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Psicopata norueguês mostra o ódio dos extremistas de direita

ódio extrema-direita

Psicopata Norueguês

Eu fiquei me perguntando porque justamente a Noruega foi alvo de um ataque terrorista, a Noruega está no topo dos melhores países para se viver, é como um país do futuro.

Como um maluco chamado Andrew Breivik poderia estar solto nas ruas, num país que tem uma das melhores infraestruturas do mundo?

Será que ele realmente sabia algo do Brasil, ou será que essas informações chegaram até ele pela internet?

Depois da última eleição, foi possível analisar o ódio da direita extremista brasileira, que apesar de covarde, acabou obrando para Mayara.

Prender esse maluco, na Noruega, por trinta anos não resolverá o problema dele. A Noruega é um dos países menos preparados para enfrentar uma crise, eles nem sabem o que é isso, a simpatia dos extremistas de direita pelo racismo alemão pode sobrar para os loucos.

Conceitos precisam ser repensados, estudos reavaliados, não é só um problema de terceiro mundo, afinal. Numa coisa esse psicopata estava certo, precisamos corrigir o erro, ele só não consegue ver que o erro é ele mesmo.

Esse caso lembra o psicopata do realengo, em alguns pontos: Ambos foram criados sem os pais, assumem uma postura política radical. Enquanto o psicopata do realengo sustenta sua ideologia em suposto fundamentalismo oriental, o psicopata da Noruega sustenta sua ideologia em racismo puro.

Ficou claro que o assassino do realengo tinha habilidades com a escrita, mesmo podendo ter sido influenciado por idéias prontas, preconceituosas, vindos da internet. Isso aconteceu na Noruega também, apesar de ter habilidade com a escrita, suficiente para montar todo o manifesto, fica claro o desejo de fama.

Atacar crianças inofensivas, como fez Wellington Menezes, não é nem uma atitude terrorista, nem um ato de assassino comum, fica claro sua doença mental.

A força das palavras podem levar a isso, palavras como: “…e morrerão pessoas inocentes, homens, mulheres, veteranos e crianças…”, podem levar um psicopata a tentar justificar o seu desejo de vingança, por um ato ocorrido na infância, como aconteceu no realengo.

Mas, como eu disse antes, nada nesse mundo acontece por acaso. Se esse psicopata tinha acesso a todo esse material pela internet, isso mostra uma insatisfação da extrema direita, verdadeira autora das palavras que desencadearam a tragédia.

Wellington Menezes mostrou como as idéias supostamente fundamentalistas, tiveram facilidade em chegar até ele, justamente um suposto menino injustiçado que mostraria ao mundo a sua vingança cruel.

O mundo passa por mudanças, onde a esquerda tende a ganhar espaço. No Brasil, começou com o socialista FHC, à direita, e terminou com o partido dos trabalhadores, à esquerda.

…mas não parou por aí, seguiu para Dilma, ex-comunista e extremista de esquerda. Nos Estados Unidos, não há possibilidades de extremismos políticos, mas a eleição de um afro-descendente, com nome árabe, fez a direita engolir a suposta liberdade americana em seco.

Essas mudanças não tem agradado em nada a direita, que tenta sabotar de todas as formas o governo de esquerda, mesmo sem saber que a esquerda tem experiência de séculos de oposição.

Tudo está ultrapassado, o bipartidarismo esquerda/direita, conceitos morais, capitalismo e educação. O capitalismo consegue concentrar todas as riquezas, com uma articulação maldita de Bil Gates e o Clube de Bilderberg, sem conseguir, entretanto, convencer que ainda existe espaço para a democracia nesse sistema de elite.

As diferenças entre os dois psicopatas, citados aqui, também impressionam, principalmente a capacidade de destruição e objetivos da direita. Enquanto Wellington Menezes planeja seu ataque covarde às crianças indefesas, o psicopata norueguês cria uma chacina, lembrando que poderia ser pior, com tecnologia nuclear e fabricação de bombas caseiras – Definitivamente os psicopatas não são todos iguais.

Quando essas idéias extremistas caem nas mãos de um psicopata, normalmente os resultados são trágicos.

Através dessas palavras malditas, ficamos conhecendo idéias ocultas, fatos que nos são negados. Fica claro através desses malucos, que há uma guerra sendo travada nas sombras, onde os covardes planejam e alguns doentes mentais acabam executando, explodindo na hora e local certos/errados.

By Jânio

julho 27, 2011 Posted by | Internacional | , , , , , , , , | 16 Comentários

No amor e na guerra

papel e polvora

amor e guerra

A vida é cheia de ambiguidades e controvérsias, negar esse fato significa mergulhar numa viagem sem volta ao mundo dos sonhos e do imponderável.

Para o mundo ocidental, é muito difícil aceitar elementos tão antagônicos quanto o bem e o mal ou o amor e o ódio, a paz e a guerra. Apesar de estarmos convivendo com isso o tempo todo, em nosso dia-a-dia, não aceitamos, nem conseguimos relacionar dois elementos tão antagônicos.

Da forma como o mundo evolui, hoje, ou aceitamos essa condição, ou corremos o risco sermos vitimados de várias novas doenças psicológicas que deverão nos acometer.

A China é a maior nação do mundo, talvez a mais rica, culturalmente, também.

Quando vemos a potência econômica que é a China hoje, nem imaginamos a potência tecnológica que ela foi no passado.

Em que você pensaria, se alguém lhe perguntasse sobre as maiores invenções da China Antiga?

Sem sombra de dúvidas, as duas maiores invenções do passado pela China, são o papel e a pólvora.

Você poderia se perguntar – O que o papel e a pólvora tem a ver um com o outro? – Além de serem duas descobertas da China, na minha opinião as duas maiores invenções da China são o papel e a pólvora, justamente, porque me vem a cabeça.

O papel foi tão importante para o conhecimento, quanto o computador é, nos dias de hoje. O papel acelerou e otimizou o processo de divulgação e popularização das informações de uma forma incrível, mesmo que muitas pessoas tenham se recusado a aceitar tais conhecimentos.

Podemos dizer que as informações e conhecimentos, através do papel, fez com que todas as pessoas pudessem ter acesso a verdade, apesar da manipulação de alguns fatos. O papel pode transmitir o amor, mas também o ódio, não dá para evitar o lado mal da natureza do homem.

A sabedoria não está no fato de se evitar o mal, mas a forma com que se convive com ele, quais são nossos verdadeiros objetivos, ideais. Independente disso, o mal estará presente em nossas vidas, tanto quanto o bem.

Além do papel, que surgiu para resolver nossos problemas, a China inventou também a pólvora, com o mesmo objetivo.

Podemos pensar que sem a pólvora não haveria tanta violência, mas a realidade é que as guerras, antes da pólvora, eram muito mais sangrentas, o ser-humano quase tão selvagem quanto os animais.

A pólvora fez com que o processo da guerra se acelerasse, com isso, o período de paz era maior, propiciando aos homens saborear o doce sabor de se viver em paz. Com isso, as nações começaram a buscar alternativas para seus problemas, antes de se chegar as vias de fato.

Basta-nos imaginar que no maior império da história, no Império Romano, a única certeza era a de que iria ser traído, que alguém iria tomar o poder, não importa os cuidados que se tomasse.

Na idade média, a Igreja se utilizou das Cruzadas, para descarregar a ira que havia em uma parte dos homens, homens violentos que poderiam ser perigosos para a sociedade.

Há formas modernas de se controlar esse mal, dentro da mente do homem, mas só para as pessoas cultas ou que se interessam pela cultura. Pode-se ir da psiquiatria até ao vale-tudo, passando pelo futebol, boxe, artes marciais, etc.

É nas artes marciais onde percebe-se o registro do bem e do mal, claramente, num registro milenar. Curiosamente, o mal sobrepõe-se ao bem, deixando bem claro a necessidade de lutarmos para resolvermos nossos problemas e nossos conflitos, sob o risco de sucumbiremos à inúmeras doenças psicológicas.

Nos EUA, sempre divulgou-se o sonho americano, no suposto novo Império Romano. Poderia até ser considerado, mas se levarmos em conta a velocidade da evolução da tecnologia, nos dias de hoje.

Mas a poderosa potência norte-americana cedeu lugar a poderio gigantesco da China, carregada de ambiguidades, controvérsias e contrastes, culturais, sociais e econômicos. Uma cultura controlada com mãos de ferro, um sistema que não podemos criticar, mas ao qual corremos o risco de sucumbir.

A ditadura da China traz um passado sombrio, pouca história, e algumas certezas absolutas: A pena de morte deixa claro que quem não está no poder, não deve brincar com o sistema.

Assim como o papel surgiu para resolver nossos problemas, a pólvora também, mas de duas maneiras completamente diferentes, deixando claro que tanto uma, quanto a outra, podem propiciar o amor e o ódio, a paz ou a guerra.

By Jânio

maio 21, 2010 Posted by | Reflexões | , , , , , , , , , , , , , , | 4 Comentários

   

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