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A importância dos cursos de Idiomas

métodos de ensino

Cursos de Idiomas

Fazer cursos de idiomas é muito importante nos dias de hoje, Cursos Idiomas São Paulo é mais importante ainda.

É na região de São Paulo onde a força de país emergente é mais forte. Grandes empresas exigem uma boa formação e educação continuada, sendo os cursos de idiomas e informática parte da formação básica de um profissional qualificado.

Naturalmente, estudar é muito importante, saber o que estudar é melhor ainda. Seria perfeito se soubéssemos como estudar, mas nossos sistemas de aprendizagem ainda estão no limiar do conhecimento.

Eu não tenho a menor dúvida que teremos de buscar novas formas de viver e aprender, em um futuro muito próximo. Utilizaremos novas formas de pensar, falar, alimentar, etc.

A maioria das pessoas que falam várias línguas, são unânimes em afirmar que devemos seguir um método de aprendizagem, algumas pessoas terão mais facilidade para aprender, outras nem tanto. O grande desafio sempre será criar métodos de ensino adequados aos autodidatas e pessoas excepcionais.

No caso do ensino à distância e pessoas com mais (ou menos) idade, isso também deve ser pensado.

A grande maioria aprende naturalmente, com os métodos desenvolvidos a partir de técnicas tradicionais, como é o caso do inglês técnico, instrumental, etc.

Ocorreram muitas mudanças, é claro, mas a base continuará sendo a mesma. As vantagens dos novos métodos são a velocidade, facilidade e comodidade.

Conhecimentos mais acessíveis e rápidos são muito procurados, mas ainda não se encaixam à outros perfis, como o autodidata.

Normalmente as pessoas deveriam começar com espanhol, uma língua muito próxima ao português, em seguida mudar para outros níveis de dificuldade, sendo as línguas latinas as primeiras a serem aprendidas.

Devido à oferta e procura, os cursos de inglês ganharam preferência, assim, o aprendizado deixou de seguir o curso tradicional. Uma pessoa aprende inglês sem necessariamente ter aprendido nenhuma língua latina.

Um famoso empresário, criador de uma das maiores franquias de ensino de inglês do Brasil, utilizou-se de uma estratégia bastante ousada para começar seu negócio. Ele prometia ensinar dezenas de frases logo na primeira aula, e dizia mais, se não aprendessem teriam seu dinheiro de volta.

Eu que não conheço nenhum método particular de ensino, fiquei pensando como alguém poderia ensinar cem ou duzentas frases em apenas um dia.

Pela TV, vi uma professora falar na importância da estrutura dos textos, foi aí que eu me lembrei do velho e bom inglês técnico. Através das velhas aulinhas de inglês, ficou mais fácil imaginar como alguém poderia ensinar cem ou duzentas frases de inglês em um dia.

Vejam os exemplos:

This is a car – Pronúncia: Dhis is â câr – Tradução: Este é um carro.

Substituindo a palavra car, seria possível aprender várias frases diferentes, sem ser necessário aprender todas as palavras do texto.

This is my house – Dhis is mái ráuss – Esta é minha casa.

Notem que mantendo a mesma estrutura de escrita, substituindo apenas a última palavra, criaremos várias outras frases.

Poderíamos substituir outras palavras como:

Apple – épou – maçã

Airport – érport – aeroporto

Bag – bég – mala

Bird – bârd – pássaro

Book – buc – livro

Boy – bói – garoto

bus – bâs – ônibus

Cat – quéth – gato

City – Cith – cidade

cup – câp – xícara

Hand – réndh – mão

Hat – réth – chapéu

Man – mén – homem

Newspaper – niuspêipâr – jornal

Obs: Antes palavras iniciadas por vogais, usa-se an no lugar de a.

Exemplo: This is an apple.

Seguindo essa técnica de substituição, cada palavra dará origem a uma nova frase.

Como podemos ver, apesar de ser apenas um exemplo, as velhas técnicas ainda são muito úteis no ensino moderno, além de acelerar o aprendizado, é claro.

By Jânio

junho 10, 2011 Posted by | Inglês | , , , , , , , , , | 6 Comentários

O acesso a páginas bloqueadas ou apagadas é possivel

page cannot be found

Página Bloqueada

Quando uma pessoa dá os seus primeiros passos na internet, os sistemas de buscas são fundamentais para sua utilização.

Dentre todos os sites de buscas, o site que se destaca é o Google, que, ao lado do Yahoo oferece as melhores performances de buscas, além de ser o mais popular.

Para usuários iniciantes, uma busca simples já é suficiente: Digita-se uma palavra;  e clica-se em buscar, Go ou Search, para que  o processo de busca se inicie.

Com o tempo, a internet passa a fazer parte do cotidiano desses usuários, novas possibilidades surgem.

Encontrar um documento específico na internet, é um milhão de vezes mais difícil que encontrar uma agulha num palheiro, ou seja, é impossível se achar com técnicas simples.

Nesses casos, vale mais a experiência do internauta.

Buscas no Diário Oficial da União, por exemplo, é um martírio.

Se temos um texto anterior, no caso de uma lei, por exemplo, fica mais fácil.  Digitamos frase por frase, no buscador, até ele retornar algo aproveitável, a partir daí, é só filtrar pela data atual.

Pronto, encontramos a nova lei, baseado no texto da antiga lei que já tínhamos, em menos de dois ou três minutos.

Apesar de não ser familiarizado com todas as técnicas avançadas de busca – não me interesso muito por técnicas crackers, por exemplo – eu tenho o meu estilo, e aproveito todas as possibilidades de busca que eu considero úteis.

Um dos primeiros artigos que eu escrevi para internet, como não poderia deixar de ser, foi sobre buscas: “1/4 dos usuários mais inteligentes do Google, não sabem utilizar a lógica booleana.”

Muitas vezes não utilizamos a lógica booleana por pura preguiça mesmo, mas eu tenho notado que os sistemas de busca tem dificultado alguns tipos de busca avançadas, justamente para poupar/economizar nos servidores.

Além da lógica booleana, já falamos da importância das buscas avançadas:

Por data: Fundamental para que os usuários acompanhem os fatos disponíveis na internet, em tempo real. Tempo real, aliás, que recebeu a importância que merecia só depois do advento da Twitter.

Pesquisas avançadas por data, são ideais para acompanhar a política, em seus momentos cruciais, ou até a evolução desses fatos, como foi o caso da gripe influenza, caso Isabella nardoni, etc.

Pesquisas por imagens: Quando clicamos em imagens, no Google, iniciamos nossas buscas por imagens, com uma simples configuração de formato/tamanho, podemos encontrar a imagem no tamanho exato que queremos. Podemos ver o “peso” dessa imagem, em nosso bolso, observando sua resolução em kbytes, e também o tipo de arquivo: JPG, GIF, PNG, etc.

Minhas recém descobertas foram na opção “cache”, não que eu não soubesse de sua utilidade. A Polícia Federal utiliza a busca no “cache” para encontrar o que já foi apagado da internet, mas não é só para a Polícia Federal que isso tem utilidade.

Muitos usuários mais espertos, publicam determinado conteúdo, em seguida apagam, mantendo apenas no cache. Seus usuários, evidentemente, só terão acesso se conhecerem essa técnica de busca.

Quando a plataforma WordPress iniciou sua indexação de imagens, de maneira mais otimizada, notei que muitas imagens minhas foram para o topo. Cheguei a escrever um post intitulado “indexação às avessas”.

A razão, é claro, pelo fato de grande parte dos visitantes de meu blog, estarem acessando o site através da busca por imagens. Foi nessa época que eu descobri a primeira forma de acessar sites bloqueados pelos navegadores – Sabe aquela mensagem: “Seu navegador não conseguiu localizar essa página, ela pode ter sido deletada ou encontrar-se em um novo endereço.”

Apesar de acessar sites bloqueados pelos navegadores, através das imagens, algumas vezes isso não funcionava. São raros os casos, mas acontece.

Nesse caso, você pode usar o cache – É isso mesmo! – além de acessar conteúdo que já foi deletado/apagado, podemos acessar sites bloqueados, através do cache.

Eu sempre associava o cache do Google, com a memória do computador, sempre fazemos isso em programação para a internet.

A Google cria todas suas ferramentas online, baseadas em sua busca, isso barateia os custos dos servidores. Isso pode acontecer com o Google Suggest, aquele que complementa a frase buscada, ou utilizando o cache.  

Há vantagens da Google em seu cache on line, onde podemos visitar páginas apagadas ou bloquedadas, mesmo sem nunca termos visitado tal página, o que significa que não está no cache do computador.

Leia mais:

https://icommercepage.wordpress.com/2008/04/06/14-dos-usuarios-mais-inteligentes-do-google-ignoram-a-logica-booleana/

https://icommercepage.wordpress.com/2010/04/28/indexacao-de-paginas-as-avessas/

By Jânio

outubro 22, 2010 Posted by | internet | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 17 Comentários

Autodidata – Faça você mesmo

Descobertas e necessidade

Aprendizado Natural

É curioso como em pessoas, com um certo grau de formação, são verificados interesses pelo tema autodidática, também conhecido como autodidaticismo. Talvez por necessidade de continuar aprendendo, mas com liberdade de pensamento.

Esse tema, como tantos outros, apresenta muita contradição quanto a sua essência e filosofia.

Uma pessoa autoditada é aquela que aprende algo sozinha, sem formação específica na área, curiosamente, é muito mais comum do que parece.

Através da autodidática, podemos ver como as pessoas escolhem mal suas profissões, formando-se em uma área, mas atuando em outra.

Vejam bem: Em grandes centros urbanos, é possível fazer um curso técnico no colegial, isso poderia indicar a vocação de uma pessoa, mesmo antes do vestibular; em pequenas cidades isso já não é possível.

Apesar disso, mesmo em grandes centros urbanos, não é o que acontece. A busca por profissões de acordo com o mercado acaba prevalecendo.

Para se saber qual a nossa vocação, é preciso voltar no tempo: Ver quais foram os professores que mais nos elogiaram; quais foram nossas melhores notas na escola; quais foram os nossos melhores trabalhos; maior interesse, etc.

Apesar dessas regrinhas básicas, ainda tem o problema financeiro. Em algumas profissões, é quase impossível ter um rendimento satisfatório.

Por esse e por outros motivos, a lei da oferta e da procura, as pessoas não escolhem a profissão em que mais se adaptam e dominam, escolhem aquelas que tem mais retorno.

Qualquer profissão poderia ser a ideal, desde que sua educação  tornasse o processo de ensino prazerosa, compensando a baixa remuneração, o que raramente acontece.

Assim, temos fazendeiros formados em medicina, cientistas trabalhando no serviço público, políticos trabalhando no comércio, etc.

É fácil  observar notícias de pessoas que inventaram algo simples, fora de suas áreas, mas que será tão desenvolvido que dificilmente alguém notara seu princípio básico e o seu inventor.

A área de informática, por ser muito dinâmica, passou por essa fase. No início não haviam faculdades, tudo era criado por profissionais autodidatas, até hoje isso pode ser observado.

Hoje, encontramos mais informações em blogs ou pequenos portais que em sites das grandes corporações. Fica evidente que a profissionalização da informação manipulou sua essência, a de informar e mostrar a verdade.

A autodidática tem influenciado muito a própria didática, pela sua liberdade de criação, ausência de métodos e técnicas rígidos, levando a descobertas de novos rumos para o conhecimento. Se por um lado o autoconhecimento pode encontrar um limite para o seu autodesenvolvimento, por outro lado é extremamente criativo, útil e empreendedor.

O empreendedorismo possui uma relação muito direta com a autodidática, assim como possui uma certa relação com o pioneirismo também. Se o processo do pioneirismo aumenta os riscos no empreendedorismo, a autodidática diminui.

É sabido que quanto mais conhecimentos em áreas diversas o empreendedor possua, maior será a facilidade com que resolverá problemas essenciais para o seu crescimento.

Estudiosos afirmam que o autodidata deveria concluir sua formação, com a qual teria as portas abertas no mercado tradicional, onde é fundamental um título.

No mercado tradicional, os títulos são mais importantes que a ideologia, a filosofia e a capacidade de cumprir metas de um bom autodidata. Poderíamos dizer que as faculdades são centros preparatórios de empregados, profissionais que não pensam, apenas obedecem e executam suas funções com as tecnologias que lhe são passadas.

A autodidatica não deve ser confundida com ensino alternativo, também não pode ser visto como um aprendizado isolado. O autodidata se vale de livros e pessoas com sabedorias suficientes para passar algum conhecimento,  as bibliotecas são seu lugar favorito.

Um autodidata pode aprender sozinho, por tentativas e erros, mas a consulta e acompanhamento por conhecimentos externos são constantes. Autodidatas são responsáveis por esclarecer muitas teorias, ou partes delas, que não foram totalmente entendidas.

Aqui notamos, novamente, a presença do autodidata na informática. O hacker, que não deve ser confundido com lammers ou crackers, são pessoas que desafiam constantemente as estruturas de programação de sistemas, sendo responsáveis pelo sucesso da web 2.0 e a criação de vários softwares, além de sua presença frequente em fundações de tecnologia.

A autodidática promove o desenvolvimento natural do autodidata, propiciando o aprendizado natural em várias áreas diferentes.

Mesmo na informática, podemos notar que em alguns setores há profissionais que controlam suas funções, mas não dominam totalmente, muitas vezes sendo vítimas de suas próprias ferramentas. Isso acontece porque as escolas ensinaram a fazer, mas não explicaram totalmente a funcionalidade do processo aprendido.

A internet foi um passo importante na evolução dos autodidatas, informações que poderiam levar dias, semanas ou meses para serem acessadas, hoje podem ser acessados à distância de um clique. Todas as pessoas que usam a internet, devem dar o máximo de importância a otimização.

A lincagem através dos sites, acelera muito o acesso às informações. Não se deve ter medo de incluir links de sites e portais, nem subestimar a real importância deles.

A maioria dos internautas aprende rápido; aprende a aprender rápido; desenvolve uma aptidão autoditática muito grande. Eu considero a interação uma filosofia de vida, a melhor forma de encontrar respostas que poderiam levar anos para serem encontradas.

Cada processo na rede, interativo ou não, leva a busca de autoconhecimento, força a memória. Assim como é difícil para uma pessoa adaptar-se ao computador, é difícil adaptar-se a internet, mas no fim todos aprendem, sem exceção; a dificuldade de se adaptar não implica em dificuldade de aprender.

Assim como a autoditática não contradiz a ditática, a didática não contradiz a autodidática; um Doutor pode se tornar um autodidata, tanto quanto um autodidata pode se tornar um Doutor. Qualquer forma de pensamento contrária a esse preceito, tende a retardar a evolução do conhecimento.

Motivados por descobertas constantes, os autodidatas seguem uma linha de pensamento paralela ao pensamento acadêmico, mas por incrível que possa parecer, ele sempre será muito mais crítico, não aceitará respostas fáceis, terá em seu caminho das pedras,  palavras interrogativas: Como?; por que?; onde?; quando?; quem?…

Muitas perguntas são respondidas ainda na infância de um autodidata. Experiências da descoberta do fogo, densidade da água, presença do ar e a importância da Terra, são inevitavelmente descobertas na prática.

Quando a pessoa se torna autodidata na vida adulta, a sensação pode ser como se finalmente tivesse encontrado vida inteligente na Terra, onde a vida e o aprendizado estão lado a lado, sem nenhuma regra, movidos pela necessidade de fazer, ter, viver, sentir e ser feliz.  

Dizer que um gênio da música, como Bethoven, Bach, Mozart, Vivaldi, aprenderam a tocar com quatro anos, criaram sua primeira sinfonia aos sete anos, tornando-se conhecidos mundialmente aos dez, contraria qualquer método conhecido de didática, está mais próxima da autodidática, mas também não pode ser confundida com essa.

A genialidade e a inteligência são diferentes. Ainda não foram descobertos os princípios da genialidade, só o que se sabe é que não há explicação para tamanha facilidade de aprendizado, ou assimilação de conhecimentos.

Um gênio possui conhecimentos infinitos em uma determinada área, é como se o seu cérebro encontrasse respostas imediatas para todas as perguntas cabíveis, relevantes, com o acompanhamento de um tutor. A princípio, esse tutor também encontrará suas respostas, através de seu pupilo, mas, com o tempo, o gênio estará só em busca de seu próprio aprendizado.

Naturalmente, em algumas áreas, a sociedade não vê com bons olhos esses gênios. A partir do momento em que o raciocínio de um gênio evolui acima  do conhecimento de sua época, passa a ser uma ameça ao poder, passa a representar uma espécime de animal racional superior, quase um mutante.

Contrariamente ao gênio, a inteligência segue por dois caminhos diferentes, didática e autodidática, onde ambas deverão ter controle do que fazem, não necessariamente o domínio que está presente apenas na autodidática.

Grandes nomes, como Albert  Einstein, devem ser vistos como gênios, apesar de serem também autodidatas. Autodidata no aprendizado da matemática e da física, capaz de encontrar explicações convincentes para outras áreas, mesmo sem dominá-las completamente. A bomba atômica foi consequência dessa falta de domínio.

Nostradammus pode ser considerado um homem inteligente, tanto pelas várias áreas que ele conhecia, quanto pelo domínio dessas áreas até certo ponto, suficiente para não ser desacreditado e criar sua própria lenda. Também não há evidências sobre seu aprendizado autodidata.

Mecânicos desenhistas, carpinteiros, músicos, são apenas algumas áreas onde se pode verificar a autodidática. A maioria das faculdades surgiu da autodidática, da oferta e procura.

Bill Gates é considerado um autodidata, pelo menos no aprendizado, não na filosofia, contrastando diretamente com seus inimigos mortais, os hackers.

Autodidatas famosos:

Gottfried Wilhelm Leibniz – Matemático e Filósofo alemão – Criador da Arte combinatória, precursora da computação.

Jack London – Escritor americano autor de Chamado selvagem.

Bill Gates –  Americano fundador da Microsoft.

Alexander Grahan Bell –  Inventor escocês.

Stanley Kubrick – Cineasta americano.

Woody Allen – Cineasta americano.

Henry Ford  – Americano fundador da Ford,

Charles Dickens – Romancista Inglês.

Walt Disney – Cineasta americano.

Albert Einstein – Fisico alemão.

Jimi Hendrix – Músico americano.

José Saramago – Escritor português.

Machado de Assis – Escritor brasileiro.

Como podemos ver, pelo menos a metade dessa lista de celebridades, não seguia a filosofia autodidata, era sangue “ruim mesmo”.

Podemos notar os egocêntricos: Como Einstein, que queria saber o que Deus pensava; Walt Disney, que deu seu próprio nome a empresa; Grahan Bell, empresário e inventor envolvido em brigas por patentes, etc.

Fora esses, não dá para negar que há nomes consagrados, bons exemplos a serem seguidos.

Fonte: Wikipedia

By Jânio

outubro 12, 2010 Posted by | Ciências | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 17 Comentários

Quando tudo estiver perdido

Ultima saída

A hora do fim

Há duas hipóteses a serem analisadas, sobre o pensamento humano:

Quando o homem pensa – Na primeira hipótese, surgem os problemas quando o homem começa a pensar. Sem nenhuma capacidade crítica, o homem expõe o mundo a situações críticas, devido a pensamentos elitizados, interesseiros, onde a ambição direciona-nos a destruição total do planeta.

Quando o homem não pensa – Se a elite tem tanta facilidade, para impor sua verdade, é sinal que noventa por cento não estão pensando, ou estão sendo manipulados, pela mídia ou outras formas de comunicação.

O fato é que todos os problemas da sociedade, de certa forma, resultam de falta de planejamento estratégicos, onde a classe média desempenha um papel chave. Enquanto a classe média for manipulada, nada será resolvido, nem os problemas sociais, nem problemas mais sérios, como é o caso do aquecimento global, que também é um problema da sociedade.

Por outro lado, os cientistas já criaram um plano b, em caso de o planeta estar totalmente sem alternativas de sobrevivência. Situações desesperadas, requerem medidas desesperadas.

Assim surgiu a Geoengenharia, que não deve ser confundida com Geotécnica, Geologia ou Geofísica. A Geoengenharia é uma ciência que estuda formas de combater o aquecimento global, o efeito estufa, provocado pela emissão de gases na atmosfera.

Recentemente, até o arroto do gado foi incluído na lista de emissões de gases nocivos à atmosfera. Pensando nisso já está em fase de pesquisa, a criação de uma carne sintética, para quem, realmente, não consegue ficar sem comer carne.

Está sendo testado, também, a possibilidade de se usar os vulcões no combate ao aquecimento global. Recentemente, com a erupção de vulcões, verificou-se a possibilidade do uso desse fenômeno em prol da habitabilidade na Terra.

O uso de aerossóis de enxofre estratosféricos, a criação de árvores artificiais e fertilização de ferro nos oceanos, tudo isso está em fase de pesquisas, pela Geoengenharia.

Um grande problema que surge em meio a discussão, é o fato de a Geoengenharia ser vista como uma eventual solução, o que provocaria um efeito moral negativo nos países ricos, desencorajando os avanços nos acordos ligados a mudanças climáticas, aquecimento global.

A complexa ciência Geoengenharia envolve conhecimentos de: Química Atmosférica, Ecologia, Meteorologia, Biologia Vegetal, Aeronáutica, Arquitetura Naval, Balística, Gestão de Riscos e Investigação Operacional.

O homem ainda não domina todos esses conhecimentos, portanto, não tem domínio da Geoengnharia, nem tem tempo para isso. O Uso da Geoengenharia pode desencadear efeitos inesperados no clima e no Planeta, assim como nas mudanças climáticas, na Geoengenharia haverá um preço caro a se pagar, talvez o preço seja caro demais para a vida no planeta.

As organizações interessadas na Geoengenharia são: NASA, Royal Society, Institute of Mechanical Engineers. Organizações ambientais como Amigos da Terra e Greenpeace alertam para o fato da Geoengenharia enfraquecer acordos de redução de gases de efeito estufa na atmosfera, além de não serem totalmente conhecidos os efeitos colaterais.

Os efeitos de escurecimento global para a redução de luz solar na Terra, são observados através de erupções vulcânicas e, ironicamente, incêndios de florestas, enquanto que outras idéias, como o teto legal ou pavimentação de superfícies. onde o mundo ficaria todo pintado de branco, para refletir os raios do sol, a mesma função dos pólos árticos e antárticos, através de suas geleiras. Nesse caso, a luz do sol seria refletida na Terra, através de um mundo completamente pintado de branco.

O uso de tubos verticais no oceano para misturar águas profundas mais frias e água quente de superfície tem sido proposto. Esta tecnologia também tem sido sugerido para o rompimento de furacões por Bill Gates e outros em um recente pedido de patente.

Duas constatações observadas.

O tempo continuará sendo um elemento importante, no caso de considerar-se a Geoengenharia.

Além do fato de os cientistas mais importantes reconhecerem que o futuro é incerto, não dá para prever a reação do Planeta, exceto pela avaliação do que já está acontecendo, ainda há o fato de interesses econômicos, onde cria-se uma expectativa manipulada, evitando-se que a população, dos países mais ricos, tome conhecimento da verdade, como sempre foi feito, desde que o mundo é mundo.

A Geoengenharia, por mais eficiente que se possa se transformar, através de suas atuais técnicas, e novas técnicas a serem descobertas, deverá ser usado apenas como medida estratégica, conscientes de seus efeitos colaterais.

Dessa vez, não haverá tempo para manipulações da opinião pública, todas as alternativas possíveis, são acompanhadas de riscos e efeitos inesperados. De um jeito, ou de outro, todos pagaremos o preço por destruir a camada de ozõnio da Terra.

By Jânio.

dezembro 18, 2009 Posted by | Reflexões | , , , , , , , | 12 Comentários

Ascensão e queda do império inca

território inca

Todas as pessoas que conhecem a China, com suas diversas línguas e dialetos, costumes e tradições, ficam maravilhados com as riquezas culturais propiciadas por suas tradições, entretanto, não é preciso ir tão longe para se maravilhar com tantos conhecimentos históricos e curiosidades da natureza humana.

Um bom exemplo disso, fica na América do Sul, nas ruínas do outrora majestoso Império Inca. Os números reunidos por pesquisadores a respeito desse povo, que viveu entre 1.200 e 1.553 depois de cristo, mostram como uma Nação pode evoluir tão rapidamente, desenvolver tanto, acumulando em tão pouco tempo tantos conhecimentos.

imperador inca

Evidentemente que se pensarmos bem, chegaremos a conclusão de já existir uma cultura razoável na região, afinal, um grande Estado não consegue se desenvolver, se não houver bases tornando isso possível. Daí, concluímos já haver muita cultura e respeito, na região onde nasceria o grande Império Inca, apesar dos conflitos havidos ali, antes de seu nascimento.

Estudos iniciados em 2.004, mostram ter havido ali uma civilização avançada em cerca de 3.000 anos antes de Cristo. O que mostra toda a sabedoria de Sócrates a respeito da natureza humana – “´Só sei que nada sei” – quando mais se aprende, mais se descobre a respeito de nossa própria pequenez.

machu picchu

Levanta uma dúvida, também, sobre a certeza de ser a Ásia os colonizadores da Europa. Eu sempre defendi uma tese de o homem só poder pensar em sima de uma estrutura de pensamento completa, não consegue pensar dentro do hipotético. Surgindo, daí, muitos pensamentos confusos. Sócrates quem o diga.

Nessa região falava-se cerca de 😯 línguas diferentes, a mais falada, no tentanto, era quichua a língua escolhida para ser a língua oficial do império, até por ser também a mais falada.

A vastidão do império pode ser notada com uma breve análise do mapa, onde pode se sentir a grandiosidade desse povo. O Império Inca se estendia pelo Equador, Colômbia, Argentina e Chile, mas eram Peru e Bolívia os países onde, em toda a totalidade de seus territórios, estava localizada parte do império.

Por volta de 1.800 a.c essa civilização extremamente avançada deixou a região do Norte do Peru, espalhando sua cultura por boa parte da América do Sul, dando origem, muito tempo depois ao grande Império Inca.

A civilização inca se destaca, entre tantas outras técnicas e criações, pela suas estradas e irrigação, uma mostra de milhares de anos de evolução, totalmente isolada do resto do mundo.

Quando a Civilização Inca, finalmente atingia seu apogeu, por volta do século quinze, graças a genialidade de seus governos que pregava um sistema de vida se lutas, sem fome e feliz, do outro lado do mundo, o homem vivia em sua mania de expansão, egoísmo e busca de novos territórios. No choque dessas duas vertentes evolucionistas, as consequências trágicas mostram o que a sabedoria popular está cansada de repetir. É mais fácil destruir do que construir, matar a dar a luz, assim terminando com tudo.

Pachacuti, um dos mais brilhantes e poderosos homens da cultura inca, era também um grande diplomata, antes de invadir um território, enviava um mensageiro, com a proposta de se juntar ao império, mantendo o controle local, e tendo em troca educação, passando a se tornar parte da nobreza do império.

Essas téticas lembram muito a Cézar, do império romano, mostrando a evolução do homem de duas formas, dos dois lados do mundo.

Em troca de se aderirem ao império, os povos pagavam impostos, recebiam toda a tecnologia do império, como os eficientes sistemas postais, onde os mensageiros, chasquis, transportavam mensagens em uma forma de escrita, onde uma pequena cortina feita de pequenas cordas, ou barbantes, onde os nós significavam a mensagem.

Os postos postais se localizavam de 20 em 20 km, propiciando um tráfego de informação muito eficiente. Durante um único dia, uma mensagem poderia percorrer centenas de quilômetros, cento e vinte cinco milhas, por esse sistema, útil também para se enviar mensagens oficiais.

Além do eficiente serviço postal, outro sistema muito eficiente, eram as estradas. Eram milhares de quilômetros de estradas, percorrendo todo a vastidão do império.

Por essas estradas, eram transportados, principalmente, alimentos, além de serem úteis para as guerras.

No auge de seu império, os incas chegaram a atingir toda a região andina, cerca de 3,000 km.

O imperador Manco Capac, ou Manku Qhapaq, foi o primeiro imperador do império inca, Tawantinsuyu em quíchua, o último foi Atahualpa, assassinado pelos espanhóis, de pois de pagar toneladas em tesouros pelo seu resgate.

Em seu lugar foi nomeado um imperador fantoche.

Na religião politeísta dos incas, eram construídos templos, em forma de pirâmides, dedicados ao deus Sol. A semelhança, aqui, em relação à civilização egípcia é clara, a diferença é que, enquanto os faraós egípcios eram o próprio deus, e eram enterrados nas pirâmides, na civilização inca, o imperador era divinizado, acreditavam numa força superior, mas as pirâmides eram templos e não túmulos, mesmo assim a cultura egípcia é muito parecida.

O fato dos incas terem o calendário de trinta dias, poderia se explicar o fato de Matuzalem, famoso personagem bíblico ter morrido com mais de 900 anos, poderia ser um erro na tradução, como nós sabemos a tradição cristã exige fidelidade na escrita, o que foi estendido para a tradução dos textos também.

Cada mês tinha o seu festiva, na cultura inca, onde Janeiro, significava pequena colheita, até dezembro, festival magnífico.

Os incas adoravam os deuses e ofereciam sacrifícios humanos, mas os escolhidos se sentiam honrados pois só as corretas eram escolhidas, mulheres belas ou crianças. Eles acreditavam em reencarnação e mumificação seus mortos.

O imperador era chamado de “O Inca”, daí surgiu a expressão civilização inca.

A escrita feita através de um cordão, onde eram amarrados outros, onde ficavam os nós. Cada cordão poderia significar unidade ou dezena.

Atahualpa, o último imperador inca, viveu num momento conturbado, numa guerra civil contra seu próprio irmão, em disputa da vaga de imperador deixada por seu pai.

Foi nesse cenário, com o país abalado pelas guerras, imperador enlouquecido que surgiu Francisco Pizarro, com seu exército de espanhóis.

Os incas praticavam o escambo, mas, com a chegada dos espanhóis, conheceram o valor do ouro, das doenças europeias. Com a mote do imperador por Pizarro, o império entrou em decadência.

O império abalado pela guerra civil, a invasão dos espanhóis, provocando infração, ganância pelo ouro, andes desconhecida pelos incas, e o descontentamento do povo, gerado fome, falta de alimento e crueldade dos invasores, provocou a ruína da civilização inca.

Assim, numa região onde tão montanhosa, onde um homem comum tem dificuldade sequer de sobreviver, os incas criaram um sistema de agricultura quase perfeito, numa altitude de zero a seis mil metros, as plantações eram as mais variadas.

O império acabou, mais os povos sobreviveram, sem organização ou tradição de culturas, coisa que dificilmente será recuperado.

Definitivamente, o império inca, com dez milhões de habitantes, tinha muito a ver com o império egípcio.

Principal fonte: Wikipedia

by Jânio

novembro 10, 2009 Posted by | curiosidades | , , , , , , , | 4 Comentários

   

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