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O que acontecerá após a crise européia

Um homem influente

A origem da crise

Aqui no Brasil, não se fala muito em crise, porque sempre vivemos em crise. Hoje, mesmo sendo um país emergente, temos um IDH baixo e um dos piores sistemas de apoio aos novos pequenos investimentos do mundo.

A Europa vive um dos piores momentos de sua história, para quem conhece um pouco de história, sabe que toda a economia européia está interligada, se há instabilidade numa região, todos os países são afetados. A ajuda das instituições internacionais sempre chega tarde demais.

A França, pelas últimas notícias, sofreu a maior queda do PIB desde a segunda guerra mundial e sem o protecionismo, em era de globalização, a Europa não tem mais onde se segurar: Portugal, Espanha e Grécia, todos estão na rota do furacão econômico, mas como se chegou a isso.

Vivemos em época onde o Marketing é fundamental para toda a economia. Depois das guerras imperialistas e do período de guerras frias, agora entramos numa época em que é proibido brigar, é tudo estratégia, exceto os Estados Unidos, eles passam por cima de tudo, são capazes de morrer em guerra alheia, só para defender a estabilidade, interesse e poder econômico dos EUA.

Depois do fim da U.R.S.S, União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, e o fim da utopia comunista, um perigo muito maior atacou o sistema capitalista ocidental, um furacão chamado China.

A china é um país preto no branco, literalmente, onde o capitalismo convive com o comunismo, a tradição com a tecnologia, a riqueza com a miséria e a justiça rígida com a marginalidade gerada pela falta de estrutura.

Um dos primeiros países europeus a sentir o poderio econômico da China, foi a Alemanha. A outrora nação rainha das empresas impecáveis por excelência, não suportou a concorrência da indústria asiática, e não era só a China. A China era só um país do futuro, com um ambiente propício para uma ditadura econômica, com mão-de-obra escrava e uma ajudinha da globalização.

Nessa guerra moderna, a miséria e os sistemas escravista de países emergentes, podem matar mais do que mil guerras, e o processo está só no início. A liberdade de mercado que culminou com a globalização, sofre seu maior impacto.

Até o ataque de 11 de setembro levantou suspeitas: Se Osama Bin Laden é, realmente, um mercenário, deve trabalhar para os mais ricos – Quem são os mais ricos? – Será que ele não fazia parte de uma conspiração, para frear a globalização, quando planejou um ataque em massa nos Estados Unidos?

Muita gente diz que a Guerra do Iraque e do Afeganistão foi apenas para encobrir os rombos que vinham sendo criados nas contas das instituições americanas.

Como a Guerra escreve errado pelas linhas certas, a pressão desencadeada pelo ataque de 11 de setembro, no mundo inteiro, sobrou até para Paulo Maluf, que agora vai ter que esperar a coisa esfriar para mexer nos milhões e milhões que ele certamente enviou para o exterior.

A pressão criada pelo ataque do dia onze de setembro, fez com que os países agissem depressa, sob pena de ficarem na mira dos americanos, mais temidos que os próprios terroristas, pelo menos pelos corruptos; eu, particularmente, acho que o Brasil tem muito mais corruptos, pegar o maluf foi discriminação.

Agora, eu tenho duas notícias para os europeus:

A notícia boa, é que, certamente, eles sairão das crise, o mercado tenderá a se adaptar a essa nova situação, voltanto a uma rota de crescimento do PIB.

A má notícia, é que haverá muita miséria, queda do IDH, um retrocesso no tempo da idade média e dos grandes senhores ricos, contrastando com uma imensa população de pessoas pobres, sem esperança de futuro, sem meios para se defender, sem nada, como no Brasil.

Obs: A teoria de conspiração não reflete necessariamente a opinião do autor, é apenas um exercício de reflexão, para que não se engula, ou digira, como diz nosso “querido” senador Fernando Collor, o que é divulgado pela mídia.

By Jânio

abril 30, 2010 - Posted by | Reflexões | , , , , , , ,

7 Comentários »

  1. Olá Jânio,

    Realmente essa é uma realidade. Na Europa a recessão económica fez-se sentir e também penso que a China (em termos globais) tem uma grande influência na instabilidade das das empresas por todo o mundo. Os chineses fazem muito, barato e os seus produtos começam a adquirir qualidade.

    Segundo indicadores do Diário Económico de 5 de Março, o PIB em Portugal contraiu-se cerca 2,7% em 2008-2009, mas, no final de 2009 o processo começou a retroceder, o que faz pensar que em 2010 a “coisa” comece a recompor-se. Vamos acreditar! 🙂

    Abraços
    Luísa

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    Comentário por Luísa L. | abril 30, 2010 | Responder

    • Olá Luisa:

      Todos os brasileiros estaremos torcendo por vocês, afinal, uma crise na Europa só beneficiaria aos especuladores.

      Nossa briga deve ser contra a concentração de capital e a má-distribuição de renda, nunca contra outros mercados e países, afinal o que nos importa, realmente, é o IDH.

      ABS

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      Comentário por Janio | maio 1, 2010 | Responder

  2. à respeito disso gostaria de colocar observações do meu professor sobre a crise, foi mais ou menos isso que ele disse em sala:

    Os países que mais estão afundando na Europa são os ditos PIGS[Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha-‘Spain’], piadinha de mau gosto , meu professor diz que eles sempre foram países desenvolvidos em má situação financeira – subdesenvolvidos – então é de se esperar.

    Eu não acredito que o Brasil tenha evoluído muito, na verdade foram os outros países que pioraram…

    E a nossa dívida interna que linda? o Brasil só não tá ferrado porque não emprestou dinheiro pros EUA, e só não emprestou dinheiro porque não tinha, porquê estamos com saldo negativo, e se todo mundo do Brasil quizer esvaziar conta no banco não vão ter o nosso dinheiro, crise programada.

    O Brasil tem sim chance de progredir, a não ser que os EUA quebre a nossa perna, mas se ele fizer isso de um jeito indelicado vai acabar sendo prejudicado também, e bonzinho do jeito q o Obama é…aliás, ele não se compara ao Bush, o Bush foi ótimo pros EUA.

    Exemplo: Uma multinacional americana de automóveis no Brasil vai falir.O Obama pra ajudarenvia 13 milhões de dólares, se fosse o Bush teria quebrado alguma concorrente nacional discretamente e enviado uma quantia menor pra completar.Simples assim.
    —————————————————————-

    Só uma pergunta, desviando um pouco do assunto, você acha que se a China fosse capitalista a situação lá seria melhor?

    De resto não tenho uma boa noção sobre conspirações, já assisti alguns filmes legais sobre, não duvido nada.

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    Comentário por Cybelle | maio 13, 2010 | Responder

  3. esquecí de colocar que a nossa dívida interna,hoje está avaliada em 1,78 trilhões e que estrangeiros detem 8,8% dos títulos dela.
    E a causa dela, que foi o pagamento da dívida externa.

    hmm, você acha que deveríamos ter continuado com a dívida externa pendente ou que foi melhor assim?

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    Comentário por Cybelle | maio 13, 2010 | Responder

  4. Olá Cybelle:

    Você tocou em pontos interessante, a idéia do PIGS é no mínimo original, heheheheh.

    Os paises emergentes tem muita coisa em comum, principalmente o fato de serem uma ditadura em forma de sociedade elitizada, onde os pobres sempre arcam com as decisões tomadas pelo governo. O governo faz isso para que tenha o apoio da classe média alta, a única classe que ameaça o poder. A China, hoje, é uma mistura de capitalismo com comunismo, assim como o Brasil é governado por políticos socialistas e capitalistas, até a oposição vem de base socialista.

    Como a China é uma ditatura, mesmo que fosse capitalista, seria a mesma coisa, o Brasil já viveu sob a ditadura, e era uma miséria grande, inclusive a corrupção era maior. É preciso mais participação do povo, mais democracia, mas a essa altura, com os EUA quebrados, a China não está nem aí para a democracia. Vamos pedir a Deus que o mundo inteiro não acabe como os países emergentes.

    Você citou bem o caso da troca da dívida interna pela dívida externa, eu já postei algo a respeito.

    Veja bem, Cybelle, o PIB do Brasil está aumentando, temos um bom controle da economia, a economia é o único setor do governo que está bem, por isso, podemos dizer que o governo está bem.

    No caso do povo, está muito mal, a dívida interna implica em dívida de estados e municípios, pessoas jurídicas e físicas, isso quer dizer que o povo está muito mal. Quando o povo vai mal o IDH cai, isso porque com a falta de investimento do governo em infra-estrutura, as pessoas precisam se endividar para sustentar suas próprias vidas: Saúde, educação, transporte, segurança, etc, tudo com o dinheiro do próprio bolso.

    Resumindo: O PIB está bom, mas o IDH está péssimo. O PIB mede o produto interno bruto, a produção no país, o IDH – indice de desenvolvimento humano mede as condições de vida das pessoas, esse vai de mal a pior, portanto, a divida interna é pior que a divida externa pois ataca diretamente o povo.

    Além disso, a taxa paga pelos títulos da dívida, a que você se referiu é maior, muito maior que a taxa da dívida externa. A taxa selic mede os juros pagos pela dívida interna através de títulos oferecidos a bilionários banqueiros, dinheiro que sairá do bolso do povo.

    Um grande abraço.

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    Comentário por Jânio | maio 13, 2010 | Responder

  5. CRISE PORTUGUESA ESTA CHEGANDO EM UM MOMENTO QUE AJUDARÁ O POVO PORTUGUES A MUDAR PARA MELHOR ,PENSANDO EM PRODUZIR PARA ADQUIRIR ASSIM MUDARÁ OS PENSAMENTOS DE NÃO ACEITAR QUE A MUDANÇAS IRÁ REFLETIR EM VOSSO SUCESSO ,POVO QUE TEM DIREITOS E NÃO ACEITAM DEVERES SERAM CASTIGADOS POR FAZER PARTE DO MUNDO VELHO.EM QUE TINHAM GUERRILHAS E HOJE JA HÁ PAZ,E TEM QUE USAR SABEDORIA PARA ACHAR UM NOVO CAMINHO,SEPARAR-SE DOS MAIS ATRASADOS E JUNTAR-SE AOS MAIS DESENVOLVIDOS .

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    Comentário por ELIEZEL | janeiro 2, 2011 | Responder

  6. Olá Eliezel:

    Muito bom seu comentário.

    A vantagem da Europa para outros continentes, como a América Latina e a África, é que a infra-estrutura é muito boa.

    A globalização e o Clube de Bilderberg devvem constituir-se num problema, já que a independência de um país é fundamental para a sua proteção e crescimento.

    Essa não é a primeira crise européia, também não deverá ser a última, portanto, bastará consultar a história para saber que você está certo.

    Toda crise não passa de um pequeno ajuste para corrigir distorções. Por mais que as pessoas não se manifestem, seu descontentamento será notado em todas as áreas da sociedade.

    Abraços

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    Comentário por Jânio | janeiro 2, 2011 | Responder


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