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Trump determina que levantamento de sanções contra o Irã seja revisto

maluco e inconsequente

Presidênte Trump

Da Agência EFE

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, determinou uma revisão no levantamento das sanções contra o Irã em virtude do acordo nuclear de 2015, que Teerã cumpriu até agora. As informações são da Agência EFE.

“O Departamento de Estado certificou que, em 18 de abril, o Irã está cumprindo seus compromissos”, adotados no pacto nuclear assinado em julho de 2015 com os EUA e mais cinco potências.

No entanto, o Departamento de Estado mostrou preocupação pelo papel do Irã “como Estado patrocinador do terrorismo”. Ele alertou o Congresso para avaliar se a ordem de Trump sobre o levantamento das sanções é de apoio à segurança nacional dos EUA.

“O Irã continua sendo um patrocinador de destaque do terrorismo por meio de muitos métodos e plataformas”, afirmou o secretário de Estado, Rex Tillerson, em carta enviada ao presidente do Congresso, Paul Ryan.

O pacto nuclear de 2015 estabeleceu o levantamento das sanções internacionais contra o Irã, em troca de o país limitar sua capacidade atômica e permitir o monitoramento de programa nuclear.

Agência Brasil

 

abril 19, 2017 Posted by | Internacional | , , | Deixe um comentário

Conselho de Segurança não aprova sanções à Síria pelo uso de armas químicas

Da Agência Xinhua*
Votação no Conselho de Segurança da ONU sobre sanções à Síria
Conselho  de  Segurança  da  Organização  das  Nações  Unidas  veta  sanções  à  Síria   ONU News/Divulgação

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) não aprovou ontem (28), por 9 votos a favor, 3 contra e 3 abstenções um projeto de resolução que visava impor sanções ao uso e produção de armas químicas na Síria. Apesar da maioria dos votos a favor, a matéria não foi aprovada porque a Rússia e a China votaram contra e, como membros permanentes do Conselho, têm poder de vetar o documento. A Bolívia também votou contra a resolução.

Dos 15 países-membros do Conselho de Segurança, nove foram a favor do projeto (Estados Unidos, França, Reino Unido, Itália, Suécia, Uruguai, Japão, Senegal e Ucrânia) e três (Cazaquistão, Egito e Etiópia) abstiveram-se de votar. A votação ocorreu enquanto uma nova rodada de negociações de paz sobre a Síria está em andamento em Genebra.

Se aprovado no Conselho de Segurança, o projeto de resolução teria imposto o congelamento de ativos e proibições de viagens a indivíduos e entidades associadas ao governo sírio, com base em alegações de ataques de armas químicas feitas por uma investigação conjunta da ONU e da Organização para a Proibição de Armas Químicas.

A investigação conjunta concluiu que o governo sírio esteve envolvido no uso de produtos químicos tóxicos como armas em três casos e que o grupo terrorista Estado Islâmico usou gás mostarda em uma ocasião.

Oposição

O embaixador chinês na ONU, Liu Jieyi, disse ao Conselho, após a votação, que as investigações sobre o uso de armas químicas ainda estão em andamento e que é muito cedo para chegar a uma conclusão final. “Mas nós nos opomos ao uso de armas químicas por qualquer Estado, qualquer organização e qualquer indivíduo, em qualquer circunstância,” afirmou.

O vice-embaixador russo, Vladimir Safronkov, disse que o projeto foi colocado em votação com base em uma doutrina dos estados ocidentais, apesar dos esforços feitos em Genebra para resolver a crise síria. “Vemos isso como uma tentativa de retardar e minar os atuais esforços políticos e diplomáticos,” disse Safronkov.

O projeto de resolução também teria proibido o fornecimento de helicópteros ao governo sírio. Safronkov disse que a medida prejudicaria o combate ao terrorismo, bem como os esforços de ajuda humanitária na Síria.

A embaixadora dos Estados Unidos (EUA) na ONU, Nikki Haley, disse ao Conselho de Segurança que ninguém deveria hesitar em impor consequências para os ataques de armas químicas. Ela disse que os Estados Unidos já identificaram cada pessoa e cada entidade listada no projeto de resolução para sanções e prometeu trabalhar com a União Europeia e outros parceiros para pressionar por sanções semelhantes o mais breve possível.

*Com informações da Rádio ONU

Agência Brasil

março 2, 2017 Posted by | Política | , , , | Deixe um comentário

Trump admite que pode retirar sanções contra Rússia

presidente polêmico

Amigo da Rússia

Da Agência Ansa

A menos de uma semana de sua posse na Presidência dos Estados Unidos, o republicano Donald Trump afirmou que está disposto a retirar as sanções contra a Rússia. Em entrevista ao jornal The Wall Street Journal publicada ontem (13), Trump disse que aceita se reunir com o líder russo, Vladimir Putin, logo após assumir a Casa Branca, em 20 de janeiro, e discutir a relação.

De acordo com o republicano, caso Moscou demonstre colaboração em assuntos estratégicos, como a luta contra o terrorismo, ele poderá retirar as sanções aplicadas à Rússia. As últimas foram impostas em dezembro pela administração de Barack Obama pelos supostos ataques de hackers russos a informações sigilosas de Washington e à intervenção nas eleições presidenciais de novembro.

Estas sanções, porém, Trump admite que deixará intactas “por um tempo”. A entrevista veio à tona no mesmo dia em que o Comitê de Inteligência do Senado dos Estados Unidos decidiu abrir uma investigação sobre a relação entre a Rússia e membros das equipes de campanhas presidenciais de novembro de 2016.

O objetivo é trazer à tona eventuais interferências de Moscou nas eleições, nas quais a candidata democrata, Hillary Clinton, que aparecia como a favorita nas pesquisas, foi derrotada por Trump. As agências de inteligência dos EUA alegam que Putin ordenou pessoalmente ações secretas para interferir nas eleições e garantir a vitória de Trump.

Uma delas seria o ataque cibernético contra computadores do Partido Democrata para vazar informações comprometedoras de Hillary. Já o jornal The Washington Post publicou que a Rússia convidou recentemente o governo de Trump a se juntar às negociações sobre a paz na Síria realizadas com a Turquia e o Irã.

O convite teria sido feito em um telefonema no dia 28 de dezembro entre Michael Flynn, nomeado por Trump como conselheiro para a segurança nacional, e o embaixador russo em Washington, Sergey Kislyak.

Edição: Carolina Pimentel

janeiro 15, 2017 Posted by | Internacional, Política | , , | Deixe um comentário

Europa perde 90 bilhões em boicote com a Rússia

boicote europeu

Embargo Russo

As perdas da Rússia impostas pelas sanções da UE chegaram a 25 bilhões de euros em 2015, enquanto que as perdas sofridas pela União Europeia no período de 2014-2015 chegaram a 90 bilhões de euros, informou o Ministério do Desenvolvimento Econômico da Rússia.

“Estimamos as perdas  da União Europeia em virtude das sanções  impostas pela Rússia, em  40 bilhões de euros em 2014 e 50 bilhões de euros em 2015 e 25 bilhões de euros em 2015 perdidos pela  Rússia por causas das sanções da UE “, anunciou o primeiro vice-ministro de Desenvolvimento Econômico Alexei Likhachev. O representante russo também previu uma queda de 1,5 por cento devido aos efeitos negativos das medidas contra a Rússia para 2016.

Em uma entrevista concedida ao jornal alemão Bild no início de janeiro, o presidente russo Vladimir Putin ressaltou que as sanções contra a Rússia em 2014 foram “uma decisão estúpida e prejudicial”. “Não é o problema mais complicado que estamos resolvendo”, disse ele. “O maior dano para a economia russa vem da queda nos preços dos produtos tradicionais de exportação. No entanto, a influência desses fatores tem um lado positivo”, disse o presidente russo.

Fonte: RT-TV

Comentários:

A manipulação dos preços do petróleo tem como finalidade principal fragilizar a economia do Irã, já que o Irã decidiu usar o petróleo como moeda de troca e os EUA não tem como controlar economias fortes como a Rússia, China ou Índia, principalmente as economias que não dependem de exportações para os EUA, entretanto, tal medida acerta dois coelhos, já que a Rússia também exporta muito petróleo.

O boicote europeu impede exportação de alimentos pela Rússia, justamente quando a ONU anuncia a falta de alimentos para abastecer o mundo inteiro – alguém vai ficar sem comer nessa história.

Outro dado interessante a ser ressaltado é a força da  indústria bélica russa – as maiores empresas russas são do setor de armas, aviões e outras tecnologias de guerra. Recentemente, a Rússia fez um acordo a longo prazo de fornecimento de produtos derivados do petróleo e gás para a China, além de tecnologia bélica, naturalmente, só a economia chinesa já seria suficiente para manter a economia russa que serve para blindar a economia da China contra retaliações, sanções, embargos, incidentes diplomáticos.

Lembrando que a China mudou a estratégia econômica: enquanto os EUA começam a investir no México, para evitar uma invasão migratória, a China passou a investir  no consumo interno, para evitar a dependência exclusiva de exportação.

Em tempo: A última grande disputa por mercado consumidor entre a Alemanha e a Inglaterra acabou em guerra mundial, duas seguidas.

By Jânio

Atividade que mais da lucro

Rússia pretende ser o maior produtor de alimentos orgânicos

Países com mais recursos naturais

janeiro 13, 2016 Posted by | Internacional | , , , , | Deixe um comentário

   

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