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Inmigración: El poder de la máfia

Transmitido ao vivo há 3 horas

Este viernes en ‘El Zoom’ debatimos sobre si las políticas de la UE sobre la crisis migratoria son correctas o si existe un plan tras ellas. ¿Están las mafias tras la llegada masiva de personas a países como Italia o Grecia? ¿Europa tiene realmente un plan o se limita a adaptarse a la situación? ¿Quién está detrás de algunas ONG denunciadas por las autoridades por su forma de actuar? Javier Rodríguez Carrasco intenta desvelar el papel que juegan las mafias en este tsunami de trata de personas.

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julho 21, 2017 Posted by | Espanhol | , , , , | Deixe um comentário

Mafia Demise, Trump’s Libel Attacks – IUD Dangers

Publicado em 24 de mai de 2017

On this episode of America’s Lawyer, guest host, Farron Cousins, discusses numerous lawsuits that have been brought against Bayer’s Mirena IUD birth control device and speaks with attorney, Larry Jones about the details of these cases. Farron then talks to author and historian, Christian Cipollini, about what led to the decline of the Italian-American mafia. Farron is then joined by Mollye Barrows, legal journalist for the Trial Lawyer Magazine, to discuss the threats President Donald Trump has made to ‘open’ up U.S. libel laws. America’s Lawyer wraps up the show by highlighting a $110 million award for a woman who claimed her use of Johnson & Johnson’s talcum powder caused her ovarian cancer.

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maio 25, 2017 Posted by | english | , , | Deixe um comentário

Os intocáveis da lava a jato

A nova ditadura extremista

Os Intocáveis

dezembro 24, 2016 Posted by | Política | , , , , , , | Deixe um comentário

A cara dos deputados no plenário

Cunha no Congresso

Interesses do Senado

Se o  sistema de elite comandado pela Globo realmente quiser derrubar Temer, e eu tenho certeza disso, então, a votação deverá ser por voto aberto, com direito a mais um espetáculo ao vivo. Naturalmente, não se pode cassar todos os mais de 300 deputados que estão envolvidos em escândalos, nem senadores, nomes como os de Sarney, Calheiros e Barbalho, estão fora de cogitação, por outro lado, Temer será o próximo, é o mais vulnerável, o mais ambicioso e tem o telhado de vidro.

Temer tem uma mulher jovem, um filho com 2 milhões de dólares e a receita, com a ajuda da polícia federal, não vai demorar para encontrar sonegação. Sonegação cria uma investigação implacável  que quebra sigilo telefônico e fiscal, procurando as origens e destinos de fortunas,, como as de seu pequeno filho milionário.

Além disso, Cunha já deixou bem claro que sua prisão acarretará o fim de seu casamento com uma mulher famosa e bonita, Cláudia Cruz, que corre o risco de ser presa também e, se for preciso, ela entrega até a mãe de Cunha para a polícia. Cunha já deixou bem claro que a sua delação premiada será a maior da história, maior que a delação de Carlinhos Cachoeira, Demóstenes Torres e Durval Barbosa juntos, caso não estivessem protegendo  os políticos da direita.

O STF, naturalmente, vai fazer vistas grossas, mas a esquerda irá bombardear o legislativo e o judiciário de denúncias e petições com milhões de assinaturas e a república terá de decidir se continua ou se entrega o país para a Globo e para os militares novamente, com um pedido de desculpar e uma certeza, somos incompetentes para manter a democracia.

By Jânio

 

junho 16, 2016 Posted by | Política | , , , | Deixe um comentário

O bordel de Sérgio Moro

O crepúsculo da máfia

Políticos Prostituídos

Não é coincidência que Curitiba tenha sido escolhida para ser a capital do golpe de estado no Brasil, além de capital do golpe de estado, Curitiba também é a capital da lavagem de dinheiro.

Durante o governo de Jaime Lerner, o estado financiou empresas estrangeiras através do Banestado, Banco do Estado do Paraná. As montadoras entravam apenas para montar seus carros e ainda recebiam todo o dinheiro necessário para sua infra-estrutura, em seguida, abandonavam a fábrica que não tinha financiamento próprio.

O esquema da máfia de Jaime Lerner era quase perfeita e seguia a filosofia de Paulo Maluf, rouba mas faz. Além das fábricas, também privatizaram os pedágios para os amigos e parentes, um grupo que também usava dinheiro público para financiar seus próprios investimentos, ou seja, o roubo das rodovias públicas que eles não construíram.

Os desvios de recursos públicos foram todos efetuados na gestão de globalização e privatização de FHC.

Depois de fraudar os financiamentos do Banestado, começaram a enviar dólares para o exterior, todos os bancos do Brasil participaram desse processo de lavagem. os bancos de todo o país utilizavam o Banestado para enviar dinheiro de seus clientes para os paraísos fiscais.

As consequências das atividades dessa máfia logo começaram a aparecer, os bancos entraram em concordata e pediram ao governo federal, FHC, que apoiassem o processo de privatização, onde as despesas ficariam com o Banco Central e as instituições seriam repassadas para os seus novos donos, em sua maioria, grupos estrangeiros.

Por que escolheram o Paraná para essas atividades ilícitas? Porque o Paraná possui uma das máfias mais bem constituídas do mundo. Atualmente, o Paraná passa por um de seus piores momentos, cerca de noventa por cento dos deputados estaduais fazem parte de um esquema criminoso usado para receber propina e dar suporte aos crimes de Beto Richa. Os criminosos atuais não são tão eficientes como seus pais, por isso, parte de seus crimes acabam sendo descobertos. Entretanto, como a máfia controla praticamente todas as instituições burocráticas do estado, assim como as autoridades jurídicas delegadas para promover a justiça, a maioria dos processos são arquivados através de decisões políticas.

Foi por isso que o pequeno estado do Paraná foi o escolhido para deflagrar o golpe de estado, utilizando como ferramenta a operação Lava a Jato. As autoridades do Paraná possuem informações suficientes para prender mais de noventa por cento dos sonegadores de impostos do Brasil, empresários que fizeram lavagem de dinheiro durante os escândalos dos bancos, época em que FHC promoveu a privatização de praticamente todos os maiores bancos do país.

O golpe também poderá parar os processos que atingem cerca de 350 deputados federais do país, como se os estaduais fossem todos honestos.

Com tantas informações sobre crimes não seria possível prender nenhum político, já que a maioria dos partidos está envolvida com corrupção, então foi preciso promover o vazamento seletivo de informações para prender apenas políticos ligados ao PT e blindar os demais partidos de direita, principalmento o PSDB que seria preservado para reassumir o governo, depois da eventual cassação de Temer e Eduardo Cunha. O PSDB teria então cerca de 350 bilhões de dólares que a Presidente Dilma não consegue usar para dar suporte a crise financeira pela qual passa o governo, PSDB voltaria a ter como parceiro o DEM e acabaria com o eterno reinado do PMDB.

Como podemos ver, tudo foi planejado nos mínimos detalhes à prova de erros.

Acontece que nem todos somos idiotas, a mesma trama que está sendo forjada como pretexto para o golpe, já foi utilizada antes, durante e depois da eleição da Presidente. A direita tinha tudo para manipular os eleitores: agências de pesquisas, as redes de televisão e, contrariando o bom senso e subestimando a inteligência da população, usaram de todos os recursos na véspera da eleição e, mesmo assim, perderam. A partir daí, só havia uma chance de tomar o poder, promovendo um golpe.

A imprensa nacional está acovardada, seguindo a cartilha da Globo, emissora que volta ser manchete no mundo inteiro como a principal protagonista desse golpe, essa já é a terceira vez que a Rede Globo derruba um governo descaradamente, com o objetivo de usar a máquina do estado para atender os seus objetivos corporativos.

Dessa vez temos duas situações interessantes a serem observadas: de um lado a Rede Globo que se tornou a segunda maior emissora do mundo, graças ao uso do poder político no país, onde cada organização do governo tem a participação da fundação Roberto Marinho, ONG da Rede Globo. De outro lado está a internet, com a capacidade de informar em tempo real tudo o que vem sendo tramado pela extrema direita. Cada vez que a direita faz um movimento em seu tabuleiro, seus peões são expostos na internet, seu passado, presente e futuro, assim como seus interesses e ligações com o golpe.

Outro fato bastante interessante é a forma como a imprensa internacional tem alertado o mundo inteiro para o perigo que está se formando na sétima maior economia do mundo, economia que já esteve em sexto e quase atingiu o quinto lugar entre as maiores do mundo. Certamente que o mundo inteiro já vê com preocupação a forma como a Rede Globo começa a se espalhar pelos quatros cantos do planeta, levando também a sua forma de controlar o poder, antes de executar a atividade de informar e entreter.

Vale observar também que os paraísos fiscais estão no limite e isso coincide com a ascensão da Rede Globo no mercado internacional, já que nem todos os paraísos fiscais reagem da mesma forma em relação a crise mundial.

A morte de Eduardo Campos foi um recado das organizações secretas obscuras, eu já falei duas ou três vezes sobre isso por aqui. O segundo recado das organizações secretas já foi dado e está em curso, entretanto, eu só vou falar sobre isso quando o fato estiver consumado.

By Jânio

Globo e PMDB tudo a ver

Marina Silva escapa da morte

A morte de PC Farias

Presidentes do Brasil

Trinta anos de escândalos no Brasil

A história da Rede Globo
 

maio 1, 2016 Posted by | Política | , , , | 1 Comentário

A história da Rede Globo

Chegou a Hora

CPI da Globo

As críticas à Rede Globo referem-se ao extenso histórico de controvérsias nas relações desta rede de televisão brasileira com a sociedade do país. A emissora possui uma capacidade sem paralelo de influenciar a cultura e a opinião pública.
A principal polêmica histórica da estação televisiva e das Organizações Globo está ligada ao apoio dado à ditadura militar e a censura dos movimentos pró-democracia nos noticiários do canal. O regime, segundo os opostos à emissora, teria rendido benefícios ao grupo midiático da família Marinho, em especial para o canal de televisão que, em 1984, fez uma cobertura omissa das Diretas Já.  A própria Globo reconheceu em editorial lido no Jornal Nacional, 49 anos depois e pressionada pelas manifestações de junho de 2013, que o apoio ao golpe militar de 1964 e ao regime subsequente foi um “erro”.
No final da década de 1980, a emissora novamente foi alvo de críticas devido à edição que promoveu do último debate entre os candidatos a presidente na eleição de 1989, o que teria favorecido Fernando Collor de Mello. No final da década de 1990, as Organizações Globo enfrentaram diversos problemas financeiros que teriam sido aliviados pelo Estado, apesar de se tratar de uma empresa privada. Durante o período, a emissora utilizou-se de sua influência entre os políticos para conseguir mudar um artigo da Constituição Federal, no qual permitia a entrada de 30% de capital estrangeiro nas empresas de mídia.
Em 2002, o governo federal ofereceu ajuda de 280 milhões de reais à Globocabo através de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).  A emissora voltou novamente a ser alvo de críticas pela cobertura supostamente tendenciosa das eleições de 2006 e 2010. Mais recentemente, foi revelado que as Organizações Globo possuem irregularidades junto à Receita Federal. Entre 2010 e 2012, o conglomerado foi notificado 776 vezes por sonegação fiscal.
“Participamos da Revolução de 1964, identificados com os anseios nacionais de preservação das instituições democráticas, ameaçadas pela radicalização ideológica, greves, desordem social e corrupção generalizada. Quando a nossa redação foi invadida por tropas anti-revolucionárias, mantivemo-nos firmes em nossa posição. Prosseguimos apoiando o movimento vitorioso desde os primeiros momentos de correção de rumos até o atual processo de abertura, que se deverá consolidar com a posse do novo presidente.”
— Roberto Marinho, no jornal O Globo, edição n° 1.596, 7 de outubro de 1984.
A Rede Globo foi fundada em 1965, um ano após o golpe de estado de 1964 e se consolidou como maior rede de televisão do país durante a década de 1970. Neste período, o regime militar implementou uma política de modernização das telecomunicações. Em 1965, criou a Embratel, ao passo em que o Brasil se associou à Intelsat.12 Em 1968, foi criado o Ministério das Comunicações e, no mesmo ano, surgiram as primeiras emissoras de rádio FM e foi criada a AERP (Assessoria Especial de Relações Públicas), que reforçava a necessidade de propagar ideais ufanistas e nacionalistas. Em 1969, o país se integra ao sistema mundial de comunicação por satélite. A intenção do regime era se opôr à hegemonia cultural caracteristicamente de esquerda da época. Uma de suas armas para isso teria sido a televisão, tendo o regime feito vistas grossas à parceria, vetada por lei, entre Roberto Marinho e a multinacional Time-Life, o que contribuiu para o salto tecnológico da Rede Globo.12
Segundo as Organizações Globo, O Globo apoiou o golpe militar de 1964 fazendo parte de um “posicionamento amplamente majoritário” contra o governo do presidente João Goulart.13 Afirma também que Roberto Marinho acreditava na vocação democrática do presidente Castello Branco e na eficácia da política econômica desenvolvida por Roberto Campos e Octavio Gouvêa de Bulhões. No entanto, o grupo nega que o crescimento da Rede Globo se deu graças à estreita ligação de Roberto Marinho com o regime implantado em março de 1964, citando como exemplos disso a dificuldade em obter concessões para canais de televisão em João Pessoa e Curitiba em 1978, alguns casos de censura a sua programação, além do fato de que alguns de seus profissionais eram membros do Partido Comunista Brasileiro.13 No entanto, como apontou Renato Ortiz, a censura não era generalizada, uma vez que “sua principal função era impedir a emergência de determinadas ideias, notícias, publicações que estivessem contrárias à lógica ditatorial de difundir ideais de progresso, harmonia e desenvolvimento”.
Em sua autobiografia, no entanto, Walter Clark, diretor-geral da Rede Globo, confessou ter cancelado os programas de Carlos Heitor Cony e Roberto Campos para satisfazer o coronel Gustavo Borges, chefe de polícia no estado do Rio de Janeiro. Além disso, Clark afirmou ter contratado um ex-diretor da censura para “ler tudo que ia para o ar” e uma “assessoria especial” formada pelo general Paiva Chaves, pelo civil linha-dura Edgardo Manoel Erickson (“pelego dos milicos”, conforme disse) e mais “uns cinco ou seis funcionários”. Além disso, relatou receber o presidente Emílio Garrastazu Médici em seu gabinete na Globo, onde assistiam aos jogos de futebol exibidos pela emissora aos domingos. Segundo ele, o denominado “padrão Globo de qualidade” acabou “passando por vitrine de um regime com o qual os profissionais da TV Globo jamais concordaram”.
Em entrevista ao documentário britânico Beyond Citizen Kane, o ex-ministro da Justiça (1974-1979) Armando Falcão afirmou que “o doutor Roberto Marinho nunca me criou qualquer tipo de dificuldade. Eu, ministro-censor, ele diretor do Globo, da televisão Globo, da Rede Globo, da Rádio Globo, da Rádio Mundial, da Rádio Eldorado, ele nunca me criou dificuldade”.  O próprio Médici chegou a afirmar, sobre o Jornal Nacional, em entrevista: “Sinto-me feliz todas as noites quando ligo a televisão para assistir ao jornal. Enquanto as notícias dão conta de greves, agitações, atentados e conflitos em várias partes do mundo, o Brasil marcha em paz, rumo ao desenvolvimento. É como se eu tomasse um tranqüilizante após um dia de trabalho”. Em 2012, um ex-delegado do Dops relatou a proximidade entre o regime e a Globo.
Em 2013, as Organizações Globo reconheceram e desculparam-se publicamente, através de um editorial publicado no jornal O Globo e que também foi lido por William Bonner durante o Jornal Nacional, por terem apoiado a ditadura militar instaurada no país depois do golpe militar de 1964. No texto do editorial, o jornal afirma: “À luz da História, contudo, não há por que não reconhecer, hoje, explicitamente, que o apoio [ao golpe de 1964] foi um erro, assim como equivocadas foram outras decisões editoriais do período que decorreram desse desacerto original. A democracia é um valor absoluto. E, quando em risco, ela só pode ser salva por si mesma.”

Diretas Já

Comício das Diretas Já em 16 de abril de 1984 em São Paulo.
No dia 25 de janeiro de 1984, foi ao ar, pela primeira vez em rede, aquele que é considerado o primeiro grande comício das Diretas Já, realizado na praça da Sé, em São Paulo. Naquele dia, o telejornal exibiu reportagem de dois minutos e dezessete segundos sobre o tema. No entanto, ocorreu um equívoco durante a escalada do Jornal Nacional; 25 de janeiro é também o dia do aniversário da cidade de São Paulo, e por conta de um suposto erro técnico, o apresentador do telejornal acabou anunciando o comício como parte das comemorações dos 430 anos da cidade. A emissora recebeu críticas que diziam que não havia sido uma falha técnica, mas sim uma manipulação de dados.
José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, ex-vice-presidente das Organizações Globo afirmou, em entrevista a Roberto D’Ávila em 2005, que foi Roberto Marinho quem determinou a censura do primeiro grande comício das Diretas Já.  Segundo Boni, “o doutor Roberto não queria que se falasse em Diretas Já” e decidiu que o evento da praça da Sé fosse transmitido “sem nenhuma participação de nenhum dos discursantes”.  O que teria ocorrido no episódio, ainda de acordo com ele, foi uma “censura dupla” (por parte do regime e da emissora). A versão oficial da Globo, relatada no livro Jornal Nacional – A Notícia Faz História, porém, é de que a emissora não omitiu que o comício fizesse parte das Diretas e que é falsa a versão de que emissora noticiou o evento como parte das comemorações pelo aniversário da cidade de São Paulo.

 Caso Proconsult
Em 1982, a Globo teria tido participação no chamado caso Proconsult, uma tentativa de fraudar as eleições para o governo do Rio de Janeiro, impossibilitando a vitória de Leonel Brizola, candidato do Partido Democrático Trabalhista (PDT). A empresa Proconsult, contratada pela Justiça Eleitoral para apurar os votos do pleito, desenvolveu um sistema informatizado de apuração dos votos que, no entanto, não batia com a apuração paralela divulgada pelo Jornal do Brasil e comandada pelo jornalista Paulo Henrique Amorim. A Globo, que havia publicado editorial favorável ao candidato Moreira Franco na véspera da votação, se ateve à apuração oficial divulgada pelo Proconslt.
Segundo o jornalista Hélio Fernandes, da Tribuna da Imprensa, a fraude só não se concretizou devido à participação do delegado da Polícia Civil Manoel Vidal, escalado para fiscalizar a apuração. Vidal percebeu que havia algo de errado na apuração tendo, em seguida, contatado o também delegado Arnaldo Campana, ligado a Brizola.  O candidato do PDT, censurado nos veículos das Organizações Globo, concedeu uma entrevista aos correspondentes estrangeiros explicando a situação que ocorria. A fraude foi exposta e os jornalistas do conglomerado foram hostilizados nas ruas do Rio de Janeiro. Por outro lado, a emissora respondeu que “nunca contratou a Proconsult” e “se baseava nos números de O Globo, responsável por uma totalização própria, realizada a partir dos mapas oficiais apurados pelo TRE”.

Caso NEC

Durante o regime militar, a NEC Brasil foi obrigada a nacionalizar seu capital. Por isso, cedeu o controle acionário da empresa ao grupo Brasilinvest de Mário Garnero. À época da redemocratização, a NEC Brasil havia se tornado a maior fornecedora de equipamentos de telecomunicação para o governo brasileiro. Em 1986, o então ministro das Comunicações Antônio Carlos Magalhães criou dificuldades econômicas para a NEC Brasil ao suspender os contratos do governo com a empresa, cujo principal cliente era o governo federal. Com o grupo em crise, a NEC do Japão recomprou as ações da NEC Brasil e as vendeu para as Organizações Globo por um milhão de dólares. Logo em seguida, ACM restabeleceu os contratos e a empresa passou a valer 350 milhões de dólares.
Em dezembro de 1986, depois de ACM ter ajudado as Organizações Globo a comprar as ações da NEC Brasil, a Globo concedeu a ACM o direito de tornar sua emissora de televisão na Bahia uma afiliada da Globo, o que ocorreu em janeiro de 1987, um mês após o acordo NEC-Globo. O acordo NEC-Globo foi noticiado na época pela imprensa brasileira (até na própria Globo e na TV Bahia) inicialmente como legal. Porém o acordo ficou sob suspeita quando a TV Bahia deixou inesperadamente de retransmitir o sinal da Rede Manchete para retransmitir o da Globo em janeiro de 1987. A situação gerou um processo dos proprietários da TV Aratu, retransmissora da Globo na Bahia por 18 anos, contra os donos da TV Bahia, mas a contenda judicial terminou três dias depois, quando ficou acordado que a TV Bahia retransmitiria a Globo e, a TV Aratu, a Manchete. A quebra de contrato unilateral por Roberto Marinho ocasionou uma queda de 80% na arrecadação da TV Aratu.
As suspeitas contra o acordo NEC-Globo só vieram a tona nacionalmente com as primeiras denúncias de corrupção do Governo Collor em 1992. Com o fim das empresas do Grupo Telebrás, as Organizações Globo venderam suas ações na NEC Brasil, que teve seu apogeu durante o monopólio estatal das telecomunicações. As operadoras europeias e norte-americanas que compraram as empresas telefônicas estatais optaram por manter seus parceiros ocidentais na área de tecnologia, e a NEC teve sua presença no mercado reduzida. Atualmente, o capital da NEC Brasil pertence 100% à NEC do Japão.

Eleições de 1989 e Impeachment

Fernando Collor de Mello teria sido favorecido pela Rede Globo em detrimento de Luiz Inácio Lula da Silva.

A emissora é acusada de ter ajudado a eleger o candidato a presidente Fernando Collor de Mello (dono da TV Gazeta de Alagoas, retransmissora da Globo) nas eleições de 1989, através da manipulação de trechos do último debate entre Collor e o candidato petista Luiz Inácio Lula da Silva. Na época do debate, já no segundo turno, as pesquisas apontavam um empate técnico entre os dois candidatos; logo, o confronto na televisão seria decisivo para definir a disputa. Lula se saiu mal no debate, fato reconhecido pelo seu próprio partido.
A Rede Globo, que procurou a isenção na cobertura do processo eleitoral, parece ter assumido um lado na reta final da disputa. Foram exibidas duas reportagens sobre o debate no dia de dezembro de 1989, antevéspera do segundo turno das eleições. Uma delas foi ao ar no Jornal Hoje e, a outra, no Jornal Nacional, sendo essa a mais polêmica. A primeira reportagem mostrou as melhores intervenções de cada candidato e a segunda teria favorecido Collor, pois teria mostrado os melhores momentos dele e os piores de Lula. O PT moveu uma ação no Supremo Tribunal Federal contra a Globo. O partido queria que novos trechos do debate fossem exibidos, a título de direito de resposta, mas o pedido foi negado.
A Globo sempre negou que agiu de má-fé no episódio, mas admite que a edição não foi equilibrada. Segundo Boni, a Central Globo de Jornalismo fez uma edição favorável a Collor, não seguindo a orientação da direção da empresa para que o tratamento fosse imparcial. Já Roberto Marinho, diante da declaração de Boni, afirmou que o então vice-presidente das Organizações Globo não entendia de eleições e que o Jornal Nacional tinha sintetizado de maneira correta o debate, visto que Collor havia se saído melhor. Em 2009, Collor admitiu que foi favorecido pela Globo na disputa.
Grande parte da mídia apoiou abertamente a campanha de Collor à presidência. No entanto, de acordo com o historiador Gilberto Maringoni, doutor em História pela USP, por incapacidade de manter maioria no Congresso e por entrar em confronto com uma parte expressiva do empresariado nacional, Collor acabou por influenciar por si só a mudança de postura da imprensa. A crise econômica com a volta da inflação, uma das consequências do confisco da poupança, e a intensa cobertura investigativa da imprensa ajudaram a impulsionar as manifestações sociais que culminaram no impeachment.

Direito de resposta de Leonel Brizola

Leonel Brizola recebeu direito de resposta a ser veiculado pelo Jornal Nacional após dois anos de disputa judicial.
Em 15 de março de 1994, a Rede Globo colocou no ar, durante o Jornal Nacional, o direito de resposta obtido pelo então governador do Rio de Janeiro, Leonel Brizola, após dois anos de disputa judicial.32 Brizola havia entrado na Justiça contra a Globo em 1992, depois que o jornalístico de 6 de fevereiro daquele ano divulgou trechos do editorial que seria publicado no dia seguinte pelo jornal O Globo, intitulado “Para entender a fúria de Brizola”. O governador do Rio, que queria impedir a emissora de transmitir o desfile das escolas de samba daquele ano, era acusado pelo editorial do jornal carioca de sofrer “declínio da saúde mental” e de “deprimente inaptidão administrativa”.
Na resposta que foi ao ar, lida pelo locutor Cid Moreira, Brizola dizia não reconhecer na Globo “autoridade em matéria de liberdade de imprensa” e que a emissora teve “longa e cordial convivência com os regimes autoritários e com a ditadura de 20 anos que dominou nosso país”. Brizola dizia ter sido “apontado como alguém de mente senil”. Na sequência, argumentava: “Ora, tenho 70 anos, 16 a menos que meu difamador, Roberto Marinho, que tem 86 anos. Se é este o conceito que tem sobre os homens de cabelos brancos, que os use para si”. O portal Observatório da Imprensa avaliou que “a contribuição de Brizola ao país, no campo da política e do avanço social, nunca foi grande coisa […] mas esse célebre episódio foi uma espécie de divisor de águas no capítulo da liberdade de imprensa. Soou como uma senha para a multiplicação de ações e para a escalada de condenações de jornais e jornalistas que se seguiu”.

Eleições de 2006

De acordo com a revista CartaCapital, o Jornal Nacional não informou sobre a tragédia do Voo Gol 1907, mas focou toda a sua edição no “Escândalo do Dossiê”.

Houve várias críticas à forma como a Globo fez a cobertura das eleições gerais de 2006. A emissora teria atuado para prejudicar a campanha do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição, dando atenção exagerada a fatos negativos envolvendo o PT. Luiz Carlos Azenha, o repórter destacado para cobrir a campanha presidencial do candidato tucano Geraldo Alckmin, confirma que houve a intenção de prejudicar o PT na cobertura. Segundo ele, “tinha sido determinado desde o Rio que as reportagens de economia deveriam ser esquecidas porque supostamente poderiam beneficiar a reeleição de Lula”. Além disso, Azenha afirma que uma reportagem de sua autoria potencialmente danosa para o então candidato a governador de São Paulo, José Serra, foi censurada pela Globo. As críticas à forma como estava cobrindo as eleições levaram a emissora a fazer, internamente, um frustrado abaixo-assinado em apoio a sua linha editorial.

O evento mais comentado pelos críticos foi quando, na véspera da votação do primeiro turno, a Rede Globo deu enorme destaque à imagem do dinheiro que havia sido apreendido no contexto do Escândalo do Dossiê.

Hoje é sabido que o delegado da PF que havia comandado a operação convidou quatro jornalistas para uma conversa reservada e repassou os CDs com as fotos. A conversa foi inteiramente gravada e nela se pode ouvir os apelos do delegado para que as imagens fossem parar na edição do Jornal Nacional do mesmo dia, 29 de setembro. No caso da Rede Globo, ressalta-se que, na mesma noite em que exibiu as fotos, o telejornal se absteve de informar sobre a tragédia do Voo Gol 1907, em que morreram 154 pessoas. Assim, ao mesmo tempo em que a notícia já repercutia no mundo inteiro, a edição ao vivo do jornal se dedicava somente a dar destaque à divulgação do escândalo político. Por outro lado, segundo publicado pela emissora no Memória Globo, era “impossível dar a notícia durante a exibição do jornal, já que não haviam informações concretas sobre o acidente”:
“ Os rumores de que um avião da Gol não pousara no horário certo em Brasília chegaram à redação do Jornal Nacional por volta de 20h10, quando o telejornal já estava no ar. A partir desses rumores, iniciou-se uma corrida frenética para verificar o que houve com o avião, com exatidão, para que não se criasse pânico na população. A primeira confirmação era de que, de fato, um avião da Gol estava desaparecido desde as 18h10, mas a Infraero não confirmava a rota nem o número do voo. Sem essas informações, era impossível divulgar uma informação sobre o avião desaparecido, sem provocar grande angústia em todos aqueles que tinham parentes ou amigos voando Gol. Não eram poucos: no dia 29 de setembro de 2006, 54 aviões da Gol levantaram voo. Cada um deles podia levar até 144 passageiros; a ocupação média era de 80% dos assentos. A Gol calcula que transportou naquele dia 6.200 pessoas. Não divulgar o número do voo ou a rota seria colocar sob suspeição todos os 54 voos, um procedimento que um telejornal líder de audiência, visto por milhões, não pode fazer. Enquanto esteve no ar, até as 20h45, o Jornal Nacional, e nenhum outro telejornal de outra emissora, conseguiu esses dados. ”
Algumas semanas após o fim das eleições, Rodrigo Vianna, repórter que estava se desligando da emissora, divulgou uma carta aberta onde critica várias das posturas da emissora durante o período eleitoral, dando sua visão de como os processos se davam internamente. Na carta, Vianna diz, assim como Azenha, que a direção da emissora barrou reportagens e investigações que envolvessem o PSDB e o então candidato ao governo de São Paulo, José Serra. Segundo ele, alguns jornalistas questionaram as opções editoriais da Globo, mas não receberam respostas convincentes de seus superiores. Logo após as eleições, Vianna foi afastado da cobertura política e destacado para atuar nos jornais locais. O comentarista político Franklin Martins, que mais tarde se tornaria Secretário de Comunicação Social de Lula, também foi afastado. Segundo Vianna, “Do Bom dia Brasil ao Jornal da Globo, temos um desfile de gente que está do mesmo lado”.

Jingle de aniversário
Em 18 de abril de 2010, a emissora lançou, no Fantástico, uma campanha em comemoração aos seus 45 anos de rede, que aconteceria em 26 de abril daquele ano. O logotipo da emissora aparecia ao lado do número quarenta e cinco e de frases de atores da emissora, falando frases do jingle como “todos queremos mais”. Em determinado trecho da peça, os atores falam: “Todos queremos mais. Educação, saúde e, claro, amor e paz. Brasil? Muito mais”. Segundo o deputado federal do Paraná e secretário de Comunicação do PT, André Vargas, o jingle embutiria, de forma disfarçada, propaganda favorável à José Serra, candidato a presidente pelo PSDB, concorrente do PT. Na mensagem estavam embutidas o “45”, o número de registro do PSDB no Tribunal Superior Eleitoral, e frases do jingle como “todos queremos mais”, o que, de acordo com os petistas, seria uma referência ao slogan de Serra, “o Brasil pode mais”.
Logo no primeiro dia de veiculação da campanha institucional dos 45 anos, a TV Globo tirou do ar a campanha. A emissora afirma que o filme foi criado em novembro de 2009, quando “não existiam nem candidaturas muito menos slogans, mas a Rede Globo não pretende dar pretexto para ser acusada de ser tendenciosa e está suspendendo a veiculação do filme.” O colunista Luís Nassif, no entanto, contestou a justificativa da emissora, afirmando que a campanha teria sido gravada em 14 de abril, três dias depois que Serra lançou sua pré-candidatura, apontando para isso notícias do próprio portal da Globo.com.

Agressão a José Serra

Uma reportagem apresentada pela Globo no segundo turno da campanha apontava que José Serra havia sido agredido com um rolo de fita por militantes petistas durante um ato da campanha no Rio de Janeiro, passando mal em seguida e dirigindo-se a um hospital onde foi examinado. Ele teria cancelado os demais compromissos do dia por ordem médica. Entretanto, uma reportagem do SBT mostrou que Serra havia sido atingido por uma bolinha de papel, continuou caminhando até receber um telefonema, e então, 20 minutos depois, é que levou a mão à cabeça para se queixar do “golpe”. Serra teria, então, feito uma tomografia, mas não foi encontrado nenhum ferimento. O ocorrido gerou uma onda de críticas no Twitter à cobertura promovida pela Rede Globo do episódio, fazendo com que as hashtags #serrarojas (uma referência ao jogador de futebol chileno Roberto Rojas, que bolou uma suposta agressão para cancelar uma partida das eliminatórias da Copa do Mundo de 1990 e evitar que a seleção brasileira vencesse a chilena) e #BolinhadePapelFacts se popularizassem.
No dia 21 de outubro de 2010, a Folha de S. Paulo publicou uma reportagem na qual revelava que Serra havia sido atingido por um rolo de fita adesiva depois da bola de papel. No mesmo dia, o Jornal Nacional levou ao ar uma reportagem completa sobre o assunto. Em 22 de outubro, ambos Folha e O Estado de S. Paulo confirmaram que Serra fora atingido em dois momentos: primeiro por uma bola de papel, e dois por um rolo de fita. O SBT também confirmou em seu telejornal SBT Brasil que as imagens da bolinha de papel eram anteriores ao ataque com o rolo. Cinco dias depois, a revista Veja publicou uma reportagem intitulada “Pau na democracia”, cuja possuía trechos na qual o jornalista Fábio Portela acusava o SBT de omitir o rolo de fita que fora jogado à cabeça de Serra. O canal, por sua vez, respondeu que “o telejornal SBT Brasil veiculado no dia do episódio, quarta-feira 20, exibiu apenas as imagens captadas por nossas câmeras, que registraram o incidente com a bolinha de papel. Até aquele momento não tínhamos conhecimento de outro vídeo captado por um jornalista da Folha de S. Paulo, por celular, que mostrava o episódio posterior, em que um rolo de fita crepe atinge a cabeça do candidato Serra. Quando tomou conhecimento desse novo fato, o SBT tratou de registrá-lo no mesmo dia em seu telejornal da meia-noite. No SBT Brasil do dia seguinte, quinta-feira, o apresentador Carlos Nascimento voltou ao assunto, ressaltando que o segundo incidente não fora captado por nossa equipe, mas frisou que o candidato José Serra fora atingido duas vezes em um intervalo de poucos minutos.”
Não houve, portanto, nenhuma disputa entre SBT e Globo sobre bolinha de papel. Em todo o episódio, o mérito, a bem da verdade, foi da Folha de S. Paulo. Foi o jornal quem noticiou primeiro a agressão a Serra com um rolo de fita adesiva. Foi o jornal quem pôs na internet um vídeo do momento da agressão. O Jornal Nacional, num trabalho independente, confirmou os achados da Folha. 
 Eleições municipais no Brasil em 2012
Houve várias críticas à forma como a Rede Globo fez a cobertura do julgamento do caso conhecido como Mensalão, que coincidiu com as eleições municipais no Brasil em 2012. No mês de outubro de 2012, às vésperas do segundo turno das eleições municipais, o Jornal Nacional dedicou 18 dos seus 32 minutos de duração para abordar o julgamento, tendo ainda como agravante o fato da matéria ter ido ao ar imediatamente após o fim do horário eleitoral, que, em São Paulo, foi encerrado com o programa de Fernando Haddad, candidato do PT. Durante todo o segundo turno o noticiário do mensalão foi apresentado pelo telejornal sempre logo após ao fim do horário eleitoral.

Manifestações de 2013

Durante a série de manifestações populares que ocorreram em várias cidades brasileiras em 2013, protestos em frente às sedes da emissora aconteceram por todo o país. A sede da empresa em São Paulo teve estrume lançado sobre a sua fachada, além dos muros terem sido pichados. 5 No protesto na sede da emissora no Rio de Janeiro, os manifestantes entraram em confronto com a polícia.
A emissora foi alvo de várias críticas pelas redes sociais durante os protestos. No dia 19 de junho, durante o Jornal Nacional, a apresentadora Patrícia Poeta leu um editorial feito pela própria emissora, falando sobre os atos contra a rede. No dia seguinte, a emissora exibiu flashes sobre as manifestações em todo o país. Estava marcado, para o mesmo dia, uma cobertura de um jogo da Copa das Confederações FIFA de 2013, mas a cobertura foi cancelada e a emissora decidiu priorizar a cobertura dos protestos; duas novelas não foram levadas ao ar naquele mesmo dia: Flor do Caribe e Sangue Bom. Por tal razão, a emissora perdeu audiência, mas sua atitude foi bem-recebida na internet.

 Eleição presidencial brasileira de 2014

Em 8 de agosto de 2014, pouco antes do início do horário eleitoral, matérias veiculadas em O Globo e nos telejornais da emissora acusaram o Palácio do Planalto de alterar informações nas páginas de Miriam Leitão e Carlos Alberto Sardenberg na Wikipédia, com o objetivo de difamá-los. As edições, feitas em maio de 2013 por um dispositivo conectado à rede de internet do Palácio, qualificam as análises de Leitão como “desastrosas” e a acusa de ter defendido “apaixonadamente” o banqueiro Daniel Dantas quando este foi preso pela Polícia Federal, citando como prova um comentário de Leitão na Rádio CBN onde ela defendia a inocência de Dantas. Já Sardenberg é acusado de ser crítico à política de juros do governo por ter um irmão que trabalha na Febraban.
O Palácio do Planalto, em nota, explicou que não possui maneiras de identificar o autor das críticas, uma vez que o IP usado para a alteração servia tanto à rede interna quanto à rede sem fio, o que possibilitaria a qualquer visitante fazer tal alteração. As Organizações Globo foram criticadas por divulgar alterações nas biografias de seus contratados na Wikipédia, ferramenta de caráter colaborativo e aberta à edição de todos e que, segundo seu próprio criador, Jimmy Wales, não deve ser usada como fonte primária de informação. Também foi criticada por só noticiar a alteração mais de um ano depois e em período de campanha eleitoral. O jornalista Miguel do Rosário relatou caso semelhante que ocorreu na rede sem fio da Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo e disse que já visitou o Palácio do Planalto, onde obteve acesso à senha da rede sem fio do gabinete presidencial. A Globo, segundo seus críticos, estaria descontente com a possibilidade de disseminação de informações produzidas de maneira não-linear pela internet.

Luta do UFC gravada

Em 27 de maio de 2012, houve uma luta do UFC transmitida pela Globo, que dizia ser “ao vivo”, mas o Combate, pertencente à Globosat, exibiu a luta 30 minutos antes da Globo.65 Ou seja, a Globo gravou a luta, mas pôs “ao vivo” em cima do seu logotipo na marca d’água, o que gerou críticas contra a emissora, principalmente nas redes sociais.
Monopólio de transmissão em eventos esportivos
Críticas à Rede Globo Acho que a CBF não tem uma interferência dentro do futebol tão grande. A CBF cuida apenas da Seleção Brasileira. Quem realmente cuida do futebol brasileiro é a Globo. A gente sabe que a Globo trabalha na dependência da novela. A gente brinca aqui no Coritiba que os jogos de quarta-feira só rolam depois do último beijo da novela. Críticas à Rede Globo
— Alexsandro de Souza, jogador do Coritiba

A Rede Globo é frequentemente acusada de deter o monopólio das transmissões esportivas, principalmente do Campeonato Brasileiro de Futebol. Esse monopólio, que começou aos poucos no início dos anos 90, só foi facilitado graças ao lançamento das primeiras operadoras de TV por assinaturas no Brasil, coincidindo também com a desistência das principais redes concorrentes em exibir tais eventos esportivos, sob alegação de que possuíam altos custos de transmissões e baixa audiência. Depois disso, com esses direitos oferecidos às Organizações Globo, configurou-se a prática de cartel, que impedia outras redes transmitir as partidas, já que até então os canais das Organizações Globo eram os únicos a transmitir, dividindo as transmissões com a Bandeirantes.
Em 20 de outubro de 2010, depois de 10 anos de tentativas, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) emitiu orientação ao Clube dos 13 (grupo que reúne 20 grandes times do futebol brasileiro, mas é chamado Clube dos 13) para que não desse preferência à Globo na transmissão das partidas de futebol do Campeonato Brasileiro e que se comprometesse a oferecer pacotes diferentes de divulgação para cada tipo de mídia (TV aberta, TV fechada, pay per view, internet e celular) a partir dos campeonatos de 2012 a 2014.69 Apesar disso, o Clube dos 13 desrespeitou a orientação do CADE e firmou contrato com a Rede Globo para todas as mídias. Dessa maneira, a Globo manterá seu monopólio sobre a transmissão do Campeonato Brasileiro, pelo menos até 2015.
Segundo matéria do Esporte Fantástico da Rede Record, exibida em 17 de agosto de 2013, a Globo seria a principal responsável pelo baixo público presente nas partidas do Campeonato Brasileiro de Futebol daquele ano. Segundo a reportagem, a prática da emissora carioca de forçar a exibição das partidas após o final da novela das nove, com início por volta das 22 horas, inibe a presença do público nos estádios. Poucos dias antes, em entrevista ao portal LanceNet, Alexsandro de Souza, artilheiro do Coritiba, declarou que a prática da emissora é desumana para com os torcedores. Recentemente, a Record conseguiu quebrar o monopólio da Globo ao adquirir os direitos de transmissão de grandes eventos esportivos como Olimpíadas de Inverno de 2010, Jogos Pan-americanos de 2011, Olimpíadas de 2012, Olimpíadas de Inverno de 2014, Jogos Pan-americanos de 2015 e Olimpíadas de 2016 (essa última em parceria com a Globo e a Band). Apesar disso, a Globo manteve o direito de transmissão da Copa do Mundo FIFA de 2018 e de 2022, num processo de concorrência criticado pela Record por sua falta de transparência.

Receita Federal e Criança Esperança

As Organizações Globo possuem problemas com a Receita Federal. Entre 2010 e 2012, o conglomerado foi notificado 776 vezes por sonegação fiscal. A maior parte das autuações envolve a apreensão de equipamentos, sem o recolhimento de impostos, no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.10 Ainda segundo a Receita, a empresa praticou fraude contábil ao negociar um perdão de R$ 158 milhões em dívidas com o banco JP Morgan em 2005.3 A emissora, multada em 730 milhões de reais, contesta a cobrança, mas foi derrotada em uma das instâncias do Ministério da Fazenda, o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, em setembro de 2013. Além disso, o conglomerado teria sonegado o Imposto de Renda ao usar um paraíso fiscal para comprar os direitos de transmissão da Copa do Mundo FIFA de 2002.3 Após o término das investigações, em outubro de 2006, a Receita Federal quis cobrar multa de R$ 615 milhões da emissora.3 No entanto, semanas depois o processo desapareceu da sede da Receita no Rio de Janeiro.3 Em janeiro de 2013, a funcionária da Receita, Cristina Maris Meinick Ribeiro, foi condenada pela Justiça a quatro anos de prisão como responsável pelo sumiço. No processo, ela afirmou ter agido por livre e espontânea vontade.
Um documento datado de 15 de setembro de 2006, liberado pelo site WikiLeaks em 2013, cita que a Rede Globo repassou à UNESCO apenas 10% do valor arrecadado desde 1986 com a campanha filantrópica Criança Esperança, promovida em parceria com a agência das Nações Unidas (à época 94,8 milhões de reais).72 73 A emissora afirmou “desconhecer” essa informação e afirmou que “todo o dinheiro arrecadado pela campanha é depositado diretamente na conta da Unesco”.
Beyond Citizen Kane

Chico Buarque participou de Beyond Citizen Kane, concedendo um depoimento para a equipe de produção.

Em 1993, o Channel Four, uma grande cadeia de TV britânica, produziu um filme, criado por Simon Hartog e intitulado Beyond Citizen Kane, que conta a história da Rede Globo de Televisão e suas “ações sombrias” no país até o ano de 1990. O documentário foi proibido no Brasil desde 1994, graças a uma ação judicial movida por Roberto Marinho. Atualmente existem poucas cópias em circulação no Brasil, além de versões piratas circulando pela internet, como no YouTube. O filme conta com a participação de alguns artistas, políticos, e especialistas como Luiz Inácio Lula da Silva, Chico Buarque, Leonel Brizola e Washington Olivetto. O documentário jamais esteve no circuito de cinemas brasileiros e a exibição que ocorreria no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro foi proibida pelo então presidente da República, Itamar Franco.
No país, o documentário recebeu o título de Muito Além do Cidadão Kane. O título teve origem no personagem Charles Foster Kane, criado em 1941 por Orson Welles para o filme Citizen Kane, que por sua vez, tratava-se de um um drama de ficção baseado na trajetória de William Randolph Hearst, magnata da comunicação nos Estados Unidos. Segundo o documentário, a Globo empregaria a mesma manipulação grosseira de notícias para influenciar a opinião pública como fazia Kane no filme. De acordo com matéria veiculada na Folha Online em 28 de agosto de 2009, a produtora que montou a filmagem é independente e a televisão pública britânica não teve qualquer relação com seu desenvolvimento. Já a Record sustenta que a BBC, outra emissora pública do Reino Unido, estaria relacionada com sua produção.
O documentário é dividido em 4 partes:
na primeira parte é mostrada a relação entre a Rede Globo de Televisão e o período militar, em que se veem fatos sociais que ocorreram no país em decorrência do governo;
na segunda parte apresenta-se o acordo firmado entre a Globo e o grupo Time-Life;
na terceira parte evidencia-se o poder do proprietário da emissora, Roberto Marinho. Mostra-se também o suposto apoio da mesma à saída dos militares do poder, na figura do candidato à presidência da República Tancredo Neves;
na quarta parte, tida como a mais importante e reveladora do filme, mostram-se às claras “os envolvimentos ilegais e mecanismos manipulativos utilizados pelas Organizações Globo em suas obscuras parcerias para com o poder em Brasília”. Contudo, o documentário não apresenta fontes primárias, apenas entrevistas.
A Globo tentou comprar os direitos de exibição do filme. Entretanto, antes de morrer, Hartog formou um acordo com organizações brasileiras para que os direitos de exibição do documentário não caíssem nas mãos da emissora, a fim de que este pudesse ser amplamente conhecido tanto por organizações políticas quanto culturais. O canal perdeu o interesse em comprar o filme quando os advogados da emissora descobriram tal acordo, mas até hoje uma decisão judicial proíbe a exibição de Beyond Citizen Kane no Brasil. De acordo com a Folha de S. Paulo, na década de 1990, a direção da Record havia tentado comprar os direitos de exibição do documentário, mas “percebeu que haveria uma disputa judicial com a TV Globo a respeito das muitas imagens retiradas da programação deles. Então decidiu não comprá-lo”. No entanto, em agosto de 2009, no auge de uma troca de acusações mútuas entre as emissoras, provocadas por acusações de lavagem de dinheiro da Igreja Universal do Reino de Deus, a Record comprou os direitos de transmissão do documentário por aproximadamente 20 mil dólares, e espera a autorização da justiça para transmiti-lo.

Escândalo do Papa-Tudo

“E assim, usando uma grande rede de televisão, […] uma grande vendedora agindo diretamente junto ao público infantil induzindo a que crianças pedissem aos pais para comprarem, […] associados ao insuspeito ‘titio’ Artur Falk, foi dado um dos maiores golpes – conto do vigário – na população tola, que acredita na Rede Globo, que compra os produtos que ela anuncia que doa para as “instituições de caridade”, abençoadas pela Globo. Pobre população ludibriada que se comove com os trambiques glamourizados da televisão”.
—Antônio Paiva Rodrigues, Observatório da Imprensa.
No início da década de 1990, com a finalidade de concorrer com a Tele Sena, pertencente à Silvio Santos e seu conglomerado,79 a Globo lançou em parceria com o então banqueiro Artur Falk um título de capitalização intitulado Papa-Tudo, que tinha César Filho e Fausto Silva como apresentadores e Xuxa Meneghel como garota-propaganda. A venda era semelhante à da concorrente supracitada: o título era adquirido em casas lotéricas e unidades da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, e, caso o comprador não fosse contemplado, poderia resgatar metade do valor pago após um ano ou comprar um novo título pela metade do preço. Antes mesmo do lançamento, o jornalista Hélio Fernandes, da Tribuna da Imprensa, disse que “aquilo cheirava a um grande golpe e que não tinha uma chance em um milhão de dar certo um empreendimento entre Artur Falk e Roberto Marinho”.
Consoante o Observatório da Imprensa, “prometiam que, além da recompra garantida, os futuros compradores ainda concorreriam a grandes prêmios milionários e parte da arrecadação ainda seria destinada a instituições de caridade. E numa colossal e obscena ‘pirâmide’, infestaram o Brasil inteiro com promessas milagrosas de enriquecimento fácil, sempre tendo à frente a exclusividade da Globo, a insuspeita Xuxa e a benemerência de instituições de caridade. Embalado pelos heróis da Globo e pelos “embaixadores” da Unicef, o país inteiro comprou, muitas e muitas vezes, os bilhetinhos do ‘titio’ Artur Falk, veiculados pela Rede Globo e apresentado pela irrepreensível Xuxa”.80 Entretanto, chegou uma época que a ECT e as lotéricas pararam de resgatar os bilhetes, pois não recebiam os prêmios do Papa-Tudo. O título anunciou que indenizaria os compradores, mas tal ato não ocorreu. Todo o escândalo culminou na prisão de Artur sob a acusação de estelionato. Por outro lado, ninguém da emissora foi responsabilizado.
Compra da TV Paulista
Em 1955, Oswaldo Ortiz Monteiro decidiu vender a TV Paulista, a qual era proprietário, às Organizações Victor Costa, devido às dificuldades enfrentadas pela emissora. 55% do capital da concessão, formada por 15.099 ações, foi entregue ao conglomerado. Victor Costa morreu enquanto aguardava a transferência da TV Paulista para seu nome ser aprovada pelo então Departamento Nacional de Telecomunicações (DENTEL). O filho de Costa ficou no comando, embora as ações de controle ainda ficassem em nome dos ex-acionistas. Nove anos depois, ele vendeu o canal à Roberto Marinho, mesmo sem os documentos de transferência, mas as ações originais de controle continuaram em nome da família Ortiz Monteiro por mais 13 anos. Em 1977, o Dentel aprovou a transferência das ações dos Ortiz Monteiro para Roberto Marinho, com base nos recibos e procurações apresentados pela Globo. Então, a emissora foi transformada em TV Globo São Paulo.
Após a morte de Monteiro, em 1990, sua família começou a investigar uma possível fraude na compra da TV Paulista pela Rede Globo. Uma perícia realizada no ano de 2003 pelo instituto paulista Del Picchia revelou que as assinaturas foram falsificadas e incluíram desde nomes de pessoas falecidas antes da transferência até o uso de máquinas de escrever que ainda não existiam na época do ato. Os advogados da cadeia carioca, por outro lado, apresentaram parecer técnico do perito Antonio Nunes da Silva atestando que os recibos e procurações em poder da família Marinho eram autênticos. Em 2010, foi confirmado pelo Superior Tribunal de Justiça que os documentos eram verdadeiros. Em contrapartida, quatro anos depois, o senador Roberto Requião, do PMDB do Paraná, protocolou no Senado um requerimento ao Ministério das Comunicações com informações sobre os supostos atos administrativos irregulares que aprovaram a transferência da concessão do canal 5 à Marinho.
TV Diário fora das parabólicas

No dia 25 de fevereiro de 2009, a TV Diário, emissora pertencente ao Sistema Verdes Mares, também proprietário da TV Verdes Mares, afiliada da Globo em Fortaleza, deixou de ser transmitida pelo satélite de antenas parabólicas, pela qual alcançava toda a América do Sul e parte do Caribe, e pelas afiliadas que possuía pelo território brasileiro, deixando os telespectadores surpresos. Os que tentaram assistir à programação da Diário pelas afiliadas passaram a acompanhar outras redes a partir daquele dia.86 Consoante informações anteriores e posteriores à saída da rede, a saída da programação da TV Diário do satélite deveu-se a pressões das Organizações Globo ao Sistema Verdes Mares, que era responsável pela TV Verdes Mares, “por conta do excessivo crescimento da audiência da TV Diário em muitos locais do país, inclusive no eixo Rio-São Paulo, o que ameaçava os nichos de mercado da Rede Globo”.

Ao sair do satélite, a emissora passou a restringir sua cobertura apenas ao estado do Ceará, além dos estados vizinhos e algumas cidades do interior do estado de São Paulo pela TV aberta e sistemas de televisão por assinatura, entre elas a Você TV, através da DTHi, a partir de agosto de 2009. Com a saída da Diário do satélite, a Rede União tornou-se a única rede instalada no Ceará exibir satélite em todo o Brasil e todas as Américas (do Sul, Central, Norte e ilhas do Caribe) partes da Europa e África. A Rede Globo respondeu que “a TV Globo, como cabeça da Rede Globo, formada por 121 emissoras, procura harmonizar os sinais de VHF e UHF de forma que estes fiquem circunscritos a seus territórios de cobertura. Desta forma, em busca de uma harmonia entre todos e pelo respeito recíproco aos interesses, a atuação da TV Diário estará restrita a seu território de cobertura, não sendo mais captada em territórios de outras afiliadas. Seu sinal permanecerá no satélite, cobrindo o estado do Ceará, porém, codificado”. A atitude da Globo foi amplamente criticada; moradores da região Nordeste promoveram um boicote ao canal de TV no dia 13 de março de 2009, mas o movimento não repercutiu. Um acontecimento semelhante ocorreu com a Amazon Sat, de propriedade da Rede Amazônica, que entre os anos de 1998 e 2004 podia ser assistida pelas parabólicas, entretanto a partir daí o sinal foi codificado e somente pode ser captado por parabólicas com receptor digital através da aquisição de cartão com o código para decodificação. A partir de 2014, a emissora voltará a ser transmitida nacionalmente, através do satélite SES-6, utilizado pela Oi TV.

Discriminação

No dia 16 de setembro de 2008, o humorístico Casseta & Planeta, Urgente! levou ao ar um quadro chamado Otário Eleitoral Gratuito, onde um dos candidatos, o personagem “Tinoco, o homem toco”, que não tinha braços nem pernas, declarava: “Você me conhece: eu sou o Tinoco, o homem toco. Vote em mim, que eu não vou meter a mão; e se eu roubar não vou conseguir fugir”, de modo a “debochar genericamente dos políticos e dos deficientes físicos”. Tal conteúdo levou o Grupo de Ação pela Cidadania de Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais a abrir um processo na Procuradoria Regional dos Diretos dos Cidadãos de São Paulo contra a TV Globo de São Paulo por discriminação às pessoas deficientes.
Troca de nomes
Em 2011, a rede foi processada pelo bartender Igor Pachi, que teve sua imagem confundida com a do BBB Igor Gramani. De acordo com sua advogada, Shirley Klouri, “a Globo, sites do Grupo e o canal Multishow exibiram fotos e vídeos de seu cliente na divulgação do programa e causaram problemas a ele”. O rapaz conseguiu uma liminar pedindo a retratação da cadeia e indenização mínima de 150 salários mínimos.
Edições na Wikipédia
Em 8 de agosto de 2014, uma matéria do portal de O Globo96 afirmou que um dispositivo conectado à internet através da rede sem fio do Palácio do Planalto alterou, em maio de 2013, informações das páginas de Miriam e Carlos Alberto Sardenberg na Wikipédia, com o objetivo de difamá-los. As informações inseridas no artigo de Miriam qualificavam suas análises e previsões econômicas como “desastrosas”, além de acusá-la de ter defendido “apaixonadamente” o banqueiro Daniel Dantas quando este foi preso pela Polícia Federal.61 Esta última acusação ocorreu em razão de comentário de Miriam na Rádio CBN onde ela defendia a inocência de Dantas.
O Palácio do Planalto, em nota, explicou que o endereço IP usado na alteração era utilizado tanto pela sua rede interna quanto pela rede sem fio do Palácio. Isso possibilitaria a qualquer visitante do Planalto realizar tal alteração. No entanto, o Planalto identificou o autor das alterações como sendo um servidor da Secretaria de Relações Institucionais e o funcionário foi exonerado.
As Organizações Globo foram criticadas por divulgar alterações das biografias de seus contratados na Wikipédia, ferramenta de caráter colaborativo e aberta à edição de todos e que, segundo seu próprio criador, Jimmy Wales, não deve ser usada como fonte primária de informação.61 Também foram criticadas por só terem noticiado as alterações em plena campanha eleitoral de 2014. O jornalista Miguel do Rosário divulgou que um usuário que navegava através da rede da Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo inseriu uma calúnia na biografia do músico Raul Seixas. Ele também relatou que já visitou o Palácio do Planalto e que teve acesso à senha da rede sem fio do gabinete presidencial.

Fonte: Wikipedia

Obs: Para saber mais, clique na palavra Globo abaixo

março 13, 2015 Posted by | televisão | , , , , | 14 Comentários

Lista de envolvidos na máfia do asfalto

Comentário: By Jânio

lista da máfia do asfalto

Máfia do Asfalto

O Ministério Público encontrou a contabilidade secreta da Máfia do Asfalto, organização que teria se infiltrado em pelo menos 78 municípios da região noroeste do Estado de São Paulo para fraudar licitações com recursos de emendas parlamentares. Em um pen drive apreendido na residência do contador Ilso Donizete Dominical foi identificada planilha com nomes de políticos – a maioria do PT -, datas e valores supostamente repassados a eles em 2011. O montante atinge R$ 3,048 milhões.

Lobista. Dezenas de correspondências foram apreendidas na casa do lobista Osvaldo Ferreira Filho, o Osvaldin, que foi assessor na Assembleia Legislativa e na Câmara do deputado Edson Aparecido (PSDB), atual secretário-chefe da Casa Civil do governo Geraldo Alckmin. “Conversas telefônicas mantidas mais recentemente por Osvaldo, captadas pela Polícia Federal, revelam que ele também faz pagamentos de propinas para o grupo”, diz a denúncia.

Outra ação aponta especificamente contratos firmados pelo Grupo Demop com a Prefeitura de Parisi, pequeno município com menos de 3 mil habitantes na região de Votuporanga. O ex-prefeito de Parisi, Ivair Gonçalves dos Santos, é réu na ação.

Barbieri, deputado estadual pelo PTB. Em 2011 ele afirmou que entre 25% e 30% dos deputados paulistas vendem emendas.

Abaixo, os acusados por improbidade na ação do Ministério Público Estadual:

1. IVAIR GONÇALVES DOS SANTOS, ex-prefeito de Parisi

2. EDSON JOSÉ ADAMI, servidor público municipal

3. ANTÔNIO CARLOS BENTO, servidor público municipal

4. OLÍVIO SCAMATTI, empresário

5. EDSON SCAMATTI, empresário

6. PEDRO SCAMATTI FILHO, empresário

7. DORIVAL REMEDI SCAMATTI, empresário

8. MAURO ANDRE SCAMATTI, empresário

9. LUIZ CARLOS SELLER, empresário

10. MARIA AUGUSTA SELLER SCAMATTI, empresária

11. GUILHERME PANSANI DO LIVRAMENTO, empresário

12. VALDIR MIOTTO, empresário

13. MARIA DA DORES PIOVESAN MIOTTO, empresário

14. CARLOS GILBERTO ZANATA, empresário

15. EDSON CÉSAR DE SOUZA, gerente administrativo

16. CIRO SPADACIO, empresário

17. JOÃO CARLOS ALVES MACHADO, empresário

18. JOÃO BATISTA ZOCARATTO JÚNIOR, empresário

19. CIRO SPADACIO ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO LTDA.

20. ULTRAPAV ENGENHARIA DE PAVIMENTOS LTDA.

21. DEMOP PARTICIPAÇÕES LTDA.

22. SCAMATTI & SELLER INFRA-ESTRUTURA LTDA

23. MIRAPAV – MIRASSOL PAVIMENTAÇÃO LTDA.

24. CONSTRUTORA PIOVESAN LTDA. (antiga PIOVESAN ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES LTDA.)

25. CBR – CONSTRUTORA BRASILEIRA LTDA.

Comentário: Os políticos corruptos são como ratos, basta que um seja preso e os outros desaparecem, o problema é passar pelo STF e STJ.

Eu costumo dizer que quem quer ficar rico não deve ser empreendedor, já que os impostos são muito altos, deve entrar para a política. Entretanto, como temos notado, há uma pequena correção que deve ser feita.

Se a Rede Globo ganhou tanto dinheiro monopolizando o mercado publicitário e informativo na época da ditadura, recentemente o Grupo Sílvio santos surpreendeu a todos ao ser revelado um escândalo de 4,5 bilhões de reais em financiamentos fraudulentos. Até a extinta Rede Manchete, atual Rede TV, viu se envolvida em interessados na sua compra. Ninguém sabia como uma empresa falida poderia interessar a tanta gente, exceto os políticos corruptos.

Resultado: Sílvio Santos ficou com as novelas e os empresários ficaram com a empresa. Se alguém pagou alguma dívida? Basta perguntar para os ex-funcionários.

Notem que estamos falando aqui apenas de monopólio da informação, o mais grosso ainda vem com as empreiteiras, que deixaram Palocci, ex homem forte do PT em maus lençóis. A forma mais rápida de roubar ainda é através dos bancos, como pode ser comprovado no escândalo do Grupo Sílvio Santos e na prisão de Daniel Dantas. Os escândalos do mensalão e de Carlinhos cachoeira demonstraram como o dinheiro fica mais difícil de ser lavado, sem a ajuda dos bancos.

Lavagem de dinheiro através das privatizações é como tirar doce de criança, digo, tirar dinheiro do BNDES, quando o dinheiro passa a circular de maneira globalizada, lavadinho.

Enquanto isso: Algum político imbecil insinua que mendigo deve ser transformado em ração para os peixes, mostrando que a burguesia está com certos desejos incontroláveis.

Fonte: Estadão

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Eu não acredito em teoria da conspiração

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A história de José Sarney

PT acerta o próprio pé

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O massacre do sítio caldeirão

A crise da PPP

Ficha Limpa

Trinta anos de escândalos no Brasil

outubro 31, 2013 Posted by | Cinema | , , , , | 6 Comentários

Máfia do metrô

escândalo em São Paulo

Cartel do Metrô

Quando o PT chegou ao poder, os políticos de direita fizeram a festa. Logo no primeiro escândalo, mensalão, o PT viu a sua viola em cacos.

Entretanto, o PT mostrou que canta muito bem sem viola e aprendeu a roubar, além disso, aprendeu o jogo do PSDB também.

Se do lado do PT sobrou para o Palocci, por parte do PSDB, sobrou para o DEM, um partido desgastado que troca de nome após cada escândalo. O pior partido da atualidade é o PMDB, onde estão os políticos mais corruptos e intocáveis do planeta.

Depois do mensalão, Palocci, homem mais importante para Lula e Dilma, sofreu as consequências de seu nome sujo na polícia federal.

No caso do PSDB, a encrenca começou com o mensalinho do DEM, em Brasília, mas atingiu em cheio o líder do partido, Demóstenes torres, considerado o homem mais forte da oposição, depois da morte de Jefferson Peres e da saída de Arthur Virgílio do Senado.

A dificuldade de investigar a direita sempre foi muito grande, já que a direita está envolvida com o sistema corporativo, entretanto, não há nada mais perigoso que um político traído.

A esquerda não tem o costume de matar seus desafetos, e a primeira vez que essa suspeita veio a tona, foi no escândalo da máfia paulista, que culminou com a morte do prefeito de Santo André, Celso Daniel. No caso da Direita, basta olhar a história dos presidentes, ou fazer uma busca no Google, para notar a quantidade de pessoas que morrem envolvidas em crimes e interesses políticos.

Pensando nisso, Durval Barbosa fez seu seguro de vida, espalhando documentos entre pessoas de sua confiança, provavelmente em troca de alguma mensalidade pela guarda desses papéis. No escândalo de Carlinhos Cachoeira, sobrou até para o PT, mas isso não evitou que um policial federal morresse num momento muito comprometedor.

PC Farias se tornou um dos mortos mais famosos da política, depois de ser preso por comprar votos de políticos, necessário para a aprovação de projetos do governo. Sem a participação da alemã Siemens, dificilmente o escândalo viria a tona.

O atual escândalo envolvendo a direita, tem a participação de uma empresa, como não poderia deixar de ser. A alemã Siemens denunciou o cartel, provavelmente porque se viu excluída das licitações.

Já se especula números acima de 400 milhões, mas isso ainda é pouco, levando-se em conta que a máfia já vinha atuando há mais de vinte anos. Essa denúncia pode aumentar as chances do PT de se tornar unanimidade em São Paulo, com prefeito, governador e presidente, além disso, alivia a pressão contra Dilma, que já começa a recuperar a popularidade.

Lembrando que o sistema bipartidário não abre espaço para nenhum outro candidato na mídia, exceto na época de eleição, quando a pessoa nem é conhecida.

O escândalo envolve não só as duas gestões mais importantes do PSDB, mas também sua história, já que Mário Covas era considerado um exemplo para os políticos do partido, mentor de Geraldo Alkmin.

Veja trechos da notícia do Estadão:

A Siemens denunciou o esquema de cartéis em sete Estados ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), na forma de um acordo de leniência – a empresa, envolvida em infração à ordem econômica, se compromete a confessar o ilícito e apresentar provas do esquema de corrupção e, em troca, se livra de ação penal.

Em discurso na Câmara Municipal paulistana, o vereador Floriano Pesaro, líder do PSDB, deu o tom: “A Siemens, que acusa o governo de São Paulo de conivência com o cartel formada por ela e por outras empresas, também tem contratos com metrôs de outros Estados. E também está sendo investigada fora de São Paulo”. O vereador foi além. “O Ministério Público Federal da Bahia, governada pelo PT, investiga irregularidades cometidas por empresas nas licitações do metrô de Salvador.”

“O PT quer usar o episódio como instrumento de perseguição política. Se houver CPI, ela terá que ser de abrangência nacional”, emendou Carlos Sampaio, líder do PSDB na Câmara.

Carimbo. “Não há dúvidas de que a testa do governador Geraldo Alckmin foi carimbada. Ele já não é mais aquele político impoluto que se apresentava ao eleitor”, disse o deputado Carlos Zarattini (PT-SP), que trabalha na Câmara pela abertura de uma CPI do cartel paulista.

Fonte: Estadão

Arquivo vivo pode ser preso

Unanimidade política

Lula para governador de São Paulo

A política torta do Brasil

Eu não acredito em teoria da conspiração

Mortes misteriosas de celebridades

Presidentes do Brasil

A história de José Sarney

PT acerta o próprio pé

Políticos com problemas na justiça

O massacre do sítio caldeirão

A crise da PPP

Ficha Limpa

Trinta anos de escândalos no Brasil

agosto 13, 2013 Posted by | Política | , , , , , , , , | 5 Comentários

CNJ libera 100 milhões para juízes

mal exemplo

Tribunal da Injustiça

Nem só de políticos vive um sistema elitizado como o brasileiro, prova disso é que o judiciário simplesmente não funciona. Eu diria que os juízes perdem mais tempo estudando as falhas nas leis, que fazendo justiça de fato.

Pelo menos foi essa a conclusão a qual eu cheguei, depois de ler a notícia de hoje no Estadão. A notícia informa que a liminar que impedia o pagamento de R$100 milhões aos juízes de oito tribunais, para auxílio-alimentação, foi derrubada pelo CNJ.

É estimulante ver o CNJ advogando em causa própria.

A vitória do CNJ por 8 a 5 foi confirmada pelo voto do ministro Francisco Falcão, que recebeu R$84 milhões de auxílio-alimentação, segundo dados do STJ.

Para quem está fazendo protestos agora, essa notícia cai como uma bomba. Isso demonstra como o poder no Brasil é podre e o motivo de tantos juízes estarem envolvidos em crimes, como foi o caso da prisão de três juízes no Rio Grande do Norte e Tocantins.

É por isso que eu insisto, precisamos pedir algumas cabeças.

Não adianta transformar a corrupção em crime hediondo, não adianta ficar criando leis, sem fazer o principal, justiça.

Eu fiquei emocionado com a manifestação de Minas Gerais, ontem. Os cinquenta mil manifestantes superaram os protestos anteriores e, melhor, disputaram com a máfia de Ricardo Teixeira para ver quem era mais popular, os protestos ou a seleção de futebol.

Hoje, eu começo a entender o que um ex-prefeito me disse: “Há males que vem para o bem”.

Eu poderia ter sido um jogador da seleção brasileira mas, depois de ser espancado num amistoso contra a própria seleção, eu cheguei a conclusão que ser jogador de futebol não era coisa de gente honesta, por isso eu escapei de servir a Ricardo Teixeira, sócio da Globo, fundada pelo demônio em vida, Roberto Marinho.

Foi por isso que o “Tiu” ficou fora da seleção, apesar de eu seu maior conhecido fora do país, por razões óbvias.

OBS: Que bom que os protestos continuam, com ou sem conspiração.

Se os juízes estão dizendo que a democracia está em risco, eu digo que a democracia nunca foi tão defendida no país.

Text by Jânio

Fonte da informação: Estadão

Primavera latino-americana

Políticos mais caros do mundo

junho 28, 2013 Posted by | Reflexões | , , , , , , | Deixe um comentário

Todo homem é igual perante a lei

leis pobres

Sem Direitos

Esse é um tema que ficaria muito melhor na seção de piadas, mas como eu não consigo rir, melhor deixá-lo para refletir.

“Todo homem é igual perante a lei”

Até o termo já está ultrapassado. Hoje, utiliza-se mais a palavra ser humano em lugar de homem, afinal, as mulheres também foram lembradas.

Aliás, essa mania de luta de classes também não tem muito sentido. O ideal seria que todas as classes se unissem por um ideal, olhando além do próprio nariz.

Feitas as observações, vamos ao texto:

Onde está a igualdade?

Até há pouco tempo atrás, falar em lei, era falar em direito penal, apesar disso, conceitos de lei e de justiça sempre foram distintos.

Em sistemas burocratizados – todos são, mas o nosso é pior – tudo é muito confuso e isso propicia a elitização da sociedade, onde os mais pobres não tem acesso a direitos fundamentais.

Quando uma pessoa chega a um hospital, há dois procedimentos a serem tomados: Se for pobre, entra numa fila interminável que em muitos casos termina em morte; se for rico, é encaminhado para uma área privada, com direito a um acompanhante, onde a diária pode ultrapassar ao que um pobre ganha em um ano, trabalhando.

Isso dificultava a doação de órgãos que os pobres sabiam que nunca iriam ter direito. Mas essas leis também vem mudando, para que todos os pobres sejam doadores, a não ser que entrem na justiça para não doar.

Agora só falta criarem leis obrigando as pessoas a doarem sangue, o que deveria ser um dever de todos.

O transporte público não é gratuito, é pago, mas a qualidade é péssima. Pela lei deveria ser proibido, pela falta de segurança, mas isso pararia o país inteiro.

O transporte é administrado por grupos mafiosos que criam verdadeiros cartéis, cada um com sua região. Quando esses grupos não atendem a demanda, alguns aventureiros arriscam empreender na área e pagam caro por isso.

É muito fácil criar monopólios, quando se financia políticos preguiçosos e incompetentes.

Talvez a área em que os direitos fundamentais estejam mais em falta, seja na segurança, onde sociedade passou a questionar o que é melhor, chamar a polícia ou fazer a sua própria lei, através de acordos com milícias, grupos de extermínio ou porte ilegal de arma. A polícia começa a ter dificuldade para cuidar de sua própria segurança, confundindo policiais com marginais ou tendo de fugir de grupos organizados.

Na educação fica fácil notar as desigualdades, alguns cursos chegam a 100 ou 200 candidatos por vagas. Se não havia faculdades para todos, agora, as novas faculdades são de péssima qualidade, pior, não há como resolver esse problema com a ajuda da lei.

Quem passa num vestibular de faculdade a distância, passa a defender um sistema do qual nunca terá direito nenhum.

A televisão faz propaganda de pessoas que ganharam na loteria, como se isso fosse a coisa mais fácil do mundo, vendem o sonho brasileiro.

Enquanto os estrangeiros chegam para ocupar vagas de profissionais em falta no país, como a de engenheiros, brasileiros preparam suas malas para fazer intercâmbio e lavar privada no exterior. Enquanto o STF se vê em meio a um jogo político, sem saber fazer o que sempre fizeram, burocracia, o assassino de um crime anunciado é solto pelo próprio STF, o assassino da freira Dorothy Stang.

E o STF, a maior autoridade judiciária do país se questiona: “As CPIs do mensalão e Cachoeira podem manchar a nossa reputação.”

De qual reputação eles falam? O STF sempre foi político e todos nós sabemos que não há reputação na política brasileira.

By Jânio

agosto 23, 2012 Posted by | Reflexões | , , , , , , , | 2 Comentários

Carlinhos Cachoeira – O culpado útil

imprensa inútil

Eu nem ia falar do escândalo do Carlinhos Cachoeira, essa ideia de participar do joguinho bipartidário me causa náuseas, parece a briga do Edir Macedo contra o Santiago, Globo contra Record, etc.

Isso está acontecendo por pura falta de organização do crime desorganizado no Brasil.

Notem a quantidade de escândalos que ocorrem, envolvendo muitas autoridades, políticas ou não. O curioso é que, apesar da quantidade de pessoas envolvidas, sempre tem um novo grupo para o próximo escândalo.

No caso do escândalo de Demóstenes Torres, tudo parecia ser apenas um presente de um mafioso para um líder político que não considera os jogos ilegais uma contravenção. A força do governo e seus aliados conseguiu investigar mais a fundo e descobriu um mundo de chantagens que reinava nos submundos do poder.

Não foi surpresa para ninguém, o envolvimento da mídia de massa, Veja, no escândalo. A surpresa foi a forma como a revista obtinha suas informações.

É interessante destacar que eu sempre fui a favor de qualquer denúncia, como forma de se chegar a verdade, mas o envolvimento com o crime organizado sempre traz consequências e a revista Veja foi além disso. Sua maneira parcial de divulgação levou a crer que a revista atende a interesses de um grupo, ou seja, não está apenas recebendo denúncias anônimas, está fazendo um acordo com criminosos.

Sempre que falamos de política, sempre destacamos os perigos das informações oportunistas das mídias de massa. A mídia de massa age de acordo com um grupo muito poderoso que decide qual a verdade que deve ser divulgada.

A investigação da relação entre o bicheiro e o líder Demóstenes torres mostrou de onde vinham as informações da revista. Arapongas, ex-agentes da ABIN, Agência Brasileira de Inteligência, faziam os grampos que resultavam em informações ou desinformações públicas.

O processo chegou ao goveno Agnelo Queirós, PT, o que animou aos ex-companheiros de partidos de Demóstenes Torres, já que o PT tem dificuldades para abandonar o “osso”, por isso tem mais a perder. Demóstenes já está afastado do partido e, supostamente, o escândalo não afetaria mais o partido DEM.

Os crimes são sempre os mesmos: cobrança de propinas, empresas criminosas que trabalham para o governo, caixa 2, 3, 4, etc.

O escândalo de Carlinhos cachoeira começa a revelar uma série de farsas, criadas pela oposição, divulgadas pela revista, para derrubar o governo.

Todos nós sabemos que fofocas como financiamento de campanha com dinheiro de Cuba, Farc, etc., ocorrem muito na política, mas a sua divulgação de maneira parcial, favorecendo um determinado grupo, isso é golpe e é considerado um crime grave, mesmo num país pobre como o Brasil.

As mesmas pessoas que acusavam Hugo Chaves de dar um golpe, fechando as TVs e outros veículos de comunicação que conspiravam contra seu governo, faziam a mesma coisa por aqui. Fico surpreso de ainda haver democracia e internet no país.

Agora, o que temos: De um lado, o crime atrapalhado do governo, com Renan Calheiros, Sarney, STF (jogando dos dois lados) e do outro, um grupo que sabe muito bem o que faz, inclusive afastar criminosos pegos em flagrante, como Arruda e o próprio Demóstenes, censurar a internet, etc.

Durval Barbosa, PC Farias e Carlinhos Cachoeira, foram elementos importantes da direita política, enquanto Marcos Valério reinou absoluto no mensalão da esquerda. O que esses escândalos tem em comum? Nenhum bandido fica muito tempo na cadeia, isso porque os seus mandantes políticos não foram presos, se fossem, todos os empresários e banqueiros do Brasil estariam em maus lençóis.

By Jânio

abril 13, 2012 Posted by | Política | , , , , , , , , , | 8 Comentários

O paraiso da máfia

salvatore cacciola

Cesare Battisti

Na justiça brasileira, a primeira instância nunca teve competência para resolver nada, sempre deixava para a segunda que deixava para a terceira instância.

No caso de Cesare Battisti, a terceira instância  preferiu passar a decisão para o Presidente Lula. Parece até uma armadilha, mas Lula deixou para o próximo Governo.

Cada decisão é um duro golpe para o Governo italiano, que ficou com o nosso Caciolla, preso mais tarde em um principado,  e extraditado de volta para o Brasil.

Agora ficamos com o Battisti deles, mas eles não gostaram.

Eu, sinceramente, fiquei muito contente. Passar a ideia de que esse ou aquele partido é a solução para nossos problemas, enquanto na verdade vivemos em um regime de semi-escravidão, controlados pelos supostos formadores de opinião.

Essas trapalhadas do sistema, são indícios de quem não tem a menor noção dos princípios e da lei, o que acontece também na Itália, no caso de Cacciola.

O Brasil acha que Battisti é inocente, assim como a Itália achava que Cacciola também era.

Battisti ficou na França por dois anos, até que a Itália conseguisse ter aprovado seu pedido de extradição, foi quando Battisti veio para o Brasil. Se acontecesse o mesmo no Brasil, Battisti ficaria dois anos no Brasil, depois iria para outro pais com tendências socialistas, como a Venezuela ou Cuba.

Battisti tem mais em comum com o Cacciola do que se imagina, ambos já escreveram livros, são italianos, fazem-se de vítimas e fazem o Brasil de bôbo.

Esse tipo de problema não ocorre em países como a Inglaterra, lá, bandido sempre será bandido, um problema que deve ser devolvido a quem tem a obrigação de resolvê-lo.

Essa não é a primeira vez que o país comete essa falha, o famoso ladrão do assalto ao trem pagador teve essas regalias no Brasil, nem por isso a Inglaterra fez questão de ficar com nossos bandidos, a partir de então.

Eu fico me perguntando qual o interesse que o Brasil sempre teve nesses bandidos, isso não é do tempo do PT, como podem pensar os burgueses, o Brasil sempre teve fama de paraíso dos criminosos e nazistas.

Os italianos acham que a volta de Battisti seria perigosa para alguns envolvidos no caso, inclusive para aqueles que jogaram toda a culpa no próprio Battisti.

O fato é que o pais sempre foi muito receptivo com a bandidagem, inclusive ditadores sul-americanos.

Isso não deve mudar a imagem do pais, de um grande fora-da-lei, aqui e lá fora.

By Jânio

janeiro 1, 2011 Posted by | Política | , , , , , , , , , , , , | 7 Comentários

Tiririca elege o ex-Delegado da Polícia Federal

 

Proibido de assumir

Deputado Cassado

Eu estava curioso para saber quem eram os políticos eleitos por Tiririca, um deles eu descobri na Wikipedia, trata-se de Protógenes Queiróz, ex-Delegado da PF, responsável por várias operações famosas.

Entre as grandes operações deflagradas pela PF, sob o comando de Protógenes Queiróz estão:

O Caso corinthians/MSI, por suposta lavagem de dinheiro e evasão de divisas, fraudes da arbitragem do futebol brasileiro, no ano de 2.005.

Remessas, ilegais, de dinheiro para paraisos fiscais. Nessa operação, estavam envolvidos os ex-prefeitos, Paulo Maluf e Celso Pitta.

Operação contra o contrabandista chinês Law king chong. Além de contrabando, havia denúncias de souborno no processo.

Operação satiagraha, envolvendo Daniel Dantas, Naji Nahas e Salvatore Cacciola, onde foram denunciados: lavagem, corrupção e desvio de dinheiro público. Foi nessa operação que a Justiça brasileira foi colocada em cheque, onde o futuro réu, Daniel Dantas, já havia entrado com pedido de Habeas Corpus antes do início da operação da PF.

A operação da Polícia Federal, depois de denúncias e/ou investigações prévias, executa prisões preventivas e verifica a possibilidade inciar processos contra os prováveis criminosos, sempre acompanhada de um Procurador.

Quem acompanhou esses casos de perto, viu a dificuldade que a justiça enfrenta diante da lei, onde o Ministro do Supremo libertou Daniel dantas, mesmo sem ouvir os outros juíses, provocando uma grande polêmica, inclusive de procuradores  de São Paulo.

Normalmente, o processo teria que passar pelas mãos de outras autoridades, inclusive pelo STJ, antes da soltura do réu, caso essa fosse a decisão da Justiça. O Ministro do Supremo “adiantou” o processo.

“Os senadores Arthur Virgílio (PSDB-AM), e Tasso Jereissati (PSDB-CE) acompanhados por outros quatro senadores, manifestaram desacordo com a marcha das operações e elogiaram as declarações do presidente do STF, Gilmar Mendes que, em entrevista à rede nacional de TV, e mais de uma semana antes de prolatar sua sentença nos autos, classificou de “espetacularização” a atuação de agentes da PF (que qualificou publicamente de “gângsteres”) nas prisões de Dantas, Pitta e Nahas.”

Não é à toa que o homem do jatinho e o defensor dos fracos e oprimidos perderam a eleição, eu até retiro a opinião que eu tinha de “grandes políticos”.

A grande quantidade de pessoas envolvidas a Naji Nahas e Nelson Dandas, era tamanha que o Delegado virou réu, e os réus passaram a acusação, com o apoio da autoridade máxima do judiciário, Gilmar Mendes, Presidente do STF.

Foi nessa época que o então Delegado da PF foi acusado de irregularidades na operação, fraude processual e violação de sigilo, inclusive de escuta ilegal de envolvidos no caso e acusação de ter grampeado o próprio então Presidente do STF.

Apesar da operação ter sido acompanhada por autoridade jurídica federal, o Delegado foi condenado por se utilizar de meios ilícitos, inclusive de atividades típicas de polícia secreta. Protógenes se defendeu alegando que a participação de serviços da inteligência seria normal, em casos como esse.

Com isso, o ex-Delegado foi condenado, impossibilitado de exercer o cargo de Deputado Federal, no qual foi eleito, mesmo tendo obtido apenas 94.906 votos. O Delegado foi eleito com a ajuda de outro candidato que está sendo processado,  depois de obter um milhão e trezendos mil votos, o palhaço Tiririca.

A palhaçada voltou as manchetes, já que a possibilidade de  condenação do ex-Delegado da PF, depois da soltura de Daniel Dantas, seu investigado,  seria difícil de se explicar para a sociedade. Então, nada mais (in)justo do que sentenciá-lo a mesma pena de seu investigado Daniel Dantas.

Salvatore Cacciola, outro famoso mafioso brasileiro, descobriu que não deve sair do Brasil, já que foi preso lá fora.

Protógenes foi eleito pelo PCdoB, depois de obter 94,906 votos, com a ajuda do palhaço Tiririca, do PR, recordista de votos para Deputado Federal.

Fontes:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Opera%C3%A7%C3%A3o_Satiagraha

By Jânio

novembro 13, 2010 Posted by | Política | , , , , , , , , , , , , , , , | 13 Comentários

   

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