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Tráfico de drogas lidera número de habeas corpus no STJ no primeiro semestre

violência

Guerra do Rio

Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil

Apenas no primeiro semestre deste ano, dos 12.331 habeas corpus e recursos recebidos no Superior Tribunal de Justiça (STJ), 3.506 são referentes a tráfico de drogas, ou seja, 30% do total. A informação é da presidente do órgão, ministra Laurita Vaz, ao ilustrar problemas na política de drogas no país. “O tráfico e o uso de drogas são males que têm afligido a sociedade de forma crescente nos últimos anos, que nos assusta e trazem por arrasto consequências maléficas”, disse.

A Lei nº 11.343/2006, a chamada Lei de Drogas, completa 10 anos em 2017 e para fazer um balanço da situação, a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam) está promovendo, hoje (25) e amanhã (26), o seminário “10 Anos da Lei de Drogas – Resultados e perspectivas em uma visão multidisciplinar”. O evento tem apoio do STJ e da Associação dos Juízes Federais do Brasil.

Ao participar do encontro, a ministra da Advocacia-Geral da União (AGU), Grace Mendonça, disse que, do ponto de vista da segurança pública, os dados são “estarrecedores”. Ela citou dados do Departamento Penitenciário Nacional, que apontam que um terço dos encarcerados do país tiveram envolvimento com drogas. Dados do Conselho Nacional de Justiça revelam que em torno de 75% dos jovens infratores são usuários de drogas.

A resolução, segundo a ministra, exige abordagem interdisciplinar, que envolve Judiciário, saúde, ciência política e sociologia. “É importante tratar o tema na perspectiva de assistência aos dependentes, que envolve a reinserção dessa pessoa na sociedade, para que tenha qualidade de vida”, acrescentou, ressaltando que, além da reflexão, o seminário pode levantar propostas qualificadas que gerem resultados mais rápidos para a sociedade sobre a questão das drogas.

Para o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a questão das drogas é dinâmica e devem ser repensados os “enfrentamentos, os efeitos, os resultados obtidos e não obtidos com a política”. Segundo Janot, há pontos prioritários a serem revistos e debatidos, como as políticas de prevenção e reinserção; a destinação de bens apreendidos para o uso no enfrentamento às drogas; a diferenciação e tratamento correto de usuários e traficantes; e o reflexo da política criminal de combate às drogas no “combalido e falido” sistema penitenciário brasileiro.

Para a presidente do STJ, ministra Laurita Vaz, a liberação do uso de drogas não é solução para os problemas que gera, pois não são consequências apenas individuais. “No Brasil, país de dimensões continentais, com grande parte da população alijada de uma educação básica de qualidade, com uma polícia cada vez mais sucateada, com órgãos de saúde pública funcionando na fronteira do caos, essa proposta me parece temerária”, disse, na abertura do seminário.

Na opinião de Laurita, é preciso pensar na realidade de forma mais ampla, buscando identificar sua verdadeira origem e trabalhar na prevenção. A educação de base, a formação para a cidadania, a promoção de atividades escolares, esportivas e lúdicas, a profissionalização e o emprego são algumas medidas que o Estado brasileiro tem deixado de empreender. “Em meio a tanta sangria dos cofres públicos, fica fácil imaginar porque o Brasil carece de investimentos em áreas essenciais; não por falta de dinheiro, mas por pura malversação do dinheiro público”, afirmou.

Além de debater a política de drogas que vem sendo adotada no país, o seminário analisa expectativas para nova abordagem do tema, como as políticas públicas voltadas à assistência de dependentes químicos, o uso medicinal de substâncias proscritas, as questões relacionadas a encarceramento e gênero, bem como aspectos penais e processuais na judicialização dos crimes previstos na Lei de Drogas.

Edição: Maria Claudia
 
 

abril 25, 2017 Posted by | Judiciário | , , , , | Deixe um comentário

Crecimiento no controlado de Lima provoca tráfico ilegal de tierras

março 29, 2017 Posted by | Espanhol | , , | Deixe um comentário

El peor atasco de tráfico de la historia

colapso no trânsito

Engarrafamento de Veículos

Un terrible colapso circulatorio deja atrapadas a miles de personas en una autopista que comunica Macao y Pekín cuando los habitantes de la capital china regresaban tras la celebración del Día Nacional.
El espectacular atasco dejó atrapados a miles de conductores en las afueras de la capital china desde las 14:00 del pasado 6 de octubre, informa el portal de noticias Mashable.

El embotellamiento se produjo en la autopista G4 Pekín–Hong Kong–Macao, que cuenta con 50 carriles y fue grabado desde un helicóptero por reporteros de la cadena Legal Evening News.

El 6 de octubre, último día de la fiesta nacional, que se prolonga una semana entera, cientos de miles de habitantes de la capital china regresaban a Pekín de sus vacaciones.

Aunque el atasco en la autopista G4 fue terrible, no se puede comparar, sin embargo, con el famoso embotellamiento de 100 kilómetros que fue registrado en China en 2010. En este atasco, considerado el mayor de la historia, miles de conductores se quedaron encerrados en sus vehículos 11 días.

Video

Fonte do texto RT-TV

outubro 9, 2015 Posted by | Espanhol | , , , | Deixe um comentário

Policiais do tráfico são presos em São Paulo

policiais do tráfico

Supervisor do Denarc

CAMPINAS – Os policiais do Denarc e da Polícia Civil de Campinas presos na manhã desta segunda-feira, 15, por suposto envolvimento com o tráfico de drogas, foram flagrados pelas investigações do Ministério Público quando começaram a sequestrar e extorquir traficantes, no início deste ano, por causa de atrasos nos pagamentos de propina.

Entre os acusados, estava um dono de uma lanchonete na avenida Norte-Sul, espécie de Avenida Paulista de Campinas, que morava em um condomínio de luxo. Ele seria o tesoureiro do grupo e conseguiu fugir.

Um dos delegados detidos é o supervisor da unidade de investigações do Departamento Estadual de Investigações sobre Narcóticos (Denarc), Clemente Castilhone Junior.

Comentário: Olha só o resumo da história:

Policiais que sabem que as leis são inúteis no Brasil e que a justiça por aqui é apenas ficção, envolveram-se com o tráfico de drogas, afinal, a polícia faz parte da PPP e, portanto, tem muito poder, inclusive para vender (o poder) para o crime organizado.

Os traficantes pagavam até 300 mil ao ano para os policiais que participavam do esquema, entretanto, o atraso nos pagamentos levou os policiais a uma reação inesperada, sequestrar os parentes dos traficantes. Como resposta, os traficantes ordenaram ataques à polícia.

O que ninguém sabia é que uma investigação em andamento levaria a prisão desses políciais, inclusive de um supervisor do Denarc.

Isso me lembra do assassinato de juízes no Rio e no resto do Brasil. Especificamente falando sobre aquela jovem juíza que desafiou o crime no Rio, sendo morta por policiais criminosos.

É por isso que esse escândalo no Denarc não me surpreende… mas assusta.

Comentário: By Jânio

Fonte: Estadão

http://icommercepage.blogspot.com.br/2012/06/jornalismo-da-morte.html

A política torta do Brasil

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julho 16, 2013 Posted by | Policia | , , , , , , , , | Deixe um comentário

Polícia controla favelas mais violentas do Rio

salve-se quem puder

Paz no Rio

Polícia ocupa favelas mais perigosas do Rio.

Cerca de 1.500 soldados que participaram da operação, permanecem controlando uma área que concentrava grande parte da venda de crack.

Quatro das favelas mais perigosas do rio foram ocupadas: Manguinhos, Mandela, Varginha e Jarazinho, que eram controladas pelos traficantes.

Entre os 1.500 homens que participaram da operação, estão soldados da polícia e da infantaria naval, que tiveram apoio de helicópteros e blindados da Marinha. Eles também usaram escavadeiras para remover as barreiras que os traficantes de drogas construíram nas entradas das favelas.

O Batalhão de Operações Especiais da Polícia (Bope), realizou operações anteriores as incursões para evitar a fuga de criminosos. Numa das favelas houve um choque que matou cinco supostos traficantes que fugiam de Manguinhos.

No Jacarezinho funcionou o maior “crackódromo” da cidade, como são conhecidos os lugares onde o crack, derivado da cocaína, é vendido e consumido. Cerca de cem drogados foram transferidos para centros especializados.

As favelas do Jacarezinho e do Manguinhos, onde cerca de 75 mil pessoas vivem, são consideradas as mais perigosas do Rio de Janeiro, onde o tráfico de drogas ocorre em plena luz do dia. Numa região de comércio varejista, era comum pessoas armadas nas ruas. Essas pessoas permaneciam lá pela venda do Crack, droga que é consumida por pelo menos meio milhão de brasileiros.

O governo do Rio de Janeiro pretende instalar nas favelas recuperadas, as chamadas Unidades de Polícia Pacificadora (UPP), como são conhecidos esses postos permanentes da polícia. Eles estão localizados em áreas onde a polícia já recuperou áreas dominadas por quadrilhas de traficantes.

A instalação das UPP é parte de uma política de segurança iniciada pelo governo do Rio de Janeiro em 2.008, para expulsar os traficantes das favelas da cidade, antes da cidade sediar os Jogos Olímpicos de 2.016.

Esta política de redução de crimes está sendo estudada por países da região.

A polícia do Rio de Janeiro é considerada a mais corrupta da América do Sul. Nos últimos ano, pelo menos 2.000 pessoas foram demitidas por ligações com redes de corrupção e crime organizado.

Comentário: Eu vou começar pelo final do texto: A corrupção da polícia do Rio de Janeiro não impede que esta seja a polícia mais bem preparada do mundo, para operações especiais, conflitos ou guerras urbanas. A corrupção também passa longe dessas tropas de elite.

Eu não posso dizer qual é o salário pago pelo governo, o que poderia ser a causa dessa corrupção, mas posso dizer que os bombeiros ganham muito mal, o que já dá uma idéia. Entretanto, o descaso de décadas conta.

Se a quantidade de marginais e políticos corruptos sempre foi maior que a quantidade de pessoas que os combatiam, parece natural que muitas pessoas tenham se transferido para o lado que paga mais. Prova disso é que as pessoas que são expulsas não intimidam outras que seguem pelo mesmo caminho.

Além disso, esse é um problema que está sendo tratado de maneira elitizada desde o início dessas operações, sem verificar as causas ou combatê-las.

A política sempre será a origem da corrupção no alto escalão do sistema, o que se está combatendo são apenas trombadinhas que tem suporte maior, inclusive entre os políticos.

Eu sinceramente espero que a polícia tenha estrutura para se manter nesses locais e torço para que o crime não se transfira para a cidade.

Parece muito bonito ver a polícia executando essas operações em regiões específicas, mas fica claro que não dá para fazer isso em toda a cidade, em todo os estado, em todo o país.

Talvez seja por isso que temos tantas igrejas e sejamos tão religiosos.

Deus nos ajude!

Comentário: By Jânio

Fonte RT-TV

Violência do Rio

Falta de respeito no morro

outubro 15, 2012 Posted by | Policia | , , , , , , , | Deixe um comentário

Histórias do país das maravilhas

contos policiais

Casos Reais

A prisão do traficante nem mostra como as notícias estão repetitivas: Invasão de favelas; tiroteios; vítimas inocentes; prisão de policiais envolvidos; esporadicamente, prisão de um grande líder do tráfico, dessa vez foi o Nem.

A lista de coincidências não para por aí, prenderam a mulher do Nem e não sei quem mais irão prender.

Isso me fez lembrar do Fernandinho Beira-Mar (cv), um dos maiores mitos desse poder paralelo. Na época, Fernandinho havia distribuído bônus para toda sua família, e o valor era tão grande quanto os bônus distribuídos para os novos milionários, publicados pela Forbes.

Resultado: Prenderam mulher, advogados, irmãos e outros parentes e amigos que haviam enriquecido de maneira ilícita. Se algum delegado de polícia costuma dizer: “Eles são organizados, mas nós somos mais organizados ainda”, eu não tenho nada a dizer sobre isso, aliás, cadê meu advogado? rs rs

Fernandinho continuou seu reinado de dentro da penitenciária de segurança máxima, afinal, a penitenciária pode ser de segurança máxima, mas a casa dos funcionários da penitenciária não é, e parece que os brasileiros não estão dispostos a morrer por uma justiça fictícia.

Apesar dessa fama de Fernandinho, foi Marcola, do PCC, quem demonstrou maior organização, assustando o mundo inteiro, chegando a intimar diretores de presídios. Foi a “família” de Marcola a primeira a sofrer muitas baixas.

Coincidentemente, ao mesmo tempo que prendiam Nem, que supostamente movimentava a bagatela de 20 milhões na Rocinha, e não deve ser só isso, mais uma quadrilha ligada a Fernandinho foi presa, mostrando que haviam empresas ligadas a ele, espalhadas por todo o país.

Eu temo que tenhamos chegado a um ponto do qual não possamos mais voltar, e espero sinceramente que as pessoas indefesas não estejam no meio do fogo na próxima batalha desses poderosos.

Se as autoridades tivessem tanta competência para desapropriar bens, confiscar e prender políticos corruptos, como tem feito com os traficantes, haveria uma boa chance de mudarmos o país.

Traficante não tem medo de nada, exceto da Polícia Federal; a Polícia Federal não tem medo de nada, exceto dos políticos corruptos.

Agora eu começo a entender a bizarra atração que algumas pessoas tem por filmes de gangsters, esse é um sonho que muitas pessoas não tem coragem de realizar, mas sempre há uma exceção.

Prostituição, dinheiro fácil, corrupção, tudo parece muito sedutor para algumas pessoas, mas só no país das maravilhas essas pessoas podem realizar tais sonhos.

By Jânio

dezembro 2, 2011 Posted by | Policia | , , , , , , , , , | 1 Comentário

Violência do Rio, vista de fora

Além do cartão postal

Além do cartão postal

È  certo que o conflito entre traficantes e policiais, no Rio, teria mais credibilidade se visto sob ponto de vista próprios cariocas. Por outro lado a visão externa do conflito, além de mostrar dados que são noticiados no país, acrescenta a visão que se tem de fora, através de correspondentes internacionais, aqui no Brasil.

Alguns números que estão sendo divulgados lá fora, sobre o Brasil são:

Falta de controle sobre armas no país – A se julgar pela forma como as armas estão chegando até os traficantes nas favelas, mostra a falta de um controle central dessas armas, ou seja, um banco de armas onde se possa controlar a circulação das armas desses policiais.

População armada – Outro dado assustador, divulgado pela imprensa internacional, é o fato da população estar cada dia mais armada, bastando apenas uma ocasião para que um cidadão se transforme num perigo para a sociedade, cerca de 90 por cento das armas estão nas mãos da população civil.

Nesse ponto, eu diria que a legislação centralizada é um grande problema, porque uma lei aplicada no Rio e uma lei aplicada na Amazônia, são completamente diferentes. Leis criadas para coibir, controlar, isentar, não deveriam jamais ser editadas em nível federal, esse medo do separatismo, trauma brasileiro, deixa a todos numa situação delicada, como recentemente, sobre as leis de armas.

A ideia de que as armas tem vindo de fora do Brasil, pode até ter fundamento, mas a maioria são conseguidas no próprio país.

Outro dado interessante, é a triste notícia de que a polícia do Rio está se tornando a mais bem preparada polícia, em situação de guerrilha urbana, do mundo. Talvez isso explique tantas mortes, não haverão mortes fora da população da favela, a ideia é encurtar o campo de atuação dos traficantes, em seu próprio reduto, como acontece em países como a Colômbia.

Por número de habitantes, o Brasil está perdendo apenas para El Salvador, Venezuela e África do sul, em homicídios por armas de fogo. Por outro lado o Brasil é o país onde mais morrem pessoas por arma de fogo no mundo, em números absolutos.

A situação é tão trágica que um Militar americano, atuando no Afeganistão, veio conhecer as táticas de guerrilha urbana no Rio, como são conhecidas as operações da polícia no exterior.

Em contra partida, a única coisa que tem resultados positivos, partem de projetos de ONGs, onde há um trabalho de conscientização e alerta,  abrindo a mente dos jovens para uma alternativa de vida longe do crime.

A queda de helicóptero da polícia, abatido por criminosos do Rio, deixou uma certeza: Filmes sobre favelas, ficam cada dia mais próximos do cinema de Hollywood do que para cinema nacional. Isso as ONGs terão que combater também, essa visão glamourosa do caos urbano não ajuda em nada.

By Jânio.

outubro 20, 2009 Posted by | Internacional | , , , , , , , , | 12 Comentários

   

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