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Encontro de americanos e brasileiros

diferenças na miséria

Os Estados Unidos não são tão diferentes do Brasil afinal de contas, não que isso seja bom, nessas alturas do campeonato.

Durante dezenas de anos, a economia americana exibiu um vigor incrível, uma situação invejável até mesmo para os americanos.

… E pensar que tudo começou com a Segunda Guerra Mundial, quando os americanos descobriram finalmente o segredo do sucesso dos ingleses, pior, descobriram que poderiam que fazer melhor… e nunca mais pararam…

Guerras do Vietnã, Coréia, Irã x Iraque, Israel x Palestina, Índia x Paquistão, Afeganistão, etc., não havia mais uma região onde não houvesse interesses. As Ilhas Malvinas por muito pouco não deixa o Brasil numa situação embaraçosa, já que estamos sempre em cima do muro – não que não houvessem brasileiros embarcando para lutar ao lado de los hermanos, a covardia fica por conta dos “Ps”.

Se é verdade que “quem planta chuva colhe tempestade”, quem faz a guerra, espera o quê? – Foi isso o que aconteceu.

A cada dia que passava, os americanos pareciam cada vez mais com os brasileiros – e olha que somos nós que copiamos eles.

Bolha na bolsa, especulação, contabilidade fraudulenta – a diferença para o Brasil é que os mafiosos de lá foram presos.

Enquanto o Brasil ameaçava globalizar a corrupção, com a ajuda de Ricardo Teixeira, Globo e o ex-sogro João Havelange, até o próprio presidente do FMI era acusado de estuprar uma mulher – não havia a menor dúvida, a direita estava muito diferente.

… ou esqueceram de avisar os mafiosos que a tecnologia inviabilizaria a corrupção, ou foram os corruptos que não conseguiram evitar o vício de praticar o crime, o certo é que a direita está mostrando um lado que ninguém conhecia e nem eles gostariam de mostrar.

A verdade imposta pela tecnologia virou o mundo dos poderosos pelo avesso, nada que eles fazem tem lógica. Fazer a guerra para trazer a paz, apoiar ditaduras e exterminar ex-aliados, assassinos de aluguel; globalizar a economia, facilitando o fluxo de capital especulativo, etc.

Os suicídios cada vez mais frequentes de soldados americanos em guerras que nunca acabam, mostram não só que esses soldados tem acesso às informações que os deixam frustrados, sem objetivos, mostram também como perderam o sentido da própria vida, perderam o sonho americano.

O suicídio do ex-corretor da Wall Street mostra um sinal dos novos tempos, ainda com uma diferença para o Brasil, o suicida acreditava na justiça americana – os ricos americanos ainda não se acostumaram com a miséria.

Há muita fofoca sobre ex-celebridades que estariam morando embaixo das pontes, algumas, naturalmente, são verdades – Nisso nós somos parecidos com os americanos, apesar de que, lá, eles são mais autônomos e independentes.

No Egito, parece que o velho mundo ainda tenta respirar, bem nos velhos moldes da democracia forjada onde um presidente é eleito para governar em cima de um sistema militar.

Aqui no Paraguai, os países rejeitam o golpe que não atende nenhum interesse imperialista. Há um discurso claro, condenando o golpe e o novo governante paraguaio.

Só se esquecem de fazer o mesmo discurso para a China.

Isso lembra a extrema direita de Adolf Hitler, onde havia um discurso dentro da Alemanha e outro discurso fora, para os aliados. Na realidade havia um discurso para cada nível hierárquico do poder.

Os caças que quebraram os vidros do prédio do STF não deixaram nenhum recado, mas bem que poderia ter sido, não é mesmo?

Quanto mais a direita brasileira insiste em investigar a esquerda, mais descobre que a esquerda está muito forte e que poderá descobrir ainda mais podre da direita. Isso não deixa a burguesia nem um pouco satisfeita.

… mas até algum brasileiro cometer suicídio, vai demorar um pouco ainda.

By Jânio

julho 3, 2012 Posted by | Reflexões | , , , , , , , , | 2 Comentários

Taxa de câmbio preocupa Indústria

competição impossível

Impostos e corrupção

Os problemas decorrentes do câmbio começam a preocupar o setor industrial brasileiro, Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo), CUT (Central Única dos Trabalhadores) e outros sindicatos ligados às indústrias, uniram-se para discutir soluções para o problema. Segundo eles, a concorrência desleal está cada vez mais difícil de ser enfrentada.

Além da taxa de câmbio, a pirataria é outro problema que preocupa os sindicalistas. Em plena fase de “crescimento”, o Brasil ainda não consegue, ou não quer, encontrar uma solução para o problema.

A pirataria tem a sua força ligada principalmente à alta taxa de impostos, a falta de concorrência ajuda a complicar essa situação.

Segundo o Presidente da Fiesp, renda, inclusão digital e desenvolvimento, são fundamentais para que a indústria se fortaleça.

Esse fato é preocupante, já que a indústria é um dos setores que mais contribuiu para o PIB do primeiro trimestre de 2.011, ao lado dos setores de serviços e agronegócio.

Em declaração à imprensa, a Fiesp afirma que o Brasil precisa se preocupar mais com seus direitos, em relação aos seus principais parceiros comerciais, EUA, China e Mercosul.

Para complicar, o Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio exterior, já afirmou que, no caso do câmbio, não há solução no curto prazo.

Analisando a situação, chegamos à conclusões nada agradáveis. A China, EUA e Mercosul, estão entre os princiais parceiros comerciais do Brasil, não dá para pressioná-los à nada.

Combater o contrabando não vai ser fácil, essa marginalidade é decorrente dos problemas sociais de países como o Paraguai, e o Brasil tem culpa nisso.

Em vez de querer procurar soluções para nossos problemas, lá fora, o Brasil deveria procurar os problemas aqui dentro. Todas as energias de nossos políticos estão concentradas em roubar, assim não dá para reduzir os gastos públicos, reduzindo também os impostos.

Sem a redução dos impostos e da corrupção, nunca teremos concorrência ou preços justos, capazes de fazer frente aos produtos pirateados. Na realidade, todos os nossos problemas estão ligados à corrupção política, não dá para se falar em problemas sócio-econômicos sem falar em corrupção.

Quando dizemos que os EUA estão sendo injustos, esquecemos de lembrar que eles estão defendendo o lado deles. Os americanos sempre patrocinaram a corrupção brasileira; a miséria brasileira, proporcionada por essa corrupção, ajudou no enriquecimento deles.

A crise mundial provocada pela força chinesa, vem da miséria da China. Para combater essa crise, os países ricos terão que conseguir um bilhão e meio de miseráveis, além de indústrias para esses miseráveis trabalharem.

Como no Brasil não há tantos miseráveis assim, somos apenas 190 milhões, os países ricos terão que buscá-los em outros países ou passarão a ser miseráveis também.

Na América Latina, o Brasil é um dos poucos países que aceita essa situação de miserável, portanto, os latinos não trabalharão em prol do capitalismo dos países ricos.

By Jânio

junho 14, 2011 Posted by | Política | , , , , , | 6 Comentários

Brasil é a sétima economia do mundo

brasil é pobre

Brasil Rico

O Brasil consegue o maior PIB dos últimos vinte e quatro anos, surpreendendo até os mais otimistas.

Já estão dizendo que esse bom desempenho no PIB, seria apenas uma recuperação dos anos anteriores, que apresentaram um período de relativa estagnação da economia.

Eu tenho que discordar dessa análise. Se a explicação para uma crise fosse tão simples assim, não haveria motivo para preocupação, nem haveria mais crise.

Sempre gostamos de comparar o “pobre” Brasil, com o resto do mundo, então, é bom saber que o Brasil teve o quinto melhor desempenho dos G-20 – Esse é o maior crescimento desde 1.986.

Graças aos últimos Governos, ou mesmo sem eles, o Brasil, ao contrário dos outros quatro do Top five, não teve crise, portanto estamos recuperando de quê?

Nós sabemos que tanto a China, quanto a índia, enfrentam muitos problemas sociais. Estão ainda piores que o Brasil, se isso é possível, quando se trata de infra-estrutura.

Enquanto a China tem a ditadura para controlar seus problemas, a Índia consegue conviver com as várias culturas, graças ao poder de suas religiões e filosofias.

Aqui no Brasil, o sistema se vale da força da elite e dos meios de comunicação tendenciosos, os mesmos que conseguem fortunas em financiamentos fraudulentos.

A Argentina, que também está em forte crescimento, sempre teve o IDH melhor que o Brasil, a ponto de muitos brasileiros se mudarem para lá.

Nem mesmo a forte crise dos últimos anos, abalou a confiança dos empreendedores argentinos, ou de seu IDH. Nesse momento, atravessam um dos melhores momentos de sua história, com crescimento do PIB e do IDH, que sempre foi bom.

Na terra da contradição e desigualdades, continuamos entre os países mais ricos do mundo, PIB, e entre os mais pobres, IDH e apoio ao empreendedor. O Brasil sempre esteve entre os países mais ricos do mundo, sétima ou oitava economia mais rica, em se tratando do PIB.

Nesse momento, somos a sétima maior economia, a frente de outros países mais ricos, como Reino Unido e a França.

Como é possível o Brasil ultrapassar países ricos, como o Reino Unido e a França, apresentando uma miséria tão grande? – A resposta pode ser mais simples do que imaginamos.

Quanto mais o Brasil fica rico, maior se tornam os impostos, a miséria. Os impostos são parceiros da corrupção, subornos, propinas, tornando a classe média alta aliada desses facínoras.

Aumentar a taxa de juros se tornou desculpa para controlar a infração, quando todos nós sabemos que para se controlar a inflação, é preciso aumentar a concorrência.

Não haverá concorrência, enquanto a taxa de impostos for tão alta, beneficiando os empresários que financiam toda essa sujeira política.

Empresários criminosos compram e vendem sem nota, registrando o “extravio” dessas notas que nunca existiram, quando a Polícia Federal aperta o cerco.

Todo o planejamento do crime é feito no alto escalão, impossibilitando a ação da lei que eles mesmos criam.

Durante o crescimento do PIB, o que não é nenhuma surpresa, ninguém perguntou quando o IDH vai crescer 7,5%, mas isso também não é nenhuma surpresa.

A mídia covarde também é beneficiada pelas leis tributárias e selvagens, por isso sempre estarão presos em sua própria força.

TAXAS DE CRESCIMENTO DO PIB:

Acima da média:

01 – China 10,3%

02 – Índia 8,6%

03 – Argentina

04 – Turquia

05 – Brasil 7,5%

Obs: Com um PIB de 3,6 trilhões, o Brasil passa à frente do Reino Unido e da França…mas só no PIB.

OUTROS NÚMEROS DE CRESCIMENTO:

Japão – 3,9%

Rússia – 3,8%

Estados Unidos – 2,8%

União Européia – 1,7%

NÚMEROS DO ANO PASSADO:

Melhores países – IDH

Países mais ricos das Américas

Melhores países em ambiente de negócios

PIB dos países de língua portuguesa

By Jânio

março 5, 2011 Posted by | Internacional | , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 16 Comentários

Pixote – Ficção, realidade e tragédia

vida real

Dura Realidade

Ontem eu assisti pela décima vez, o filme “Pixote”, um dos filmes nacionais que mais fez sucesso fora do Brasil. Talvez seja só impressão, mas cada vez que eu assisto esse filme, eu tenho uma visão diferente.

A única coisa que não muda, é a história de Pixote, o resto do filme sempre me parece mais claro, a medida que o tempo passa, a medida que eu vou envelhecendo.

Uma detalhe que eu já tinha notado há muito tempo, são os exageros dos filmes nacionais, onde os marginais apresentam uma caracterização aparentemente forçada, quase uma caricatura. A minha visão dessa tragédia social era tão inocente que a história me parecia surreal, uma ficção, uma mentira.

Depois de ter assistido ao filme sobre a vida real de Pixote, eu fiquei com uma sensação de estar sendo enganado. Pensei comigo, uma das duas está mentindo, ou a ficção, ou a realidade.

Pixote é uma tragédia da vida real anunciada, eu diria até que o cineasta argentino/brasileiro Hector Babenco conseguiu dar uma visão bem mais realista do que nós brasileiros poderíamos ter, por estarmos perto demais dos fatos, iludidos demais pela mídia.

Babenco foi quase sádico em seu filme, onde um grupo de menores se envolve com a marginalidade, sobrevivendo do tráfico de drogas. Falando assim parece clichê, mas Babenco detalhou os fatos, tanto nos diálogos, quanto nas imagens.

As cenas bizarras, como foi o caso do aborto voluntário da personagem interpretada por Marília Pera, chega a chocar, mesmo mostrando claramente o estado psicológico da personagem, à beira da loucura. A personagem chega a insinuar um aborto de Pixote, numa clara crítica ao aborto e as famílias mal estruturadas.

Enquanto na vida real, o filme é romântico, mostrando um menino extremamente pobre que tira a sorte grande, fazendo um filme com um consagrado diretor que fica famoso no mundo inteiro. A fama de Babenco só pode ser notada quando, num seriado famoso, Lost, um dos personagens lamenta não ter trabalhado com o diretor, lembrando do teste que fizera.

Depois do filme, da fama, o menino “Pixote” vira a “galinha dos ovos de ouro”, é entregue para uma família especializada em carreiras infantis, os pais de Izabella Garcia e sua irmã, ambas ex-atrizes do seriado infantil “Sítio do pica-pau amarelo”.

Só faltou avisarem que o menino tinha família, tinha comunidade, tinha vida própria.

É claro que o menino não se adaptou, não se pode mudar toda a sociedade ajudando apenas um menino; pode ser que ele prefira sua vida real, nem todo mundo consegue interpretar o tempo todo – Quem disse que ele interpretava?

O menino retornou ao mundo real, onde já havia virado lenda, onde nunca mais teria sua realidade de volta.

Todos os “pobres coitados” de sua comunidade viam sua super exposição na mídia, imaginando-o muito rico. Todos queriam uma parte, afinal, Pixote levara sua miséria para as telas, explora toda a podridão da falta de infra-estrutura brasileira.

Pixote, na vida real, não teve a mesma sorte de seu personagem mitológico, a vida real foi muito forte para ele.

Para a sorte de nossa sociedade, ninguém conheceu Pixote na vida real, por isso a imagem que ficará sempre será a imagem das telas, aquele que sobreviveu, pelo menos durante as cerca de duas horas que duraram o filme.

Na vida real Fernando Ramos da Silva, o Pixote, morreu jovem, como sua realidade nada fictícia impõe, apesar de confundida com a ficção, apesar de ter flertado com ela, sua vida real nunca o perdoou.

By Jânio

setembro 1, 2010 Posted by | Cinema | , , , , , , , , , , , | 5 Comentários

   

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