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Necessidade de uma religião

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A religião esteve entre as primeiras tentativas de estabilização de governo, já que apenas com a política seria impossível. A civilização egípcia dos tempos dos faraós é um bom exemplo.

A religião egípcia conseguia convencer as pessoas que o faraó era um intermediário direto dos deuses e que, depois de morto, tornaria-se um deus também. Apesar do status de semideus, o faraó não dispensava o seu mago de confiança e, aí, começava o lado misterioso da cultura egípcia. Foi no antigo Egito que surgiu uma das primeiras estruturas sociais elitizadas do mundo: política, educação, militar, religião, arte, tudo era elitizado. E foi assim que o Egito chegou a sua ruína. Segundo a lenda, Alexandre – O Grande teria usado animais que eram símbolos dos deuses egípcios, para evitar o ataque ao seu exército. Todo o conhecimento egípcio estava ligada a religião e ciências ocultas, como a astrologia, geometria, etc.

Os indígenas sempre tiveram os seus curandeiros, homens sábios e possuidores de magia, parceiros dos caciques, homens poderosos que formavam suas próprias tribos. Todas as culturas e tradições possuem seus deuses e religiões, o que os mantém em paz com os espíritos e forças da natureza que respeitam, temem e desconhecem até os dias de hoje.

O Império Romano já tinha poder, mas precisava de uma tradição religiosa, assim, usou a tradição grega como inspiração para criar a sua, cada deus grego ganhara uma versão romana: deus da guerra, deusa do amor, etc.

A religião romana foi muito importante para acalmar o povo, até que entrou em conflito com a cultura hebraica. Foi nessa época que surgiu o cristianismo, uma religião bem diferente do que seria pregado mais tarde.

As imagens de cristãos sendo atirados aos leões nas arenas, ou mortos por gladiadores, divertia os nobres mas chocava os pobres. Apenas três imperadores morreram de velhice, um deles aceitou o cristianismo e criou uma parceria que ajudaria o império a passar dos mil anos, além de espalhar o cristianismo por todo o mundo.

Atualmente, as verdades são obrigatórias para os pobres que são regidos pelas mentiras dos ricos. O socialismo é oferecido aos pobres, governados pelo capitalismo da aristocracia.

Assim como no Império romano, as religiões tem sido adaptadas para servirem como instrumento de controle e perpetuação da estabilidade e poder, ferindo as suas raízes. Entretanto, por ser de origem hebraica, o cristianismo, assim como as outras religiões vindas dessa tradição, segue o que foi escrito, deixando o livre arbítrio para quem quer ou não seguir.

É muito comum incitar o povo a ir contra ideias ou pessoas, usando escritas sagradas, mesmo que essas mesmas pessoas não sejam de fato seguidoras de tais preceitos.

By Jânio

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agosto 8, 2015 Posted by | Reflexões | , , , | 1 Comentário

Educação básica

Inteligência Básica

Inteligência Básica

Educar uma criança através de uma creche não é uma boa ideia, até mesmo o ensino básico, fundamental, apresenta problemas de gestão, até porque educação não se administra, educa-se.

Quando o pai e a mãe vão trabalhar, sem ter nenhuma meta financeira em mente, cometem um grande erro.

Se fosse feito uma pesquisa para saber qual o valor ideal para um orçamento básico, cada pessoa teria um valor em mente. Famílias que ganham dois mil, querem ganhar quatro; famílias que ganham quatro, querem ganhar oito, e assim por diante, até o controle de natalidade já é feito baseado na renda da família.

Notem que estamos falando da verdadeira educação básica, não daquela pedagógica, mas da verdadeira, daquilo que é necessário para a sobrevivência de uma pessoa.

A educação familiar sempre foi fundamental para a sociedade, não a pedagógica que desenvolve os conhecimentos técnicos, mas aquela que mantém a tradição.

Ensinamentos e culturas tradicionais são passados de geração para geração, a verdadeira evolução está na capacidade de se transmitir essas informações. Perto disso, a evolução das espécies, de Darwin, torna-se insignificante e pretensiosa.

Os maiores nomes da história tinham suas tradições e culturas que, apesar de serem muitas vezes ignoradas, foram os verdadeiros motivos de seu sucesso.

Júlio César – segundo o filme de mesmo nome, fazia questão de lembrar a todos que era descendente dos deuses, da casa de Júlio. De fato, conseguiu o seu intento de ser tratado como tal, mas pagou caro por isso.

Depois de sua morte, não foi o seu nome de família que ficou lembrado mas, sim, César, único no nome, mas aceito por todos os povos da época.

Alexandre Magno, o grande – considerado o maior conquistador da história, admirado até por Júlio César, serviu de inspiração e de escola para os novos conquistadores, mas a sua verdadeira educação pessoal era muito mais sofisticada que a educação para a guerra. Ele preferia construir as bibliotecas que César destruía.

Júlio César seguia a cartilha imperialista, disfarçada de república romana, onde toda cultura deveria ser destruída para que o povo deixasse de ser “bárbaro” e se tornasse romano.

Jesus Cristo – de acordo com a Bíblia, Jesus possuía duas tradições muito fortes. A tradição dos profetas, por parte de Maria e a tradição dos reis, por parte de José.

Isso faz sentido, afinal, numa cultura tão tradicional, seria normal que isso ocorresse, numa união de duas tradições de muito respeito.

Em culturas orientais, o dragão tem uma força tradicional muito grande, principalmente no Budismo. Na cultura ocidental, a aparência do feio e do monstro é diabólica, com raríssimas exceções.

A Bela e a Fera, e o Corcunda de Notre Dame são alguns exemplos de resistência ao mundo de aparências, um mundo que se tirássemos um raio-x, teríamos de ficar sozinhos para o resto da vida.

Nossa superstição é muito forte e pode comprometer a vida de muitas pessoas, mas sempre haverão pessoas dispostas a arriscar a vida para contrariar o sistema.

As crianças, naturalmente, são afetadas por essas idéias infantis dos adultos, onde o feio representa o mal. O próprio conceito de feio não passa de aparências.

O pior de tudo é que a intolerância passa através de muitas categorias e conceitos como: religião, sexualidade, direitos civis, conspiração separatista, interesses políticos e até mesmo simples maldade.

Em alguns casos, faz sentido dizer que “se a criança sobreviver a tudo isso até os dez anos de idade, será uma pessoa muito importante no futuro”.

By Jânio

Decadência da família brasileira

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Júlio César

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Teoria do cocô

Fantasias só para adultos

dezembro 20, 2012 Posted by | Reflexões | , , , , , | Deixe um comentário

Autodidata – Faça você mesmo

Descobertas e necessidade

Aprendizado Natural

É curioso como em pessoas, com um certo grau de formação, são verificados interesses pelo tema autodidática, também conhecido como autodidaticismo. Talvez por necessidade de continuar aprendendo, mas com liberdade de pensamento.

Esse tema, como tantos outros, apresenta muita contradição quanto a sua essência e filosofia.

Uma pessoa autoditada é aquela que aprende algo sozinha, sem formação específica na área, curiosamente, é muito mais comum do que parece.

Através da autodidática, podemos ver como as pessoas escolhem mal suas profissões, formando-se em uma área, mas atuando em outra.

Vejam bem: Em grandes centros urbanos, é possível fazer um curso técnico no colegial, isso poderia indicar a vocação de uma pessoa, mesmo antes do vestibular; em pequenas cidades isso já não é possível.

Apesar disso, mesmo em grandes centros urbanos, não é o que acontece. A busca por profissões de acordo com o mercado acaba prevalecendo.

Para se saber qual a nossa vocação, é preciso voltar no tempo: Ver quais foram os professores que mais nos elogiaram; quais foram nossas melhores notas na escola; quais foram os nossos melhores trabalhos; maior interesse, etc.

Apesar dessas regrinhas básicas, ainda tem o problema financeiro. Em algumas profissões, é quase impossível ter um rendimento satisfatório.

Por esse e por outros motivos, a lei da oferta e da procura, as pessoas não escolhem a profissão em que mais se adaptam e dominam, escolhem aquelas que tem mais retorno.

Qualquer profissão poderia ser a ideal, desde que sua educação  tornasse o processo de ensino prazerosa, compensando a baixa remuneração, o que raramente acontece.

Assim, temos fazendeiros formados em medicina, cientistas trabalhando no serviço público, políticos trabalhando no comércio, etc.

É fácil  observar notícias de pessoas que inventaram algo simples, fora de suas áreas, mas que será tão desenvolvido que dificilmente alguém notara seu princípio básico e o seu inventor.

A área de informática, por ser muito dinâmica, passou por essa fase. No início não haviam faculdades, tudo era criado por profissionais autodidatas, até hoje isso pode ser observado.

Hoje, encontramos mais informações em blogs ou pequenos portais que em sites das grandes corporações. Fica evidente que a profissionalização da informação manipulou sua essência, a de informar e mostrar a verdade.

A autodidática tem influenciado muito a própria didática, pela sua liberdade de criação, ausência de métodos e técnicas rígidos, levando a descobertas de novos rumos para o conhecimento. Se por um lado o autoconhecimento pode encontrar um limite para o seu autodesenvolvimento, por outro lado é extremamente criativo, útil e empreendedor.

O empreendedorismo possui uma relação muito direta com a autodidática, assim como possui uma certa relação com o pioneirismo também. Se o processo do pioneirismo aumenta os riscos no empreendedorismo, a autodidática diminui.

É sabido que quanto mais conhecimentos em áreas diversas o empreendedor possua, maior será a facilidade com que resolverá problemas essenciais para o seu crescimento.

Estudiosos afirmam que o autodidata deveria concluir sua formação, com a qual teria as portas abertas no mercado tradicional, onde é fundamental um título.

No mercado tradicional, os títulos são mais importantes que a ideologia, a filosofia e a capacidade de cumprir metas de um bom autodidata. Poderíamos dizer que as faculdades são centros preparatórios de empregados, profissionais que não pensam, apenas obedecem e executam suas funções com as tecnologias que lhe são passadas.

A autodidatica não deve ser confundida com ensino alternativo, também não pode ser visto como um aprendizado isolado. O autodidata se vale de livros e pessoas com sabedorias suficientes para passar algum conhecimento,  as bibliotecas são seu lugar favorito.

Um autodidata pode aprender sozinho, por tentativas e erros, mas a consulta e acompanhamento por conhecimentos externos são constantes. Autodidatas são responsáveis por esclarecer muitas teorias, ou partes delas, que não foram totalmente entendidas.

Aqui notamos, novamente, a presença do autodidata na informática. O hacker, que não deve ser confundido com lammers ou crackers, são pessoas que desafiam constantemente as estruturas de programação de sistemas, sendo responsáveis pelo sucesso da web 2.0 e a criação de vários softwares, além de sua presença frequente em fundações de tecnologia.

A autodidática promove o desenvolvimento natural do autodidata, propiciando o aprendizado natural em várias áreas diferentes.

Mesmo na informática, podemos notar que em alguns setores há profissionais que controlam suas funções, mas não dominam totalmente, muitas vezes sendo vítimas de suas próprias ferramentas. Isso acontece porque as escolas ensinaram a fazer, mas não explicaram totalmente a funcionalidade do processo aprendido.

A internet foi um passo importante na evolução dos autodidatas, informações que poderiam levar dias, semanas ou meses para serem acessadas, hoje podem ser acessados à distância de um clique. Todas as pessoas que usam a internet, devem dar o máximo de importância a otimização.

A lincagem através dos sites, acelera muito o acesso às informações. Não se deve ter medo de incluir links de sites e portais, nem subestimar a real importância deles.

A maioria dos internautas aprende rápido; aprende a aprender rápido; desenvolve uma aptidão autoditática muito grande. Eu considero a interação uma filosofia de vida, a melhor forma de encontrar respostas que poderiam levar anos para serem encontradas.

Cada processo na rede, interativo ou não, leva a busca de autoconhecimento, força a memória. Assim como é difícil para uma pessoa adaptar-se ao computador, é difícil adaptar-se a internet, mas no fim todos aprendem, sem exceção; a dificuldade de se adaptar não implica em dificuldade de aprender.

Assim como a autoditática não contradiz a ditática, a didática não contradiz a autodidática; um Doutor pode se tornar um autodidata, tanto quanto um autodidata pode se tornar um Doutor. Qualquer forma de pensamento contrária a esse preceito, tende a retardar a evolução do conhecimento.

Motivados por descobertas constantes, os autodidatas seguem uma linha de pensamento paralela ao pensamento acadêmico, mas por incrível que possa parecer, ele sempre será muito mais crítico, não aceitará respostas fáceis, terá em seu caminho das pedras,  palavras interrogativas: Como?; por que?; onde?; quando?; quem?…

Muitas perguntas são respondidas ainda na infância de um autodidata. Experiências da descoberta do fogo, densidade da água, presença do ar e a importância da Terra, são inevitavelmente descobertas na prática.

Quando a pessoa se torna autodidata na vida adulta, a sensação pode ser como se finalmente tivesse encontrado vida inteligente na Terra, onde a vida e o aprendizado estão lado a lado, sem nenhuma regra, movidos pela necessidade de fazer, ter, viver, sentir e ser feliz.  

Dizer que um gênio da música, como Bethoven, Bach, Mozart, Vivaldi, aprenderam a tocar com quatro anos, criaram sua primeira sinfonia aos sete anos, tornando-se conhecidos mundialmente aos dez, contraria qualquer método conhecido de didática, está mais próxima da autodidática, mas também não pode ser confundida com essa.

A genialidade e a inteligência são diferentes. Ainda não foram descobertos os princípios da genialidade, só o que se sabe é que não há explicação para tamanha facilidade de aprendizado, ou assimilação de conhecimentos.

Um gênio possui conhecimentos infinitos em uma determinada área, é como se o seu cérebro encontrasse respostas imediatas para todas as perguntas cabíveis, relevantes, com o acompanhamento de um tutor. A princípio, esse tutor também encontrará suas respostas, através de seu pupilo, mas, com o tempo, o gênio estará só em busca de seu próprio aprendizado.

Naturalmente, em algumas áreas, a sociedade não vê com bons olhos esses gênios. A partir do momento em que o raciocínio de um gênio evolui acima  do conhecimento de sua época, passa a ser uma ameça ao poder, passa a representar uma espécime de animal racional superior, quase um mutante.

Contrariamente ao gênio, a inteligência segue por dois caminhos diferentes, didática e autodidática, onde ambas deverão ter controle do que fazem, não necessariamente o domínio que está presente apenas na autodidática.

Grandes nomes, como Albert  Einstein, devem ser vistos como gênios, apesar de serem também autodidatas. Autodidata no aprendizado da matemática e da física, capaz de encontrar explicações convincentes para outras áreas, mesmo sem dominá-las completamente. A bomba atômica foi consequência dessa falta de domínio.

Nostradammus pode ser considerado um homem inteligente, tanto pelas várias áreas que ele conhecia, quanto pelo domínio dessas áreas até certo ponto, suficiente para não ser desacreditado e criar sua própria lenda. Também não há evidências sobre seu aprendizado autodidata.

Mecânicos desenhistas, carpinteiros, músicos, são apenas algumas áreas onde se pode verificar a autodidática. A maioria das faculdades surgiu da autodidática, da oferta e procura.

Bill Gates é considerado um autodidata, pelo menos no aprendizado, não na filosofia, contrastando diretamente com seus inimigos mortais, os hackers.

Autodidatas famosos:

Gottfried Wilhelm Leibniz – Matemático e Filósofo alemão – Criador da Arte combinatória, precursora da computação.

Jack London – Escritor americano autor de Chamado selvagem.

Bill Gates –  Americano fundador da Microsoft.

Alexander Grahan Bell –  Inventor escocês.

Stanley Kubrick – Cineasta americano.

Woody Allen – Cineasta americano.

Henry Ford  – Americano fundador da Ford,

Charles Dickens – Romancista Inglês.

Walt Disney – Cineasta americano.

Albert Einstein – Fisico alemão.

Jimi Hendrix – Músico americano.

José Saramago – Escritor português.

Machado de Assis – Escritor brasileiro.

Como podemos ver, pelo menos a metade dessa lista de celebridades, não seguia a filosofia autodidata, era sangue “ruim mesmo”.

Podemos notar os egocêntricos: Como Einstein, que queria saber o que Deus pensava; Walt Disney, que deu seu próprio nome a empresa; Grahan Bell, empresário e inventor envolvido em brigas por patentes, etc.

Fora esses, não dá para negar que há nomes consagrados, bons exemplos a serem seguidos.

Fonte: Wikipedia

By Jânio

outubro 12, 2010 Posted by | Ciências | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 17 Comentários

   

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