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Serra recebeu 50 milhões da Odebrecht

janeiro 9, 2018 Posted by | Política | , , | Deixe um comentário

JBS: Delatores indicam repasses a Eunício Oliveira (PMDB), José Serra (PSDB) e Marta Suplicy (PMDB)

Paulo Victor Chagas – Repórter da Agência Brasil

Os executivos do grupo JBS, que tiveram o acordo de delação premiada homologado na semana passada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), contaram em depoimento como repassaram propina a senadores com o objetivo de obter vantagens na tramitação de medidas legislativas e benefícios econômicos. As acusações envolvem parlamentares do PMDB e PSDB, além do senador Delcídio do Amaral, que à época era do PT.

O atual presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), teria recebido R$ 5 milhões, de acordo com os delatores, para relatar uma medida provisória (MP) em nome da empresa. O diretor de Relações Institucionais e Governo da J&F,Ricardo Saud, afirmou em depoimento à Procuradoria-Geral da República (PGR) que em 2013 o parlamentar era relator de uma MP que tratava de créditos do PIS/Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social). Segundo ele, se o texto fosse aprovado da forma como estava, poderia prejudicar as propriedades da J&F, holding controladora da JBS.

“Procuramos os ministérios da Fazenda, do Planejamento, procurei senadores para sensibilizá-los. Não teve jeito. Eu falei: ‘Então só tem um jeito: fazer [pagar] propina’”, disse Saud aos procuradores. Após conversa com Eunício Oliveira, ficou acertado o repasse de R$ 5 milhões que, segundo ele, foram pagos em “doações dissimuladas” que “nada tinham a ver” com contribuições eleitorais.

Já o ex-ministro das Relações Exteriores e atual senador, José Serra (PSDB-SP), teria recebido, de acordo com o presidente da JBS, Joesley Batista, R$ 20 milhões durante a campanha de 2010, quando foi candidato à Presidência, dos quais R$ 13 milhões em doação oficial ao PSDB.

“Eu achei que era tudo oficial. Agora recentemente, nos levantamentos, vimos nas auditorias internas que, dos R$ 20 milhões, R$ 6 milhões foram pagos com nota fria”, afirmou, detalhando que o grupo do senador apresentou a comprovação como se a JBS tivesse comprado um camarote de um autódromo para uma corrida de Fórmula 1. “Teve realmente esse camarote e essa corrida. Só não podia custar R$ 6 milhões, né?”, contou Joesley. Segundo o delator, outra nota foi emitida no valor de R$ 420 mil, também na forma de pagamento extra-oficial.

Ainda segundo Joesley Batista, a senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) teria recebido R$ 500 mil durante sua campanha ao Senado e mais R$ 200 mil mensais por cerca de 15 meses durante a sua pré-campanha à prefeitura de São Paulo, em 2016. De acordo com o ele,  do total de R$ 1 milhão repassados pela empresa em 2010, a metade foi em doação oficial e a outra metade “em dinheiro”. O delator conta que “foi com muita insistência” que, em 2015, os empresários aceitaram contribuir com a parlamentar, já que “não temos nada a ver com [contribuição para campanha de] prefeitura”.

As mesadas de R$ 200 mil foram pagas, de acordo com ele, por “um ano e pouco”, por meio de “umas 15 parcelas”. “Até que eu desisti”, revelou. Sobre os recursos em dinheiro, ele não soube dizer quem eram as pessoas responsáveis pelos repasses.

Então senador, cassado há um ano após ser preso pela Polícia Federal por obstrução à Justiça, Delcídio do Amaral teria recebido um “mensalinho” de R$ 500 mil por dez meses e mais R$ 5,3 milhões em notas frias. As acusações contra o agora ex-senador sem partido foram feitas por Ricardo Saud.

O intuito dos repasses, segundo o diretor, era retribuir a ajuda de Delcídio junto ao governo, buscando impedir que uma área de interesse da JBS no Porto de Santos não fosse a leilão. Além disso, a contribuição de R$ 500 mil mensais antes da campanha de Delcídio ao governo de Mato Grosso do Sul em 2014 tinha outro propósito: o comprometimento, se eleito, com a manutenção do Termo de Acordo de Regime Especial (Tare) no estado.

“Abrimos mais ou menos um crédito tipo conta-corrente para que ele começasse a ganhar ali e pagasse a gente quando ganhasse a eleição. Se não ganhasse, ele ia dar um jeito de pagar a gente”, afirmou Saud. De acordo com o delator, R$ 5,3 milhões foram repassados por meio de “notas frias diversas”, sendo que “[eles] nunca prestaram nenhum tipo de serviço para nós”. Além disso, afirmou, outros R$ 6,2 milhões foram pagos “em dinheiro vivo”. “Na verdade, ele mandava pessoas buscarem na antiga sede nossa da J&F. Nunca era a mesma pessoa”, disse Saud, justificando o fato de não se lembrar dos nomes que participavam das transferências.

Ao final de um dos depoimentos, o dono da JBS, que também apresentou à PGR uma gravação envolvendo o presidente Michel Temer, tentou explicar o motivo dos pagamentos de propina. De acordo com ele, os executivos buscavam impedir, junto a políticos de diferentes partidos, que os negócios da empresa fossem prejudicados.

“Que isso não seja justificativa de forma alguma, procurador, mas a senadora Marta é uma senadora relevante e importante. O simples fato de um senador da República te fazer um pedido de dinheiro, e ainda mais quando for em espécie, já te constrange. É no mínimo constrangedor, um senador, um presidente da República, te pede para patrocinar um camarote. Ajudar muitos não conseguem, mas atrapalhar tenho certeza que conseguem e muito”, disse Joesley Batista.

Defesas

Em nota à imprensa, Eunício Oliveira disse que as doações da JBS em 2014 foram “devidamente declararas” à Justiça Eleitoral na prestação de contas do então candidato. Segundo a assessoria do parlamentar, é “absolutamente normal” receber representantes dos setores interessados na matéria, em casos de relatoria.

“O senador Eunício Oliveira não usa e nunca usou suas funções legislativas para favorecer empresas públicas ou privadas. No ano de 2013, não há doações ao partido conforme diz o delator, como é possível constatar nas prestações de contas do diretório nacional, que são públicas e podem ser verificadas nas declarações ao TSE [Tribunal Superior Eleitoral]”, afirmou, em nota, classificando os diálogos relatados no depoimento como “imaginários” e “mentirosos”.

De acordo com a assessoria do senador José Serra, o parlamentar nunca ofereceu contrapartidas para receber doações eleitorais. “O senador José Serra reitera que todas as suas campanhas eleitorais foram conduzidas dentro da lei, com as finanças sob responsabilidade do partido”, afirmou em comunicado, após vir à tona o conteúdo das delações.

Marta Suplicy disse desmentir “enfaticamente” qualquer outra contribuição que teria recebido, segundo os delatores, além da doação oficial declarada ao TSE. Por meio de um comunicado, a senadora disse que a delação de Joesley Batista é uma “chocante confissão de improbidade”. Segundo a senadora, o executivo nunca pediu favores a ela nem lhe fez “nenhum favor ou benefício”.

“É absurda a afirmação de que suas empresas tivessem me doado qualquer valor mensal para a campanha à Prefeitura de São Paulo em 2016. Foi pedida uma contribuição da pessoa física, que foi negada. Nada foi doado e nada foi pago ou recebido. Aliás, a campanha eleitoral não durou 15 meses e, repito, nada foi doado por esse grupo à minha campanha para a prefeitura. Tomarei as providências cabíveis para esclarecer legal e devidamente essas afirmações falsas”, escreveu Marta Suplicy.

A Agência Brasil entrou em contato com a defesa do ex-senador Delcídio do Amaral, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

Edição: Amanda Cieglinski
 

maio 23, 2017 Posted by | Política | , , , | Deixe um comentário

José Serra reassume mandato de senador

eleições 2.010

Sistema Bipartidario

Mariana Jungmann – Repórter da Agência Brasil

O ex-ministro das Relações Exteriores José Serra já reassumiu o mandato de senador pelo PSDB de São Paulo. Em ofício encaminhado hoje (23) à Mesa Diretora do Senado, Serra comunicou seu retorno às atividades na Casa e seu nome já foi, inclusive, reincluído no painel eletrônico do plenário.

Serra pediu demissão do cargo de ministro ontem (22), alegando problemas de saúde. Ele estava à frente do Itamaraty desde o início do governo de Michel Temer, em setembro do ano passado.

A saída dele do ministério foi considerada uma “surpresa” pelos colegas senadores, inclusive os do próprio partido. O líder do PSDB, Paulo Bauer (SC), disse que a decisão de Serra “surpreendeu a todos” e que ele vinha “realizando um trabalho exemplar” à frente do Ministério das Relações Exteriores. “Mas as razões expostas pelo agora ex-ministro são suficientes para justificar a tomada da decisão”, afirmou Bauer, em nota à imprensa.

O presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, Edison Lobão (PMDB-MA), também comentou a volta de Serra ao Senado. Para ele, Serra “é um político e um administrador de grande porte”, e suas razões para deixar o governo devem ser levadas em consideração.

Lobão citou alguns dos cargos de relevância ocupados por Serra, como a prefeitura e o governo de São Paulo e o Ministério da Saúde, e lembrou que ele já apresentou no Senado “projetos de grande densidade”, que ainda estão sendo examinados nas comissões.

Com o retorno de José Serra, o suplente dele, José Aníbal (PSDB-SP)l, deixa de atuar como senador.

Edição: Augusto Queiroz
 
Comentário: Depois de 24 horas fora do ministério, Serra já pode avaliar como está a sua influência entre os políticos do partido do governo e base aliada. Isso é muito importante para elaborar suas estratégias para o futuro, pior para FHC que o considera um caso perdido para disputas presidenciais.
Serra demonstrou coragem mas não quis arriscar, por isso, ficou apenas um dia fora, voltando nos braços do povo, aquele povo que você pode imaginar quem seja. Em outra hipótese um pouco mais obscura, José Serra poderia ter sido pressionado pelo próprio partido,  devido ao foro privilegiado, ou seja, sai do ministério mas continua no Senado.
Serra é conhecido por suas trapalhadas e essa saída prematura poderia ter sido mais uma de suas trapalhadas. Como a justiça é peemedebista, alguém poderia ter avisado que  ele não está tão seguro quanto pensa e que sua defesa como réu da lava-jato depende exclusivamente dele, e  isso poderia explicara sua volta mais prematura que a sua própria saída.
Isso também confirma minhas suspeitas de que o golpe não deu certo, ou seja, delações como as de Jucá estão repercutindo negativamente, envolvendo o cabeça do PSDB, sem que ninguém possa fazer nada. Com Aécio no comando do partido, o fim parece inevitável, podendo significar até a criação de um novo partido, mas dessa vez não haveriampolíticos ficha-limpa eleitos suficientes para criar tal partido.
Comentário by Jânio

fevereiro 23, 2017 Posted by | Política | , , | Deixe um comentário

José Serra pede demissão do Itamaraty por problemas de saúde

 

Paulo Victor Chagas – Repórter da Agência Brasil
Brasília - O ministro das Relações Exteriores, José Serra, e o embaixador da França no Brasil, Laurent Bili, participam de cerimônia de formalização do recebimento definitivo da ponte sobre o rio Oiapoque para B
O ministro das Relações Exteriores, José Serra, e o embaixador da França no Brasil, Laurent Bili, em evento no Itamaraty no começo do mêsArquivo/Valter Campanato/Agência Brasil

O ministro das Relações Exteriores, José Serra, pediu demissão na noite de hoje (22) ao presidente Michel Temer alegando problemas de saúde. Serra esteve no Palácio do Planalto nesta quarta-feira para entregar seu pedido de exoneração a Temer.

O chanceler informou que está passando por tratamentos médicos que o impedem de fazer as viagens internacionais necessárias para o cargo.

No documento, Serra diz estar triste com a decisão e promete trabalhar em prol do governo ao reassumir seu mandato de senador por São Paulo. De acordo com ele, o período de recuperação é de pelo menos quatro meses.

Leia a íntegra da carta de demissão do ministro José Serra:

“Senhor presidente,

Pela presente, venho solicitar minha exoneração do cargo de Ministro de Estado das Relações Exteriores.

Faço-o com tristeza mas em razão de problemas de saúde que são do conhecimento de Vossa Excelência, os quais me impedem de manter o ritmo de viagens internacionais inerentes à função de Chanceler. Isto sem mencionar as dificuldades para o trabalho do dia a dia. Segundo os médicos, o tempo para restabelecimento adequado é de pelo menos quatro meses.

Para mim, foi motivo de orgulho integrar sua equipe. No Congresso, honrarei o meu mandato de senador trabalhando pela aprovação de projetos que visem à recuperação da economia, ao desenvolvimento social e à consolidação democrática no Brasil.

Respeitosamente, José Serra”

Edição: Luana Lourenço
 
 

fevereiro 23, 2017 Posted by | Política | , , | Deixe um comentário

Temer e Serra são citados em delação

dezembro 15, 2016 Posted by | Espanhol | , , | Deixe um comentário

José Serra e a Mulher Melância

destino de são paulo

Trapalhadas Bipartidárias

As brigas raciais das últimas eleições, que sobraram para Mayara, parece não ter afetado muito o mando político em São Paulo. Depois de tanta briga e lavagem de roupa suja, eu imaginei que novos partidos ganhariam força mas, não, PT e PSDB continuam firmes e fortes, tanto que disputam o segundo turno na eleição para Prefeito de 2.012.

De um lado, Fernando Haddad carrega a herança do PT (mensalão), além de seus próprios problemas; de outro, José Serra provou do escândalo da privataria, além de algumas fofocas que correram pela internet, onde FHC teria dito que José Serra já foi candidato demais.

Fernando Henrique Cardoso é um grande político, do tipo que critica mas não perde a amizade. Quando o partido vai chamá-lo para discursar, ele está sempre pronto para dar o seu apoio.

Não dá para dizer quem é melhor ou quem é pior, ou menos pior, essa será a decisão dos paulistanos. Caso os aliados ganhem a eleição em São Paulo, terão os dois maiores centros urbanos nas mãos, o RJ já está nas mãos do PMDB.

Para o PSDB é uma questão de honra, essa vitória em São Paulo mas, em caso de algo sair errado, terão de dividir o poder com o PT, já que o governo estadual está com o PSDB há muito tempo.

O grande problema do PSDB, na minha opinião, é que depois de tanto tempo no poder, em São Paulo, o partido vai ficando desgastado. Apesar disso, sempre teve o controle total do seu reduto.

Passar a imagem de políticos perfeitos não ajudou, o escândalo de Brasília, com José Roberto Arruda, a CPI do Cachoeira e a queda de grandes nomes políticos, como a família Maia, tirou todo o prestígio do DEM. Por outro lado, o envolvimento de Arthur Virgílio com os cartões, não ajudou o PSDB.

Quando Kassab criou um novo partido, deu o golpe final que o DEM não esperava mas, mantendo a ideologia de direita, não mudará muita coisa.

Para quem acha que o bipartidarismo é uma boa alternativa, PT e PSDB é tudo o que nós merecemos.

O mais interessante nessa briga entre os eleitores de Serra e do Haddad, é que quanto mais falam mal do PT, mais ele cresce nas pesquisas. Esse é um reflexo do racismo das últimas eleições, onde a chamada opinião pública queimou o filme.

A burguesia critica muita a inclusão digital, com o argumento de que a maioria dos internautas não sabe escrever e nem tem educação, mas foram eles que cometeram as maiores gafes, ao acharem que estavam preparados para serem polêmicos. É o mesmo caso das câmeras digitais, os maiores escândalos não são dos pobres, já que eles nem são conhecidos e já convivem com o mundo marginal, o pior vem de cima, cheirando a perfume barato e vinho de liquidação.

Enquanto isso, o socialismo vai se acostumando a ser popular, mas as forças armadas já começam a receber as verbas que não tinham no tempo do PSDB e resolvendo questões importantes, como a proteção dos juízes do STF e a segurança das favelas do Rio de Janeiro.

Quando não sabemos o que de fato os banqueiros estão pensando, temos que imaginar com as notícias que nos chegam e, por enquanto, essa eleição lembra muito a publicidade da Mulher Melancia: quanto mais as mulheres falam mal dela, mais sua fama aumenta entre os homens.

By Jânio

Prefeitos eleitos no primeiro turno

Pré-candidatos a prefeito de São Paulo

outubro 23, 2012 Posted by | Política | , , , , , , , , , | 3 Comentários

   

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