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Máfia do metrô

escândalo em São Paulo

Cartel do Metrô

Quando o PT chegou ao poder, os políticos de direita fizeram a festa. Logo no primeiro escândalo, mensalão, o PT viu a sua viola em cacos.

Entretanto, o PT mostrou que canta muito bem sem viola e aprendeu a roubar, além disso, aprendeu o jogo do PSDB também.

Se do lado do PT sobrou para o Palocci, por parte do PSDB, sobrou para o DEM, um partido desgastado que troca de nome após cada escândalo. O pior partido da atualidade é o PMDB, onde estão os políticos mais corruptos e intocáveis do planeta.

Depois do mensalão, Palocci, homem mais importante para Lula e Dilma, sofreu as consequências de seu nome sujo na polícia federal.

No caso do PSDB, a encrenca começou com o mensalinho do DEM, em Brasília, mas atingiu em cheio o líder do partido, Demóstenes torres, considerado o homem mais forte da oposição, depois da morte de Jefferson Peres e da saída de Arthur Virgílio do Senado.

A dificuldade de investigar a direita sempre foi muito grande, já que a direita está envolvida com o sistema corporativo, entretanto, não há nada mais perigoso que um político traído.

A esquerda não tem o costume de matar seus desafetos, e a primeira vez que essa suspeita veio a tona, foi no escândalo da máfia paulista, que culminou com a morte do prefeito de Santo André, Celso Daniel. No caso da Direita, basta olhar a história dos presidentes, ou fazer uma busca no Google, para notar a quantidade de pessoas que morrem envolvidas em crimes e interesses políticos.

Pensando nisso, Durval Barbosa fez seu seguro de vida, espalhando documentos entre pessoas de sua confiança, provavelmente em troca de alguma mensalidade pela guarda desses papéis. No escândalo de Carlinhos Cachoeira, sobrou até para o PT, mas isso não evitou que um policial federal morresse num momento muito comprometedor.

PC Farias se tornou um dos mortos mais famosos da política, depois de ser preso por comprar votos de políticos, necessário para a aprovação de projetos do governo. Sem a participação da alemã Siemens, dificilmente o escândalo viria a tona.

O atual escândalo envolvendo a direita, tem a participação de uma empresa, como não poderia deixar de ser. A alemã Siemens denunciou o cartel, provavelmente porque se viu excluída das licitações.

Já se especula números acima de 400 milhões, mas isso ainda é pouco, levando-se em conta que a máfia já vinha atuando há mais de vinte anos. Essa denúncia pode aumentar as chances do PT de se tornar unanimidade em São Paulo, com prefeito, governador e presidente, além disso, alivia a pressão contra Dilma, que já começa a recuperar a popularidade.

Lembrando que o sistema bipartidário não abre espaço para nenhum outro candidato na mídia, exceto na época de eleição, quando a pessoa nem é conhecida.

O escândalo envolve não só as duas gestões mais importantes do PSDB, mas também sua história, já que Mário Covas era considerado um exemplo para os políticos do partido, mentor de Geraldo Alkmin.

Veja trechos da notícia do Estadão:

A Siemens denunciou o esquema de cartéis em sete Estados ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), na forma de um acordo de leniência – a empresa, envolvida em infração à ordem econômica, se compromete a confessar o ilícito e apresentar provas do esquema de corrupção e, em troca, se livra de ação penal.

Em discurso na Câmara Municipal paulistana, o vereador Floriano Pesaro, líder do PSDB, deu o tom: “A Siemens, que acusa o governo de São Paulo de conivência com o cartel formada por ela e por outras empresas, também tem contratos com metrôs de outros Estados. E também está sendo investigada fora de São Paulo”. O vereador foi além. “O Ministério Público Federal da Bahia, governada pelo PT, investiga irregularidades cometidas por empresas nas licitações do metrô de Salvador.”

“O PT quer usar o episódio como instrumento de perseguição política. Se houver CPI, ela terá que ser de abrangência nacional”, emendou Carlos Sampaio, líder do PSDB na Câmara.

Carimbo. “Não há dúvidas de que a testa do governador Geraldo Alckmin foi carimbada. Ele já não é mais aquele político impoluto que se apresentava ao eleitor”, disse o deputado Carlos Zarattini (PT-SP), que trabalha na Câmara pela abertura de uma CPI do cartel paulista.

Fonte: Estadão

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agosto 13, 2013 - Posted by | Política | , , , , , , , ,

5 Comentários »

  1. Bom dia Jânio, vim ver as novidades e agradecer sua visita e comentário.
    Abraços
    Mary

    Comentário por Mary | agosto 15, 2013 | Resposta

    • Olá Mary:

      Seu blog é muito divertido, pena que eu tenha comentado em tão poucos blogs.

      Preciso melhorar isso.

      ABS

      Comentário por icommercepage | agosto 16, 2013 | Resposta

  2. […] Máfia do metro […]

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