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Egito dá um belo exemplo de democracia

data histórica

Vitória dos Egípcios

O Egito mostra para o mundo um grande exemplo de democracia, mas eu já vi esse filme antes, a diferença poderá estar no final que o povo egípcio dará a esse filme da vida real.

O povo egípcio arriscou a vida, durante dezoito dias esteve nessa guerra pela democracia. Sua vontade prevaleceu, o movimento foi um sucesso.

Como dissemos ontem, a inteligência dos EUA foi pega de surpresa, quando autoridades egípcias desligaram a internet e as redes, via celulares, já era tarde.

O governo egípcio entra num período de transição, através dos militares. Essa história é bem conhecida dos brasileiros, só esperamos que os egípcios não esperem cinquenta anos, para darem o próximo passo.

Durante cinquenta anos o povo brasileiro esteve acomodado, nesse tempo, a constituição foi adaptada de acordo com os interesses de cada governo.

Não adianta só mudar o governo, se o povo não continuar participando. A verdadeira lei não é aquela que está na constituição, a verdadeira lei está nas faixas de protestos e reivindicações das pessoas.

Tanto o governo brasileiro, quanto o governo americano, estiveram fazendo “simpatias” para que tudo acabasse bem. Essa foi a declaração do governo, dizendo que via com simpatia o movimento do povo egípcio.

Durante trinta anos, nenhum governo fez nada. O povo egípcio esteve sozinho, e foi assim que o povo promoveu mudanças.

Pelo que eu pude entender, os EUA “doavam” mais de um bilhão de dólares ao ano, em recursos militares, para o governo egípcio, em troca de seu apoio no Oriente Médio, felizmente, esses recursos não foram utilizados contra o povo.

Depois da queda do governo egípcio, todas as contas do ditador foram bloqueadas na Suíça, cinquenta bilhões de dólares – Isso me fez lembrar do Paulo Maluf e da filha do Sarney.

A filha de Sarney poderia ter tido sua candidatura impugnada pelo Ficha Limpa, mas isso se houvesse justiça naquele estado. Depois de eleita democraticamente, não havia como tirá-la de lá.

Não poder tirá-la de lá, apenas em teoria, afinal de contas, em Roraima parece que o STF está agindo. Parece que o STF está avalizando a confederação brasileira à risca, vendo pela ótica do poder, é claro, afinal de contas, em Roraima entra o governo do PT.

É bom deixar bem claro que eu não estou criticando a ação da justiça, critico, sim, a falta dela.

Quando o poder político é mais forte que a justiça, é sinal de ditadura, e a ditadura só vai acabar no Egito, quando o povo eleger o próximo governante.

É bom que o povo egípcio fique atento dessa vez, não é o apoio do governo americano que conta, mas a opinião do mundo inteiro.

Essa globalização da democracia, que teve início quando um homem colocou fogo no próprio corpo, em sinal de protesto contra a corrupção de um fiscal, na Tunísia, vem se espalhando pelo norte da África. Evidentemente que essas informações do mundo vieram pela internet, mas a velocidade em que o movimento foi organizado, isso espantou todo o mundo.

Essa velocidade de organização do movimento egípcio não lembra o Brasil, aqui, tudo é muito devagar, ninguém está muito disposto a arriscar a vida, ou botar fogo no próprio corpo.

No Brasil, eu me espanto é com a velocidade dos políticos, a maneira como eles organizam desvios de dinheiro, financiamentos fraudulentos, e ainda conquistam o apoio da aristocracia.

Definitivamente, o Egito não deve seguir os caminhos do Brasil, talvez deva dar o exemplo para nós, continuar a luta.

Aqui vale a minha velha teoria: “A democracia não emana diretamente do povo, a democracia emana do poder das minorias organizadas e legitimamente constituídas.”

Quanto mais Orgs, ONGs, maior a organização, menor a corrupção. O governo não tem nenhum interesse nisso.

…e tenho dito.

By Jânio

fevereiro 12, 2011 Posted by | Internacional | , , , , , , , , , , | 14 Comentários

O cachorro de um milhão

cão cantor

Cachorro que Canta

Quando surgiu a história de que músicas de rock, cantadas ao contrário, resultavam em palavras diabólicas, eu fiquei muito curioso.

Como eu não curtia rock pesado, nem poderia tocar um som desses em casa, peguei uma fita cassete e  inverti músicas pop, para ver o resultado.

Dobrando um fita cassete, seu verso mostra todo o áudio da música ao contrário.

A primeira versão de King Kong, filme da década de vinte, usou esse recurso, invertendo o rugido de um leão. O resultado dessa experiência chocou os espectadores, forçando a produção a revelar o segredo.

No auge dessa discussão, como todo garoto peralta que adora provocar, contei uma experiência que tive com animais.

Além de ter sido um razoável treinador de cães, em minha infância, por volta dos seis anos, eu era um excelente observador.

Eu sempre usava minhas observações para fazer perguntas pouco ortodoxas aos professores, sempre na hora certa. Por exemplo: Como é que os cães se comunicam?

Todos nós sabemos que os animais tem muito mais que os cinco sentidos vitais, uma teoria ultrapassada, já que o tato vai muito além da pele, além do lado inconsciente da mente – nos humanos.

No caso do cachorro, dizer que ele se comunica apenas com “au au”, seria subestimá-lo. Experiências ciêntíficas já comprovaram que, o que nos humanos são poderes paranormais, para os cães, poderes paranormais não são tão paranormais assim.

No calor da discussão do tal rock, lembrei-me de uma ocasião em que observava dois gatos se comunicando, seus miados tornavam-se mais longos, parecendo bebês chorando, em seguida começavam a surgir algumas palavras. Lembrando que eram duas horas da madrugada, essa fluência de linguagem de gatos chegava a arrepiar.

Com o tempo, notei que não eram só os gatos, todos os animais possuíam gestos e sons que foram desenvolvidos durante centenas de milhares de anos. Graças a isso, e a suas habilidades naturais,  eles estavam mais preparados para sobreviver, melhor que os humanos.

Uma espécie muito parecida com os gatos, os cães, tem até o som de suas palavras parecido.

Por serem os melhores amigos do homem, não é possível notar, mas basta ver um grupo de vira-latas cantando para termos uma ideia de sua performance linguistica.

Aliás, os cães costumam combinar rosnados com gestos, indicando direções, chamando a atenção, pedindo para que sejam seguidos, carinho, etc.

Se não fosse o aparecimento do homem na Terra, eu não tenho a menor dúvida que os animais acabariam falando. Eles já tem uma vida social muito produtiva, com seu curto processo cerebral.

Vários animais já foram treinados para falar a nossa língua, mas essa língua não significa nada para eles.

Um Husky Siberiano chamado Mishka tem chamado a atenção da mídia mundial. Com o auxílio da tecnologia, mais a capacidade de pronunciar algumas palavras, o cão conseguiu gravar uma música que já teve pelo menos um milhão de acessos, pelo menos até a reportagem.

A música também já era vendida pela internet, tornando o cão a primeira estrela da música pop, pelo menos entre os cães.

Para aumentar sua popularidade, todo um projeto digital foi montado. O cão ganhou até página na Twitter e na Facebook.

A tecnologia usada por ele, para melhorar sua voz, já foi usada por Cher, Lady Gaga e Christina Aguilhera, para criar efeitos, e corrigir defeitos,  vocais.

Suas músicas já são vendidas nas lojas i-tunes à 99 centavos.

Veja o vídeo:

http://actualidad.rt.com/ciencia_y_tecnica/electronica_tecnologia/issue_14998.html

By Jânio

outubro 9, 2010 Posted by | curiosidades | , , , , , , , , , , , , , , | 4 Comentários

Pixote – Ficção, realidade e tragédia

vida real

Dura Realidade

Ontem eu assisti pela décima vez, o filme “Pixote”, um dos filmes nacionais que mais fez sucesso fora do Brasil. Talvez seja só impressão, mas cada vez que eu assisto esse filme, eu tenho uma visão diferente.

A única coisa que não muda, é a história de Pixote, o resto do filme sempre me parece mais claro, a medida que o tempo passa, a medida que eu vou envelhecendo.

Uma detalhe que eu já tinha notado há muito tempo, são os exageros dos filmes nacionais, onde os marginais apresentam uma caracterização aparentemente forçada, quase uma caricatura. A minha visão dessa tragédia social era tão inocente que a história me parecia surreal, uma ficção, uma mentira.

Depois de ter assistido ao filme sobre a vida real de Pixote, eu fiquei com uma sensação de estar sendo enganado. Pensei comigo, uma das duas está mentindo, ou a ficção, ou a realidade.

Pixote é uma tragédia da vida real anunciada, eu diria até que o cineasta argentino/brasileiro Hector Babenco conseguiu dar uma visão bem mais realista do que nós brasileiros poderíamos ter, por estarmos perto demais dos fatos, iludidos demais pela mídia.

Babenco foi quase sádico em seu filme, onde um grupo de menores se envolve com a marginalidade, sobrevivendo do tráfico de drogas. Falando assim parece clichê, mas Babenco detalhou os fatos, tanto nos diálogos, quanto nas imagens.

As cenas bizarras, como foi o caso do aborto voluntário da personagem interpretada por Marília Pera, chega a chocar, mesmo mostrando claramente o estado psicológico da personagem, à beira da loucura. A personagem chega a insinuar um aborto de Pixote, numa clara crítica ao aborto e as famílias mal estruturadas.

Enquanto na vida real, o filme é romântico, mostrando um menino extremamente pobre que tira a sorte grande, fazendo um filme com um consagrado diretor que fica famoso no mundo inteiro. A fama de Babenco só pode ser notada quando, num seriado famoso, Lost, um dos personagens lamenta não ter trabalhado com o diretor, lembrando do teste que fizera.

Depois do filme, da fama, o menino “Pixote” vira a “galinha dos ovos de ouro”, é entregue para uma família especializada em carreiras infantis, os pais de Izabella Garcia e sua irmã, ambas ex-atrizes do seriado infantil “Sítio do pica-pau amarelo”.

Só faltou avisarem que o menino tinha família, tinha comunidade, tinha vida própria.

É claro que o menino não se adaptou, não se pode mudar toda a sociedade ajudando apenas um menino; pode ser que ele prefira sua vida real, nem todo mundo consegue interpretar o tempo todo – Quem disse que ele interpretava?

O menino retornou ao mundo real, onde já havia virado lenda, onde nunca mais teria sua realidade de volta.

Todos os “pobres coitados” de sua comunidade viam sua super exposição na mídia, imaginando-o muito rico. Todos queriam uma parte, afinal, Pixote levara sua miséria para as telas, explora toda a podridão da falta de infra-estrutura brasileira.

Pixote, na vida real, não teve a mesma sorte de seu personagem mitológico, a vida real foi muito forte para ele.

Para a sorte de nossa sociedade, ninguém conheceu Pixote na vida real, por isso a imagem que ficará sempre será a imagem das telas, aquele que sobreviveu, pelo menos durante as cerca de duas horas que duraram o filme.

Na vida real Fernando Ramos da Silva, o Pixote, morreu jovem, como sua realidade nada fictícia impõe, apesar de confundida com a ficção, apesar de ter flertado com ela, sua vida real nunca o perdoou.

By Jânio

setembro 1, 2010 Posted by | Cinema | , , , , , , , , , , , | 5 Comentários

Histórias brasileiras que viraram filmes em Hollywood

best sellers brasileiros

Brasil em Hollywood

A crítica, não especializada, tem reclamado da mania da mídia brasileira só dar valor as obras nacionais, quando essas já conseguiram o seu valor lá fora. Isso não tem acontecido há pouco tempo não, já é um problema antigo.

Muito tempo antes, de Jorge Amado, em 1.971, Hall Bartlett filmava a primeira adaptação para o cinema de capitães de areia, com o título de “The sandpit generals”, além desses, o filme ainda foi apresentado ao público com os títulos de “The Defiant” e “The Wild Pack “.

Como era de se esperar, o filme, uma produção independente, não foi muito popular nos EUA, talvez isso explique o fato de ter sido exibido com três títulos diferentes.

O motivo da rejeição ao filme é bastante óbvia, no centro do capitalismo, a obra  de Jorge Amado, com tendências socialistas, teve sorte de não ter sido queimada em praça pública.

A história dos meninos abandonados que se unem para sobreviver, em meio a pobreza e conflitos com a polícia, rodou o mundo e se tornou um grande sucesso na Rússia. Mesmo sem ganhar nenhum prêmio, nos festivais em que participou, tornou-se uma referência.

Na produção independente, a presença do brasileiro Dorival Caymmi, músico consagrado nos Estados Unidos, é notável.

Para quem quiser conhecer o filme em inglês, é possível encontrar “The sandpit generals” no site www.filestube.com é só fazer uma busca.

Outro filme destacado, baseado na obra de Jorge Amado, é “Dona Flor e seus dois Maridos”. A história da viúva Dona Flor, que traz seu marido da morte, já que o seu recatado novo marido parecia não ter o jeito de malandro do falecido.

A trama atinge o ponto alto quando o espírito do morto volta, sendo visto, e sentido, apenas pela viúva.

Esse filme também foi refilmado nos EUA com o título de “Kiss Me Goodbye”, ou “Meu Adorável Fantasma”.

Com esse filme, Sally Field foi indicada  ao Globo de Ouro. Além de Sally Field, o filme ainda traz no elenco nomes consagrados como James Caan  (no papel de Vadinho) e Jeff Bridges (no papel do novo marido da viúva).

Na versão americana, a história ganhou mais ritmo e foi adaptada para a maior região metropolitana do mundo, New York.

Apesar de a autora dos livros de Harry Potter ter dito a um repórter brasileiro “Se há escritores no Brasil eu desconheço”, parece que o carisma Baiano é universal, porque o novo escritor a atingir recordes de vendas, é um brasileiro, um novo baiano.

Claro que seu sucesso não é tão novo assim, seu grande fã era Bill Clinton, quando esse ainda era presidente. A novidade foi o recente filme que percorreu todos os festivais de cinema, baseado em sua obra “Verônica resolve morrer”.

Notem que não é só no cinema que os baianos fazem tanto sucesso, na música os brasileiros mais famosos nos EUA, e em outros países também,  são os baianos, e não é só para cantar para a colônia brasileira não.

Paulo Coelho é um fenômeno de vendagens de livros no Brasil a pelo menos duas décadas, mas não demorou para que atingisse todo o mundo.  Com fãs pelo mundo inteiro e com seu livro Verônica decide morrer, ele cria uma ideia nova  e original.

Talvez seu livro não seja brilhante, mas é popular, assim como Jorge Amado, Caymmi, Caetano e tantos outros que fazem sucesso pelo mundo afora, Paulo coelho atingiu o ponto máximo que um escritor latino americano pode atingir.

Agora saberão que há escritores no Brasil, não só no Brasil mas no mundo todo.

Verônica, o livro, foi adaptado e virou um filme com uma atriz popular, a atriz Sarah Michelle Gellar.

Quando assisti ao filme “Segundas intenções”, com Sara, fiquei pensando: “…mas esse filme não é brilhante, não tem uma boa história, nenhuma idéia para se tirar, então porque ele me atrai tanto?”

A resposta é que o filme “Segundas intenções” mostrava o ambiente da adolescência de uma maneira que era difícil ser mais realista, com falsidades, tendências ao suicídio e tudo o que é próprio dos jovens.  Assistir ao filme é como reviver a adolescência, sem nunca querer voltar no tempo.

Com a adaptação de “Verônica decide morrer”, a atriz Sarah Michelle Gellar, novamente encarna uma personagem que, apesar de ter vinte e poucos anos, vive um drama típico da adolescência, a vontade de morrer. A ideia do médico, para curar a paciente, é totalmente original e criativa, ideal para um filme adolescente.

Fontes: Wikipedia.

Texto: Jânio

julho 17, 2010 Posted by | Cinema | , , , , , , , , , , , , , | 11 Comentários

O Brasil faz a festa na Fórmula Indy 2.010

mulher ao volante

Bia Figueiredo

Em época de vacas magras na Fórmula Um, a segunda categoria de provas de automobilismo mais badalada do mundo, a Fórmula Indy, é uma alternativa para quem gosta de competitividade  e de torcer.

A Fórmula Indy é quase um jogo, todos usando o mesmo motor e chassis, motor, com as mesmas chances e sem a alta tecnologia da Fórmula Um, o que vale é o braço do piloto. Resumindo, todos tem chances iguais, pelo menos teoricamente.

Assim como na Fórmula Um, a Fórmula Indy foi conquistada pelo brasileiro Emerson Fittipaldi, o primeiro brasileiro a ganhar nas duas categorias. Apesar de serem muito parecidas, para quem não entende muito do assunto, suas diferenças são gritantes.

Na Fórmula Indy os brasileiros já fazem de tudo, temos pilotos, empresários, donos de equipe, mulheres no volante, etc.

A prova do Brasil tem um gostinho especial para os brasileiros, talvez esse seja o motivo do nervosismo dos brasileiros, já que os latinos são tão passionais.

Todos apostavam suas fichas em Tony Canaan, o piloto que tem uma equipe de ponta e é super arrojado, mas o melhor colocado acabou sendo Vitor Meira, um piloto que tem surpreendido tanto que nem é considerado surpresa, só para os comentaristas e narradores.

Apesar do fantástico pódio do piloto Vitor Meira, a maior vitória brasileira foi o quarto lugar de Raphael Matos, isso porque sua equipe pertence ao ex-campeão da categoria, o brasileiro Gil de Ferran. Nascido na França, Ferran mora no Brasil desde a época de berço.

A maior aposta, Tony Canaan, foi tocado e comprometeu sua prova, ficando fora do pódio. O piloto mostrou-se muito simpático, como sempre e estava satisfeito com a garra da equipe, segundo suas entrevistas.

A brasileira estreante, cujo empresário é André Ribeiro, Bia figueiredo fez uma excelente estréia, não tão boa como Raphael, mas mostrando que mulher também dirige bem. Ela largou em vigésimo segundo lugar no grid e terminou em décimo terceiro, grande Ana Beatriz, essa menina tem futuro.

Eu diria que a Fórmula Indy se parece mais com um jogo do que propriamente uma prova de corrida automobilística, isso porque tem muitas bandeiras amarelas, quando acontecem acidentes, hoje teve até uma bandeira vermelha devido a chuva, o que aumentou ainda mais a adrenalina dos pilotos e torcedores. Após a bandeira vermelha, a prova foi reiniciada sem problemas.

A prova mais tradicional, e mais perigosa também, da Indy, são as quinhentas milhas de Indianápolis, num circuito oval, os pilotos são testados até o seu limite, assim como seus carros e construtores. O lado mal desses ovais é que sempre acontecem acidentes graves, acidentes fatais não são raros.

Se nos Estados Unidos isso é visto como mais um atrativo, no resto do mundo essa violência acaba impedindo que a categoria se torne mais popular que a própria Fórmula Um, que entrou em crise justamente depois das mortes de Senna, onde houve uma outra morte na mesma prova.

Fora isso, para quem nunca viajou de carro pelas estradas do Brasil, portanto nunca sofreu um acidente, pode se divertir muito com esse espetáculo.

By jânio

março 15, 2010 Posted by | esportes | , , , , , , , , | 6 Comentários

   

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