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Autoteste de HIV estará disponível nacionalmente até o fim de julho em farmácias

Vinícius Lisboa – Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Embalagem do autoteste para detecção rápida do vírus HIV vendido em farmácias (Tomaz Silva/Agência Brasil)
Embalagem do autoteste para detecção rápida do vírus HIV vendido em farmácias Tomaz Silva/Agência Brasil

O autoteste para detectar a presença do vírus HIV no organismo deve estar disponível em farmácias de todo o país até o fim do mês. Nesta semana, o primeiro teste desse tipo a ser vendido no Brasil começou a chegar às farmácias do Rio de Janeiro. O produto, que custa entre R$ 60 e R$ 70, pode ser comprado semreceita médica, e a testagem produz resultado 10 minutos após o sangue entrar em contato com o reagente.

O Brasil é o primeiro país da América Latina e Caribe a disponibilizar o autoteste em farmácias. Para a diretora do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Adele Benzaken, o produto é uma ferramenta importante para aumentar a capacidade de diagnóstico do vírus. Identificar a presença do HIV em 90% das pessoas infectadas é uma das metas da Organização das Nações Unidas (ONU) para 2020.

“Advogamos tanto com relação ao autoteste porque acreditamos que ele amplia e muito a cobertura diagnóstica. Têm pessoas que não querem ir à unidade de saúde para fazer o teste do HIV”, pondera ela, que alerta que o resultado positivo no autoteste não é um diagnóstico. Para tal, é preciso confirmação de outros exames e acompanhamento de profissionais de saúde. “O teste da farmácia não é confirmatório. Com o autoteste positivo, deve-se buscar imediatamente a unidade de saúde para fazer novos testes confirmatórios”, explica.

Segundo a diretora, o produto não será comprado pelo ministério para ser disponibilizado em unidades de saúde por causa do seu preço. “Sob o ponto de vista financeiro, ele está muito caro para adotarmos. Hoje, o Ministério da Saúde adquire o teste rápido por R$ 2. Nesse momento, achamos que o mais vantajoso é continuar comprando o teste rápido que já compramos e distribuímos”.

Janela

Segundo a farmacêutica Orange Life, que produz o kit no país, a distribuição será levada a São Paulo e Espírito Santo na semana que vem, para depois expandir-se para o restante do território nacional. Os primeiros 10 mil kits de testagens foram distribuídos para algumas redes de farmácias no estado do Rio ao longo da última semana.

A responsável técnica da Orange Life, Larissa Lima, afirma que o teste tem 99,9% de precisão, mas só detecta a presença do HIV ao menos 30 dias após a relação sexual em que houve a transmissão. Antes disso, o organismo do indivíduo ainda não produziu anticorpos –  e são eles que apontam a presença do vírus durante o teste. Caso o resultado seja negativo, é recomendável repetir o teste mais vezes, 30 dias depois, 60 dias depois e 90 dias depois, segundo Larissa. Além dos instrumentos para a realização do teste, a embalagem do  teste contém os contatos do Disque Saúde (136) e um número da própria empresa farmacêutica, que também prestará informações ao usuário gratuitamente.

Tratamento

A diretora do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Valdiléa Veloso, acredita que o teste será importante para que os soropositivos possam começar o tratamento mais cedo, o que permite uma melhor qualidade de vida: “Se forem diagnosticadas e tratadas precocemente, a expectativa de vida [das pessoas com HIV] é semelhante à da população em geral. Então, é importante que elas se testem”.

A pesquisadora acredita que a possibilidade de o teste ser feito em casa é uma ferramenta para levar a testagem a pessoas de grupos vulneráveis, que têm receio de buscar o serviço de saúde. “Essa disponibilização na farmácia é uma oportunidade para que as pessoas que não se sentem bem no serviço de saúde possam comprar o teste, se testarem e ter o seu resultado de forma reservada”.

Para Valdiléia, a chegada do autoteste e a adoção da profilaxia pré-exposição, tratamento em que remédios consumidos regularmente reduzem a chance contágio, completam o leque de prevenção ao HIV no país. “As barreiras ainda continuam sendo o preconceito e a discriminação, e isso faz com que as pessoas não se abram para conversar sobre risco, prevenção. Isso principalmente com o retardo do diagnostico”.

Estigma

Ativista pela prevenção ao HIV, Josimar Pereira da Costa é membro da secretaria-executiva do Fórum de ONGs/AIDS e colaborador do Grupo Pela Vida. Ele concorda que mais possibilidades de testagens são bem vindas, mas vê com preocupação os testes feitos em casa. Josimar pede mais campanhas de conscientização para quebrar preconceitos contra a população soropositiva e desmistificar o que é viver com o vírus, para que a pessoa que tiver um resultado positivo no autoteste esteja mais preparada.

“O Brasil é um país em que há um grande estigma contra o HIV, e a pessoa tem medo de se revelar, medo de se expor, por conta de toda essa questão. Existe um preconceito que vê a pessoa como sendo intocável. Ela é rotulada como promíscua”, diz ele. “É preciso dar muito apoio a essa pessoa, que testou sozinha em casa e descobriu que tem uma doença sem cura contra a qual ainda existe um estigma muito grande”.

Costa vive com HIV há 27 anos e também acredita que as unidades básicas de saúde precisarão ter portas de entrada bem preparadas para atender os que realizaram o teste em casa. “Na clínica da família, por exemplo, tem que estar preparado desde o agente de saúde que vai receber essa pessoa”.

A diretora do Ministério da Saúde afirma que a pasta realiza campanhas para combater a discriminação e destaca que a experiência dos países em que o teste foi disponibilizado é positiva. “O autoteste já é uma realidade fora do Brasil há mais de uma década e não temos nenhuma evidência de que isso provoca algum tipo de dano para a pessoa que é autotestada positivo. Ela não difere das outras [que testaram em outros locais]”, aponta.

Edição: Amanda Cieglinski
 
Agência Brasil
 
 

julho 9, 2017 Posted by | Saúde | , , | Deixe um comentário

Celebridades com AIDS

 

AIDS X Famosos

Celebridades com HIV

Amanda Blake – (1929-1989) – Atriz americana mais lembrada por seu papel como Kitty Russell na série de televisão Gunsmoke.

Jim J. Bullock – (Nascido em 1955) – Ator americano que estrelou o seriado Too Close for Comfort, Declassified of Ned e a voz de Queer Duck.

Merritt Butrick – (1959-1989) – O ator americano mais lembrado por interpretar o filho do capitão Kirk nos filmes Star Trek II e III.

Ian Charleson – (1949-1990) – O ator britânico cujo papel mais conhecido foi interpretar o atleta Eric Liddell no filme Carruagens de Fogo.

Keith Christopher – (1957-1998) – Ator e cantor americaano mais conhecido por papéis de personagens HIV positivos na NBC, como a série Another World e na CBS The Guiding Light.

Brad Davis – (1949-1991) – O ator americano, fez o papel de Billy Hayes no filme Midnight Express.

Robert Drivas – (1938-1986) – Ator americano de filmes para televisão e ator de teatro.

Denholm Elliott – (1922-1992) – Ator britânico; ganhou três prêmios BAFTA como melhor ator coadjuvante em Trading Places, A Private Function e Defesa do Reino, bem como uma nomeação para o Oscar em A Room with a View. [5]

Richard Frank – (1953-1995) – Ator americano de televisão e de cinema mais conhecido como no filme Amadeus.

Leonard Frey – (1938-1988) – Ator americano da Broadway e ator de cinema, ganhou uma nomeação de Oscar como Melhor Ator Coadjuvante na versão cinematográfica de O Violinista no Telhado.

Tom Fuccello – (1936-1993) – O ator americano, conhecido por seu papel como Dave Culver na série de televisão Dallas.

Kevin Peter Hall – (1955-1991) – O ator americano, ator em Predator e Harry e os Henderson.

Christian Haren – (1935-1996) – Ator e modelo americano mais conhecido por interpretar o Homem de Marlboro em anúncios impressos.

Rock Hudson – (1925-1985) – O ator americano, primeira grande celebridade americana a divulgar publicamente o status HIV.

Michael Jeter – (1952-2003) – Ator de cinema americano e do teatro, ganhou um prêmio Tony em 1990 para o musical Grand Hotel.

Larry Kert – (1930-1991) – Ator de filmes americanos e ator de teatro.

Remi Laurent – (1957-1989) – O ator francês Laurent Baldi foi ator no famoso filme franco-italiano La Cage Aux Folles.

Irving Allen Lee – (1948-1992) – Novela americano e ator de musical.

Tom McBride – (1952-1995) – Ator e modelo americano; mais conhecido por seu papel em Sexta Feira 13 – 2 (Friday the 13th Part 2) e pelo seu trabalho de modelo como o Homem de Marlboro.

John Megna – (1952-1995) – Ex-ator mirim americano, To Kill a Mockingbird.

Mueller – (1949-1989) – Ator americano e escritor, participou dos primeiros filmes de cineasta John Waters.

Timothy Patrick Murphy – (1959-1988) – O ator americano desempenhou o papel de Mickey Trotter na série de televisão Dallas.

David Oliver – (1962-1991) – O ator americano atuou em A Year in the Life.

Ilka Tanya Payán – (1943-1996) – Dominicana, filha de atriz norte-americana e advogado e ativista. Ela foi uma das primeiras celebridades latinas a divulgar publicamente o seu estado.

Mark Patton – (Nascido em 1958) – O ator americano mais conhecido por interpretar Jesse Walsh em A Hora do Pesadelo 2 (A Nightmare on Elm Street 2): A Vingança de Freddy.

Anthony Perkins – (1932-1992) – O ator americano mais conhecido por seu papel como Norman Bates no filme Psicose de Alfred Hitchcock.

Werner Pochath – (1939-1993) – Ator austríaco.

Keith Prentice – (1940-1992) – Ator de teatro americano e ator de novela.

Kurt Raab – (1941-1988) – Ator alemão conhecido por seu trabalho com o diretor de cinema cult Rainer Werner Fassbinder.

Dack Rambo – (1941-1994) – Ator americano que interpretou Jack Ewing na série de televisão Dallas.

Gene Anthony Ray – (1962-2003) – Ator e dançarino americano; mais conhecido por sua interpretação inteligente de Leroy, dançarino de street dance em Fame, em 1980, e para a televisão, spin-off.

Robert Reed – (1932-1992) – O ator americano desempenhou o papel de Mike Brady em The Brady Bunch.

Tony Richardson – (1928-1991) – Diretor de cinema britânico; recebeu dois Oscars (Melhor Diretor e Melhor Filme) para Tom Jones (1963).

Larry Riley – (1952-1992) – O ator americano; desempenhou o papel de Frank Williams na novela Landing Knots

Howard Rollins – (1950-1996) – O ator americano, nomeado para o Academy Award de Melhor Ator Coadjuvante por sua atuação no filme Ragtime, em 1.981.

Sean Sasser – (1968-2013) – O ator americano na MTV, ativista da Aids, e chefe de pastelaria.

Tommy Sexton – (1955-1993) – Ator e comediante canadense.

Ray Sharkey – (1952-1993) – O ator americano; ganhou um Globo de Ouro de Melhor Ator – Filme Musical ou Comédia por sua atuação em O Idolmaker.

Paul Shenar – (1936-1989) – Ator americano de filmes e teatro; atuou no filme Scarface.

Stephen Stucker – (1947-1986) – Ator e comediante americano; mais conhecido por filmes de aviões (Airplane!).

Tom Villard – (1953-1994) – O ator americano.

Cantores:

Cazuza – Cantor e comositor brasileiro – 1.958 a 1.990

Andy Fraser – baixista e compositor – 1.952

Ray gillen – Cantor das bandas Black Sabbath e Badlands – 1.959 – 1.993

Freddie Mercury – Cantor e compositor da banda Queen. 1.946 – 1.991

Renato Russo – Cantor e compositor da banda Legião Urbana – 1.960 – 1.996

Paul Jabara – Compositor de Lats Dance para Donna Summer.1.948 – 1.992

Jacques Morah – Compositor e co-criador do Village People – 1.947 – 1.991

Syvester – cantor discoteca – 1.947 – 1.988

Atores pornográficos

Mark Anthony – (born 1967) – British pornographic actor.

Brooke Ashley – (born 1973) – South Korean born American pornographic actress.

Dawson – (born 1973) – American pornographic actor.

Tricia Devereaux – (born 1975) – American pornographic actress.

Karen Dior – (1967–2004) – American transvestite pornographic actress.

Casey Donovan – (1943–1987) – American pornographic actor.

Matt Gunther – (born 1963) – American pornographic actor.

John Holmes – (1944–1988) – American pornographic actor.

Darren James – (born 1964) – American pornographic actor; transmitted to Lara Roxx, Miss Arroyo and Jessica Dee, causing an international pornography-industry AIDS scare.

Kurt Marshall – (1965–1988) – American pornographic actor.

Wade Nichols – (1946–1985) – American pornographic actor and soap opera actor; committed suicide after receiving HIV diagnosis.

Scott O’Hara – (1961–1998) – American pornographic actor, poet and editor/publisher.

Brad Peters – (1952–1992) – American pornographic actor, director and producer.

Al Parker – (1958–1994) – American pornographic actor.

Johnny Rahm – (1965–2004) – American pornographic actor.

Erik Rhodes – (1982–2012) – American pornographic actor.

Lara Roxx – (born 1982) – Canadian pornographic actress; see Darren James entry.

Aiden Shaw – (born 1966) – British pornographic actor.

Joe Simmons – (1959–1995) – American pornographic actor.

John Stagliano – (born 1951) – American pornographic actor; best known for his Buttman series of films, which is credited with sparking the gonzo adult film genre.

Joey Stefano – (1968–1994) – American pornographic actor; was a model in Madonna’s book Sex.

Marc Stevens – (1943–1989) – American pornographic actor.

Eric Stryker – (1954–1988) – American pornographic actor.

Cole Tucker – (born 1953) – American pornographic actor.

Marc Wallice – (born 1959) – American adult film actor.

Josh Weston – (1973–2012) – American adult film actor.

Fonte: wikipedia

novembro 9, 2014 Posted by | curiosidades | , , , | 2 Comentários

Doenças tem cura

batalha contra vírus

Doenças sem Cura

Vamos começar esse texto com uma má notícia: Nenhuma doença tem cura.

Foi isso o que o médico disse sobre a minha bronquite, mas a bronquite não era o meu maior problema, no meu resfriado eu havia reunido todas as doenças que um resfriado poderia provocar.

O médico me avisou que a má notícia era que a minha doença não tinha cura, e que a boa notícia, era que nenhuma doença tem cura.

Eu acredito que a medicina trabalhe com base na capacidade de defesa de nosso próprio organismo, pelo menos é isso o que acontece com as vacinas, como a da gripe, onde a vacina provoca uma gripe menor, forçando o nosso organismo a estar mais alerta e a combatê-la.

Doenças que vencem a nossa imunidade, como a AIDS, forçam os cientistas a atacarem o próprio vírus, HIV, tornando o processo de cura muito mais árduo. Já no caso do câncer, onde a doença é resultante das mutações das próprias células, demoraram milhares de anos até que o ser humano finalmente encontrasse uma solução, destruindo as células cancerosas.

De um modo geral, o que notávamos é que o homem ia se adaptando ao seu modo de vida, aos seus problemas, mas sem mudar sua natureza. A lei de Lavosier era implacável: Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.

Todas as respostas para os nossos problemas, encontram-se nesse mundo, o problema é encontrar essas respostas.

Dizia-me o médico que alguns vírus demoram vinte e cinco anos para serem controlados pelo organismo. Se a pessoa já tem sessenta anos, por exemplo, ela só conseguiria vencer esse vírus aos oitenta e cinco, o problema é que nessa idade essa pessoa estaria muito fraca para lutar contra uma possível recaída, daí surgiu o conceito da doença sem cura.

O fato de alguns vírus supostamente incuráveis, como o HIV, não se desenvolverem em algumas pessoas, recentemente foi possível observar isso também na gripe influenza, mostra que na medida em que alguns desses vírus mudam de hospedeiro, tornam-se mais fracos, a ponto de se tornarem inofensivos.

Será que esses vírus realmente estão inofensivos?

Alguns cientistas seguem uma tese de que houve uma trégua entre esses vírus e o ser humano, mas eu ainda especulo sobre as transformações sofridas pelo nosso organismo, devido aos alimentos, remédios e todo tipo de química a que estamos expostos.

Será que o ser humano, espécie que controla a industrialização e o consumo de produtos químicos, está mais preparado para sobreviver ao seu próprio veneno, deixando o resto dos micro organismos mais indefesos? Nesse caso, ao invadir o corpo humano, esses vírus e bactérias estariam decretando o seu próprio fim.

Nós teremos um preço a pagar também, afinal, o extermínio de espécies inofensivas de micro organismos não estava previsto nas regras da natureza.

Atualmente nós temos procurado formas de acelerar as descobertas, isso funciona tecnologicamente, mas ofusca as descobertas que ocorreriam naturalmente.

Recentemente, os cientistas descobriram que em cada centímetro de terra, encontram-se uma infinidades, milhares, talvez milhões de bactérias e vírus que poderiam nos ajudar no combate de outros micro organismos e bactérias nocivos para a nossa saúde, ou outras doenças. Ficou claro que será preciso novas técnicas de estudo, pesquisas, visto que se torna impossível estudar cada uma dessas espécies de bactérias, vírus, plantas, etc.

Na Amazônia se encontram os meios mais tradicionais de cura, onde a ciência tradicional ainda não exterminou as ciências ocultas, homeopatia, curadeiras e benzedeiras.

Ainda há regiões onde os charopes caseiros e o chá-de-alho são suficientes para combater o resfriado, responsável pela maioria das enfermidades que nos atormentam.

By Jânio

novembro 26, 2011 Posted by | blogosfera | , , , , , , , , | 1 Comentário

   

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