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Voleibol masculino ganha a sétima medalha de ouro

Olimpíadas 2.016

Olimpíadas 2.016

Carolina Gonçalves – Repórter da Agência Brasil

O Brasil venceu hoje, por 3 sets a 0, a Itália e conquistou a terceira medalha de ouro olímpica no vôlei de quadra masculino.

A Itália abriu o jogo da final com um desempenho melhor mas, em pouco tempo, ainda no final do primeiro set, o Brasil chegou finalmente ao jogo e tomou a liderança. Apesar de se manter na frente, a seleção brasileira enfrentou uma forte pressão dos adversários que levou todos os sets a serem concluídos em um verdadeiro revezamento de vantagem, ponto a ponto no placar. O equilíbrio do jogo ficou ainda mais evidente no terceiro set, quando a vantagem passou de uma equipe a outra desde os primeiros instantes levando o set a longos x minutos.

Os italianos chegaram na decisão invictos, mas buscavam primeiro ouro olímpico. Os Italianos já tinham duas pratas – uma conquistada em 1996, nos jogos de Atlanta, contra os Países Baixos, e, em 2006, quando perdeu por 3×1 sets para o Brasil.

O bronze do vôlei masculino foi para a equipe norte-americana que, na manhã de hoje, venceu a Rússia por 3 sets contra 2.

Sets

O jogo começou com o primeiro ponto da Itália que abriu a partida com uma atuação melhor do que a apresentada pela equipe brasileira. O Brasil chegou a recuperar a vantagem nos primeiro minutos, mas Ricardo Lucarelli errou o saque. Um ace de Lipe empatou o set em 6 a 6. Os italianos questionaram o ponto, que foi confirmada pelo replay.

Lipe também estourou o bloqueio, mas os italianos conseguiram retomar por mais alguns momentos. A virada definitiva do time brasileiro começou com um outro ace de Lucarreli. As duas equipes investiram nos saques. O Brasil virou 13×12, aos 15 minutos de jogo e o técnico italiano Gianlorenzo Blengini  parou o set para tentar realinhar a equipe. O Brasil abriu mais dois pontos até Zaytsev atacar e os brasileiros bloquearem provocando mais uma dúvida. Foi a vez de a seleção brasileira pedir o auxílio do replay que provou o ponto do time da casa.

Mais um ace do Brasil, de Wallace, manteve a liderança e foi Wallace que também cortou a bola, em seguida, abrindo 5 pontos de vantagem superando mais um bloqueio italiano. A Itália conseguiu reduzir a diferença e Bernardinho pediu tempo em uma parada por precaução.

Bernardinho trocou William por Evandro para reforçar os bloqueios e o jogador chegou a quadra formando, nos primeiros instantes, uma muralha ao lado de Maurício Souza bloqueando a bola do italiano Gianelli. A vantagem brasileira foi mantida sob forte pressão da seleção italiana. O set chegou ao final com placar de 25×22 para o Brasil.

Segundo set

O segundo set fechou com 28×26, em 37 minutos, depois de uma disputa de revezamento de set points que esticou os nervos das duas equipes. O Brasil foi o primeiro a chegar ao set point, mas aparentemente tomados pelo nervosismo acabaram errando e criando a oportunidade para os italianos empatarem.

A equipe brasileira que chegou ao set point antes parecia ter sido tomada pelo nervosismo e acabou deixar os italianos se aproximarem com um placar de 24×24. Um bloqueio mal sucedido deu a Itália o set point. Com um toque de Maurício Souza, o Brasil retomou a bola, mas Lucarrelli errou o saque e voltou a vantagem para os italianos que também erraram. A recuperação definitiva veio de Maurício que superou a tensão dos últimos minutos fazendo um ponto de saque.

A Itália também tinha começado com vantagem no placa, porém o segundo set foi mais equilibrado entre as duas equipes. O equilíbrio entre as duas equipes se estabeleceu definitivamente já no início do terceiro set, com o revezamento do placar a cada ponto.

Edição: Carolina Pimentel

agosto 21, 2016 Posted by | esportes | , , , , , | Deixe um comentário

Futebol masculino ganha sexta medalha de ouro brasileira

Felipe Pontes e Kelly Oliveira – Repórteres da Agência Brasil

A seleção brasileira de futebol é campeã olímpica dos Jogos Rio 2016. O ouro olímpico foi definido nos penalties, após o empate de 1 a 1. Na quinta bola chutada pela Alemanha, o goleiro Weverton defendeu, garantindo o ouro para o Brasil.

O placar do jogo não mudou nos dois tempos da prorrogação, após os 90 minutos com os dois times empatados. O Brasil abriu o placar com o gol de Neymar, aos 26 minutos de jogo, em cobrança de falta. Em comemoração, Neymar repetiu o gesto de imitar um raio do jamaicano tricampeão olímpico de atletismo, Usain Bolt, presente no estádio. Bolt vibrou com o gol de Neymar.

Meyer, da Alemanha empatou, aos 13 minutos do segundo tempo. O gol de ocorreu após uma falha da defesa brasileira, numa bola rebatida. A partir daí, as duas equipes fizeram um jogo tenso com várias chances de gols perdidas pelas duas seleções.

História de uma conquista

Foram necessários 64 anos, mas a seleção brasileira enfim chega ao ouro nos Jogos Olímpicos, numa conquista que serve de redenção para uma geração de jogadores que, pelo menos, desde a Copa do Mundo no Brasil, em 2014, vinha sendo apontada como desprovida de grandes craques, assim como a responsável pelo rebaixamento da seleção brasileira do papel de protagonista para o de coadjuvante no futebol mundial.

A seleção brasileira conquista ouro olímpico com vitória sobre a Alemanha no Maracanã. Neymar abriu o placar com um gol de falta no primeiro tempo da partida
A seleção brasileira conquista ouro olímpico com vitória sobre a Alemanha no Maracanã. Neymar abriu o placar com um gol de falta no primeiro tempo da partidaDivulgação/Confederação Brasileira de Futebol

Quis também o destino que o ouro fosse proporcionado por uma vitória sobre a Alemanha, país que derrotou o Brasil por 7 x 1 na semifinal do Mundial de 2014, no Brasil. O feito de agora passou longe de ser encarado pelos brasileiros como uma revanche para o fiasco de dois anos atrás. Um dos motivos é o de a seleção olímpica alemã ter em seu elenco somente um jogador que estava presente no Mundial, o zagueiro reserva Mathias Gunter. Mas esse foi um ingrediente a mais para incrementar o sabor de ganhar em casa um título há muito sonhado.

A perseguição ao ouro olímpico, último grande título internacional que faltava ao Brasil no futebol, ganhou contornos de obsessão nas últimas décadas, sentimento que acabou catalisado nestes Jogos Olímpicos, pelo fato do elenco jogar em casa, na primeira Olimpíada na América do Sul.

História começa em Helsinque

O Brasil estreou nos Jogos Olímpicos em 1952, em Helsinki, quando ficou em quinto lugar, após uma derrota nas quartas de final justamente para a Alemanha. Desde então foram conquistados dois bronzes, em Atlanta (1996) e Pequim (2008). As pratas foram fruto de três derrotas em finais: em Los Angeles para a França, em 1984; em Seul para a União Soviética, em 1988; e em Londres para o México, em 2012.
Foram necessárias portanto quatro finais para que os jogadores brasileiros finalmente pendurassem o ouro no pescoço, numa competição que ao longo dos anos ficou marcada pela zebra, tendo como medalhistas no passado países sem nenhuma chance em Copas do Mundo, como Bulgária, Suíça, Japão e Camarões.

O fenômeno se deve à restrição imposta pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) e pela Federação Internacional de Futebol (Fifa), que permitem a participação nos Jogos somente de atletas abaixo dos 23 anos, com três exceções para cada país. A medida serve para amenizar o protagonismo midiático do futebol sobre outros esportes e equilibrar o torneio, ao contribuir para a ausência de grandes craques.

Uma dessas zebras foi a marcante derrota dos brasileiros para a Nigéria na semifinal de 1996, em Atlanta, quando a seleção era comandada por Zagalo e tinha os astros Bebeto, Ronaldo e Rivaldo na dianteira. O Brasil marcou um gol de falta logo nos primeiros dois minutos e terminou o primeiro tempo vencendo por 3 x 1. Mas a equipe derreteu na segunda etapa, cedendo o empate no tempo regulamentar. Na prorrogação, tomou o gol de ouro. Na disputa pelo bronze, o time se recuperou, goleando Portugal por 5 x 0.

Primeria medalha

A primeira medalha pode também ser considerada uma zebra, pois surgiu quando ninguém esperava. A prata em Los Angeles (1984) foi conquistada por um time formado sem o apoio da CBF, com um elenco composto por jogadores quase que exclusivamente do clube gaúcho Internacional, incluindo Gilmar Rinaldi e Dunga, e comandado por um técnico novato, Jair Picerni. Acabaram perdendo a final por 2 x 0 para a França.

Nos Jogos seguintes, em Seul (1988), a história era outra. Treinado pelo experiente Carlos Alberto Silva, o elenco contava com astros que viriam a ser tetracampeões mundiais com a amarelinha, entre eles o goleiro Taffarel e os atacantes Bebeto e Romário. Mais uma decepção na final, com derrota de 2 x 1 para a União Soviética.

Eliminado na primeira fase em Roma (1960), Tóquio (1964) e Cidade do México (1968), o Brasil sequer se classificou para Barcelona (1992). Mas seria em Sidney (2000) que a canarinha protagonizaria talvez a maior decepção de sua trajetória olímpica, ao ser eliminada novamente por um gol de ouro, dessa vez por Camarões, na quarta de final. O fiasco custou o cargo de Vanderlei Luxemburgo como técnico, e a seleção voltaria a ficar fora de uma Olimpíada na edição seguinte, em Atenas (2004).

Jogos de Pequim e Londres

Em Pequim (2008), sob o comando de Dunga e tendo Ronaldinho Gaúcho como capitão, a seleção brasileira voltaria ao pódio, conquistando o bronze sobre a Bélgica após ter perdido a semifinal para a bicampeã olímpica Argentina. Mas seria em Londres (2012) que uma nova decepção marcaria o Brasil: depois de chegar sem dificuldades à final, o time perdeu para o México por 2 x 1.

Para chegar ao tão sonhado ouro, Neymar e companhia superaram toda a carga pesada de decepções passadas da seleção em Olimpíada e em torneios internacionais disputados no Brasil. Ao fim, eles conseguiram se recuperar de um início de campanha apático e deram finalmente ao torcedor o direito gritar “É campeão” a plenos pulmões em casa, no Maracanã.

Edição: Aécio Amado

agosto 20, 2016 Posted by | esportes | , , , , , | 1 Comentário

Alison e Bruno conseguem quinta medalha de ouro do Brasil

Ivan Richard – Repórter da Agência Brasil
Alison e Bruno vencem italianos e conquistam quinto ouro para o Brasil
Alison e Bruno vencem italianos por 2 sets a 0Reuters/Adrees Latif/Direitos Reservados

Em um jogo impecável, a dupla de vôlei de praia Alison e Bruno Schmidt conquistou hoje (19) a quinta medalha de ouro para o Brasil na Rio 2016. Sem dar chances para os italianos Nicolai e Lupo, os brasileiros venceram por 2 sets a 0 em 45 minutos de jogo.

Sob chuva, os italianos começaram um pouco melhor a partida, chegando a abrir quatro pontos de vantagem. Com bloqueios espetaculares de Alison e defesas incríveis de Bruno, os brasileiros viraram o jogo e fecharam o primeiro set por 21 a 19.

Mais equilibrado, o segundo set começou a ser decido depois do 14º ponto, quando os brasileiros empataram, passaram a frente e fecharam o jogo por 21 a 17.

Com a medalha do vôlei de praia, o Brasil sobe quatro posições no quadro geral de medalhas, ficando na 13ª colocação, com cinco ouros, cinco pratas e cinco bronzes, em um total de quinze medalhas. 

Edição: Fábio Massalli

Agência Brasil

Vela consegue quarta medalha de ouro

agosto 19, 2016 Posted by | esportes | , , , , , | 1 Comentário

Martine Grael e kahena kunze conquistam o quarto ouro para o país

Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil
Martine Grael e Kahena Kunze
Martine Grael e Kahena KunzeReuters/Benoit Tessier/Direitos Reservados 

As brasileiras Martine Grael e Kahena Kunze conquistaram o ouro na classe 49er FX da vela. Após dez regatas, elas chegaram à regata da medalha em segundo lugar na classificação geral, mas conseguiram garantir o lugar mais alto do pódio quando terminaram em primeiro a última regata de hoje (18).

Matine é filha de Torben Grael, que conquistou cinco medalhas olímpicas. Formando dupla com Kahena, ela foi campeã mundial em 2014 e prata nos Jogos Pan-Americanos 2015 na classe 49er FX. Elas fazem sua estreia em olimpíadas no Rio.

A prata ficou com as neozelandensas Alex Maloney e Molly Meech e o bronze com Jena Hansen e Katja Steen Salskov-Iversen, da Dinamarca.

Olimpíadas 2.016

Olimpíadas 2.016

Mais cedo, Ana Luiza Barbachan e Fernanda Oliveira chegaram em quarto lugar na última regata da classe 470. Com o resultado, elas terminaram em oitavo lugar na classificação geral.

Esse foi o segundo melhor resultado das velejadoras nesses jogos; nas dez primeiras regatas, elas não passaram do quinto lugar, exceto na regata 5, quando alcançaram o segundo melhor tempo. Entretanto, isso não foi suficiente para conquistar uma medalha na classe 470.

A Grã-Bretanha ficou com a medalha de ouro, a Nova Zelândia com a prata e a França levou o bronze.

Na vela, os atletas devem completar um número específico de voltas no menor tempo. O percurso é determinado por boias. As competições de vela são divididas em uma série de regatas e os atletas acumulam pontos de acordo com a colocação em cada uma delas; a última é a regata da medalha.

Este foi o último dia das provas da vela nos Jogos Olímpicos do Rio. A medalha conquistada hoje na classe 49er FX feminino foi a única do Brasil na modalidade.

Edição: Carolina Pimentel

Boxe brasileiro consegue a terceira medalha de ouro do país

agosto 18, 2016 Posted by | esportes | , , , , | 1 Comentário

Olimpíadas 2.016 – Boxe brasileiro é ouro

Ivan Richard – Repórter da Agência Brasil
Robson Conceição ganha o primeiro ouro para o boxe do Brasil
Robson Conceição ganha o primeiro ouro para o boxe do BrasilReuters/Peter Cziborra/Direitos Reservados

O brasileiro Robson Conceição fez história e conquistou hoje (16) a primeira medalha de ouro do boxe brasileiro em olimpíadas e o terceiro ouro do Brasil na Rio 2016. Por decisão unânime dos juízes, o lutador baiano derrotou o francês Sofiane Oumiha.

Relaxado na luta, Conceição não deu chances para o francês e levou a torcida presente no Pavilhão 6 do Riocentro ao delírio. Antes mesmo do fim da luta, os torcedores já gritavam “é campeão”.

No primeiro round, os três juízes deram a vitória ao brasileiro. No segundo, dois dos três árbitros deram 10 a 9 para Conceição, mesmo resultado do terceiro e último round.

Agência Brasil

Brasil ganha primeiro ouro nas Olimpíadas 2.016

Thiago Silva ganha ouro nas Olimpíadas 2.016

 

agosto 16, 2016 Posted by | esportes | , , , , | 1 Comentário

Thiago Silva ganha ouro no salto com vara

Da Agência Brasil
Thiago Silva conquista ouro e bate recorde olímpico no salto com vara
Thiago Silva conquista ouro e bate recorde olímpico no salto com vara. Reuters/Gonzalo Fuentes/Direitos Reservados

O brasileiro Thiago Braz da Silva, 22, conquitou a medalha de ouro e bateu o recorde olímpico no salto com vara masculino em uma emocionante disputa contra Renaud Laevilleni na final da prova. A prova atrasou em função da chuva no Estádio Olímpio Newton Santos e a final terminou às 23h55.

Thiago e Laevilleni empataram com 5,93 metros para chegarem à disputa do ouro. Na disputa do ouro, Laeville conseguiu 5,98 m e o brasileiro o superou com 6,03 m. O francês fez seu último salto tentando superar Thiago saltando para 6,08 em sua última tentativa, mas não conseguiu e ficou com a prata.

Edição: Fábio Massalli

agosto 16, 2016 Posted by | esportes | , , , , , | 1 Comentário

Rafaela ganha primeiro ouro no judô

agosto 8, 2016 Posted by | esportes | , , , , , , | Deixe um comentário

Olimpíadas 2.016 – Brasil ganha primeira medalha

Felipe Pontes – Repórter da Agência Brasil
Felipe Wu comemora a medalha de prata na prova de pistola de ar 10 metros
Rio de Janeiro – Felipe Wu comemora a medalha de prata na prova de pistola de ar 10 metrosValdrin Xhemaj/Agênci Lusa/Direitos Reservados

O tiro esportivo, modalidade que rendeu a primeira medalha do Brasil em Olimpíadas, deu aos brasileiros também a sua primeira nos Jogos Olímpicos Rio 2016 para Felipe Wu, que ficou com a prata na final da prova de pistola de ar 10 metros.

Wu, que chegou aos Jogos como número um do ranking mundial, superou o chinês Wei Pang, que terminou com o bronze. O vietnamita XuanVinh Hoang conquistou o ouro, na prova disputada no Centro Olímpico de Tiro, no Parque de Deodoro.

A primeira medalha do Brasil em Olimpíada foi conquistada no tiro esportivo por Afrânio da Costa nos Jogos Olímpicos de 1920, na Bélgica.

Edição: Lílian Beraldo

agosto 6, 2016 Posted by | esportes | , , , , , | 1 Comentário

Brasil ganha segunda medalha de ouro em londres

medalha de ouro

Arthur Sanetti

Num país cheio de contradições, parece natural que nossa passagem pelas olimpíadas seja contraditória. Enquanto nossos atletas favoritos ao ouro, são eliminados das competições, boas surpresas surgem.

A primeira medalha de ouro brasileira, com Sarah Menezes, foi mais que merecida. O Brasil tem bons atletas e o judô brasileiro é considerado um dos melhores do mundo, mesmo quando não consegue nenhuma medalha de ouro.

Hoje, quando eu vi os obstáculos do hipismo, caindo sozinhos, enquanto o cavalo do brasileiro parecia irreconhecível, lembrei-me do filme de James Bond.

A ficção não me preocupa tanto quanto a realidade, quando Rodrigo pessoa recebeu sua medalha, anos depois de ganhá-la; o dispositivo eletrônico que se negava a reconhecer a medalha de prata de Gustavo Borges; a estúpida, suspeita e polêmica interrupção da maratona de Wanderlei Cordeiro de Lima. É difícil não observar que os atletas brasileiros que foram campeões mundiais, tiveram participações insignificantes em olimpíadas.

As olimpíadas parecem um evento aberto à participação de todos, mas com um clube fechado privilegiando alguns países, especialmente os anfitriões.

Se fôssemos falar só do futebol brasileiro em olimpíadas, já daria para escrever uma enciclopédia. Os pentacampeões nem sabem o que é o sabor de uma medalha de ouro.

Por isso, hoje, a medalha ganha por Arthur Zanetti teve um valor especial, mil vezes maior que o real. A rigidez dos juízes da ginástica foi favorável ao Brasileiro Zanetti, que não só executou exercícios perfeitos, como conseguiu surpreender até a si mesmo.

O Brasil chegou a sonhar com a medalha de ouro, quando Daiene dos Santos era a favorita, ou enquanto Diego Hypolito transformava os ginastas brasileiros em celebridades respeitáveis no mundo inteiro, mas nas olimpiadas…

Fora esses dois gigantes da ginástica, os torcedores brasileiros eram humildes em sonhar com pelo menos uma medalha de bronze, tanto no geral individual, quanto nas próprias argolas, onde o Brasileiro já vinha se destacando. Eu, pessoalmente, preferi torcer sem pretensões.

Essa medalha de ouro nas argolas, é a medalha de ouro que esperamos do Diego e da Daiane, medalha que demorou mas que finalmente veio.

Enquanto isso, o Brasil continua sofrendo onde é favorito, no vôlei de praia. Perdeu, até essa segunda-feira, duas de suas quatro duplas que almejavam as duas cobiçadas medalhas de ouro.

Emanuel pode ter estátuas na Itália, Suíça e Inglaterra, mas parece que os adversários não estão respeitando a sua reputação de lenda desse esporte. A dupla conseguiu se classificar para as semifinais, quase com uma final antecipada, numa partida duríssima.

No boxe feminino, depois de mais de quarenta anos, uma mulher, Adriana Araújo, reascende o sonho de ganharmos uma medalha de ouro – é, porque o bronze ela já garantiu. Outro bronze, no boxe, foi garantido por esquiva Falcão, de uma tradicional família de boxeadores.

Inusitada foi a rodada de basquete masculino, onde a Espanha supostamente entregaria o jogo para o Brasil para escapar dos americanos, foi o que aconteceu. Apesar de vencer o jogo, o Brasil deverá jogar contra a Argentina e EUA.

Competir está deixando de ser tão importante para os sofridos atletas brasileiros, agora eles querem mais, querem vencer. Competir passou a ser uma grande perda de tempo, afinal as olimpíadas são jogos para ganhar ou perder e quem está a fim de perder?

By Jânio

Sarah Menezes ganha primeiro ouro em Londres

agosto 7, 2012 Posted by | esportes | , , , , , , | 3 Comentários

   

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