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A volta do MPL

poder democrático

Reação Brasileira

Bruno Bocchini -Repórter da Agência Brasil

O Movimento Passe Livre (MPL) iniciou, no final da tarde de hoje (19), a segunda manifestação do ano contra o aumento das tarifas do transporte coletivo na capital paulista. Os manifestantes partiram dá Estação dá Luz, na região central da cidade, em passeata até a prefeitura, no viaduto do Chá, onde a manifestação deve acabar.

Eles protestam contra o reajuste (que foi suspenso pela Justiça) da tarifa dos bilhetes temporais (mensal e semanal) e da integração da Companhia Paulista de Transportes Metropolitanos (CPTM) e do Metrô de São Paulo.

“Ao aumentar as tarifas em mais que o dobro da inflação, Dória e Alckimin penalizam a população mais pobre da cidade, que moram em lugares afastados por não ter condições de morar em regiões centrais. Esse aumento institui praticamente uma cobrança proporcional no sistema de transportes: paga mais quem percorre maiores distâncias. Tal lógica vai na contramão da condição de direito social do transporte público, reconhecido constitucionalmente”, destacou o movimento, em nota.

Apesar da decisão da prefeitura e do governo do estado de elevar o preço das passagens – com o aumento de R$ 5,92 para R$ 6,80 na integração e de R$ 140 para R$ 190 no bilhete mensal – as tarifas estão com o valor congelado por determinação de uma liminar da Justiça. Ontem, pela segunda vez, o Tribunal de Justiça (TJ) negou recurso do governo do estado, e manteve a decisão de primeira instância em vigor até o julgamento pelo colegiado do TJ.

Em nota, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos informou que as tarifas de integração do Metrô e da CPTM foram alteradas e voltaram a ter o preço praticado antes do reajuste. Segundo o órgão, “o atendimento da ordem liminar impacta financeiramente de forma drástica e prejudicial o sistema de transporte e os cofres do governo do estado”. De acordo com o governo paulista, se a decisão que proibiu o reajuste for mantida, o impacto financeiro em 2017 será de R$ 220 milhões.

Edição: Augusto Queiroz

janeiro 19, 2017 Posted by | Política | , | Deixe um comentário

MPL contra sindicalistas

MPL x Sindicatos

Líder do MPL

“O povo não precisa de nenhuma cartilha, de ninguém falando alto no microfone para dizer o que ele tem que fazer ou não”, disse Mayara Vivian, do Movimento Passe Livre, em referência aos carros de som e às bandeiras usadas pelas centrais sindicais.

“Eu queria perguntar para os companheiros quando eles colocaram 30 mil pessoas nas ruas dessa forma dinâmica, autônoma, com todas as pessoas apoiando”, afirmou Mayara Vivian, ainda se referindo aos sindicalistas.

O Movimento Passe Livre condena modelos “verticais” de organização e luta apenas pela gratuidade da passagem de ônibus e metrô – ou seja, protestos com hierarquias.

O que mais me deixa constrangido na política, é quando a esquerda autêntica, tipo a Rússia, faz uma declaração polêmica e, depois de algum tempo, eu descubro que é verdade. Eu me sinto como se eu estivesse sendo usado por algum pastor canastrão, especializado em frases de efeitos, típicas de lavagem cerebral, como: “Ou você escolhe Deus, ou escolhe S******, não tem meio termo.

A teoria de conspiração da Primavera latino-americana parecia mais um desses muito virais que aparecem o tempo todo na internet, mas essa briga do MPL com os sindicatos chamou-me a atenção.

Eu acho natural que o MPL tenha características de direita, já que o governo federal é de esquerda mas, durante os protestos, eu notei muitos fatos estranhos.

01 – O MPL disse que era apartidário, continua dizendo, mas os manifestantes expulsaram as bandeiras de partido de seu meio, apesar dos partidos  terem ajudado na promoção.

02 – O MPL disse que o foca seria as passagens, mas os manifestantes deixaram claro, não é só pela passagem, nem deve. Onde já se viu mobilizar dez milhões de pessoas para conseguir um desconto de dez centavos nas passagens.

03 – O MPL cedeu, agora dizem que precisam aceitar os partidos, já que receberam ajuda deles – nem precisavam dizer.

04 – O MPL conseguiu levar muito mais pessoas as ruas que os sindicados, mas os sindicados criticaram o uso da internet e sentiram na pele a força da rede.

05 – O MPL chamou os sindicalistas de burocratas e disseram que dessa maneira eles não irão conseguiu obter o mesmo sucesso nas ruas.

06 – Os sindicalistas fizeram tudo certo, mas da maneira errada. A vantagem dos sindicalistas é que eles não recuam.

07 – Pessoalmente, eu acredito que os sindicalistas carregam os pecados de terem sido aliados do PT, antes que o PT assumisse o governo, assim como FHC carrega sozinho suas decisões de aderir a globalização e a privatização.

Conclusão: Nenhum dos dois lados parece ideal e o povo é que terá de dar a decisão final, como ocorreu nas manifestações promovidas pelo MPL. Além disso, se os profissionais da área de saúde conseguem reunir tantas pessoas quanto os sindicatos, fica claro que os sindicatos estão precisando reavaliar suas atitudes.

Fonte dos depoimentos: Estadão

Texto: By Jânio

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julho 13, 2013 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário

   

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