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Gripe influenza já matou 25 pessoas no Paraná.

influenza no Paraná.

influenza no Paraná.

O número de casos de pessoas infectadas pelo vírus da gripe Influenza cresceu no Paraná, se essa epidemia foi o primeiro teste, em época de globalização, atingindo todo o mundo, o Brasil falhou.

As autoridades responsáveis se sentem aliviadas, talvez pelo fato de o Brasil não ser o único país afetado em grande proporção, e, principalmente, pelo fato de a doença não ser fatal para todos os infectados.

Os fatores de risco, gestantes, bebês e idosos, além de pessoas que já tiveram doenças sérias, como pneumonia, bronquite, tuberculose, portanto com baixa imunidade, passam a ser as maiores vítimas. As pessoas que nós, a sociedade, deveríamos cuidar, passam a ser as maiores vítimas de nosso despreparo.

Cada história que se ouve, dá-nos a certeza do sofrimento que as pessoas infectadas passam, como a menina que morreu dentro do avião, vindo da Disney. A falha no atendimento, lá, supostamente um país desenvolvido, deixa claro a certeza que cada um de nós deve se preocupar com seus parentes mais próximos.

A medida que a doença se espalha, notamos que novos cuidados são adotados, o problema é que o crescimento da doença é muito mais rápido que as providências tomadas pelas autoridades competentes.

Paira uma suspeita no ar – será que o número de vítimas divulgados é o número real? – em minha região, tem morrido algumas pessoas com boatos da doença, mas não estão registrados. O Paraná, que só tinha um caso de vítima fatal, desde o último artigo que eu escrevi sobre a doença, hoje, já está com 50 vítimas fatais, além de mais de 600 casos de contaminação, mais de um terço dos exames deram positivo, o que leva a crer que haverá muita tristeza no estado.

Após os primeiros sinais dos exames médicos, que deram positivo, as férias dos alunos foram prorrogadas, preventivamente, por uma semana, o que com certeza não será suficiente, como se observa o aumento da epidemia.

No estado do Rio de Janeiro, antes de ontem, já haviam registros de cinco mortes de gestantes, o que fez com que autoridades afastassem as atendentes e profissionais gestantes da área de risco.

Em Ponta Grossa, interior do Paraná, cidade próxima a Curitiba, o aumento dos casos levou o Prefeito da cidade a “convidar” todos os médicos a aderirem a campanha de combate a doença, os médicos não aceitaram, nem os aposentados, foi aberto concurso para contratação de novos funcionários, para a combate da epidemia, não apareceram candidatos.

No Oeste do Paraná, em Cascavel, na fronteira com o Paraguai , os bombeiros e militares do Exército tem trabalhado no sentido de conscientizar a população sobre riscos, formas de prevenção, além de efetuarem pesquisas sobre pessoas que tiveram contado, ou que vieram de regiões de risco.

Em Londrina, no norte, a reclamação é de que a demora pode chegar até a doze horas, o que pode atrapalhar bastante o combate a doença.

Esses fatos nos levam a uma conclusão, a falta de humanidade das pessoas se refletem em nossos representantes, na falta de justiça no país. Uma população alienada reflete uma política irresponsável.

O estado do Rio Grande do Sul, primeiro estado a sentir o forte impacto da epidemia, estima que o número de contágio deva atingir a cerca de 200 mil, como todos nós sabemos que essas previsões geralmente são otimistas, melhor nos cuidarmos melhor, evitar aglomerações, locais fechados, lavar as mãos com água e sabão, e, na falta desse, álcool gel, próprio para limpeza.

Lembrando que quanto mais cedo o atendimento da doença, que apresenta sintomas semelhante a gripe, com temperatura acima dos 38 graus, dores de cabeça, calafrios, além de gripes abruptas, o que leva a um atendimento de todas as pessoas com gripe, imediatamente, para observação.

O problema só não foi maior, porque o Brasil vem sofrendo com a dengue, já há algum tempo, principalmente no Rio, e não é de hoje. onde até o exército tem participado das campanhas.

Pelo que se nota, o Exército deverá adotar novas táticas de guerra, daqui para frente. A guerra contra a dengue, no Rio, provocou baixas no grupo de soldados, como era de se esperar, quando um grupo de pessoas, não preparado para essa função, é designada para o serviço.

No caso da gripe Influenza, graças a Deus, o Exército não teve nenhum caso de contaminação entre seus soldados, até agora.

Uma certeza que fica é que, quanto menos políticos tomarem decisões nessa epidemia, menos desastrosa sera a atuação no combate da doença.

Atualização em 23 de agosto de 2009.

São Paulo com 179 óbitos Paraná 142, Rio Grande do Sul 93, Rio 47, Santa Catarina 11, Minas 8, Paraíba 2, Bahia 1, Pará 1, Rondônia 1, Mato Grosso do Sul 1 e Amazonas 1, além do Distrito Federal 1.

ATUALIZAÇÃO – 29 de Agosto de 2009

https://icommercepage.wordpress.com/2009/08/29/brasil-e-o-pais-com-o-maior-caso-de-mortes-pela-gripe-influenza-a-h1n1/

By Jânio.

agosto 6, 2009 Posted by | Saúde | , , | 3 Comentários

   

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