’ sobre a globalização. Mas serão obrigadas a levar em conta a revolta crescente dos povos, que perturba a ordem neoliberal”, denunciou a ONG Attac.

Agência Brasil

janeiro 17, 2017 Posted by | Internacional | , , , | Deixe um comentário

Primeira missão espacial tripulada da China

outubro 17, 2016 Posted by | Espanhol | , , | Deixe um comentário

Rússia vai emitir títulos da dívida em Yuan

Moeda Chinesa

Moeda Chinesa

Rússia emitirá na China títulos da dívida  em yuan, como uma alternativa para títulos em dólar. Esta decisão facilitará a entrada de empresas russas no mercado do gigante asiático,  considerando também a possibilidade de transações em moeda chinesa.

“Estamos preparando um projeto piloto em yuan no mercado internacional”, disse o diretor do Departamento da Dívida do Ministério das Finanças russo, Konstantin Vyshkovski, citado pela Bloomberg,  ele relata que em 2016 Moscou pretende atrair cerca de 3 bilhões de dólares em empréstimos estrangeiros.

Os títulos serão oferecidos na parte continental da China, utilizando para isso a infra-estrutura financeira da Rússia. “Estamos falando de uma nova categoria de investidores estrangeiros. É uma alternativa, um mercado grande e receptivo”, disse Vyshkovski.

A primeira venda de títulos em yuan irá mostrar que a Rússia é um mercado interessante. De fato, os investidores chineses já compraram o equivalente a 1 bilhão de dólares da dívida pública em rublos, acrescentou o funcionário.

As autoridades russas estão analisando “aspectos técnicos” para a venda de títulos na China, Vyshkovski  não especificou o montante da dívida a ser oferecido. Moscou e Pequim permanecem acertando detalhes financeiros, além de acordos bilaterais entre bancos centrais para impulsionar o comércio em moedas locais e reduzir a dependência em relação ao dólar.

Fonte : RT-TV

PIB dos BRICS deve ultrapassar os EUA

Previsão de crescimento do PIB por país

novembro 2, 2015 Posted by | Internacional | , , | Deixe um comentário

Rusia emitirá deuda denominada en yuanes

 

Rusia emitirá en China deuda denominada en yuanes, como una alternativa a los bonos en dólares. Esta decisión facilitará a las empresas rusas la entrada en el mercado del gigante asiático, que también consideran la posibilidad de realizar transacciones en la moneda china.

“Estamos preparando un proyecto piloto en yuanes en el mercado internacional”, dijo el director del Departamento de Deudas del Ministerio de Finanzas ruso, Konstantin Vyshkovski, citado porBloomberg, que informa que en 2016 Moscú tiene la intención de atraer unos 3.000 millones de dólares en préstamos del extranjero.

Los bonos se colocarán en la parte continental de China, utilizando para esto la infraestructura financiera rusa. “Estamos hablando de una nueva categoría de inversores extranjeros. Es una alternativa, un mercado grande y receptivo”, señaló Vyshkovski.

La primera venta de bonos denominados en yuanes mostrará que Rusia es un mercado interesante. De hecho, los inversores chinos ya han comprado el equivalente a 1.000 millones de dólares de deuda pública denominada en rublos, agregó el funcionario.

Las autoridades rusas están analizando “los aspectos técnicos” para la venta de obligaciones en China, señaló Vyshkovski, quien no especificó el volumen de deuda que se ofrecerá. Moscú y Pekín siguen acercando posiciones a nivel financiero además de sus acuerdos bilaterales entre bancos centrales de swaps de divisas para fomentar el comercio en monedas locales yreducir la dependencia del dólar.

RT-TV

novembro 2, 2015 Posted by | Espanhol | , , , | Deixe um comentário

Maior congestionamento de trânsito do planeta

colapso no trânsito

Engarrafamento de Veículos

Um colapso de trânsito terrível deixa milhares de pessoas presas em uma rodovia que liga Macau e Pequim, quando os moradores de Pequim  retornavam após a celebração do Dia Nacional.

O congestionamento espetacular deixou milhares de motoristas presos nos arredores da capital chinesa a partir das 14:00 horas do dia 6 de Outubro, informa o site de notícias Mashable.

O engarrafamento ocorreu na estrada G4 Pequim-Hong Kong-Macau, que tem 50 faixas, e foi gravado a partir de um helicóptero por repórteres da rede de televisão Legal Evening News.

Em 6 de outubro, último dia do Feriado Nacional, que dura uma semana inteira, centenas de milhares de pessoas da capital chinesa, Pequim, voltavam de suas férias.

Embora o congestionamento na  estrada G4 seja terrível,  não é comparável com o famoso engarrafamento de 100 km registrado na China em 2010. Neste colápso, considerado o maior da história, milhares de motoristas ficaram com seus veículos presos por 11 dias.

Veja o vídeo

Fonte do Texto: RT-TV

China volta-se para Serra Leoa

Dez empresas com mais empregados no mundo

Empresas mais importantes do mundo

outubro 9, 2015 Posted by | Internacional | , , , | Deixe um comentário

El peor atasco de tráfico de la historia

colapso no trânsito

Engarrafamento de Veículos

Un terrible colapso circulatorio deja atrapadas a miles de personas en una autopista que comunica Macao y Pekín cuando los habitantes de la capital china regresaban tras la celebración del Día Nacional.
El espectacular atasco dejó atrapados a miles de conductores en las afueras de la capital china desde las 14:00 del pasado 6 de octubre, informa el portal de noticias Mashable.

El embotellamiento se produjo en la autopista G4 Pekín–Hong Kong–Macao, que cuenta con 50 carriles y fue grabado desde un helicóptero por reporteros de la cadena Legal Evening News.

El 6 de octubre, último día de la fiesta nacional, que se prolonga una semana entera, cientos de miles de habitantes de la capital china regresaban a Pekín de sus vacaciones.

Aunque el atasco en la autopista G4 fue terrible, no se puede comparar, sin embargo, con el famoso embotellamiento de 100 kilómetros que fue registrado en China en 2010. En este atasco, considerado el mayor de la historia, miles de conductores se quedaron encerrados en sus vehículos 11 días.

Video

Fonte do texto RT-TV

outubro 9, 2015 Posted by | Espanhol | , , , | Deixe um comentário

Socialismo – China X URSS

comunismo chinês

Diferenças Socialistas

  1. A ideia de que a tomada violenta do poder pode ser feita não por uma insurreição armada de base operária que tome o poder de Estado e depois o consolide mediante a guerra civil, como sucedeu na Rússia, mas sim por uma inversão da ordem das coisas: primeiro a guerra civil, de base camponesa e prolongada, que acabe por cercar e conquistar as cidades e finalmente tomar o poder de Estado. Mao defendeu a ideia de que o campesinato era uma força revolucionária que poderia ser mobilizada pelo Partido Comunista sob o seu liderado. Ainda mais: considerava que a força motora da revolução devia ser a imensa massa camponesa que sobrevivia nas relações quase feudais do latifúndio chinês, enquanto o proletariado devia ser a força diretriz.
  2. Associada à ideia anterior, a denominada linha de massas. Enquanto Lenin considerava que para a tomada do poder não era necessário, nem sequer possível, ter o apoio da maioria dos operários e muito menos dos camponeses, e que era a própria tomada do poder que poderia depois permitir conseguir esse apoio, com alguns decretos populares (a paz, a terra e o pão), Mao defendia que era preciso desde o princípio lograr o apoio permanente dos operários e sobretudo dos camponeses à guerra civil, mediante uma sintonia profunda entre o Partido e as aspirações populares. É por isso que o maoísmo se tornou o modelo de todas as guerras de guerrilha posteriores. A linha de massas deu ao maoísmo uma natureza sempre diferente da do bolchevismo e das experiências socialistas típicas dos países europeus. De um modo geral, as execuções de “inimigos do povo” eram precedidas de julgamentos com grande participação popular, com um intuito pedagógico muito diferente do dos métodos aplicados pela Tcheka, caracterizados, após a guerra, pelo desaparecimento silencioso dos opositores. Os militares do exército branco que se rendiam eram em regra integrados no exército vermelho, e muitos oficiais e patrões foram também aceitos, desde que aceitassem honestamente a direção do partido. De um modo geral, pode-se dizer que o comunismo maoísta nunca teve semelhanças com a experiência socialista da União Soviéticaou dos países do Leste europeu. Talvez o melhor exemplo dessa diferença seja o destino dado ao monarca do regime deposto na Rússia e na China: enquanto na primeira ele foi fuzilado, bem como toda a sua família e criadagem, sem julgamento, na China o imperador foi “reeducado” e mais tarde empregado como cicerone do palácio que outrora fora dele e que depois passou a ser aberto ao povo.
  3. Ligada às anteriores, a utilização do campesinato para a revolução. Embora Marx e Engels colocassem a responsabilidade da revolução no proletariado e mais especificamente Lenin se centrasse no proletariado urbano e na inteletualidade próxima ao POSDR, a linha de massas de Mao obrigava a dirigir-se à maioria social do país, que era de base camponesa. O campesinato ganhava assim uma centralidade que não tinha no caso da experiência russa, onde era absolutamente ignorado.
  4. Permanência das classes sociais. Segundo Mao, as classes sociais permanecem depois da tomada de poder pelos revolucionários, de modo que também deve continuar a luta de classes durante o governo socialista, já que a burguesia mantém, após a revolução, a capacidade de restaurar o capitalismo. Evitar que isso acontecesse na China foi o principal motivo para organizar a Grande Revolução Cultural Proletária

Fonte: Wikipedia

Verdade inconveniente do Tibet

agosto 31, 2015 Posted by | Política | , , , | 1 Comentário

China vende títulos do tesouro dos EUA

Estratégia da China

Economia Chinesa

China está freneticamente reduzindo suas reservas de títulos do Tesouro dos EUA  este mês, a fim de obter os dólares para manter o yuan em meio a desvalorização sofrida há duas semanas, dizem fontes familiarizadas com o assunto. No entanto, o governo chinês não confirma esta informação.

Segundo a fonte citada pela Bloomberg, que não quis ser identificada, os canais para tais transações incluem a China vendendo diretamente suas reservas ou através de agentes na Bélgica e na Suíça. O gigante asiático já anunciou as vendas para as autoridades norte-americanas, mas não informou os números dessas vendas, diz outra fonte. No entanto, o Banco Popular da China e da Embaixada dos EUA em Pequim não quis  comentar sobre o assunto com os jornalistas.

O fato de a China vender títulos do Tesouro “não é uma surpresa, mas é algo que não tem sido bem considerado”, disse Owen Callan, estrategista de renda fixa do banco Fitzgerald  em Dublin.  “Isso teria mudado um pouco menos as perspectivas no mercado de Tesouros, se as pessoas tivessem notado preços há seis meses, aproximadamente quando a China começou a realizar uma liquidação abrangente de suas reservas”, explica o analista.

“Vendendo seus títulos para apoiar a moeda nacional, a China impede que os rendimentos dessa venha cair ainda mais, embora tenhamos visto uma queda acentuada no mercado de ações”, disse à Bloomberg na quarta-feira, David Woo, diretor global de pesquisa de taxas de juros  e de câmbio no Bank of America. “A China tem um impacto direto sobre os mercados globais através das taxas dos EUA”, disse Woo.

O Banco Popular da China vendeu seus ativos de reserva, incluindo títulos do tesouro, por, pelo menos, 106 bilhões de dólares nas últimas duas semanas, de acordo com a estimativa da empresa de serviços financeiros Societe Generale SA. Especialistas dizem que esses dados confirmam o fato de que na quinta-feira o mercado à vista abriu em 6.4155 yuans por dólar, mas reverteu perdas anteriores e fechou em alta de 0,08% para 6.4053 yuan por dólar.

Fonte: RT-TV

O Brasil segundo o IBGE

Previsão do PIB dos ricos e emergentes

China tem maior reserva cambial do mundo

2.011 – Bolsas perdem 6,7 trilhões

agosto 29, 2015 Posted by | Internacional | , , | Deixe um comentário

China se deshace bonos del Tesoro de EE.UU.

Estratégia da China

Economia Chinesa

China está disminuyendo frenéticamente sus reservas de bonos del Tesoro de EE.UU. durante este mes con el objetivo de conseguir los dólares necesarios para mantener el yuan en medio de la devaluación sufrida hace dos semanas, afirman fuentes familiarizadas con el asunto. Sin embargo, el Gobierno chino no confirma esta información.

Según la fuente citada por Bloomberg, que ha declinado ser identificada, los canales para dichas transacciones incluyen a China vendiendo directamente sus reservas, o bien a través de agentes en Bélgica y Suiza. El gigante asiático ya ha comunicado las ventas a las autoridades estadounidenses, pero no ha informado sobre el volumen de las mismas, afirma otra fuente. Sin embargo, el Banco Popular de China y la Embajada de Estados Unidos en Pekín no respondieron a solicitudes de comentarios al respecto por parte de periodistas.

El hecho de que China venda los bonos del Tesoro “no es una sorpresa, pero es algo que no ha sido bien considerado”, comenta Owen Callan, un estratega de renta fija del banco Cantor Fitzgerald LP en Dublín. “Esto habría cambiado en menor medida las perspectivas sobre el mercado de los bonos del Tesoro si la gente se hubiera fijado en los precios hace seis meses, aproximadamente cuando China empezó a realizar una amplia liquidación de sus reservas”, explica el analista.

“Vendiendo sus bonos del Tesoro para apoyar la moneda nacional, China impide que los rendimientos de estos vayan más a la baja a pesar de que hemos visto una fuerte caída en el mercado de valores”, expresó a Bloomberg este miércoles David Woo, director global de investigación de tasas de interés y divisas en Bank of America. “China tiene un impacto directo en los mercados globales a través de las tasas de Estados Unidos”, subrayó Woo.

El Banco Popular de China ha vendido sus activos de reserva, incluyendo los bonos del Tesoro, por al menos 106.000 millones de dólares en las últimas dos semanas, de acuerdo con la estimación de la empresa de servicios financieros Societe Generale SA. Los expertos sostienen que estos datos confirman el hecho de que este jueves el mercado al contado abrió a 6,4155 yuanes por dólar, pero revirtió sus pérdidas iniciales y cerró con un alza del 0,08%, a 6,4053 yuanes por dólar.

Fonte: RT-TV

 

agosto 29, 2015 Posted by | Espanhol | , , , | Deixe um comentário

Rothschild vai investir ouro na China

Ouro dos Rothschilds

Olhar sobre a China

A Lendária família dos Rothschilds está interessada em redistribuir as reservas mundiais de ouro para o mercado chinês, dizem os especialistas, analisando as recentes atividades da família.

Um recente acordo dos Rothschilds como consultor financeiro para a diretoria da empresa exportadora de ouro espanhola, Gold Mountain, juntamente com outros dados, é um sinal inequívoco do interesse da dinastia em aumentar seu controle estratégico sobre o ouro, movendo-se em direção aos mercados emergentes e bancos centrais de todo o mundo.

No início deste século, Jacob Rothschild anunciou que sua empresa de investimentos, RIT Capital Partners, organizou corridas de preços do ouro, mas deixava de fazer o que deveria para reduzir os preços.

No entanto, estas manobras poderiam ser apenas parte dos planos dos Rothschilds para comprar grandes quantidades de ouro quando atingirem seu preço mínimo. Atualmente, com a instabilidade das principais moedas do mundo, a demanda pelo ouro vai crescendo e os Rothschilds não querem perder sua influência no mundo financeiro.

Ao mesmo tempo, a própria família demonstra o seu claro interesse nos mercados emergentes orientais, principalmente na China. Os planos chineses de desenvolvimento para os anos 2.011-2.015, oferece grandes oportunidades para os investidores chineses e a “RIT Capital Partners pretende aproveitá-las”, disse Jacob Rothschild, durante uma viagem à China.

O Governo chinês aposta em sete ramos da indústria, tais como: biotecnologia, energias alternativas, produtos inovadores e novas TI. Atualmente as empresas destes setores já atingem 3% do PIB do país, mas para 2.020 deverá chegar a 15%. Por isso a dinastia de banqueiros de origem alemã poderia usar suas reservas de ouro para investir na China.

Fonte: RT-TV

Comentários: Deixem-me ver se entendi bem: Os Rothschilds que tem boa parte do ouro do mundo em suas mãos, controlando as outras partes das quais não são donos, pretendem investir nos planos de desenvolvimento tecnológico chinês que, segundo as previsões, saltaria de 3% para 15% nas sete principais áreas da indústria tecnológica chinesa.

Como observamos em outros artigos, a China dobrou as suas reservas em ouro, mas continua com apenas 2%, do total de suas reservas internacionais em ouro. Aproveitando-se desse interesse chinês, os Rothschilds direcionam o ouro para a China, com o intuito de investir nas áreas que deverão crescer; a oferta de ouro controlada pelos Rothschilds faria com que o preço do ouro caísse, enquanto o grupo investe em áreas que crescem.

Quando o preço do ouro estiver com sua cotação mínima, os Rothschilds começarão a comprar o ouro de volta mas, dessa vez, numa escala muito maior. Naturalmente, não será o ouro chinês que será comprado, mas o ouro do resto do mundo, surgindo daí a nova ordem mundial.

Atualmente, os donos do mundo já controlam a maior potência do planeta, EUA, com 16 trilhões de dólares em dívidas. Apesar disso, os EUA achavam que estavam bem, já que tem a maior reserva de ouro do mundo, mais de 70%.

Se os EUA quebrarem, as riquezas serão redirecionadas para a China, ninguém vai querer comprar títulos americanos.

Apesar do interesse chinês, seria bom que eles prestassem atenção na história econômica americana e tomassem muito cuidado onde pisam. A china está sendo beneficiada pelos donos do mundo, mas não é a China que está controlando o mercado financeiro, são eles.

Os Rothschilds financiaram o nazismo, mas quando Hitler tornou-se ditador, abandonou todas as suas bases, desde religião e política, até financeira, com isso os Rothschilds tiveram suas riquezas confiscadas e saíram do país.

Depois disso, os banqueiros conseguiram se recuperar, mas tem abandonado o sistema monetário, preferindo áreas menos instáveis, como vinhos, artes e ouro.

A vida dos ricos é muito difícil de ser compreendida, uma área que vale um bilhão, pode valer muito menos no papel, ocultando toda a sua riqueza, por isso, ninguém sabe o valor das riquezas dos Rothschilds, simplesmente porque suas riquezas não estão avaliadas.

Comentários: By Jânio

Nova ordem dos Rothschilds

Guerras modernas

História universal das riquezas

março 15, 2013 Posted by | Resumos Semanais. | , , , , , | 3 Comentários

China passa EUA em parceiros comerciais

Top Parceiros Comerciais

Top Parceiros Comerciais

A China assume o posto de país com o maior número de parceiros comerciais do mundo, título que pertenceu aos EUA durante os últimos cem anos. Especificamente falando, era Washington quem possuía mais parceiros.

Se antes da crise financeira global, os EUA era o parceiro comercial mais importante para 127 países, enquanto a china era o parceiro mais importante para 70 países, hoje essa situação se inverteu. Pequim está com 124 países, enquanto Washington é o parceiro mais importante para 76, segundo dados da agência de notícias Associated Press, que baseia sua análise em dados do Fundo Monetário Internacional – FMI.

A nível global, os EUA ainda tem o maior volume de comércio, já que comercializa com os países mais ricos, mas essa supremacia também poderá cair, já que o antigo G-7 já não tem boa perspectiva, segundo analistas da AP. Entre os anos de 2.000 e 2.008, o comércio internacional da China aumentou mais de quatro vezes, as exportações cresceram 474% e as importações, 403%.

O analista Francisco González Tejera opina que esta situação se deve ao fato de os EUA terem conduzido uma política de maneira desastrosa, forçando várias empresas a se instalarem em outros países, como a China.

Com a nefasta política americana com outros povos e até com sua própria população, está gerando uma grande desolação do povo americano e até mesmo o aumento progressivo da pobreza”. Disse o analista da RT-TV.

A crise financeira global a partir de 2.008, mostrou a capacidade de recuperação da economia chinesa. Pequim também sofreu, mas muito menos do que Washington ou qualquer economia da Europa. Apesar da depressão nos mercados ocidentais, as importações chinesas cresceram 73% desde 2.009 e as exportações cresceram 58%, principalmente através do comércio com os países em desenvolvimento.

Este ano, apesar da queda na demanda internacional, a economia chinesa voltou a mostrar sua tendência de crescimento. Segundo dados preliminares, as exportações aumentaram em pelo menos 7%, enquanto o Serviço Estatal de Estatísticas dos relatórios dos países informa que o volume de lucros líquidos das maiores empresas industriais aumentou 20,5%, em outubro, em relação ao ano passado.

Mas nem todos os prognósticos sobre o “milagre chinês” são igualmente otimistas. A agência americana de classificação de risco, Moody’s, por sua vez, mostra-se mais reservada. Segundo seus especialistas, entre os anos de 2.012 e 2.014 o crescimento da economia do país vai desacelerar e não passará de 7,5%. Eles advertem, ainda, que a partir de 2.015 a população ativa começará a diminuir. No entanto, outro pilar do setor de classificações de risco, a agência S & P, é mais positiva sobre isso, confirma a nota de solvência da China a nível “AA-/A-1” e prevê que o país voltará às taxas estáveis de crescimento, graças ao potencial que tem, baixo nível da dívida pública e de suas reservas.

Fonte: RT-TV

dezembro 10, 2012 Posted by | Internacional | , , , , , , | Deixe um comentário

Brasil poderá ter sua própria moeda internacional

moeda internacional

O banco de desenvolvimento da China está a ponto de firmar um acordo com o bloco BRICS (integrado pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) para ampliar a esses países, empréstimos em sua própria moeda.

Este acordo tem por objetivo impulsionar o comércio internacional e internacionalizar o Yuan, convertendo a moeda chinesa em um meio de pagamento do comércio internacional, além de reduzir a imensa reserva de dólares da China.

Desta maneira, as nações do grupo BRICS poderiam também usar sua própria moeda.

Para a China, competir com o dólar será um grande desafio, competindo nas transações internacionais e mercado de crédito.

Essa iniciativa do Banco de Desenvolvimento da China, aliado ao forte crescimento do BRICS, poderia atrair outros países para o bloco. Pelo menos é o que acredita o analista financeiro Eduardo Ávila.

“A causa da última crise foi a força da moeda. Juntos, notamos como as economias avançadas tem problemas e, por outro lado, como as economias emergentes estão tendo um bom desempenho, confirma esse especialista.

Segundo Ávila, trata-se de um elemento importante que atrai um número significativo de todo tipo de países, sobretudo emergentes, que buscam o benefício do crescimento que estão tendo esses países.

Atualmente, menos de 13% do comércio da China com a Ásia tramita em Yuanes. entretanto, os especialistas do banco HSBC calculam que a participação da moeda no comércio regional poderá chegar à 50% nos próximos três anos.

Comentário: É muito interessante essa iniciativa do governo chinês. Já há algum tempo, o BRICS demonstrou interesse em impor suas próprias moedas no mercado internacional, como comentamos aqui no blog, mas os países desenvolvidos tem seus próprios problemas, sem se preocuparem com os países em desenvolvimento.

Enquanto a China apresentava um grande crescimento, mesmo durante a forte crise, o Brasil tinha a economia mais forte do bloco. Tanto um, como o outro, tinham interesse em sua própria moeda internacional.

Especialistas da China chegaram a criticar a política fiscal brasileira, mas o protecionismo brasileiro prevaleceu e a economia da China balançou primeiro, inclusive apresentando um déficit comercial histórico.

Assim como aconteceu em relação a Argentina, na desindexação da moeda, agora os corruptos do Brasil serão salvos pelo problema da China, isso porque a China passou a ser um dos maiores parceiros comerciais do Brasil. Se a China é um grande parceiro, logo, nada mais óbvio que acompanhar sua economia de perto.

Acompanhando o problema de seu parceiro comercial, a China, o Brasil viu a saída que precisava para o problema cambial, aqui. Assim como na China, aqui no Brasil, quanto mais dólares, menor o seu valor.

A queda do valor do dólar no Brasil, coloca em risco o protecionismo econômico, como é o caso da alta taxa de juros.

Resumindo: Essas medidas poderão provar que tudo o que é errado pode dar certo, assim, os impostos ficariam ainda mais altos e continuaria a corrupção e alta taxa de juros para combater a inflação.

Por outro lado, o dólar deixaria de ter tanta importância, resolvendo o problema da balança comercial, sem baixar os juros e sem baixar o roubo também.

Sem concorrência, o Brasil continuará sendo uma panela de pressão e, nós que sempre estivemos a um passo do eixo do mal, comunismo e nazismo, finalmente encontraremos, lá, o nosso lugar.

Fonte: RT-TV

Comentário: By Jânio

Moedas mais valorizadas do mundo

abril 1, 2012 Posted by | segurança | , , , , , | 3 Comentários

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