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Ministro de Temer cai em meio a escândalos

dezembro 29, 2017 Posted by | Política | , | Deixe um comentário

Ministro interino da Cultura pede demissão do cargo

Ivan Richard Esposito – Repórter da Agência Brasil*
Brasília - O secretário executivo do Ministério da Cultura, João Batista de Andrade participa da cerimônia de inauguração da Mostra Brasilis a Brasília (Valter Campanato/Agência Brasil)
Em carta, João Batista de Andrade diz não ter interesse em ser efetivado no cargo de ministro da CulturaValter Campanato/Arquivo/Agência Brasil

O ministro interino da Cultura, João Batista de Andrade, pediu hoje (17) demissão do cargo. Em carta enviada ao presidente Michel Temer, Andrade afirma não ter interesse em ser efetivado no comando da pasta.

“Comunico, respeitosamente, meu desinteresse em ser efetivado como ministro da Cultura”, diz trecho da carta divulgada nas redes sociais do Ministério da Cultura. “Assim sendo, confirmo minha disposição para contribuir da forma mais proativa possível com a transição de gestão no Ministério da Cultura, até a nomeação dos próximos ministros da Cultura e seu secretário executivo”, acrescenta o texto.

Então secretário executivo da Cultura, Andrade assumiu interinamente o cargo de ministro em maio, após o deputado Roberto Freire (PPS-PE) anunciar a saída da pasta. À época, Freire atribuiu a decisão ao fato de Michel Temer não ter renunciado à Presidência, como foi sugerido pelo PPS, após vir a público o conteúdo da delação premiada do empresário Joesley Batista, dono da JBS.

De acordo com a assessoria do Palácio do Planalto, o presidente Michel Temer recebeu a carta, mas não deve tomar nenhuma decisão antes de retornar da viagem que fará na próxima semana à Rússia e à Noruega.

*Colaborou Yara Aquino

Texto alterado às 14h22 para acréscimo das informações divulgadas pela assessoria do Palácio do Planalto

Edição: Juliana Andrade
 
Agência Brasil

junho 17, 2017 Posted by | Política | , , | Deixe um comentário

Reforma política: ministro do TSE critica financiamento empresarial de campanha

Débora Brito – Repórter da Agência Brasil
Brasília - O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Herman Benjamin, e o deputado Vicente Cândido durante audiência pública da Comissão Especial da Reforma Política, na Câmara dos Deputados (Marcelo Cam
Brasília – O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Herman Benjamin, e o deputado Vicente Cândido durante audiência pública da Comissão Especial da Reforma Política, na Câmara dos Deputados Marcelo Camargo/Agência Brasil

Em audiência pública realizada hoje (10) pela comissão especial que analisa as propostas de reforma política na Câmara, o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Herman Benjamin defendeu o financiamento público de campanha. Para o ministro, a atual forma de financiamento eleitoral é um dos problemas mais graves do sistema político brasileiro.

Benjamim, que é o relator no TSE do processo que pede a cassação da chapa da campanha Dilma-Temer, avaliou que a solução baseada no financiamento empresarial “se mostrou a mãe do desastre que nós temos hoje”. Ele argumentou que o atual sistema é “perverso” e criou um “submundo de contribuições” que privilegia os doadores em detrimento dos cidadãos, além de colocar a classe política em um “ambiente de clandestinidade”.

O ministro afirmou ainda que o Brasil passa por uma crise na democracia e que não é possível atribuir o problema da corrupção a apenas um partido. “Nós não temos no Brasil um partido político que seja a mãe ou o pai da corrupção. Então, se imputar a um determinado partido político, qualquer que ele seja, como sendo responsável pela crise ética no Brasil hoje, creio que é esquecer o passado de 500 anos do nosso país”, declarou.

Para Benjamin, é preciso reconhecer que a democracia tem um custo alto e, por isso, ele sugeriu que sejam criados mecanismos em que o próprio eleitor participe do financiamento. “Democracia, como direitos humanos e outros grandes temas da cidadania, tem custo. Alguém acredita que se possa fazer eleição, mesmo em condomínio, sem custo? Então, esta é a primeira constatação que temos que fazer. Então, se tem custo, evidentemente alguém vai ter que pagar por isso. E a questão é: quem vai pagar por isso e de que forma?”, questionou o ministro.

Além do financiamento, o ministro classificou como graves as crises partidária e de transparência. Ele criticou a atuação de pequenos partidos que não apresentam densidade ideológica, nem capacidade de gestão e apontou o problema do atual sistema que permite a eleição de candidatos desconhecidos pelo eleitor.

Benjamim afirmou que o relatório parcial apresentado pelo deputado Vicente Cândido (PT-SP), relator das propostas de reforma política que tramitam na Câmara, traz soluções “corajosas” para estes desafios. Mas, alertou que a sociedade como um todo deve participar do debate acerca da reforma política, pois as mudanças têm “efeitos práticos e concretos” na vida do cidadão.

Questionado sobre o voto em lista preordenada, Benjamin disse que tem preferência pelo voto distrital misto, mas entende a inviabilidade de se adotar este sistema diretamente sem uma transição. O voto em lista fechada, como ficou conhecido, é uma das propostas do relator da reforma política na Câmara.

O ministro Herman Benjamim disse que um grupo de corregedores eleitorais deve terminar hoje à tarde um conjunto de sugestões de reforma político-eleitoral que serão enviadas à comissão especial que analisa atualmente três relatórios elaborados por Vicente Cândido.

O primeiro propõe mudanças nas regras para os mecanismos de democracia direta, como referendo popular, plebiscito e projetos de iniciativa popular; o segundo relatório trata da unificação dos prazos de desincompatiblização de pré-candidatos e o terceiro propõe as mudanças na forma de financiamento das campanhas e sugere a adoção do voto em lista fechada para as próximas eleições, entre outros pontos.

Os dois primeiros relatórios já foram aprovados pelos membros da comissão e o terceiro deve ser votado na próxima semana. Para que as mudanças já sejam válidas nas eleições de 2018, a reforma deve ser aprovado pelo Congresso Nacional até o mês de outubro deste ano.

Agência Brasil

 

maio 10, 2017 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário

Geddel pede demissão de ministro

Corrupção no governo

Ministro de Temer

Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil

O ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, acabou de entregar ao presidente Michel Temer uma carta na qual pede para deixar o cargo.

A informação foi confirmada há pouco pela assessoria de imprensa de Geddel. A assessoria informou ainda que em breve divulgará nota com mais detalhes sobre a carta.

Após pedir demissão na última sexta-feira (18), o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero deu entrevista alegando que sofreu pressão por parte de Geddel para liberar a construção de um edifício de alto padrão em Salvador. O empreendimento foi embargado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) por estar localizado em área tombada como Patrimônio Cultural da União. Os construtores queriam erguer 31 andares, mas o instituto só autorizou a construção de 13.

Na segunda-feira (21), a Comissão de Ética Pública da Presidência da República decidiu abrir um processo para investigar a conduta de Geddel no episódio. Por meio do porta-voz, o presidente Michel Temer afirmou que Geddel permanecia no cargo.

Na quarta-feira (23), Calero prestou depoimento à Polícia Federal e, segundo a imprensa, teria dito que o presidente Michel Temer o havia “enquadrado” e sugerido uma saída por meio da Advocacia-Geral da União para o caso. Por meio do porta-voz Alexandre Parola, o presidente Michel Temer disse que buscou“arbitrar o conflito” e negou ter pressionado Calero.

Veja a íntegra da carta:

Salvador, 25 de novembro de 2016

Meu fraterno amigo Presidente Michel Temer,

Avolumaram-se as críticas sobre mim. Em Salvador, vejo o sofrimento dos meus familiares. Quem me conhece sabe ser esse o limite da dor que suporto. É hora de sair.
Diante da dimensão das interpretações dadas, peço desculpas aos que estão sendo por elas alcançados, mas o Brasil é maior do que tudo isso.

Fiz minha mais profunda reflexão e fruto dela apresento aqui este meu pedido de exoneração do honroso cargo que com dedicação venho exercendo.

Retornado à Bahia, sigo como ardoroso torcedor do nosso governo, capitaneado por um Presidente sério, ético e afável no trato com todos, rogando que, sob seus contínuos esforços, tenhamos a cada dia um país melhor.

Aos Congressistas, o meu sincero agradecimento pelo apoio e colaboração que deram na aprovação de importantes medidas para o Brasil.

Um forte abraço, meu querido amigo.

Geddel Vieira Lima

Edição: Lílian Beraldo
 

novembro 25, 2016 Posted by | Política | , , , | Deixe um comentário

Conselheiro desiste de participar de processo contra Geddel

Corrupção no governo

Ministro de Temer

Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil

O conselheiro da Comissão de Ética Pública, José Saraiva, pediu para ser afastado do procedimento que vai apurar a conduta do ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, ao procurar o ex-ministro da Cultura, Marcelo Calero, para tratar de interesses pessoais. Único integrante indicado pelo atual governo, Saraiva alegou suspeição para participar da investigação, após a repercussão de seu pedido de vista na mídia.

Saraiva alegou que pediu mais tempo para analisar o processo por não ter tido tempo para analisar o assunto previamente. Posteriormente, reviu a decisão e acabou votando pela abertura do processo.

O pedido de afastamento foi enviado hoje (23) à comissão. Segundo a justificativa apresentada, o pedido foi “devido à suspeição por fatos supervenientes, consistentes nos questionamentos divulgados em veículos de comunicação, a respeito da minha isenção para atuar na questão”. Veículos noticiaram que Saraiva tem proximidade com o PMDB baiano.

Calero pediu demissão do cargo de ministro da Cultura no dia 18, alegando razões pessoais. No fim de semana, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, ele afirmou que o ministro Geddel Vieira Lima o pressionou a intervir junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para liberar a construção de um edifício de alto padrão em Salvador, onde ele adquiriu um imóvel.

O empreendimento não foi autorizado pelo instituto e por outros órgãos por ferir o gabarito da região, que fica em área tombada. Também em entrevista à Folha, Geddel admitiu ter conversado com Calero sobre a obra, mas negou tê-lo pressionado.

Edição: Lidia Neves

novembro 23, 2016 Posted by | Política | , , , , , | Deixe um comentário

Renuncia el tercer ministro del presidente Temer

Henrique Eduardo Lyra Alves ocupó la presidencia de la Cámara de Diputados de Brasil hasta el 16 de abril del 2015, cuando fue nombrado ministro de Turismo por Dilma Rousseff durante la presidencia interina de Michel Temer.

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Aunque se desconocen aún los motivos de su renuncia, el ministro había sido acusado por recibir 1,55 millones de dólares en sobornos entre 2008 y 2014, informa el diario Estadao.

El titular junto con el presidente interino Michel Temer, fueron implicados en la trama de corrupción por Sergio Machado, un ex ejecutivo de Transpetro, una compañía subsidiaria de la petrolera estatal.

Alves es el tercer ministro del Gobierno interino de Temer que abandona su cargo, después de que lo hiciera el titular de Transparencia, Supervición y Control, Fabiano Silveira, y el ministro de Planificación, Presupuesto y Gestión, Romero Jucá.

Artículo en português

junho 16, 2016 Posted by | Espanhol | , , , | Deixe um comentário

Outro ministro de Temer na mira da justiça

suspeito de corrupção no turismo

Ministro Investigado

A lista de funcionários envolvidos em supostos casos de corrupção na presidência interina de Michel Temer continua a aumentar, agora é a vez do nome de Henrique Eduardo Alves, atual chefe do Turismo, a quem as autoridades judiciais do Brasil anunciaram um inquérito sobre supostos atos de corrupção.

O procurador-geral Rodrigo Janot, citado pela agência Reuters , encaminhou as denúncias ao Supremo Tribunal Federal do Brasil para sustentar uma investigação contra Alves, a quem se  atribuiu manobras relacionadas com a empresa OAS Engenharia, ligada à Petrobras, em troca de recursos para campanhas políticas de seu partido, o PMDB, que foi partido do  governador do Rio Grande do Norte em 2014.

As acusações da promotoria não só apontam Alves, mas também o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, o principal responsável pela empresa de engenharia, Leo Pinheiro, bem como o próprio Michel Temer e seu secretário de Governo, Geddel Viera Lima.

Sobre os supostos recebimentos de propinas, o ministro da área turística de Temer negou as alegações. Alves é o último ministro de Temer a ser denunciado como suspeito por sua conduta antes de ser nomeado ao ministério.

Tão rápido como foi sua chegada ao Palácio do Planalto,  envolvido em controvérsia , o ministro de Michel Temer faz parte de um grupo de ministros que tem  ligações com vários atos suspeitos de corrupção.

Apenas alguns dias depois de sua nomeação, o primeiro ministro a cair foi Romero Jucá, responsável pelo ministério do planejamento e Fabiano Silveira, ministro da transparência, supervisão e controle, que tem sido associado aos  esforços para barrar os processos de investigação da Petrobras, conhecido como “Operação Lava Jato ‘.

Além desses, há pelo menos cinco ministros de Temer que estiveram envolvidos de alguma forma ou de outra aos esquemas de corrupção na Petrobras e outros casos investigados.

Vieira Lima, Mendonza Filho, Raul Jungmann, Bruno Araújo e Ricardo Barros são alguns dos nomes envolvidos nas investigações, segundo a Telesur, sobre o colapso sistemático do governo de Temer,  acusados por atos de corrupção.

RT-TV

junho 7, 2016 Posted by | Política | , , , , , , | 1 Comentário

Otro ministro del Gobierno de Temer es salpicado por el caso Petrobras

suspeito de corrupção no turismo

Ministro Investigado

La lista de funcionarios inmersos en supuestos casos de corrupción en la presidencia interina de Michel Temer sigue aumentando y ahora ha salido a la luz el nombre de Henrique Eduardo Alves, actual responsable de Turismo, a quien las autoridades judiciales de Brasil anuncian una investigación por presuntos actos de corrupción.

El fiscal general Rodrigo Janot, citado por la agencia Reuters, adelantó las gestiones ante el Supremo Tribunal Federal de Brasil para sustentar una investigación contra Alves, a quien se le atribuyen maniobras relacionadas con la empresa OAS Engenharia, vinculada a Petrobras, a cambio de recursos para campañas políticas de su partido, el PMDB, del cual fue abanderado para la gobernación de Rio Grande do Norte en 2014.

Las acusaciones de la fiscalía no solo salpican a Alves, sino también al expresidente de la Cámara de Diputados, Eduardo Cunha, al principal responsable de la empresa de ingeniería, Leo Pinheiro, así como al propio Michel Temer y a su secretario de Gobierno, Geddel Viera Lima.

Sobre lo irregular de los supuestos aportes, el ministro del área turística de Temer ha negado las acusaciones. Alves es el último funcionario del equipo de Temer en erigirse como sospechoso por su conducta antes de ser nombrado parte del gabinete.

Dime con quién andas y…

Así de rápido como fue su llegada al Palacio de Planalto, en un proceso no exento de polémica, Michel Temer ha visto cómo parte de su equipo de colaboradores guardan vinculación con distintos hechos de corrupción.

Tan solo a días de su designación, el primero en caer fue Romero Jucá, responsable de la cartera de Planificación, así como Fabiano Silveira, ministro de Transparencia, Fiscalización y Control, al cual se le vincula con esfuerzos para frenar los procesos de investigación sobre Petrobras, conocida como ‘Operación Lava Jato’.

Además de los citados, existen por lo menos cinco ministros más del gabinete de Temer que se han visto involucrados, de alguna manera u otra, en los esquemas de corrupción en Petrobras y otros casos investigados.

Vieira Lima, Mendonza Filho, Raul Jungmann, Bruno Araújo y Ricardo Barros son algunos de los nombres que se mencionan en un trabajo de Telesur sobre el desmoronamiento sistemático del gabinete de Temer, todos salpicados por hechos de corrupción.

Articulo en português

junho 7, 2016 Posted by | Espanhol | , , , , | Deixe um comentário

   

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