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Cerca de duzentas mil pessoas estão desabrigadas em Santa Catarina.

será que vai chover?

Será que vai chover?

Será que o mundo já  não está suportando mais o excesso de pessoas em nosso planeta, ou será que as pessoas estão precisando se adaptar aos novos tempos.

Estou certo que as duas hipóteses estão de acordo com as catástrofes recentes. No Sul, Santa Catarina e Rio Grande do Sul já começam a viver um drama que passa a se tornar rotina nessas regiões afetadas pelas enchentes.

Mais de 200 mil pessoas foram afetadas pelas enchentes dessa vez, o rio que chegou a atingir 3, 14 metros, na segunda-feira, deu uma trégua, baixando para 1,85 metro, no dia seguinte, segunda feira, dia catorze de setembro.

A previsão da meteorologia, a partir da próxima semana, não é nada animadora. Durante a próxima frente fria, a previsão é de fortes chuvas, com possibilidades de queda de granizo, ventos fortes e temporais.

O número de desabrigados já ultrapassa doze mil pessoas, a população deve continuar alerta.

No Rio Grande do Sul, as chuvas estão provocando muitos estragos também, cerca de treze municípios começaram a tomar medidas de segurança, contra os cerca de 70 municípios de Santa Catarina.

Pelo menos dois municípios do Rio Grande do sul já declararam estado de emergência, com mais de quatro mil pessoas atingidas pelas enchentes, deste, mais da metade está desabrigada.

Mais uma vez a Região Sul voltará a depender do Governo Federal, mais uma vez famílias inteiras sofrem as consequências das mudanças climáticas. A única certeza é que não dá para esperar a ajuda do Governo.

A forma como os rios sobem na região de Xanxerê, mostram um problema de escoamento das águas do rio, a conclusão é: Ou sai as águas do rio, ou sai o homem, fica claro a impossibilidade de convivência desses dois seres.

By Jânio.

setembro 16, 2009 Posted by | Reflexões | , , , , , | Deixe um comentário

Hackers invadem site da Record

invasão hacker

invasão hacker

Parece que os Hackers já decidiram de que lado vão ficar, na guerra entre a Globo e a Record, até porque invadir o site da Globo, com a equipe que eles tem, seria impossível.

Vejam bem, a Globo, ao contrário da record, e com a experiência que tem, conhece muito bem os caminhos que deve seguir, como eu disse em outro artigo. Para que desviar dinheiro para a conta pessoal, se a empresa pode criar uma fundação?

Os Hackers foram rápidos, eles precisam de apenas um motivo para invadir e dez para não invadir, enquanto a Globo possui uma empresa voltada especialmente para a área de internet, a Globo.com, a Record não tem muito interesse, já que ainda não tem condições para confrontar os internautas.

Seu site, sem muita estrutura profissional, como equipe de segurança,  especialista em rede, vinte e quatro horas por dia.

Aparentemente, os Hackers são Hackers mesmos, não Crackers ou Lammers, que invadem para roubar ou bagunçar sem motivo, respectivamente falando.

Os Hackers em questão, deixaram um monte de palavrões fazendo referencia aos processos judiciais e, de quebra, deixaram o logotipo do Plin Plin, na página principal, já que a Globo é a principal interessada.

Além disso, sem perder o senso de humor, os Hackers deixaram bem claro que o fato de terem atacado o DNS da telefônica foi devido a falta de competência das atendentes, mostrando que acertaram dois coelhos numa só cajatada.

A invasão foi detectada as 14:40 hrs do sábado, quando os internautas que entraram , notaram a invasão.

Vejam como começou toda a encrenca:

O Ministério Público denunciou o bispo e outras duas pessoas à Justiça em 2008 por falsidade ideológica e uso de documento falso. Na análise do processo, o juiz federal substituto Marcelo Adriano Micheloti negou o recebimento da denúncia.

O juiz entendeu que a pena máxima a que os réus seriam submetidos caso fossem condenados seria de dois anos. Para esta pena, o prazo para processar os responsáveis pelos delitos é de até quatro anos. Como a denúncia foi apresentada sete anos após o fato, o crime estaria prescrito.

Para o procurador da República em Florianópolis, Marcelo da Mota, o juiz fez um “exercício de futurologia”. Segundo ele, a pena para o crime de falsidade ideológica varia entre um a cinco anos de prisão e o juiz não poderia ter previsto a pena que seria imputada aos réus em caso de condenação para considerar o crime prescrito. “Se levar em conta a pena máxima, que é de cinco anos, você leva a prescrição para 12 anos”, disse.

Com a decisão, o processo deve retornar agora ao juiz federal, para que ele decida se receberá ou não a denúncia. Na nova análise, o juiz levará em consideração os indícios de crimes presentes no processo. Segundo o TRF-4, ele não poderá voltar a alegar a prescrição do crime para recusar a ação.

Portando o Juiz Federal não poderá usar o mesmo argumento de antes do recurso.

O que é que está acontecendo?

By Jânio.

agosto 17, 2009 Posted by | segurança | , , , , , | 9 Comentários

   

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