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PSDB prepara saída do governo

O ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy, pediu demissão do cargo nesta sexta-feira (8). Ele entregou sua carta de exoneração em que afirma ter sido “uma honra” fazer parte do governo de Temer e disse ter “trabalhado com foco para manter a estabilidade política do país”. Imbassahy é deputado federal do PSDB e havia se licenciado do mandato para ocupar o cargo no governo. Ele não explicou o motivo da saída, apenas citou “novas circunstâncias no horizonte”.

“Agora, senhor presidente, novas circunstâncias se impõem no horizonte. Agradeço ao meu partido, o PSDB, que entendeu que, após tarbalhar pelo impeachment [da ex-presidente Dilma Rousseff], e por coerência com a sua história, não poderia se omitir nesse processo de recuperação do país”, disse, na carta. O nome do deputado Carlos Marun (PMDB-MS) já circula no Palácio do Planalto como provável substituto na Secretaria de Governo. A escolha, no entanto, ainda não é oficial. Marun tem sido um dos principais articuladores de Temer na Câmara dos Deputados.

Imbassahy também cita na carta a reforma da Previdência, afirmando que o governo precisa do apoio do Congresso para avançar no tema. Com sua saída do governo, ele retoma sua vaga na Câmara dos Deputados.

O presidente Michel Temer aceitou o pedido do agora ex-ministro. Em carta de resposta ao pedido de exoneração, Temer afirma que é grato pelo que Imbassahy fez pelo governo e pelo país. O presidente também ressalta que o ministro foi fundamental para ajudar o governo a atravessar “momentos delicados”. Temer destaca a amizade que tem com ele e afirma que O tucano continuará a defender os interesses do país no Congresso.

“Sou-lhe grato. Pelo que fez pelo nosso governo e pelo país. Os momentos difíceis a que você alude na carta foram enfrentados todos por mim, mas com seu apoio permanente. […] O meu prazer por tê-lo tido como companheiro de jornada foi duplo: primeiro, pelas razões a que já aludi, mas em segundo lugar, e não menos importante, pela amizade fraternal que surgiu ao longo desse fértil período de convivência. […] Sei que, no Parlamento, continuará a defender os interesses do Brasil”, respondeu o presidente.

PSDB

O PSDB já tem sinalizado que pode deixar a base do governo Temer, mas ainda não houve formalização. Diante de declarações de tucanos, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, chegou a confirmar a saída dos tucanos da base na semana passada. “O PSDB não está mais na base de sustentação do governo”, disse, em entrevista a jornalistas no final de novembro. “O PSDB tem interesses políticos que está procurando preservar. O presidente Michel Temer tem a responsabilidade de governar e preservar sua base de sustentação”, afirmou.

Imbassahy é o segundo tucano a deixar o governo. Antes, Bruno Araújo pediu demissão do cargo de ministro das Cidades em meio a rumores sobre uma possível reforma ministerial que envolveria a saída de integrantes do PSDB da equipe de governo. O ministro de Relações Exteriores, Aloysio Nunes, negou que o partido tenha rompido com o governo.

“O que disse o ministro Padilha é que o PSDB não faz parte da base de governo. O PSDB apoia o programa do governo, o PSDB não rompeu com o governo. Participação no governo ou não é uma questão do presidente”, disse.

Neste sábado (9), o PSDB se reúne, em Brasília, para eleger o novo presidente e os membros da Executiva do partido. Durante a Convenção, há a expectativa para uma definição sobre a permanência ou não da legenda na base do governo.

*texto atualizado às 18h30 para correção de informações. Ao contrário do que informava o texto, Aloysio Nunes não é o único ministro do PSDB.

Edição: Amanda Cieglinski
Agência Brasil

dezembro 9, 2017 Posted by | Política | , , | Deixe um comentário

PSC cede vaga na CCJ para Bonifácio de Andrada

nova crise política

Crise do PSDB

Iolando Lourenço – Repórter da Agência Brasil

O PSC indicou o deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) para ocupar vaga do partido na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na Câmara. Assim, o deputado continua como relator da segunda denúncia apresentada contra o presidente Michel Temer.

A legenda cedeu a vaga a Andrada após o líder do PSDB, Ricardo Trípoli (SP), ter encaminhado ofício ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), comunicando a retirada de Andrada da comissão. 

Na troca, o deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), que era suplente no colegiado, deixará a vaga para ser ocupada por Andrada. O titular é André Moura (SE), líder do governo no Congresso.

A indicação de Andrada foi feita pelo líder do PSC, Victorio Galli, ao presidente Rodrigo Maia. 

Troca

Mais cedo, a liderança do PSDB na Câmara informou que encaminhou à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) pedido para que o deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), designado relator da segunda denúncia contra Michel Temer e dois ministros, desocupasse a vaga de suplente do partido na comissão. O partido sugeria ao presidente da CCJ, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), que Andrada exerça a função de relator na vaga de outro partido.

Em nota de resposta, o presidente da CCJ, Rodrigo Pacheco, afirma que a escolha de Bonifácio como relator “teve critérios próprios e já amplamente divulgados, sem motivação partidária”. Pacheco reiterou que manteria Andrada na relatoria, seja pelo PSDB ou qualquer outro partido.

A decisão foi anunciada depois de reunião entre o líder do PSDB na Câmara, Ricardo Trípoli; o presidente do PSDB, Tasso Jereissati (CE); o líder do PSDB no Senado, Paulo Bauer (SC), e o próprio Bonifácio de Andrada. No encontro, Andrada teria reiterado seu interesse em se manter na relatoria da denúncia e os dirigentes do partido expuseram as dificuldades da bancada em aceitar essa decisão.

“Ele [Bonifácio] entendeu a dificuldade de relatar essa matéria pelo PSDB, em função das divergências internas que nós temos na bancada. A partir desse momento, se encontrou um caminho, que o presidente da CCJ teria interesse em tê-lo em uma outra bancada que não fosse a do PSDB, e assim ele poderia relatar a matéria. Dessa forma, nós estamos construindo esse documento que será encaminhado ao presidente da CCJ, onde essa vaga do suplente ocupada pelo deputado Bonifácio será desocupada por ele. Estamos aguardando que o presidente da CCJ diga qual vaga que ele ocupará, para que ele faça o relatório”, disse o líder Ricardo Trípoli após a reunião.

O líder ressaltou que não se trata de uma revanche à decisão de Pacheco de designar alguém do partido para a relatoria da denúncia, mesmo depois dos apelos da bancada para que o presidente da comissão não o fizesse.

O líder do partido disse que a bancada será liberada para votar da forma como quiser, tanto na comissão quanto no plenário, e que acredita que a solução encontrada será suficiente para desfazer o mal-estar entre os integrantes do partido.

Desde o anúncio de que o deputado Bonifácio seria o relator, o PSDB se manifestou de forma crítica à escolha, uma vez que a bancada tucana encontra-se dividida na posição de votar favoravelmente ou contrária ao prosseguimento da denúncia na Justiça. Bonifácio foi um dos peessedebistas que votaram pelo arquivamento da primeira denúncia.

* Colaborou Débora Brito

Edição: Carolina Pimentel
Agência Brasil

outubro 5, 2017 Posted by | Política | , , , , | Deixe um comentário

Crises institucionais

Para quem achava  que a política estava muito monótona, os últimos vazamentos privilegiados provocaram um apocalipse político no país. Não é pouca coisa não, de um lado o nome mais importante do PMDB no momento, Michel Temer, e do outro, o nome mais importante do PSDB, Aécio Neves. Um é presidente do Brasil, o outro é presidente do maior partido da atualidade, PSDB, pelo menos segundo a última eleição.

Acontece que as últimas eleições para prefeitos e vereadores deixaram claro a decadência do partido do PT e aliados. Só que não, já que o PT nunca foi muito forte nessa esfera política: municipal. Os antigos aliados do PT abandonaram a esquerda, alguns mudaram de nome e outros pretendem mudar, na esperança de não perderem os políticos que ainda estão juntos.

Como eu disse no outro blog,  Temer não se expôs tanto, sabe que quando abre a boca só sai besteira. Já no caso do Aécio, nunca se ouviu tanta m**** na história desse país.

Para evitarmos os palavrões, poderíamos falar na língua dos “milhões”: a irmã pediu um milhão para comprar um apartamento para a irmã, o irmão pediu dois milhões para custos judiciais, etc.

Mas não foi só isso, não é mesmo? A linguagem  usada e a maneira de fazer política, assustou, e isso causou revolta em todo mundo,  nem a Globo conseguiu se conter, afinal, havia um script, e a ordem reversa do golpe seria muito importante.

É importante destacar que os irmãos Batista sabem muito bem como funciona a máfia midiática no país, mas é preciso destacar também o interesse da mídia estrangeira no país mais importante para o fim da fome no mundo. Os irmãos Batista aproveitaram isso para mostrar ao mundo o que está acontecendo aqui, protegendo provas no exterior, inclusive com dupla cidadania, bem ao estilo global de fazer negócios. Lembramos que o escândalo envolvendo a máfia da Globo e a FIFA, CBF, COI. desapareceu, depois de ser encaminhado para os EUA, já que a Globo é uma ferramenta política dos USA e UK.

Eu fico me perguntando o que poderia ter dado errado nessa estratégia golpista:

A – Acordo da PGR, Janot, com os irmãos Batista, JBS,

Não faltaram críticas a este acordo obscuro que protegia os irmãos Batista em troca de uma delação premiada cujo objetivo  sempre foi político, até o impeachment da Dilma fora com objetivos políticos, onde o vice foi protegido para fazer toda a sujeira, assim como  no impeachment de Collor.

A última delação dos irmãos Batista demonstrou claramente o que todo mundo já sabia: Ainda há muito material  guardado para ser vazado como prova de crimes de autoridades que ainda estão intocáveis. Isso explica porque Marcelo Odebrecht está preso e agora os irmãos Batista também.

Trata-se de controlar os possíveis delatores, fazendo com que as delações premiadas voltem a ser seletivas, ou seja, atingindo alvos específicos. Talvez os irmãos Batista já soubessem de seu futuro e decidiram aproveitar os últimos dias de Janot para explodir a última bomba política a que eles teriam direito.

Apesar da Globo ter sido pega de surpresa, a informação foi direto para a internet, antes de chegar a TV, o que provocou um alvoroço da mídia em torno do oglobo ponto com, a Globo continuou com o privilégio do furo, apesar de mais nada ter sido acrescentado.

Janot fez questão de deixar a bomba para o final, o que fez com que o Governo fizesse uma caça implacável por flagrantes de Janot, e acabou conseguindo uma foto comprometedora.  Outro que vem sofrendo nas mãos do jornalismo investigativo é Gilmar Mendes, supostamente o homem mais forte do judiciário, já que participa de todos os Supremos que se conhece, desde STF até TSE. Fotos de Gilmar em casamento, apadrinhamentos e amizade com Aécio.  Marco Aurélio  continua lavando as mãos e deixando claro que crise política deve ser resolvida por políticos, ele foi responsável por devolver o mandato de Aécio e continua votando contra a cassação de mandato do presidente do PSDB.

A situação de Aécio e  Temer tem muito em comum, quanto mais eles insistem em se manter no poder, maior é o desgaste de seus respectivos partidos. Caso eles não renunciem imediatamente, o escândalo tende a se espalhar para outros políticos que já foram citados outras vezes, como é o caso de Jucá.

A suspensão do mandato de Aécio pelo Supremo, causou surpresa, mas desta vez vei com uma agravante, recolhimento noturno, ou seja, Aécio já não está sendo tratado apenas como um réu político, mas como um criminoso, tanto que o Senado reagiu imediatamente, dizendo que o STF não  teria autoridade para prender Aécio.

O STF não só encontrou uma cláusula indicando  a legalidade do recolhimento noturno através do judiciário, como insistiu na ideia de que o recolhimento não é uma prisão, além de ser provisório, tendo a mesma função da suspensão de mandato, não consiste numa decisão final de processo. O Senado continua insistindo que não está havendo isonomia de poderes.

B – Isonomia dos poderes

A insistência ridícula na isonomia dos poderes chega a ser fundamentalista, muitos senadores sequer sabia que havia a cláusula do recolhimento noturno, medida que é cautelar e provisória, enquanto durar a suspensão do mandato.

A hipocrisia dos Senadores, principalmente  de quem já foi citado na lava a jato, foi irônica. Ao mesmo tempo que eles insistem que Aécio é criminoso, dizem que o STF não poderia suspender um senador, apenas o Senado poderia. Seus eleitores devem estar orgulhosos de suas teses que ignoram  que a lei existe.

A isonomia dos poderes para o senado significa que: só o Senado pode cassar e prender um senador; só o  STF pode cassar e prender um juiz da Suprema Corte e, pasmem, só o Presidente do Brasil poderia cassar e prender a si mesmo.

Eles se esquecem que o processo do STF ainda tem de voltar para o senado e que nada é definitivo, apenas cautelar, relativo ao próprio processo contra o senador. Alguém precisa avisar a máfia que eles estão perdidos.

C – Crise no judiciário

Por que Marco Aurélio tem tanto medo de uma medida que certamente será breve, durando apenas enquanto o processo tramita no Supremo Tribunal Federal?

Os Senadores mais moderados já deixaram claro sua intensão de aguardar até que o processo chegue ao Senado, para que assumam o seu papel, mas os senadores hipócritas passaram a atacar o STF. O que poderia parecer defesa do estado de direito, acaba sendo visto como medo de ser submetido ao mesmo tratamento no futuro, por parte da Suprema corte.

Cristóvão Buarque, o mais novo filósofo do senado, demonstrou toda sua habilidade de pensador político, dizendo que o STF está errado, mas que isso poderia ser evitado se o Senado tivesse feito a sua parte e cassado o Senador Aécio Neves, só se esqueceu de dizer que não leu o parágrafo no qual o STF se baseia. Resumindo: os líderes de partido já consideram Aécio cassado, quando na verdade o processo nem voltou para o senado para ser votado.

Chegaram a pedir votação de requerimento ao STF em caráter de urgência, deixando claro que as próximas decisões do STF deverão ser encaminhadas ao congresso acompanhadas de cópias das respectivas leis.

D – Crises institucionais

A operação lava a jato deixa bem claro que a República de Curitiba foi longe demais com suas decisões judiciais seletivas. É como se todo o país estivesse ligado apenas a uma operação judicial, ditadura jurídica. Isso é muito curioso porque Curitiba sempre foi a capital da lavagem de dinheiro e aqueles que julgam hoje, são os mesmos que eram corrompidos no passado, ocultando processos contra a Globo e outros magnatas e políticos corruptos. Os irmãos Batista  demonstraram que a prisão de Marcelo Odebrecht era um caso isolado de prisão de corrupto e delator.

Podemos ver a operação lava a jato como um desmanche do sistema político econômico do país na intensão de uma nova remodelação dos poderes, poderosos, mercado de capitais, políticos e repatriação de dinheiro dos paraísos fiscais, constituindo uma lavagem de dinheiro perfeita, totalmente legalizada. Isso sem falar nas privatizações e negociatas. A situação só não está pior porque os EUA não tem tanto dinheiro quanto a China, nem tanto interesse em investimentos no país também, aliás, os EUS nunca tiveram interesse em investimentos corporativos no país, apenas investimentos em conspiração política e monopólio midiático.

E – Fora de Brasília

No Paraná, o processo contra Beto Richa se arrasta, deixando o PSDB cada vez mais decadente, já que Richa teve o maior percentual de votos para governador na última eleição.

A situação política no Paraná  é um bom exemplo de que  o mando político no país só ficará claro nas próximas eleições para presidente, governadores, deputados e senadores, quando finalmente saberemos qual a percepção política dos eleitores brasileiros e qual é o nível de manipulação midiática ao qual eles estão submetidos, além de sua própria inteligência, naturalmente.

By Jânio

Interesse da Globo no Governo do Brasil

 

setembro 30, 2017 Posted by | Política | , , , | Deixe um comentário

TSE desaprova contas de 2011 e aplica sanção de R$ 10 milhões ao PSDB

Felipe Pontes – Repórter da Agência Brasil

Em um de seus últimos atos como ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o jurista Henrique Neves não aprovou, no último dia 11 de abril, as contas do PSDB referentes ao ano de 2011.

Neves determinou que o partido devolva cerca de R$ 4 milhões ao erário, bem como que deixe de receber uma das doze parcelas mensais do fundo partidário referentes a 2017 o que, no caso do PSDB, corresponde a R$ 6,6 milhões. O diretório tucano também deverá destinar R$ 2,1 milhões para o incentivo à participação de mulheres na política.

Entre as principais irregularidades identificadas pelo ministro do TSE estão: despesas com passagens aéreas sem a comprovação de utilização dos bilhetes, despesas dos diretórios estaduais sem comprovação da prestação de serviços e da vinculação com atividade partidária, não apresentação de notas fiscais de hospedagem e pagamento de hospedagem sem utilização de diária, entre outros.

A decisão monocrática do ministro Henrique Neves não precisou ser referendada pelo plenário do TSE, pois uma resolução aprovada recentemente pelo tribunal autorizou que, em determinados casos, a reprovação das contas seja decidida individualmente pelo relator.

O mandato de Henrique Neves como ministro do TSE terminou no último dia 16 de abril. Ele foi substituído pelo jurista Admar Gonzaga.

Por email, o PSDB disse que seus advogados já apresentaram recurso contra a decisão, que, para o partido, “deixa de cumprir uma etapa importante da análise das contas do PSDB, conforme determina a própria resolução do TSE”. O partido não esclareceu qual etapa de análise teria sido descumprida.

Edição: Lílian Beraldo
 
 

abril 27, 2017 Posted by | Política | , , | Deixe um comentário

Aécio Neves comunica desfiliação de Alexandre de Moraes do PSDB

Mariana Jungmann – Repórter da Agência Brasil
Brasília - O ministro da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes, assina acordo de cooperação técnica para promover ações da Defensoria Pública nas prisões brasileiras (Antonio Cruz/Agência Brasil)
O ministro licenciado da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes, assinou sua ficha de desfiliação do PSDBMarcello_Casal; Antonio Cruz/ Agência Brasil

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG) disse hoje (7) que recebeu o pedido de desfiliação do partido das mãos do ministro licenciado da Justiça, Alexandre de Moraes, recentemente indicado para o Supremo Tribunal Federal (STF) pelo presidente Michel Temer. Segundo Aécio, com isso, Moraes cumpre a previsão constitucional de não ser ligado a partido político para assumir a vaga no Supremo.

“Posso afirmar que, a partir de hoje, Alexandre de Moraes é um ex-tucano. Ele cumpre o que determina a Constituição, desfiliando-se do PSDB, porque é incompatível que um ministro da Suprema Corte seja filiado a um partido político”, disse o senador.

Neves defendeu o direito de o ministro ter sido filiado ao PSDB até hoje, o que tem sido objeto de críticas de opositores. “Não é incompatível, nem condenável – como já ocorreu com diversos ministros do Supremo – que antes de assumir a função no STF ele pudesse ter também a sua militância partidária, o que é saudável e benéfico à democracia”, completou.

Segundo o presidente nacional do PSDB, com a expectativa de que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado seja instalada até amanhã às 10h, o ministro poderá passar pela sabatina na CCJ até o dia 22. Em seguida, seu nome será submetido ao plenário da Casa.

Indicações no Senado

Aécio Neves também informou que o PSDB decidiu indicar o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) para presidir a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e o senador Antônio Anastasia (PSDB-MG) para ser o vice-presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

A presidência da CCJ caberá ao PMDB, mas até o momento os membros do partido ainda não chegaram a um acordo sobre o nome a ser indicado. Pelo menos três senadores peemedebistas disputam a vaga: Marta Suplicy (SP), Raimundo Lira (PB) e Edison Lobão (MA).

Sobre os boatos de que Anastasia estaria cotado para ficar com a vaga de Alexandre de Moraes no Ministério da Justiça, Aécio Neves disse que a indicação caberá ao presidente Temer, mas sinalizou que o colega não estaria interessado.

“Eu sempre tenho uma cautela enorme em antecipar nomes para ministérios. Esse é um assunto que cabe exclusivamente ao presidente da República. Mas o que eu posso antecipar é que o senador Antônio Anastasia não tem se mostrado disposto a se distanciar das suas atividades no Senado Federal. Foi o que ele me disse ontem”, afirmou.

Edição: Augusto Queiroz

fevereiro 7, 2017 Posted by | Política | , , | Deixe um comentário

PSDB controla crime em Curitiba e BH

dezembro 17, 2016 Posted by | Policia | , , , | Deixe um comentário

A história obscura de Aécio Neves

novembro 23, 2016 Posted by | Política | , , , | Deixe um comentário

A maldição do Temer

PMDB controla o poder

Golpe do PMDB

Acompanhando o golpe do impeachment não dá para ter pena do Temer, mas que a situação está feia para o lado dele, isso está.

O MPL que foi sabotado pelo MBL, uma professora que passou a perna nos alunos, lembra muito o golpe de 64 mas desta vez os militares não caíram na armadilha orquestrada pela Rede Globo.

A Globo possui três opções nesse golpe: a primeira é deixar o PMDB terminar o mandato de Dilma; o segundo seria derrubar o Temer antes do término do mandato da Dilma, o que é pouco provável, mas possível, foi por isso que o Eduardo Cunha foi afastado, nesse caso, quem assumiria seria o Maia, presidente da Câmara dos Deputados; a terceira opção seria o governo militar, caso não se consiga chegar a um acordo que satisfaça a elite. O governo militar é a saída perfeita para a Rede Globo, a volta do monopólio da comunicação, censura, etc.

Nas ruas o que se pede é a saída do Temer, muitas pessoas pedem a anulação do impeachment e a volta da Dilma, outras pessoas pedem novas eleições.

Temer não tem apoio popular, mas tem apoio político, pelo menos por enquanto. A base aliada espera que Temer tome medidas impopulares e seja o testa de ferro para os seus planos futuros em troca de proteção para toda a máfia do Lava a Jato.

Se tudo saísse como o planejado pelos golpistas, seria a história do impeachment de Collor se repetindo: o vice do PMDB assume, serve de incubador para o governo do PSDB que passaria a perna no Governo e seria o novo candidato a presidente em 2.018.

Infelizmente para o PSDB, Aécio está mais encrencado que Temer, então sobra o desastrado e azarado Serra, mas Rodrigo Maia já passa a ser um risco para os planos do PSDB, por isso, o PSDB precisa manter as alianças de base com o PMDB e DEM, mantendo Temer até 2.018.

O grito dos excluídos que vem das ruas terá um papel importante nessa história, já que as manifestações não ficarão impassíveis diante da perda de direitos importantes como é o caso do Décimo Terceiro Salário. Mesmo controlando as mídias de massa para amenizar os escândalos que essas mudanças provocariam, além das alianças forçadas pelos escândalos da Lava a Jato, a impopularidade de Temer pode impedir os planos do PSDB em promover mudanças e corte gastos.

Eu sempre disse que a melhor forma de cortar gastos seria prendendo os mafiosos que enviam dinheiro para os paraísos fiscais, mas parece que esses mafiosos são grande demais para as redes da polícia federal, prova disso é que o Cunha disse que o dinheiro foi depositado em Trust, doado para uma ONG e ninguém poderá fazer nada contra ele, restando apenas o consolo da cassação de seu mandato, o problema é que se STF morre de medo do Renan Calheiros e descobriu-se que Cunha é ainda mais forte que Calheiros, Temer e Sarney, juntos.

A parceira PMDB X PSDB nunca deu certo para o PMDB, mas desta vez não vai dar certo nem para o PSDB,

By Jânio

 

setembro 9, 2016 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário

Sérgio Machado e o PSDB

junho 27, 2016 Posted by | Política | , , , , , , , | Deixe um comentário

Romero Jucá – Primeira prova oficial do golpe

Chegou a Hora

CPI da Globo

Iolando Lourenço – Repórter da Agência Brasil

O líder do PSDB na Câmara, deputado Antônio Imbassahy, informou há pouco que as denúncias publicadas hoje (23) contra o ministro do Planejamento, Romero Jucá, não abalam o governo do presidente interino Michel Temer. “Não abalam de forma nenhuma. Apenas é um fato desagradável, mas que será escalerecido no momento adequado”.

O jornal Folha de S.Paulo publicou reportagem hoje (23) que diz que em conversas, gravadas em março, o atual ministro do Planejamento, Romero Jucá, sugeriu ao ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado um pacto para impedir o avanço da Operação Lava Jato sobre o PMDB, partido do ministro.

Antônio Imbassahy disse ainda que, para o PSDB, é importante que o ministro preste os esclarecimentos sobre as denúncias.

“O ministro tem de prestar os esclarecimentos. Ele está passando as informações de que dispõe não apenas para o presidente da República, mas também para a sociedade por meio de várias entrevistas. Vamos aguardar para ver. O fato é muito recente e a notícia vasta demais. Então, é preciso um pouco de parcimônia para entender direito o que está se passando”, concluiu o líder tucano.

Entrevista

Mais cedo, o ministro do Planejamento, Romero Jucá, negou que tenha tentado obstruir as investigações da Operação Lava Jato, disse que não vai pedir afastamento do cargo e não teme ser investigado.

“Nunca cometi e nem cometerei qualquer ato para dificultar qualquer operação, seja Lava Jato, ou qualquer outra”, disse Jucá, em entrevista coletiva à imprensa. “Da minha parte, sempre defendi e explicitei e apoiei com atos a Operação Lava Jato. A política terá uma outra história depois da Operação Lava Jato”.

Jucá disse que conversou hoje com o presidente interino Michel Temer e apresentou seu posicionamento sobre a reportagem. O ministro disse que não pretende renunciar ao cargo e reforçou que o “cargo pertence ao presidente”. Jucá disse ainda, que o fato de ser investigado, não enfraquece o governo de Michel Temer e ressaltou que seu papel é ajudar o governo.

“Da minha parte, não vejo motivo para tomar nenhuma posição”, disse. O ministro do Planejamento reafirmou que não teme ser investigado e que seu foco não é a operação. “Não perco um minuto do dia com a Operação Lava Jato”, acrescentou.

Reportagem

A Folha de S.Paulo divulgou nesta segunda-feira (23) trechos de gravações obtidas pelo jornal que mostram conversas entre o ministro do Planejamento, Romero Jucá (PMDB-RR), e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. Nas gravações, segundo o jornal, o ministro sugere que seria preciso mudar o governo para “estancar” uma “sangria”. Segundo as informações do jornal, o ministro estaria se referindo à Operação Lava Jato, que investiga fraudes e irregularidades em contratos da Petrobras.

Segundo a reportagem publicada pela Folha, os diálogos ocorreram em março deste ano. As datas não foram divulgadas e o jornal diz que as conversas ocorreram semanas antes da votação do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados. De acordo com o textp, Machado teria procurado líderes do PMDB por temer que as apurações sobre ele, que estão no Supremo Tribunal Federal (STF), fossem enviadas para o juiz federal Sérgio Moro, em Curitiba, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância.

Nos trechos publicados, Machado diz que está preocupado com as possíveis delações premiadas que podem ser feitas. “Queiroz [Galvão] não sei se vai fazer ou não. A Camargo [Corrêa] vai fazer ou não. Eu estou muito preocupado porque eu acho que… O Janot [procurador-geral da República] está a fim de pegar vocês. E acha que eu sou o caminho”.

Jucá responde que Machado precisava ver com seu advogado “como é que a gente pode ajudar” e cita que é preciso haver uma resposta política e mudança no governo. “Tem que mudar o governo pra poder estancar essa sangria”, disse o ministro, segundo o jornal.

No diálogo publicado, Machado diz que a “solução mais fácil” era ter o então vice-presidente Michel Temer na presidência e que seria preciso fazer um acordo. “É um acordo, botar o Michel, num grande acordo nacional” e Jucá responde: “Com o Supremo, com tudo”. Logo em seguida Machado diz: “Com tudo, aí parava tudo” e o ministro concorda: “É. Delimitava onde está, pronto”.

Ainda segundo o jornal, Machado imagina que o envio do caso para Moro poderia ser uma estratégia para que ele faça uma delação premiada. A matéria diz ainda que ele teria feito uma ameaça velada e pedido uma estrutura para dar proteção. “Como montar uma estrutura para evitar que eu ‘desça’? Se eu ‘descer…”. Em outro trecho, o ex-presidente da Transpetro diz estar preocupado com ele mesmo e com “vocês” e que uma saída tem que ser encontrada.

De acordo com a Folha, Machado disse ainda que novas delações na Operação Lava Jato não deixariam “pedra sobre pedra”. O jornal diz que Jucá concorda com Machado de que o caso dele não pode ficar com Moro.

Jucá orienta ainda que Machado se reúna com o presidente do Senado, Renan Calheiros, e também com José Sarney.

Nas gravações divulgadas pelo jornal, o ministro afirmou que teria mantido conversas com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Não foram citados nomes e, segundo o jornal, Jucá disse que são poucos os ministros da Corte aos quais ele não tem acesso. Machado diz que seria necessário ter alguém com ligação com o ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF. Jucá diz que não tem uma pessoa e que Zavascki é “um cara fechado”.

O Supremo Tribunal Federal ainda não divulgou declarações a respeito das declarações divulgadas na reportagem. Segundo a Folha de S. Paulo, as gravações feitas somam mais de uma hora e estão com a Procuradoria-Geral da República (PGR). Procurada pela Agência Brasil, a PGR disse que não irá se manifestar sobre a reportagem.

Edição: Armando Cardoso
 
 

maio 23, 2016 Posted by | Policia | , , , , , , , | Deixe um comentário

Máfia do metrô

escândalo em São Paulo

Cartel do Metrô

Quando o PT chegou ao poder, os políticos de direita fizeram a festa. Logo no primeiro escândalo, mensalão, o PT viu a sua viola em cacos.

Entretanto, o PT mostrou que canta muito bem sem viola e aprendeu a roubar, além disso, aprendeu o jogo do PSDB também.

Se do lado do PT sobrou para o Palocci, por parte do PSDB, sobrou para o DEM, um partido desgastado que troca de nome após cada escândalo. O pior partido da atualidade é o PMDB, onde estão os políticos mais corruptos e intocáveis do planeta.

Depois do mensalão, Palocci, homem mais importante para Lula e Dilma, sofreu as consequências de seu nome sujo na polícia federal.

No caso do PSDB, a encrenca começou com o mensalinho do DEM, em Brasília, mas atingiu em cheio o líder do partido, Demóstenes torres, considerado o homem mais forte da oposição, depois da morte de Jefferson Peres e da saída de Arthur Virgílio do Senado.

A dificuldade de investigar a direita sempre foi muito grande, já que a direita está envolvida com o sistema corporativo, entretanto, não há nada mais perigoso que um político traído.

A esquerda não tem o costume de matar seus desafetos, e a primeira vez que essa suspeita veio a tona, foi no escândalo da máfia paulista, que culminou com a morte do prefeito de Santo André, Celso Daniel. No caso da Direita, basta olhar a história dos presidentes, ou fazer uma busca no Google, para notar a quantidade de pessoas que morrem envolvidas em crimes e interesses políticos.

Pensando nisso, Durval Barbosa fez seu seguro de vida, espalhando documentos entre pessoas de sua confiança, provavelmente em troca de alguma mensalidade pela guarda desses papéis. No escândalo de Carlinhos Cachoeira, sobrou até para o PT, mas isso não evitou que um policial federal morresse num momento muito comprometedor.

PC Farias se tornou um dos mortos mais famosos da política, depois de ser preso por comprar votos de políticos, necessário para a aprovação de projetos do governo. Sem a participação da alemã Siemens, dificilmente o escândalo viria a tona.

O atual escândalo envolvendo a direita, tem a participação de uma empresa, como não poderia deixar de ser. A alemã Siemens denunciou o cartel, provavelmente porque se viu excluída das licitações.

Já se especula números acima de 400 milhões, mas isso ainda é pouco, levando-se em conta que a máfia já vinha atuando há mais de vinte anos. Essa denúncia pode aumentar as chances do PT de se tornar unanimidade em São Paulo, com prefeito, governador e presidente, além disso, alivia a pressão contra Dilma, que já começa a recuperar a popularidade.

Lembrando que o sistema bipartidário não abre espaço para nenhum outro candidato na mídia, exceto na época de eleição, quando a pessoa nem é conhecida.

O escândalo envolve não só as duas gestões mais importantes do PSDB, mas também sua história, já que Mário Covas era considerado um exemplo para os políticos do partido, mentor de Geraldo Alkmin.

Veja trechos da notícia do Estadão:

A Siemens denunciou o esquema de cartéis em sete Estados ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), na forma de um acordo de leniência – a empresa, envolvida em infração à ordem econômica, se compromete a confessar o ilícito e apresentar provas do esquema de corrupção e, em troca, se livra de ação penal.

Em discurso na Câmara Municipal paulistana, o vereador Floriano Pesaro, líder do PSDB, deu o tom: “A Siemens, que acusa o governo de São Paulo de conivência com o cartel formada por ela e por outras empresas, também tem contratos com metrôs de outros Estados. E também está sendo investigada fora de São Paulo”. O vereador foi além. “O Ministério Público Federal da Bahia, governada pelo PT, investiga irregularidades cometidas por empresas nas licitações do metrô de Salvador.”

“O PT quer usar o episódio como instrumento de perseguição política. Se houver CPI, ela terá que ser de abrangência nacional”, emendou Carlos Sampaio, líder do PSDB na Câmara.

Carimbo. “Não há dúvidas de que a testa do governador Geraldo Alckmin foi carimbada. Ele já não é mais aquele político impoluto que se apresentava ao eleitor”, disse o deputado Carlos Zarattini (PT-SP), que trabalha na Câmara pela abertura de uma CPI do cartel paulista.

Fonte: Estadão

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agosto 13, 2013 Posted by | Política | , , , , , , , , | 5 Comentários

José Serra e a Mulher Melância

destino de são paulo

Trapalhadas Bipartidárias

As brigas raciais das últimas eleições, que sobraram para Mayara, parece não ter afetado muito o mando político em São Paulo. Depois de tanta briga e lavagem de roupa suja, eu imaginei que novos partidos ganhariam força mas, não, PT e PSDB continuam firmes e fortes, tanto que disputam o segundo turno na eleição para Prefeito de 2.012.

De um lado, Fernando Haddad carrega a herança do PT (mensalão), além de seus próprios problemas; de outro, José Serra provou do escândalo da privataria, além de algumas fofocas que correram pela internet, onde FHC teria dito que José Serra já foi candidato demais.

Fernando Henrique Cardoso é um grande político, do tipo que critica mas não perde a amizade. Quando o partido vai chamá-lo para discursar, ele está sempre pronto para dar o seu apoio.

Não dá para dizer quem é melhor ou quem é pior, ou menos pior, essa será a decisão dos paulistanos. Caso os aliados ganhem a eleição em São Paulo, terão os dois maiores centros urbanos nas mãos, o RJ já está nas mãos do PMDB.

Para o PSDB é uma questão de honra, essa vitória em São Paulo mas, em caso de algo sair errado, terão de dividir o poder com o PT, já que o governo estadual está com o PSDB há muito tempo.

O grande problema do PSDB, na minha opinião, é que depois de tanto tempo no poder, em São Paulo, o partido vai ficando desgastado. Apesar disso, sempre teve o controle total do seu reduto.

Passar a imagem de políticos perfeitos não ajudou, o escândalo de Brasília, com José Roberto Arruda, a CPI do Cachoeira e a queda de grandes nomes políticos, como a família Maia, tirou todo o prestígio do DEM. Por outro lado, o envolvimento de Arthur Virgílio com os cartões, não ajudou o PSDB.

Quando Kassab criou um novo partido, deu o golpe final que o DEM não esperava mas, mantendo a ideologia de direita, não mudará muita coisa.

Para quem acha que o bipartidarismo é uma boa alternativa, PT e PSDB é tudo o que nós merecemos.

O mais interessante nessa briga entre os eleitores de Serra e do Haddad, é que quanto mais falam mal do PT, mais ele cresce nas pesquisas. Esse é um reflexo do racismo das últimas eleições, onde a chamada opinião pública queimou o filme.

A burguesia critica muita a inclusão digital, com o argumento de que a maioria dos internautas não sabe escrever e nem tem educação, mas foram eles que cometeram as maiores gafes, ao acharem que estavam preparados para serem polêmicos. É o mesmo caso das câmeras digitais, os maiores escândalos não são dos pobres, já que eles nem são conhecidos e já convivem com o mundo marginal, o pior vem de cima, cheirando a perfume barato e vinho de liquidação.

Enquanto isso, o socialismo vai se acostumando a ser popular, mas as forças armadas já começam a receber as verbas que não tinham no tempo do PSDB e resolvendo questões importantes, como a proteção dos juízes do STF e a segurança das favelas do Rio de Janeiro.

Quando não sabemos o que de fato os banqueiros estão pensando, temos que imaginar com as notícias que nos chegam e, por enquanto, essa eleição lembra muito a publicidade da Mulher Melancia: quanto mais as mulheres falam mal dela, mais sua fama aumenta entre os homens.

By Jânio

Prefeitos eleitos no primeiro turno

Pré-candidatos a prefeito de São Paulo

outubro 23, 2012 Posted by | Política | , , , , , , , , , | 3 Comentários

O escândalo da privataria tucana

privataria

Tesoureiro PSDB

A política nunca foi um tema tão interessante quanto agora, depois da publicação do livro “Privataria Tucana”, do jornalista Amaury Ribeiro Jr.

Não, eu não tenho os detalhes dessa polêmica mas, para quem quiser ler, basta digitar “privataria+amaury” e logo recebe uma lista de publicações do buscador Google. Difícil é escolher, entre tantos artigos, pontos de vistas e estilos diferentes.

É possível encontrar entrevistas, informações sobre o livro fantasma, digo, Livro Branco, do PSDB, onde eles tentaram se defender, bem ao estilo de direita política.

O problema não é o que o povo pensa, o povo não tem a menor importância para eles, o problema é tentar convencer as lideranças políticas, aqueles que tem a funcão de passar suas verdades ao povo, divulgar suas informações.

Para quem tem curiosidade para saber como o dinheiro público é roubado, essa é uma oportunidade de ouro. Se você não tiver tempo para ler tudo, não importa, salve as matérias para ler depois.

Para sabermos o que acontece no poder, é preciso conhecermos os dois lados.

Saber o que o PT e seus aliados aprontam é fácil, tudo o que eles fazem errado é logo descoberto, difícil é saber o que o PSDB e seus aliados aprontam.

A maneira como a direita controla o sistema, sua habilidade para manter a imprensa e autoridades em silêncio, tudo isso é muito curioso.

Um personagem que chama a atenção no livro de Amaury Ribeiro Jr, é Ricardo Sérgio, tesoureiro do PSDB. É através dele que pude ficar sabendo como o primo de José Serra fazia seus negócios, inclusive com muito mais estilo que Marcos Valério, agora sim vamos aprender o que é corrupção de verdade.

O primo espanhol de José Serra, casado com a prima, tem uma facilidade em tomar empréstimos nos bancos estatais, que chega a irritar até os mais calmos. Sua facilidade se deve a ajuda do tesoureiro do PSDB, que é muito íntimo dos bancos e sistema financeiro.

A corrupção da direita é muito mais inteligente, é por isso que toda informação sobre seus crimes se encontra sob segredo da justiça.

Burguês de verdade sempre tem uma resposta na ponta da língua: “O caso está nas mãos da justiça”.

Isso sempre funcionou até agora, mas os tempos mudaram e ficou tudo maís difícil. Por exemplo, quando o jornalista Amaury Jr. foi processado, ele utilizou a exceção de verdade para se defender, e foi através desse recurso que ele teve acesso a todos os documentos supostamente protegidos pelo segredo de justiça.

Qualquer pessoa teria se limitado a se defender, mas não um jornalista como Amaury Ribeiro, e será através dele que aprenderemos mais sobre as falcatruas da política, principalmente sobre a privataria tucana.

O livro esgotou a primeira edição em algumas horas, e foi preciso se pensar em uma segunda edição, inclusive utilizando o recurso digital em PDF, que já caiu na internet.

O primeiro capítulo que eu li foi de dar nojo, e só é recomendado para quem tem estômago forte, mas vale a pena pois o livro detalha todas as operações ilícitas dos bancos e suas relações criminosas com laranjas, empresas de fachada e lavagem de dinheiro.

Perto desse livro, a Wikileaks é brincadeira de criança.

Os textos do livro podem servir de base para quem escreve sobre política, para os críticos, como registro histórico, para os próprios políticos e não perdoa nem defuntos ilustres como Antônio Carlos Magalhães.

Há citações de escândalos históricos, como o caso Banestado ou como o Banespa foi levado a falência, dando início a uma série de privatizações sem nenhum controle e com negócios provavelmente feitos diretamente de bancos da Suíça e outros infernos fiscais.

… e eu só li o primeiro capítulo.

BY Jânio

dezembro 16, 2011 Posted by | Política | , , , , , | 8 Comentários

Um Jeito perfeito de perder uma eleição

 

sistema centralizado

Santuário da Política

O PSDB ganhou a eleição em vários estados, para Governador, mas a decepção foi grande para Presidente. Por outro lado, o PT ganhou a eleição para Presidente, mas nos estados não teve muito sucesso, principalmente nos confrontos com o próprio PSDB.

Esse é um outro problema do Brasil, o sistema centralizado, onde todo o poder está concentrado no Governo Federal.

Durante quinhentos anos isso deu certo.

Em países como os Estados Unidos, pais de dimensão parecida com o Brasil, descobriu-se há muito tempo que cada estado deve decidir seu próprio futuro, suas leis, costumes e tradições. Em um estado a pena de morte é aplicada, em outro não.

Um sistema como esse do Brasil, poderia gerar uma guerra civil nos EUA, lá não costumam “engolir” certas desculpas políticas ou problemas de outros estados.

Após as eleições do Brasil,  a elite e seus “fiéis” representantes continuaram atacando o povo, isso não se faz. Até eu tenho que pedir desculpas pelo equívoco de chamar os bipartidários de povo, deveria chamá-los de soldados.

Apesar da briguinha, essas ofensas são da boca para fora, eu já descobri, há muito tempo, o quanto a elite é covarde. As empresas já sabem disso, por isso não estão preocupadas.

Quando eu disse que os bipartidários estão cada vez mais parecidos com os políticos, eu estava enganado. Os bipartidários estão descendo o nível abaixo dos políticos.

Enquanto os políticos assumem o sistema bipartidário, obedecendo os seus patrões, os empresários, por outro lado, os bipartidários só conseguem ver um candidato, o adversário.

Os bipartidários reúnem toda a sujeira do candidato adversário, esquecendo-se do seu.  Nem precisavam, afinal, nós sabemos como são os políticos, o que nós ainda não encontramos são suas qualidades.

Não vão criar nenhum plano para baixar os impostos, mas as empresas nem reclamam, devem estar satisfeitas com os esquemas de lavagem.

Apesar das críticas aos políticos, temos que reconhecer que eles são bons funcionários, infelizmente, estão confundindo seus patrões. Ao invés de servirem ao povo, servem aos banqueiros e multinacionais.

Quando os banqueiros foram liberados pelo supremo, o Supremo estava certo num ponto, não há para onde fugir. Nenhum país está interessado em aceitar os bandidos brasileiros.

Estavam errado em outro ponto, os banqueiros corruptos representam, sim, um perigo para a sociedade, eles são responsáveis pelos desvios de verbas através de empreiteiras e Banco Central, causando essa infra-estrutura de péssima qualidade.

Eu me lembro da época de FHC, quando Chico López liberava informações sigilosas, enquanto os banqueiros e empresários enriqueciam, financiando suas operações cambiais com o dinheiro público.

Quando Lula entrou, a farra do câmbio acabou. A covardia dos especuladores acabou com a especulação da noite para o dia.

É fácil atacar o povo, enquanto as empresas estão satisfeitas em ter apenas dois partidos para se preocuparem.

Eu gostaria de agradecer às mídias de massa, por divulgarem apenas informações desses dois candidatos, enquanto dos outros nada se sabia.

Gostaria de pedir ao Serra que parasse de lembrar que ele foi Ministro da saúde, apesar da quebra de patentes dos remédios contra a AIDS, a saúde não é um setor para ser lembrado em época de campanha, a não ser para denegrir a sua própria imagem.

O PSOL, um dos maiores e melhores partidos do Brasil, ao lado do PSB, tinha um candidato, mas eu não vi a Heloisa Helena fazendo campanha para ele. Aliás, Heloisa Helena está bem sumida, e fazendo falta.

O caso, ou descaso, mais evidente, foi no PSDB, deixando para divulgar o candidato em cima da hora. Quando alguém perguntava, diziam que era fofoca, dizendo que não tinha nada decidido, como se isso fosse bom.

Escolher um político jovem e desconhecido para ser o vice do Serra, foi um sinal de que ninguém acreditava no Serra. O mais interessante é que o Serra começou bem a frente de sua adversária, mesmo sem apoio de seus partidários.

Enquanto Serra falava com orgulho de FHC e Itamar Franco, ninguém viu esses dois na campanha, exceto na reta final.

Com a quantidade de pobres que temos no Brasil, e a julgar como funciona nosso sistema, já era de se esperar que o resultado fosse esse.

A democracia sempre vence, e a elite ajudou, quando começou a provocar os pobres, sem a menor noção de estatística.

Aécio Neves não quis queimar o filme contra a popularidade de Lula; Marina silva permaneceu inteligentemente neutra, preservando sua imagem.

Retirando seu candidato da disputa, o PSB mostrou que Ciro Gomes é um candidato que poderia mudar os rumos dessa eleição. A pergunta é porquê, ou por quem?

Para completar esse cenário de circo, só faltava as pesquisas fazerem a sua parte, mostrando o resultado antes das eleições. Foram até ameaçadas de multas, caso ficassem fora da margem de erro.

Eu gostaria de parabenizar as mídias de massa, por fingirem que mostravam os outros candidatos, entrevistando-os durante alguns minutos, para depois excluí-los dos noticiários.

Fica claro que está faltando educação política no Brasil, mas é melhor nem pedir isso, do jeito que está, é bem provável que  educariam os jovens para aceitarem esse sistema de cartas marcadas.      

As críticas exageradas, fofocas e mentiras, só ajudaram a piorar o problema.

A política perdeu grandes nomes da política, como o homem que comprou o jatinho com o próprio dinheiro, Artur Virgílio, que formava a dupla dinâmica com o saudoso Jefferson Peres. Até Marcos Maciel, andava meio sumido.

O PT se livrou de várias dores de cabeça, inclusive com a ajuda do ficha limpa. Na minha opinião, o maior problema do ficha limpa, será com Roseana Sarney.

Sendo eleita pelo povo, será um grande “abacaxi” para a justiça. Isso aconteceu em Londrina, no Paraná, eleição para Prefeito, onde a justiça prevaleceu e foi feito outra eleição entre o segundo e o terceiro.

Também é bom ver Pedro Simon discursando em prol do ficha limpa e contra Jáder Barbalho, de seu próprio partido. 

Enquanto nos EUA Obama sente uma derrota, nem aceitam a urna eletrônica, aqui no Brasil essa derrata não representaria nada. Quanto a urna eletrônica…

É, meus amigos, não há político santo no Brasil, por isso não devemos esperar milagres. Devemos melhorar a educação, não a educação da escola, mas a educação básica, educação da dignidade, honestidade, honradez e fé.

By Jânio

novembro 4, 2010 Posted by | Política | , , , , , , , , , , , , , , , | 3 Comentários

Quem será o vice do PSDB

qual é o seu

Incerto mais Certo

O vice da chapa da candidata à presidência da República, do PT, nós já sabemos, será Michel Temer, mostrando que apesar da falta de credibilidade de fatos ligados a boataria, vale o velho ditado: “Onde há fumaça, há fogo.”

Como eu já falei em outros blogs, a indicação de Michel Temer acerta dois coelhos:

Primeiro: Resolve o problema do Próprio PT que precisa mais de um vice representativo, e de liderança, do que uma pessoa popular.

Segundo: Resolve um problema do PMDB, um partido que já anda dividido, uma parte apoiando o governo e a outra a oposição, uma incoerência no âmbito político.

Com essa escolha, o PT conseguiu uma estratégia perfeita, pelo menos em termos políticos. Agora eles só precisam torcer pela saúde de Dilma, para que ela não morra de crime passional ou de problemas do coração, mantendo a tradição e a maldição dos vices no país.

E o azarão José Serra? – quem será o seu vice? – Como sempre, o complexo de Barrichello segue ao seu lado, o PSDB já demorou para declará-lo como seu candidato, feito isso, agora é o vice que fica na poeira do PT; como se não bastasse, ainda tem a boataria que Aécio não gostaria de ser seu vice, deixando no ar: “Onde há fumaça, há fogo.”

No caso de boatos, em se tratando de política, só há uma maneira de vencê-los, assumindo uma postura firme e consciente, o PT é especialista nisso.

Foi com essa postura que o PT venceu os especuladores, atuantes no câmbio; foi com essa postura que o PT assumiu várias derrotas, quanto ao aumento de salários, pagamento de décimo terceiros e outras derrotas.

O PSDB deveria saber que brigar com o governo, em época de eleições, é pura perda de tempo. A melhor maneira de vencer um partido de governo, em época de eleições, é desacreditá-lo, mostrar seus podres, seus candidatos suspeitos, desde que seu teto não seja de vidro.

Muito se disse sobre o PT ter criado uma imagem de partido sem corrupção, coisa que os outros partidos não tinham, isso foi muito evidenciado na época do mensalão. O PSDB parecia não ter o teto de vidro, mas o ex-presidente do PSDB de Minas mostrou que havia uma telha quebrada, bastou essa telha para mostrar que, na política, não interessa quem está certo, é tudo uma luta pelo poder.

O PSDB baixou a bola e o “mensalão” acabou como se nunca tivesse existido, só Arthur Virgílio e Jefferson Peres mantiveram suas posturas firmes. O cartão corporativo de Arthur virgílio sepultou de vez o líder de oposição, enquanto Jefferson Peres teve a conta do funeral paga com verbas ilegais; quis o destino que o homem mais “acima de qualquer suspeita” fosse envolvido em corrupção, mesmo depois de morto, mantendo uma unanimidade na política, que além de burra é corrupta.

Se Aécio Neves for forçado a ser vice, ao que parece ele queria ser candidato à Presidente, pode ser que o próprio estado de Minas seja contra, como já se vê nas pesquisas para Governador, onde Hélio Costa (PMDB) Aparece isolado.

O mais curioso é que José Serra não queria ser candidato a Presidente, pelo menos segundo a boataria, ele sabia que era mais garantido como Governador de São Paulo, onde nem o antipático Kassab (nada contra a pessoa) foi suficiente para queimá-lo. O que aconteceu é que, depois da queda da ala de Alkimin, a ala de Serra ganhou força, politicamente ele está forte.

Dilma também está forte, depois de José Dirceu, ela é a pessoa mais forte do Governo. Como eu não canso de lembrar, José Dirceu é mais forte fora do Governo do que dentro.

Passamos por um momento interessante a ser analisado, quando Lula ganhou, muita gente votou nele, mesmo com medo, o próprio então Presidente FHC disse que o Brasil não quebraria se ele ganhasse, contrariando a especulação que não lhe deu trégua até o último dia.

Observação: A maioria dos especuladores era da direita. Lula venceu pela rejeição ao governo FHC, onde o salário subiu até 100 dólares, voltando aos mesmos 60 dólares do início de seu primeiro mandato, hoje está em quase 500 dólares. É o custo de vida que preocupa agora.

Nesse momento, dizem que as pesquisas estão equivocadas, segundo ela lula tem uma grande aprovação, talvez até maior do que em seu início de Governo, o que, teoricamente, elegeria qualquer indicado seu, até Dilma Rousseff.

Por outro lado, Dilma Rousseff é dez vezes mais radical que Lula, Dilma não foi “Criada” em laboratório como Lula, pelo contrário, ela escolheu ser, assim como José Dirceu, Genoíno, Gabeira, FHC, José Serra e tantos outros.

Como podemos ver, a disputa será entre socialistas, opositores do regime militar, com um pequeno detalhe, Dilma usou as armas, literalmente, mesmo que ela e Gabeira neguem isso.

Esse é um bom motivo para os capitalista e especuladores terem muito medo nas eleições, medo de Serra e dez vezes mais medo de Dilma.

Estamos em um período que lembra muito o Império Romano, onde o povo é sempre o último a saber.

By Jânio

maio 20, 2010 Posted by | Política | , , , , , , , , , , | 2 Comentários

PSDB erra pela terceira vez

Favorita é a primeira

Pelo que tudo indica, a próxima eleição para presidente da república, deverá ser a eleição mais previsível de todos os tempos.

A popularidade do Presidente Lula, à um ano da eleição, com quase oitenta por cento de aprovação, com a dívida externa em cerca de 60 bilhões de dólares, deixa uma sensação de que o problema é interno.

Nós ainda temos uma dívida pública gigantesca, mas a dívida deixou de ser externa e passou a ser interna.

A maioria das empresas trabalha de graça para o Governo, todos somos empregados, a classe média e os pobres, nem foi preciso comunismo para chegarmos a isso.

Se algum cidadão for um pouco mais ambicioso, deve mudar a maneira como vê a política e começar a eleger José Sarney como seu novo ídolo, não tem outro jeito de subir na vida. A famosa frase de Geraldo Alkmim: “Se você quer ficar rico, esqueça a política”, pode esquecer, tudo é possível quando a classe média perde a capacidade de questionamento.

A candidata de Lula, apesar de nem ser conhecida como política, eu não acreditava em seu potencial, começou a subir. Dilma já tem 21%, contra cerca de 31% de Serra. Eu nunca vi um candidato tão azarado como o Governador Serra. Não é tão azarado quanto quanto Alkimin, mas não fica longe.

O PSDB é um exemplo de como não comandar um partido, parece o PMDB, de onde vem seus dissidentes. Essa deverá ser a terceira eleição em que eles não se decidem pelo candidato definitivo, provocando a terceira vitória consecutiva do PT.

Eu não sei se é estratégia, acredito que não, deixar as pesquisas decidirem quem é o candidato ideal; num país como o Brasil isso não funciona.

Essa demora para se decidir, é tudo o que o povo não quer. A gestão pública não difere muito da gestão privada, quem sai na frente, leva uma grande vantagem.

José Serra já estava muito a frente, com quase o percentual que o Presidente tem hoje, em popularidade, mesmo assim, o PT teve tempo de tirar o seu candidato  do nada e encostar no candidato adversário, sem que estes se decidam qual é o candidato deles.

Para quem não está ambientado com uma corrida presidencial, pode até pensar que tudo é como uma eleição para prefeito, vereador ou síndico de condomínio, tamanha a despreocupação do PSDB.

Pode até parecer que eles não tem um candidato, mas eles tem é um monte de ambiciosos na esperança de conseguir a vaga de candidato.

Se fosse a primeira vez, isso seria compreensível, mais pela terceira vez, não dá para entender.

Até o partido de Ciro Gomes, um partido bem menor que o PSDB, conseguiu uma grande arrancada, já está com 15% nas pesquisas. Marina Silva, num partido, na minha opinião, inviável para presidência, já está com cinco.

Não é de se duvidar que Ciro Gomes entre nessa briga, como o terceiro candidato forte ao cargo de presidente, nesse caso, cada candidato só teria 33% de chances de ganhar.

Isso já aconteceu uma vez, quando a filha de Sarney disparou na terceira posição, sendo parada só pela Polícia Federal, que encontrou uma grande quantia de dinheiro, não declarado, em mãos da família, o que acabou com o sonho da família Sarney.

Eu, particularmente, já estou achando que o Ciro Gomes deverá enfrentar Dilma no segundo turno, isso seria péssimo para o PT, já que Ciro tem uma certa proximidade com o Partido dos Trabalhadores.

Enquanto isso, o PSDB caminha para se afirmar como eterno partido de oposição, como seu pai, o PMDB, até que uma nova divisão os separe.

byJãnio

novembro 28, 2009 Posted by | Política | , , , , , , , , , , | 6 Comentários

   

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