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Aerofobia – Como perder o medo de voar

Aerofobia

Fobia de Avião

A tragédia do Airbus A321 russo que ocorreu  no sábado, no Sinai, provocando a morte de 224 pessoas, chocou o mundo. Dias depois, no sul do Sudão, outro avião caiu matando pelo menos 40 pessoas..Milhares de pessoas ao redor do mundo têm medo de voar. Esse medo se intensifica ainda mais quando chegam notícias assustadoras como  estas. Como superar o medo de voar e por que é importante vencer esses medos?

O que é aerofobia?

Um em cada três passageiros tem medo de voar. Medo extremo de voar é chamado de aerofobia, que de acordo com psicólogos é um problema complexo relacionado tanto a falta de conhecimento dos princípios básicos da aviação, quanto com à própria psicologia de cada pessoa. Os sintomas de Aerofobia podem ser fisiológicos e psicológicos.

Um dos sintomas mais evidentes que mostram uma pessoa com aerofobia é quando esta quer evitar voar e tenta a todo custo justificar . Mas também pode ficar evidenciado já em pleno voo, quando a pessoa presta atenção a cada ruído dos motores, por exemplo. Além disso, algumas pessoas sofrem de sudorese excessivas, palpitações ou vertigens  durante a decolagem e o voo.

Instruções: o que fazer ou não fazer

O piloto da aviação e psicólogo Alexei Guervash diz que é possível superar o medo de voar e para isso oferece uma série de medidas para resolver este problema que complica a vida.

  • Trocar os pensamentos maus pelos realistas e seguir a lógica

“Qualquer fobia é um medo infundado. Esse medo não tem nenhuma relação com a realidade e está só na cabeça”, disse o especialista. O mais importante é aprender a perceber a realidade objetiva e não ter medo da especulação. “Na verdade, a realidade é que o avião é um dos meios de transporte mais seguros. (…) Em cada 10 milhões de viajantes, um morre. Este é um número muito baixo considerando que as aeronaves anualmente transportam 5.0 bilhões de pessoas “, diz ele.

  • Obter conhecimento objetivos da realidade da aviação

Para atenuar o medo de voar, é especialmente importante receber  conhecimentos aeronáuticos adequados, garante Guervash. Nesse sentido, é aconselhável  estudar como um avião voa e como ele é controlado no ar; como as manobras são realizadas no ar e  o que o estado físico pode causar. Também deve-se informar melhor sobre as medidas para se proteger em caso de uma emergência. Na história tem sido registrado casos em que  a reação  dos passageiros  foi vital.

  • Não analise o processo de voo

“Não adianta tentar estar ciente de ruído do motor, ou fazer o monitoramento do comportamento dos membros da tripulação e não tire conclusões apressadas quando o avião não estiver pousando e estiver dando voltas sobre o aeroporto”, insiste o especialista em aviação, notando que apenas os pilotos profissionais que se formaram na academia de aviação civil podem fazê-lo corretamente. Ele também observa que “o barulho do motor pode ser alterado durante o voo e isso é  normal, a turbulência é tão normal quanto  o fenômeno provocado pelas ondas no mar”, diz ele.

  • Alterando o foco

Quando você estiver na aeronave, em voo, e estiver experimentando algo parecido com um ataque de fobia,  práticas de respiração ajudam, assim como as técnicas de som são muito eficazes, de acordo com  psicólogos russos que participaram da conferência em Moscou, dias após a catástrofe do A321. Por exemplo, é aconselhável  ‘cantar’ sons ‘a’ e ‘i’, que permite, de acordo com especialistas, controlar o estado psicofisiológico. “O importante é controlar o estado psicofisiológico e não as condições de voo”, dizem.

  •  Voar, apesar do medo

Sempre que houver uma opção,  voar em um avião ou viajar em um  trem,  melhor  superar o medo e escolher a primeira opção, aconselha o especialista. “Quanto mais você for contra o medo,  mais provável sua superação”, diz Guervash.

  • Não beba bebidas alcoólicas e não tome sedativos

Alguns acreditam que o álcool ou substâncias sedativas podem ajudar a reduzir ataques de ansiedade durante o vôo, mas é uma crença errônea. simplesmente não funciona, de acordo com psicólogos. “O álcool é exitante, por isso não ajuda a tranquilizar. Dá um estado de euforia que finalmente faz com que você tenha mais ansiedade”, de acordo com o psicólogo Luísa Martin.

“A aerofobia não tratada a tempo pode evoluir para outras fobias. É muito provável que em poucos anos se desenvolvam não apenas  fobia de aviões, mas de espaços fechados, escuridão, altura e assim por diante”, diz Alexei Guervash.

Fonte: RT-TV

Síndrome do Pânico

Problemas de desmaios

O mistério do sonambulismo

novembro 8, 2015 Posted by | Saúde | , , | Deixe um comentário

Socialismo – China X URSS

comunismo chinês

Diferenças Socialistas

  1. A ideia de que a tomada violenta do poder pode ser feita não por uma insurreição armada de base operária que tome o poder de Estado e depois o consolide mediante a guerra civil, como sucedeu na Rússia, mas sim por uma inversão da ordem das coisas: primeiro a guerra civil, de base camponesa e prolongada, que acabe por cercar e conquistar as cidades e finalmente tomar o poder de Estado. Mao defendeu a ideia de que o campesinato era uma força revolucionária que poderia ser mobilizada pelo Partido Comunista sob o seu liderado. Ainda mais: considerava que a força motora da revolução devia ser a imensa massa camponesa que sobrevivia nas relações quase feudais do latifúndio chinês, enquanto o proletariado devia ser a força diretriz.
  2. Associada à ideia anterior, a denominada linha de massas. Enquanto Lenin considerava que para a tomada do poder não era necessário, nem sequer possível, ter o apoio da maioria dos operários e muito menos dos camponeses, e que era a própria tomada do poder que poderia depois permitir conseguir esse apoio, com alguns decretos populares (a paz, a terra e o pão), Mao defendia que era preciso desde o princípio lograr o apoio permanente dos operários e sobretudo dos camponeses à guerra civil, mediante uma sintonia profunda entre o Partido e as aspirações populares. É por isso que o maoísmo se tornou o modelo de todas as guerras de guerrilha posteriores. A linha de massas deu ao maoísmo uma natureza sempre diferente da do bolchevismo e das experiências socialistas típicas dos países europeus. De um modo geral, as execuções de “inimigos do povo” eram precedidas de julgamentos com grande participação popular, com um intuito pedagógico muito diferente do dos métodos aplicados pela Tcheka, caracterizados, após a guerra, pelo desaparecimento silencioso dos opositores. Os militares do exército branco que se rendiam eram em regra integrados no exército vermelho, e muitos oficiais e patrões foram também aceitos, desde que aceitassem honestamente a direção do partido. De um modo geral, pode-se dizer que o comunismo maoísta nunca teve semelhanças com a experiência socialista da União Soviéticaou dos países do Leste europeu. Talvez o melhor exemplo dessa diferença seja o destino dado ao monarca do regime deposto na Rússia e na China: enquanto na primeira ele foi fuzilado, bem como toda a sua família e criadagem, sem julgamento, na China o imperador foi “reeducado” e mais tarde empregado como cicerone do palácio que outrora fora dele e que depois passou a ser aberto ao povo.
  3. Ligada às anteriores, a utilização do campesinato para a revolução. Embora Marx e Engels colocassem a responsabilidade da revolução no proletariado e mais especificamente Lenin se centrasse no proletariado urbano e na inteletualidade próxima ao POSDR, a linha de massas de Mao obrigava a dirigir-se à maioria social do país, que era de base camponesa. O campesinato ganhava assim uma centralidade que não tinha no caso da experiência russa, onde era absolutamente ignorado.
  4. Permanência das classes sociais. Segundo Mao, as classes sociais permanecem depois da tomada de poder pelos revolucionários, de modo que também deve continuar a luta de classes durante o governo socialista, já que a burguesia mantém, após a revolução, a capacidade de restaurar o capitalismo. Evitar que isso acontecesse na China foi o principal motivo para organizar a Grande Revolução Cultural Proletária

Fonte: Wikipedia

Verdade inconveniente do Tibet

agosto 31, 2015 Posted by | Política | , , , | 1 Comentário

Autodidata – Faça você mesmo

Descobertas e necessidade

Aprendizado Natural

É curioso como em pessoas, com um certo grau de formação, são verificados interesses pelo tema autodidática, também conhecido como autodidaticismo. Talvez por necessidade de continuar aprendendo, mas com liberdade de pensamento.

Esse tema, como tantos outros, apresenta muita contradição quanto a sua essência e filosofia.

Uma pessoa autoditada é aquela que aprende algo sozinha, sem formação específica na área, curiosamente, é muito mais comum do que parece.

Através da autodidática, podemos ver como as pessoas escolhem mal suas profissões, formando-se em uma área, mas atuando em outra.

Vejam bem: Em grandes centros urbanos, é possível fazer um curso técnico no colegial, isso poderia indicar a vocação de uma pessoa, mesmo antes do vestibular; em pequenas cidades isso já não é possível.

Apesar disso, mesmo em grandes centros urbanos, não é o que acontece. A busca por profissões de acordo com o mercado acaba prevalecendo.

Para se saber qual a nossa vocação, é preciso voltar no tempo: Ver quais foram os professores que mais nos elogiaram; quais foram nossas melhores notas na escola; quais foram os nossos melhores trabalhos; maior interesse, etc.

Apesar dessas regrinhas básicas, ainda tem o problema financeiro. Em algumas profissões, é quase impossível ter um rendimento satisfatório.

Por esse e por outros motivos, a lei da oferta e da procura, as pessoas não escolhem a profissão em que mais se adaptam e dominam, escolhem aquelas que tem mais retorno.

Qualquer profissão poderia ser a ideal, desde que sua educação  tornasse o processo de ensino prazerosa, compensando a baixa remuneração, o que raramente acontece.

Assim, temos fazendeiros formados em medicina, cientistas trabalhando no serviço público, políticos trabalhando no comércio, etc.

É fácil  observar notícias de pessoas que inventaram algo simples, fora de suas áreas, mas que será tão desenvolvido que dificilmente alguém notara seu princípio básico e o seu inventor.

A área de informática, por ser muito dinâmica, passou por essa fase. No início não haviam faculdades, tudo era criado por profissionais autodidatas, até hoje isso pode ser observado.

Hoje, encontramos mais informações em blogs ou pequenos portais que em sites das grandes corporações. Fica evidente que a profissionalização da informação manipulou sua essência, a de informar e mostrar a verdade.

A autodidática tem influenciado muito a própria didática, pela sua liberdade de criação, ausência de métodos e técnicas rígidos, levando a descobertas de novos rumos para o conhecimento. Se por um lado o autoconhecimento pode encontrar um limite para o seu autodesenvolvimento, por outro lado é extremamente criativo, útil e empreendedor.

O empreendedorismo possui uma relação muito direta com a autodidática, assim como possui uma certa relação com o pioneirismo também. Se o processo do pioneirismo aumenta os riscos no empreendedorismo, a autodidática diminui.

É sabido que quanto mais conhecimentos em áreas diversas o empreendedor possua, maior será a facilidade com que resolverá problemas essenciais para o seu crescimento.

Estudiosos afirmam que o autodidata deveria concluir sua formação, com a qual teria as portas abertas no mercado tradicional, onde é fundamental um título.

No mercado tradicional, os títulos são mais importantes que a ideologia, a filosofia e a capacidade de cumprir metas de um bom autodidata. Poderíamos dizer que as faculdades são centros preparatórios de empregados, profissionais que não pensam, apenas obedecem e executam suas funções com as tecnologias que lhe são passadas.

A autodidatica não deve ser confundida com ensino alternativo, também não pode ser visto como um aprendizado isolado. O autodidata se vale de livros e pessoas com sabedorias suficientes para passar algum conhecimento,  as bibliotecas são seu lugar favorito.

Um autodidata pode aprender sozinho, por tentativas e erros, mas a consulta e acompanhamento por conhecimentos externos são constantes. Autodidatas são responsáveis por esclarecer muitas teorias, ou partes delas, que não foram totalmente entendidas.

Aqui notamos, novamente, a presença do autodidata na informática. O hacker, que não deve ser confundido com lammers ou crackers, são pessoas que desafiam constantemente as estruturas de programação de sistemas, sendo responsáveis pelo sucesso da web 2.0 e a criação de vários softwares, além de sua presença frequente em fundações de tecnologia.

A autodidática promove o desenvolvimento natural do autodidata, propiciando o aprendizado natural em várias áreas diferentes.

Mesmo na informática, podemos notar que em alguns setores há profissionais que controlam suas funções, mas não dominam totalmente, muitas vezes sendo vítimas de suas próprias ferramentas. Isso acontece porque as escolas ensinaram a fazer, mas não explicaram totalmente a funcionalidade do processo aprendido.

A internet foi um passo importante na evolução dos autodidatas, informações que poderiam levar dias, semanas ou meses para serem acessadas, hoje podem ser acessados à distância de um clique. Todas as pessoas que usam a internet, devem dar o máximo de importância a otimização.

A lincagem através dos sites, acelera muito o acesso às informações. Não se deve ter medo de incluir links de sites e portais, nem subestimar a real importância deles.

A maioria dos internautas aprende rápido; aprende a aprender rápido; desenvolve uma aptidão autoditática muito grande. Eu considero a interação uma filosofia de vida, a melhor forma de encontrar respostas que poderiam levar anos para serem encontradas.

Cada processo na rede, interativo ou não, leva a busca de autoconhecimento, força a memória. Assim como é difícil para uma pessoa adaptar-se ao computador, é difícil adaptar-se a internet, mas no fim todos aprendem, sem exceção; a dificuldade de se adaptar não implica em dificuldade de aprender.

Assim como a autoditática não contradiz a ditática, a didática não contradiz a autodidática; um Doutor pode se tornar um autodidata, tanto quanto um autodidata pode se tornar um Doutor. Qualquer forma de pensamento contrária a esse preceito, tende a retardar a evolução do conhecimento.

Motivados por descobertas constantes, os autodidatas seguem uma linha de pensamento paralela ao pensamento acadêmico, mas por incrível que possa parecer, ele sempre será muito mais crítico, não aceitará respostas fáceis, terá em seu caminho das pedras,  palavras interrogativas: Como?; por que?; onde?; quando?; quem?…

Muitas perguntas são respondidas ainda na infância de um autodidata. Experiências da descoberta do fogo, densidade da água, presença do ar e a importância da Terra, são inevitavelmente descobertas na prática.

Quando a pessoa se torna autodidata na vida adulta, a sensação pode ser como se finalmente tivesse encontrado vida inteligente na Terra, onde a vida e o aprendizado estão lado a lado, sem nenhuma regra, movidos pela necessidade de fazer, ter, viver, sentir e ser feliz.  

Dizer que um gênio da música, como Bethoven, Bach, Mozart, Vivaldi, aprenderam a tocar com quatro anos, criaram sua primeira sinfonia aos sete anos, tornando-se conhecidos mundialmente aos dez, contraria qualquer método conhecido de didática, está mais próxima da autodidática, mas também não pode ser confundida com essa.

A genialidade e a inteligência são diferentes. Ainda não foram descobertos os princípios da genialidade, só o que se sabe é que não há explicação para tamanha facilidade de aprendizado, ou assimilação de conhecimentos.

Um gênio possui conhecimentos infinitos em uma determinada área, é como se o seu cérebro encontrasse respostas imediatas para todas as perguntas cabíveis, relevantes, com o acompanhamento de um tutor. A princípio, esse tutor também encontrará suas respostas, através de seu pupilo, mas, com o tempo, o gênio estará só em busca de seu próprio aprendizado.

Naturalmente, em algumas áreas, a sociedade não vê com bons olhos esses gênios. A partir do momento em que o raciocínio de um gênio evolui acima  do conhecimento de sua época, passa a ser uma ameça ao poder, passa a representar uma espécime de animal racional superior, quase um mutante.

Contrariamente ao gênio, a inteligência segue por dois caminhos diferentes, didática e autodidática, onde ambas deverão ter controle do que fazem, não necessariamente o domínio que está presente apenas na autodidática.

Grandes nomes, como Albert  Einstein, devem ser vistos como gênios, apesar de serem também autodidatas. Autodidata no aprendizado da matemática e da física, capaz de encontrar explicações convincentes para outras áreas, mesmo sem dominá-las completamente. A bomba atômica foi consequência dessa falta de domínio.

Nostradammus pode ser considerado um homem inteligente, tanto pelas várias áreas que ele conhecia, quanto pelo domínio dessas áreas até certo ponto, suficiente para não ser desacreditado e criar sua própria lenda. Também não há evidências sobre seu aprendizado autodidata.

Mecânicos desenhistas, carpinteiros, músicos, são apenas algumas áreas onde se pode verificar a autodidática. A maioria das faculdades surgiu da autodidática, da oferta e procura.

Bill Gates é considerado um autodidata, pelo menos no aprendizado, não na filosofia, contrastando diretamente com seus inimigos mortais, os hackers.

Autodidatas famosos:

Gottfried Wilhelm Leibniz – Matemático e Filósofo alemão – Criador da Arte combinatória, precursora da computação.

Jack London – Escritor americano autor de Chamado selvagem.

Bill Gates –  Americano fundador da Microsoft.

Alexander Grahan Bell –  Inventor escocês.

Stanley Kubrick – Cineasta americano.

Woody Allen – Cineasta americano.

Henry Ford  – Americano fundador da Ford,

Charles Dickens – Romancista Inglês.

Walt Disney – Cineasta americano.

Albert Einstein – Fisico alemão.

Jimi Hendrix – Músico americano.

José Saramago – Escritor português.

Machado de Assis – Escritor brasileiro.

Como podemos ver, pelo menos a metade dessa lista de celebridades, não seguia a filosofia autodidata, era sangue “ruim mesmo”.

Podemos notar os egocêntricos: Como Einstein, que queria saber o que Deus pensava; Walt Disney, que deu seu próprio nome a empresa; Grahan Bell, empresário e inventor envolvido em brigas por patentes, etc.

Fora esses, não dá para negar que há nomes consagrados, bons exemplos a serem seguidos.

Fonte: Wikipedia

By Jânio

outubro 12, 2010 Posted by | Ciências | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 17 Comentários

Investigação de um cidadão acima de qualquer suspeita

Procurado pelo FBI

Suspeito de Terrorismo

A diferença entre um país e outro, quando se trata de violência, é grande.

A Inglaterra, por exemplo, chegou a matar um brasileiro inocente, numa época conturbada, sob ameaça terrorista.

Apesar disso, a Inglaterra é considerada uma nação rígida no cumprimento da lei, na manutenção da segurança. Locais de risco são constantemente vigiados por policiais sem armas de fogo, as prisões juvenis são uma realidade, inclusive para ricos, que pagam pela estadia “de luxo”, sendo obrigados a seguir uma disciplina rígida e de isolamento.

No território inglês não se nota a violência do resto do império britânico.

Eu tenho uma ideia de que a polícia deve prever as ações dos bandidos, colocando-se antecipadamente nos locais de maior risco, mantendo homens para vigiar aglomerações de suspeitos, enfim, a polícia deveria ser inteligente.

Num país como o Brasil, não é isso o que acontece, parece que quanto maior a miséria, mais as pessoas precisam das igrejas, políticos e polícia. Todo o sistema de nossa sociedade parece se beneficiar com a desgraça da população.

Se não houvessem tantos problemas sociais, talvez as pessoas não procurassem as igrejas, não vendessem os votos em troca de favores políticos.

Para a polícia que tem interesse em combater o crime, há duas linhas de investigação, segundo um seriado especialista no tema, baseado em arquivos da polícia federal americana, Arquivo X:

1 – Quando bandidos fazem ameaças, ou reivindicam, o propósito racional de darem essa informação, é para permitir que os impeçam. Seu objetivo é promover a si mesmo.

Segundo as estatísticas, há um padrão modelo para todos os casos, onde uma ameça faz com que o crime seja confirmado, e solucionado na maioria das vezes. Se não agirem rápidos, ignorando os dados estatísticos, a lógica, o óbvio, o crime não será solucionado, vidas estarão em risco.

2 – No caso do elemento surpresa, é diferente. Atos isolados, imprevisíveis, sem antecipar imprevistos, nem esperar nada num universo de possibilidades infinitas; pode-se ficar a mercê de qualquer fato ou ato, qualquer coisa que não possa ser programada, categorizada, ou facilmente consultada.

Nesse caso,  o que vale é o pressentimento, a capacidade de farejar e investigar, seguidos apenas pelo instinto e pelo ambiente em que se encontram.

No caso do filme “Suspeito Zero”, um ex-agente federal consegue se antecipar  em quase todos os crimes, numa capacidade de “farejar” inacreditável, até para a própria polícia, que o vê como suspeito desses crimes.

Sua capacidade de estar sempre no local do crime, no momento exato em que eles acontecem, é a principal prova que pode incriminá-lo.

O filme cria um clima de gato e rato, onde os culpados pelo crime são assassinados, mas os crimes continuam acontecendo,  o próprio policial dá sinais de insanidade, podendo ser o assassino.

Suspeito Zero – Segundo a teoria, criada pelo antigo agente, um assassino em série poderia atravessar todo o país sem ser pego, contrariando padrões e repetição de comportamento. A teoria supõe alguém sem padrões, uma máquina assassina aleatória que nunca deixaria pistas, nem agiria de acordo com o que a polícia pensa, não a polícia comum.

Suspeitos zero não obedeceriam as leis ou normas comuns, contrariamente, seguiriam o contraditório, aparecendo onde não deveria aparecer, fazendo o que não deveria fazer, agindo de maneira contrária ao esperado. Segundo a teoria do suspeito zero, o próprio criador dela poderia ser o assassino, ou seja o policial poderia ser o assassino.

Para saber se o policial é o assassino, a polícia tem de achá-lo primeiro.

O mais curioso nessa história, é que a polícia poderia resolver outros casos enquanto investiga esse, devido aos ambientes sórdidos, ao faro e a intuição para desvendar um crime, desenvolvido pelo criador dessa teoria.

By Jânio

agosto 27, 2010 Posted by | Cinema | , , , , , , , , , , , , , , | 5 Comentários

Como é um relacionamento entre lésbicas

Relacionamento Discreto

Sexualidade x Sexo

Uma das perguntas que mais são feitas nos buscadores, segundo o Delicious, via WordPress é: “Como é uma relação lésbica?” – Esse será o tema de hoje, aqui no madeinblog/icommercepage.

Essa é uma pergunta que já provocava a curiosidade de marmanjos há muito tempo, mesmo antes do advento da internet.

Em primeiro lugar, é preciso que se diga que uma relação lésbica não é necessariamente uma relação bissexual, isso é bom realçar pelo fato de alguns homens terem a fantasia do chamado ménage à trois, onde um homem tem relação com duas mulheres.

Quando se trata de uma relação com uma mulher, é preciso que se diga também que nem sempre a relação sexual é o principal elemento da relação, na realidade quase nunca é.

Certa vez, li um relato onde uma lésbica comparava o pênis a um dedão do pé. Dizia ela: “Para nós, o pênis do homem é como o dedão do pé, é a última coisa que uma mulher olharia.”

E ela continuava: “Se você encontra uma pessoa, qual é a primeira coisa que você vai olhar, o rosto ou o dedão do pé?”

Assim como nem todas as lésbicas são bissexuais, nem todas as mulheres são lésbicas. Uma vez uma mulher foi radical quando foi flagrada numa situação suspeita na escola, ela iniciou imediatamente uma campanha para expor sua sexualidade.

Eu disse: “Cara, vai devagar, você vai acabar como o nome “sujo”.

Despreocupada ela respondeu: “Eu prefiro ser conhecida como uma P*** do que como S******”.

É claro que aqueles eram outros tempos, mas dá para se ter uma idéia de como as mulheres pensam. As mulheres tem uma ordem muito clara dentro de uma relação.

Primeiro elas conhecem as pessoas e depois passam a se identificar com seu comportamento, quando esse sentimento é mais forte que uma amizade, pode se tornar uma paixão avassaladora ou um eterno amor.

Recentemente, vi uma mulher dizendo: “Quando a gente gosta demais de uma pessoa, os defeitos deixam de existir; isso não quer dizer que os defeitos não existam, significa que aquilo que todas as pessoas deveriam fazer, entender-se uma as outras, fica muito mais fácil quando se ama.”

Nesse caso, o amor e a relação entre um astro/estrela e um(a) fã, são muito parecidos, podem superar quase tudo.

A convivência, o compartilhamento de idéias e bens materiais e imateriais, não difere muito das relações mais tradicionais, a relação sexual deve ser separada da sexualidade, sem que isso implique em ignorar a sua existência.

Alguns homens tiveram a idéia brilhante de observar a relação das lésbicas como uma forma de aprender mais sobre as mulheres; nesse caso, foi uma decisão acertada.

Quanto mais os homens aprenderem sobre as mulheres, mais chances terão de conquistar o amor de sua vida. Da mesma forma, seria bom que as mulheres pensassem da mesma forma, em relação aos homens, principalmente essas que acham que uma gravidez é a melhor forma de arrumar marido.

Um comportamento promíscuo independe da sexualidade, tanto uma mulher tradicional pode ser vulgar, quanto uma lésbica. É preciso manter-se discreta, quando o assunto tem a ver com sua intimidade.

Lista de Gays e Lésbicas Famosos Assumidos

By Jânio

agosto 15, 2010 Posted by | Reflexões | , , , , , , , , , , , | 130 Comentários

Como conquistar uma mulher

arte da conquista

Sonho Possível

Algumas pessoas me disseram uma vez: “Desista dessa mulher, você não tem a menor chance, uma mulher só fica com um homem por amor.”

“Em alguns casos, as mulheres até aceitam ser a outra, desde que o homem tenha dinheiro suficiente para sustentar as duas; mulher é assim, dinheiro ou amor.” – completou.  Todo o grupo concordava com cada palavra que estava sendo dito.

Enquanto falavam, eram lembrados os jogadores famosos que se casavam com modelos, atores, cantores, apresentadores de tv e até Paulo Cesar Farias, sem falar de Renam calheiros, lembravam que a regra também valia para os homens.

Eu nunca concordei com essas opiniões, sempre achei que os homens, assim como as mulheres, tem uma visão preconceituosa do sexo oposto. Há vários tipos de homens, assim como há vários tipos de mulheres, cada caso é um caso.

Sendo assim, vinha a pergunta: Qual é o segredo para se conquistar o coração de uma mulher.

Não há fórmula mágica no amor, nem pode ser programado. Assim como uma paixão avassaladora, o amor também flui naturalmente, a única diferença é na intensidade e no tempo.

Um homem e uma mulher se completam, por isso o que o homem sente, se for verdadeiro, sempre será uma arma a seu favor. As mulheres sabem muito bem a diferença entre um aventureiro conquistador e um homem romântico, elas tem muita sensibilidade.

Nem precisa dizer que o conquistador vai suar a camisa, gastar todo seu esforço e dinheiro, mas o máximo que poderá conseguir, será uma Barbie-girl. As mulheres maduras e inteligentes jamais cederão aos caprichos de um dom juan.

A diferença entre uma mulher inteligente e uma patricinha, é que a mulher inteligente parece de fato uma mulher, é completa, enquanto as patricinhas parecem um manequim de loja, uma campanha de refrigerante. As patricinhas não tem personalidade forte, cedem facilmente ao consumismo e às aparências, mudam de opinião sem mudar de ideologia, ou vice-versa.

Ficar com uma patricinha é como ficar sozinho, sem ninguém por perto, sem poder conversar sobre nenhum assunto que seja interessante, sem participar de nenhum evento cultural, é não viver. Se o homem tiver as mesmas características dela, pode até ser que dê certo.

Algumas pessoas dizem que os iguais se atraem, outros não concordam, afirmam que são os opostos que se atraem. No fundo são todas partes de uma visão preconceituosa de uma sociedade machista e consumista, movida pelas aparências.

Criar uma lógica para o amor, será condenar os amores verdadeiros a uma existência de sofrimento e dor.

Se o amor é mais forte que a morte, certamente será mais forte que tudo. Será mais forte que o tempo, espaço, dor, tudo. Há casos de amor em que o amor surge sem que a pessoa entenda o porquê; o amor é assim, existir  apenas, já é suficiente, basta.

A arte da conquista envolve o conhecimento da pessoa amada, suas qualidades, seus desejos, tudo o que faz parte de seu universo. Para identificar o perfil de uma mulher, basta ter paciência  e sensibilidade, várias características podem ser observadas em uma única mulher, como veremos a seguir.

Amor – Como já dissemos, o amor é suficiente para que a felicidade de uma verdadeira mulher esteja satisfeita. Também é certo que o amor está além do tempo e da morte, por isso não tem hora, nem data, para começar, o certo é que nunca acabará.

Quando a mulher ainda não ama, não adianta forçar, mas é preciso sensibilidade para saber se há alguma chance. É o seu próprio universo que determina a aceitação ou não do pretendente; mesmo que ela diga que não, pode não ser o momento, mas os amigos dela podem dar uma pista, ajudando a saber o que de fato ela está pensando.

Dinheiro – Já foi verificada essa característica em alguns bons relacionamentos – Qual é a lógica?- vejamos: Algumas pesquisas revelaram que certas mulheres vêem no dinheiro uma forma de sobrevivência de seu filho; foi observado nessas mulheres que não era um milionário o que elas procuravam, nem o Stalone, mas o dinheiro e a saúde eram algumas qualidades verificadas, tendo como finalidade o futuro dos filhos.

Inteligência – Algumas mulheres tem atração por homens extremamente inteligentes, à sua inteligência todo o universo dela é agregado. Vejam bem, não há casos de paixão baseados nessa característica, nesse caso, falamos de amor desenvolvido a partir de uma convivência sadia, além das aparências.

Beleza – É um ítem mais relacionado a paixão, assim como o dinheiro, acompanhados de um bom relacionamento pode se desenvolver o amor, mas é uma forma muito perigosa, começar um amor por meio de uma paixão. Somados a outros fatores mais relevantes, pode até ganhar importância, mais tarde, descobre-se que é irrelevante para um bom relacionamento.

Sexo – De todos os elementos ligados a paixão, o sexo talvez seja o que mais reflete esse sentimento. Faz bem para a saúde, para o corpo, alivia a alma por um breve período de tempo, depois disso, resta apenas um vazio; não dá para se basear uma relação apenas em sexo, também não é o veneno que todos imaginam, é um desejo apenas.

Amizade – Esse sim é um sentimento que tem tudo a ver com o amor, em uma  verdadeira amizade estão presentes os principais elementos incubadores de um verdadeiro amor: Confiança, companheirismo, compartilhamento, ajuda, compatibilidade, proteção, etc.

Através de uma boa amizade, pode-se iniciar uma paixão, ao final dessa, a amizade continuará inabalável, o mesmo acontece com o amor, a diferença é que o amor jamais terminará. É preciso um certo cuidado em misturar a paixão com amizade, se não for sincera, pode abalar amizade, podendo até acabar com esta.

Coragem – Mulheres adoram homens destemidos, corajosos, por isso é melhor procurar uma mulher quando se tem certeza de seus sentimentos, porque com elas é olho no olho. Elas dão mais importância a sinceridade do olhar do que no charme ou elegância, elas gostam das coisas certas, seja amizade, amor ou paixão.

Maturidade e Responsabilidade – Essas são características que seduzem qualquer mulher, elas gostam de homens que sabem o que querem, são responsáveis, homens que gostam e tem capacidade de controlar o ambiente em que vivem. Essas são características que demonstram que o homem já se tornou homem de verdade, mesmo as dominadoras, preferem os homens responsáveis e preparados para a vida.

Honestidade – Essa é uma qualidade antiga, meio decadente, mas com um grande peso na relação. As mulheres gostam de homens  honestos e verdadeiros, uma traição, quando descoberta por outra pessoa, passa a impressão que sempre houve, que tudo foi uma farsa.

Quando uma traição é confessada, passa uma outra ideia, completamente diferente, mas a mulher saberá distinguir o arrependimento verdadeiro de uma simulação.

Religiosidade – A religião sempre foi uma das bases mais forte da família, jovens de uma determinada igreja tendem a se aproximar e não são raros os casos de casamento. Também não são raras as mulheres que preferem escolher um parceiro em sua própria religião, ou que deem importância a religiosidade.

Força – Na sociedade moderna, esta característica já está quase em extinção, apesar disso, há pessoas que são adeptas  do “corpore sano”, atividade física para essas pessoas, tem um sentido de falta de preguiça, busca de saúde, sociabilidade, esporte, entretenimento, etc. Dificilmente um esportista vai se sentir atraído por uma pessoa totalmente sedentária, para ela, é como se essa pessoa fosse um suicida.

Fama – É um caso interessante a ser estudado, apesar de estar muito próximo ao dinheiro, é bom não confundir. Algumas pessoas famosas não estão exatamente nadando em dinheiro, para quem não sabe, são os produtores e empresários os verdadeiros donos da grana, e eles não são nada famosos.

Fora isso, a super-exposição da imagem na mídia, acaba criando uma imagem positiva da pessoa, atraindo muita gente boa, e má também. Uma coisa é certa, fica muito fácil acompanhar a vida, a personalidade, o que pensa, o comportamento e até as preferências pessoais de uma celebridade de personalidade forte. 

É isso aí moçada, essas foram algumas das qualidades mais importantes que uma mulher pode valorizar num homem, e vice-verça, há muitas outras qualidades, mas essas são as mais importantes.

By jânio

agosto 7, 2010 Posted by | Reflexões | , , , , , , , , , , , , | 13 Comentários

Na época de Gengis Khan

imperador do mundo

a historia de Gengis Khan

Quem vê o povo pacífico da Mongólia nos dias de hoje, nem imagina que ali viveu o maior imperador que a Ásia já viu. Poderíamos até dizer que foi o maior imperador da história da humanidade, se levarmos em conta a extensão do seu império.

Texto da Wikipedia:

“Gengis Khan, Gengis Cã ou Gengis Cão, grafado também como Genghis Khan. Tchinghis Khaan, 1162–18 de agosto de 1227), Temudjin (nome de nascimento) nasceu na Mongólia na década de 1160, provavelmente em 1162. Supõe-se que seja descendente de um líder mongol conhecido como Kabul Khan, do clã Bojigin, que por breves anos obteve controle sobre uma Mongólia unificada. Entretanto, na época do nascimento de Temudjin, os mongóis estavam divididos em diversas tribos e clãs, cada uma governada por um cã, ou “Senhor”, que impunha-se mais pela força do que pela descendência nobre. Com Temudjin não seria diferente. Seu pai, Yesugei, foi envenenado por membros da tribo dos tártaros quando o jovem tinha 9 anos de idade. Sem que os filhos de Yesugei tivessem idade para assumir o controle da tribo, esta passou a ser comandada por um novo Khan que expulsou a família do clã para evitar futura contestação de sua liderança, forçando-os a sobreviver nas estepes, sem gado ou cavalos.

Aparentemente, a família de Temudjin teria recuperado sua fortuna através de doações de clãs solidários e através do contato com outros desgarrados.”

É atribuído a Gengis Khan a fama de sanguinário, mas ele soube controlar, como ninguém, um império que abrangia quase todo o mundo, com exceção da Europa. Como na Europa estavam os Reinos mais ricos e povoados, Gengis Khan acabou não tendo, na história, a fama que tinha César e o Império Romano.

Júlio César teve a vantagem de ter, ao seu lado, a estrutura social de Roma, podendo negociar com grandes reinos da época, convencendo-os de que a melhor maneira de sobreviverem seria não fazendo a guerra contra Roma.

Gengis Khan, por outro lado, era implacável na região da Ásia, chegando a conquistar até mesmo a China, curiosamente, com a mesma tática preferida de César, criando um cerco para evitar a entrada de mantimentos em sua capital, tática usada até os dias de hoje pelos EUA.

Várias melhorias, em estratégias de guerra, são atribuídas a ele:

O controle do cavalo apenas com os joelhos, um estilo onde o cavaleiro pode fazer com que o cavalo vire a esquerda, ou a direita, dependendo do toque dos joelhos, sem o uso das rédeas. Esse estilo propiciou aos seus guerreiros uma habilidade inigualável, podendo atacar seu adversários enquanto seus cavalos galopavam, tornando seu exército de 200.000 homens imbatível.

Outra melhoria atribuída a Gengis khan, é a hierarquia, onde um líder comanda dez homens, e assim comandado por um superior que tem em seu comando dez líderes, e assim sucessivamente até o General. Isso pode ser notado nos dias de hoje, quase na mesma proporção: Cabo, Sargento, Capitão, Tenente…

Os arcos usados pelos guerreiros de Gengis Khan eram bem mais eficientes que os arcos tradicionais, além de um número elevado de guerreiros que faziam parte tanto da infantaria, como eram arqueiros também.

Entre os fatos que chamam a atenção, na história de Gengis Khan, é o fato dele ter feito uma carnificina na Pérsia, atual Irã, quando, no envio de um de seus diplomatas, devolveram-lhe só sua cabeça.

A conquista da capital da China, cercada com um enorme muro, foi um outro feito extraordinário. Foi com a China que aprendeu a aproveitar suas conquistas, ao invés de destruir tudo.

Vendo pelo mapa suas conquistas, que iam do Irã a Sibéria, percorrendo toda a extensão do Planeta, ficamos imaginando como um homem pode controlar tantos povos diferentes, tantas culturas.

Mesmo depois de sua morte, seu império continuou em franca expansão, escrevendo seu nome na história de praticamente todas as nações da Ásia, por onde passou.

Outro fato que chamou-me a atenção, foi o curto tempo em que Gengis Khan conseguiu tamanho feito de conquistar todo o Oriente.

Com o tempo, o povo nômade da Mongólia, com seus guerreiros hábeis, misturando a cavalaria e o arco, foram superados pelas novas armas, não sem antes espalhar o nome e a lenda do maior imperador da Terra, em extensão, que o mundo já viu.

By Jânio

junho 10, 2010 Posted by | curiosidades | , , , , , , , , , , , | 1 Comentário

Ascensão e queda do império inca

território inca

Todas as pessoas que conhecem a China, com suas diversas línguas e dialetos, costumes e tradições, ficam maravilhados com as riquezas culturais propiciadas por suas tradições, entretanto, não é preciso ir tão longe para se maravilhar com tantos conhecimentos históricos e curiosidades da natureza humana.

Um bom exemplo disso, fica na América do Sul, nas ruínas do outrora majestoso Império Inca. Os números reunidos por pesquisadores a respeito desse povo, que viveu entre 1.200 e 1.553 depois de cristo, mostram como uma Nação pode evoluir tão rapidamente, desenvolver tanto, acumulando em tão pouco tempo tantos conhecimentos.

imperador inca

Evidentemente que se pensarmos bem, chegaremos a conclusão de já existir uma cultura razoável na região, afinal, um grande Estado não consegue se desenvolver, se não houver bases tornando isso possível. Daí, concluímos já haver muita cultura e respeito, na região onde nasceria o grande Império Inca, apesar dos conflitos havidos ali, antes de seu nascimento.

Estudos iniciados em 2.004, mostram ter havido ali uma civilização avançada em cerca de 3.000 anos antes de Cristo. O que mostra toda a sabedoria de Sócrates a respeito da natureza humana – “´Só sei que nada sei” – quando mais se aprende, mais se descobre a respeito de nossa própria pequenez.

machu picchu

Levanta uma dúvida, também, sobre a certeza de ser a Ásia os colonizadores da Europa. Eu sempre defendi uma tese de o homem só poder pensar em sima de uma estrutura de pensamento completa, não consegue pensar dentro do hipotético. Surgindo, daí, muitos pensamentos confusos. Sócrates quem o diga.

Nessa região falava-se cerca de 😯 línguas diferentes, a mais falada, no tentanto, era quichua a língua escolhida para ser a língua oficial do império, até por ser também a mais falada.

A vastidão do império pode ser notada com uma breve análise do mapa, onde pode se sentir a grandiosidade desse povo. O Império Inca se estendia pelo Equador, Colômbia, Argentina e Chile, mas eram Peru e Bolívia os países onde, em toda a totalidade de seus territórios, estava localizada parte do império.

Por volta de 1.800 a.c essa civilização extremamente avançada deixou a região do Norte do Peru, espalhando sua cultura por boa parte da América do Sul, dando origem, muito tempo depois ao grande Império Inca.

A civilização inca se destaca, entre tantas outras técnicas e criações, pela suas estradas e irrigação, uma mostra de milhares de anos de evolução, totalmente isolada do resto do mundo.

Quando a Civilização Inca, finalmente atingia seu apogeu, por volta do século quinze, graças a genialidade de seus governos que pregava um sistema de vida se lutas, sem fome e feliz, do outro lado do mundo, o homem vivia em sua mania de expansão, egoísmo e busca de novos territórios. No choque dessas duas vertentes evolucionistas, as consequências trágicas mostram o que a sabedoria popular está cansada de repetir. É mais fácil destruir do que construir, matar a dar a luz, assim terminando com tudo.

Pachacuti, um dos mais brilhantes e poderosos homens da cultura inca, era também um grande diplomata, antes de invadir um território, enviava um mensageiro, com a proposta de se juntar ao império, mantendo o controle local, e tendo em troca educação, passando a se tornar parte da nobreza do império.

Essas téticas lembram muito a Cézar, do império romano, mostrando a evolução do homem de duas formas, dos dois lados do mundo.

Em troca de se aderirem ao império, os povos pagavam impostos, recebiam toda a tecnologia do império, como os eficientes sistemas postais, onde os mensageiros, chasquis, transportavam mensagens em uma forma de escrita, onde uma pequena cortina feita de pequenas cordas, ou barbantes, onde os nós significavam a mensagem.

Os postos postais se localizavam de 20 em 20 km, propiciando um tráfego de informação muito eficiente. Durante um único dia, uma mensagem poderia percorrer centenas de quilômetros, cento e vinte cinco milhas, por esse sistema, útil também para se enviar mensagens oficiais.

Além do eficiente serviço postal, outro sistema muito eficiente, eram as estradas. Eram milhares de quilômetros de estradas, percorrendo todo a vastidão do império.

Por essas estradas, eram transportados, principalmente, alimentos, além de serem úteis para as guerras.

No auge de seu império, os incas chegaram a atingir toda a região andina, cerca de 3,000 km.

O imperador Manco Capac, ou Manku Qhapaq, foi o primeiro imperador do império inca, Tawantinsuyu em quíchua, o último foi Atahualpa, assassinado pelos espanhóis, de pois de pagar toneladas em tesouros pelo seu resgate.

Em seu lugar foi nomeado um imperador fantoche.

Na religião politeísta dos incas, eram construídos templos, em forma de pirâmides, dedicados ao deus Sol. A semelhança, aqui, em relação à civilização egípcia é clara, a diferença é que, enquanto os faraós egípcios eram o próprio deus, e eram enterrados nas pirâmides, na civilização inca, o imperador era divinizado, acreditavam numa força superior, mas as pirâmides eram templos e não túmulos, mesmo assim a cultura egípcia é muito parecida.

O fato dos incas terem o calendário de trinta dias, poderia se explicar o fato de Matuzalem, famoso personagem bíblico ter morrido com mais de 900 anos, poderia ser um erro na tradução, como nós sabemos a tradição cristã exige fidelidade na escrita, o que foi estendido para a tradução dos textos também.

Cada mês tinha o seu festiva, na cultura inca, onde Janeiro, significava pequena colheita, até dezembro, festival magnífico.

Os incas adoravam os deuses e ofereciam sacrifícios humanos, mas os escolhidos se sentiam honrados pois só as corretas eram escolhidas, mulheres belas ou crianças. Eles acreditavam em reencarnação e mumificação seus mortos.

O imperador era chamado de “O Inca”, daí surgiu a expressão civilização inca.

A escrita feita através de um cordão, onde eram amarrados outros, onde ficavam os nós. Cada cordão poderia significar unidade ou dezena.

Atahualpa, o último imperador inca, viveu num momento conturbado, numa guerra civil contra seu próprio irmão, em disputa da vaga de imperador deixada por seu pai.

Foi nesse cenário, com o país abalado pelas guerras, imperador enlouquecido que surgiu Francisco Pizarro, com seu exército de espanhóis.

Os incas praticavam o escambo, mas, com a chegada dos espanhóis, conheceram o valor do ouro, das doenças europeias. Com a mote do imperador por Pizarro, o império entrou em decadência.

O império abalado pela guerra civil, a invasão dos espanhóis, provocando infração, ganância pelo ouro, andes desconhecida pelos incas, e o descontentamento do povo, gerado fome, falta de alimento e crueldade dos invasores, provocou a ruína da civilização inca.

Assim, numa região onde tão montanhosa, onde um homem comum tem dificuldade sequer de sobreviver, os incas criaram um sistema de agricultura quase perfeito, numa altitude de zero a seis mil metros, as plantações eram as mais variadas.

O império acabou, mais os povos sobreviveram, sem organização ou tradição de culturas, coisa que dificilmente será recuperado.

Definitivamente, o império inca, com dez milhões de habitantes, tinha muito a ver com o império egípcio.

Principal fonte: Wikipedia

by Jânio

novembro 10, 2009 Posted by | curiosidades | , , , , , , , | 4 Comentários

   

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