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Grandes temores de una ‘gran potencia’

Publicado em 10 de jul de 2017

Una alerta sobre el creciente poder militar de Rusia: un informe del Pentágono analiza los objetivos de desarrollo de las Fuerzas Armadas del país eslavo y los riesgos que esto representa para EE.UU. En sus discursos Trump presenta a los inmigrantes como la causa de los males de Estados Unidos, mientras hay estudios que desmienten las palabras del presidente. En varios países reflexionan sobre la institución de la presidencia cuando un jefe de Estado insulta a sus críticos en las redes sociales.

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RT EN ESPAÑOL: DESDE RUSIA CON INFORMACIÓN

julho 11, 2017 Posted by | Espanhol | , , , | Deixe um comentário

Abusos de poder

Publicado em 11 de mai de 2017

Trump prometió acabar con el cabildeo en la política estadounidense, pero ha llenado su gabinete de banqueros, millonarios y empresarios lobistas: ¿quedará incumplida esa promesa? Más de las dos terceras partes de los países son abolicionistas de la pena capital, mientras la primera democracia mundial sigue practicando ejecuciones. En EE. UU. reflexionan sobre si el presidente tiene autoridad para retirar la protección de parques y monumentos nacionales.

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RT EN ESPAÑOL: DESDE RUSIA CON INFORMACIÓN

maio 11, 2017 Posted by | Espanhol | , , | Deixe um comentário

Quem roubar primeiro

Poder do Dinheiro

Poder do Dinheiro

Eu tenho lido muitas críticas ao capitalismo, sistema mais forte entre todos os que foram implantados nas últimas décadas. Sempre me vem uma pergunta perturbadora à cabeça: Capitalismo é um sistema político, social, econômico, ou seria uma mistura de tudo isso?

A terceira opção é a mais adequada mas não ajuda muito, ao invés disso, traz uma nova pergunta: Qual é o setor predominante no capitalismo?

A resposta é óbvia e está no próprio nome desse dito sistema econômico, portanto, a economia prevalece. É através desse sistema que os magnatas capitalistas conseguem privilégios, lucros, e poder, muito poder.

Entretanto, nem todos os países são iguais. Em países elitizados como o Brasil, os magnatas capitalistas decidem quem deve ser pobre, ser preso ou morrer.

Para protegê-los, um subsistema tem sido elaborado a perfeição, o sistema burocrático.

A burguesia também tem sido privilegiada por esse sistema burocrático, afinal, a maior parte do trabalho/crime, burocrático é executado por burgueses da Idade Contemporânea. É através desses trabalhos criminosos que o errado é visto como certo, sem que ninguém consiga provar o contrário.

Recentemente, houve muitas manifestações contra a censura na internet, a mídia com maior audiência do mundo. Apesar de ter a maior audiência, a internet não é considerada mídia de massa, já que é uma ferramenta pessoal, dividida por canais.

Muitos grupos financeiros tem se mobilizado em torno das principais ferramentas, com o intuito de transformar a internet em mídia de massa, mas ainda não conseguiram. A maioria das ferramentas são compradas, mas sempre tem uma que foge ao controle do dinheiro, já que é muito difícil saber qual vai se destacar.

No fundo, não são os direitos autorais que preocupam mais os capitalistas, é o monopólio da informação que encontrou um adversário a altura, apesar de a maioria dos internautas repetirem informações prontas.

Entretanto, o direito autoral é uma das vítimas da burocracia. É através da burocracia que o autor perde seus direitos para as empresas capitalistas, as mesmas que lutam para censurar a internet.

Essa prática não é nova, há muito tempo que autores consagrados da pintura, escultura, letras, músicas e outras áreas, tem morrido na miséria. Os próprios banqueiros Rothschilds, idealizadores do poder pelo capital, tem investido muito em obras de arte.

A maioria dessas práticas criminosas são legais e dificilmente um ladrão de composição musical irá para a cadeia, isso porque a arte é uma área extremamente lucrativa, não para o autor, mas para as empresas que se apropriam, adquirem dessas obras. Assim, ou o autor faz um acordo e aceita as migalhas, ou ficará sem nada.

Nesse mundo criminoso, tem surgido empreendedores especialistas em crimes burocráticos, como é o caso de Sílvio Santos, um empresário dono de uma das maiores redes de televisão do país e que conseguiu a façanha de dar um golpe de quatro bilhões e meio de reais nos cofres públicos.

Algumas pessoas se espantaram com o golpe do Grupo Sílvio Santos, mas não o suficiente para afetar a sua audiência.

O Caráter do empresário já poderia ser avaliado pela sua história. Começou como um camelô, tornou-se um apresentador de programas, dono de TV, rede e criou um sorteio/concurso para disfarçar o jogo que é ilegal no país, e que era monopolizado pela máfia dos políticos.

Entre seus famosos golpes, estava a extinta Rede Manchete que ousou desafiar o poderio da Rede Globo e pagou por isso. Muitas histórias em torno da transação foram veiculadas pela imprensa, numa época em que a Rede Globo praticamente detinha o monopólio da informação.

Segundo tais informações, a negociação da falência da Rede Manchete envolvia até presidente da república, mostrando a força da Rede Globo que, por sinal, foi responsável pela queda desse presidente.

A transação foi impugnada, a fumaça baixou e logo surgiram os boatos que um grupo estrangeiro havia comprado a Rede de TV. O conteúdo da TV, entretanto, estava nas mãos do empresário Sílvio Santos, que se faz de dissimulado quando a questão dos direitos autorais vem à tona.

A Rede Globo que via seu monopólio em risco, nem imaginava que uma nova ferramenta surgiria depois disso e que seria incontrolável, a internet.

A Rede Globo começou de forma obscura, cresceu, eliminou os concorrentes, com a ajuda de capital internacional, o que era proibido e fez alianças com políticos como Collor e Sarney, afiliados da rede, e com Ricardo Teixeira e família, com direito a João Havelange, FIFA e outros golpes.

No Paraná, uma pequena ideia se tornou um grande negócio, a lavagem de dinheiro.

A rede de bancos públicos do governo do estado do Paraná criou uma máfia de lavagem de dinheiro jamais vista no Brasil, talvez no mundo.

Jaime Lerner era o governador que atraía as empresas do mundo inteiro e tornava-se celebridade conhecida, o crime de lavagem de dinheiro era perfeito, já que envolvia toda a alta burguesia brasileira, desde políticos e empresários, até apresentadores de TV e jogadores de futebol, enviando dinheiro para infernos fiscais.

Uma coisa que nunca pode ocorrer em grandes organizações mafiosas é um erro, cálculo, logística, etc. Erros inevitavelmente atraem a atenção da polícia.

Foi isso o que aconteceu no Paraná, onde dois erros se destacaram. Um apresentador de sorteios que chamou até a atenção de Sílvio Santos, que deu o golpe nos sorteados e desapareceu, e as relações obscuras do governador Jaime Lerner e do presidente da Câmara dos Deputados, Aníbal Cury, com um empresário de desmanche de carros.

Esses dois erros atraíram a polícia que descobriu um gigantesco esquema de lavagem internacional, com direito a bancos no Paraguai e Nova Iorque.

Felizmente, para eles, não há justiça no país, ninguém foi preso e todos viveram felizes para sempre.

… menos o apresentador do sorteio que desapareceu e só PC Farias sabe onde foi parar.

By Jânio

Filosofia anti-democrática

Vendedoras de sonhos e pesadelos

Mapa dos ricos

maio 3, 2013 Posted by | Política | , , , , , , | Deixe um comentário

Sistemas corrompem

Poder e Dinheiro

Poder e Dinheiro

A globalização foi uma forma disfarçada de liberdade econômica que nunca houve. Foi inevitável para a Europa, lembrando o beco sem saída em que a Inglaterra empurrou a Alemanha, durante a primeira e segunda guerra mundial.

No Brasil, a globalização serviu para mostrar a hipocrisia dos socialistas: o PSDB defendeu abertamente a liberdade de mercado, a privatização, etc. O PT manteve seu discurso nacionalista, mas não pensou duas vezes para privatizar os aeroportos, pensando em construir novos aeroportos em cidades de médio porte.

Só há um sistema temido pela burguesia brasileira, o comunismo.

Nem mesmo o nazismo assustou tanto os ricos brasileiros, como aconteceu com o comunismo, o comunismo não deu certo e a maioria de seus militantes migraram para o socialismo.

Os banqueiros e super-bilionários gostaram do sistema bipartidário, afinal, sua experiência com a unanimidade política, no regime militar, não os agradou.

O curioso é que eles tinham muito medo da tal reforma agrária – e nós podemos imaginar porque – por isso criaram a teoria da conspiração comunista, entregando o governo para os militares.

Naturalmente, os militares acabaram se arrependendo de terem assumido tal tarefa, afinal, o presidente era militar, mas o restante da administração pública era civil. Nota-se claramente a tentativa de manipulação das forças armadas, por parte da burguesia.

Como um país auto-sustentável que se preze, o Brasil deve evitar ao máximo a importação e exportação, isso torna o país muito mais independente. Eu imagino que a Argentina deva ter planejado sua independência muito bem, essa estratégia é rara no mundo inteiro, principalmente para países que dependem muito do comércio internacional.

Se a crise mundial não tivesse afetado a China, que continua impressionando o mundo, esse país teria criado o maior império da história, e em tempo recorde.

Quem decidiu frear o crescimento da China, foram as agências classificadoras de risco, que não gostaram da falta de estrutura e protecionismo dos BRICS, criando um novo grupo, o MIST.

Os EUA pareciam o paraíso dos sonhos de muita gente, mas caíram, mesmo com o monopólio da comunicação. O fato de seus maiores credores serem os próprios banqueiros americanos, não melhora a sua situação.

Se ao invés de bombas, os EUA tivessem jogado livros com informações para os povos desinformados; se ao invés de boicote econômico, tivessem oferecido educação; se tivessem exigido distribuição de renda, em países como o Brasil, ao invés de promover a corrupção, hoje, estaríamos em um mundo muito melhor.

Nenhum sistema político-econômico é igual: o comunismo chinês não é igual ao russo, o socialismo brasileiro não é igual ao alemão, assim como o partido dos trabalhadores também não é. Eu vejo essa mania de adotar sistemas alheios, como uma forma de servidão.

Nem mesmo a tão falada globalização é isenta de problemas, na realidade, esse é o sistema mais problemático que existe, e que varia muito de um país para o outro.

O primeiro mercado comum do mundo, pelo menos que eu conheço, foi a BENELUX, formado pela Bélgica, Holanda e Luxemburgo, os chamados países baixos. Esses são considerados, ao lado dos escandinavos, os países mais desenvolvidos do mundo.

Os países da BENELUX tem boa distribuição de renda e um IDH que o Brasil sequer sonha. Mesmo no auge da crise, eles continuam na lista dos melhores países do mundo para viver.

Canadá e Austrália também são dois bons exemplos de países que estão acima da crise. O sucesso desses países depende de como o gigantesco império chinês se comportará depois da crise.

Eu, pessoalmente, acredito que o poder americano poderia passar a ser chinês, mas isso dependeria de como a China lidaria com suas relações internacionais. Não faria sentido que populações estrangeiras vivessem melhor que a potência do momento.

Assim, os americanos poderiam recuperar o poder na metade rica do planeta, enquanto a China ficaria com a parte pobre.

… mas isso dependerá da decisão dos credores americanos, que também são americanos.

A globalização espalhou o poder dos Bilderbergers pelo mundo, resta saber qual será a sua nova ordem, pior ou melhor que a chinesa.

A china, por sua vez, tem se saído muito melhor que a Rússia comunista do século XX, chegando a oferecer crédito em sua moeda e acordos bilaterais aos seus parceiros. A crise dificilmente derrubará a China, resta saber até onde descerá.

Lembrando que toda crise é benéfica para quem está com mais problemas, já que a crise é um preço que se paga pelo ajuste do que estava errado.

By Jânio

Lista de presidentes e mortos

A farsa da falsa democracia

Filosofia anti-democrática

Maldita burocracia

Veneno Bipartidário

Corporativismo midiático

Políticos que apoiaram o golpe de 64

Cidades com mais homicídios no planeta

PT acerta o próprio pé

O jogo do poder

Uma vergonha para os corruptos brasileiros

Arquivo vivo pode ser preso

Policial federal é assassinado

Marcos Valério é preso novamente

Daniel Dantas – A história da corrupção

Trinta anos de corrupção

Lula para governador

Carlinhos Cachoeira – culpado útil

Demóstenes torres é flagrado pela polícia federal

Privataria tucana

janeiro 5, 2013 Posted by | Política | , , , , , , | Deixe um comentário

Política internacional dos fortes

Argumentação forte

Politicamente Correto

O jogo do poder fica cada vez mais interessante, na medida em que você passa a entender o processo político. Há muitos interesses envolvidos e as decisões são baseadas nesses interesses.

Quando um país é posicionado no eixo do mal, todos os argumentos formulados são direcionados contra ele.

Não há como argumentar contra o poderio militar dos EUA, Rússia, China ou Inglaterra. Eu acredito que essas são as quatro principais peças do tabuleiro mundial, hoje.

Pelo menos na Alemanha, onde a palavra guerra se originou, o clima é de neutralidade. A Alemanha precisa dos países da Europa e nem pensa em cometer um terceiro erro, como cometeu na Primeira e Segunda Guerra Mundial.

A palavra apocalipse virou sinônimo de atômica, mostrando que o mal não tem gênero e que está no lado inverso da criação.

Durante a Segunda Grande Guerra, os banqueiros de Rothschild financiaram os dois lados do conflito, Inglaterra e Alemanha. Poderiam até ter conquistado o mundo, cinquenta anos antes da globalização de Bilderberg.

A participação dos EUA foi decisiva nos rumos que a guerra tomou, financiado por Rockefeller, outro magnata que aprendeu a ganhar dinheiro com a guerra.

O Brasil tinha tudo para estar ao lado da Alemanha, no eixo do mal, mas com um presente como a usina de Volta Redonda, não há ideologia que resista – fomos salvos pelo gongo, ou pela usina inteira.

Os EUA herdaram a política imperialista dos ingleses, a Inglaterra desistiu de explorar os pobres e passou a explorar os ricos, junto com a Alemanha.

Apesar de ter desistido da galinha dos ovos de ouro, Hong Kong, a Inglaterra não abre mão das Ilhas Malvinas, para desespero dos Argentinos. Durante a guerra das malvinas, por muito pouco eles não conseguiram o que queriam, envolver o Brasil na guerra, trazendo os EUA a tiracolo para invadir a Argentina e o Brasil ao mesmo tempo – seria uma jogada de mestre.

Hoje, o Brasil tornou-se uma peça fundamental para o desenvolvimento da China, fornecendo toda a matéria-prima de que os chineses precisam para o seu desenvolvimento, além dos alimentos que ajudam na estabilidade econômica.

A presença de bases militares americanas na América do Sul, incomoda uma parte dos países do hemisfério sul e agrada a outra parte. Estamos dominados pelos EUA e Inglaterra, em pontos estratégicos: Ilhas Malvinas, Colômbia, Cuba, etc.

No mundo inteiro é assim: O Paquistão tem uma cadeira permanente no conselho de segurança da ONU, em oposição a Índia, que naturalmente acabou se aproximando da Rússia e China; a América do Sul só tinha uma vaga, ficou com a Argentina.

Se a Argentina e o México são contra uma cadeira permanente no Conselho de segurança da ONU, para o Brasil, eu imagino que haja interesse econômico nisso. Talvez a Argentina tenha uma organização melhor que a nossa, de um modo geral, mas o México não.

O México é tão desigual quanto o Brasil e tem se tornado um grande problema, sob o ponto de vista dos americanos. O novo muro da vergonha foi a gota d’água, confirmando que não há argumentos contra a força militar.

Como podemos observar, há muitas maneiras de evitar que os países fiquem unidos, entre eles, a participação em alianças e organizações internacionais.

Essa nova tendência ao socialismo tem comprometido os negócios americanos, que sempre conseguiram contornar a situação unilateralmente mas, com a chegada da internet, chegou também o fim do império americano. Entretanto, as maiores empresas virtuais estão hospedadas em solo americano e, pelo menos por enquanto, o imperialismo virtual americano ainda está sob controle.

Caso a China compre algumas telefônicas no Ocidente, aí, o império enfrentaria instabilidade, mas teríamos outro problema maior, a censura do império chinês.

By Jânio

Qual é o preço de uma guerra mundial

Depois do holocausto veio o apocalipse

Revolucionários da terceira guerra mundial

Psicopata norueguês e o ódio de direita

O clube de Bilderberg

Os maiores protestos da história

O lado obscuro da Wikileaks

O erro americano

Aparências reais

Os 25 pontos chaves do nazismo

setembro 12, 2012 Posted by | Internacional | , , , , , , , , | Deixe um comentário

Política – A pirâmide dos malditos

maldita_corrupção

Há muitos políticos corruptos interessados em roubar, sem medir as consequências de seus atos para si e para seus descendentes. A burguesia sem ter noção do que é certo e errado, posiciona-se ao lado da aristocracia e se esquece que é o povo que deveria ter a força num sistema democrático.

Acontece que esse sistema elitizado tende a se afunilar – Eu penso comigo que pior do que não ter uma Democracia, é ter uma falsa democracia.

Nossos sistemas de controle populacional são baseados na sociedade egípcia, mas agora é pior, qualquer pessoa pode explorar as classes imediatamente inferiores e é isso que causa a fome e a miséria.

A elite não está subordinada a nenhum tipo de lei, Direito ou obrigação, podendo burlar qualquer regra, sem nenhum organismo capaz de puni-la.

Parece tudo muito simples no papel, mas na prática nem tanto.

Essa mudança de comando na política não mudou em nada os poderes obscuros comandados por banqueiros, lobistas, chantagistas e pela mídia de massa, mas a forma de conquistar o povo mudou. A esquerda sabe como é fácil comprar os votos dos pobres, assim, ao invés de conseguir fiéis escudeiros mais ricos, formadores de opinião, a esquerda vai direto ao ponto que lhe interessa, distribuindo bolsas de estudos, cestas básicas, etc.

Como podemos ver, é muito fácil de se conseguir votos.

Na administração também muda pouco, baseada em análises financeiras, contábeis e econômicas, basta ver o orçamento do ano anterior, para saber para onde deverão ser destinados os recursos do Governo.

Mas quando um país é auto-sustentável como o Brasil, podendo ditar as suas próprias regras, independente de opiniões internacionais, os políticos ficam sem ter o que fazer. Com o pretexto de reformar a constituição, criar projetos sociais, medidas de incentivo, isenção e investimentos em projetos de desenvolvimentos, criam mecanismos que lhes permitem vantagens, tornando-se mais fortes e imunes aos poderes das próprias leis que criam.

Na medida em que o tempo passa, esses políticos se tornam monstros, seres bizarros sem nenhuma emoção, responsabilidade ou ideal, o que não é bem visto lá fora.

Nenhum governo, ONG ou qualquer tipo de instituição internacional vê o Brasi com bons olhos no exterior. Isso se deve a desigualdade econômica, uma má distribuição de renda terrível, além da própria corrupção e desmandos políticos, onde não se nota nenhuma ordem ou infra-estrutura razoável, capaz de dar esperanças às pessoas.

Se já não bastava a corrupção política, agora são as igrejas que roubam verdadeiras fortunas, tornando pessoas insignificantes e desimportantes em verdadeiras celebridades. E o pior é o que não vemos, roubos que são ocultos das pessoas através de lavagem dinheiro e infernos fiscais.

Quando Sarney foi presidente, ele simplesmente disse que não ia pagar a dívida externa e deu o calote. Parece simples para quem governa um país subdesenvolvido, mas Sarney complicou a vida do próximo presidente, Collor, e os juros para o Brasil se tornaram caríssimos, até países com catástrofes naturais, como o Japão, tem juros mais baixos.

Como Bom malandro, Lula perdoou dívidas de país sul americano e africano e nem se importou com estatizações de empresas brasileiras no exterior. Quando todos achavam que já tinham visto de tudo, eis que Lula resolve emprestar dinheiro para o FMI.

Tudo o que o Brasil faz é para tentar ganhar credibilidade mas, vez por outra, algo sai errado.

Foi isso o que aconteceu com o escândalo da FIFA, esse fato só veio confirmar a fama dos corruptos brasileiros. Ricardo Teixeira tem relações estreitas com a Rede Globo de televisão e com os políticos.

Os funcionários da Globo dizem que precisam viver e que trabalham para a empresa e não para a família Marinho, essa é a mesma desculpa dos funcionários da segunda maior rede televisão do Brasil a Rede Record. É isso o que acontece na política também, ninguém tem ideal e nem se importa com o que está acontecendo.

O Governo ataca a oposição e a oposição revida, enquanto os banqueiros que financiam todo esse sitema se divertem.

Todo país se transforma em uma imensa pirâmide dos malditos, onde, quanto maior é a maldade das pessoas, maior a sua escalada nessa pirâmide. Na base dela, estão os pobres que sofrem com todo o peso sobre suas costas, num purgatório destinado aos que não tem coragem de lutar contra a opressão e a criminalidade do sistema.

By Jânio

A política torta do Brasil

Eu não acredito em teoria da conspiração

Mortes misteriosas de celebridades

Presidentes do Brasil

A história de José Sarney

PT acerta o próprio pé

Políticos com problemas na justiça

O massacre do sítio caldeirão

A crise da PPP

Ficha Limpa

Trinta anos de escândalos no Brasil

maio 3, 2012 Posted by | Política | , , , , , , , | 3 Comentários

Filosofia anti-democrática

homem rico

Aristocratas Modernos

Não há segredo e nem mistério na miséria. A pobreza é facilmente identificada na dificuldade que as pessoas tem de conseguir o seu sustento e satisfazer suas necessidades.

A falta de oportunidades, empregos, estudos, etc., normalmente ocasionados pela falta de estrutura familiar ou social, podem ser determinantes para a ocorrência da pobreza.

No topo da pirâmide social, estão cidadãos em situação inversa – cidadãos “bem nascidos” – pessoas que não se preocupam com o futuro, pois já tem a sua “herança social” garantida.

Quando o Estado é governado por poucos, ricos, aristocratas, dá-se a esse sistema de governo o nome de aristocracia.

Durante algum tempo, eu ouvi falar sobre o fato de Platão e seus discípulos defenderem o sistema de governo aristocrático. Ainda não pesquisei nada a respeito, mas agora já conheço os seus pontos de vista, já posso dar os primeiros palpites.

Segundo esses estudiosos, o poder deveria estar nas mãos de pessoas sábias. Só as pessoas bem educadas, bem preparadas, poderiam governar.

A democracia seria um erro, já que o povo não tem os conhecimentos necessários sobre o jogo do poder. Até nos dias de hoje, o povo é facilmente manipulado.

Algumas pessoas podem trabalhar a vida inteira, sem conseguir construir uma casa, sem notar que estão sendo manipuladas.

Os sistemas de financiamento da casa própria tornaram-se uma forma de fazer política. Se nos EUA as guerras são a melhor maneira de enganar as pessoas, no Brasil, construir casas sempre trazem bons resultados.

O Banco Panamericano mostrou como é fácil conseguir dinheiro do Governo, desde que as negociações sejam razoáveis.

As cestas básicas são outra forma de manipulação, populismo. Há inúmeras formas de se comprar votos.

Se há dez por cento da população passando fome, destina-se alimentos para trinta ou quarenta por cento. A burguesia se encarrega de espalhar a corrupção por toda parte, em todos os órgãos e instituições, nem as escolas ficam livres.

Essa era a democracia que os filósofos temiam, uma democracia onde as pessoas pensassem com a barriga, sem enxergar um palmo a frente do próprio nariz.

As pessoas confundem o governo do estado com o governo em causa própria, cometendo os mesmos erros da burguesia.

Acima de todos eles estão os aristocratas, exercendo uma forma simples de controle. Tiram quase toda a riqueza do povo – classe média – forçando-os a entrar em guerra com os pobres, pelas migalhas que restam.

Será que Platão estava errado? – Talvez não, mas também não estava totalmente certo. O fundamentalismo é a melhor/pior forma de nos prendermos aos nossos próprios conceitos, ignorando a natureza má do homem.

Sempre haverão formas de manipular os sistemas pré-estabelecidos.

A sociedade torna-se cada vez mais dinâmica, lógica, e é preciso seguir a lógica, sob risco de, na nova Idade Média, muitas cabeças rolarem, como ocorreu na Idade Moderna.

Wikipedia: “Aristocracia, do grego aristos (melhores) e kratos (poder, Estado), literalmente poder dos melhores, é uma forma de governo na qual o poder político é dominado por um grupo elitista. Normalmente, as pessoas desse grupo são da classe dominante, como grandes proprietários de terra (latifundiários), militares, sacerdotes, etc. Um exemplo de estado governado pela aristocracia é a antiga cidade-estado de Esparta que, durante toda a sua história, foi governada pela aristocracia latifundiária guerreira.

Aristóteles chegou a afirmar que a aristocracia é o poder confiado aos melhores cidadãos, sem distinções de nascimento ou riqueza.

Em Platão, o termo aristocracia se funda na virtude e na sabedoria. Caberia, portanto, aos sábios, aos melhores, enfim, dirigir o Estado no rumo do verdadeiro bem.

Em Do contrato social, Jean-Jacques Rousseau define como aristocracia, um governo no qual são magistrados mais do que um cidadão, e menos do que metade de todos eles; um número de magistrados maior que a metade, uma democracia; o governo no qual há um magistrado único, do qual todos os outros recebem o poder, uma monarquia.

A partir da Idade Média, a aristocracia deixa de ser terminologicamente uma forma de poder para indicar um testamento diverso da nobreza e do clero, e que se sobressaía pelos altos postos militares e por privilégios transmitidos hereditariamente, perdendo assim o seu sentido inicial. Hoje o termo é sinônimo de alta sociedade.”

OBS: Em algumas sociedades decadentes, outrora riquíssimas, o tempo anda na marcha ré. No Brasil, as idéias do Império Romano são constantemente citadas pelos políticos, faltando alguém para discordar.

By Jânio

maio 25, 2011 Posted by | Política | , , , , , | 9 Comentários

A Presidenta Dilma faz discurso moderado na visita de Obama ao Brasil

interesses comuns

Visita de Obama

Barack Obama começou sua agenda no Brasil de maneira muito discreta, como era de se imaginar, seguindo seus objetivos. Seu principal objetivo será fortalecer a parceria com o Brasil, e desse objetivo ele não deverá se desviar.

O amigo de Hugo Chaves, ex-presidente Lula, não esteve presente, mas todos os outros ex-presidentes estavam. Isso me faz acreditar ainda mais que o ex-presidente era apenas um plano para alcançar o poder – ou será que eu estou errado?

Poderíamos ter a Maysa, aquela apresentadora mirim, como presidenta, ou o próprio Tiririca, não faria a menor diferença para o império brasileiro. Aliás, é isso o que o Brasil tem em comum com os Estados unidos, simpatia ao imperialismo.

Nos Estados unidos, como seria de se esperar, não há ditadura, a ditadura é o que eles desejam para todos os seus parceiros, como o Brasil por exemplo. Suas estratégias no Oriente Médio começam a dar errado, mas os americanos sabem quando mudar de lado, ao contrário do Brasil.

Já tivemos uma criança governando o Brasil, na época da Monarquia, não tivemos? – Então, podemos ter um palhaço ou uma criança novamente.

É difícil convencer as pessoas de que presidente não manda nada, convencer as pessoas que há um poder muito maior, por trás das aparências políticas. Será que os eleitores pensam nisso na hora de votar? – Eu acho pouco provável?

Com raras exceções, como é o caso de São Paulo, as pessoas podem acordar na hora do voto, criando um grande constrangimento para as bocas de urnas. Podemos ser manipulados durante meses, menos na hora de votar.

Barack Obama foi moderado em seu discurso. No jogo político, fora de casa, o empate é um bom resultado, principalmente se for um jogo amistoso.

Dilma fez a sua parte, aproveitou a oportunidade para fazer reivindicações em público, sabendo que não teria outra chance. Seu discurso lembrou o discurso de velhos políticos de cinquenta anos atrás, mas era de se esperar, Dilma não tem tanta habilidade com as palavras.

Assim como a Venezuela, os Estados Unidos tem sua balança comercial desfavorável, em relação ao Brasil, por isso o Brasil deve tolerar, não só Chaves, como Obama.

São dois países que importam muito do Brasil, mas exportam pouco para cá. Nada mais justo do que começar a equilibrar as balanças, literalmente falando.

As experiências com extraçao de petróleo em grandes profundidades, nos Estados Unidos tem sido desastrosas, enquanto o Brasil tem sido mais eficiente.

Evidentemente, esse não deverá ser o único setor em que os Estados Unidos estão interessados. O Brasil é o país emergente com mais estrutura econômica (país rico) enquanto os Estados Unidos estão em situação inversa, então, nada mais normal do que essa aproximação.

O Brasil é o país que dá certo, pelo menos economicamente, nunca teve grandes problemas econômicos. Por outro lado, há uma vantagem para os trabalhadores semi-escravizados, pela primeira vez, chegou-se a conclusão que um bom escravo deve ter muita saúde, para produzir mais – Já podemos sonhar com a libertação.

By Jânio

março 19, 2011 Posted by | Internacional | , , , , , , , , , , , | 5 Comentários

A teoria do poder

poder do povo

Minorias Organizadas

Durante a nossa longa historia, a humanidade passou por várias fases importantes, quando o assunto é conhecimento.

Não dá para analisar qualquer tema que seja, sem retornar a dezenas, centenas, milhares de anos atrás. Encontrar a origem de tudo, também é impossível, aliás, é impossível encontrar a origem de quase tudo.

A história escrita mostra apenas uma parte dos acontecimentos, nem sempre a arqueologia, antropologia e história se encaixam.

O império romano tem muita culpa nisso tudo, quando, com suas conquistas selvagens, tentava impor o seu padrão de sociedade.

Isso deveria servir de alerta para as sociedades modernas, afinal, a globalização de culturas implica em uma perda maior do que os seus benefícios.

Um dos maiores problemas sociais de nossa civilização, é encontrar um sistema ideal de sociedade, uma forma de controlar o poder, sem desagradar as pessoas.

O poder era visto, na antiguidade, como algo individual, algo que só o líder de uma tribo deveria possuir. Com o tempo essa mentalidade foi sendo modificada, ao mesmo tempo em que os reinos se expandiam.

De certa forma, hoje, alguns países são tão extensos que fica difícil encontrar um sistema ideal de governo.

Em grandes regiões metropolitanas, como São Paulo, Nova York ou Barcelona, apenas para citar alguns exemplos, nenhuma delas é capital de seu país, mas a sua importância é maior que a própria capital, daí os conflitos e idéias separatistas.

Parece difícil entender como cidades que não detém o poder, adquirem tamanho desenvolvimento. A resposta pode estar nas novas distribuições de poderes, em vários níveis, como municipal, estadual e federal.

Em todos os níveis de poderes, há responsabilidades, ou, pelo menos, deveria haver.

Não dá para culpar sempre só o governo federal. Apesar de as leis possuírem em uma hierarquia, a isonomia desses poderes permite que cada autoridade tenha sua parte no poder, nos tributos e na administração de parte da nação.

Durante a evolução da teoria dos poderes, os filosofos, sociólogos e vários outros pensadores, fizeram a sua contribuição para o desenvolvimento de nosso sistema.

Uma das conclusões a que se chegou, é que a expansão territorial, aumento de poder, deveria ser distribuído e redistribuído. Com o passar dos anos, depois de muitas tentativas fracassadas, descobriu-se o que já se sabia na Grécia antiga, o poder deveria representar o povo.

Hoje, os países com mais ONGs, com maior representatividade popular, tendem a crescer mais. Nessa representação, estão descartadas a religião ou formas de representação que possibilitem a manipulação de corações e mentes.

Quanto maior for a manipulação do povo, pior serão as consequências. Os movimentos populares na África e Oriente Médio, devem ser estudados de perto, não por interessados em se manter no poder, mas pelas pessoas que querem evitar que isso aconteça.

Essa semana, eu vi um sociólogo/historiador que eu considerava com muito respeito, debochar da internet: “A internet não derrubou nenhuma ditadura, ela só tem ajudado a Google a ganhar dinheiro, e a dar lucro para as telefônicas.” Não me perguntem o seu nome porque eu não sei, agora, nem quero mais saber.

A Google é um belo exemplo de distribuição de poder, do poder da palavra. Foi uma das primeira organização da internet, ao lado do Linux, a reconhecer a necessidade de compartilhamento de informações e produto, de maneira gratuíta. A Google provou que isso pode dar certo.

Inteligentemente, a Google deu poder aos blogs => blogueiros => povo, com isso cresceu muito, a ponto de impor algumas regras. Surgiram depois da Google, outros organizações muito populares, como a Facebook, Wikipedia, Twitter e o próprio Wikileaks, todas com grande capacidade de informar e influenciar.

Se a internet não tivesse nada a ver com a queda de ditadores, não teria sido desligada. De qual outra maneira seria possível organizar, planejar um movimento, de maneira tão perfeita.

O sociólogo/historiador citou a greve geral, como uma das formas mais tradicionais de movimento, em contradição com a internet. O problema aqui, meu caríssimo pensador, é que a democracia, também, é uma das formas mais tradicionais de sistemas sociais.

No caso da internet, meu nobre colega, ela é apenas o meio de comunicação mais importante, além de ser um tipo de comunicação bilateral, conceito que Vossa Senhoria nunca irá entender profundamente.

By Jânio

março 7, 2011 Posted by | Reflexões | , , , , , , , , , , , , | 5 Comentários

Qual é o preço de uma Guerra Mundial

guerra economica

Preço da Guerra

São muitos os fatores que podem levar a uma guerra, mas apenas um que pode levar a extinção total dessas guerras.

No auge de seu poderio militar – criação da bomba atômica – os EUA cometeram um exagero. Já com a guerra vencida, apenas o Japão dava sinais de resistência, os americanos cometeriam um excesso.

As explosões das bombas atômicas tinham como objetivo principal, acabar com uma guerra que se tornava dispendiosa demais para os seus financiadores, além de mostrar seu potencial militar.

Se a principal causa de uma guerra é o poder econômico, o final dela também é.

A intolerância à novas guerras não se deve a consciência do povo, mas a consciência dos gastos que ela implica aos seus financiadores.

O poder de destruição do homem cresceu muito, é quase infinito, já o seu poder de criação é quase nulo.

Felizmente, a história das guerras, com seus custos elevados, faz com que essa alternativa ao poder econômico, seja coisa do passado.

Hoje, ainda há focos de guerras, terrorismos e conspirações pelo mundo todo, mas as guerrilhas espalhadas pelo planeta, começam a se tornar um fardo muito pesado.

Guerras regionais já se tornaram um problema para a economia americana, a principal financiadora da indústria bélica.

A Segunda Guerra Mundial foi uma farsa, na realidade era a segunda parte da Primeira Guerra Mundial, que também era uma farsa, ou seja, tudo não passou de uma estratégia para encobrir os gastos astronômicos de uma única Grande Guerra Mundial.

A internet tem feito um trabalho muito melhor e mais pacífico, nas atuais revoluções, com sua forma viral de espalhar mensagens e criar campanhas.

Veja os gastos de uma guerra regionalizada, como foi a Guerra do Iraque, depois compare com a segunda parte da Grande Guerra Mundial.

GASTOS DA SEGUNDA PARTE DA GUERRA MUNDIAL

Segundo o historiador/sociólogo Edward M. Burns, os custos da segunda metade da Grande Guerra dariam para:

01 – Comprar uma boa casa para cada família dos EUA, Grã-Bretanha, França, Bélgica, Espanha e Portugal.

02 – Uma grande biblioteca para cada cidade de 200.000 habitantes ou mais dos EUA, Grã-Bretanha e Rússia.

03 – Uma boa universidade em cada uma dessas cidades.

04 – Um carro zero para cada família dos EUA, Grã-Bretanha, França, Holanda, Bélgica, Luxemburgo, Dinamarca e Noruega.

05 – Os salários de 100.000 professores e 100.000 enfermeiras, durante 100 anos.

06 – Educação universitária para cada moça e rapaz, entre 17 e 21 anos, nos EUA.

GASTOS COM A GUERRA DO IRAQUE

Só em tanques e aviões, já que a vida humana não tem preço, a Guerra do Iraque gastou.

EUA – 378.000 homens – 2.000 tanques – 1.100 aviões

Egito – 35.500 homens – 600 tanques – 20 aviões

Grã-Bretanha – 25.000 homens – 168 tanques – 55 aviões

Síria – 20.000 homens – 300 tanques – 0000

Arábia Saudita – 20.000 homens – 200 tanques – 130 aviões

França – 12.000 homens – 200 tanques – 75 aviões

Total dos aliados dos EUA – 700.000 homens – 4.000 tanques – 1.800 aviões

Iraque – 450.000 homens – 3.600 tanques – 450 aviões

Total dos aliados do Iraque – 1.000.000 homens – 5.000 tanques – 750 aviões

Os países mais ricos (G-7) na época da Guerra do Iraque eram: EUA. Inglaterra, Japão, Canadá, Alemanha, França e Itália.

A China ainda era um país de economia fechada, sem números oficiais.

By Jânio

fevereiro 23, 2011 Posted by | curiosidades | , , , , , , , , , , , , | 8 Comentários

Falta de respeito no complexo do alemão

noticias da guerrilha

Guerra do Rio

Depois que a polícia assumiu o controle do complexo do alemão, a paz voltou, mesmo que temporária, um convite para que pobres mortais comprem briga com os traficantes, desafiando-os.

Como eu disse no artigo passado, essa é uma briga pelo poder, entrar numa briga como essa, para pessoas normais é uma grande encrenca.

Muitas comunidades dos morros nasceram e cresceram de maneira informal, fora do mapa, onde o poder público se manteve alheio a tudo isso.

Numa região com aproximadamente 350 mil habitantes, sendo 100 mil apenas no complexo do alemão, o poder público se viu com um “governo paralelo”, numa região de excluídos. Para o Governo, eles supostamente não tinham nada à oferecer.

Com o tempo, essas comunidades passaram a assumir sua representatividade, dentro de um sistema democrático. Através de jornais tendenciosos, programas idiotas e novelas estúpidas, a maior ferramenta de comunicação do Brasil, a TV, foi suficiente para controlar corações e mentes, até agora.

Se a internet já era um grande problema para o controle elitizado da sociedade, as minorias excluídas se juntaram a essas citadas, para reclamar seu lugar de direito.

Nem mesmo as mídias de massa foram suficientes para passar a idéia de que tudo estava bem, o melhor de tudo, é que os políticos já sabem que essa população está relativamente fora do controle tradicional, tanto capitalista, como socialista.

Em meio ao controle criado pelas antigas mídias, muita gente sequer reparou que o Brasil já está sendo governado por políticos socialistas, por antigos militantes de esquerda. Algumas pessoas nem repararam que vários tabus foram quebrados.

Mas as mudanças de sistemas de governo, no Brasil, não são suficientes para indicar mudanças. Foi assim com a colônia, monarquia, república, governo militar,  diretas e com o socialismo que deverá completar, pelo menos, vinte anos no poder.

Em todas essas mudanças, houve a participação da elite, incomodada com os rumos que o sistema estava tomando. A elite sempre teve as ferramentas de mudanças em suas mãos, até agora.

Até na Venezuela, as grandes redes de tv foram fechadas, um grande erro, em se tratando de um país onde a democracia era tão importante. Apesar disso, a internet não sofreu qualquer ataque por parte do governo, isso levanta uma grande questão a ser discutida.

Algumas táticas das mídias estão ficando ultrapassadas, facilmente identificadas pelos leitores ou telespectadores. A opinião pessoal deixou de ser relevante, dando lugar ao ponto de vista resultande da observação de várias pessoas e/ou classes da sociedade, onde ninguém é dono da verdade.

Algumas velhas notícias que parecem técnica de otimização, usadas como se fossem notícias novas, com as mesmas finalidades, induzir à um determinado pensamento.

“AS AULAS SÃO SUSPENSAS NO MORRO DO ALEMÃO”

Grande novidade, apesar de as pessoas estarem acostumadas com os tiroteios e mortes no morro, o “instinto” de sobrevivência leva as pessoas a pensarem em salvar suas próprias vidas.

Nas reformas da casa, observei que matando uma formiga, as outras continuam vivendo alheias as mortes dessas, mas quando pressentem o perigo, lutam para sobreviver. Se até as formigas lutam pela sobrevivência, imaginem as pessoas.

Observação: O fato das casas estarem nos morros, não significa que as pessoas sejam formigas.

“AUTORIDADES INFORMAM QUE A POLÍCIA DEVERÁ PERMANECER ATÉ 2.011, NO COMPLEXO DO ALEMÃO”.

Levando-se em conta que estamos no último mês de 2.010, Dezembro, essa notícia parece ter sido encomendada por alguém que conhece a força das palavras.

Isso pode trazer sérias consequências para os moradores dos morros, a falsa impressão de que estariam seguros eternamente, isso não é verdade.

“HOMEM DENUNCIA QUE POLICIAIS ENTRARAM EM SUA CASA PARA FAZER REVISTA, E LEVARAM CERCA DE TRINTA E CINCO MIL REAIS EM DINHEIRO”.

Bom, primeiro vamos analisar a denúncia em si:

O que é que um homem estaria fazendo com trinta e cinco mil reais em dinheiro, numa região considerada de alta periculosidade?

Talvez esse homem não considere essa região tão perigosa assim, por isso guardar uma quantia tão grande de dinheiro em casa, seria considerado normal – eu não pagaria para ver.

Grande parte da população tem alertado para a falta de respeito dos policiais, que invadem as casas, arrombam, como se todos os moradores fossem traficantes. Como pode ser comprovado, a saída dos moradores foi bastante criativa e inteligente.

Os moradores deixaram escrito em papéis, recados para que não derrubem as portas, “apesar do clima de guerra, estamos no Brasil, procurem a chave no vizinho”.

Vamos imaginar a época em que o PCC levou o pânico aos moradores de São Paulo, nenhum policial invadiu a casa de burgueses da elite procurando armas ou bandidos.

Não é à toa que o govenador esperou as eleições passarem para iniciar as operações. Aqui surge outra pergunta: Será que o governador está interessado em trazer a paz aos moradores, depois de cem anos de guerra,  ou será que foi o medo do surgimento de um sistema paralelo, capaz de controlar trezentos e cinquanta mil pessoas?

Só para lembrar, na época do combate a dengue, as mansões fechadas dificultava o serviço dos agentes de combate à epidemia. Nenhuma mansão foi arrombada.

POLICIAIS APOSENTADOS SE OFERECEM PARA PARTICIPAR DA OPERAÇÃO NO COMPLEXO DO ALEMÃO:

Para quem tinha alguma dúvida de que havia uma guerrinha particular aqui, agora não há mais dúvida. Não há melhor momento para acertar “velhas contas” do que com a ajuda das forças armadas e toda as forças policiais juntas. No caso de escãndalos envolvendo a polícia, e agora até o exército, são apenas detalhes de uma sociedade eternamente decadente chamada Brasil.

By Jânio

dezembro 4, 2010 Posted by | Policia | , , , , , , , , , , | 14 Comentários

Político não pode ter medo

eleições 2.010

Sistema Bipartidario

Na semana passada José Serra disse uma frase emblemática, não em seu sentido geral, mas pelo fato de fazer a gente pensar, e fez.

Eu não me lembro da frase, mas me lembro do sentido dela: “Um bom político não é aquele que não tem medo, é aquele que faz, mesmo com medo.”

O que um político poderia fazer com medo? – Essa foi a primeira questão que surgiu em minha cabeça. Será que um político com medo pode fazer alguma coisa de forma correta?

A palavra “medo” é um tabu em ambientes políticos. Por exemplo: O próprio Presidente Lula usou essa palavra a seu favor, mas só depois de eleito.

“A esperança venceu o medo”, uma resposta  a vários anos de duras críticas, veiculadas pela mídia elitista do Brasil, deixando o povo com medo de mudanças.

Eu não gosto de ser parcial, nem tenho nada contra o azarão José serra, que pegou uma batata quente que nenhum membro do PSDB teve coragem, afinal, encarar um candidato do governo, quando esse está com uma popularidade nas alturas, não é para qualquer um, é coisa de azarado mesmo.

A notícia boa é que todos esses políticos sempre estarão negociando algum benefício, seja contra ou a favor do governo, enquanto nós estaremos rezando para o salário não acabar no final do mês.

O sistema bipartidário, onde somente dois partidos tem chances reais de vencer a eleição, é anti-democrático, e olha que a questão aqui é muito mais que dinheiro. Estamos falando de apoio político, com o país dividido em duas partes, posição e oposição.

Apesar desse tipo de política combinada, algumas situações não mudam:

Vocês não imaginam como Renan Calheiros trabalhou duro para criar aquele sistema de desvio de verbas para as empreiteiras, onde tinha até personalidade de Hollywood, tipo Charles Bronson ou algo assim; Chico Lopes foi um grande funcionário público, com muitos amigos que o ajudavam, claro que ele também ajudou-os fornecendo informações sigilosas do governo; Mister Dantas e os banqueiros descobriram, da maneira mais difícil, que devem confiar no Brasil, não devem fugir, essa globalização é um perigo para as muitas máfias existentes no Brasil; Roberto Jefferson foi defender o suspeito de atentar contra a vida do Desembargador de Sergipe, também já decidiu que vai defender José Serra; A turma do mensalão está toda aí e deverá ser reeleita, Collor, Genuíno, Sarney, amigos de Brasília, mensalinho do Azeredo, etc., não meus amigos, o problema não são os políticos, eles estão sendo eleitos democraticamente, segundo o sistema bipartidário.

Nesse país nós já vimos de tudo, dizem que o brasileiro tem memória curta, não é verdade, o problema é que são muitos fatos para lembrar.

Por exemplo, eu não me esqueci da Georgina de Freitas ou do Jáder Barbalho, o grande problema da política, é que que os empresários levam a maior parte da grana, sem aparecer, é por isso que eles preferem o bipartidarismo, para investir melhor, não dá para bancar todos os partidos. No Brasil tem tanto partido que o processo encareceria demais – Vocês repararam que toda as declarações dos candidatos, no IR, seu patrimônio fica entre um e dois milhões, não dá para passar disso.

Qualquer candidato com potencial para romper o sistema bipartidário, é convidado pelo próprio partido para se retirar. Volto a lembrar, não é apenas uma questão de dinheiro, é o jogo do poder.

O Brasil é um país onde até a máfia italiana tem medo de se aventurar, aqui eles ficam perdidos. Temos máfias de contrabando, máfias de fiscais, máfias de empreiteiras, máfias de mensalões e mensalinhos, roubo de carro, INSS,  perto deles, os traficantes das regiões metropolitanas são meros trombadinhas, a quantidade de dinheiro que gira no governo, e na oposição, é tão grande, que quando eles falam, os bandidos escutam.

Conversando com um amigo meu, ele me disse que bandido não tem medo de nada, só abaixa a cabeça quando a polícia pede, porque a polícia mata; pilantra só respeita a polícia.

A polícia não tem medo de nada, tem liberdade para matar, ninguém para ela. Além disso é a maior fornecedora no comércio ilegal de armas. Polícia só tem medo de uma coisa, político; vamos excluir a PF da PPP.

Quando político fala, a polícia abaixa a cabeça, ela prende eles soltam, devem respeitar a hierarquia.

Político só abaixa a cabeça quando as prostitutas falam, as prostitutas não fazem parte da teoria “PPP”, são um estranho no ninho, mas conhecem todo o podre do poder, por isso não respeitam a hierarquia.

A eleição está chegando, o resultado será dado antecipadamente pelo IBOPE, iremos as urnas apenas para confirmar o que o sistema decidiu, que tudo continuará como está.

By Jânio

agosto 25, 2010 Posted by | Política | , , , , , , , , , , , , , , , , , | 9 Comentários

Brasil – Um povo dividido entre o presente e o passado

O que deu errado

Homem Chave

Esse tema já virou clichê, aqui no madeinblog/icommercepage, eu não quero esquecer de como funciona a sociedade brasileira, nem de como somos enganados.

Estamos sempre a procura do maior, ao invés do melhor, esse sentimento tem sido muito utilizado pelos institutos de pesquisas, principalmente no caso de intenção de voto.

Esse é um sentimento que vem do tempo da Monarquia, passando pela Proclamação da República, Regime militar, e até pelo movimento de Diretas Já.

Com sistemas de controle favoráveis para si, a classe média alta se tornou preguiçosa e irresponsável, em relação ao social. Não podemos, de maneira alguma, achar que o sistema é dispensável, isso seria utopia anarquista.

Quando se trata de anarquismo, eu sei do que eu estou falando, de certa forma eu sempre tive uma certa tendência ao anarquismo, nunca segui esses pensamentos porque assim não seria anarquismo.

“Se hay gobierno, yo soy contra” – Você faz ideia de quem disse essa frase? – Além dele, só o Mestre, Jesus, foi mais revolucionário.

A questão básica é: Um povo não pode se prostituir diante de sua própria sociedade ou ideologia, esse povo precisa se dar o valor, através do qual o sistema decidirá o que nós merecemos.

Nós nunca nos mobilizamos para nos dar o valor; quando isso ocorreu, ocorreu de forma errada, ou seja, fomos manipulados pelo sistema elitizado, quando nosso objetivo deveria ser uma mobilização contra o próprio sistema. Essas mobilizações, em prol do sistema,  ao invés de aumentar o nosso valor em relação a ele, diminuiu.

Não é difícil saber onde estão localizadas as principais peças dessa engrenagem, local onde deverá ser feito o ajuste; também não é preciso guerra ou revoluções, as guerras implicam em decisões arbitrárias, portanto elitista.  Mudanças radicais, sem a identificação do povo, nunca poderão se sustentar; a satisfação do povo sempre deverá ser o objetivo final.

Quem matou Jesus? – As instituições  costumam afirmar que quem matou Jesus foi o povo, na realidade, essas instituições transferem para o povo a sua própria responsabilidade. O povo, de fato, eram aquelas pessoas que o seguiam, as pessoas que abandonavam a produção de seu próprio alimento de sobrevivência, para ouvirem as verdades proferidas pela boca daquele homem santo.

A elite tem escolhido o sistema de governo que é melhor para o povo; desde o seu descobrimento, o Brasil nunca mudou, na área política.

Durante muito tempo, foi bom para as classes dominantes, viver como colônias, sob o poder paternal do governo Português. Passados séculos, esse sistema deixou de agradar às classes poderosas da colônia, foi proclamada a Independência.

A independência, de fato, não ocorreu, foi apenas uma forma de acalmar o manipulado povo brasileiro.

O sentimento de independência, criado pela elite, foi vencido pela demagogia da monarquia, assim o poder se sustentou por mais algum tempo.

Não satisfeita com o processo de transferência de poder, dentro da família real, a elite conspirou novamente, criando o sentimento de República. Foi proclamada então a República Federativa “Militar” do Brasil.

Desde então convivemos entre a Democracia e o Regime Militar, entre as mudanças manipuladas e os interesses elitistas.

O último período de Regime Militar, a que fomos submetidos, parecia interminável, e seria se o poder conseguisse se sustentar por mais tempo, atendendo aos interesses das classes médias altas.

As peças a serem ajustadas, dentro do sistema, são as mídias de massa. São essas instituições que criam as suas próprias verdades, são essas instituições que precisam ser controladas, e criticadas, por terem o poder de controlar as massas.

Não confunda o poder de controle e manipulação, com o processo de formação de opinião pública, esse último é inteligente, dinâmico e possui uma capacidade considerável de autocrítica, acompanhando suas doutrinas. Na formação de opinião pública, a lógica e todas as ideias que seguem nessa mesma direção, são agregadas, inclusive com a capacidade de redirecionar a linha matriz desse pensamento.

A partir do momento em que o Regime Militar não conseguiu se sustentar, fez se necessário a criação, através das mídias de massa, de um novo sentimento para o povo, as Diretas Já.

O movimento das Diretas Já, foi um sucesso, mas o seu processo, em si, foi um fracasso.

Articulado por um homem considerado mestre na arte da política, ele conseguiu quase unanimidade, conseguiu até convencer o Governo Militar que o seu partido teria chance. Segundo as más línguas, teria pago para alguns políticos votarem contra, criando um ambiente de competitividade.

Depois da vitória massacrante, esse homem, chamado Tancredo Neves, morreu sem tomar posse. Esse foi apenas o início de um processo, desencadeado por sua morte.

Seu vice, todos nós sabemos, bebeu da fonte da ditatura durante muito tempo, antes disso, e depois disso também, ele mostrou uma habilidade incrível de mudar de lado. Essa capacidade de mudar de lado, dos políticos brasileiros, deixa-me em dúvida sobre a real ideologia deles.

Em todos os países do mundo, a ideologia de esquerda é relacionada com os partidos populares, socialistas, etc.  A ordem dos fatores é clara, são simpatizantes dos democratas americanos, sem necessariamente serem democratas; se houvesse uma disputa entre os democratas e um terceiro partido socialista ou trabalhador, os democratas perderiam a preferência, esse é o conceito de esquerda.

No Brasil, isso até funciona parcialmente, ou hipocritamente. Todos os partidos socialistas e trabalhistas, com exceção do PDT, tendem a apoiar o PT. O PT é o partido de esquerda, e o fato de ele estar no poder não muda isso, sua formação é socialista – ou deveria ser.

Se o PT é um partido de esquerda, o que José Sarney faz no governo. Aqui começa a grande confusão chamada bipartidarismo, em outras palavras, um bolo repartido ao meio, sem a participação do povo.

A lei da governabilidade, em sistemas bipartidários, é cruel.

Quando se especulou que o PSDB poderia se aliar ao PT, em seu fim de mandato, isso se deveu ao fato de o PT ter uma tendência anarquista, ou seja, contra tudo.  FHC ajudou nessa especulação, afinal de contas, ele foi uma peça fundamental, talvez até contra sua própria vontade, ao dizer: “Se Lula ganhar o Brasil não vai quebrar, isso é coisa de estrangeiros que querem mandar no país.”

O que se sabe, é que entre as poucas operações da Polícia Federal, autorizadas pelo Governo FHC, houve uma que chamou a atenção, foi a apreensão de uma fortuna, não declarada, na casa da família Sarney antes da possível candidatura de sua filha. Isso tornou impossível a convivência do PMDB e PSDB do mesmo lado do bolo.

O primeiro Presidente a desafiar o sistema internacional foi o próprio Sarney. Ele tirou das mãos do Regime Militar a dura tarefa de dar o calote na dívida, além da dura missão de realizar algumas mudanças que o desgastado Regime Militar não poderia realizar. Mais uma vez o povo foi enganado, foi o próprio Regime Militar quem apoiou o Governo de Sarney, ninguém poderia dar o calote na dívida externa e criar um congelamento em fase de transição política, sem o apoio militar.

O governo seguinte, de Fernando Collor, tinha tudo para dar certo, tinha até um  perfil presidencialista linha dura. O grande problema é que ele não tinha um grande partido, não tinha apoio; a corrupção foi a alternativa para convencer políticos a aderirem a causa, tudo deu certo, pelo menos por algum tempo.

Quando Collor criou medidas protegendo os pobres, expondo a classe média alta aos efeitos devastadores do sistema, aqui, ele cometeu o primeiro erro. Não se pode atacar a classe média alta, usando uma instituição dominada por ela, como é o caso da política.

A partir daí, todos os crimes do submundo da política estavam prestes a serem expostos. Todos nós sabemos que não é possível resolver todos os problemas de corrupção, num país como o Brasil.

Era preciso um testa de ferro, alguém para responder por todos os corruptos, esse alguém foi PC Farias. Tudo teria se resolvido, se PC tivesse aceitado a dura missão; acho que na confusão, alguém esqueceu de avisá-lo.

“Todos vocês que me acusam são hipócritas”, isso soou como, todos vocês receberam dinheiro. Uma regra básica, no Brasil é: “Não ameace, denuncie!” PC cometeu esse erro, pagou caro.

Quando FHC diz que o mensalão foi pior que o Esquema de PC, isso está certo, até porque foi ele mesmo que não deixou a Polícia Federal trabalhar, durante todo o seu mandato.

Itamar Franco foi o vice  de collor, isso não foi muito bom para a sua carreira política. Durante o seu mandato trocou muitas vezes de Ministro até chegar a FHC, um político com passado socialista e que conhece muito bem os dois lados, esquerda e direita.

FHC controlou a economia, pelo menos até o final de seu mandato, foi aí, que mesmo contra a sua vontade, disse que Lula não quebraria o Brasil; Na verdade quem não quebraria o Brasil era a especulação, caso ele  agisse rápido.

Assim, a classe média alta perdeu uma grande oportunidade de se unir a classe operária, perdendo seu espaço para o clube fechado da política.

Com a vitória do PT, não houve nenhuma novidade, em relação aos governos socialistas, exceto pelo mensalão. Todo mundo ficou surpreso com o mensalão, mas há quem tenha dito: “Vocês não sabiam? – Sempre houve um caixa dois – Como vocês acham que esses megashows são pagos? – nós apenas demos maior transparência a esse processo.” 

Agora, como sempre, o passado e o presente conspiram para que o povo não tenha um futuro. É Bom que se diga: “Sempre haverá um amanhã, o problema é que, no Brasil, isso só ocorre de trinta em trinta anos.”

O brasileiro tem medo de mudanças, mesmo sabendo que elas são inevitáveis. Sabendo disso, os políticos fazem a sua parte, atendendo o desejo do povo, de sempre manter tudo do jeito que está.

By Jânio

julho 19, 2010 Posted by | Política | , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 16 Comentários

Relação de todos os presidentes do Brasil

Donos do Poder

Presidentes do Brasil

A farsa da independência do Brasil não durou muito, assim, logo seria decretada a Proclamação da República em 15 de novembro de 1889. Há quem afirme que a proclamação do Brasil também foi um golpe, onde o próprio Marechal Deodoro da Fonseca, responsável pela instauração da República, assumiria o poder, mas que não duraria muito tempo na presidência.

Isso é compreensivo, pois o jogo do poder no Brasil não é fundamentado em interesse do povo, mas em seus próprios interesses. Assim, quando pensamos que a justiça está sendo feita, na realidade o que está acontecendo é um novo golpe, patrocinado por um novo grupo organizado pela própria elite, com a finalidade de atender os seus interesses.

Analisando bem a nossa história política, temos poucos momentos de importância. Os dois presidentes mais citados de nossa história, são, sem sombra de dúvida, Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek, sendo seus atos mais importantes: A criação da CLT, por Vargas, e a construção de Brasília, por Juscelino. A partir da construção de Brasília, o eixo Rio-São Paulo deixava de influenciar tão diretamente na república, criava-se um nova incubadora para a corrupção, muito pior do que era antes.

No caso dos governos militares, pouco há para ser dito, com raras exceções, como é o caso de Vargas, mesmo assim temos que admitir que nem todos os governos militares foram iguais, mesmo os dois últimos, responsáveis pela transição do regime militar para o civil, havia grandes diferenças. João Batista Figueiredo era completamente diferente de Ernesto Geisel, apesar disso, houve a mudança, apesar de Tancredo não sobreviver para contar a história. Sarney assumiu o poder, no auge de sua história política no Brasil, onde empregou até a própria filha Roseana Sarney, mas essa já é uma outra história.

Getúlio Vargas talvez seja o mais importante presidente da história do Brasil, mas nem ele escapou de promover golpes, além de ser simpatizante de Hitler, mas nesse caso ele não teve culpa, Hitler conseguiu enganar o mundo inteiro, a verdade só veio a tona quando Hitler iniciou suas invasões. Para nossa sorte, os americanos pagaram mais pelo apoio brasileiro, com a usina de Volta Redonda.

Jânio Quadros, meu xará, não teve muita história para contar, mas pela sua votação histórica, acabou sendo reconhecido pela sua importância e capacidade de conseguir votos. Sua ideia de renunciar ao mandato, para voltar nos braços do povo, enquanto seu vice estava fora, foi uma das piores idéias políticas de todos os tempos.

Não foram incluídas nas listas, as duas juntas governativas (1930 e 1969), os presidentes interinos Ranieri Mazzilli (em 1961 e 1964) e os três presidentes:Rodrigues Alves, Tancredo Neves e Júlio Prestes, que não chegaram a governar, dois morreram, o terceiro, Prestes, foi vítima de golpe militar. Tudo sempre seguindo as regras da burguesia, formadores de opinião pública, detentores dos principais órgãos de comunicação, os mesmos que mais tarde sentiriam os duros golpes da ditadura, promovidos pelo próprio regime militar que, pelo visto, não quis continuar servindo de fantoche, criando suas próprias regras. Mais tarde, o próprio regime militar anunciaria a abertura política, deixando o próprio povo tomar os rumos de seu destino, foi aí que a burguesia voltou a ditar as regras.

Se não há muito o que se falar do regime militar, é porque eles não permitiam que a história fosse escrita, se abrissem a boca morriam, pelo menos no período da ditadura. Não havia investigação, os maiores problemas eram resolvidos pelo serviço secreto brasileiro.

Foram 33 mandatos, 28 presidentes, sendo estes os responsáveis pela situação na qual o país se encontra, incapaz de fazer cumprir uma única lei, quando o assunto envolve políticos importantes para a manipulação do poder.

Foram poucos os presidentes que terminaram seus mandatos, a maioria, ou morreu ou foi deposto, alguns tiveram problemas de saúde. Não faltaram nem casos de renúncia, casos mais raros.

A grande verdade é que a República Federativa Brasileira foi criada pelos militares, nunca deixou de ser um pouco militar. Apesar de ter perdido muito sua força, o regime militar continua sendo uma forte influência na política brasileiro. Os políticos brasileiros de hoje são, na grande maioria, socialistas, mas os donos do poder continuam sendo os políticos conservadores.

PRESIDENTES DO BRASIL

1 – Marechal Deodoro da Fonseca – 15 de novembro de 1889 á 23 de novembro de 1891 – regime militar, renunciou – Vice – Floriano Peixoto

2 – Floriano Peixoto – 23 de novembro de 1891 à 15 de novembro de 1894 – regime militar – sem vice.

3 – Prudente de Morais 15 de novembro de 1894 à 15 de novembro de 1898 – Partido Republicano Federal PR – Vice Manuel Vitorino.

4 – Campos Sales – 15 de novembro de 1898 à 15 de novembro de 1902 Partido Republicano Paulista PRP – Vice Rosa e Silva.

5 – Rodrigues Alves – 15 de novembro de 1902 à 15 de novembro de 1906 – Partido Republicano Paulista PRP – Vice Silviano Brandão.

6 – Afonso Pena – 15 de novembro de 1906 à 14 de junho de 1909 Partido Republicano Mineiro PRM – Vice Nilo Peçanha.

7 – Nilo Peçanha – 14 de junho de 1909 à 15 de novembro de 1910 Partido Republicano Fluminense PRF – Sem vice.

8 – Hermes da Fonseca – 15 de novembro de 1910 à 15 de novembro de 1914 Partido Republicano Conservador PRC – vice Venceslau Brás.

9 – Venceslau Brás – 15 de novembro de 1914 à 15 de novembro de 1918 Partido Republicano Mineiro PRM – Vice Urbano Santos.

*** Rodrigues Alves — Não Governou, morreu – Partido Republicano Paulista PRP – vice Delfim Moreira.

10 – Delfim Moreira – 15 de novembro de 1918 à 28 de julho de 1919 – Partido Republicano Mineiro PRM – Sem Vice.

11 – Epitácio Pessoa – 28 de julho de 1919 à 15 de novembro de 1922 – Partido Republicano Mineiro PRM – Vice Delfim Moreira.

12 – Artur Bernardes – 15 de novembro de 1922 à 15 de novembro de 1926 Partido Republicano Mineiro PRM – vice Estácio Coimbra.

13 – Washington Luís – 15 de novembro de 1926 à 24 de outubro de 1930 – Partido Republicano Paulista PRP – vice Melo Viana.

*** Júlio Prestes — Nâo governou, deposto — Partido Republicano Paulista PRP – Vice Vital Soares.

*** Mena Barreto – 24 de outubro de 1930 à 3 de novembro de 1930 – regime militar em governo provisório – Sem vice.

14 – Getúlio Vargas – 3 de novembro de 1930 à 29 de outubro de 1945 – Partido Aliança Liberal AL – Sem vice.

15 – José Linhares – 29 de outubro de 1945 à 31 de janeiro de 1946 – Sem partido – Sem vice.

16 – Eurico Gaspar Dutra – 31 de janeiro de 1946 à 31 de janeiro de 1951 – Partido Social Democrático PSD – Vice Nereu Ramos.

17 – Getúlio Vargas – suicidou-se- 31 de janeiro de 1951 à 24 de agosto de 1954 – Partido Trabalhista Brasileiro PTB – Vice Café Filho.

18 – Café Filho – 24 de agosto de 1954 à 8 de novembro de 1955 – Partido Social Progressista PSP – Sem vice.

19 – Carlos Luz – 8 de novembro de 1955 à 11 de novembro de 1955 – Partido Social Democrático PSD – Sem vice.

20 – Nereu Ramos – 11 de novembro de 1955 à 31 de janeiro de 1956 – Partido Social Democrático PSD – Sem vice.

21 – Juscelino Kubitschek – 31 de janeiro de 1956 à 31 de janeiro de 1961 – Partido Social Democrático PSD – vice João Goulart.

22 – Jânio Quadros – renunciou – 31 de janeiro de 1961 à 25 de agosto de 1961 – Partido Trabalhista Nacional PTN – vice João Goulart.

23 – Ranieri Mazzilli – 25 de agosto de 1961 à 7 de setembro de 1961 – Partido Social Democrático PSD – Sem vice.

24 – João Goulart – deposto – 7 de setembro de 1961 à 1 de abril de 1964 – Partido Trabalhista Brasileiro PTB – Sem vice.

25 – Ranieri Mazzilli – 2 de abril de 1964 à 15 de abril de 1964 – Partido Social Democrático PSD – Sem vice.

26 – Castelo Branco – 15 de abril de 1964 à 15 de março de 1967 – Aliança Renovadora Nacional ARENA (militar) – Vice José Maria Alckmin.

27 – Costa e Silva – 15 de março de 1967 à 31 de agosto de 1969 – Aliança Renovadora Nacional ARENA (militar) – vice Pedro Aleixo.

*** Junta Governativa Provisória de 1969 – 31 de agosto de 1969 à 30 de outubro de 1969 – regime militar – Sem vice.

28 – Emilio Medici – 30 de outubro de 1969 à 15 de março de 1974 – Aliança Renovadora Nacional ARENA (militar) – Vice Augusto Rademaker.

29 – Ernesto Geisel – 15 de março de 1974 à 15 de março de 1979 – Aliança Renovadora Nacional ARENA (militar) – Vice Adalberto dos Santos.

30 – João Figueiredo – 15 de março de 1979 à 15 de março de 1985 – Partido Democrático Social PDS (militar) – vice Aureliano Chaves.

*** Tancredo Neves – Nâo governou, morreu — Partido do Movimento Democrático Brasileiro PMDB – Vice José Sarney –

31 – José Sarney – 15 de março de 1985 à 15 de março de 1990 – Partido do Movimento Democrático Brasileiro PMDB – Sem vice.

32 – Fernando Collor – deposto – 15 de março de 1990 à 29 de dezembro de 1992 – Partido da Reconstrução Nacional PRN – vice Itamar Franco.

33 – Itamar Franco – 29 de dezembro de 1992 à 1 de janeiro de 1995 – Partido do Movimento Democrático Brasileiro PMDB – Sem Vice.

34 – Fernando Henrique Cardoso – 1 de janeiro de 1995 à 1 de janeiro de 2003 – Partido da Social Democracia Brasileira PSDB – Vice Marco Maciel.

35 – Luís Inácio Lula da Silva – 1 de janeiro de 2003 à 1 de janeiro de 2011 – Partido dos Trabalhadores PT – vice José Alencar.

Fonte: Wikipedia

Texto: By Jânio

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março 19, 2010 Posted by | Política | , , , , , , , , , | 35 Comentários

   

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