Made in Blog

Política, curiosidades, notícias, entretenimento, blogosfera,

Transferência mental

 

pesquisa do cérebro

Transferência Mental

Mind Upload e Sublimation (sublimação) são termos utilizados para se referir a uma teoria pela qual a mente humana pode ser transferida para um computador e por este ser lida.

A mente imortal

Acredita-se que uma pessoa possa transformar a sua personalidade, memória eessência (ou alma) em dados de computador. Sendo assim, essa pessoa poderia viver eternamente caso algo acontecesse ao seu corpo orgânico dentro de umsistema de computação. Uma pessoa pode carregar sua consciência para um computador ou a mente de um bebê recém-nascido. O bebê, então, iria crescer com a individualidade da pessoa anterior e não poderia desenvolver sua própria personalidade.

Futuristas como Moravec e Kurzweil propuseram que, graças ao crescimento exponencial do poder da computação, um dia será possível fazer o upload daconsciência humana para um sistema informático e viver indefinidamente em um ambiente virtual. Isso poderia ser conseguido através de avanços da cibernética, quando o hardware seria inicialmente instalado no cérebro para ajudar a memória a digitalizar ou acelerar os processos de pensamento. Componentes seriam adicionados gradualmente até que as funções do cérebro da pessoa fossem inteiramente dispositivos artificiais, evitando transições radicais que poderiam levar a problemas de identidade.

Após esse ponto, o corpo humano poderia ser tratado como um “acessório opcional” e a mente poderia ser transferida para qualquer computador suficientemente potente. Pessoas nesse estado seriam, então, essencialmente imortais, a menos que a máquina (ou o segundo corpo) que as mantém seja destruida. A pessoa poderia criar varias cópias de arquivo e guardá-las em vários locais (ou jogá-las naInternet), garantindo assim vida eterna absoluta.

Uso militar

Essa tecnologia poderia ser usada como uma forma de armazenar dados das mentes de soldados. Esses dados ficariam em um local seguro e, caso esses soldados fossem mortos em guerra, com sua essência eles poderiam ser revividos, assim evitando o sofrimento da morte para a familia.

Outro uso é que a inteligência artificial poderia ser usada para o combate direto. Com a captação de dados, seria possivel replicar o sistema criando seres artificiais baseados na personalidade da pessoa que foi sublimada. Ex.: pilotos de caça criados artificialmente (homúnculos ou inteligências de computador) poderiam entrar em combate, a mente desenvolvida poderia tomar decisões sozinha e assim poderia ser criado o livre-arbitrio artificial, criando uma espécie de guerra robótica em que seres humanos não precisariam mais arriscar suas vidas para o combate e, sim, homúnculos ou inteligências artificiais, capazes de tomar as suas próprias decisões e, quem sabe, possuir sentimentos e essências baseados no ser humano.

A ética atrás da sublimação

É evidente que essa questão gera muita polêmica. Como ainda não existe umalegislação especifica para esse caso, uma pessoa sublimada não teria nenhum impedimento para praticar muitos crimes, como assassinato por exemplo (já quehomicidio é qualificado como um humano matando outro e, de certo ponto de vista, o individuo deixa de ser humano).

Outro ponto a ser comentado é a questão de o homem se tornar uma especie de deus, já que, com uma análise detalhada de dados, podemos até criar um homúnculo (ou uma consciência artificial) baseando-se em tais dados; o que poderia levar a máquina (ou o homúnculo) dotada de livre-arbítrio a cometer crimes e ficar impune. Apesar de existirem as três leis da robótica, o ser citado acima, por possuir livre-arbitrio, poderia se negar a seguir tais leis, o que cientificamente seria absurdo de se aceitar. Isso sem contar a questão da imortalidade já citada acima.

Com isso surgiriam questões do tipo: é etico ser imortal? Seria injusto não aplicar as mesmas leis humanas a robôs? Seria injusto exclui-los do mesmo código de ética, mesmo sabendo que eles devem ser uma espécie de escravos do ser humano e não poderiam seguir o seu livre-arbitrio tão livremente assim?

Referências na mídia

1. No jogo eletrônico japonês Ace Combat 3, a cientista Yoko é a primeira na área a conseguir uma experiência concreta de sublimação. Ainda no jogo, o protagonista Nemo é uma inteligência artificial criada com base no processo de sublimação. Além disso, os personagens Cynthia e Dision fazem experiências de sublimação.

2. Na saga de jogos Megaman X e Megaman Zero, há uma guerra entre humanos eReploids (robôs com livre-arbitrio) infectados por um vírus que os deixa violentos e eles usam do livre-arbitrio como combustível para a guerra. Além disso, no começo da série, o personagem Zero (que também possui livre-arbitrio) é o portador do virus e comete vários crimes antes de virar um Maverick Hunter.

3. Na série de televisão Caprica, as personagens Zoe e Tamara são programas de computador criados a partir de pessoas mortas e com as mesmas personalidades e memórias.

4. Na série Battlestar Galactica, os cylons podem transferir suas consciências para outros corpos quando morrem.

5. No filme Contra o Tempo, Colter (Jake Gyllenhaal) é um soldado que faz parte de um programa experimental do governo para investigar um atentado terrorista.

Fonte: Wikipedia

Com os dois lados do cérebro

Tecnologia permite ver com a língua

As partes do cérebro são independentes

Quando a mente tem um ataque

Dispositivo permite controlar as máquinas com o cérebro

O controle do cérebro

A zona cega do cérebro

A memória inconsciente

fevereiro 8, 2015 Posted by | Ciências | , , , , | 1 Comentário

Médico descobre que é louco

Pesquisa sobre a loucura

Médico Louco

Um professor americano de Neurologia descobriu que era psicopata enquanto realizava uma investigação sobre psicopatia. Em vez de ficar desesperado e ocultar o fato, decidiu continuar o estudo e acaba de publicar um novo livro.

James Fallon, professor emérito de Anatomia e Neurobiologia na Universidade da Califórnia, durante 40 anos, dedicou-se a estudar os problemas da psicopatia e comportamento violento. Depois de conhecer a longa história da delinquência entre seus pacientes, entre os quais pelo menos sete suspeitos de assassinato, incluindo a famosa assassina Lizzie Borden, decidiu estudar também os membros da família. Durante uma pesquisa às cegas, examinou as imágens PET (Tomografia por emissão de positrons) de vários assassinos, esquizofrênicos, Psicopatas e outros intercalados com pessoas normais, entre os estavam scanners cerebrais de sua família e o seu próprio exame.

Entre as tomografias cerebrais que pertenciam aos membros de sua família, encontrou uma imagem que demonstrava uma atividade reduzida nas áreas do lóbulo frontal e temporal, responsáveis pela empatia e moral, bem como do auto-controle, que normalmente está relacionada com o comportamento psicopático. Ele decidiu romper o lacre que o impedia de saber a quem pertencia e assim foi como descobriu que o psicopata era ele, já que o exame era de seu próprio cérebro.

Primeiro decidiu voltar a comprovar a hipótese de estas áreas específicas eram realmente as responsáveis pelo comportamento dos psicopatas, mas depois de um exame minucioso neurológico, genético e comportamental, confirmou que definitivamente era um psicopata. Decidiu continuar com o estudo e finalmente publicou, no mês passado, um livro intitulado “Psychopath Inside” (Psicopata Interior), onde explica que uma pessoa normal que nunca matou ou estuprou alguém, pode ter os mesmos sinais anatômicos que os assassinos em série.

Fallon se auto-denominou “psicopata pró-social”, um tipo de psicopata bom que, apesar de não sentir empatia, é capaz de corresponder a às normas sociais e até mesmo ser bem sucedido em seu trabalho e ter boas relações com outras pessoas, como é o seu caso, um cientista extraordinário e bem casado.

Atualmente a psicopatia é um transtorno mental que requer uma investigação aprofundada. Não aparece na lista de enfermidades do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtorno Mentais, porque nada tem a ver necessariamente com um comportamento instável ou violento. Ser um psicopata não equivale a ser um assassino, no entanto, pode determinar outro tipo de comportamento perigoso.

Faltam por estudar os fatores que determinam os diferentes tipos de comportamento entre pessoas com os mesmos tipos de cérebros, apesar de que os indivíduos que nascem e crescem em áreas perigosas, como em zonas de conflitos militares, correm o risco de se tornar delinquentes violentos, adverte.

Fallon acredita que seu sucesso se deve a uma infância feliz, graças ao amor e atenção de seus pais. No entanto, ele admite que não é uma “boa pessoa”. “Eu sou irritantemente compulsivo. Não deixo meus netos ganhar nos jogos”, confessa. Entretanto, ele sabe moderar seu comportamento, inclusive se sentir agredido. Prefiro brigar com palavras a dar golpes”, diz o cientista.

Fonte: RT-TV

Nossa própria cura

Mentes perturbadas

Extremista político

A história de Wellington Menezes

Lavagem cerebral

Descobertas interessantes sobre o cérebro

Cérebro que mente

Piores experimentos americanos com humanos

novembro 24, 2013 Posted by | Ciências | , , , , , , , | Deixe um comentário

   

Karmas e DNA.

Direitos autorais: Fernanda vaz.

Academia New Star Fitness

A fine WordPress.com site

Gramofone Lunar

Músicas, Versos e Outras Histórias

baconostropicos

Documentário "Baco nos Trópicos"

relutante

leve contraste do sentimentalismo honorário

entregue a solidão

é oque me resta falar e oque me sobra sentir

RB Solutions

Soluções em informática, comunicação e tecnologia

Bora' para Ireland

Smile! You’re at the best WordPress.com site ever

sarahrosalie

A topnotch WordPress.com site

Suburban Wars

"Let's go for a drive, and see the town tonight"

Made in Blog

Política, curiosidades, notícias, entretenimento, blogosfera,

%d blogueiros gostam disto: