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A profecia dos Incas

religião dos incas

Profecia Xamã

Quando eu escrevi sobre as primeiras leis já registradas no mundo, notei uma semelhança muito grande entre as leis daquela região, entre os rios Tigres e Eufrates, mas essas semelhanças sequer se comparam com outras muito mais curiosas. Um exemplo são as semelhanças entre as pirâmides do Egito e os templos das civilizações pré-colombianas.

De certo modo, eu já observei que os costumes do homem supostamente civilizados, sempre foram iguais ao dos povos nativos. A forma como rimos, choramos, etc.

Se pararmos de observar as diferenças, notaremos que somos iguais.

Isso é natural, mas não totalmente compreensível, principalmente nos casos em que determinados povos de tradições semelhantes e que supostamente nunca teriam tido contatos, apresentem características tão semelhantes.

Isso nos leva a conclusão de que os nossos estudos são muito interessantes, mas não apresentam muitas respostas. Em algum momento do passado, temos um vazio muito grande, onde não vemos nada.

Após o massacre promovido pelos europeus nas Américas, especificamente contra o império inca, a última tribo inca, Q’ero, refugiou-se numa região isolada a 14 mil pés de altitude.

Numa região em que a vida é praticamente impossível para pessoas normais, essa tribo de aproximadamente 600 pessoas só foram descobertos em 1.949, e isso já estava previsto em suas profecias.

A cultura inca só passou a ser desvendada há pouco tempo, mas só os conhecimentos necessários a sobrevivência foram preservados. Não que isso seja pouco, mas isso nos deixa bem longe das respostas que almejamos tanto.

Durante 500 anos, os anciãos Q’ero preservaram a profecia sagrada de uma grande mudança, “nachacuti”, em que o mundo seria transformado do lado direito para cima e seriam restauradas a harmonia e a ordem, terminando o caos.

Recentemente, os anciãos Q’ero viajaram para a América do Norte, cumprindo sua profecia, e realizando um ritual privado na Catedral de St. John Divine. Esse ritual xamãnico não era realizado há quinhentos anos e simbolizava a união espiritual da América do Norte e da América do Sul.

Os cuidadores da nova Terra virão do Ocidente, e aqueles que romperam sua relação com a Mãe Terra, tem agora a responsabilidade morar de refazer sua relação com ela. A profecia diz que a América do Norte irá fornecer a força física, ou corpo, a Europa irá fornecer o aspecto mental, ou a cabeça, e o coração serão fornecidos pela América do Sul.

Quando os espanhóis conquistaram a Europa, o pachacuti ocorreu, assim, o Q’ero tem estado à espera, quando a ordem emergirá do caos.

Depois do terremoto de 1.949, essa tribo foi encontrada e eles estão otimistas que haverá um novo milênio de páz. A profecia também fala das mudanças de pensamentos e o nascimento do novo homem do futuro.

Haverá um rasgo no tecido do tempo.

Pachacuti é um protótipo espiritual, um mestre iluminado que conhecia o futuro, o símbolo do que nós poderemos nos tornar – Pacha/terra ou tempo e Cuti/acertar as coisas ou transformar as coisas.

Após a “despachos” (oferendas rituais de mesa, ou feixes de medicina) na cerimônia em Nova York, os xamãs administraram o Karpay Mosoq aos indivíduos presentes, transmitindo as energias originárias com os antepassados de sua linhagem.

Esse texto nos remete as tradições egípcias, utilizada pelos Illuminati e que prega a chegada da nova ordem. Naturalmente, assim como os romanos transformaram a religião, o clube de bilderberg adaptou essa ideologia aos seus próprios interesses.

Fonte: Lost Civilizations

dezembro 19, 2011 Posted by | curiosidades | , , , , , , | 6 Comentários

A comunicação dos símbolos

linguagem dos símbolos

Comunicação Simbólica

Em artigos anteriores, eu chamei a atenção para as dificuldades que temos em passar os nossos pensamentos para outras pessoas, através da comunicação.

As mulheres tem uma certa facilidade para se comunicar, ler os lábios, prever uma situação e dizem até que elas tem sexto sentido.

Se o homem não tivesse desenvolvido a fala, como forma de se comunicar, certamente as mulheres teriam encontrado uma forma alternativa de comunicação.

Charles Chaplin, inconformado com o cinema falado, dizia que a verdadeira comunicação vinha das mímicas. Como ele é considerado o maior artista desse gênero, a gente até entende.

Pode parecer fácil para um artista como Charles Chaplin, comunicar-se através de mímicas, mas nem todos somos artistas como ele ou temos o seu dom para a mímica. Em outras palavras, é quase impossível nos comunicarmos, sem utilizar a fala ou a escrita – lembrando que a escrita é uma evolução da fala, utiliza também as palavras

Se a comunicação já é tão complexa, da maneira como a utilizamos, transmitir os verdadeiros sentimentos torna-se quase impossível. Naturalmente, eu não estou falando de interpretação para o teatro.

…mas há uma forma de demonstrarmos os nossos sentimentos, filosofia, ideologia, de maneira quase impecável. Ironicamente, nesses casos, submetemo-nos às pessoas que não obedecem esses mesmos códigos de conduta.

Há símbolos que trazem embutidos em si, toda uma tradição e culturas milenares, e nem mesmo depois serem submetidos à testes práticos da sociedade, preconceitos de uns ou interesses políticos de outros, permanecem com sua história intacta.

Um exemplo disso é a suástica, um símbolo milenar que já existia milhares de anos antes do nazismo. Essa foi a forma que Adolf Hitler escolheu para se comunicar com os seus aliados.

Essa comunicação teria sido perfeita, se Adolf Hitler fosse fiel aos seus princípios, assim como era fiel aos seus interesses políticos. Adolf Hitler não precisava dizer uma só palavra, bastava apresentar a suástica e tudo estava dito.

Entretanto, o símbolo mais importante no ocidente é a cruz. A cruz também apresenta o mal e o bem em sua simbologia.

A cruz também já existia antes de Cristo e, assim como na tragédia grega de Homero, foi preciso decidir entre os verdadeiros princípios e o próprio destino.

Homero já dizia: “Você pode ficar vivo e ser esquecido, ou lutar, morrer, e ser lembrado para sempre”. Essa imortalidade fictícia de Homero, parece negar, de maneira sublimar, suas crenças nos mitos.

Jesus Cristo aceitou a sua cruz em forma de destino, foi fiel aos seus princípios, e morreu em nome deles.

Quando uma família perde um filho querido, queima todos os seus pertences, ou os enterra junto a ele. Algumas pessoas são tão afetadas por sua morte que tem dificuldade em aceitar isso, mudando até de residência ou cidade.

A cruz que matou Jesus, poderia ser visto como algo triste e mal, mas acaba tendo outro significado. Acaba significando o bem acima do mal, a aceitação do destino.

Quando alguém carrega uma cruz, traz consigo toda uma ideologia representada por seu símbolo. Não é preciso comunicar o verdadeiro sentimento, apenas apresentar a cruz.

Yin e Yang, o bem e o mal se tornam um único símbolo. Esse é um dos símbolo mais representativos do Oriente. De certa forma, ying e yang representam a essência da tradição oriental.

O Mal está sobre o bem. Esse símbolo parece chamar a atenção das pessoas para a necessidade de resolução de seus próprios conflitos.

Esse símbolo representa, principalmente, que o bem e o mal estão presente na vida, e devemos nos habituar e aceitar isso como fato.

Os ideogramas são outra forma de comunicação oriental, onde, através de um único símbolo, é possível criar várias idéias ou textos.

Estão ligados a filosofia e constituem-se uma forma culta de escrita.

A filosofia ocidental segue o processo tradicional de aprendizado, isso já foi experimentado na religião também, mas o resultado não foi muito satisfatório não.

A grafia dos símbolos é muito interessante e importante, como forma de transmitir informações e comunicar-se. Algumas vezes a imagem pode se tornar uma representação de um grande projeto.

Leonardo da Vinci foi um pintor famoso, mas a arte de pintar não era a sua única qualidade. Um de seus projetos, ligados ao sonho do homem de voar, acabou se realizando.

No desenho de seu projeto, podemos notar que Leonardo da Vinci não via outra forma de manter o homem no ar. Mais tarde, esse mesmo projeto serviu de base para a criação do paraquedas.

Quando o homem voa de avião, não é o homem que voa, é o avião, o homem só vai de carona. Quando um homem pula de para-quedas, ele tem um contato direto com a natureza, e é preciso em seus objetivos.

Como podemos ver, Leonardo da Vinci se comunicava bem através de seus desenhos, afinal ele foi o pintor.

By Jânio

outubro 5, 2011 Posted by | curiosidades | , , , , , | 6 Comentários

Porque pobre só tem direito de morrer

morte do indigente

Casamento da Princesa

Se eu for profano, que Deus me perdoe, pois sei que ele sempre me entenderá, mesmo quando as palavras me faltarem.

Vendo o luxo e o brega juntos no casamento da princesa Kate Middleton, lembrei-me do casamento da princesa Diana. Enquanto todos choravam pela felicidade dela, eu não sentia nenhuma emoção, até que alguém se atreveu a me perguntar o que eu achava de tanta “beleza”.

– Eu vejo como isso começa, e já sei como vai terminar – Respondi.

A pessoa ficou decepcionada, ela me perguntara, alguns minutos antes, se a princesa seria feliz.

Muita gente amanheceu ao relento, em barracas. Essas pessoas, eu creio, precisam ver a felicidade dos outros, precisam de uma prova “real” de que a felicidade existe, para que sua vida faça sentido.

Isso é irônico, já que a monarquia é tudo o que o mundo não deseja. No Brasil temos rei do futebol, rainha dos baixinhos, rei das pistas, piscinas, laranjas, Panamericano, lotéricas…

A imprensa chega a ser hipócrita ao cobrir um evento de um sistema arcaico que eles nem deveriam considerar.

É tudo aparência – pensei – mas a mesma burguesia que teme esse sistema, sonha com essa tradição ao longo dos séculos.

O casamento com vestido branco na abadia é questão de honra, mesmo tendo os noivos morado juntos e se separado uma vez.

A monarquia mostra um costume milenar, tenta mostrar também que pode ser melhor que os novos tempos. Deixa a certeza de que algumas coisas mudam para nunca mais voltar, outras nunca mudam.

Houve um tempo assim, quando a realeza convivia com o clero e os senhores feudais, na maioria dos países, isso não existe mais. Os senhores feudais deram lugar aos burgueses, mesmo com o clube de bilderberg querendo trazer isso de volta.

A classe média mantém a sociedade em harmonia, onde a classe média alta se identifica com os donos do poder e a classe média baixa se identifica com a classe média alta.

Todos sofrem, mas uma identificação com uma classe inferior, mais sofrida, traria-lhes mais sofrimento ainda.

Para os mais pobres não resta mais nada, nem mesmo o sonho. A maioria assiste novelas para não enlouquecer.

Quem não enlouqueceria, trabalhando a vida toda, com um único direito, o direito de morrer.

Mesmo com o direito de morrer, o direito à um caixão não lhe é assegurado. Qualquer caixa de madeira resistente, desde que bem decorada, serviria, mas o evento da morte exige mais protocolo que o nascimento.

É preciso deixar claro na morte, que a vida valeu a pena. O pobre não foi honrado em toda a sua vida, mas será na morte.

Aqueles sem dinheiro para comprar um terreno no cemitério, também terão um enterro digno. Depois de algum tempo, seus restos mortais serão desenterrados e ele irá para junto de outros indigentes, como Wellington Menezes, numa vala mais profunda.

Todos os seus dirão: “Esse foi para o céu. Foi um homem honrado, lutou a vida inteira.”

…mas haverão controvérsias, nem todos acreditarão em sua ida para o paraíso.

Isso acontece porque, mesmo depois de passar a vida toda sem nenhum sonho, sofrendo nas filas de hospitais, e tantas outras filas, destinadas aos escravos modernos, o paraíso não lhe será garantido.

Seria muito fácil ir para o céu – pensam – principalmente quem nunca viu uma fila na vida.

Durante o tempo na fila, ninguém tem tempo sequer de refletir sobre os motivos que o levaram ali, quem são os verdadeiros responsáveis por essa miséria.

Mesmo assim, o paraíso não lhe está assegurado.

A Igreja é a franqueadora de Deus, e ela deixa claro que o paraíso não está assegurado a ninguém que não tenha uma vida íntegra.

Eu seria profano também, se eu me perguntasse o que Deus acha disso.

Eu cometo outras heresias, como me perguntar sobre o que é a felicidade, já que o sofrimento conduz ao paraíso, mesmo assim não me contenho.

Cada classe tem um conceito de felicidade: A felicidade de ricos banqueiros é obter financiamentos fraudulentos.

Felicidade de grandes políticos é descobrir uma brecha na lei, onde possam obter mais privilégios, nada que uma medida provisória não resolva.

Enquanto a classe média alta torra o seu dinheiro em butiques, a classe média baixa, apesar de se identificar com a alta, vive como pobre, mas com uma grande vantagem, tem férias uma vez por ano, com direito a viagem para o exterior e tudo – Quem sabe eles não possam conhecer o luxo proporcionado pelos povos ricos, não é mesmo?

Como dizia um grande humorista: “Não é todo mundo que tem o privilégio de ter uma quitinete no centro de São Paulo” – eu sei que dói, mas é engraçado, não é?

Finalizando, fica aqui mais uma frase alheia, originada do pensamento de um grande mestre Lima Barreto.

“O Brasil não tem povo, tem público.”

By Jânio

abril 30, 2011 Posted by | Reflexões | , , , , , , , , , | 14 Comentários

A inversão da pergunta pela resposta

perguntas e respostas

Doutrinas e Tradições

A Bíblia é um dos livros mais antigos do mundo e, pelo menos no Brasil, o mais popular desses livros antigos.

Até o início da Idade contemporânea, praticamente ditava as regras de conduta das sociedades ocidentais, principalmente nas línguas neolatinas.

Todos os pensadores clássicos apresentam alguma ambiguidade em sua escrita, propositadamente ou não. Lendo Rousseau ou Camões, tem-se a nítida impressão de se estar frente a um conteúdo “papo-cabeça”, “talking heads”, ou qualquer outra expressão usada para designar o estilo dos jovens dos anos 80, 70, 60, etc.

Qualquer semelhança com os universitários, não seria mera coincidência.

É como se os textos não fossem escritos apenas para informar, mas para testar a capacidade de interpretação do leitor.

O uso de figura de linguagens, além de servir para direcionar informação para um público específico, poderia evitar complicações com o falso moralismo dos poderosos.

Necessitando evitar conflitos com poderosos e moralistas, esse estilo de texto se desenvolveu ainda mais, tornando-se ambíguos.

Talvez a própria Bíblia apresente os livros mais ambíguos e abertos a variadíssimas interpretações, surgindo, daí, inúmeras religiões, cada uma tentando demonstrar o seu ponto de vista.

Há uma religião que diz que o nome de Jesus – Ou seria Deus? – seria Geová. Como a igreja católica apresenta o nome Javé, seria apenas uma questão de sotaque, mas uma doutrina religiosa não para por aí.

Em minha cidade, as prostitutas faziam questão de ressaltar a importância de Maria Madalena, a mulher apedrejada, perdoada por Jesus.

Jesus, aliás, foi um dos pensadores que mais contribuiram para elucidar algumas partes da Bíblia. Talvez tenha feito mais que isso, mas o falso moralismo impede a divulgação de todos os seus ensinamentos.

Uma vez eu perguntei para um “crente” porque ele sempre desviava do assunto, focando outro tema o qual não tinha nada a ver com a discussão. Educadamente, ele me respondeu que essa era uma forma de falar sobre o que ele estava lendo no momento, um assunto no qual ele tinha mais controle.

A mais curiosa discussão presenciada por mim, foi há muito tempo.

O gerente do departamento era de uma religião, seu mais eficiente empregado de outra, e tudo estava em absoluta harmonia, até o dia em que o fiel funcionário foi demitido.

Na hora do acerto de contas, presenciei uma das discussões mais curiosas de minha vida.

Reclamando do acerto, o funcionário dizia:

– Isso não está certo, estou sendo lesado em meus direitos, exijo uma correção. Para mim, vocês não passam de um bando de ladrões, cretinos.

O gerente, que era pastor, respondeu:

– Você precisa aprender a confiar, meu filho.

– Maldito o homem que confia no homem – respondeu o jovem ex-funcionário.

Enquanto isso, o Pastor insistia:

– Amai ao próximo como a ti mesmo.

E ele completava:

– Não valorize tanto o dinheiro, lembre-se do que diz a Bíblia: “Ao homem o que é do homem, à César o que é de Cesar.

– À Juca o que é de Juca – Retrucou o funcionário.

Todos acompanhavam a discussão com atenção, até que se chegou a conclusão de que quem daria a palavra final, seria o Departamento de Recursos Humanos.

…e todos ficaram decepcionados.

Ficou claro ali, que se todos conhecessem as leis da Bíblia, certamente não abririam mais a boca e, quando abrissem, o dedo seria apontado para si mesmo.

De certa forma, a Bíblia é mais útil para quem a está lendo. Se a pessoa vê alguma lei aplicada à outra pessoa, sempre se lembrará: “Tire o cisco de seu olho, antes de procurar o cisco no olho da outra pessoa”.

Nunca devemos subestimar a inteligência das outras pessoas.

A única pergunta que me deixa curioso é: Será que Judas foi perdoado?

O futuro de Judas não me interessa, mas perdoar setenta vezes sete seria suficiente para que Judas fosse absolvido de seu pecado?

Judas se matou antes do veredicto final, interrompendo esse processo doutrinário. Ele próprio se condenou.

Mesmo assim a pergunta continua: A covardia tem perdão?

É certo que alguém haveria de trair Jesus, mas sendo um de seus discípulos, sabendo que fora usado pelo sistema, isso foi duro demais até para um traidor.

Não poderemos julgá-lo, pois está escrito: “Não julgueis para não ser julgado.”

Assistindo a um filme aparentemente infantil, Tomb Raider, vi Laura Croff destruindo uma entidade com vários braços, para mim poderia ser um entidade religiosa da Índia. Essa imagem me trouxe a lembrança de que o Ocidente talvez seja mais intolerante que o Oriente Médio.

Todas as nossas interpretações podem entrar em conflito, diante de uma simples indagação de um leigo, mostrando a falta de algo que talvez não tenhamos, a humildade. A humildade para parar de dizer nós e encarar o fato de eu ser um único e indivizível ser, responsável pelos meus próprios atos e pensamentos.

Sempre haverá a pergunta e sempre haverá a resposta, infelizmente, não necessariamente nessa ordem.

By Jânio

abril 6, 2011 Posted by | Reflexões | , , , , , , , , , , , , , | 2 Comentários

Nomes – O DNA de nossas tradições e culturas

nomes e culturas

Nomes

O nome é um peso na vida de algumas pessoas, quase um DNA, um peso tão grande que algumas pessoas não suportariam determinados nomes.

Por esse motivo, muitos nomes não são usados em bebês. Elementos como o preconceito, discriminação, religião, mitos, tabus e vários outros motivos, fazem com que alguns nomes estejam fadados ao obscuro e as lendas.

Através dos nomes, é possível observar que em qualquer cultura, o bem e o mal estão presentes. Antes de termos uma visão preconceituosa a respeito de um costume, é preciso estudarmos a fundo em que esse costume implica.

No Irã, uma mulher que trai o marido é apedrejada até a morte, isso implica em um costume primitivo. A pergunta é o que eles pensam disso, se a mulher não tem o direito de opinar, então de fato o costume é arcaico, se por outro lado a mulher tivesse os mesmos direitos dos homens de opinar e votar, então a lei seria legítima.

Legítimo também, deveria ser o direito dessas pessoas decidirem em que pais querem morar, como é o caso de Cuba, sem a parcialidade dos EUA, naturalmente.

Na medida em que a cultura vai se globalizando, a maior parte dela também vai se extinguindo, os países perdem a seu livre arbítrio. Tudo se perde, a música, as tradições, as línguas, etc.

Nos costumes indígenas, há nomes interessantes como: Filho do trovão, raio negro, lobo vermelho e outros nomes que nossos preconceitos, tabus e religião nos impediriam de pronunciar. Ao contrário do que mostra os filmes do velho oeste, nomes como cavalo manco, cachorro com medo, não implica em pessoas covardes ou más, por trás de cada nome há uma história, muitas vezes só a própria pessoa conhece.

De certa forma, o nome, em culturas indígenas, conta uma parte da vida da pessoa. No oriente, esse costume ainda é preservado.

Será que no ocidente essa tradição não existe? – Fazendo uma pequena pesquisa pela internet, logo notamos uma centena de sites com significado de nomes, desde os mais tradicionais, latinos, até os mais exóticos, ou seriam tradicionais, nomes indígenas.

Durante a pesquisa dos primeiros hieroglifos da história, o nome da antiga rainha do Egito, Cleópatra, foi fundamental para que se descobrissem os significados dos primeiros hieroglifos, iniciando a tradução dessa antiga escrita. Naquele tempo a simbologia poderia ser ainda mais forte, já que cada caractere, ou letra, era uma figura diferente, sendo o “a” uma ave.

As raízes de todas as culturas está nos nomes, mesmo com a extinção das línguas, os nomes prevalecem.

Quando uma jovem mãe quer dar nome aos filhos, nos dias atuais, ela procura um nome mais bonito. Um nome bonito, pode ser aquele mais bonito na aparência, mas não tem nenhum significado concreto, real.

Jesus, ao dar nome aos seus discípulos, seguiu a tradição, suas origens. Ao dar nome à Simão, por exemplo, disse algo como: Tu serás Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja.”

Se analisarmos minuciosamente as palavras de Jesus, verificaremos o significado delas, a relação delas com a personalidade e natureza de pedro, e a função de pedro na religião cristã. Não é uma questão de defeitos ou virtudes, mas da pessoa certa no lugar certo.

Fazendo uma pesquisa a respeito dos nomes, descobrimos que nem tudo é o que a gente pensa. Algumas vezes o nome significa exatamente o que ele é, como é o caso de “Modesto”, outras vezes muda um pouco, como o nome “Romeu”, mas há nomes que mudam completamente em relação ao esperado, esse é o caso de “Manoel”.

Entre os nomes mais tradicionais, os nomes latinos quase se misturam aos nomes hebraicos, devido a sua proximidade, no momento mais glorioso de suas histórias – ou seria nosso história? –  Assim, josé se mistura a Paulo, Pedro se mistura a joão, ou vice-versa.

Há quem diga, inclusive, que escolher um nome, baseado em sua ascendência, seja meio discriminatório.

Na realidade não são os nomes que são escolhidos, são os pre-nomes, os nomes continuam intocáveis, são de família.

Wikipedia: “O prenome, na maioria das línguas indo-europeias, é o elemento onomástico que precede o apelido de família (sobrenome) na forma de designar as pessoas. Exemplos de prenomes comuns são José, João, Carlos, Antônio, Maria, Joana, Paula etc. O prenome também é conhecido como nome de batismo ou nome de pia.

Em algumas culturas e idiomas (por exemplo em húngaro, vietnamita, chinês, japonês ou coreano), o apelido de família precede o prenome na ordem do nome completo, como Deng Xiaoping, sendo Deng o apelido de família e Xiaoping o prenome.” 

Assim: João Carlos da Silva, fica sendo: Nome – Silva; sobrenome – Carlos;  prenome – João.

Para efeito de organização, ou burocracia: Silva, João Carlos da.

Pensei em fazer uma lista de nomes portugueses, descobri que nem mesmo os próprios portugueses conhecem seus nomes, já que são latinos. Os nomes portugueses confundem-se com os espanhóis, italianos, franceses…

Assim, desisti de explicar e simplifiquei de vez, ou seja, fiz uma lista de nomes latinos mesmo.

Muitos nomes que achamos ser novos, criativos, podem até ser criativos, mas de novos não tem nada, como é o caso de Lavínia.

NOMES LATINOS:

Abílio, Adauto, Afrânio, Agnes, Alba, Agostinho, Albino, Amado, Amália, Amâncio, Amaro, Atílio, Benedito, Benício, Bento, Bonifácio, Caio, Calvino, Camila, Candido, Carmem, Cassiano, Cecilia, Celeste, Celia, Celina, Celso, César, Cícero, Cintia, Clara, Cláudia, Colombo, Conceição, Constância, Cornélio, Dante, Décio, Delfim, Deodato, Diva, Domingos, Donato, Dória, Dulce, Elvira, Estela, Evaristo, Fábia, Fábiana, Fabrício, fausto, Felícia, Félix, Fidel, Flávio, Floriano, Florinda, Fortunata, Francisco, Genésia, Germano, Graciana, Graco, Hilário, Honorato, Hortência, Imaculada, Inácio, Isaura, Jânio, Januario, Jovino, Jovita, Julia, Juvenal, Juvêncio, Laudelino, Laura, Laurêncio, Lavínia, Leda, Lena, Léo, Leocádia, Leôncio, Letícia, Lídia, Lígia, Líliam, Liliane, Livia, Lombardo, Lorena, Lourenço, Lourival, Lucila, Lucino, Lúcio, Lucíola, Lupércio, Mabel, Magna, Marcelino, Marcelo, Márcia, Marcial, Márco, Margarida, Marina, Màrio, Maristela, Martins, Maurício, Mauro, Mira, Modesto, Natália, Nemo, Nívea, Olinda,

Otávio, Patrício, Paulo, Pilatos, Plínio, Pompéia, Primo, Priscila, Quirino, Regina, Renata, Salústia, Saturnina, Serena, Sérgio, Severo, Sílvia, Silva, Socorro, Stela, Taciana, Tércio, Tertuliano, Tiago, Tibério, Tibúrcio, Ticiana, Urbano, Valentim, Valentino, Valéria, Vera, Vicente, Vinício, Virgínio, Virgília, vítor,

CURIOSIDADES DE NOMES:

Jânio vem do latim e não é o masculino de Jane, que vem do Hebraico. Jane e João significam a mesma coisa, apesar de possuir em gêneros diferentes.

José e João realmente são Hebraicos e estão diretamente ligados á religião, tradição e cultura hebraica.

Luis é de origem teutônica e significa guerreiro famoso.

Manuel não é português, é hebraico e significa Deus Conosco.

Moacir, é Tupi, significa aquele que faz sofrer.

Adão – Hebraico, Feito de terra.

Carlos – Teutônico, fazendeiro.

Romeu – Peregrino à Roma.

Roberto – Brilhante na glória.

Sandra – Diminutivo de Alexandra, o que resiste aos homens. No masculino tem o mesmo significado.

Veja o significado de seu nome:

http://br.guiainfantil.com/nomes-de-bebes/168-significados-e-origem/181-nomes-para-meninos-e-meninas-com-a.html

Texto: By Jânio

janeiro 3, 2011 Posted by | curiosidades | , , , , , , , , , | 15 Comentários

As influências e tradições egípcias

historia do egito

Civilização egipcia

Segundo a história conhecida dos egípcios, os faraós, vistos como semi-deuses, eram considerados descendentes de divindades.

As divindades teriam sido os primeiros a reinar sobre as terras do Egito. Assim o deus Rê foi o deus dos deuses, quando esse se retirou, em seu lugar assumiu Shu que mais tarde deixaria o trono para seu filho Geb.

Geb era o pai de Osiris que assumiu seu lugar, quando esse foi para o céu.

Quase toda a cultura do antigo Egito tem como base o reinado de Osiris, foi Osiris quem implantou a cultura egipcia, uma das mais conhecidas do mundo antigo.

Osiris aboliu a antropofagia e deu início a produção de pães, cerveja e vinho, além de fundar vários templos e culto aos deuses.

O povo egípcio, apesar de ser um povo extremamente fechado, quando o assunto são as classes sociais, proporcionou muitos intercâmbios culturais com os maiores nomes e culturas da história das civilizações.

A cultura mais presente no Egito, além da sua própria, era a hebraica, ou judaica, devido ao longo tempo em que conviveram pacificamente juntos. Segundo a Bíblia, só com o nascimento de Moisés, um nobre egípcio que mais tarde descobriria ser descendente dos hebreus, tirando todo o povo judeu do Egito, outrora bem tradado, transformado em um povo escravo.

Na passagem do povo judeu pelo Egito notamos vários fatos misteriosos, entre eles: O povo judeu sempre foi superior aos seus anfitriões, devido a sua estrutura social, comparada a de poucos povos do passado, como a cultura da Babilônia e a cultura grega.

A Grécia, aliás,  foi um povo com muita proximidade com o povo egípcio, devido a suas culturas, ambas consideradas avançadas até os dias de hoje. Esse intercâmbio cultural proporcionou aos dois povos um conhecimento tão vasto que, talvez por questões estratégicas, boa parte dessa tecnologia é desconhecida até hoje. Dos conhecimentos abertos ao público, a maior parte foi destruìda, devido a guerras e destruições da maior biblioteca da antiguidade, onde estavam a maior parte dos escritos gregos, egípcios e hebraicos.

Apesar desse intercâmbio, os dois povos, egípcio e grego, sempre mantiveram a sua independência. Sua harmonia era tanta que até alguns de seus deuses eram identificados em ambas tradições religiosas.

Essa tolerância ao politeísmo, facilitou uma aproximação dos grandes gênios gregos ao Egito, por outro lado, a matemática, geometria e astronomia, pode ter sido um dos motivos de os intelectuais gregos terem tanto interesse na cultura egípcia, os egípcios, é claro, aproveitavam a ciência desses sábios gregos para evoluírem ainda mais. A cultura egípcia só seria interrompida pelas invasões e guerras, para as quais não estavam preparados.

Segundo especialistas, as pirâmides são o simbolo da eternidade, apesar de alguns estudos recentes afirmarem que as pirâmides são anteriores aos faraós, o fato é que as pirâmides estão arraigadas a cultura egípcia e aos faraós.

Segundo esses estudos, a pirâmite representa, não só a hierarquia política e social desse povo, mas também a sua religião, assim a cultura egípcia tinha muito mais em comum com as tradições hebraicas e gregas do que nós poderíamos imaginar.

No topo dessas pirâmides, está o faraó, representando também a Hórus, o primeiro faraó, filho de Osíris a última divindade a reinar sobre a Terra. Assim, quando todo Hórus morria, ascendia para Osiris, o deus, sendo suscedido por seu filho que passaria a ser o novo Hórus.

Segundo sua tradição, o faraó não era quem governava por conquista mas por ascensão

Apesar de o faraó poder ser um mortal, sua coroação era seguida de um ritual misterioso, o qual identificava quem de fato seria o escolhido, aquele que tem a divindade. Essa cerimônia nos faz lembrar das cerimônias que escolhem o Papa.

Segundo a tradição egípcia,  a sucessão dos faraós era hereditária, já que o faraó era considerado um deus. Será que o sangue azul tam alguma coisa a ver com isso? – e ascender para o sol, para o deus Amom Ra, teria a ver com acender o fogo?

Nas pirâmides, o faraó representava o topo, não só o maior poder, mas também aquele que tem ligação direta com o divino, portanto todo egípcio sob o seu poder, estaria também sob o poder do sol, de Amom Rá.

Assim como na Igreja católica, onde os mistérios mais avançados são restritos a poucos sacerdotes, os faraós também eram iniciados nos mistérios de sua religião, além serem assessorados pelos magos.

A passagem em que um mago egípcio se envolve em um embate de magia com Moisés, onde o bastão de Moisés vira uma serpente e devora a serpente em que fora transformado o bastão do mago, tornou-se clássica.

A era dos faraós não foi perfeita, houve muitos fatos pouco explicados, como a morte do jovem Tutankhamon, supostamente assassinado. O fato é que foi uma civilização que durou milhares de anos, teria continuado, se não fossem as guerras.

Ao contrário de outras civilizações, na civilização egípcia não havia conflitos, todo o poder era muito bem definido, a hierarquia era perfeita, mesmo em casos de conspirações.

Algumas sociedades secretas, até hoje, se inspiram em rituais egípcios.

By Jânio

Segundo Heródoto:

“Declara-se, portanto, a verdade, e seja Hércules considerado, como o é, um deus muito antigo, porque se ouvimos os egípcios desde a época em que os oito deuses engendraram aos outros doze, entre os quais contam a Hércules, até o reinado de Amasisi, transcorreram não menos de 7000 anos.

A propósito do referido, diziam-me os egípcios e seus sacerdotes, e o comprovavam com seus monumentos, que, contando desde o primeiro rei até o sacerdote de Vulcano, haviam passado naquele período 341 gerações de homens, em cujo transcurso sucederam-se no Egito outros sumos sacerdotes e igual número de reis. Contando, então, 100 anos por cada três gerações, as 300 referidas dão uma soma de 10.000, e, com as 41 que restam, compõem 11.340 anos. No espaço destes, diziam que não houve nenhum deus na forma humana, acrescentando que nem antes nem depois, no que diz respeito aos reis que existiram no Egito, se viu coisa semelhante.

Verdade é – acrescentam – que antes destes homens, os deuses reinavam no Egito, morando e se conservando entre os mortais, tendo sempre um deles imperado de forma soberana. O último deus que reinou ali foi Hórus, filho de Osíris, chamado pelos gregos de Apolo, o qual terminou seu reino depois de ter acabado com o de Tífon (Seth). Em grego, Osíris é chamado de Dionísio, isto é, o Livre“ .

Escritos de Manethon:

“O primeiro homem-deus dos egípcios é Vulcano (o equivalente grego do egípcio Ptah), que também é famoso entre os egípcios por ter sido o descobridor do fogo. Sucedeu-o o Sol, depois Sosis; depois Saturno; logo Osíris; Tifon, irmão de Osíris; e finalmente Hórus, filho de Isis e Osíris. Estes foram os primeiros que regeram o Egito. Depois a realeza passou de um a outro em uma sucessão ininterrupta até Bidis (Bistes), ao longo de 13.900 anos.

Depois dos deuses, os heróis reinaram 1.255 anos, e logo após teve outra linha de reis que governaram 1.817 anos. Em seguida, vieram 30 reis de Menfis que reinaram 1790 anos, depois reinaram 10 reis de Tis durante 350 anos.

A este reinado, seguiu o dos Manes e dos heróis durante 5.813 anos.

O total chega a 11.000 anos, sendo estes períodos lunares, ou seja, meses, porque certamente o governo completo de que falam os egípcios – o governo dos deuses, reis e Manes – deve ter compreendido no total de 24.900 anos lunares, o que dá 2.206 anos solares”.

fevereiro 16, 2010 Posted by | Arquivo X | , , , , , , , , , | 17 Comentários

O tabu das Organizações Secretas

tabus milenares

sociedades secretas

Toda vez que se fala em organizações secretas, pensamos logo em Maçonaria. Isso porque a Maçonaria é a organização, dessa natureza, mais conhecida.

Há muitas espécies de organizações secretas pelo mundo, quanto mais secreta a organização, mais próxima de organização secreta ela está.

Segundo o último livro que eu li, a respeito do assunto, organizações como a Maçonaria, não tem mais a natureza original de organização secreta. Seguindo essa teoria, a organização secreta, de fato, ninguém sabe que ela existe; ela não tem sede própria, não faz publicidade de seus atos.

Por isso organizações como a Maçonaria não são consideradas secretas por algumas pessoas. A Maçonaria cresceu muito, tem muitos adeptos, por isso é muito conhecida, deixando de ser secreta.

A polícia secreta americana, CIA, e a polícia secreta da antiga União Soviética, KGB, eram consideradas organizações secretas, na época da guerra fria. Hoje, a KGB perdeu a força, trabalha para quem paga mais, enquanto a CIA passou a prestar contas de seus atos de maneira bem mais clara, apesar de, teoricamente, continuar secreta.

Nos Estados Unidos, pelo seu poder financeiro e extensa área territorial, é um país cheio de contrastes. O primeiro país a adotar as leis eugênicas, até a década de 80, o estado do Alabama não permitia o casamento entre negros e brancos em suas leis.

Esse passado racista, criou um câncer chamado Ku Klux Klan, uma organização secreta que aterroriza toda uma região dos Estados Unidos, há muito tempo.

Dizem as más línguas que até o Vaticano tem uma organização secreta; depois de tanta polêmica, na idade média, não seria de duvidar.

A Maçonaria e a Igreja Católica travam uma guerra ideológica há milhares de anos, sobrou até para D. Pedro, Monarca do Brasil, que ficou no meio do fogo cruzado.

Regiões de conflito do Oriente Médio, até hoje tem suas organizações secretas, os cristãos, por exemplo. tinham que se reunir, secretamente, na época das perseguições religiosas do império romano, esse fato criou uma tradição de organização secreta entre os cristãos de Israel.

A intolerância social é o principal motivo das origens das organizações secretas, acontece que, ao contrário das sociedades que são dinâmicas, as organizações secretas são tradicionais, assim, quando começa o atrito, as organizações se fecham só para os seus membros.

São várias correntes ideológicas e várias espécies de organizações, o que elas tem em comum? – são todas antigas, a maioria milenares que ninguém sabe que existem, muito bem estruturadas.

Pelo que se sabe, Adolf Hitler era conhecedor de muitas ciências ocultas, acontece que algumas não eram toleradas pela sociedade, o nazismo surgiu nesse ambiente, misturando ciências, religiões, ocultismo e política. O resultado dessas misturas ideológicas proibidas foi explosivo.

Dos secretíssimos rituais do egito, surgiram várias organizações, como a Maçonaria. Apesar de protegidas pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, a sociedade não costuma ser muito tolerante com certos costumes milenares.

A Idade Média era riquíssima em rituais tradicionais, a Igreja Católica baniu a maioria deles, principalmente os pagãos, nas regiões onde o catolicismo era cultuado.

Países como a Índia são extremamente ricos em rituais, religiões e tradições milenares, isso não significa que não hajam atritos, apenas o Governo que não procura se envolver, já que precisa do apoio político de todos eles.

Nas tradições africanas, tudo o que se refere a cultos e costumes é chamado, erroneamente, de Saravá, mas a tradição africana também é riquíssima em tradições; não é secreta, mas em certas regiões, são aceitos com restrição.

Outra ideologia que não era aceita pela Igreja Católica, era o Catarismo, nesse caso, o praticante, segundo a lenda, era condenado a morte. Isso acontecia no tempo em que o governo se misturava com a igreja.

By Jânio

janeiro 5, 2010 Posted by | curiosidades | , , , , , , , | 13 Comentários

   

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