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Partidos mais populares do Brasil – IBOPE

março 13, 2018 Posted by | Política | , , | Deixe um comentário

Delatores dizem que JBS pagou a partidos para apoiarem Aécio em 2014

Alex Rodrigues, Yara Aquino e André Richter – Repórteres da Agência Brasil

O empresário Joesley Batista, dono da JBS, e o diretor de Relações Institucionais e Governo da empresa, Ricardo Saud, afirmaram em depoimentos à Procuradoria-Geral da República (PGR) que repassaram dinheiro à campanha do então candidato à Presidência da República, Aécio Neves, por meio de caixa 2. Em um dos 15 depoimentos que prestou para fechar acordo de delação premiada, Saud diz que, diante da possibilidade de Aécio vencer a disputa em 2014, a JBS “abriu um crédito de propina que chegou a quase R$ 100 milhões”. Segundo o executivo, parte dessa quantia foi usada para “comprar” o apoio de partidos à candidatura do tucano.

“Somando tudo, dá R$ 100 milhões para o Aécio, tudo em propina. Uma parte ele ia pagar a gente de volta, caso ganhasse. Pelo jeito, ficou para a próxima e estou pondo juros e correção. Se ele ganhar na próxima, ele paga”, ironiza Saud diante dos procuradores e advogados.

De acordo com o executivo, além de se comprometer a beneficiar a empresa caso chegasse a ocupar o Palácio do Planalto, Aécio teria sinalizado que atuaria junto ao governo de Minas Gerais para favorecer a JBS, que tentava obter a liberação de créditos financeiros, entre outras coisas. De acordo com o executivo, isso também não se concretizou.

Ao depoimento, o diretor anexou cópias de documentos que, segundo ele, comprovam o repasse às legendas. Saud cita nomes, datas e até números de contas bancárias. Entre eles, os de dirigentes partidários cooptados com o dinheiro da empresa.

“Começaram a vender que havia uma expectativa real de que o Aécio podia vencer a eleição, mas para vencer eles precisavam comprar os partidos. Porque os partidos grandes todos já estavam vendidos para o PT. Essas vendas eram feitas uma parte em dinheiro, outra com promessas de ministério ou cargos no governo”, alegou Saud.

Em nota, a defesa do senador afastado Aécio Neves afirmou que as declarações são mentirosas. “Todos os recursos da JBS recebidos pela campanha foram doações oficiais e não envolveram qualquer tipo de contrapartida ou de uso de dinheiro público”. Os advogados defendem ainda que nunca houve atuação do senador a favor da empresa e “desconhece todas as questões citadas pelo delator relativas a ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços]”.

“Em 2014, um total R$ 50,2 milhões foram doados pela empresa ao comitê financeiro nacional e à Direção Nacional do PSDB. Desse total, R$ 30,44 milhões foram repassados para a campanha presidencial e encontram-se devidamente registrados na prestação de contas do partido. Outros R$ 6,3 milhões foram doações feitas a diretórios regionais e candidatos estaduais e R$ 4 milhões doados no período pré-eleitoral, totalizando R$ 60,5 milhões em doações rigorosamente declaradas à Justiça Eleitoral”, acrescentam os advogados.

Doações

De acordo com Saud, do “crédito de propina aberto para Aécio”, a JBS repassou, por meio de “doações dissimuladas oficiais”, R$ 20 milhões para o PTB; R$ 15 milhões para o Solidariedade; R$ 1,3 milhão para o PMN e R$ 1 milhão para o PTdoB. Além disso, a empresa também teria pago pelo apoio do PEN (R$ 500 mil); PPN (R$ 400 mil); PPC (R$ 400 mil); PTC (R$ 250 mil); PTN (R$ 250 mil); PSL (R$ 150 mil); PSC (R$ 100 mil) e PSDC (R$ 50 mil). Os partidos têm negado as acusações de recebimento de doações não oficiais para campanha.

O executivo também disse que Aécio teria pedido R$ 1,5 milhão para o diretório estadual do PMDB no Rio Grande do Sul, onde, apesar da aliança nacional do partido com o PT, a legenda lançou candidato próprio (o atual governador Ivo Sartory). “O Aécio deu R$ 1,5 milhão desse dinheiro de propina para o Sartory, por meio de doação oficial dissimulada”, declara Saud no depoimento gravado.

O Democratas também teria sido contemplado com recursos destinados a Aécio Neves, mas o delator não deixa claro quanto foi liberado. Saud mesmo explica aos procuradores que DEM e Solidariedade já faziam oposição ao PT e à candidata à reeleição, Dilma Rousseff. Portanto, segundo ele, seria de esperar que ambos se unissem espontaneamente a Aécio. “De todo jeito, foi prometido para o partido [DEM] R$ 10 milhões, mais a coordenação-geral da campanha para o Agripino Maia”. Após relatar uma contrariedade entre Aécio e Maia, Saud não deixa claro quanto exatamente foi liberado ao DEM.

“O Aécio virou uma sarna em cima do Joesley [dono da JBS]. Ligava ele, a irmã dele [Andrea Neves], o primo…[ligavam] para o Joesley, para mim […] pedindo propina, dizendo que estavam devendo demais da campanha”, acrescentou Saud.

Já o dono da JBS, Joesley Batista, afirmou em seu depoimento que, mesmo após o fim da campanha de 2014, quando Aécio já tinha sido derrotado, o tucano continuou lhe pedindo dinheiro. Os supostos pedidos teriam cessado entre 2016 e fevereiro de 2017, quando Joesley afirma ter voltado a se encontrar com Andrea Neves, que teria lhe pedido R$ 2 milhões para que o tucano pagasse despesas com seu advogado, Alberto Toron, na defesa dos processos da Lava Jato.

Joesley contou aos procuradores que, após algum tempo, se reuniu com o próprio Aécio, em São Paulo, e acertou o pagamento da quantia em quatro prestações de R$ 500 mil. Joesley gravou esse encontro com Aécio. No áudio entregue ao MPF, o empresário combina a entrega da quantia.

A defesa de Aécio confirma que o senador afastado pediu R$ 2 milhões a Joesley, mas como um empréstimo. Em nota, os advogados acrescentam que “foi proposta, em primeiro lugar, a venda ao executivo de um apartamento de propriedade da família. O delator propôs, entretanto, já atendendo aos interesses de sua delação, emprestar recursos lícitos”.

“Não fosse a intenção do delator, única e exclusivamente, gravar as conversas em benefício próprio, teria essa transferência sido feita naturalmente e regularizada, através de contrato de mútuo, para que o acordo com os advogados pudesse ser concretizado posteriormente”. A defesa acrescenta que o pedido de empréstimo foi feito sem a oferta de qualquer contrapartida “e sem qualquer ato, por parte do senador, que possa ser considerado ilegal”.

Edição: Amanda Cieglinski
 
 

maio 20, 2017 Posted by | Política | , , | Deixe um comentário

JBS ajudou a financiar campanhas de 1.829 candidatos de 28 partidos

Alex Rodrigues, Yara Aquino e André Richter – Repórteres da Agência Brasil

Apostando em um futuro bom relacionamento com prováveis candidatos que fossem eleitos em 2014, a J&F (holding controladora do grupo JBS) destinou mais de R$ 500 milhões para ajudar a eleger governadores, deputados estaduais, federais e senadores de todo o país, segundo os delatores.  Em um dos depoimentos que prestou ao Ministério Público Federal (MPF), com quem firmou acordo de delação premiada já homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o diretor de Relações Institucionais e Governo da J&F, Ricardo Saud, entregou um levantamento detalhado em que aponta todos os candidatos financiados pela empresa.

De acordo com Saud, o total em dinheiro repassado por meio de “pagamentos dissimulados” alimentou as campanhas de 1.829 candidatos. Destes, 179 se elegeram deputados estaduais em 23 unidades da federação e 167, deputados federais por 19 partidos.

O delator não deixa claro quais pagamentos foram feitos via caixa 2 e quais foram doações oficiais. No depoimento, divulgado após a retirada do sigilo da delação, ele dá a entender que os valores citados se referem apenas às campanhas de 2014. Em outro depoimento, o dono da JBS, Joesley Batista, também afirmou que a maioria das doações feitas pela empresa tratava-se de propina disfarçada por contrapartidas recebidas.

“Doamos propina a 28 partidos”, contou Saud, admitindo que os mais de R$ 500 milhões destinados a agentes públicos para as eleições de 2014 formavam um “reservatório de boa vontade”. “Era para que eles não atrapalhassem a gente”, afirmou.

O delator cita ainda que foram distribuídas “propina para 16 governadores eleitos e para 28 candidatos ao Senado que disputavam a eleição, a reeleição ou a eleição para governador”, acrescentou. Segundo ele, os governadores eleitos pertenciam ao PMDB (4), PSDB (4), PT (3), PSB (3), PP (1) e PSD (1).

Ao entregar a documentação aos procuradores, Saud enfatizou a importância do “estudo” que fez por sua própria conta. “Acho que, no futuro, isso aqui vai servir. Aqui estão todas as pessoas que direta ou indiretamente receberam propina da gente.” Os documentos liberados pelo STF não trazem a lista de todos os nomes que fariam parte deste levantamento aponta por Saud.

Agência Brasil

 

 

maio 19, 2017 Posted by | Política | , , | Deixe um comentário

Partidos votando contra reformas de Temer

partidos contra as reformas

Golpe das Reformas

maio 17, 2017 Posted by | Política | , , | Deixe um comentário

A história da política depois da cassação de Eduardo Cunha.

PMDB controla o poder

Golpe do PMDB

A saída de Eduardo Cunha da política parece um repeteco do impeachment de Collor, exceto pelo fato de o próprio Collor estar do outro lado. A duração do governo do PMDB será a mesma, e o pós governo também será o mesmo, já que o rompimento com o PT, nem os partidos de esquerda e nem os de direita viam o PMDB com bons olhos, antes da crise política já estava assim.

A diferença entre o PMDB e o PT, como já dissemos antes, é que os políticos do PMDB mandam na lei e não o contrário, a lei não manda no PMDB. Sarney demonstrou sua força quando alguns partidos da antiga oposição pediram sua cabeça, nem CPI ele teve, só o processo arquivado. Atualmente, a família Sarney está distribuída estrategicamente estre os partidos golpistas, mas José Sarney comanda tudo, mesmo aposentado.

Sarney sempre soube como tirar proveito de fichas sujas que estavam com o pescoço na forca, quem não se lembra do escândalo de Renan Calheiros e seu empresário Charles Bronson. Calheiros tinha empresas em nome de laranjas e a quantidade de dinheiro envolvida no escândalo chocou muita gente, pelo menos antes do escândalo do Banco Panamericano que fez Daniel Dantas parecer lobista amador e Marcos Valério trombadinha.

Sarney sabia da força política de Calheiros e que ele havia ajudado a criar até o PSDB, antes de voltar para a toca no PMDB, por isso, Renan Calheiros se livrou de todos os escândalos que começou com um filho com uma jornalista da rede de televisão de Sílvio Santos – jornalistas adoram políticos famosos: FHC calou sua ex-amante da Globo, recentemente, com ajuda de muita grana, o que não é problema para ele, já que possui várias empresas off-shore em paraísos fiscais, como revelou a ex-amante, antes de retira a denúncia; Renan teve um filho com a jornalista do SBT e Eduardo Cunha desfila com a ex jornalista da Globo.

Como no impeachment de Collor, o PMDB não terá para onde correr, depois das eleições. Pelo PSDB e pela Globo, todos os políticos do PMDB estariam no fogo, fritando, mas quando o poderoso Renan Calheiros faz o ministro de porta de delegacia, Gilmar Mendes, se calar, e ele não foi o único ministro a se calar, todos os políticos passam a pensar antes de brigar contra o PMDB.

O problema do PMDB agora é o tempo, o estrago do golpe começa a refletir nas pesquisas para as eleições e além das eleições para prefeito, as próximas eleições podem ser fatais para o partido. Antes de aposentar, Sarney tirou toda a família do partido, Sarney tem faro de rato para fugir do barco, desde os tempos do governo militar.

Caso o sonho do PSDB se concretizasse, com a quebra do PMDB, seria o maior partido do Brasil, mas, pelo que parece, as citações de Aécio Neves e Serra nas delações premiadas, podem acabar com a festa, principalmente se Aécio e Serra começarem a brigar pelas eleições de 2.018.

Os pequenos grandes partidos que já vinham aparecendo, poderão ajudar a criar um novo mapa da política no Brasil. A expectativa pela delação de Eduardo Cunha é grande, mas ninguém vai ser louco de colocar ele na cadeia, principalmente porque ele disse que tinha duzentos deputados para sustentar, e o Eduardo Cunha certamente não estava falando de deputados que apenas aparecem para bater o ponto, Eduardo Cunha pode ser um dos maiores bandidos do mundo, mas não é idiota.

Vamos aguardar, mas eu acho que o Cunha tem pouca chance de seguir os passos de PC Farias.

By Jânio

setembro 18, 2016 Posted by | Política | , , , , | Deixe um comentário

Eleições 2.016 – Candidatos à prefeitura de São Paulo

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Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil

A convenção municipal do Partido da República (PR) oficializou na noite de hoje (22) que a legenda integrará a coligação PT, PDT e PROS nas eleições municipais para prefeito em São Paulo. O nome do candidato será indicado pelo PT e deverá ser o do atual prefeito Fernando Haddad. A convenção, realizada na Câmara dos Vereadores, decidiu por unanimidade a adesão à coligação.

Outros quatro partidos vão realizar neste domingo (24) convenções municipais para homologação de seus candidatos. O Diretório Municipal do PT deverá homologar a candidatura de Fernando Haddad; o Psol, a de Luiza Erundina; o PRB deverá formalizar o nome de Celso Russomanno; e o Diretório Municipal do PSDB o de João Doria Jr.

De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), os partidos têm até o dia 5 de agosto para indicar seus candidatos para as eleições municipais de 2016.

Edição: Armando Cardoso

julho 23, 2016 Posted by | Política | , , , | Deixe um comentário

Políticos mudam de partido esta semana

história política

Partidos Políticos

Carolina Gonçalves – Repórter da Agência Brasil

Os eleitores de todo o país poderão ver, nos próximos dias, parlamentares em um troca-troca de partidos. Com a promulgação da Proposta de Emenda à Constituição 182/2007 marcada para o próximo dia 18, será aberto espaço para que os candidatos às eleições deste ano, que exercem mandatos de deputados ou vereadores, mudem de legenda.

Especialista em direito eleitoral, o advogado Luciano Santos aposta que, associada às eleições municipais, a nova regra provocará mudanças significativas. “Existem muitos políticos que querem mudar de partido para ter melhor situação nas eleições. Mesmo no cenário nacional tem ocorrido mudanças em função da situação política do país. Teremos uma grande dança das cadeiras”, disse.

Santos é também diretor do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, formado por 46 entidades que acompanharam o debate em torno da reforma política. O grupo defendia um texto diferente do acabou sendo aprovado em dezembro do ano passado no Senado. 

“A janela vem contra os direitos da sociedade e enfraquece os partidos. Todas as emendas  apensadas trabalhavam no sentido contrário, de ter uma sanção para quem muda de partido. E acaba sendo aprovada uma janela deixando todo mundo à vontade para fazer troca de partidos, sem qualquer compromisso com o voto do eleitor. O eleitor acaba sendo mais uma vez desprestigiado do seu voto”, afirmou.

O argumento de parlamentares favoráveis à mudança era o de evitar que sejam criados partidos políticos apenas para abrigar parlamentares insatisfeitos com suas atuais legendas. Pelas regras atuais, os parlamentares só podem mudar de partido, sem correr risco de perder o mandato, se forem para uma legenda recém-criada, exceto no caso de eleições majoritárias, como senadores e prefeitos.

O advogado lembra que muitas vezes o eleitor vota em um candidato pensando no partido. “Agora o candidato pode mudar de partido sem consequências”, completou, lembrando que até a promulgação da Emenda à Constituição quem mudava de partido perdia o direito ao mandato.

A janela para mudança de partido sem que os parlamentares percam o mandato é um dos pontos da emenda constitucional que trata da reforma política. O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados, mas ainda precisa do aval de senadores sobre pontos que tratam, por exemplo, do fim de reeleição para presidente, governador e prefeito. As propostas ainda estão sendo analisadas pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Casa.

“Não avançou nada do que era esperado. Só se consegue obter consenso no que é conveniente para os parlamentares. Buscamos uma reforma mais consistente e profunda. Num ano eleitoral é mais difícil, e nossa expectativa não é muito grande”, disse Santos.

Edição: Beto Coura
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fevereiro 14, 2016 Posted by | Política | , , | Deixe um comentário

A crise da PPP

começo da crise

Briga de Gente Grande

A PPP é a base do marketing, onde são identificadas as áreas onde um empreendedor deve ficar atento, para que seu empreendimento obtenha o sucesso desejado.

Eu criei uma nova PPP, uma versão para os donos do poder, incluindo os políticos, a polícia e os pilantras. Há muito mais elementos que poderiam  ser identificados com o P, mas não seria certo, principalmente porque alguns são mais vítimas que algozes, como é o caso das prostitutas, por exemplo.

É evidente que a política reflete, em parte, o comportamento do povo. Mesmo sendo elitizada, a medida em que o povo assume uma postura mais séria, alguns políticos menos corruptos tendem a aparecer.

Há algum tempo atrás, a compra de votos e os mensalões, bem como megashows de celebridades, durante as grandes campanhas, era uma prática normal, não só tolerada pelo povo, como apoiado por ele.

O povo queria acompanhar a política, mas os velhos discursos eram muito enfadonhos, a saída eram os shows.

No escândalo da assembléia do Paraná, o máximo que eu ouvi foi: “O dinheiro desviado terá de ser devolvido”, eu fiquei pensando, mas, e a cadeia?

Nos últimos meses, acompanhamos vários pequenos escândalos, mostrando que a corrupção está bem mais próxima do povo do que parece.

O escândalo de Brasília deixou a impressão de que não havia a quem apelar, foi preciso a intervenção da terceira instância da “Justiça”. Mais tarde, outro escândalo  em Dourados, mostrou que a corrupção no baixo escalão pode ser muito maior que no topo da hierarquia.

Agora, às vésperas das eleições, estamos às voltas com mais um crime político, em Amapá.

A principal característica desses crimes, é que não há separação entre governo e oposição, não há possibilidade de corrupção sem a participação da oposição.

Uma estátua deveria ser erguida em homenagem à resistência a corrupção, por meia dúzia de heroicos manifestantes em Brasília. Em Dourados, parece que o povo está provando que prender corruptos não é inconstitucional, é questão de vergonha na cara.

Normalmente, para se prender um político criminoso, é preciso cassar seu mandato. Enquanto esse político não é expulso de seu próprio partido, sua cassação fica muito mais difícil.

A prisão de toda a polícia, em Campo Largo, é um sinal de que há uma luz no fim do túnel.

Em minha cidade, quando se faz uma denúncia, essa pessoa é vista como inimigo público número um, supostamente sujou o nome da cidade, mas, na realidade, as mudanças dependem de denúncias. Quando há conivência de autoridades, ou da população,  no crime, a corrupção e a organização criminosa se tornam muito mais fortes.

Cidades onde estão ocorrendo essas pequenas revoluções, no futuro, terão a sua chance de crescer. Tudo o que começou com denúncias, desde que as autoridades não atrapalhem a ação da justiça, iniciarão um processo de cidadania, onde o futuro das próximas gerações estará assegurado.

O grande “pecado” dos políticos, até aqui, para a nossa sorte, foi a vaidade. Foi pela vaidade que Roberto Jefferson entregou todo o esquema de mensalão, uma armadilha que jogou Roberto Jefferson contra José Dirceu.

Durval Barbosa entrou para a história, como o primeiro político digital, derrubando a alta cúpula de Brasília.

Ainda há muitos problemas na justiça brasileira, burocracias que dificultam separar um ladrão de galinhas de um grande mafioso. Quando isso acontece, não é o ladrão de galinhas que é solto, é o mafioso.

Fora isso, o povo está fazendo a sua parte, é em meio a essas pequenas revoluções que deverão surgir grandes políticos do futuro, educados, honestos e conscientes de suas responsabilidades sociais.

By Jânio

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setembro 15, 2010 Posted by | Política | , , , , , , , , , , , , | 43 Comentários

   

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