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The bricks and mortar meltdown and how private equity has once again

setembro 21, 2017 Posted by | english | | Deixe um comentário

Pragmatismo global

Transmitido ao vivo em 23 de jun de 2017

La página de El Zoom en Facebook: https://www.facebook.com/elZoomRT/

El programa anterior de El Zoom: https://youtu.be/wk-JQ3cPxVo

Este viernes ‘El Zoom’ debate las diferentes alternativas que existen a nivel mundial a las políticas unilaterales que predica Donald Trump o ante la inestabilidad de la UE. ¿Estamos ante una nueva realidad en la que bloques como BRICS, Mercosur o la Nueva Ruta de la Seda significarán un giro hacia el pragmatismo frente a retos globales? Javier Rodríguez Carrasco intenta arrojar algo de luz sobre los retos económicos, políticos y de seguridad que deberán encarar los diferentes conglomerados internacionales.

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junho 24, 2017 Posted by | Espanhol | , , , | Deixe um comentário

Cúpula do Brics na China em setembro pretende fortalecer cooperação Sul-Sul

Ana Cristina Campos – Enviada especial da Agência Brasil*
O secretário-geral do Partido Comunista de Xiamen, Pei Jinjia, fala sobre a reunião do Brics, marcada para setembro na cidade chinesa - Foto Ana Cristina Campos/Agência Brasil
O secretário-geral do Partido Comunista de Xiamen, Pei Jinjia, fala sobre a reunião do Brics, marcada para setembro na cidade chinesa – Ana Cristina Campos/Agência Brasil

A 9ª Cúpula do Brics, bloco formado pelo Brasil, a Rússia, Índia, China e África do Sul, que ocorrerá em setembro na cidade chinesa de Xiamen, pretende aprofundar a cooperação pragmática entre os países-membros e fortalecer a governança para fazer frente aos desafios globais, segundo o governo chinês.

A 100 dias do início da cúpula do grupo de economias emergentes, o secretário-geral do Partido Comunista de Xiamen e autoridade máxima da cidade, Pei Jinjia, disse hoje (22) que uma das prioridades do governo chinês é fortalecer a cooperação Sul-Sul. Ele destacou que o encontro pretende ser uma importante plataforma para atingir esse objetivo.

“Expandir a cooperação Sul-Sul vai contribuir para a promoção da globalização da economia e o fortalecimento das parcerias econômicas”, afirmou, em entrevista coletiva, em Xiamen.

A cúpula que reunirá os chefes de Estado e de governo dos cinco países-membros do bloco ocorrerá na cidade chinesa entre os dias 3 e 5 de setembro, sob o tema “Brics: parceria mais forte para um futuro mais brilhante”.

Xiamen

Situada na província de Fujian, na Costa Sudeste da China, Xiamen foi umas das primeiras a conseguir o status de zona econômica especial, em 1980. As zonas econômicas especiais chinesas têm como características a abertura ao investimento estrangeiro, a adoção de incentivos fiscais e a produção industrial diversificada destinada especialmente às exportações.

A cidade chinesa de Xiamen, onde será realizada em setembro a reunião do Brics - Foto Ana Cristina Campos/Agência Brasil
A cidade chinesa de Xiamen, onde será realizada em setembro a reunião do Brics – Ana Cristina Campos/Agência Brasil

Importante cidade portuária, Xiamen também tem entre suas principais atividades econômicas a indústria pesqueira, a construção naval, a produção de máquinas e equipamentos e os setores de telecomunicações e de serviços financeiros. Outro destaque da economia local é o parque tecnológico voltado para a indústria de software.

O secretário-geral de Xiamen disse que a localidade está preparada para receber as delegações internacionais. “Aqui é um importante centro econômico e turístico, pioneiro na política de abertura e reforma [econômicas], acrescentou.

Segundo Pei Jinjia, o trabalho de preparação da cidade para sediar a cúpula foi conduzido paralelamente à reconstrução da infraestrutura destruída pelo tufão Meranti, que atingiu a região em meados de setembro do ano passado.

*A repórter viajou a convite do Centro de Imprensa China-América Latina e Caribe

Edição: Graça Adjuto

 

maio 22, 2017 Posted by | Internacional | , , | Deixe um comentário

EE.UU. pretende sacar a Brasil de los BRICS con el golpe

El presidente de Brasil niega que se vayan a paralizar las investigaciones sobre corrupción durante su gestión y rechaza las acusaciones contra él del ex fiscal general Fabio Medina Osorio. El ex procurador había afirmado que Michel Temer trata de encubrir la investigación del caso Lava Jato. Osorio fue despedido el pasado viernes y reemplazado por Grace Fernandes, la primera mujer con un alto cargo en el nuevo gobierno.

Hemos conversado con Joao Pedro Stédile, Fundador y líder de Movimiento de los Trabajadores Rurales Sin Tierra, que considera que detrás de la destitución de Dilma Rousseff está Washington. En su opinión, Estados Unidos pretende sacar a Brasil de los BRICS.

RT-TV

setembro 15, 2016 Posted by | Espanhol | , , , | Deixe um comentário

Brasil poderá ter sua própria moeda internacional

moeda internacional

O banco de desenvolvimento da China está a ponto de firmar um acordo com o bloco BRICS (integrado pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) para ampliar a esses países, empréstimos em sua própria moeda.

Este acordo tem por objetivo impulsionar o comércio internacional e internacionalizar o Yuan, convertendo a moeda chinesa em um meio de pagamento do comércio internacional, além de reduzir a imensa reserva de dólares da China.

Desta maneira, as nações do grupo BRICS poderiam também usar sua própria moeda.

Para a China, competir com o dólar será um grande desafio, competindo nas transações internacionais e mercado de crédito.

Essa iniciativa do Banco de Desenvolvimento da China, aliado ao forte crescimento do BRICS, poderia atrair outros países para o bloco. Pelo menos é o que acredita o analista financeiro Eduardo Ávila.

“A causa da última crise foi a força da moeda. Juntos, notamos como as economias avançadas tem problemas e, por outro lado, como as economias emergentes estão tendo um bom desempenho, confirma esse especialista.

Segundo Ávila, trata-se de um elemento importante que atrai um número significativo de todo tipo de países, sobretudo emergentes, que buscam o benefício do crescimento que estão tendo esses países.

Atualmente, menos de 13% do comércio da China com a Ásia tramita em Yuanes. entretanto, os especialistas do banco HSBC calculam que a participação da moeda no comércio regional poderá chegar à 50% nos próximos três anos.

Comentário: É muito interessante essa iniciativa do governo chinês. Já há algum tempo, o BRICS demonstrou interesse em impor suas próprias moedas no mercado internacional, como comentamos aqui no blog, mas os países desenvolvidos tem seus próprios problemas, sem se preocuparem com os países em desenvolvimento.

Enquanto a China apresentava um grande crescimento, mesmo durante a forte crise, o Brasil tinha a economia mais forte do bloco. Tanto um, como o outro, tinham interesse em sua própria moeda internacional.

Especialistas da China chegaram a criticar a política fiscal brasileira, mas o protecionismo brasileiro prevaleceu e a economia da China balançou primeiro, inclusive apresentando um déficit comercial histórico.

Assim como aconteceu em relação a Argentina, na desindexação da moeda, agora os corruptos do Brasil serão salvos pelo problema da China, isso porque a China passou a ser um dos maiores parceiros comerciais do Brasil. Se a China é um grande parceiro, logo, nada mais óbvio que acompanhar sua economia de perto.

Acompanhando o problema de seu parceiro comercial, a China, o Brasil viu a saída que precisava para o problema cambial, aqui. Assim como na China, aqui no Brasil, quanto mais dólares, menor o seu valor.

A queda do valor do dólar no Brasil, coloca em risco o protecionismo econômico, como é o caso da alta taxa de juros.

Resumindo: Essas medidas poderão provar que tudo o que é errado pode dar certo, assim, os impostos ficariam ainda mais altos e continuaria a corrupção e alta taxa de juros para combater a inflação.

Por outro lado, o dólar deixaria de ter tanta importância, resolvendo o problema da balança comercial, sem baixar os juros e sem baixar o roubo também.

Sem concorrência, o Brasil continuará sendo uma panela de pressão e, nós que sempre estivemos a um passo do eixo do mal, comunismo e nazismo, finalmente encontraremos, lá, o nosso lugar.

Fonte: RT-TV

Comentário: By Jânio

Moedas mais valorizadas do mundo

abril 1, 2012 Posted by | segurança | , , , , , | 3 Comentários

2.011 – As bolsas perderam 6,7 trilhões de dólares

queda das bolsas

Crise Global

Desde a quebra do banco Lehman Brothers, em 2.008, nunca se viu o mercado financeiro tão pessimista. Apesar de ter sido a pior crise desde a depressão do início do século XX, ainda havia dinheiro suficiente para socorrer os bancos.

O problema é que a crise não terminou, como muitos previam, pior, voltou ainda mais forte.

Como os governos já não tem mais recursos financeiros para controlar o mercado – qualquer semelhança com o governo FHC, não é mera coincidência – os governos finalmente se vêem nas mãos dos bilderbergers, banqueiros e bilionários. Precisam oferecer seus títulos e seguir as regras do mercado capitalista.

Certamente, o Clube de Bilderberg deve ter uma saída para tudo isso, mas a quebra de todos os países da zona do euro será inevitável.

Dos PIGS, Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Spain, apenas a Grécia deu o calote, mas a Grécia já enfrentava problemas há muito tempo.

Dizem os políticos e profissionais da área econômica, que 2.011 foi um ano para ser esquecido mas, na realidade, estamos apenas no início e nada deve ser esquecido, aliás, se tivessem tomado as devidas providências, analisando o crescimento da China e estratégias dos BRICS, os problemas poderiam ter sido amenizados.

Vivemos numa eterna competição capitalista, onde o euro foi criado para fortalecer os países da Europa, frente ao dólar, o problema é que o dólar balançou e levou todo mundo com ele, inclusive o euro.

Os americanos se preocuparam tanto com o crescimento do Japão, que nem notaram o crescimento da China, aliás, ninguém esperava que um país tão miserável e tão atrasado politicamente, pudesse se tornar a segunda maior força econômica do mundo, mesmo com um IDH tão baixo.

O Brasil não perdeu tempo e os bilderbergers daqui criaram o seu próprio grupo, o G4.

Temendo o pior, o G8 convidou os emergentes do G4, BRICS, para se associar a eles, uma proposta irrecusável, conhecendo a força que os ricos tem. O problema é que, num mundo globalizado, quem mandam são os magnatas do dinheiro, o Club de Bilderberg, e, ironicamente, ficamos dependente de uma ditadura comunista para fazer contrapeso à força capitalista, onde a única certeza é a miséria.

Não se sabe se essa nova crise, iniciada em 2.008, será pior que a crise da década de trinta, mas uma certeza já temos, o mundo nunca mais será o mesmo.

Já temos os principais personagens, onde a Rússia cedeu sua vaga para a China. Agora, além de vender sua tecnologia para os chineses, pode voltar para a elite econômica ao lado da própria China.

O brasil tem uma posição privilegiada nesse novo cenário. Sempre soubemos que o Brasil era o país mais rico do mundo, em termos de auto-sustentabilidade e, agora, poderá ter os países mais ricos do mundo disputando nossa matéria prima e investindo em nosso país.

A china, sempre ela, sabe da importância do Brasil no cenário estratégico mundial, por isso, já ensaia criar suas próprias empresas aqui, ao invés de importar apenas a matéria-prima.

Acontece que vender a matéria-prima é fácil, vende-se para quem pagar mais, mas, quando o assunto é valor agregado, produtos acabados, industrializados, o processo muda um pouco, aí é que entra a logística chinesa. Para superar a China nesse quesito, só depois que um outro país conseguir vender produtos mais baratos que os chineses, ou construir um arranha-céu em apenas sete dias.

Em 2.011, as bolsas sofreram uma perda de 6,7 trilhões de dólares, uma tragédia que não poupou ninguém, nem os emergentes, mas as bolsas não refletem a economia real, não quando a economia é fechada ao capital especulativo, como no Brasil e na China.

Números das quedas nas bolsas:

Atenas 61,0

Wall Street 36,0

Milão 26,0

Índia 24,6

Xangai 22,0

Hong Kong 20,0

Paris 17,6

Tóquio 17,3

Frankfurt 15,0

Madri 13,7

By Jânio

O poder dos países emergentes

PIB dos países emergentes poderá ultrapassar os EUA

janeiro 6, 2012 Posted by | Política | , , , , , , , , | 4 Comentários

As economias que mais cresceram em duzentos anos

melhores economias

Melhores PIBs

Em tempos de crise, muito se especula sobre o futuro da economia mundial. Países imperialistas de economias fechadas ao capital externo e às populações mais carentes, como são os casos dos BRICS por exemplo, desafiam a lógica.

Pelo ponto de vista de brasileiros, estamos mais próximos de um admirável mundo novo que das previsões e especulações de especialistas.

Não se sabe como países errados, como Brasil, China, Índia, Rússia e África do Sul, podem apresentar economias tão fortes, apesar de não terem preocupação nenhuma com princípios básicos, como a justiça, educação, transportes, saúde e todos os setores que completam a infraestrutura básica para o bem estar social.

O que eles não sabem, é que cada um desses países imperialistas tem um ás na manga, por exemplo:

Brasil: É um país auto sustentável, poderia ser a maior potência do mundo, se não houvesse a participação de países como EUA e Inglaterra para complicar nosso desenvolvimento e apoiar governos corruptos. Além disso, temos uma herança de um sistema elitizado de quinhentos anos, o qual desenvolvemos ao máximo, negativamente falando é claro.

China: A China é o país com a maior população do mundo, qualquer ideia sobre como governar um país como esse parece pretensiosa. Para começar, eles teriam que desmembrar esse país gigantesco, mesmo assim, teriam dificuldades para governá-lo, sem a ajuda de uma ditadura.

Os japoneses dizem que a China conseguiu um desenvolvimento tecnológico muito grande, graças a espionagem e roubo de tecnologias.

Índia – Se a China teria pirateado as tecnologias de países mais desenvolvidos, a Índia tem a seu lado a língua inglesa, assim como a África do Sul, mas como explicar tecnologias tão avançadas?

África do Sul – Assim como os outros países da BRICS, a África apresenta muitos problemas sociais, mas tem ao seu lado a comunidade de língua inglesa.

Enquanto os especialistas afirmam que nada dará certo, e que países sem preocupação com o bem estar social não terão chances, os países emergentes insistem em contrariá-los. A economia cresce diabolicamente na mesma proporção que a miséria; o que os países ricos fazem com o resto do mundo, os emergentes imperialistas fazem individualmente, atacando o seu próprio povo.

O pesquisador Dani Rodrik, da Universidade de Harvard, fez uma pesquisa para saber quais países cresceram acima de 4,5%, durante pelo menos trinta anos, de acordo com o PIB. Antes da Grande Guerra Mundial, apenas três casos foram registrados.

01) Austrália (1823-1853)

02) Nova Zelândia (1840-1870)

03) Venezuela (1907-1939) – petróleo

Após a Segunda Guerra Mundial, três grupos merecem a atenção:

01) Japão do pós-guerra – Com a ajuda do plano Marshall

02) Exportadores de petróleo – Década de 70

03) Tigres asiáticos – Hong Kong, Singapura, Coréia do Sul e Taiwan.

A Rússia teve um crescimento de quase dez anos, acima de 4,5%. De 1999 a 2008, acima de 4,7%; em 2.000, a Rússia atingiu o crescimento de 10%.

A Líbia apresentou, no período de 1950 a 1980, uma taxa de crescimento d 7,4%.

De 1949 a 1980, o crescimento na Espanha foi de 4,9%.

A participação dos EUA pode ser notada na maioria desses casos, mas eu não tenho a menor dúvida que os BRICS vão crescer muito e vão (des)equilibrar boa parte da economia mundial.

Eu só espero que não Hajam conspirações e guerras, enquanto isso.

Fonte: RT

Texto: By Jânio

outubro 9, 2011 Posted by | Política | , , , , , , , | Deixe um comentário

PIB dos Brics deve ultrapassar os EUA

moeda internacional

Negócio da China

Por essa o G7 não esperava, por essa nem o FHC esperava.

Segundo analistas chineses, o PIB dos BRICS deverá ultrapassar o PIB dos EUA até 2.015. Baseados nessa pesquisas e em outros dados mais recentes, os BRICS, Brasil, Rússia, Índia, China, e agora a África do Sul, tem progredido muito em seus acordos, resta saber quem levará vantagem nisso.

Tanto a China, quanto o Brasil, querem ver suas moedas entre as moedas utilizadas para o comércio internacional, sem o qual levam uma grande desvantagem frente a outros países que mantém suas moedas desvalorizadas, facilitando suas exportações.

É natural que moedas fortes, como é o caso do Real, possam vir a ser utilizadas pelo comércio internacional, todos os países podem se beneficiar com mais duas moedas, portanto, duas novas opções.

As moedas em uso, dólar, euro, iene e libra, sofreram, e sofrem, os efeitos da grave crise que se abateu sobre a economia mundial, tornando-se desvalorizadas. Isso faz com que esses países tenham uma certa “vantagem” no câmbio, a mesma ladainha a qual nós brasileiros ouvimos a vida inteira.

Caso os BRICS consigam convencer os organismos internacionais a incluir essas duas novas moedas no comércio internacional, todas as empresas exportadoras terão duas moedas fortes e confiáveis, afinal estão sendo avalizadas por suor e sangue derramados pelos povos desses dois países. Na China, o salário de fome e o trabalho infantil ajudam tornar sua economia forte e saudável, enquanto no Brasil nós temos os impostos.

Os impostos do Brasil são tão altos, que cerca da metade de nossas riquezas fica perdida, por sonegação, corrupção ou roubo, criando um efeito cascata difícil de ser mantido nas sombras, devido às novas tecnologias.

Se a globalização era uma ambição dos Bilderbergs, constituindo-se na principal causa da crise global, fica a pergunta: De quem é o interesse pela globalização dos BRICS?

Precisamos voltar no tempo e descobrir quem começou tudo isso, certamente a resposta encontraremos na primeira letra do grupo, “B” de Brasil.

Enquanto a China defende os interesses do império chinês, aqui no Brasil, os interesses sempre foram egoístas e serão capazes de vender o Brasil pela melhor comissão de mercado.

É bom que fique claro que o povo brasileiro não tem nenhuma participação nas negociações, pelo menos o povo aqui de baixo, os pobres.

Antes de criar um novo mercado comum entre países, o mínimo que deveríamos fazer é avaliar as consequências desastrosas do euro. O euro não derrubou só o dólar, criou uma crise que afetou o mundo inteiro.

Certamente a nossa máfia deve estar muito interessada no crescimento chinês, resta saber quais são os planos da China nisso tudo. Um país que não respeita nem os seus próprios cidadãos, deverá ter ainda menos respeito pelos povos de outros países.

Os primeiros acordos entre o Brasil e China foram uma catástrofe, praticamente destruíram a indústria brasileira em um curto período de tempo.

Isso aconteceu, evidentemente, porque o Brasil não se encontrava à altura da China em termos tecnológicos, ainda enfrentamos a mesma situação.

Se a China é capaz de construir um prédio de quarenta andares, em sete dias – isso é apenas um exemplo hipotético – o Brasil levaria sete anos – esse é outro exemplo hipotético – isso se terminasse, caso a construtora não simulasse a própria falência, levando todas as economias dos pobres trabalhadores.

A China é um raríssimo caso de imperialismo perfeito, enquanto no Brasil, o que temos é um bando de trombadinhas que se revezam no poder.

O Brasil é exatamente o oposto, um caso perdido, em quinhentos anos de história patética.

O euro não deu certo porque não foi criado com esse objetivo, a ideia era facilitar as transferências monetárias do Clube de Bilderberg, sem ter que dar satisfações ou pagar altos impostos. Esse processo aumentou a concentração de capitais dos ricos, consequentemente, aumentou muito mais a pobreza.

Para que o euro desse certo, seria preciso que os países tivessem força, fossem iguais, socialmente falando. Poucos países no mundo tem condições de criar uma mercado comum.

Um sonho desse porte exige uma transformação muito grande, exige que países tornem-se solidários, humanos. Criar um mercado comum, acreditando apenas em seu poder econômico, seria um grande erro.

A inclusão dessas duas moedas no mercado internacional, será um grande avanço para o Brasil, mas que fique por aí, nada de fazer acordos sem o devido planejamento. Eu, pessoalmente, acredito que todos os acordos deveriam ser feitos separadamente, com direito a regulamentação, complementos.

Nenhum acordo que não seja vantajoso para ambas as partes, deverá ser descartado, daí a necessidade de se ter cautela, fazer ajustes, entrar em acordo.

Não é intenção da China destruir o Brasil economicamente, o Brasil não teria a menor chance de sequer afetar a china, portanto, é preciso um passo de cada vez, nesse caso, um acordo de cada vez.

O principal interesse da china, em relação ao Brasil, é a força de sua economia, a força da estabilidade de sua moeda, mas principalmente das matérias-primas. Não é de hoje que a China vem estudando a forma como o Brasil conduz sua economia, a china é especialista em copiar sistemas, econômicos, tecnológicos, menos sistemas sociais.

Se é certo que um mercado comum deva ser criado por países iguais, os BRICS não teriam a menor chance, eles só são iguais no descaso social, na maneira como tratam seus pobres, na desigualdade social.

É melhor manter tudo em níveis de acordos.

By Jânio.

abril 19, 2011 Posted by | Política | , , , , , , , | 4 Comentários

   

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