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Documental de RT sobre el negocio petrolero del Estado Islámico

junho 11, 2017 Posted by | Espanhol | , , , , , | Deixe um comentário

Youtube será pago

videosPagos

Canais Pagos

A possibilidade de o Youtube não ser mais totalmente gratuito, está cada dia mais próximo, já que o site de vídeos da Google pretende oferecer assinaturas pagas para uma parte de seu conteúdo este ano.

Segundo o portal de referência, quando o assunto é marketing online, que cita fontes anônimas, o Youtube já contactou produtores de vídeo e pediu-lhes para apresentar propostas de canais pagos, os quais estariam disponíveis a partir do segundo trimestre do ano e teriam um valor que oscilaria entre 1 e 5 dólares mensais.

Assim, a plataforma levaria para a prática o projeto de acrescentar programas de qualidade profissional para seu arquivo de vídeos, que foi criado e tornou-se popular através de vídeos amadores, o que representa uma mudança em seu modelo de negócios, ao buscar empresas de mídia para conceder licenças para colocar seus programas e filmes na rede.

Além disso, o pagamento seria planejado para acesso ao entretenimento ao vivo, uma fórmula que provou ser eficaz desde que a banda de rock “U2” ofereceu um show ao vivo, pelo Youtube, em outubro de 2.009.

Como indica “AdAge”, a Google faz crer que os rumores poderiam ser verdade, por meio de um comunicado indicando que eles permaneceram mantendo conteúdos diferenciados que requerem diferentes tipos de pagamentos, sempre com o objetivo de que “os criadores tenham sucesso com a plataforma”.

Anteriormente, os diretores do principal buscador de vídeos indicaram que existia uma forte demanda entre certos produtores de vídeos do Youtube, como redes de videojogos, para oferecer programas com base em uma tarifa.

Fonte: RT-TV

Facebook cobrará 100 dólares

fevereiro 10, 2013 Posted by | internet | , , , , , | 2 Comentários

PIB dos Brics deve ultrapassar os EUA

moeda internacional

Negócio da China

Por essa o G7 não esperava, por essa nem o FHC esperava.

Segundo analistas chineses, o PIB dos BRICS deverá ultrapassar o PIB dos EUA até 2.015. Baseados nessa pesquisas e em outros dados mais recentes, os BRICS, Brasil, Rússia, Índia, China, e agora a África do Sul, tem progredido muito em seus acordos, resta saber quem levará vantagem nisso.

Tanto a China, quanto o Brasil, querem ver suas moedas entre as moedas utilizadas para o comércio internacional, sem o qual levam uma grande desvantagem frente a outros países que mantém suas moedas desvalorizadas, facilitando suas exportações.

É natural que moedas fortes, como é o caso do Real, possam vir a ser utilizadas pelo comércio internacional, todos os países podem se beneficiar com mais duas moedas, portanto, duas novas opções.

As moedas em uso, dólar, euro, iene e libra, sofreram, e sofrem, os efeitos da grave crise que se abateu sobre a economia mundial, tornando-se desvalorizadas. Isso faz com que esses países tenham uma certa “vantagem” no câmbio, a mesma ladainha a qual nós brasileiros ouvimos a vida inteira.

Caso os BRICS consigam convencer os organismos internacionais a incluir essas duas novas moedas no comércio internacional, todas as empresas exportadoras terão duas moedas fortes e confiáveis, afinal estão sendo avalizadas por suor e sangue derramados pelos povos desses dois países. Na China, o salário de fome e o trabalho infantil ajudam tornar sua economia forte e saudável, enquanto no Brasil nós temos os impostos.

Os impostos do Brasil são tão altos, que cerca da metade de nossas riquezas fica perdida, por sonegação, corrupção ou roubo, criando um efeito cascata difícil de ser mantido nas sombras, devido às novas tecnologias.

Se a globalização era uma ambição dos Bilderbergs, constituindo-se na principal causa da crise global, fica a pergunta: De quem é o interesse pela globalização dos BRICS?

Precisamos voltar no tempo e descobrir quem começou tudo isso, certamente a resposta encontraremos na primeira letra do grupo, “B” de Brasil.

Enquanto a China defende os interesses do império chinês, aqui no Brasil, os interesses sempre foram egoístas e serão capazes de vender o Brasil pela melhor comissão de mercado.

É bom que fique claro que o povo brasileiro não tem nenhuma participação nas negociações, pelo menos o povo aqui de baixo, os pobres.

Antes de criar um novo mercado comum entre países, o mínimo que deveríamos fazer é avaliar as consequências desastrosas do euro. O euro não derrubou só o dólar, criou uma crise que afetou o mundo inteiro.

Certamente a nossa máfia deve estar muito interessada no crescimento chinês, resta saber quais são os planos da China nisso tudo. Um país que não respeita nem os seus próprios cidadãos, deverá ter ainda menos respeito pelos povos de outros países.

Os primeiros acordos entre o Brasil e China foram uma catástrofe, praticamente destruíram a indústria brasileira em um curto período de tempo.

Isso aconteceu, evidentemente, porque o Brasil não se encontrava à altura da China em termos tecnológicos, ainda enfrentamos a mesma situação.

Se a China é capaz de construir um prédio de quarenta andares, em sete dias – isso é apenas um exemplo hipotético – o Brasil levaria sete anos – esse é outro exemplo hipotético – isso se terminasse, caso a construtora não simulasse a própria falência, levando todas as economias dos pobres trabalhadores.

A China é um raríssimo caso de imperialismo perfeito, enquanto no Brasil, o que temos é um bando de trombadinhas que se revezam no poder.

O Brasil é exatamente o oposto, um caso perdido, em quinhentos anos de história patética.

O euro não deu certo porque não foi criado com esse objetivo, a ideia era facilitar as transferências monetárias do Clube de Bilderberg, sem ter que dar satisfações ou pagar altos impostos. Esse processo aumentou a concentração de capitais dos ricos, consequentemente, aumentou muito mais a pobreza.

Para que o euro desse certo, seria preciso que os países tivessem força, fossem iguais, socialmente falando. Poucos países no mundo tem condições de criar uma mercado comum.

Um sonho desse porte exige uma transformação muito grande, exige que países tornem-se solidários, humanos. Criar um mercado comum, acreditando apenas em seu poder econômico, seria um grande erro.

A inclusão dessas duas moedas no mercado internacional, será um grande avanço para o Brasil, mas que fique por aí, nada de fazer acordos sem o devido planejamento. Eu, pessoalmente, acredito que todos os acordos deveriam ser feitos separadamente, com direito a regulamentação, complementos.

Nenhum acordo que não seja vantajoso para ambas as partes, deverá ser descartado, daí a necessidade de se ter cautela, fazer ajustes, entrar em acordo.

Não é intenção da China destruir o Brasil economicamente, o Brasil não teria a menor chance de sequer afetar a china, portanto, é preciso um passo de cada vez, nesse caso, um acordo de cada vez.

O principal interesse da china, em relação ao Brasil, é a força de sua economia, a força da estabilidade de sua moeda, mas principalmente das matérias-primas. Não é de hoje que a China vem estudando a forma como o Brasil conduz sua economia, a china é especialista em copiar sistemas, econômicos, tecnológicos, menos sistemas sociais.

Se é certo que um mercado comum deva ser criado por países iguais, os BRICS não teriam a menor chance, eles só são iguais no descaso social, na maneira como tratam seus pobres, na desigualdade social.

É melhor manter tudo em níveis de acordos.

By Jânio.

abril 19, 2011 Posted by | Política | , , , , , , , | 4 Comentários

Dicas para empreendedor.

regras basicas de empreendedor

regras basicas de empreendedor

O empreendedorismo pode ser muito complicado para alguns, muito fácil para outros, uma coisa é certa, todos nós somos empreendedores e o nosso maior empreendimento é nossa vida.

Se notarmos em nosso nome, veremos que nossos antepassados vieram de longe, Europa, Ásia, África, enfim todos estavam em uma grande empreitada.

O empreendimento possui uma característica bem interessante, quanto mais velho, mais experiente, mais preparado para ser bem sucedido no empreendimento. Não há nada pré-definido, a teoria pode ajudar, mas a prática é fundamental.

Como em tudo em nossa vida a experiência conta muito, por isso, alguns empreendedores preferem ser precavidos e ter seu seguro, alguém com mais experiência e terceirizar tarefas secundárias, fazendo uso de várias tipos de assessorias.

Não há um caminho definido para o sucesso, assim como não há um caminho estipulado para o fracasso, tudo dependerá de tomadas de decisões do principal envolvido, o empreendedor.

Estudiosos afirmam que versatilidade, múltiplos conhecimentos, decisões rápidas, coragem para correr riscos calculados são fundamentais.

Apesar de todas as decisões serem estipuladas pelo empreendedor, algumas elementos devem ser observados.

! – Pesquisa de mercado – Nesta fase o empreendedor deverá identificar oportunidades, quanto maior o conhecimento sobre mercado, maior sua chance de uma escolha do ramo certo a ser seguido.

É muito bom discutir muito, conversar muito com parentes e amigos, desde que estes possuam conhecimentos na área, ou pelo menos que esta discussão seja de alguma valia.

2 – Produto a ser oferecido – Identificado o ramo, analisaremos a lei de oferta e procura, produtos a serem oferecidos, suas chances de aceitação, sua qualidade e competividade no mercado.

3 – Levantamento do capital – É errado afirmar que o dinheiro é tudo, qualquer pessoa que afirme que seu fracasso é devido a falta de dinheiro, está fadado ao fracasso em seu empreendimento.

Há inúmeras formas de captação de capital, assim como há inúmeras fontes de pesquisa, órgãos como o SEBRAE podem ser de muita ajuda. Muitas instituições estão constantemente a procura de projetos, inclusive, projetos de risco.

Há empresas com fundos destinados ao desenvolvimento sustentável, tecnologia, desenvolvimento social, político, etc.

4 – Além de patrocinadores para a captação de capital, é preciso estudar o público alvo. Alguns empreendedores chegam a trabalhar como empregados em empresas, em ramos os quais desejam empreender, mais lógico impossível, é na infância onde temos nosso maior aprendizado sobre a vida, quando fazemos tudo de graça.

5 – Planejamento Financeiro – Fundamental dentro do plano de negócio, aqui são planejadas as contas fundamentais do negócio, como: Impostos, contabilidade, água, luz, telefone, empregados, enfim tudo o que será gasto no empreendimento, gastos fixos, variáveis, esporádicos, etc.

6 – Elaborar estratégicas de Marketing – Um bom estrategista, literalmente, tem cartas na manga, quanto maior a previsão de riscos, maior deverá ser a busca de solução para estes riscos, consequentemente, maior o sucesso da empreitada.

7 – Comercializar o produto – Esta deverá ser a parte final do planejamento, e é a mais importante para se obter lucro na execução do empreendimento.

Como podemos observar, para qualquer ramo que possamos imaginar, as regras básicas serão as mesmas, com algumas pequenas mudanças que surgiram graças ao jeitinho brasileiro, mas só o jeitinho brasileiro não basta, é preciso muito planejamento.

Alguns conhecimentos tem se tornado essenciais, não só na vida do empreendedor, como também de profissionais das mais variadas áreas.

Alguns conhecimentos considerados importantes no meio em que vivemos atualmente: Administração, Recursos Humanos, informática, produção, línguas, política, Relações Públicas e liderança.

junho 11, 2009 Posted by | Empreendedorismo | , , , , , | 2 Comentários

   

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