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La guerra de las mentiras

Transmitido ao vivo há 3 horas

Este viernes en ‘El Zoom’ tenemos un candente debate sobre lo que todo el mundo habla: el ‘Russiagate’. ¿Realmente ha influido Rusia en las elecciones de EE. UU.? ¿Existe una campaña mediática y del ‘establishment’ para generar esta historia y tapar la derrota de Clinton? ¿Por qué Putin y Trump no pueden colaborar de forma bilateral como lo hacen otros presidentes? Javier Rodríguez Carrasco quiere llegar hasta el fondo de esta cuestión para conocer toda la verdad.

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junho 2, 2017 Posted by | Espanhol | , , , , | Deixe um comentário

Perguntas proibidas

bombeiros presos

Profissionais Confiáveis

Como eu já disse e torno a repetir, o PMDB está em alta no Rio de Janeiro, quem está em baixa são os bombeiros.

Dois bombeiros foram acusados de roubar aparelhos eletrônicos das vítimas, enquanto trabalhavam.

A notícia chamou a minha atenção pela ironia, onde a mídia fez questão de lembrar que os bombeiros são os profissionais mais confiáveis do mundo. Nessa mesma lista, os políticos eram vistos como os menos confiáveis.

Como as mídias de massa são covardes e não tem coragem de mostrar o que está por trás desses fatos – e não adianta dizer que é falta de tempo – eu vou fazer uma pergunta indelicada para essas mídias: Como anda a confiança dos jornalistas que repetem as notícias e nem fazem questão de pensar sobre o que estão escrevendo? Quais os seus interesses?

Há algum tempo atrás, depois de saber o salário dos bombeiros, eu apresentei três alternativas de vida para os bombeiros:

01) mendicância

02) tráfico de drogas

03) prostituição

Apesar do governador Sérgio Cabral ter chorado com as alternativas propostas, ele não escolheu nenhuma.

Com o salário que os bombeiros devem estar ganhando, as três alternativas acima ainda continuam valendo, apesar dos bombeiros terem sido menos radicais, apresentando uma nova face do universo dos trombadinhas brasileiros.

Eu já imagino uma manchete bem mais honesta para imprensa: “Bombeiros salvam vidas de famílias no Rio e roubam seus celulares.”

As perguntas são inevitáveis:

01) O que é que está acontecendo no Brasil?

02) Qual é o salário de um bombeiro no Rio?

03) Porque não prendem os corruptos para que a sociedade seja mais justa?

04) Será que o sistema PPP não tem vergonha?

Eu poderia fazer muitas outras perguntas e responder a cada uma delas, mas acho que isso não é mais necessário, pelo menos os internautas brasileiros já conseguem pensar por si só. Eu espero que o resto do país comece a pensar também, principalmente os jornalistas, porque eu já estou cansado de ouvir baboseiras e acho que ninguém mais tem paciência para isso.

By Jânio

Bombeiros são presos no Rio de Janeiro

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Solução para os problemas sociais

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Loteria da vida

outubro 19, 2012 Posted by | Reflexões | , , , , , , | 1 Comentário

Guerras irreais

encarnação do mal

Falsas guerras

As guerras trazem muitas consequências desagradáveis para a vida de uma pessoa, os casos mais divulgados pela mídias nos últimos anos, sem dúvida estão relacionados à Guerra do Vietnã.

O diretor de cinema Oliver Stone foi um voluntário na guerra do vietnã, um jovem idealista que perdeu a inocência numa guerra insana, passando a ser um dos maiores críticos do jogo do poder.

Nem todos tem a sorte de Oliver Stone.

Oliver Stone perdeu a inocência, tornou-se rebelde, mas sobreviveu, mantendo sua sanidade intacta, ou quase.

O maníaco homicida Rambo, vivido por Sylvester Stallone no cinema, é considerado a encarnação de Oliver North, ou vice-versa – coronel do exército americano – um homem de passado obscuro, servindo interesses políticos e comerciais, relacionados a uma indústria bélica diabólica, patrocinadora do imperialismo americano.

Assim como na ficção – Rambo – na realidade, sua encarnação – North – acreditava e era manipulado pelas ideias, pelas propagandas criadas pelo governo americano. Oliver North era uma versão dos terroristas, supostamente “fundamentalistas”, mas que na realidade eram usados por essas ideias, ferramentas de controle mental.

A primeira vítima dessa lavagem cerebral no Brasil, foi o maníaco Wellington Menezes, autor da carnificina do Realengo. Expondo um problema crônico na infraestrutura do país: falta de manicômios, hospícios, hospitais para doentes mentais, ou seja lá como esses locais se chamem.

Era uma vez um jovem idealista milionário que acreditava que poderia mudar o mundo, também poderíamos dizer que era um grande louco que acreditava que poderia mudar os destinos de nações oprimidas, não importa, o fato é que o jovem se aliou ao império mais poderoso da terra – EUA.

Os EUA são muito parecidos com o Império Romano em alguns pontos, mas são bem distintos desses em outros pontos também.

Seu império só faz uso da crueldade fora de seu território, nisso são muito parecidos com os romanos e diferentes dos políticos brasileiros.

O erro americano ocorre quando aplicam a pena de morte aos criminosos de outros países.

Outro tipo de erro o qual podemos observar, é o comércio da indústria bélica e suas estratégias, somadas aos interesses comerciais das grandes potências.

Quando o serviço secreto americano começou a treinar o terrorista Osama Bin Laden, nem imaginava o perigo que ele representaria no futuro.

Talvez o fato dos terroristas/guerrilheiros desenvolverem suas estratégias, organização e atividades em células isoladas, tenha permitido que o jovem milionário árabe envelhecesse.

Próximo a sua morte, ele se encontrava ao lado daqueles que deveriam prendê-lo.

Surgiram os boatos de que os soldados paquistaneses estivessem protegendo-o, ou talvez comprando suas habilidades, conhecimentos e informações, passadas a ele gentilmente pela CIA.

Não se sabe ao certo, de certo é o fato de Bin laden deixar de ser útil aos dois lados. Osama já não era mais útil aos americanos há muito tempo, deixando de ser útil aos paquistaneses também, em seus últimos dias.

Talvez Osama Bin Laden fosse apenas um fantoche, talvez trabalhasse para os próprios americanos, promovendo a venda de armas através das guerras. Nas últimas imagens divulgadas do terrorista, nota-se que ele era um grande vendedor.

Terroristas convivem com o perigo, alguns são mercenários sem nação nem ideologia, cujo interesse é o lucro vindo do caos e da guerra. Nem todos são assim, a maioria são pessoas sem emprego, sem futuro, vivendo em países explorados por superpotências, cujo único objetivo é uma ideologia maluca que usa como pretexto trechos de livros sagrados, mal interpretados naturalmente.

Por causa de Osama Bin Laden – EUA – pelo menos três nações árabes entraram em conflito direto com o Ocidente, além de outras envolvidas indiretamente. A suposta “Guerra Santa” mostrou o outro lado do suposto “fundamentalismo“, versão do fundamentalismo de livre mercado – capilalismo – com o qual esse conflito está diretamente relacionado.

Em meio a tudo isso, o fiel ex-alidado passou a ser o homem mais procurado pelo FBI, uma polícia que deveria ser federal, mas que passou a assumir várias funções da CIA, polícia secreta que trata apenas de assuntos americanos politicamente incorretos.

O poder de Bin Laden já era conhecido pela CIA, mas o mundo só passou a saber disso no dia em que milhares de mortos do World Trade Center escreveram com sangue o princípio: “Quem viver pela espada, pela espada morrerá.”

A reação americana foi imediata, quase ensaiada, e o filho do “homem”, Bush, fez a vontade do pai, invadindo, caçando e matando Saddam Hussein. Você entendeu? – Osama atacou as torres gêmeas, e o ditador Saddam Morreu.

Saddam Hussein foi acusado de produzir armas nucleares, mas isso nunca foi suficiente para unir o bipartidarismo americano, era preciso dizer que Saddam Hussein estava protegendo Bin Laden.

Com a morte de Saddam Hussein, foi criado um novo inimigo, Paquistão, curiosamente, nunca houve uma guerra do Paquistão, houve uma guerra do Afeganistão.

No Afeganistão, país dividido, controlado pelos talibãs, seria o esconderijo perfeito para Osama Bin Laden, afinal, foi ali que ele começou sua história, trabalhando para os americanos contra a União Soviética.

Vencida a Guerra do Afeganistão, guerrilheiros do Talibã teriam fugido para o Paquistão, com eles Osama Bin Laden, o top criminoso do FBI. Acontece que o Paquistão não gosta muito de invasores – ou será que gosta?

O Governo do Paquistão prendeu muitos guerrilheiros do Talibã, mas Osama estava ali, junto de um quartel do exército.

No fundo, os árabes estavam gostando de ver a decadência do império americano.

Em países subdesenvolvidos, as confusas histórias desses países se confundem com as histórias de homens como Osama Bin Laden. São histórias difíceis de contar e de entender, regiões onde tradições, religiões, ditaduras, impérios e interesses econômicos se misturam.

só uma coisa não muda: “Quem viver pela espada, pela espada morrerá”.

O Assassinato de Osama Bin Laden foi um crime perfeito, com o corpo atirado ao mar, apesar de muita gente duvidar de sua morte.

É natural essa dúvida, afinal, criaram um mito, um super-homem que nunca morre, capaz de decidir o destino de países inteiros.

Somando as guerras e a crise mundial, podemos dizer que o assassinato de Osama Bin Laden é o assassinato mais caro da história, mas um conceito fundamentalista nunca morre: “Quem vive pela espada, pela espada morrerá”.

Portanto: “Não matarás!”

Textos relacionados:

Osama é morto pelos americanos

Imagens chocantes de 11 de setembro

Repercussão da morte de Osama Bin Laden

By Jânio

maio 12, 2011 Posted by | Reflexões | , , , , , | 5 Comentários

Brasil – Um povo dividido entre o presente e o passado

O que deu errado

Homem Chave

Esse tema já virou clichê, aqui no madeinblog/icommercepage, eu não quero esquecer de como funciona a sociedade brasileira, nem de como somos enganados.

Estamos sempre a procura do maior, ao invés do melhor, esse sentimento tem sido muito utilizado pelos institutos de pesquisas, principalmente no caso de intenção de voto.

Esse é um sentimento que vem do tempo da Monarquia, passando pela Proclamação da República, Regime militar, e até pelo movimento de Diretas Já.

Com sistemas de controle favoráveis para si, a classe média alta se tornou preguiçosa e irresponsável, em relação ao social. Não podemos, de maneira alguma, achar que o sistema é dispensável, isso seria utopia anarquista.

Quando se trata de anarquismo, eu sei do que eu estou falando, de certa forma eu sempre tive uma certa tendência ao anarquismo, nunca segui esses pensamentos porque assim não seria anarquismo.

“Se hay gobierno, yo soy contra” – Você faz ideia de quem disse essa frase? – Além dele, só o Mestre, Jesus, foi mais revolucionário.

A questão básica é: Um povo não pode se prostituir diante de sua própria sociedade ou ideologia, esse povo precisa se dar o valor, através do qual o sistema decidirá o que nós merecemos.

Nós nunca nos mobilizamos para nos dar o valor; quando isso ocorreu, ocorreu de forma errada, ou seja, fomos manipulados pelo sistema elitizado, quando nosso objetivo deveria ser uma mobilização contra o próprio sistema. Essas mobilizações, em prol do sistema,  ao invés de aumentar o nosso valor em relação a ele, diminuiu.

Não é difícil saber onde estão localizadas as principais peças dessa engrenagem, local onde deverá ser feito o ajuste; também não é preciso guerra ou revoluções, as guerras implicam em decisões arbitrárias, portanto elitista.  Mudanças radicais, sem a identificação do povo, nunca poderão se sustentar; a satisfação do povo sempre deverá ser o objetivo final.

Quem matou Jesus? – As instituições  costumam afirmar que quem matou Jesus foi o povo, na realidade, essas instituições transferem para o povo a sua própria responsabilidade. O povo, de fato, eram aquelas pessoas que o seguiam, as pessoas que abandonavam a produção de seu próprio alimento de sobrevivência, para ouvirem as verdades proferidas pela boca daquele homem santo.

A elite tem escolhido o sistema de governo que é melhor para o povo; desde o seu descobrimento, o Brasil nunca mudou, na área política.

Durante muito tempo, foi bom para as classes dominantes, viver como colônias, sob o poder paternal do governo Português. Passados séculos, esse sistema deixou de agradar às classes poderosas da colônia, foi proclamada a Independência.

A independência, de fato, não ocorreu, foi apenas uma forma de acalmar o manipulado povo brasileiro.

O sentimento de independência, criado pela elite, foi vencido pela demagogia da monarquia, assim o poder se sustentou por mais algum tempo.

Não satisfeita com o processo de transferência de poder, dentro da família real, a elite conspirou novamente, criando o sentimento de República. Foi proclamada então a República Federativa “Militar” do Brasil.

Desde então convivemos entre a Democracia e o Regime Militar, entre as mudanças manipuladas e os interesses elitistas.

O último período de Regime Militar, a que fomos submetidos, parecia interminável, e seria se o poder conseguisse se sustentar por mais tempo, atendendo aos interesses das classes médias altas.

As peças a serem ajustadas, dentro do sistema, são as mídias de massa. São essas instituições que criam as suas próprias verdades, são essas instituições que precisam ser controladas, e criticadas, por terem o poder de controlar as massas.

Não confunda o poder de controle e manipulação, com o processo de formação de opinião pública, esse último é inteligente, dinâmico e possui uma capacidade considerável de autocrítica, acompanhando suas doutrinas. Na formação de opinião pública, a lógica e todas as ideias que seguem nessa mesma direção, são agregadas, inclusive com a capacidade de redirecionar a linha matriz desse pensamento.

A partir do momento em que o Regime Militar não conseguiu se sustentar, fez se necessário a criação, através das mídias de massa, de um novo sentimento para o povo, as Diretas Já.

O movimento das Diretas Já, foi um sucesso, mas o seu processo, em si, foi um fracasso.

Articulado por um homem considerado mestre na arte da política, ele conseguiu quase unanimidade, conseguiu até convencer o Governo Militar que o seu partido teria chance. Segundo as más línguas, teria pago para alguns políticos votarem contra, criando um ambiente de competitividade.

Depois da vitória massacrante, esse homem, chamado Tancredo Neves, morreu sem tomar posse. Esse foi apenas o início de um processo, desencadeado por sua morte.

Seu vice, todos nós sabemos, bebeu da fonte da ditatura durante muito tempo, antes disso, e depois disso também, ele mostrou uma habilidade incrível de mudar de lado. Essa capacidade de mudar de lado, dos políticos brasileiros, deixa-me em dúvida sobre a real ideologia deles.

Em todos os países do mundo, a ideologia de esquerda é relacionada com os partidos populares, socialistas, etc.  A ordem dos fatores é clara, são simpatizantes dos democratas americanos, sem necessariamente serem democratas; se houvesse uma disputa entre os democratas e um terceiro partido socialista ou trabalhador, os democratas perderiam a preferência, esse é o conceito de esquerda.

No Brasil, isso até funciona parcialmente, ou hipocritamente. Todos os partidos socialistas e trabalhistas, com exceção do PDT, tendem a apoiar o PT. O PT é o partido de esquerda, e o fato de ele estar no poder não muda isso, sua formação é socialista – ou deveria ser.

Se o PT é um partido de esquerda, o que José Sarney faz no governo. Aqui começa a grande confusão chamada bipartidarismo, em outras palavras, um bolo repartido ao meio, sem a participação do povo.

A lei da governabilidade, em sistemas bipartidários, é cruel.

Quando se especulou que o PSDB poderia se aliar ao PT, em seu fim de mandato, isso se deveu ao fato de o PT ter uma tendência anarquista, ou seja, contra tudo.  FHC ajudou nessa especulação, afinal de contas, ele foi uma peça fundamental, talvez até contra sua própria vontade, ao dizer: “Se Lula ganhar o Brasil não vai quebrar, isso é coisa de estrangeiros que querem mandar no país.”

O que se sabe, é que entre as poucas operações da Polícia Federal, autorizadas pelo Governo FHC, houve uma que chamou a atenção, foi a apreensão de uma fortuna, não declarada, na casa da família Sarney antes da possível candidatura de sua filha. Isso tornou impossível a convivência do PMDB e PSDB do mesmo lado do bolo.

O primeiro Presidente a desafiar o sistema internacional foi o próprio Sarney. Ele tirou das mãos do Regime Militar a dura tarefa de dar o calote na dívida, além da dura missão de realizar algumas mudanças que o desgastado Regime Militar não poderia realizar. Mais uma vez o povo foi enganado, foi o próprio Regime Militar quem apoiou o Governo de Sarney, ninguém poderia dar o calote na dívida externa e criar um congelamento em fase de transição política, sem o apoio militar.

O governo seguinte, de Fernando Collor, tinha tudo para dar certo, tinha até um  perfil presidencialista linha dura. O grande problema é que ele não tinha um grande partido, não tinha apoio; a corrupção foi a alternativa para convencer políticos a aderirem a causa, tudo deu certo, pelo menos por algum tempo.

Quando Collor criou medidas protegendo os pobres, expondo a classe média alta aos efeitos devastadores do sistema, aqui, ele cometeu o primeiro erro. Não se pode atacar a classe média alta, usando uma instituição dominada por ela, como é o caso da política.

A partir daí, todos os crimes do submundo da política estavam prestes a serem expostos. Todos nós sabemos que não é possível resolver todos os problemas de corrupção, num país como o Brasil.

Era preciso um testa de ferro, alguém para responder por todos os corruptos, esse alguém foi PC Farias. Tudo teria se resolvido, se PC tivesse aceitado a dura missão; acho que na confusão, alguém esqueceu de avisá-lo.

“Todos vocês que me acusam são hipócritas”, isso soou como, todos vocês receberam dinheiro. Uma regra básica, no Brasil é: “Não ameace, denuncie!” PC cometeu esse erro, pagou caro.

Quando FHC diz que o mensalão foi pior que o Esquema de PC, isso está certo, até porque foi ele mesmo que não deixou a Polícia Federal trabalhar, durante todo o seu mandato.

Itamar Franco foi o vice  de collor, isso não foi muito bom para a sua carreira política. Durante o seu mandato trocou muitas vezes de Ministro até chegar a FHC, um político com passado socialista e que conhece muito bem os dois lados, esquerda e direita.

FHC controlou a economia, pelo menos até o final de seu mandato, foi aí, que mesmo contra a sua vontade, disse que Lula não quebraria o Brasil; Na verdade quem não quebraria o Brasil era a especulação, caso ele  agisse rápido.

Assim, a classe média alta perdeu uma grande oportunidade de se unir a classe operária, perdendo seu espaço para o clube fechado da política.

Com a vitória do PT, não houve nenhuma novidade, em relação aos governos socialistas, exceto pelo mensalão. Todo mundo ficou surpreso com o mensalão, mas há quem tenha dito: “Vocês não sabiam? – Sempre houve um caixa dois – Como vocês acham que esses megashows são pagos? – nós apenas demos maior transparência a esse processo.” 

Agora, como sempre, o passado e o presente conspiram para que o povo não tenha um futuro. É Bom que se diga: “Sempre haverá um amanhã, o problema é que, no Brasil, isso só ocorre de trinta em trinta anos.”

O brasileiro tem medo de mudanças, mesmo sabendo que elas são inevitáveis. Sabendo disso, os políticos fazem a sua parte, atendendo o desejo do povo, de sempre manter tudo do jeito que está.

By Jânio

julho 19, 2010 Posted by | Política | , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 16 Comentários

   

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