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O povo que não conhece velhice e nem doença

Povo Jovem

Povo Jovem

O vale do rio Hunza, na fronteira com a Índia e Paquistão, é chamado de “oásis de juventude”, e não é para menos: os habitantes da região vivem até 110-120 anos, quase nunca ficam doente e tem uma aparência muito jovem.

No entanto, o mais surpreendente desta pequena nação situado entre as serras da região é a sua notável capacidade de manter sua juventude e saúde: os hunza tomam banho em água gelada, mesmo a 15 graus abaixo de zero, praticam esportes até mesmo aos 100 anos, mulheres de 40 anos parecem adolescentes e aos 65 anos dão à luz. No verão, comem frutas e vegetais crus; no inverno, damascos secos, brotos de feijão e queijo pecorino.

O povo de Hunza se destacam em muitos aspectos entre as nações vizinhas: fisicamente se parecem com os europeus, falam seu próprio idioma – burushaski – que é diferente de qualquer outro idioma no mundo, e professam um Islam específico, ismaelita, segundo relata o Marketium.

O médico escocês Robert McCarrison, que primeiro descreveu o ‘Happy Valley’, vale feliz, enfatizou que os Hunza quase não consomem nenhuma proteína. Em um dia, consomem em média 1.933 calorias, incluindo 50 gramas de proteína, 36 gramas de gordura e 365 gramas de carboidratos.

De acordo com as conclusões de McCarrison, a dieta é o principal fator da longevidade desta nação. Por exemplo, as nações vizinhas, que vivem nas mesmas condições climáticas, mas não comem corretamente, sofrem de uma variedade de doenças e tem uma expectativa de vida 2 vezes menor.

Outro especialista, R. Bircher, destacou as seguintes vantagens do modelo de alimentação dessa nação incrível: é vegetariana, tem uma grande quantidade de alimentos crus, frutas e verduras predominam na dieta, os produtos são totalmente naturais e têm períodos regulares de jejum.

Sobre o segredo de sua longevidade, o povo de Hunza recomenda manter uma dieta vegetariana, trabalhando e movendo-se constantemente. Entre outros benefícios deste modo de vida figuram a alegria – os hunza sempre estão de bom humor e com os nervos sob controle, não conhecem o stress.

Fonte: RT-TV

setembro 13, 2014 Posted by | Internacional | , , , , | 4 Comentários

Ajude o povo Maasai

povo maasai

Campanha pelo povo

Caros amigos,

Reis e príncipes do Oriente Médio estão prestes a forçar a remoção de mais de 48.000 pessoas de suas terras na Tanzânia, para dar lugar a um complexo de caça de animais financiado por empresas privadas. Entretanto, o presidente da Tanzânia, Jakaya Kikwete, já mostrou uma vez que pode impedir esses acordos se houver uma cobertura de mídia negativa. Clique para causar uma tempestade na mídia e pressionar o presidente Kikwete a vetar a desapropriação das terras e salvar o povo Maasai.

A qualquer momento, uma grande empresa de caça de animais pode fechar um contrato que forçaria mais de 48.000 membros da famosa tribo africana Maasai a deixarem suas terras para dar lugar a reis e príncipes ricos do Oriente Médio, que desejam caçar leões e leopardos. Especialistas dizem que a aprovação do contrato pelo presidente da Tanzânia, Jakaya Kikwete, pode acontecer a qualquer momento. Mas se agirmos agora, poderemos impedir que o Serengeti seja sacrificado.

Da última vez que essa empresa tirou o povo Maasai de suas terras para dar lugar aos caçadores ricos, muitas pessoas foram espancadas pela polícia, colocaram fogo em suas casas e o gado morreu de fome. Mas, logo em seguida, depois de um escândalo na mídia, o presidente mudou de opinião e devolveu a terra para os Maasai. Dessa vez, ainda não houve nenhum escândalo na mídia, mas se juntarmos nossas vozes agora, poderemos mudar isso e fazer com que Jakaya Kikwete impeça o acordo.

Se 150.000 de nós assinarem a petição, os meios de comunicação na Tanzânia e em todo o mundo serão alertados e o presidente Kikwete receberá a mensagem necessária para repensar esse acordo funesto. Assine a petição agora e envie para todos:

Participe da petição

Os Maasai são pastores semi-nômades que viveram na Tanzânia e no Quênia, durante séculos, desempenhando um papel fundamental na preservação do delicado ecossistema ali presente. Mas para as famílias reais dos Emirados Árabes Unidos, eles são um obstáculo para seus luxuosos retiros de caça de animais. Um acordo para expulsar os Maasai, abrindo o caminho para os ricos caçadores estrangeiros é ruim não só para a vida selvagem, como também para as comunidades que serão destruídas. Enquanto o presidente Kikwete diz a elites locais que vender suas terras nesse acordo é algo bom para o desenvolvimento, a maioria das pessoas só quer manter suas terras, as quais podem ser desapropriadas pelo presidente por meio de um decreto.

O presidente Kikwete sabe que esse acordo seria prejudicial para o turismo da Tanzânia – uma fonte importante de renda nacional – e, portanto, está tentando escondê-lo do público. Em 2009, uma tentativa de desapropriação de terra semelhante para os reis e príncipes, executada pela mesma empresa que está tentando angariar as terras agora, gerou uma cobertura mundial da mídia e a situação foi revertida. Sabemos que a pressão pode funcionar se conseguirmos criar o mesmo nível de atenção agora.

Uma petição assinada por milhares de pessoas pode forçar todos os principais escritórios de agências de notícias globais na África Oriental e na Tanzânia a trazer esse negócio polêmico à tona. Assine agora para exigir que Kikwete impeça esse negócio:

Ajude clikando aqui

Representantes da comunidade Maasai apelaram hoje com urgência para a Avaaz pedindo que soássemos o alarme global para salvar a terra deles. Diversas vezes, a impressionante resposta desta incrível comunidade transforma causas aparentemente perdidas em legados que duram uma vida. Vamos proteger o povo Maasai e deixar a fauna para os turistas que queiram levar do Serengeti apenas fotografias e não os cadáveres de animais.

Com esperança e determinação,

Sam, Meredith, Luis, Aldine, Diego, Ricken e toda a equipe da Avaaz

agosto 19, 2012 Posted by | Utilidade Pública | , , , , , , , | 2 Comentários

Brasileiro é o povo mais otimista do mundo

Povo alegre

Pesquisa por encomenda é sempre um problema, como essa feita agora, para descobrir quem é o povo mais otimista do mundo – Eu nem vou perguntar quais foram os critérios que eles usaram.

Segundo essa pesquisa, realizada por uma instituição brasileira – É, meu amigo, brasileiro já está fazendo isso também – o brasileiro é o povo mais otimista do mundo.

Quando uma pesquisa é encomendada, com critérios pré-estabelecidos, fica mais fácil obter o resultado esperado pela empresa que encomendou tal pesquisa, mas eu não vou contestar essa pesquisa, como diria Daniel Estulin: “Nunca duvide da veracidade das informações dos donos do mundo, duvide apenas de seus objetivos”.

Isso me faz lembrar de uma pesquisa que foi feita na época em que o gays foram atacados em São Paulo, o fato estava comprometendo a imagem da administração pública. Foi então elaborada uma pesquisa, onde o Brasil aparecia entre os países mais tolerantes do mundo, e a estratégia deu certo, nunca mais falaram sobre tais ataques.

Conclusão: Não basta dizer que somos idiotas, eles fazem questão de provar com pesquisas, números.

Eu não contestarei esses números, apenas cheguei a conclusão que o povo brasileiro é o povo mais masoquista do mundo.

Você também não precisa acreditar em mim, nem acreditar nessa pesquisa, mostrando que 9,9 dos brasileiros são otimistas. Será que a pesquisa foi feita no carnaval, enquanto os foliões estavam embriagados?

Não. Se estivessem embriagados, as pessoas seriam imparciais e isso dificultaria os objetivos da pesquisa.

O Brasil ficou a frente dos países ricos, e da Argentina. Outra pergunta: Porque essa conspiração Brasil-Argentina? Quem é que está interessado em saber se os argentinos são otimistas?

O Brasil Ficou em primeiro lugar…

… e eu mereço!

março 9, 2012 Posted by | Reflexões | , , , , , , , , | 5 Comentários

A teoria do poder

poder do povo

Minorias Organizadas

Durante a nossa longa historia, a humanidade passou por várias fases importantes, quando o assunto é conhecimento.

Não dá para analisar qualquer tema que seja, sem retornar a dezenas, centenas, milhares de anos atrás. Encontrar a origem de tudo, também é impossível, aliás, é impossível encontrar a origem de quase tudo.

A história escrita mostra apenas uma parte dos acontecimentos, nem sempre a arqueologia, antropologia e história se encaixam.

O império romano tem muita culpa nisso tudo, quando, com suas conquistas selvagens, tentava impor o seu padrão de sociedade.

Isso deveria servir de alerta para as sociedades modernas, afinal, a globalização de culturas implica em uma perda maior do que os seus benefícios.

Um dos maiores problemas sociais de nossa civilização, é encontrar um sistema ideal de sociedade, uma forma de controlar o poder, sem desagradar as pessoas.

O poder era visto, na antiguidade, como algo individual, algo que só o líder de uma tribo deveria possuir. Com o tempo essa mentalidade foi sendo modificada, ao mesmo tempo em que os reinos se expandiam.

De certa forma, hoje, alguns países são tão extensos que fica difícil encontrar um sistema ideal de governo.

Em grandes regiões metropolitanas, como São Paulo, Nova York ou Barcelona, apenas para citar alguns exemplos, nenhuma delas é capital de seu país, mas a sua importância é maior que a própria capital, daí os conflitos e idéias separatistas.

Parece difícil entender como cidades que não detém o poder, adquirem tamanho desenvolvimento. A resposta pode estar nas novas distribuições de poderes, em vários níveis, como municipal, estadual e federal.

Em todos os níveis de poderes, há responsabilidades, ou, pelo menos, deveria haver.

Não dá para culpar sempre só o governo federal. Apesar de as leis possuírem em uma hierarquia, a isonomia desses poderes permite que cada autoridade tenha sua parte no poder, nos tributos e na administração de parte da nação.

Durante a evolução da teoria dos poderes, os filosofos, sociólogos e vários outros pensadores, fizeram a sua contribuição para o desenvolvimento de nosso sistema.

Uma das conclusões a que se chegou, é que a expansão territorial, aumento de poder, deveria ser distribuído e redistribuído. Com o passar dos anos, depois de muitas tentativas fracassadas, descobriu-se o que já se sabia na Grécia antiga, o poder deveria representar o povo.

Hoje, os países com mais ONGs, com maior representatividade popular, tendem a crescer mais. Nessa representação, estão descartadas a religião ou formas de representação que possibilitem a manipulação de corações e mentes.

Quanto maior for a manipulação do povo, pior serão as consequências. Os movimentos populares na África e Oriente Médio, devem ser estudados de perto, não por interessados em se manter no poder, mas pelas pessoas que querem evitar que isso aconteça.

Essa semana, eu vi um sociólogo/historiador que eu considerava com muito respeito, debochar da internet: “A internet não derrubou nenhuma ditadura, ela só tem ajudado a Google a ganhar dinheiro, e a dar lucro para as telefônicas.” Não me perguntem o seu nome porque eu não sei, agora, nem quero mais saber.

A Google é um belo exemplo de distribuição de poder, do poder da palavra. Foi uma das primeira organização da internet, ao lado do Linux, a reconhecer a necessidade de compartilhamento de informações e produto, de maneira gratuíta. A Google provou que isso pode dar certo.

Inteligentemente, a Google deu poder aos blogs => blogueiros => povo, com isso cresceu muito, a ponto de impor algumas regras. Surgiram depois da Google, outros organizações muito populares, como a Facebook, Wikipedia, Twitter e o próprio Wikileaks, todas com grande capacidade de informar e influenciar.

Se a internet não tivesse nada a ver com a queda de ditadores, não teria sido desligada. De qual outra maneira seria possível organizar, planejar um movimento, de maneira tão perfeita.

O sociólogo/historiador citou a greve geral, como uma das formas mais tradicionais de movimento, em contradição com a internet. O problema aqui, meu caríssimo pensador, é que a democracia, também, é uma das formas mais tradicionais de sistemas sociais.

No caso da internet, meu nobre colega, ela é apenas o meio de comunicação mais importante, além de ser um tipo de comunicação bilateral, conceito que Vossa Senhoria nunca irá entender profundamente.

By Jânio

março 7, 2011 Posted by | Reflexões | , , , , , , , , , , , , | 5 Comentários

Egito dá um belo exemplo de democracia

data histórica

Vitória dos Egípcios

O Egito mostra para o mundo um grande exemplo de democracia, mas eu já vi esse filme antes, a diferença poderá estar no final que o povo egípcio dará a esse filme da vida real.

O povo egípcio arriscou a vida, durante dezoito dias esteve nessa guerra pela democracia. Sua vontade prevaleceu, o movimento foi um sucesso.

Como dissemos ontem, a inteligência dos EUA foi pega de surpresa, quando autoridades egípcias desligaram a internet e as redes, via celulares, já era tarde.

O governo egípcio entra num período de transição, através dos militares. Essa história é bem conhecida dos brasileiros, só esperamos que os egípcios não esperem cinquenta anos, para darem o próximo passo.

Durante cinquenta anos o povo brasileiro esteve acomodado, nesse tempo, a constituição foi adaptada de acordo com os interesses de cada governo.

Não adianta só mudar o governo, se o povo não continuar participando. A verdadeira lei não é aquela que está na constituição, a verdadeira lei está nas faixas de protestos e reivindicações das pessoas.

Tanto o governo brasileiro, quanto o governo americano, estiveram fazendo “simpatias” para que tudo acabasse bem. Essa foi a declaração do governo, dizendo que via com simpatia o movimento do povo egípcio.

Durante trinta anos, nenhum governo fez nada. O povo egípcio esteve sozinho, e foi assim que o povo promoveu mudanças.

Pelo que eu pude entender, os EUA “doavam” mais de um bilhão de dólares ao ano, em recursos militares, para o governo egípcio, em troca de seu apoio no Oriente Médio, felizmente, esses recursos não foram utilizados contra o povo.

Depois da queda do governo egípcio, todas as contas do ditador foram bloqueadas na Suíça, cinquenta bilhões de dólares – Isso me fez lembrar do Paulo Maluf e da filha do Sarney.

A filha de Sarney poderia ter tido sua candidatura impugnada pelo Ficha Limpa, mas isso se houvesse justiça naquele estado. Depois de eleita democraticamente, não havia como tirá-la de lá.

Não poder tirá-la de lá, apenas em teoria, afinal de contas, em Roraima parece que o STF está agindo. Parece que o STF está avalizando a confederação brasileira à risca, vendo pela ótica do poder, é claro, afinal de contas, em Roraima entra o governo do PT.

É bom deixar bem claro que eu não estou criticando a ação da justiça, critico, sim, a falta dela.

Quando o poder político é mais forte que a justiça, é sinal de ditadura, e a ditadura só vai acabar no Egito, quando o povo eleger o próximo governante.

É bom que o povo egípcio fique atento dessa vez, não é o apoio do governo americano que conta, mas a opinião do mundo inteiro.

Essa globalização da democracia, que teve início quando um homem colocou fogo no próprio corpo, em sinal de protesto contra a corrupção de um fiscal, na Tunísia, vem se espalhando pelo norte da África. Evidentemente que essas informações do mundo vieram pela internet, mas a velocidade em que o movimento foi organizado, isso espantou todo o mundo.

Essa velocidade de organização do movimento egípcio não lembra o Brasil, aqui, tudo é muito devagar, ninguém está muito disposto a arriscar a vida, ou botar fogo no próprio corpo.

No Brasil, eu me espanto é com a velocidade dos políticos, a maneira como eles organizam desvios de dinheiro, financiamentos fraudulentos, e ainda conquistam o apoio da aristocracia.

Definitivamente, o Egito não deve seguir os caminhos do Brasil, talvez deva dar o exemplo para nós, continuar a luta.

Aqui vale a minha velha teoria: “A democracia não emana diretamente do povo, a democracia emana do poder das minorias organizadas e legitimamente constituídas.”

Quanto mais Orgs, ONGs, maior a organização, menor a corrupção. O governo não tem nenhum interesse nisso.

…e tenho dito.

By Jânio

fevereiro 12, 2011 Posted by | Internacional | , , , , , , , , , , | 14 Comentários

Na época de Gengis Khan

imperador do mundo

a historia de Gengis Khan

Quem vê o povo pacífico da Mongólia nos dias de hoje, nem imagina que ali viveu o maior imperador que a Ásia já viu. Poderíamos até dizer que foi o maior imperador da história da humanidade, se levarmos em conta a extensão do seu império.

Texto da Wikipedia:

“Gengis Khan, Gengis Cã ou Gengis Cão, grafado também como Genghis Khan. Tchinghis Khaan, 1162–18 de agosto de 1227), Temudjin (nome de nascimento) nasceu na Mongólia na década de 1160, provavelmente em 1162. Supõe-se que seja descendente de um líder mongol conhecido como Kabul Khan, do clã Bojigin, que por breves anos obteve controle sobre uma Mongólia unificada. Entretanto, na época do nascimento de Temudjin, os mongóis estavam divididos em diversas tribos e clãs, cada uma governada por um cã, ou “Senhor”, que impunha-se mais pela força do que pela descendência nobre. Com Temudjin não seria diferente. Seu pai, Yesugei, foi envenenado por membros da tribo dos tártaros quando o jovem tinha 9 anos de idade. Sem que os filhos de Yesugei tivessem idade para assumir o controle da tribo, esta passou a ser comandada por um novo Khan que expulsou a família do clã para evitar futura contestação de sua liderança, forçando-os a sobreviver nas estepes, sem gado ou cavalos.

Aparentemente, a família de Temudjin teria recuperado sua fortuna através de doações de clãs solidários e através do contato com outros desgarrados.”

É atribuído a Gengis Khan a fama de sanguinário, mas ele soube controlar, como ninguém, um império que abrangia quase todo o mundo, com exceção da Europa. Como na Europa estavam os Reinos mais ricos e povoados, Gengis Khan acabou não tendo, na história, a fama que tinha César e o Império Romano.

Júlio César teve a vantagem de ter, ao seu lado, a estrutura social de Roma, podendo negociar com grandes reinos da época, convencendo-os de que a melhor maneira de sobreviverem seria não fazendo a guerra contra Roma.

Gengis Khan, por outro lado, era implacável na região da Ásia, chegando a conquistar até mesmo a China, curiosamente, com a mesma tática preferida de César, criando um cerco para evitar a entrada de mantimentos em sua capital, tática usada até os dias de hoje pelos EUA.

Várias melhorias, em estratégias de guerra, são atribuídas a ele:

O controle do cavalo apenas com os joelhos, um estilo onde o cavaleiro pode fazer com que o cavalo vire a esquerda, ou a direita, dependendo do toque dos joelhos, sem o uso das rédeas. Esse estilo propiciou aos seus guerreiros uma habilidade inigualável, podendo atacar seu adversários enquanto seus cavalos galopavam, tornando seu exército de 200.000 homens imbatível.

Outra melhoria atribuída a Gengis khan, é a hierarquia, onde um líder comanda dez homens, e assim comandado por um superior que tem em seu comando dez líderes, e assim sucessivamente até o General. Isso pode ser notado nos dias de hoje, quase na mesma proporção: Cabo, Sargento, Capitão, Tenente…

Os arcos usados pelos guerreiros de Gengis Khan eram bem mais eficientes que os arcos tradicionais, além de um número elevado de guerreiros que faziam parte tanto da infantaria, como eram arqueiros também.

Entre os fatos que chamam a atenção, na história de Gengis Khan, é o fato dele ter feito uma carnificina na Pérsia, atual Irã, quando, no envio de um de seus diplomatas, devolveram-lhe só sua cabeça.

A conquista da capital da China, cercada com um enorme muro, foi um outro feito extraordinário. Foi com a China que aprendeu a aproveitar suas conquistas, ao invés de destruir tudo.

Vendo pelo mapa suas conquistas, que iam do Irã a Sibéria, percorrendo toda a extensão do Planeta, ficamos imaginando como um homem pode controlar tantos povos diferentes, tantas culturas.

Mesmo depois de sua morte, seu império continuou em franca expansão, escrevendo seu nome na história de praticamente todas as nações da Ásia, por onde passou.

Outro fato que chamou-me a atenção, foi o curto tempo em que Gengis Khan conseguiu tamanho feito de conquistar todo o Oriente.

Com o tempo, o povo nômade da Mongólia, com seus guerreiros hábeis, misturando a cavalaria e o arco, foram superados pelas novas armas, não sem antes espalhar o nome e a lenda do maior imperador da Terra, em extensão, que o mundo já viu.

By Jânio

junho 10, 2010 Posted by | curiosidades | , , , , , , , , , , , | 1 Comentário

As influências e tradições egípcias

historia do egito

Civilização egipcia

Segundo a história conhecida dos egípcios, os faraós, vistos como semi-deuses, eram considerados descendentes de divindades.

As divindades teriam sido os primeiros a reinar sobre as terras do Egito. Assim o deus Rê foi o deus dos deuses, quando esse se retirou, em seu lugar assumiu Shu que mais tarde deixaria o trono para seu filho Geb.

Geb era o pai de Osiris que assumiu seu lugar, quando esse foi para o céu.

Quase toda a cultura do antigo Egito tem como base o reinado de Osiris, foi Osiris quem implantou a cultura egipcia, uma das mais conhecidas do mundo antigo.

Osiris aboliu a antropofagia e deu início a produção de pães, cerveja e vinho, além de fundar vários templos e culto aos deuses.

O povo egípcio, apesar de ser um povo extremamente fechado, quando o assunto são as classes sociais, proporcionou muitos intercâmbios culturais com os maiores nomes e culturas da história das civilizações.

A cultura mais presente no Egito, além da sua própria, era a hebraica, ou judaica, devido ao longo tempo em que conviveram pacificamente juntos. Segundo a Bíblia, só com o nascimento de Moisés, um nobre egípcio que mais tarde descobriria ser descendente dos hebreus, tirando todo o povo judeu do Egito, outrora bem tradado, transformado em um povo escravo.

Na passagem do povo judeu pelo Egito notamos vários fatos misteriosos, entre eles: O povo judeu sempre foi superior aos seus anfitriões, devido a sua estrutura social, comparada a de poucos povos do passado, como a cultura da Babilônia e a cultura grega.

A Grécia, aliás,  foi um povo com muita proximidade com o povo egípcio, devido a suas culturas, ambas consideradas avançadas até os dias de hoje. Esse intercâmbio cultural proporcionou aos dois povos um conhecimento tão vasto que, talvez por questões estratégicas, boa parte dessa tecnologia é desconhecida até hoje. Dos conhecimentos abertos ao público, a maior parte foi destruìda, devido a guerras e destruições da maior biblioteca da antiguidade, onde estavam a maior parte dos escritos gregos, egípcios e hebraicos.

Apesar desse intercâmbio, os dois povos, egípcio e grego, sempre mantiveram a sua independência. Sua harmonia era tanta que até alguns de seus deuses eram identificados em ambas tradições religiosas.

Essa tolerância ao politeísmo, facilitou uma aproximação dos grandes gênios gregos ao Egito, por outro lado, a matemática, geometria e astronomia, pode ter sido um dos motivos de os intelectuais gregos terem tanto interesse na cultura egípcia, os egípcios, é claro, aproveitavam a ciência desses sábios gregos para evoluírem ainda mais. A cultura egípcia só seria interrompida pelas invasões e guerras, para as quais não estavam preparados.

Segundo especialistas, as pirâmides são o simbolo da eternidade, apesar de alguns estudos recentes afirmarem que as pirâmides são anteriores aos faraós, o fato é que as pirâmides estão arraigadas a cultura egípcia e aos faraós.

Segundo esses estudos, a pirâmite representa, não só a hierarquia política e social desse povo, mas também a sua religião, assim a cultura egípcia tinha muito mais em comum com as tradições hebraicas e gregas do que nós poderíamos imaginar.

No topo dessas pirâmides, está o faraó, representando também a Hórus, o primeiro faraó, filho de Osíris a última divindade a reinar sobre a Terra. Assim, quando todo Hórus morria, ascendia para Osiris, o deus, sendo suscedido por seu filho que passaria a ser o novo Hórus.

Segundo sua tradição, o faraó não era quem governava por conquista mas por ascensão

Apesar de o faraó poder ser um mortal, sua coroação era seguida de um ritual misterioso, o qual identificava quem de fato seria o escolhido, aquele que tem a divindade. Essa cerimônia nos faz lembrar das cerimônias que escolhem o Papa.

Segundo a tradição egípcia,  a sucessão dos faraós era hereditária, já que o faraó era considerado um deus. Será que o sangue azul tam alguma coisa a ver com isso? – e ascender para o sol, para o deus Amom Ra, teria a ver com acender o fogo?

Nas pirâmides, o faraó representava o topo, não só o maior poder, mas também aquele que tem ligação direta com o divino, portanto todo egípcio sob o seu poder, estaria também sob o poder do sol, de Amom Rá.

Assim como na Igreja católica, onde os mistérios mais avançados são restritos a poucos sacerdotes, os faraós também eram iniciados nos mistérios de sua religião, além serem assessorados pelos magos.

A passagem em que um mago egípcio se envolve em um embate de magia com Moisés, onde o bastão de Moisés vira uma serpente e devora a serpente em que fora transformado o bastão do mago, tornou-se clássica.

A era dos faraós não foi perfeita, houve muitos fatos pouco explicados, como a morte do jovem Tutankhamon, supostamente assassinado. O fato é que foi uma civilização que durou milhares de anos, teria continuado, se não fossem as guerras.

Ao contrário de outras civilizações, na civilização egípcia não havia conflitos, todo o poder era muito bem definido, a hierarquia era perfeita, mesmo em casos de conspirações.

Algumas sociedades secretas, até hoje, se inspiram em rituais egípcios.

By Jânio

Segundo Heródoto:

“Declara-se, portanto, a verdade, e seja Hércules considerado, como o é, um deus muito antigo, porque se ouvimos os egípcios desde a época em que os oito deuses engendraram aos outros doze, entre os quais contam a Hércules, até o reinado de Amasisi, transcorreram não menos de 7000 anos.

A propósito do referido, diziam-me os egípcios e seus sacerdotes, e o comprovavam com seus monumentos, que, contando desde o primeiro rei até o sacerdote de Vulcano, haviam passado naquele período 341 gerações de homens, em cujo transcurso sucederam-se no Egito outros sumos sacerdotes e igual número de reis. Contando, então, 100 anos por cada três gerações, as 300 referidas dão uma soma de 10.000, e, com as 41 que restam, compõem 11.340 anos. No espaço destes, diziam que não houve nenhum deus na forma humana, acrescentando que nem antes nem depois, no que diz respeito aos reis que existiram no Egito, se viu coisa semelhante.

Verdade é – acrescentam – que antes destes homens, os deuses reinavam no Egito, morando e se conservando entre os mortais, tendo sempre um deles imperado de forma soberana. O último deus que reinou ali foi Hórus, filho de Osíris, chamado pelos gregos de Apolo, o qual terminou seu reino depois de ter acabado com o de Tífon (Seth). Em grego, Osíris é chamado de Dionísio, isto é, o Livre“ .

Escritos de Manethon:

“O primeiro homem-deus dos egípcios é Vulcano (o equivalente grego do egípcio Ptah), que também é famoso entre os egípcios por ter sido o descobridor do fogo. Sucedeu-o o Sol, depois Sosis; depois Saturno; logo Osíris; Tifon, irmão de Osíris; e finalmente Hórus, filho de Isis e Osíris. Estes foram os primeiros que regeram o Egito. Depois a realeza passou de um a outro em uma sucessão ininterrupta até Bidis (Bistes), ao longo de 13.900 anos.

Depois dos deuses, os heróis reinaram 1.255 anos, e logo após teve outra linha de reis que governaram 1.817 anos. Em seguida, vieram 30 reis de Menfis que reinaram 1790 anos, depois reinaram 10 reis de Tis durante 350 anos.

A este reinado, seguiu o dos Manes e dos heróis durante 5.813 anos.

O total chega a 11.000 anos, sendo estes períodos lunares, ou seja, meses, porque certamente o governo completo de que falam os egípcios – o governo dos deuses, reis e Manes – deve ter compreendido no total de 24.900 anos lunares, o que dá 2.206 anos solares”.

fevereiro 16, 2010 Posted by | Arquivo X | , , , , , , , , , | 17 Comentários

   

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