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El Tribunal Constitucional de España tumba la ley que regula la transición a la república catalana

setembro 12, 2017 Posted by | Espanhol | , , , , | Deixe um comentário

La Republica de Texas

Publicado em 15 de dez de 2013

Reportage de la cadena rusa RT en su versión española donde se muestra el creciente descontento de sus habitantes con el gobierno del pais, al cual cnsideran un parasito que cada dia exige mas de sus ciudadanos y cada vez les ofrece menos a cambio.

 

maio 14, 2017 Posted by | Espanhol | , | Deixe um comentário

O Contrato Social

primeira republica

República Moderna

“O homem nasceu livre e em toda parte acha-se acorrentado…

Renunciar à sua liberdade é desistir da sua qualidade de homem, dos direitos de liberdade, mesmo de seus deveres…

Tal renúncia é incompatível com a natureza do homem.”

“A alienação total de cada associado com todos os seus direitos á comunidade. Aqueles que se entregam a todos, não se dão à ninguém. Como não existe associado sobre o qual adquiramos os mesmos direitos que lhe concedemos sobre nós, ganharemos o equivalente a tudo o que perdermos, e mais força ainda, para conservarmos o que temos.”

“O Estado, em relação aos seus membros, é senhor de seus bens, graças ao contrato social…

O Estado é juiz da liberdade de cada pessoa. Pode impor uma religião civil, necessária à sociedade, banir os que não creiam nela, condenar a morte os que, depois de aderirem à essa religião, “se portem como se nela não acreditassem”, pois esta atitude constitui uma porta aberta para a arbitrariedade.”

Rousseau.

vejam bem, a democracia não surgiu na época do Iluminismo, Independência dos Estados Unidos ou Maquiavel, Surgiu muito tempo antes.

O princípio básico da democracia, sempre será liberdade, direito, responsabilidade.

“O direito de uma pessoa termina onde começa o direito da outra”. Essa é uma regra implícita, é preciso saber o que a outra pessoa pensa , o que ela sente, enfim, é preciso se colocar no lugar dela.

Em época de Web 2.0, uma pessoa que não conheça estes fundamentos é uma pessoa excluída, socialmente, digitalmente, economicamente…

“Libertas Quae sera tamen.” Essa expressão faz referência ao princípio básico da democracia, não a partir do Iluminismo ou de Maquiavel, mas da República/Império Romano, por sua vez inspirada na democracia da Grécia antiga.

Essa expressão foi traduzida como “Liberdade ainda que tardia”, sua tradução , entretanto, lembra-me uma discussão cordial com uma professora, quando eu disse: “…mas se eu fosse uma criança de seis anos, faria uma tradução literal e inocente: “Libertas que serás também”, ou seja, não mudaria nada.

Considerando a tradução da criança de seis anos, chegamos a conclusão de que os inconfidentes eram, de fato, muito irônicos em sua essência filosófica.

Toda a expressão “Liberdade ainda que tardia”, concentra-se em uma única palavra da expressão latina, “Libertas”. Ao invés de traduzir toda a expressão, os inconfidentes ironizavam, não o Império, mas o próprio povo.

Poderíamos dizer que a tradução é ambígua, ao mesmo tempo em que provocava a monarquia, em latim, incitava o povo: “Já chegará tarde, essa tal liberdade.”

Rousseau faz uso de uma argumentação clássica: “É preciso ser homem” – Ao mesmo tempo, inteligentemente, foge de uma possível armadilha, uma ideia revanchista, ideia revolucionária: Renunciar à sua liberdade é desistir da sua qualidade de homem, dos direitos de liberdade, mesmo de seus deveres…

Rousseau também faz um alerta: “A alienação total de cada associado com todos os seus direitos á comunidade. Aqueles que se entregam a todos, não se dão à ninguém. Como não existe associado sobre o qual adquiramos os mesmos direitos que lhe concedemos sobre nós, ganharemos o equivalente a tudo o que perdermos, e mais força ainda, para conservarmos o que temos.”

Traduzindo: A submissão do cidadão ao sistema, não deve tirar a sua força para crescer, mas acrescentar benefícios ainda maiores. Deve fazer com que sua comunidade cresça diante de seus olhos, motivando-o a continuar lutando para “vencer na vida”, vendo senão a si, aos seus entes queridos entrarem na “Terra prometida”, a qual lhe é de direito, já que lhe fora prometido.

O princípio da ética também é observado claramente: “Aquele que se entrega a todos, não se dá à ninguém”. Nesse caso, o cidadão deve pensar unicamente na sociedade como um todo, deve obedecer, servir, a sociedade, não ao interesse e ideologia do ditador que toma o poder.

Na última linha do texto citado, Rousseau é taxativo. Segundo o seu pensamento, quem não seguir as leis, deve ser banido da sociedade onde imperam essas leis, e vai mais longe, quem aderir a essas leis depois romper com elas, deve ser condenado a morte, pois essas pessoas são o maior perigo para o fim dessa sociedade.

Portanto, vivemos numa anarquia total, desde o momento em que vendemos, ou compramos o voto, até o momento em que nos corrompemos diante das dificuldades, impostas inteligentemente pelo Estado Elitista, através de altas cargas de tributo.

Todos que não vivem na elite, classe média alta, e não aderem a “PPP”, estão definitivamente banidos da sociedade.

Somos escravos, vivemos fora do círculo, sem nenhum dever ou direito.

Sem condições de nos submetermos as regras duras, impostas pelo sistema, somos obrigados a nos prostituir diante da sociedade, Igreja e de nossos próprios ideais.

Na outra ponta, no lado de cima, as regras sociais continuam valendo: “O Estado é juiz da liberdade de cada pessoa. Pode impor uma religião civil, necessária à sociedade, banir os que não creiam nela, condenar a morte os que, depois de aderirem à essa religião, se portem como se nela não acreditassem, pois esta atitude constitui uma porta aberta para a arbitrariedade.”

Qualquer pessoa que ameace as estruturas elitizadas da comunidade do poder, será condenado a morte. Aqueles que não concordarem com ela, deverão permanecer fora, banidos, sem direitos nem obrigações em relação á ela.

Os Estados Unidos foram os primeiros a aderir à evolução de democracia, até agora.

Na França, a principal idealizadora da nova ordem democrática, houve um princípio de mudanças, inspirados na Independência dos Estados Unidos, que por sua vez haviam se inspirado no Iluminismo, sendo apoiados pela França, em sua luta pela independência.

…mas Robespierre tornou-se um sanguinário, condenando a guilhotina todos os que lhe faziam oposição, fazendo muitos inimigos, até o golpe da burguesia.

By Jânio

março 11, 2011 Posted by | Policia | , , , , , , , , , , , , , , , , | 7 Comentários

A lenda de Júlio César

Nasce a lenda

Morte de Julius Caesar

Enquanto César lutava na Gália, os romanos, tanto o Senado quanto Pompeu, esperavam que ele fosse derrotado, assim, a ameaça estaria terminada. O líder gaulês, por sua vez, sabia que deveria aguardar o reforço, com isso, Gália teria 200.000 homens, contra 100.000 de César.

Empolgados com algumas vitórias em embates contra os romanos, os valentes gauleses chamaram seu comandante e convenceram-no a atacar os soldados, antes que o reforço chegasse. O erro custou uma grande derrota de seu exército, poupou o exército de César e mudou o destino da humanidade.

Seu líder foi preso e levado para Roma, para ser exibido como troféu e ser esquartejado pelas mãos da sangrenta e aristocrática sociedade romana, o que chateou enormemente o comandante César. O líder Gaulês chegou a dizer: “Pensei que o poder lhe dava mais escolhas.”

Um grande historiador escreveu que os imperadores eram escravos. César era o maior escravo de Roma, pois tinha que ficar vinte e quatro horas a sua disposição, César era adorado pelo povo de Roma, mas o Senado nunca viu com bons olhos sua ambição.

Com a vitória de César contra os gauleses, Pompeu foi alertado que César dobrara seu prestígio e o número de soldados que eram leais a seu comandante. Pompeu foi aconselhado a reunir as tropas que controlavam todo o vasto império romano. Pompeu foi para a Grécia iniciar a reunião de suas legiões.

Com a morte de Júlia, o laço que unia Pompeu a César foi rompido, por isso César enviou Marco Antônio para discursar, em seu nome, junto ao povo.

Marco Antônio fez mais que isso, chamou o povo para apoiar César contra os interesses do Senado.

Pressionado pelo Senado que o fazia crer que César o queria morto, Pompeu procurava reunir seus exércitos, César, por sua vez, tinha como qualidade principal, justamente, prever os atos de grandes comandantes. Antes que Pompeu conseguisse reunir suas legiões, marchou para Roma, quebrando a tradição, onde soldados armados não poderiam entrar na cidade, o que dava a ideia de golpe.

César fez mais, levou seu braço direito, o fiel Marco Antônio, para proteger sua vida. Deixando Marco Antônio em Roma, partiu em busca de Pompeu.

O Senado, temendo a fúria de César, mais uma vez cedeu e entregou o poder à César.

Pompeu havia ido ao Egito, onde o Rei morrera, deixando dois filhos, um menino, Ptolomeu e Cleópatra.

Contrariando o Senado, Brutus convenceu César a fazer as pazes com Pompeu, seu ex-genro, Brutus também queria Roma unida.

Pompeu foi recebido com honras no Egito, sem notar que era uma emboscada. Pompeu foi morto por seus próprios soldados, no Egito, onde o menino Ptolomeu era mantido no poder, controlado pelo chefe do conselho dirigente.

Quando César entrou no Egito, também foi recebido com honras e um presente, a cabeça de Pompeu.

O sonho de união de Roma começava a desmoronar, foi aqui que a mulher mais conhecida da história do poder político entrou na vida do cada vez mais fragilizado César.

A sedução de Cleópatra o levava esquecer os problemas de Roma e das consequências que essa união representava.

César teve um filho, dessa relação com Cleópatra, mesmo assim o povo continuava com ele. O Senado não gostou de ver César com a herdeira do Egito, que não era sua mulher.

Cleópatra, com dezoito anos, seria a rainha do Egito e quarta mulher de César. César se tornou unanimidade no Senado, todos eram contra ele, culpavam-no pela morte de Pompeu e pelo suicídio de Cato, um dos principais líderes do Senado e da família de Brutus.

O assassinato de Pompeu no Egito; o Suicídio de Cato, tio de Brutus, na África; o casamento de César e Cleópatra; deixaram claro para o Senado que César estava fora de seu controle. Ajudaram as lideranças a criar um motivo para matá-lo.

César foi apunhalado várias vezes, por vários senadores, para que todos os principais líderes do senado ficassem comprometidos entre si. Cassius teria sido o primeiro a apunhalar César, já que era o mais importante líder, desde a o suicídio de Cato, da família de Brutus.

O idealista Brutus, que culpava César pela morte de Catos e Pompeu, hesitou em apunhalar César, ele sabia que a união e a paz de Roma dependia de César. O espanto de César foi grande, já que Brutus era o único dos políticos mais importantes que o apoiava no senado.

“Depois da morte de César, o Império Romano foi abalado por quinze anos de guerra civil, nenhum de seus assassinos sobreviveu mais de três anos após sua morte, nenhum deles morreu de morte natural.

Cassius, o primeiro a apunhalá-lo, se matou com a mesma adaga que ele usou para apunhalar César; Brutus seguiu o destino de seu tio Cato e suicidou-se.

Pórtia, mulher de Brutus, perdeu a sanidade, depois de sua morte. Ela se matou engolindo um carvão em brasa.

Marco Antônio se apaixonou por Cleópatra. Suicidaram-se, quando Augustus, sucessor de César, tentou capturá-los.

O filho de César e Cleópatra foi assassinado, por ordem de Augustus.

Calpúrnia, terceira mulher de César, uma típica representante da aristocracia romana, última mulher legítima de César, foi a última a ver César ainda vivo. Nunca mais se casou.

César, o maior nome da história do poder político, foi morto pelo mesmo poder que ajudou a construir, poder grande demais para um único homem se sustentar, grande demais até para um ditador como Caio Július Caesar.

Fontes:

Filme “Július Caesar”, de Uli Edel.

Filme “A lenda de um Guerreiro”, de Jacques Dorfmann.

Wikipedia.

Texto:

by Jânio

abril 22, 2010 Posted by | curiosidades | , , , , , , , , , | 6 Comentários

Maquiavel – O criador da política moderna.

pensador maldito

pensador maldito

Eu cresci ouvindo uma história, relacionada a uma visão preconceituosa a respeito de Nicolau Maquiavel, ou Niccoló di Bernardo dei Machiavelli, criador do moderno pensamento político.

Em minha infância, a palavra maquiavélico soava como diabólico, algo que é manipulado com segundas intensões, planejado com com interesse, nem sempre satisfatório para a sociedade.

Pesquisando na Wikipédia, encontrei um personagem histórico obstinado, polêmico e sonhador, em busca da unificação da Itália. A unificação da Itália, aliás, foi o único propósito observado, nitidamente, por mim, à primeira vista.

Esta não foi a primeira, nem será a última análise que deverei fazer a respeito desse obstinado pensador renascentista, cuja maior ambição era ver seu país unificado.

Sua história começou e terminou onde todos os renascentistas se concentraram, na velha Florença, de 1469 – 1527. Até seus últimos dias de vida, quando foi convidado a escrever a história de Florença, por quem dedicou toda a sua vida.

Maquiavel viveu toda a sua vida como um grande pensador; como todo grande pensador, estava muito além das aparências.

Sua habilidade de escrever sobre a política, não com aparências, mas a realidade nua e crua, irritou muita gente, como ficou comprovado em suas obras literárias, onde se destaca “O Principe”.

Maquiavel possuía uma forma muito peculiar de ver a política, e a vida, acima de tudo. Sua grande qualidade era, justamente, essa capacidade de ir muito além do que se estava acostumado a chegar, o pensamento da época.

Maquiavel procurava sempre ver o outro lado da moeda, analisar seus adversários, como bom diplomata que era, secretário da segunda Chancelaria, um grande idealista. Muitos críticos de sua obra questionam sua capacidade crítica, pelo fato dele acreditar na origem clássica de Roma, além do fato dele escrever baseado em experiências reais.

A grande verdade é que Nicolau Maquiavel nunca se acomodou em nenhum dos lados, criticava a própria República.

No período do Renascimento, a Península Itálica era muito conturbada, muito dividida. O Ducado de Milão, República de Veneza, República de Florença, Reino de Nápolis e os Estados Pontifícios, além dos estados formados por mercenários, conhecidos como condotiere.

Todos esses Estados da Península viviam em conflitos, permeados por interesses, sujeitos a invasões de interesses europeus, disputados entre a França e Espanha.

Esse era um cenário perfeito para nascer o mestre das articulações políticas, que assustou tanto seus aliados, quanto seus adversários, tamanha habilidade de resolver interesses conflituosos.

Depois da execução e excomunhão de Girolamo Savonarola, pregador muito influente que cometeu o erro de criticar os Padres e o Papa, além de todos que seguiam uma tendência de exaltação pagã, contrária a ala religiosa. Em seu lugar, como secretário de Chancelaria, foi chamado Maquiavel que ali permaneceu por catorze anos, sempre entre a cruz e a espada, mas fiel a seu ideal, muito além das tendências da época.

Sua principal ideia, e a que mais assustava tendência da sociedade reinante, era a de que o Estado deveria ser independente da religião, o que o levou a ser taxado de ateu.

Sob domínio da França, Florença era sempre pressionada por seu aliado a atender as exigências dos Rei da França, o que exigia a habilidade de Maquiavel, enormemente, frente aos outros estados, aliados da Espanha.

Para não deixar que a Itália caísse em mãos estrangeiras, o Papa se aliou a Espanha, por outro lado, os Florentinos, aliados da França, não queriam desagradar ao Papa.

Maquiavel foi enviado para a missão de explicar, ao Imperador Francês, sua situação, aí, foi o Papa, aliado da Espanha que ameaçou excomungar os florentinos. Maquiavel foi então enviado a negociar o afastamento de uma reunião em Pisa, território florentino, para evitar encrenca com o Papa.

Mesmo após tudo isso, o Papa, aliado da Espanha, se aliou a Aragão contra França, como Florença não quis apoiá-lo, já que era aliada da França, que a havia ajudado muito tempo, assim a cidade foi invadida e os Médici reassumiram o governo de Florença.

Maquiavel que outrora vivera sob o Governo dos Médici, foi acusado de anti-Médici, ficou preso 22 dias, foi torturado sob suspeita de ser adepto dos defensores da República.

Depois que saiu da prisão, viveu isolado, inativo. Foi quando escreveu suas principais obras, entre elas, O Príncipe, onde narra a uma história baseada em sua ideia de unificação da Itália, inspirada em fatos reais.

Suas obras chegaram a ser proibidas, acusado de ateu.

Sua ideia, mal interpretada, de que o ser humano tem uma natureza má, só fazendo a coisa certa quando forçado a isso, chocava as pessoas. Na realidade ele queria dizer que as pessoas não mudavam sua natureza, através dos tempos.

Outra ideia, mal interpretada, de que o estado deveria agir de acordo com a situação do momento e não de acordo com o que era certo, surgindo daí o expressão errada “os fins justificam os meios”. Como pensador político que era, Maquiavel queria dizer que o homem vive de acordo com seu conhecimento histórico, surgindo daí suas conclusões, com o tempo o que é certo passa a ter um outro ponto de vista, outra ética.

Não é o que é certo o que conta, é o que é melhor naquele momento, naquela época.

No Século XVI, pelo menos quatrocentas obras mal interpretadas são atribuídas a Maquiavel, relacionando sua obra a maldade e interpretação errônea.

Maquiavel é citado em obras de Willian Shakespeare, Jean-Jacques Rousseau, para o bem ou para o mal, ele é sempre citado.

Rosseau cita: “… é o que Maquiavel fez ver com evidência. Fingindo dar lições aos reis, deu-as, e grandes, aos povos.”

A visão de Maquiavel como Nacionalista surgiu no século XIX, quando a Itália e Alemanha fragmentadas em tendências nacionalistas internas, em plena guerra Napoleônica.

Sua crença de que a natureza do homem não muda, leva a conclusão de que se o homem não se ater a fatos históricos, estará fadado a cometer sempre os mesmos erros.

Além de romper com a ideia de estado e religião governando juntos, Maquiavel é visto como um pensador político que vivenciou tudo na prática, o que vai além de uma simples teoria, todos os fatos são baseados em experiências reais.

Repare a força dessa frase: “Mesmo as leis mais bem ordenadas são impotentes diante dos costumes”.

WIKIPEDIA – Como consequência acha inútil imaginar Estados utópicos, visto que nunca antes postos em prática e prefere pensar no real. Sem querer com isso dizer que os seres humanos ajam sempre de forma má, pois isso causaria o fim da sociedade, baseada em um acordo entre os cidadãos. Ele quer dizer que o governante não pode esperar o melhor dos homens ou que estes ajam segundo o que se espera deles.

By: Jânio.

Principal fonte: Wikipedia

agosto 22, 2009 Posted by | Política | , , , , , , , | 15 Comentários

   

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