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Estado Islâmico impõe sua moeda em transações nas áreas sob seu domínio na Síria

Estado Islâmico no Brasil

Ameaça Terrorista

Da Agência EFE

O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) emitiu recentemente uma decisão na qual impõe sua moeda, o dinar e o dirham, para todas as transações que sejam realizadas nas áreas sob seu controle na Síria, informou nesta segunda-feira (29) o Observatório Sírio de Direitos Humanos. A informação é da EFE.

Segundo fontes consultadas pelo Observatório no terreno, o EI imporá penas a quem não acatar esta decisão, que podem ir desde uma multa até o fechamento do estabelecimento infrator, ou uma condenação de prisão para os que desrespeitem a norma.

Em novembro de 2014, a Casa de Finanças do Estado Islâmico anunciou que fabricaria moedas em ouro, prata e cobre para “substituir o sistema de câmbio tirânico que foi imposto aos muçulmanos e levou a sua opressão”. Em julho do ano passado, o EI cunhou uma nova moeda denominada “dinar de ouro”, que começou a circular na província de Deir ez-Zor, uma de suas fortificações na Síria.

O EI domina quase por completo essa província do nordeste sírio e tem uma forte presença na província de Al Raqqa, cuja capital é o principal feudo urbano do grupo na Síria. A organização jihadista declarou em junho de 2014 um “califado islâmico” nos territórios que conquistou no Iraque e na Síria, mas desde então perdeu parte de seus domínios, principalmente no Iraque.

Agência Brasil
 

maio 29, 2017 Posted by | Internacional | , , | Deixe um comentário

EUA declaram guerra monetária à UE

Moeda Fraca

Moeda Fraca

O futuro chefe do Banco da Inglaterra, Mark Cartney, declarou que os bancos centrais deveriam estar preparados para tomar medidas agressivas para ajudar as economias nacionais a acelerar, relata o jornal “The Guardian”.

Os bancos tem “uma considerável flexibilidade” que supõe “o uso de medidas não convencionais”, disse Mark Cartney, no Forum Econômico Mundial, em Davos (suíça), referindo-se à possibilidade de uma desvalorização das moedas nacionais.

A crescente influência dos governos sobre os bancos centrais, significa uma politização da taxa de câmbio, advertiu anteriormente o chefe do Deutsche Bundesbank alemão, Jens Weidmann. Este fenômeno pode implicar outras ameaças a nível global, segundo alguns especialistas do setor.

“Desde os anos 2.007-2.008, quem está deliberadamente enfraquecendo a sua moeda nacional, em relação ao euro, é o EUA. A Europa até agora não respondeu com desvalorizações do euro, o que caracterizaria uma guerra monetária”. Assegura o presidente da Fundação de Pesquisas Sociais e Políticas (FISYP), Júlio César Gambina.

“Cada desvalorização significa uma deterioração da capacidade de compra dos trabalhadores no mercado interno. Desvalorizações, portanto, tem como beneficiários os principais exportadores, geralmente transnacionais privadas e, eventualmente, o Estado. E os grandes perdedores são a maioria da população de baixa renda”, diz Gambina.

Fonte: RT-TV

Comentário: Essa questão de desvalorização de moedas, política de taxa de câmbio, etc., é polêmica, cada um tem a sua própria opinião. É inevitável que outros elementos da economia sejam alterados, e nós brasileiros já sofremos muito com isso no passado.

Naquela época, eu me lembro que os críticos mais especializados lembravam que o Brasil é um país auto-sustentável e que a preocupação demasiada com exportação era um grande erro. Segundo eles, o país deveria, sim, direcionar os seus esforços para o que tem de melhor, ou seja, ao invés de tentar inutilmente competir com os calçados da China, seria muito melhor industrializar o setor de algodão, agregando valor às nossas matérias-primas, esse era apenas um pequeno exemplo de politica econômica sensata.

Felizmente vivemos uma situação bem diferente agora, a mudança de socialismo de direita para o socialismo de esquerda, inverteu esse processo. Apesar do PT estar querendo seguir os passos do PSDB, aliando-se aos empresários de comunicação e banqueiros, sua formação é de esquerda, sua natureza socialista é imutável.

É uma pena que não haja justiça no Brasil, pois se houvesse, todos os corruptos do governo seriam presos. Eles não tem natureza corporativista, como o Palocci que, ao invés de lavar o dinheiro, enriqueceu ilicitamente – alguém já viu o Sílvio Santos ou o Roberto Marinho na lista dos homens mais ricos do mundo?

O que acontece nos países ricos está bem claro, os EUA estão devendo para seus próprios banqueiros, se quebrarem, levam seus bancos junto. Entretanto, um país depende do sistema bancário, depende dessa máfia, por isso eles controlam os governos e impõe suas próprias políticas.

A Argentina chegou a quebrar e, da mesma forma como quebrou, conseguiu se recuperar. Talvez seja por isso que os banqueiros internacionais não gostam das políticas econômicas argentinas. O governo argentino costuma prevalecer sobre o corporativismo.

Os EUA cedem, a Europa não.

A Europa não é tão revolucionária como a Argentina, mas sabe que as situações econômicas de cada país são distintas, sabe que se tirar uma pedra desse jogo, vai desmoronar toda a economia do euro, por isso não está interferindo.

A Inglaterra mantém-se, graças a sua aliança com os EUA, mas enquanto esses dançam na corda bamba, os rebeldes iranianos, Sírios, Coreanos, etc., começam a se organizar, tem o apoio da China e Rússia.

O Brasil que sempre esteve em cima do muro, nunca teve um muro tão alto em torno de seu império. O Brasil só quebra se empresários como Sílvio Santos continuarem com seus financiamentos bilionários fraudulentos.

By Jânio

janeiro 27, 2013 Posted by | Internacional | , , , , , | 1 Comentário

ALBA – Aliança bolivariana para as Américas

Peru e Colômbia avaliam a possibilidade da utilização de moeda única da ALBA.

Especialistas acreditam que a adesão destes países será um duro golpe para o dólar como divisa monetária internacional.

Colômbia e Peru estão analisando a possibilidade de negociar com a moeda da Aliança Bolivariana para as Américas (ALBA). O Banco Central da Venezuela já anunciou que ambas nações expressaram seu interesse em usar a moeda criada.

A entidade financeira venezuelana também mencionou os mais de dois anos de operações, a moeda oferecerá muitas vantagens. Isso enfatiza o sistema de pagamento unitário, garante as poupanças em moedas estrangeiras, encurta o pagamento para os empresários, além de diminuir os riscos transacionais para todas as partes interessadas.

O sucre é uma unidade de conta de compensação que substitui o uso de moeda internacional e foi criada pela ALBA, como mecanismo a ser utilizado pela Venezuela, Cuba, Bolívia, Equador, Nicarágua, Dominicanas, São Vicente e Granadas.

O analista econômico Cláudio Loser acredita que depois aderirem a essa unidade de pagamento, Peru e Colômbia poderão aumentar consideravelmente seu intercâmbio comercial com os países da ALBA.

“Eu acho que a Colômbia e o Peru, que são exportadores muito importantes, e que tem problemas em receber pagamentos de países como a Venezuela, por exemplo, em dólares, poderão aumentar suas exportações de maneira mais fácil e seguramente irão pagar de maneira mais rápida, utilizando esse sistema”, disse o analista da RT.

“O mais importante em tudo isso, é que as exportações sejam facilitadas entre os países e que não hajam restrições. É preciso que se elimine a suspeita entre os países latino-americanos e é claro que o Sucre pode ajudar, se for bem trabalhado,” concluiu Loser.

Fonte: RT-TV

Comentário: Todos nós sabemos a polêmica que o euro provocou no mundo inteiro e as consequências para os países membros. Os países da ALBA estão seguindo por um caminho que países como Grécia não gostariam de ter entrado, se arrependimento matasse…

Dizem os habitantes dos países mais afetados pela crise que a Alemanha conseguiu o que queria.

Como um país como a Grécia poderia ficar isolado do resto da Europa? O mesmo vale para Portugal, Espanha, etc.

Quem mais ganhou com isso foram os Bilderbergers, que puderam espalhar suas riquezas por todos os países desse mercado comum. São esses mega-empresários e banqueiros que seriam capazes de provocar uma guerra mundial para defender seus interesses.

Quem mais perdeu, naturalmente, foram os Estados políticos que agora estão, mais do que nunca, nas mãos desses capitalistas, investidores e banqueiros. No Brasil nem há mais o que roubar, já está tudo nas mãos dos banqueiros, exceto o que já foi para os paraísos fiscais.

Eu não concordo que a ALBA poderá ser um duro golpe para o dólar, como moeda internacional. A economia americana, assim como o dólar, é gigantesca e até a dívida está na mão dos mega-empresários.

Entretanto, a ALBA poderia vir a ser um começo, uma semente, mais uma alternativa a ser utilizada como válvula de escape para problemas econômicos globalizados, além de ajudar a conter a crise à nível regional, protegendo alguns países.

Essa é uma visão otimista, porque se essa medida visar interesses de empresários, então o problema será o mesmo de qualquer bloco econômico/mercado comum.

O primeiro exemplo de mercado comum, BENELUX, formado pela Bélgica, Nederland (Holanda) e Luxemburgo, tinha objetivos bem claros de fortalecer o comércio entre esses três países, deu certo até essa crise mundial.

Os dois anos mencionados no texto, credenciam essa iniciativa com regular e interessante. Somado ao fato de que os países envolvidos tem economias similares, assim como culturas em comum, falarem a mesma língua, etc., isso também ajuda.

Eu não acredito que daria muito certo, se fossem incluídos países com economias diferentes, como o Brasil e Paraguai, mas isso também depende das regras estabelecidas, ou seja, como nós não as conhecemos, só nos resta esperar e torcer.

A China tem promovido acordos bilaterais entre os países separadamente, mas a sua intensão parece ser claramente para fortalecer, ou seja, não tem interesse em prejudicar seus parceiros. Prova disso, é que a China tem feito acordos em épocas distintas.

Outro exemplo da prática internacional chinesa, foi o acordo com o Brasil. O acordo foi mal feito e Lula teve de voltar para reajustar.

Em acordos dessa natureza, é  muito importante observar a distribuição de renda entre as pessoas desses países e suas infra-estruturas, caso contrário, pode acontecer uma crise como a europeia. Depois da crise, se países como a Grécia forem abandonados, haverá consequências.

Políticas truculentas causam guerras e conflitos, como no Oriente Médio, ou pode enlouquecer toda uma população, criando psicopatas e maníacos, como acontece na sociedade americana e ameaça também o Brasil, seu clone.

Nada disso deverá acontecer na ALBA, um mercado comum socialista e que, pelo menos por enquanto, ainda não possui problemas complexos, pretensiosos, megalomaníacos.

Eu sou contra blocos econômicos, já que são anti-democráticos, onde as regras são elaboradas independentemente do que as pessoas pensam. Basta perguntar para seus idealizadores se gostariam de transformar todos em um só país e um só presidente, todos seriam contra.

Também não sou ingênuo a ponto de achar que vivemos em uma democracia, ou que todos os governantes são justos. Tudo depende das regras e do grau de dependência a que esses países serão submetidos.

By Jânio

Blocos Latino-americanos

agosto 6, 2012 Posted by | internet | , , , , , , | Deixe um comentário

Brasil poderá ter sua própria moeda internacional

moeda internacional

O banco de desenvolvimento da China está a ponto de firmar um acordo com o bloco BRICS (integrado pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) para ampliar a esses países, empréstimos em sua própria moeda.

Este acordo tem por objetivo impulsionar o comércio internacional e internacionalizar o Yuan, convertendo a moeda chinesa em um meio de pagamento do comércio internacional, além de reduzir a imensa reserva de dólares da China.

Desta maneira, as nações do grupo BRICS poderiam também usar sua própria moeda.

Para a China, competir com o dólar será um grande desafio, competindo nas transações internacionais e mercado de crédito.

Essa iniciativa do Banco de Desenvolvimento da China, aliado ao forte crescimento do BRICS, poderia atrair outros países para o bloco. Pelo menos é o que acredita o analista financeiro Eduardo Ávila.

“A causa da última crise foi a força da moeda. Juntos, notamos como as economias avançadas tem problemas e, por outro lado, como as economias emergentes estão tendo um bom desempenho, confirma esse especialista.

Segundo Ávila, trata-se de um elemento importante que atrai um número significativo de todo tipo de países, sobretudo emergentes, que buscam o benefício do crescimento que estão tendo esses países.

Atualmente, menos de 13% do comércio da China com a Ásia tramita em Yuanes. entretanto, os especialistas do banco HSBC calculam que a participação da moeda no comércio regional poderá chegar à 50% nos próximos três anos.

Comentário: É muito interessante essa iniciativa do governo chinês. Já há algum tempo, o BRICS demonstrou interesse em impor suas próprias moedas no mercado internacional, como comentamos aqui no blog, mas os países desenvolvidos tem seus próprios problemas, sem se preocuparem com os países em desenvolvimento.

Enquanto a China apresentava um grande crescimento, mesmo durante a forte crise, o Brasil tinha a economia mais forte do bloco. Tanto um, como o outro, tinham interesse em sua própria moeda internacional.

Especialistas da China chegaram a criticar a política fiscal brasileira, mas o protecionismo brasileiro prevaleceu e a economia da China balançou primeiro, inclusive apresentando um déficit comercial histórico.

Assim como aconteceu em relação a Argentina, na desindexação da moeda, agora os corruptos do Brasil serão salvos pelo problema da China, isso porque a China passou a ser um dos maiores parceiros comerciais do Brasil. Se a China é um grande parceiro, logo, nada mais óbvio que acompanhar sua economia de perto.

Acompanhando o problema de seu parceiro comercial, a China, o Brasil viu a saída que precisava para o problema cambial, aqui. Assim como na China, aqui no Brasil, quanto mais dólares, menor o seu valor.

A queda do valor do dólar no Brasil, coloca em risco o protecionismo econômico, como é o caso da alta taxa de juros.

Resumindo: Essas medidas poderão provar que tudo o que é errado pode dar certo, assim, os impostos ficariam ainda mais altos e continuaria a corrupção e alta taxa de juros para combater a inflação.

Por outro lado, o dólar deixaria de ter tanta importância, resolvendo o problema da balança comercial, sem baixar os juros e sem baixar o roubo também.

Sem concorrência, o Brasil continuará sendo uma panela de pressão e, nós que sempre estivemos a um passo do eixo do mal, comunismo e nazismo, finalmente encontraremos, lá, o nosso lugar.

Fonte: RT-TV

Comentário: By Jânio

Moedas mais valorizadas do mundo

abril 1, 2012 Posted by | segurança | , , , , , | 3 Comentários

O real fictício

Mesma Moeda

Maldita Realidade

Quando se trata de notícias, qual notícia você prefere ouvir primeiro, a boa notícia ou a má notícia?

A boa notícia nós já publicamos, o real no topo do ranking, agora vamos a má notícia, afinal, nem tudo são flores quando se trata de Brasil.

Antes dessa análise, eu gostaria de opinar que eu acho irônico ver as moedas americana, européia e japonesa no topo do ranking a longo prazo, mais irônico ainda é ver a coroa, da Islândia, na última posição. Mesmo passando por uma grave crise, é muito triste ver a Islândia nessa situação.

Depois de atingir o status de moeda mais valorizada do mundo, o que assustou o governo brasileiro, que criou medidas para evitar a especulação, na realidade tudo é um jogo, se a elite não tem vantagens é preciso mudar as estratégias, e vale tudo para isso: conspiração, especulação, dossiês, denúncias, grampo e muitas, muitas mentiras.

…o fato é que o Brasil se tornou um ótimo país para se investir.

Como esses investimentos são a curto prazo, concluiu-se que o perigo de especulação era iminente. A bolsa de valores é o alvo preferido dos investidores internacionais.

Segundo a corretora japonesa Nomura Securities, todos querem ganhar dinheiro com a boa fase da sempre forte economia brasileira, mas ninguém paga para ver, ou seja, ninguém confia na política monetária do governo brasileiro. Assim, nenhum investidor estrangeiro tem interesse de permanecer em terras tupiniquins.

Acontece que o Clube de Bilderberg brasileiro não está disposto a desmontar seu sistema tão cedo. Para manter as altas taxas de impostos e consequentemente a corrupção, criam distorções no mercado, como desvalorizar a própria moeda para aumentar a exportação, aumentar os juros para controlar a inflação, isenção de impostos para as petroleiras investirem e, o pior de tudo, dar dinheiro aos bancos para aumentar o crédito, entre outras bizarrices.

Essa atitude dos bilderbergers brasileiros assusta os investidores internacionais, entre os 43 países pesquisados, o Brasil não passa do 29º mais confiável.

Apesar da Argentina estar em último lugar entre os latinos, culpa do imperialismo brasileiro, seu IDH segue imutável.

O caso da Argentina não é um caso isolado, essa discrepância entre a economia e o IDH, problema típico brasileiro, está se espalhando como uma praga econômica mundial. Até a China está com essas ideias estúpidas de desaceleração do crescimento e cortes de gastos, gastos de infra-estrutura naturalmente.

O Brasil está se tornando um bom mau exemplo para o mundo inteiro.

By Jânio

setembro 23, 2011 Posted by | Política | , , , , | 1 Comentário

PIB dos Brics deve ultrapassar os EUA

moeda internacional

Negócio da China

Por essa o G7 não esperava, por essa nem o FHC esperava.

Segundo analistas chineses, o PIB dos BRICS deverá ultrapassar o PIB dos EUA até 2.015. Baseados nessa pesquisas e em outros dados mais recentes, os BRICS, Brasil, Rússia, Índia, China, e agora a África do Sul, tem progredido muito em seus acordos, resta saber quem levará vantagem nisso.

Tanto a China, quanto o Brasil, querem ver suas moedas entre as moedas utilizadas para o comércio internacional, sem o qual levam uma grande desvantagem frente a outros países que mantém suas moedas desvalorizadas, facilitando suas exportações.

É natural que moedas fortes, como é o caso do Real, possam vir a ser utilizadas pelo comércio internacional, todos os países podem se beneficiar com mais duas moedas, portanto, duas novas opções.

As moedas em uso, dólar, euro, iene e libra, sofreram, e sofrem, os efeitos da grave crise que se abateu sobre a economia mundial, tornando-se desvalorizadas. Isso faz com que esses países tenham uma certa “vantagem” no câmbio, a mesma ladainha a qual nós brasileiros ouvimos a vida inteira.

Caso os BRICS consigam convencer os organismos internacionais a incluir essas duas novas moedas no comércio internacional, todas as empresas exportadoras terão duas moedas fortes e confiáveis, afinal estão sendo avalizadas por suor e sangue derramados pelos povos desses dois países. Na China, o salário de fome e o trabalho infantil ajudam tornar sua economia forte e saudável, enquanto no Brasil nós temos os impostos.

Os impostos do Brasil são tão altos, que cerca da metade de nossas riquezas fica perdida, por sonegação, corrupção ou roubo, criando um efeito cascata difícil de ser mantido nas sombras, devido às novas tecnologias.

Se a globalização era uma ambição dos Bilderbergs, constituindo-se na principal causa da crise global, fica a pergunta: De quem é o interesse pela globalização dos BRICS?

Precisamos voltar no tempo e descobrir quem começou tudo isso, certamente a resposta encontraremos na primeira letra do grupo, “B” de Brasil.

Enquanto a China defende os interesses do império chinês, aqui no Brasil, os interesses sempre foram egoístas e serão capazes de vender o Brasil pela melhor comissão de mercado.

É bom que fique claro que o povo brasileiro não tem nenhuma participação nas negociações, pelo menos o povo aqui de baixo, os pobres.

Antes de criar um novo mercado comum entre países, o mínimo que deveríamos fazer é avaliar as consequências desastrosas do euro. O euro não derrubou só o dólar, criou uma crise que afetou o mundo inteiro.

Certamente a nossa máfia deve estar muito interessada no crescimento chinês, resta saber quais são os planos da China nisso tudo. Um país que não respeita nem os seus próprios cidadãos, deverá ter ainda menos respeito pelos povos de outros países.

Os primeiros acordos entre o Brasil e China foram uma catástrofe, praticamente destruíram a indústria brasileira em um curto período de tempo.

Isso aconteceu, evidentemente, porque o Brasil não se encontrava à altura da China em termos tecnológicos, ainda enfrentamos a mesma situação.

Se a China é capaz de construir um prédio de quarenta andares, em sete dias – isso é apenas um exemplo hipotético – o Brasil levaria sete anos – esse é outro exemplo hipotético – isso se terminasse, caso a construtora não simulasse a própria falência, levando todas as economias dos pobres trabalhadores.

A China é um raríssimo caso de imperialismo perfeito, enquanto no Brasil, o que temos é um bando de trombadinhas que se revezam no poder.

O Brasil é exatamente o oposto, um caso perdido, em quinhentos anos de história patética.

O euro não deu certo porque não foi criado com esse objetivo, a ideia era facilitar as transferências monetárias do Clube de Bilderberg, sem ter que dar satisfações ou pagar altos impostos. Esse processo aumentou a concentração de capitais dos ricos, consequentemente, aumentou muito mais a pobreza.

Para que o euro desse certo, seria preciso que os países tivessem força, fossem iguais, socialmente falando. Poucos países no mundo tem condições de criar uma mercado comum.

Um sonho desse porte exige uma transformação muito grande, exige que países tornem-se solidários, humanos. Criar um mercado comum, acreditando apenas em seu poder econômico, seria um grande erro.

A inclusão dessas duas moedas no mercado internacional, será um grande avanço para o Brasil, mas que fique por aí, nada de fazer acordos sem o devido planejamento. Eu, pessoalmente, acredito que todos os acordos deveriam ser feitos separadamente, com direito a regulamentação, complementos.

Nenhum acordo que não seja vantajoso para ambas as partes, deverá ser descartado, daí a necessidade de se ter cautela, fazer ajustes, entrar em acordo.

Não é intenção da China destruir o Brasil economicamente, o Brasil não teria a menor chance de sequer afetar a china, portanto, é preciso um passo de cada vez, nesse caso, um acordo de cada vez.

O principal interesse da china, em relação ao Brasil, é a força de sua economia, a força da estabilidade de sua moeda, mas principalmente das matérias-primas. Não é de hoje que a China vem estudando a forma como o Brasil conduz sua economia, a china é especialista em copiar sistemas, econômicos, tecnológicos, menos sistemas sociais.

Se é certo que um mercado comum deva ser criado por países iguais, os BRICS não teriam a menor chance, eles só são iguais no descaso social, na maneira como tratam seus pobres, na desigualdade social.

É melhor manter tudo em níveis de acordos.

By Jânio.

abril 19, 2011 Posted by | Política | , , , , , , , | 4 Comentários

   

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