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Política internacional dos fortes

Argumentação forte

Politicamente Correto

O jogo do poder fica cada vez mais interessante, na medida em que você passa a entender o processo político. Há muitos interesses envolvidos e as decisões são baseadas nesses interesses.

Quando um país é posicionado no eixo do mal, todos os argumentos formulados são direcionados contra ele.

Não há como argumentar contra o poderio militar dos EUA, Rússia, China ou Inglaterra. Eu acredito que essas são as quatro principais peças do tabuleiro mundial, hoje.

Pelo menos na Alemanha, onde a palavra guerra se originou, o clima é de neutralidade. A Alemanha precisa dos países da Europa e nem pensa em cometer um terceiro erro, como cometeu na Primeira e Segunda Guerra Mundial.

A palavra apocalipse virou sinônimo de atômica, mostrando que o mal não tem gênero e que está no lado inverso da criação.

Durante a Segunda Grande Guerra, os banqueiros de Rothschild financiaram os dois lados do conflito, Inglaterra e Alemanha. Poderiam até ter conquistado o mundo, cinquenta anos antes da globalização de Bilderberg.

A participação dos EUA foi decisiva nos rumos que a guerra tomou, financiado por Rockefeller, outro magnata que aprendeu a ganhar dinheiro com a guerra.

O Brasil tinha tudo para estar ao lado da Alemanha, no eixo do mal, mas com um presente como a usina de Volta Redonda, não há ideologia que resista – fomos salvos pelo gongo, ou pela usina inteira.

Os EUA herdaram a política imperialista dos ingleses, a Inglaterra desistiu de explorar os pobres e passou a explorar os ricos, junto com a Alemanha.

Apesar de ter desistido da galinha dos ovos de ouro, Hong Kong, a Inglaterra não abre mão das Ilhas Malvinas, para desespero dos Argentinos. Durante a guerra das malvinas, por muito pouco eles não conseguiram o que queriam, envolver o Brasil na guerra, trazendo os EUA a tiracolo para invadir a Argentina e o Brasil ao mesmo tempo – seria uma jogada de mestre.

Hoje, o Brasil tornou-se uma peça fundamental para o desenvolvimento da China, fornecendo toda a matéria-prima de que os chineses precisam para o seu desenvolvimento, além dos alimentos que ajudam na estabilidade econômica.

A presença de bases militares americanas na América do Sul, incomoda uma parte dos países do hemisfério sul e agrada a outra parte. Estamos dominados pelos EUA e Inglaterra, em pontos estratégicos: Ilhas Malvinas, Colômbia, Cuba, etc.

No mundo inteiro é assim: O Paquistão tem uma cadeira permanente no conselho de segurança da ONU, em oposição a Índia, que naturalmente acabou se aproximando da Rússia e China; a América do Sul só tinha uma vaga, ficou com a Argentina.

Se a Argentina e o México são contra uma cadeira permanente no Conselho de segurança da ONU, para o Brasil, eu imagino que haja interesse econômico nisso. Talvez a Argentina tenha uma organização melhor que a nossa, de um modo geral, mas o México não.

O México é tão desigual quanto o Brasil e tem se tornado um grande problema, sob o ponto de vista dos americanos. O novo muro da vergonha foi a gota d’água, confirmando que não há argumentos contra a força militar.

Como podemos observar, há muitas maneiras de evitar que os países fiquem unidos, entre eles, a participação em alianças e organizações internacionais.

Essa nova tendência ao socialismo tem comprometido os negócios americanos, que sempre conseguiram contornar a situação unilateralmente mas, com a chegada da internet, chegou também o fim do império americano. Entretanto, as maiores empresas virtuais estão hospedadas em solo americano e, pelo menos por enquanto, o imperialismo virtual americano ainda está sob controle.

Caso a China compre algumas telefônicas no Ocidente, aí, o império enfrentaria instabilidade, mas teríamos outro problema maior, a censura do império chinês.

By Jânio

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setembro 12, 2012 - Posted by | Internacional | , , , , , , , ,

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