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Entenda a proposta da reforma política

dinheiro do brasil

Brasil no Museu

Carolina Gonçalves – Repórter da Agência Brasil

Três sistemas estão na mesa de negociações da reforma política. Um deles é um misto dos dois modelos básicos, majoritário e proporcional. A principal diferença entre eles recai sobre o voto em candidato ou na distribuição da legenda. O sistema majoritário garante a eleição do nome mais votado, o proporcional, adotado atualmente no país, distribui votos recebidos.

Majoritário ou distrital

É divido em subtipos. Um deles, chamado de maioria simples, é usado para a escolha dos nomes que comporão o Legislativo. Nesse caso, o território é dividido pelo número de cadeiras a serem preenchidas, e cada partido indica um candidato por distrito. São eleitos os mais votados em cada distrito. Críticos desse modelo, aplicado nos Estados Unidos e no Reino Unido, afirmam que o sistema cria dificuldades para partidos menores já que a eleição é definida pela concentração espacial dos votos. Entre as vantagens apontadas, está a unipartidariedade – quem vence não precisa firmar alianças porque assume com maiorias próprias.

Outros tipos de sistema distrital ou majoritário aparecem como variações. No caso da votação em dois turnos, ocorre uma segunda eleição nos distritos se o primeiro e o segundo não tiverem conseguido pelo menos 50% mais um dos votos. O modelo é semelhante ao aplicado no Brasil nas eleições para presidente, governador e prefeito de cidades com mais de 200 mil habitantes. O subtipo do voto alternativo permite que o eleitor elenque, na cédula eleitoral, os candidatos de acordo com a ordem de sua preferência.

Proporcional

É o sistema usado no Brasil para escolha de vereadores e de deputados federais e estaduais. A regra procura garantir um equilíbrio entre o número de eleitores do partido e a representação parlamentar. Isso pode ocorrer por voto único transferível e representação proporcional de lista. Em cada estado (ou município, no caso dos vereadores), os eleitores votam independentemente do partido de cada candidato.

Vencem os candidatos que atingirem determinada quota de votos em cada circunscrição. Os votos recebidos além da quota são transferidos proporcionalmente ao segundo nome da coligação mais indicado pelos eleitores.

Caso os votos transferidos sejam insuficientes para emplacar o nome do segundo colocado, os menos votados transferem todos os seus votos, proporcionalmente, para os demais até que todas as cadeiras sejam preenchidas. Na prática, o sistema proporcional permite o uso de puxadores de legenda, candidatos com votação expressiva, para eleger outros nomes da coligação com menos votos.

Misto

Também pode ser dividido em dois subtipos. O subtipo da combinação divide parte das vagas do Legislativo por voto proporcional e outra por voto majoritário. Em alguns locais, o eleitor vota no candidato e dá outro voto para a legenda, que é registrado para a divisão das cadeiras a serem preenchidas pelo critério proporcional.

No sistema misto de correção, o voto é dado para diretamente para o candidato do distrito. As cadeiras proporcionais são distribuídas conforme o total de votos dados ao partido. Em alguns países, o eleitor vota no candidato do distrito e dá outro por lista partidária, que é calculada a partir do número de cadeiras por partidos no sistema proporcional. Outros países dividem as regras do sistema proporcional para ocupar as vagas no Legislativo, ou seja, os mais votados no distrito assumem as primeiras cadeiras.

Edição: Wellton Máximo

outubro 16, 2016 Posted by | Política | , | Deixe um comentário

A corrupção e a grande questão das eleições

calculo

Grande Questão

Eu estava procurando alguma boa notícia, relacionada às eleições 2.010, para publicar. Para os defensores da democracia, a boa notícia é que ela vai prevalecer.

Depois de manipular corações e mentes durante dezenas de anos, a mídia ficou desacreditada. O grande apocalipse e as ameaças anunciadas no passado não aconteceram, e as pessoas pararam de seguir seus patrões.

Muitas coisas estranhas ainda acontecem no Brasil, mas nada que possa abalar seus rumos, o sistema bipartidário está firme e forte.

Não haverá choque, nem surpresas, o que as pesquisas estão divulgando deverá se confirmar, ou seja, saberemos dos resultados das eleições bem antes dela se realizar.

O povo não tem mais medo dos candidatos, finalmente, tudo vai ficando mais claro: São dois lados da mesma moeda, de um mesmo sistema, controlado pelo nosso bom e velho sistema capitalista.

O que é bloqueado pelas mídias de massa, acaba vazando na internet. A esquerda tornou-se direita, a direita é a oposição, e o povo ficou perdido.

A direita tenta mostrar o lado podre do poder, mas se esquece que foi ela quem criou todos esses problemas de que tanto fala.

Nem mesmo Hugo Chaves ou Fidel Castro conseguem evitar que a internet espalhe as informações pela população, isso acontece porque um bom hacker, e o mundo esta cheio deles, consegue montar um sistema de internet com muita facilidade.

A internet via telefônica poderia ser controlada, mas aí veio a internet via rádio, satélite e elétrica, Não dá mais para tapar os olhos, nem os ouvidos do povo.

As grandes empresas, principalmente as de comunicações, continuam as mesmas: Tendenciosas, confundem informação com manipulação – não é a toa que fazem tanta questão de funcionários com formação em comunicação social.

Isso também pode explicar o porque do fim da exigência dos diplomas: A internet mostrou que as informações e os conhecimentos não tem dono, todos podem repassar através de seus sites.

Não fiquem com medo, a verdadeira disputa aconteceu no primeiro turno, o segundo turno será apenas para dividir o bolo, para escolher entre a panela e o fogo – Advinha quem vai ganhar?

Estamos acostumados com isso há muito tempo, sabemos que nada deverá mudar, já que esse sistema não permite.

De um lado, um candidato com histórico de corrupção; de outro, um candidato tapando o sol com a peneira, esquecendo-se que a Polícia Federal nunca pode trabalhar antes.

…mas nós ainda continuamos sonhando, olhando para nosso futuro, com o aumento de instituições, organizações preocupadas em mostrar o sentimento do povo, essa é a única maneira de mudarmos o mundo.

Mudanças a curto prazo  não teremos – Alguém ouviu algum candidato falando em planos para baixar o imposto?

O único sinal de que alguma coisa iria mudar, seria o anúncio de um plano para baixar os impostos. Baixar os impostos implicaria em um processo constituído por uma série de medidas: Baixar os impostos significa diminuir a corrupção; melhorar a infra-estrutura; aumentar o IDH; enfim, melhorar a vida dos brasileiros.

Nenhum dos candidatos teve sequer a dignidade de sinalizar para uma tendência nesse sentido. Ambos tem oito anos no governo, passado socialista, cometem os mesmos erros e não conseguem se livrar da corrupção que os cerca.

Não pedimos que os impostos caiam imediatamente, mas que, pelo menos, diminua aos poucos, para que um dia, quem sabe, possamos nos livrar dessa corja que sonha em ser político, polícial ou bandido.

Alguns anos atrás, havia um humorista que falava sobre as operações de combate ao contrabando.  Ele dizia: “Contrabando significa contra o bando, portanto, quem compra no Paraguai está agindo contra o bando.”

È isso, imposto alto sustenta um bando de safados, políticos sem-vergonha que nunca vão abrir mão do poder e de enganar seus eleitores.

By Jânio

outubro 27, 2010 Posted by | Política | , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 9 Comentários

   

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