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Islamofobia: racismo con velo

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março 18, 2017 Posted by | Espanhol | , | Deixe um comentário

Destino manifesto – o início

imperialismo e expansionismo

Destino Manifesto

No século 19, Manifest Destiny era a crença amplamente difundida nos Estados Unidos, pela qual os colonos norte-americanos estariam destinados a se expandir por todo o continente. Historiadores, em sua maior parte, concordam que há basicamente três características para o Manifest Destiny:

a) As virtudes especiais do povo americano e as suas instituições;

b) A missão da América de resgatar e refazer o oeste à imagem da América agrária;

c) Um desejo irresistível de realizar essa tarefa essencial.

O historiador Frederick Merk diz que este conceito nasceu de “um senso de responsabilidade em resgatar o Velho Mundo pelo bom exemplo, gerado pelas potencialidades de uma nova terra para a criação de um novo paraíso”.

Os historiadores têm enfatizado que “Destino Manifesto” era um conceito muito contestado pelos americanos proeminentes (como Abraham Lincoln, Ulysses S. Grant, e a maioria dos Whigs) que o rejeitaram. O Historiador Daniel Walker Howe escreveu, “American imperialism did not represent an American consensus; it provoked bitter dissent within the national polity….[Whigs] saw America’s moral mission as one of democratic example rather than one of conquest.” Nationwide, probably most Democrats supported Manifest Destiny and most Whigs strongly opposed it. O historiador Daniel Walker Howe escreve: “O imperialismo americano não representam um consenso americano; ao invés disso provoca uma amarga dissidência dentro da política nacional…. Whigs viu uma necessidade moral dos Estados Unidos como um dos exemplos democráticos, em vez de um exemplo de conquista”, provavelmente a maioria dos democratas tenham apoiado o Manifest Destiny e a maioria dos Whigs foram fortemente contra.

O Manifest Destiny, veio do tom retórico até a maior aquisição de território dos EUA. Foi usado pelos democratas na década de 1840 para justificar a guerra com o México e também foi usado para dividir metade do Oregon contra a Grã-Bretanha. Mas o Manifest Destiny sempre foi criticado por causa de suas limitações internas e a questão da escravidão, diz Merk. Isso nunca chegou a ser uma prioridade nacional. Em 1843 John Quincy Adams, originalmente um dos principais defensores, havia mudado de idéia e passou a repudiar o Manifest Destiny porque significava a expansão da escravidão no Texas.

Merk conclui:

Desde o início o Manifest Destiny revelava-se como um grande projeto, em seu sentido de se expandir pelo continente, mas com pouco apoio. Faltou consenso nacional, ou quantidade de pessoas proporcional a sua magnitude. A razão era que ele não refletia o espírito nacional. A tese de que ele encarna o nacionalismo, encontrada em grande parte da literatura histórica, é apoiado por poucas evidências concretas.

Fonte: Wikipedia

Gestado – Choque de raças

Os 25 pontos chaves do racismo

Suástica – o símbolo obscuro do nazismo

Eugenia – Da genética ao nazismo

fevereiro 24, 2014 Posted by | Política | , , , , , , , , | 1 Comentário

Mapa do racismo

populações mais racistas

Mapa do Racismo

Um estudo sociológico realizado durante décadas, revela que os países das Américas, Escandinávia e Austrália são os menos racistas do planeta, como demonstra um mapa publicado pelo The Washington Post.

Um grupo de economistas suecos queria analisar se a liberdade econômica influi na tolerância das nações mediante uma pesquisa “World Values Survey”. Os entrevistados de mais de 80 países tinham de dizer que tipo de vizinhos não gostariam de conviver.

Curiosamente, Hong Kong e Bangladesh mostraram, segundo a pesquisa, serem os mais racistas do planeta, segundo concluíram os investigadores, já que ali mais de 71% dos entrevistados se negaram a viver com pessoas de uma raça distinta da sua. Em seguida estão: Jordânia, com 51,4% de pessoas que deram essa mesma resposta, e a índia (43,5%).

Ao contrário dos países citados, o continente americano, Escandinávia e Austrália são as regiões mais tolerantes. Na maioria desses países, os entrevistados que não querem vizinhos de outras raças não passa de 5%.

Ainda que o estudo não tenha descoberto nenhuma relação entre o racismo e a liberdade econômica dos países, a pesquisa mostrou que os países com economias abertas são mais tolerantes com as minorias sexuais.

Entretanto, os autores da pesquisa afirmam que o estudo pode não refletir 100% da realidade, porque, ao responder as perguntas, as pessoas podem ser mais ou menos sinceras, por diferentes razões.

Fonte: RT-TV

Gestado – Choque de raças

Ensinando a deixar de ser racista

Natureza em branco

Não temos vagas para todos

maio 19, 2013 Posted by | curiosidades | , , , , , | Deixe um comentário

Mayara Petruso – A garota que queria afogar os nordestinos

 

xenofobia

Bullying

Mayara Petruso é mais um nome que deverá entrar para a história da sociologia, antropologia e outras ciências que estudam o comportamento humano. Seu nome deverá figurar entre os nomes mais estudados das enciclopédias impressas e virtuais, como é o caso da Wikipedia.

Mayara é apenas o lado mais obscuro e hipócrita da alta sociedade paulista, uma dessas alunas de faculdades, tipo Uniban.

Eu tive que aturar essa guerra durante toda a eleição.

Além de xingar eleitores do PT de analfabetos e ignorantes, ainda xingaram sua própria classe. Citaram as classes C e D, sem sequer imaginar que a classe “C” é da classe média, ou seja, atacaram a si próprios, sem querer ou de propósito, já que todos fazemos parte dessas classes.

Outra coisa que eles não sabem, é que boa parte dos funcionários públicos, apadrinhados ou não, são da elite. Resumindo: Funcionário público vota no governo, quando isso lhe interessa.

Assim como vários cidadãos da classe média alta, Mayara se tornou uma vergonha para sua própria classe, não pelo crime em si, a classe média alta já está acostumada com isso, mas por ser estágiária de direito.

Evidentemente, Mayara foi demitida, depois da notícia/denúncia da OAB de Pernambuco. Apesar de não ter dito nada demais, segundo o pensamento elitista, foi a forma como ela disse.

Para uma estudante de direito, ela mostrou como a educação está atrasada no Brasil, por isso tinha que ser demitida. Normalmente, um universitário da elite é muito mais moderado em seus sentimentos racistas.

Mayara deverá pegar de dois anos a seis meses de reclusão, por protagonizar essa manifestação racista. Se ela fosse um pouco mais inteligente, nem isso pegaria, normalmente a elite não se expõe desse jeito, com palavras.

Ao invés de só serviços prestados à comunidade, a justiça deveria acrescentar um laboratório de sociologia a estudante, para ver se descobrimos mais podres da elite, afinal, já deu para notar que a estudante não mede suas palavras.

Em agosto, Reinaldo de Almeida dos Santos Júnior, de Belém. foi condenado por fazer declarações racista, ele participava de uma comunidade racista contra os índios – “Índios, eu consigo viver sem” – “Sou capaz de viver sem os índios porque eles são incapazes, não tem responsabilidade civil, portanto não existem (…) Mas alguns andam de Mercedes-Benz, tem avião etc…. No ponto de vista indígena eu concordo com a política Norte Americana, deveríamos matar todos os índios e passar a estudar a sua história ‘pos morten’” .

É interessante, porque eu disse quase a mesma coisa na escola, só que ao contrário – “Não devíamos matar os índios, para depois estudarmos sua cultura. Deveríamos estudá-los enquanto estão vivos”.

Eu disse isso, depois que uma professora me perguntou o que significava uma expressão tupi-guarani.

Como essa comunidade de Reinaldo tinha 69 membros, todos eles foram alvo das investigações – Isso me faz pensar duas vezes, antes de participar de uma comunidade.

Esses casos de bullying me lembram um documentário em que um sociólogo dizia: “O racismo americano não é um racismo comum, é qualificado, é contra os negros. Assim como na inglaterra, onde surgiu a teoria da Eugenia, era a hegemonia branca que estava em “risco”, difícil é explicar isso para os “pobres” ignorantes ricos.

Os Ignorantes ricos não entendem o sentido do movimento elitista, não dominam as palavras e acabam caindo nas malhas da lei.

No Brasil, a democracia elitizada evita que o povo participe do poder. Enquanto na Itália, descobriu-se que a única forma de vencer a máfia é bloqueando seu dinheiro, aqui no Brasil, por incrível que pareça, foi a máfia que tirou o dinheiro do povo, através de impostos.

A elite promove crimes, estelionatos, lavagem, sonegação, com isso, fica nas mãos de políticos inescrupulosos que os usam a sua maneira.

Aos poucos, a elite foi se isolando, para se distinguir das classes menos favorecidas, criando  essa guerra.  Em guerras, todos nós sabemos, não há leis, nem ordem, o golpe baixo é a arma mais comum.

Para quem tiver curiosidade, entre no buscador Google, e faça uma busca por “twitter.com/MaiaraPetruso”, em seguida clique em cache.

Apesar de Mayara ter apagado todos os seus perfis, a Google a mantém em cache, mesmo depois da pagina ser apagada.

Ao contrário da Yahoo que matou a Geocities, a Google mantém todas as páginas em cache, assim fica difícil de compará-los.

By Jânio

novembro 6, 2010 Posted by | Reflexões | , , , , , , , , , , | 59 Comentários

Eugenia – Da genética ao Nazismo.

a bomba ideológica

a bomba ideológica

Em que você pensa quando alguém fala em genocídio? – certamente, deve pensar em campos de concentração, no holocausto, numa época em que o mundo conheceu o lado mais obscuro da mente humana.

Pensar que Adolf Hitler está morto, pode nos aliviar, isso faz com que possamos dormir mais tranquilos, mas os elementos formadores do Nazismo ainda estão presentes no mundo, não se pode apagar o que uma pessoa pensa ou sente.

Um dos elementos idealizadores do nazismo é uma ciência, seu nome é Eugenia.

O termo Eugenia foi criado por Francis Galton, em 1883, e significava bem nascido. A Eugenia consiste, basicamente, em procurar, através da ciência, maneiras de acelerar a evolução da espécie humana de maneira artificial.

O melhoramento genético, através da Eugenia, não é seu único fundamento, ela também proíbe a mistura de raças como forma de melhoramento genético, qualifica o pobre como responsável pela sua situação financeira, uma pessoa incapaz de progredir.

Dentro desses parâmetros, a Eugenia foi dividida em duas partes, a chamada Eugenia positiva e a Eugenia negativa. A Eugenia Positiva incentivava as famílias geneticamente perfeitas a ter mais filhos, enquanto a Eugenia negativa achava que pessoas deficientes, de baixo QI, pobres e outras menos favorecidas, não deveriam se reproduzir.

Notando que a quantidade de pobres aumentava mais do que os ricos, as classes mais elevadas achavam que isso poderia representar problema no futuro.

Na época em que a Eugenia foi concebida, teve a total aprovação das classes cientificas, da população intelectual em geral, talvez até por não saberem até onde isso ia dar.

A Eugenia, apesar de ter surgido na Inglaterra, seus primeiros registros na legislação, aconteceu nos Estados Unidos, primeiro em Indiana, depois aprovado por vinte e sete estados americanos.

A semente plantada nos Estados Unidos, que já apresentava algumas comunidades racistas, ganhou o reforço da Ciência e da lei, até a bem pouco tempo, em meados da década de 80, do século vinte, o estado do Alabama ainda proibia o casamento inter-racial.

A Eugenia foi patrocinada pelos maiores magnatas norte-americanos como Rockfeller, ou gênios da literatura como H G wells. Nos postos alfandegários era traçado o futuro de italianos, índios ou outras raças, podendo ser deportados ou esterilizados, impedindo que pudessem ter filhos.

Já na antiguidade havia sinais de Eugenia, práticas abortivas, seleção das espécies, até Platão chegou citar a seleção dentro da República.

Francis Galton utilizou a obra de seu primo  Charles Darwin para elaborar os primeiros conceitos de Eugenia, baseado na Origem das Espécies, onde era citado a seleção natural, Galton sugeriu a seleção artificial.

De 1.870 a 1.933, a Eugenia teve muita força, apesar de ser uma ciência experimental, sem comprovação científica, ganhou muita força, principalmente, nas comunidade racista, onde teve seu principais patrocinadores.

Na Alemanha, onde o problema era bem mais sério, devida a sua situação econômica, mesmo depois de passada a fase áurea da Eugenia, Hitler não abandonou a ideia de criar sua versão da Eugenia Nazista. Além da Eugenia e de outro componente que sempre a acompanhava, o racismo, Hitler somou a isso, o Facismo italiano, o ódio dos judeus, pelo povo alemão, e ainda conseguiu como aliado, o comunismo Russo, uma verdadeira  bomba ideológica.

Quando um amigo meu me disse que os povos norte-americanos, ingleses e alemães tinham a mesma origem, exitei em aceitar – “Afinal de contas, você está querendo me dizer que a segunda guerra foi uma briguinha de comadres?” – ao que ele me respondeu: “É triste meu amigo, mas é verdade”.

A admiração que o Presidente americano tinha pelo Jovem Hitler, antes de se tornar o ditador nazista, nos faz pensar que o holocausto por muito pouco não se tornou o Apocalipse.

Vejam bem que o ódio não se cria em alguém, você pode odiar ou não, o que Hitler fez foi incitar esse ódio, acompanhado de argumentos e todos os meios que ele tinha.

Tanto a Itália quanto a Alemanha, atravessavam períodos de incerteza, o povo precisava de alguém determinado, de um líder, nato, capaz de unir todo o povo com o objetivo de sair daquela situação, foi isso o que os ditadores Hitler e Mussolini fizeram.

A Sociedade  Eugênica Brasileira foi criada em 1,918, em 1.931 foi criado o Comitê Central de Eugenia, presidido por Renato Kehl e Belisário Penna, com o intuito de patrocinar a Eugenia e evitar a mistura de raças.

A Eugenia ajudou a criar muitos genocídios pelo mundo afora, o movimento eugênico era um pretexto para o imperialismo britânico, nessa época explodia o ódio racial em forma de ciência, onde só a supremacia da raça branca européia foi poupada.

Foram vários os genocídios, patrocinados pelo império britânico, A Guerra do Paraguai, Índia, África e o mais conhecido, o Holocausto, que decretou o fim da ditadura em relação as raças, pelo menos a nível mundial.

De todos os grandes genocídios, apenas o Holocausto, extermínio de judeus ficou famoso e falado, e foi justamente o extermínio de judeus que não tinha o patrocínio dos britânicos, posicionados contra os alemães, já que conheciam as idéias de Hitler. A concorrência de Hitler, no imperialismo mundial, não agradava nada aos britânicos.

O Presidente Getúlio Vargas também tinha muita simpatia pelas idéias de Hitler, mas nosso destino foi selado quando o Presidente norte-americano ofereceu dinheiro pelo apoio na guerra, foi um grande negócio para o Brasil

A Metalúrgica de Volta Redonda foi o preço da ideologia de Vargas, assim o Brasil se posicionou contra a Alemanha, o que nos poupou muito sofrimento.

Os movimentos eugênicos, comunistas e nazistas, no Brasil, não tiveram tanta força, nem adeptos, a ideologia implica em  muitos sacrifícios, o Brasil nunca teve um grande movimento idealista, nem para o bem, nem para o mal.

A Eugenia, além de evitar a mistura das raças, tratava de esterilização de doentes físicos e mentais, além dos homossexuais.

A Eugenia nazista tirou a força do movimento, mas ela ainda se faz presente em conceitos da genética, animais e plantas. Seus vestígios se fazem notar em guerras como a da Sérvia, Iraque, onde quer que haja instabilidade social ou guerra, sempre haverá um  falso idealista pronto para lembrar da Eugenia.

Até hoje, há seitas racistas nos Estados Unidos, Iraque e em outros países do mundo, na verdade, nenhum país está livre desse pesado fado, os racistas não aparecem com muita frequência,  preferem ficar ocultos, mas a ciência nunca abandonou os conceitos de Darwin, continua ativa até hoje.

Principal fonte: Wikipedia
By jânio.

agosto 15, 2009 Posted by | curiosidades | , , , , , , , , | 15 Comentários

   

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