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Obras de H G Wells passam a ser de domínio público este ano

homem contra um robô

Máquina Assassina

Líria Jade – Repórter da Agência Brasil

As obras de H.G. Wells, Gertrude Stein e do brasileiro Príncipe Pretinho passaram a ser de domínio público a partir de 1º de janeiro, ou seja, podem ser copiadas, reproduzidas e remixadas sem restrições de direitos autorais nem necessidade de pagamento ou autorização.

Tradicionalmente, o primeiro dia do ano marca a passagem de novos conteúdos à lista de domínio público. Em geral, os países tornam uma obra pública no primeiro dia do ano seguinte em que se completam 50 ou 70 anos da morte do autor.

No Brasil, os direitos patrimoniais do autor duram por 70 anos, contados de 1° de janeiro do ano subsequente ao falecimento do autor. Além das obras em que o prazo de proteção aos direitos excedeu, também pertencem ao domínio público as de autores falecidos que não tenham deixado sucessores e as de autor desconhecido, ressalvada a proteção legal para os conhecimentos étnicos e tradicionais.

Domínio público, no direito da propriedade intelectual, é o conjunto de obras culturais, de tecnologia ou de informação (livros, artigos, obras musicais, invenções e outros) de livre uso comercial porque não são submetidas a direitos patrimoniais exclusivos de alguma pessoa física ou jurídica, mas que podem ser objeto de direitos morais.

Em 2015, “O pequeno príncipe”, de Antoine de Saint-Exupéry, entrou em domínio público. Já em 2016, a morte de Mário de Andrade completou 70 anos e clássicos como Macunaíma ficaram livres de direitos autorais.

Veja a lista de alguns autores e artistas cujas obras foram liberadas em 2017:

H. G. Wells

Herbert George Wells é um dos pioneiros na literatura de ficção científica. Nascido em 1866, o britânico H. G. Wells imortalizou-se em obras como A máquina do tempo (1895), A Ilha do Dr. Moreau (1896), O homem invisível (1897) e A guerra dos mundos (1898). Wells projetava visões de  futuro e realidades alternativas baseadas no progresso científico. Ele tratou de vários temas que mais tarde se tornariam centrais nesse tipo de literatura: a viagem no tempo, a invasão alienígena, a manipulação biológica, a guerra total e a invisibilidade. Ao lado de Jules Verne e Hugo Gernsback, Wells é considerado um dos pais da ficção científica.

André Breton

Autor do primeiro Manifesto Surrealista, de 1924, André Breton foi um escritor e ativista anarquista e antifascista francês. Em suas obras, ele abordou diversos temas políticos com viés de esquerda, com textos marcados por sarcasmo. Próximo de vários artistas, Breton foi um dos responsáveis pela popularização dessa corrente artística e por sua conceituação teórica. Publicou vários ensaios e livros de poesia.

Gertrude Stein

A escritora americana de origem judaica foi uma das mais importantes expoentes do movimento modernista. Nascida em 1874, Gertrude Stein tinha em seu círculo de amizades personalidades como Ernest Hemingway, Pablo Picasso e Henri Matisse. Stein criava parágrafos completos sem nenhuma descontinuação. Suas primeiras narrativas, como O Modo de Ser dos Americanos (1906) e Três Vidas (1909), apresentavam recursos textuais considerados por muitos como uma escrita automática, que inspiraria a futura prosa experimental. Lésbica, Stein explorava o tema da sexualidade em obras consideradas avançadas para sua época. O poema Miss Furr and Miss Skeene é considerado um dos primeiros a expor abertamente sua opção sexual. Seu livro Autobiografia de Alice B. Toklas alcançou sucesso inesperado e se tornou uma das obras fundamentais do século 20.

Mina Loy

A artista, poeta e escritora britânica foi uma das autoras do Manifesto Feminista, escrito em 1914. Publicou livros de poesia, roteiros, ensaios e fez ilustrações (usando, principalmente, a técnica de colagem). Entre seus admiradores estão T. S. Eliot e Gertrude Stein. Foi ligada a movimentos como o Futurismo, quando vivia em Florença, e publicou poemas como Aforismos sobre o Futurismo (1914) e ao Dadaísmo. Em Nova York publicou em revistas editadas pelo artista e poeta Marcel Duchamp e pelo poeta e crítico Walter Conrad Arensberg.

D. T. Suzuki

O japonês Daisetz Teitaro Suzuki, conhecido como D. T. Suzuki, é considerado por muitos o maior responsável pela popularização do zen-budismo no Ocidente, apesar de não ser monge. É autor de obras populares como Introdução ao Zen Budismo (1934) e Manual do Zen Budismo (1934). D. T. Suzuki lecionou na Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, e traduziu obras em japonês, chinês e sânscrito. Venceu o Nobel da Paz em 1963.

Frank O’ Hara

Poeta, dramaturgo e crítico, Frank O’Hara teve mais de 20 livros publicados. Nos anos 1960, foi curador do Museu de Arte Moderna de Nova York, mas abandonou o cargo para dedicar-se integralmente à literatura. Parte da poesia do autor foi publicada em colaboração com artistas visuais e obras suas escritas em verso foram criadas para o teatro, representadas em teatros de vanguarda.

Príncipe Pretinho

José Luiz da Costa, o Príncipe Pretinho, nasceu no Rio de Janeiro, foi um personagem que incentivou a carreira de outro grande nome da música popular brasileira, Herivelto Martins. O compositor brasileiro foi um dos mais importantes da cena carioca dos anos 1930. Teve canções regravadas por Ataulfo Alves, Dalva de Oliveira, Francisco Alves e Nelson Gonçalves, entre outros.

Buster Keaton

Buster Keaton, nome artístico de Joseph Frank Keaton Jr., foi um ator e diretor americano de comédias mudas, considerado o grande rival de Charlie Chaplin.

Paul Nash

Paul Nash foi um pintor britânico famoso por seus quadros de guerra e suas paisagens, algumas das quais mostram a influência dos surrealistas e do artista Giorgio de Chirico.

Alfred Stieglitz

Foi pioneiro no uso profissional de pequenas câmeras portáteis e o primeiro fotógrafo a ter suas obras no acervo de importantes museus de Boston, Nova York e Washington. Sua principal fotografia foi O Terminal. Alfred Stieglitz nasceu na Alemanha, onde estudou fotoquímica, mas viveu em Nova York, lugar em que ingressou no movimento pictorialista. Também dedicou-se à divulgação da pintura moderna nos Estados Unidos. Organizou as primeiras mostras de Rodin, Matisse, Toulouse-Lautrec, Cézanne e Picasso. Promoveu ainda jovens pintores americanos, entre os quais Georgia O’Keeffe, com quem se casou. Criou, editou e publicou a revista Camera Work (1903-1917).

Texto atualizado às 20h58 para correção da data de entrada de novos conteúdos em domínino público 

Agência Brasil

janeiro 3, 2017 Posted by | Cinema | , , , , | Deixe um comentário

Carlos Castaneda – A arte do sonhar

sonhos reais

Além dos Sonhos

Carlos César Salvador Arana Castañeda, conhecido apenas comoCarlos Castaneda(Cajamarca ou Juqueri, 25 de dezembro de 1925Los Angeles, 27 de abril de1998), foi um escritor eantropólogo formado pelaUniversidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA); notabilizou-se após a publicação, em 1968, de sua dissertação de mestrado intitulada The Teachings of Don Juan – a Yaqui way of knowledge, lançado no Brasil como A Erva do Diabo.

Carlos Castaneda
Data de nascimento 25 de dezembro de 1925
Local de nascimento Cajamarca ou Juqueri – São Paulo, Peru ou Brasil
Data de morte 27 de abril de 1998 (72 anos)
Local de morte Los Angeles
Ocupação Escritor e antropólogo
Técnica perigosa

Escritor dos Sonhos

Vida e obra

Em 1973 revê os conceitos apresentados na primeira obra em uma versão de sua tese de Phd intitulada Journey to Ixtlan – Lessons of Don Juan (Viagem a Ixtlan). Sua obra consiste em onze livros autobiográficos nos quais relata experiências decorrentes de sua associação com o bruxo conhecido por Don Juan Matus, índio da triboYaquis do deserto de Sonora, no México. Um 13° livro chamadoMagical Passes (Passes Mágicos) foi lançado, inclusive aparentemente destoa do conjunto da obra, parecendo se aproximar mais de um manual prático de aplicação de exercícios corporais de Educação Física, embora não o seja.

A Erva do Diabo, seu primeiro livro, também tese de mestrado, tornou-se um best-seller entre os jovens do movimento hippie e da contracultura, que rapidamente elegeram Castaneda um guru da nova era e formaram legiões de admiradores que queriam, por conta própria, reviver as experiências descritas no livro. Também era bastante relevada no meio acadêmico, sobretudo porque, em seu princípio, tratava-se de uma obra de cunho científico e despertara o interesses de jovens. Muitos o criticaram, pois isto, supostamente apenas atraia jovens para o mundo das drogas e do crime. Uma história curiosa ocorreu nos Estados Unidos após a publicação do livro, um grupo de jovens invadiu uma tribo indígena e roubou sacos com aproximadamente 20kg cada para vender. Os relatos, nunca confirmados, levaram as autoridades uma série de dúvidas referentes ao livro, chegando a ser proibido no Brasil,

Uma controvérsia formou-se em torno de sua figura tanto por parte de admiradores, que queriam encontrar Don Juan pessoalmente e de alguma forma fazer parte do processo de aprendizado, quanto de céticos, que queriam encontrar motivos para desacreditá-lo academicamente, argumentando que o testemunho fornecido em seus escritos era ficcional e apontando a escassez de fontes documentais sobre sua pesquisa de campo junto ao mestre indígena. Castaneda foi procurado pela policia durante a ditadura militar e seus livros foram banidos de entrar no Brasil pelo Governo Federal por acreditarem que o livro dava incentivo aos jovens do do movimento hippie ao uso de drogas, neste caso o cactus Peiote descrito no livro “A Erva do Diabo

Em 1973, no auge de sua fama, a conhecida revista norte-americanaTIME publicou uma extensa matéria de capa sobre o autor. Esta só foi conseguida depois de muita insistência junto aos agentes literários do autor que, inclusive, imploraram para Castaneda posar para fotos em ângulos parciais, o que sempre evitava a todo custo. A abrangente matéria notabilizou-se por publicar o resultado de uma suposta investigação envolvendo a biografia de Castaneda antes da fama, e tinha entre seus objetivos implícitos e explícitos, o propósito de retratá-lo como um mentiroso. A reportagem alega que Castaneda eraperuano, nascido na andina cidade de Cajamarca. A reportagem cita amigos da terra natal e mesmo uma irmã de Castaneda falando sobre traços da personalidade de Castaneda, como alguém dono de imaginação fértil e entregue ao vício do jogo e das drogas. Segundo ela, Castaneda seria filho de um relojoeiro e teria nascido no ano de 1925. Aos 24 anos, em 1951, teria decidido imigrar para os EUA após a traumática morte da mãe, assassinada por seu pai e assistida por Casataneda em seus seis anos de vida. No livro de entrevistas Conversando com Carlos Castaneda, da jornalista Carmina Fort, Castaneda, décadas depois, lamenta a decisão da TIME de publicar estes dados, que teriam sido inseridos porque ela “precisava de uma história”. O autor ironiza o esforço da matéria em situar sua ascendência junto a índios sul-americanos.

Como relata em entrevista para Sam Keen, pensando em ir para o curso de antropologia, buscava a publicação de um paper para dar início à carreira acadêmica. Havia lido e escrito um pequeno ensaio sobre o livro de Aldous Huxley, As Portas da Percepção, que havia celebrizado no mundo ocidental os efeitos psicotrópicos da mescalina,alcalóide alucinógeno presente em grandes quantidades no botão do cacto de peiote, que era usado de forma ritual por vários povos indígenas americanos. Pesquisou o tema das plantas medicinais em livros como o de Weston La Barre, O ritual do peiote e partiu para o trabalho de campo no sudoeste da Califórnia. Foi então para o estado de Arizona, onde conheceu o índio bruxo conhecido como Don Juan Del Peiote. Este viria a ser seu guia, e é personagem central nos livros autobiográficos que escreveu. O encontro com o índio foi um episódio marcante, que é recontado várias vezes na sua obra. Numa estação rodoviária, indicado por um colega da faculdade, Castaneda aproximou-se e apresentou-se como especialista em peiote, convidando o índio a lhe conceder entrevista. Como não sabia virtualmente nada a respeito do cacto, segundo relata, Don Juan teria captado sua mentira e devolvido-a com um olhar. Este olhar foi bastante significativo, pois Castaneda, normalmente um homem falante e extrovertido, ficou sem ação e tímido ao ser perscrutado. Nas explanações posteriores, diz que Don Juan o havia capturado com o olhar mostrando-lhe o nagual, pois havia percebido que Castaneda poderia ser o homem que ele procurava para lhe passar seu conhecimento. Depois de mais alguns encontros, Don Juan lhe anuncia sua decisão e decide levá-lo a experimentar as plantas medicinais que Castaneda tanto pedia.

Aos poucos o jovem ocidental e acadêmico foi sendo posto ao encontro de experiências cognitivas que desafiavam o poder de explicação de sua razão, sendo forçado finalmente a mudar toda a sua concepção de mundo em prol das novas explicações que o mestre lhe fornecia e que ia compreendendo, gradualmente. Como explica no sexto livro, O Presente da Águia, o sistema de interpretações e crenças que se dispôs a estudar terminou por engalfinhá-lo, ao se revelar tão ou mais complexo que o sistema “ocidental” de interpretações do mundo.

Livros

  • A Erva do Diabo (The Teachings of Don Juan: A Yaqui Way of Knowledge – 1968)
  • Uma Estranha Realidade (A Separate Reality: Further Conversations with Don Juan – 1971)
  • Viagem a Ixtlan (Journey to Ixtlan: The Lessons of Don Juan – 1972) Tese de PhD de Castaneda na UCLA em 1973 Título: “Sorcery: A Description of the World”
  • Porta Para o Infinito (Tales of Power – 1975)
  • O Segundo Círculo do Poder (The Second Ring of Power – 1977)
  • O Presente da Águia (The Eagle’s Gift – 1981)
  • O Fogo Interior (The Fire from Within – 1984)
  • O Poder do Silêncio (The Power of Silence: Further Lessons of Don Juan – 1987)
  • A Arte do Sonhar (The Art of Dreaming – 1993)
  • Readers of Infinity: A Journal of Applied Hermeneutics – 1996 – Diários do trabalho de Castaneda com suas discípulas ainda não traduzido.
  • Passes Mágicos (Magical Passes: The Practical Wisdom of the Shamans of Ancient Mexico – 1998)
  • O Lado Ativo do Infinito (The Active Side of Infinity – 1999)
  • A Roda do Tempo (The Wheel Of Time : The Shamans Of Mexico – 2000) – uma antologia de citações comentadas.

Outros autores

  • Sonhos Lúcidos: uma iniciação ao mundo dos feiticeiros (Being-in dreaming) (Florinda Donner) [1991]
  • A Bruxa e a Arte do Sonhar (The Witch´s dream) (Florinda Donner-Grau) [1998]
  • Travessia das Feiticeiras (The Sorcerer’s Crossing: A Woman’s Journey) (Taisha Abelar) [1992]
  • Pelo Caminho do Guerreiro (Ana Catan) [1993]
  • Encontros com o Nagual (Encounters With The Nagual) (Armando Torres) [2004]
  • Os Ensinamentos de Don Carlos (The Teachings of Don Carlos) (Víctor Sánchez) [1995]
  • Conversando com Carlos Castaneda (Conversations With Carlos Castaneda) (Carmina Fort) [1995]
  • O Caminho do Nagual (Roberto Carriconde) [2013]
  • Aprendiz de Feiticeiro: minha vida com Carlos Castaneda (The Sorcerer’s Apprentice: My Life with Carlos Castaneda) (Amy Wallace) [2003]
  • Carlos Castaneda e a Fresta entre os Mundos (Vislumbres da Filosofia Ānahuacah no Século XXI) (Luis Carlos de Morais Junior) [2012]
  • O Domínio da Consciência (Compilação dos Ensinamentos de Juan Matus, apresentados por Carlos Castañeda em seus doze livros) (Flórion) [ano]
  • O xamanismo de Carlos Castaneda: apropriação, ruptura ou continuidade? (Nelson Neraiel) Bia Labate Julho 2011
  • Entrevista Revista Time, de março de 1973, capa

Fonte: Wikipedia

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Anne Rice – A mãe dos vampiros do cinema

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Percepção do nada

setembro 21, 2015 Posted by | Arquivo X | , , , , , | Deixe um comentário

Anne Rice – A mãe dos vampiros do cinema

curiosidades sobre Anne Rice

Escritora de Vampiros

Howard Allen O’Brien,mais conhecida comoAnne Rice (Nova Orleães, 4 de outubro de1941) é uma escritoranorte-americana, autora de séries de terror efantasia.

Ela mesma escolheu ‘Anne’ como primeiro nome, ao entrar na escola. Em 1956 perdeu a mãe, Katherine, e dois anos depois, com o pai casado novamente, a família mudou-se para a cidade de Richardson, noTexas, onde Anne conheceu seu futuro marido, o poeta e pintor Stan Rice, já falecido.

Nome completo Howard Allen O’BrienData de nascimento4 de outubro de1941 (73 anos)

Local de nascimento – New Orleans, Luisiana

 Estados UnidosNacionalidade Norte-americanaGénero(s)Literatura gótica, erotismo,literatura cristã, fantasia,terror

Pseudónimo(s)Anne Rice, Anne Rampling, AN Roquelaure

Ocupação – Escritora

Grupo étnico – Branca

Educação – Bacharelado em Humanidades

Alma mater – San Francisco State University

Período de atividade – 1976

presenteReligião – Católica

Movimento – Humanismo secularMagnum opusThe Vampire Chronicles (série) (1976-2003)

Cônjuge – Stan Rice (1942-2002)FilhosMichelle Rice (1966-1972)Christopher Rice

Influências – Stan Rice, Charles Dickens, Virginia Woolf,Ernest Hemingway,William Shakespeare,Bram Stoker, Richard Matheson

Influenciados – Christopher Rice  –

Página oficial – http://www.annerice.com

História

Em seus livros, invariavelmente apresenta os seus vampiros como indivíduos com paixões, teorias, sentimentos, defeitos e qualidades, tal como os seres humanos, mas, com a diferença de terem que lutar pela sua sobrevivência por meio do sangue de suas vítimas e sua própria existência que, para alguns deles, é um fardo a ser carregado através das décadas, séculos e até mesmo milênios.

Seu livro de maior sucesso é “Entrevista com o vampiro”. Anne relata que escreveu esse livro em apenas uma semana, após a morte de sua filha por leucemia, retratada na personagem Cláudia. Entrevista com o Vampiro foi para as telas dos cinemas, sendo que Anne escreveu o roteiro e acompanhou de perto a produção. A decepção da autora foi quanto à escolha do ator para o personagem Lestat (Tom Cruise), sendo divulgado que ela o considerava apenas um rosto bonito, sendo sua preferência o ator Rutger Hauer (inclusive no livro A História do Ladrão de Corpos, através de uma fala de Lestat, ela indica isto).

Já no segundo filme, “A Rainha dos Condenados”, Anne não teve qualquer participação em nenhuma etapa de sua produção, o que pode explicar a pouca repercussão que o filme obteve e as extremas “licenças” poéticas que os produtores tomaram a liberdade de fazer descaracterizando pontos importantes da saga dos vampiros.

Em 2005, Rice anunciou que, após o falecimento de seu marido Stan Rice, deixaria de escrever obras sobre vampiros, bruxas e outros seres fantásticos e se dedicar a outros tipos de gêneros literários.

Em Christ The Lord: Out of Egypt, lançado em 2005, Rice despede-se dos seus temas habituais para escrever um retrato curioso de umJesus aos sete anos de idade, partindo do Egito com a família, para voltar para sua casa em Nazaré.

Livros Publicados

Série Crônicas Vampirescas

Série Novos Contos de Vampiros

Série Bruxas Mayfair

Série Bela Adormecida

(todos como A. N. Roquelaure)

Série Cristo Senhor

Série Songs of the Seraphim

Série The Wolf Gift Chronicles

  • The Wolf Gift (2013) – A Dádiva do Lobo
  • The Wolves Of Midwinter (2013) – Os Lobos da Invernia

Romances únicos

Autobiografia

  • Called Out of Darkness (2008)

Ligações externas

O Wikiquote possui citações de ou sobre: Anne Rice
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Fonte; Wikipedia

Homero ou Troia – Quem é a lenda

007 – A maior produção do cinema

Gestado – Choque de raças

setembro 15, 2015 Posted by | Cinema, curiosidades | , , , , | 1 Comentário

Histórias brasileiras que viraram filmes em Hollywood

best sellers brasileiros

Brasil em Hollywood

A crítica, não especializada, tem reclamado da mania da mídia brasileira só dar valor as obras nacionais, quando essas já conseguiram o seu valor lá fora. Isso não tem acontecido há pouco tempo não, já é um problema antigo.

Muito tempo antes, de Jorge Amado, em 1.971, Hall Bartlett filmava a primeira adaptação para o cinema de capitães de areia, com o título de “The sandpit generals”, além desses, o filme ainda foi apresentado ao público com os títulos de “The Defiant” e “The Wild Pack “.

Como era de se esperar, o filme, uma produção independente, não foi muito popular nos EUA, talvez isso explique o fato de ter sido exibido com três títulos diferentes.

O motivo da rejeição ao filme é bastante óbvia, no centro do capitalismo, a obra  de Jorge Amado, com tendências socialistas, teve sorte de não ter sido queimada em praça pública.

A história dos meninos abandonados que se unem para sobreviver, em meio a pobreza e conflitos com a polícia, rodou o mundo e se tornou um grande sucesso na Rússia. Mesmo sem ganhar nenhum prêmio, nos festivais em que participou, tornou-se uma referência.

Na produção independente, a presença do brasileiro Dorival Caymmi, músico consagrado nos Estados Unidos, é notável.

Para quem quiser conhecer o filme em inglês, é possível encontrar “The sandpit generals” no site www.filestube.com é só fazer uma busca.

Outro filme destacado, baseado na obra de Jorge Amado, é “Dona Flor e seus dois Maridos”. A história da viúva Dona Flor, que traz seu marido da morte, já que o seu recatado novo marido parecia não ter o jeito de malandro do falecido.

A trama atinge o ponto alto quando o espírito do morto volta, sendo visto, e sentido, apenas pela viúva.

Esse filme também foi refilmado nos EUA com o título de “Kiss Me Goodbye”, ou “Meu Adorável Fantasma”.

Com esse filme, Sally Field foi indicada  ao Globo de Ouro. Além de Sally Field, o filme ainda traz no elenco nomes consagrados como James Caan  (no papel de Vadinho) e Jeff Bridges (no papel do novo marido da viúva).

Na versão americana, a história ganhou mais ritmo e foi adaptada para a maior região metropolitana do mundo, New York.

Apesar de a autora dos livros de Harry Potter ter dito a um repórter brasileiro “Se há escritores no Brasil eu desconheço”, parece que o carisma Baiano é universal, porque o novo escritor a atingir recordes de vendas, é um brasileiro, um novo baiano.

Claro que seu sucesso não é tão novo assim, seu grande fã era Bill Clinton, quando esse ainda era presidente. A novidade foi o recente filme que percorreu todos os festivais de cinema, baseado em sua obra “Verônica resolve morrer”.

Notem que não é só no cinema que os baianos fazem tanto sucesso, na música os brasileiros mais famosos nos EUA, e em outros países também,  são os baianos, e não é só para cantar para a colônia brasileira não.

Paulo Coelho é um fenômeno de vendagens de livros no Brasil a pelo menos duas décadas, mas não demorou para que atingisse todo o mundo.  Com fãs pelo mundo inteiro e com seu livro Verônica decide morrer, ele cria uma ideia nova  e original.

Talvez seu livro não seja brilhante, mas é popular, assim como Jorge Amado, Caymmi, Caetano e tantos outros que fazem sucesso pelo mundo afora, Paulo coelho atingiu o ponto máximo que um escritor latino americano pode atingir.

Agora saberão que há escritores no Brasil, não só no Brasil mas no mundo todo.

Verônica, o livro, foi adaptado e virou um filme com uma atriz popular, a atriz Sarah Michelle Gellar.

Quando assisti ao filme “Segundas intenções”, com Sara, fiquei pensando: “…mas esse filme não é brilhante, não tem uma boa história, nenhuma idéia para se tirar, então porque ele me atrai tanto?”

A resposta é que o filme “Segundas intenções” mostrava o ambiente da adolescência de uma maneira que era difícil ser mais realista, com falsidades, tendências ao suicídio e tudo o que é próprio dos jovens.  Assistir ao filme é como reviver a adolescência, sem nunca querer voltar no tempo.

Com a adaptação de “Verônica decide morrer”, a atriz Sarah Michelle Gellar, novamente encarna uma personagem que, apesar de ter vinte e poucos anos, vive um drama típico da adolescência, a vontade de morrer. A ideia do médico, para curar a paciente, é totalmente original e criativa, ideal para um filme adolescente.

Fontes: Wikipedia.

Texto: Jânio

julho 17, 2010 Posted by | Cinema | , , , , , , , , , , , , , | 11 Comentários

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Para ler esses e outros livros de domínio público, acesse:

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junho 5, 2010 Posted by | downloads | , , , , , , , , , , , | 4 Comentários

   

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