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O que é movimento social

novembro 6, 2016 Posted by | Política | , , , | Deixe um comentário

MPL – Movimento Passe Livre

Do MPL ao MBL

Movimento Passe Livre

O Movimento Passe Livre (MPL) é ummovimento socialbrasileiro que defende a adoção da tarifa zeropara transporte coletivo. O movimento foi fundado em uma plenária noFórum Social Mundial em2005, em Porto Alegre, e ganhou destaque ao participar da organização, em 2013, dos primeiros protestos em São Paulo por causa do aumento da tarifa de ônibus, que culminaram em protestos por todo país após o aumento da repressão policial contra manifestantes e jornalistas[1] .

Histórico

O MPL foi constituído numa plenária realizada em janeiro de 2005 no Fórum Social Mundial em Porto Alegre, a partir de grupos e coletivos que pautavam a luta pelo passe livre estudantil em várias cidades brasileiras.[2] A iniciativa da formação de um movimento articulado nacionalmente partiu da Campanha pelo Passe Livre de Florianópolis, existente desde 2000, e que já havia organizado um encontro nacional na cidade em 2004.[3]

Um acontecimento que contribuiu significativamente para o desenvolvimento das lutas e da subjetividade que levaram à constituição do MPL foi a chamada Revolta do Buzú. Ela consistiu numa mobilização popular, protagonizada por estudantes, sem a liderança de partidos ou entidades estudantis tradicionais, que por cerca de 3 semanas em agosto de 2003, tomou as ruas de Salvador, paralisando a cidade contra o aumento das passagens de ônibus. Apesar da intensidade das manifestações o aumento não foi revogado.

Em 2004, inspirada pela Revolta do Buzú, a Campanha pelo Passe Livre de Florianópolis chamou mobilizações contra o aumento da tarifa de ônibus, desencadeando o que ficou conhecido como Revolta da Catraca.[4] Ao fim de dez dias de intensos protestos na cidade, o aumento foi revogado. Em 2005 houve novo aumento de tarifa em Florianópolis, e após três semanas de manifestações o aumento foi mais uma vez revogado.[5] Em 2005, manifestações em Vitória também levaram ao revogamento do aumento das tarifas de ônibus.

Em julho de 2005 ocorre o II Encontro Nacional do Movimento Passe Livre, em Campinas, São Paulo. Em 2006 o III Encontro Nacional do MPL é realizado em Guararema, São Paulo. Nesses Encontros são afirmados os princípios constitutivos do MPL: horizontalidade, autonomia, independência e apartidarismo (mas não antipartidarismo),sendo que os princípios só podem ser alterados por consenso.[6]

Em 2005 o MPL começa a ter contato com Lucio Gregori, secretário de transporte da gestão municipal de São Paulo entre 1990-1992, e a ideia de uma tarifa zero promovida naquela gestão. Tal contato ajudou o MPL a evoluir ao longo dos anos, da bandeira pela passe livre estudantil, para uma bandeira mais ampla, da Tarifa Zero, ao mesmo tempo que a discussão sobre transporte público o fazia pautar a discussão sobre mobilidade urbana, sobre o direito à cidade e sobre o acesso ao transporte como direito social.[7]

Em 2011 os estudantes do Distrito Federal, onde o MPL sempre esteve bem atuante, conquistam o passe livre no transporte.[8]

De 2003 a 2013 houve manifestações de grande expressão em dezenas de cidades brasileiras contra aumentos de tarifas do transporte coletivo, algumas das quais conquistando a revogação dos aumentos.

Em 2013 MPL ganha destaque na grande imprensa e a Tarifa Zero passa a ser tema de ampla discussão política após as grandes manifestações ocorridas em junho no país, as quais tiveram em grande parte como origem a mobilização do MPL de São Paulo para barrar o aumento das passagens de transporte coletivo na cidade. Ao fim de junho de 2013 mais de 100 cidades do país haviam reduzido a tarifa do transporte, em consequência das manifestações.[9]

Princípios e Organização

O movimento organiza-se através de princípios básicos, aprovados em uma plenária pelo passe livre no V Fórum Social Mundial, dentro do Espaço Caracol Intergalactika. A partir de então, se constitui oficialmente o Movimento Passe Livre. Seus princípios na época eram independência, apartidarismo, horizontalidade e decisões por consenso. Durante o 3º Encontro Nacional do Movimento Passe Livre (ENMPL), em julho de 2006, adicionou-se o federalismo como princípio. Tais princípios só podem ser modificados pelo método doconsenso.

O Movimento Passe Livre é um movimento horizontal, autônomo, independente e apartidário, mas não antipartidário. A independência do MPL se faz não somente em relação a partidos, mas também a ONGs, instituições religiosas, financeiras etc.

Os princípios constitutivos do MPL são definidos somente pelo método do consenso. Nas deliberações não referentes a princípios, busca-se propostas consensuais, na impossibilidade, deve-se ter previsto o recurso à votação[10] .

O MPL se constitui através de um pacto federativo, isto é, uma aliança em que as partes obrigam-se recíproca e igualmente e na qual os movimentos nas cidades mantêm a sua autonomia diante do movimento em nível federal, ou seja, um pacto no qual é respeitada a autonomia local de organização.

As unidades locais devem seguir os princípios federais do movimento. Ressalta-se que o princípio da Frente Única deve ser respeitado, estando acima de questões ideológicas[11] .

A articulação nacional do movimento é feita através de GTNs (Grupos de Trabalho Nacional), onde o movimento organiza ações conjuntas, impressos nacionais (como o jornal nacional do movimento) e o Encontro Nacional do Movimento Passe Livre (ENMPL). No último ENMPL, foi decidido como indicativo a criação de GTs de comunicação, organização e apoio jurídico.

Propostas

A principal bandeira do movimento é a migração do sistema de transporte privado para um sistema público, fato que garantiria o acesso universal através do passe livre. Para o movimento, isto traria um sistema de transporte sem exclusão social. As ações do MPL passam por trabalhos de divulgação, estudos e análises dos sistemas de transporte locais, levando essas informações para diversos grupos dentro das cidades. Outra característica são as manifestações e o uso de ação direta, intervenções lúdicas e leis de iniciativa popular. O MPL utiliza esses meios a fim de pressionar o poder público, acreditando ser a melhor maneira de fazer política.

Dia nacional do passe livre

Vinte e seis de outubro (26/10) é considerado O Dia Nacional de Luta pelo Passe Livre. Sua primeira “edição” ocorreu em 2005, onde uma catraca em chamas simbolizava a união das manifestações, ocorridas em 14 cidades. A data foi escolhida pois foi o dia, no de 2004, em que o projeto de lei em favor do passe livre estudantil (com cerca de 20 mil assinaturas) foi votado na Câmara de Vereadores de Florianópolis. O projeto foi aprovado em 4 de novembro.

Ver também:

Referências

Ligações externas

Wikipedia

Texto relacionado:

MBL – Movimento Brasil Livre

maio 8, 2016 Posted by | Política | , , | 2 Comentários

Renato Teixeira – O compositor de Carga Pesada

musica caipira

Carga Pesada

Renato Teixeira é considerado um dos maiores compositores da história da música brasileira. Sendo um grande defensor da música caipira, apesar de nunca ter morado no campo, aqui começam as contradições.

Sua ligação com o Universo Caipira seria mais através da música, e a música é coisa de família, é sagrada.

Para quem acha que ele não tem contato com a vida de interior, é justamente daí que vem suas inspirações. O caso mais recente, sua parceria com outro grande nome da música, Almir Sáter, mostra onde ele busca suas inspirações, suas influências.

Se de um lado ele faz parte de um movimento contra a banalização da música caipira, com objetivos comerciais; ele próprio já compôs jingles, por outro lado, ele não se prende às fronteiras nacionais, vai mais além.

Vendo suas músicas, parece que esse compositor tem mais de duzentos anos, mas sua carreira ainda é recente. O compositor não é tão antigo assim, apesar de suas façanhas.

Por exemplo:

Romaria foi tema de estudos em escolas, na década de setenta. A música foi gravada por Elis Regina e se tornou um dos maiores clássicos da história da música.

O Rio de Piracicaba é uma da músicas mais tocadas da história do rádio, mas pouca gente sabe quem é o autor. Na realidade, nem eu sei quais são suas músicas; para conhecer toda a sua obra, só pela internet.

Como cantor, já gravou com os maiores cantores do Brasil, isso aumenta ainda mais a confusão, fica muito difícil saber qual música é dele e qual não é.

Caso queira descobrir quais das músicas são suas, é só ver quais são as melhores.

Suas músicas não são exatamente aquelas das novelas das oito, por isso suas músicas são mais conhecidas que o próprio autor. Esse é o caso de Frete, do seriado Carga Pesada, onde o melhor era a música.

O tema do programa “Som Brasil” também era dele, cantada por Rolando Boldrin. Rolando Boldrin, inclusive, segundo fofocas da época, era um grande crítico da música sertaneja, em oposição a música regional (caipira) – Entendeu? – nem eu.

Recentemente, Renato Teixeira gravou com uma dupla muito criticada pelo movimento de música regional, contrariando as expectativas.

Sua grande parceria com Almir Sater, rendeu a eles, ou para nós, dois dos maiores clássicos da música brasileira, imortalizadas por uma novela da antiga TV Manchete, Pantanal.

A composição mais curiosa de sua carreira, além dos jingles para publicidade, foi a música feita para Joana, onde seu alter ego (personagem) era feminino. A música foi feita sob encomenda, pela própria cantora,  e deu muito certo.

Veja sua poesia …digo … suas músicas.

ROMARIA

Renato Teixeira

É de sonho e de pó, o destino de um só
Feito eu perdido em pensamentos
Sobre o meu cavalo
É de laço e de nó, de gibeira o jiló,
dessa vida cumprida a só

Refrão
Sou caipira, Pirapora Nossa
Senhora de Aparecida
Ilumina a mina escura e funda
O trem da minha vida

O meu pai foi peão, minha mãe solidão
Meus irmãos perderam-se na vida
Em busca de aventuras
Descasei, joguei, investi, desisti
Se há sorte eu não sei, nunca vi

Me disseram porém que eu viesse aqui
Pra pedir de romaria e prece
Paz nos desaventos
Como eu não sei rezar, só queria mostrar
Meu olhar, meu olhar, meu olhar
TOCANDO EM FRENTE

Almir Sater e Renato Teixeira

Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais

Hoje me sinto mais forte,
Mais feliz, quem sabe,
Eu só levo a certeza
De que muito pouco sei,
Ou nada sei

Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs

É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder seguir
É preciso chuva para florir

Sinto que seguir a vida
Seja simplesmente
Conhecer a marcha
E ir tocando em frente

Como um velho boiadeiro
Levando a boiada
Eu vou tocando os dias
Pela longa estrada, eu vou
Estrada eu sou

Cada um de nós compõe
A sua própria história
E cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
De ser feliz

Todo mundo ama um dia,
Todo mundo chora
Um dia a gente chega
E no outro vai embora

RIO DE LÁGRIMAS

Renato Teixeira

O rio de Piracicaba
Vai jogar água pra fora
Quando chegar a água
Dos olhos de alguém que chora

Lá no bairro onde eu moro
Só existe uma nascente
A nascente dos meus olhos
Já formou água corrente

Pertinho da minha casa
Já formou uma lagoa
Com lágrimas dos meus olhos
Por causa de uma pessoa

Eu quero apanhar uma rosa
Minha mão já não alcança
Eu choro desesperado
Igualzinho a uma criança

Duvido alguém que não chore
Pela dor de uma saudade
Eu quero ver quem não chora
Quando ama de verdade

O VIOLEIRO TOCA

Almir Sater e Renato Teixeira

Quando uma estrela cai
No escurão da noite
E um violeiro toca suas mágoas
Então os olhos dos bichos
Vão ficando iluminados
Rebrilham neles estrelas
De um sertão enluarado

Quando um amor termina
Perdido numa esquina
E um violeiro toca sua sina
Então os olhos dos bichos
Vão ficando entristecidos
Rebrilham neles lembranças
Dos amores esquecidos

Tudo é sertão, tudo é paixão
Se um violeiro toca
A viola e o violeiro
E o amor se tocam

Quando um amor começa
Nossa alegria chama
E um violeiro toca em nossa cama
Então os olhos dos bichos
São os olhos de quem ama
Pois a natureza é isso
Sem medo, nem dó, nem drama…

AMANHECEU, PEGUEI A VIOLA

Renato Teixeira

Amanheceu eu peguei a viola
Botei na sacola e fui viajar

Sou cantador e tudo nesse mundo
Vale prá que eu cante e possa praticar
A minha arte sapateia as cordas
E esse povo gosta de me ouvir cantar

Amanheceu…

Ao meio dia eu tava em Mato Grosso
Do Sul ou do Norte, não sei explicar
Só sei dizer que foi de tardezinha
Eu já tava cantando em Belém do Pará

Amanheceu…

Em Porto Alegre um tal de coronel
Pediu que eu musicasse uns versos que ele fez
Para uma china, que pela poesia
Nem lá de Pequim se vê tanta altivez

Amanheceu…

Parei em Minas prá tocar as cordas
E segui direto para o Ceará
E no caminho fui pensando, é lindo
Essa grande aventura de poder cantar

Amanheceu…

Chegou a noite e me pegou cantando
Num bailão, lá no norte do Paraná
Daí prá frente ninguém mais se espanta
E o resto da noitada eu não posso contar

Anoiteceu e eu voltei prá casa
Que o dia foi longo e o sol quer descansar

FRETE

Renato Teixeira

Eu conheço cada palmo desse chão
É só me mostrar qual é a direção
Quantas idas e vindas meu deus quantas voltas
viajar é preciso é preciso
Com a carroceria sobre as costas
vou fazendo frete cortando o estradão

Eu conheço todos os sotaques
Desse povo todas as paisagens
Dessa terra todas as cidades
Das mulheres todas as vontades
Eu conheço as minhas liberdades
Pois a vida não me cobra o frete

Por onde eu passei deixei saudades
a poeira é minha vitamina
Nunca misturei mulher com parafuso
mas não nego a elas meus apertos
Coisas do destino e do meu jeito
sou irmão de estrada e acho muito bom

Eu conheço todos os sotaques
desse povo todas as paisagens
Dessa terra todas as cidades
das mulheres todas as vontades
Eu conheço as minhas liberdades
pois a vida não me cobra o frete

Mas quando eu me lembro lá de casa
a mulher e os filhos esperando
Sinto que me morde a boca da saudade
e a lembrança me agarra e profana
o meu tino forte de homem
e é quando a estrada me acode

Eu conheço todos os sotaques
desse povo todas as paisagens
Dessa terra todas as cidades
das mulheres todas as vontades
Eu conheço as minhas liberdades
pois a vida não me cobra o frete

RECADO (MEU NAMORADO)

Renato Teixeira

Mandei um recado
Pro meu namorado
Nos classificados
De um grande jornal
Pedindo pra ele
Que um dia apareça
Antes que eu mE esqueça
E melhore
O astral
Meu namorado é um sujeito ocupado
Não manda notícias
Nem dá um sinal
Eu ando meio com medo
Que um dia ainda ache
A tristeza normal

Pensei num caminho
Que fosse seguro
Num bom casamento
Na vida do lar
Eu sou do subúrbio
E sei que o destino prá nós é bem simples
Não vai variar

Meu namorado…

O tempo me dado
Pra andar nessa terra
É um tempo de guerra
Um tempo cruel
Até os amores
São tão mal cuidados
Que acabam virando
Uma coisa banal

Meu namorado…

Texto de introdução: By Jânio

outubro 10, 2010 Posted by | Música. | , , , , , , , , , , , , , | 6 Comentários

O movimento Ficha Limpa enfrentará muitos problemas

Sentimento de Justiça

Nova Lei

Vamos começar este post citando o be-a-bá  de uma lei política – Ou seria o blá blá blá da política? – onde uma lei deve nascer, sempre, baseada nos bons costumes e moral de um povo – Só esqueceram de avisar os políticos.

Se a democracia fosse levada a sério, e se houvesse seriedade na justiça brasileira, o movimento ficha limpa seria uma grande piada, seria como dizer: “Fica determinado, por essa lei, que bandido não pode mais ser candidato a cargos públicos.”

Logo, logo, poderemos ter leis para proibir o político de mentir para o povo, fazer acertos políticos, oferecer cargos de confiança, aumentar o próprio salário, etc.

Isso seria uma grande vitória para o povo, sem dúvida, afinal de contas, o político brasileiro tem a memória curta, só lembra das leis que eles próprios criaram, tamanha a nossa burocracia.

Nossas leis precisam ser “Muito bem explicadinhas, nos seus mínimos detalhes.”

Não basta que o político seja honesto, é preciso uma lei para regulamentar isso, até porque eles não tinham notado. A vergonha na cara, o que seria muito bom, já acabou há muito tempo.

Essa lei soa como: “O eleitor brasileiro não tem competência de separar o político honesto do político desonesto, assim, vamos facilitar-lhe essa tarefa, eliminando os políticos com ficha suja.”

Isso poderia soar ofensivamente, então podemos imaginar uma realidade bem mais direta, bem brasileira: “Não há político honesto, então, vamos peneirar, separando os piores dos totalmente inúteis, facilitando a escolha, na hora da votação.”

Pronto! – Está resolvido! – Não ficou tão ofensivo, de quebra, ainda resolvemos um possível conflito.

Parecia simples – Não é mesmo? – até surgir um boato – Ou seria notícia? – de que a justiça do Maranhão não acataria a determinação do “Ficha limpa”, liberando todos os políticos “fichas sujas” daquele estado, inclusive a filha de José Sarney, que estaria com a processos na justiça. Segundo noticiários, o “Ficha Limpa” teria uma brecha, não valeria para processos anteriores.

Isso soa como “irretroatividade dos direitos adquiridos”, ou seja, o direito de roubar não pode retroagir. Nesse caso, nenhum bandido seria pego – É impressão minha, ou estão querendo enrolar o povão?

Quando eu vi um pronunciamento oficial dizendo que a aprovação do “ficha limpa” seria uma vitória da democracia, eu quase acreditei, afinal, foi um abaixo assinado que  teve o apoio irrestrito de todas as comunidades sensatas da internet, mostrando sua indignação com a pouca, ou falta, de vergonha de nossos políticos.

Não é exatamente uma vitória da democracia, e sim uma resistência a falta de justiça em nosso país. É por falta de justiça que movimentos como esse estão sendo criados, constantemente, no Brasil; melhor que isso, só se esfregarmos a lei na cara desses folgados.

O grande problema “federativo” do Brasil, é que o país é muito grande, com culturas diferentes. No Brasil, é mais fácil universalizar a pilantragem que a justiça.

Se um estado como o Maranhão não cumprir essa determinação, abre-se um precedente para outros estados, ou seja, “Onde passa um boi, passa uma boiada.” – valendo para outros tipos de animais também.

Poderemos então voltar a estaca zero, ou criar uma nova lei, uma lei que obrigue a lei a ser cumprida – de preferência sem ser muito “comprida”.

Podíamos criar também uma lei obrigando a justiça a ser justa, outra lei para obrigar os políticos a obedecerem, ao invés de mandar.

Aproveitando a deixa, poderíamos eliminar outras leis que entrem em conflito com as leis de fato, como: Desacato à autoridade, atentado ao pudor, etc.

http://twitter.com/fichalimpa

By Jânio

julho 31, 2010 Posted by | Política | , , , , , , , , , , | 10 Comentários

   

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