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Pânico na prefeitura

ameaça de bomba

Bomba na prefeitura

Dois homens conversavam calmamente, quando um fofoqueiro ouviu a frase: “Agora a bomba está dentro da prefeitura, o outro prefeito saiu e deixou e deixou a bomba lá.”

O fofoqueiro saiu em disparada e espalhou para todo mundo, logo a cidade inteira estava em pânico.

“Logo imaginei que ia dar nisso – dizia uma mulher, em sua janela – essa campanha estava muito violenta, sabia que ia terminar nisso – completou a mulher.”

Não demorou muito para que a polícia isolasse toda a área, ninguém mais podia passar por ali. Alguns rezavam, outros choravam, dizendo que era o sinal dos tempos e que ninguém mais estaria seguro na cidade.

Foi quando um homem passou calmamente pelo cordão de isolamento, continuou a caminhar, as pessoas gritaram desesperadas: “Não! não vá por aí, a bomba pode explodir!”

Foi quando o homem se voltou e disse: “Eu não mandei vocês votarem nele, eu avisei que ele era uma bomba.”

O homem continuou: “Não se preocupem, esse tipo de bomba só explode em final de mandato, portanto, não se preocupem, está longe dessa bomba explodir.”

By Jãnio

maio 8, 2010 Posted by | Piadas | , , , , , , , , , | 2 Comentários

A lenda de Júlio César

Nasce a lenda

Morte de Julius Caesar

Enquanto César lutava na Gália, os romanos, tanto o Senado quanto Pompeu, esperavam que ele fosse derrotado, assim, a ameaça estaria terminada. O líder gaulês, por sua vez, sabia que deveria aguardar o reforço, com isso, Gália teria 200.000 homens, contra 100.000 de César.

Empolgados com algumas vitórias em embates contra os romanos, os valentes gauleses chamaram seu comandante e convenceram-no a atacar os soldados, antes que o reforço chegasse. O erro custou uma grande derrota de seu exército, poupou o exército de César e mudou o destino da humanidade.

Seu líder foi preso e levado para Roma, para ser exibido como troféu e ser esquartejado pelas mãos da sangrenta e aristocrática sociedade romana, o que chateou enormemente o comandante César. O líder Gaulês chegou a dizer: “Pensei que o poder lhe dava mais escolhas.”

Um grande historiador escreveu que os imperadores eram escravos. César era o maior escravo de Roma, pois tinha que ficar vinte e quatro horas a sua disposição, César era adorado pelo povo de Roma, mas o Senado nunca viu com bons olhos sua ambição.

Com a vitória de César contra os gauleses, Pompeu foi alertado que César dobrara seu prestígio e o número de soldados que eram leais a seu comandante. Pompeu foi aconselhado a reunir as tropas que controlavam todo o vasto império romano. Pompeu foi para a Grécia iniciar a reunião de suas legiões.

Com a morte de Júlia, o laço que unia Pompeu a César foi rompido, por isso César enviou Marco Antônio para discursar, em seu nome, junto ao povo.

Marco Antônio fez mais que isso, chamou o povo para apoiar César contra os interesses do Senado.

Pressionado pelo Senado que o fazia crer que César o queria morto, Pompeu procurava reunir seus exércitos, César, por sua vez, tinha como qualidade principal, justamente, prever os atos de grandes comandantes. Antes que Pompeu conseguisse reunir suas legiões, marchou para Roma, quebrando a tradição, onde soldados armados não poderiam entrar na cidade, o que dava a ideia de golpe.

César fez mais, levou seu braço direito, o fiel Marco Antônio, para proteger sua vida. Deixando Marco Antônio em Roma, partiu em busca de Pompeu.

O Senado, temendo a fúria de César, mais uma vez cedeu e entregou o poder à César.

Pompeu havia ido ao Egito, onde o Rei morrera, deixando dois filhos, um menino, Ptolomeu e Cleópatra.

Contrariando o Senado, Brutus convenceu César a fazer as pazes com Pompeu, seu ex-genro, Brutus também queria Roma unida.

Pompeu foi recebido com honras no Egito, sem notar que era uma emboscada. Pompeu foi morto por seus próprios soldados, no Egito, onde o menino Ptolomeu era mantido no poder, controlado pelo chefe do conselho dirigente.

Quando César entrou no Egito, também foi recebido com honras e um presente, a cabeça de Pompeu.

O sonho de união de Roma começava a desmoronar, foi aqui que a mulher mais conhecida da história do poder político entrou na vida do cada vez mais fragilizado César.

A sedução de Cleópatra o levava esquecer os problemas de Roma e das consequências que essa união representava.

César teve um filho, dessa relação com Cleópatra, mesmo assim o povo continuava com ele. O Senado não gostou de ver César com a herdeira do Egito, que não era sua mulher.

Cleópatra, com dezoito anos, seria a rainha do Egito e quarta mulher de César. César se tornou unanimidade no Senado, todos eram contra ele, culpavam-no pela morte de Pompeu e pelo suicídio de Cato, um dos principais líderes do Senado e da família de Brutus.

O assassinato de Pompeu no Egito; o Suicídio de Cato, tio de Brutus, na África; o casamento de César e Cleópatra; deixaram claro para o Senado que César estava fora de seu controle. Ajudaram as lideranças a criar um motivo para matá-lo.

César foi apunhalado várias vezes, por vários senadores, para que todos os principais líderes do senado ficassem comprometidos entre si. Cassius teria sido o primeiro a apunhalar César, já que era o mais importante líder, desde a o suicídio de Cato, da família de Brutus.

O idealista Brutus, que culpava César pela morte de Catos e Pompeu, hesitou em apunhalar César, ele sabia que a união e a paz de Roma dependia de César. O espanto de César foi grande, já que Brutus era o único dos políticos mais importantes que o apoiava no senado.

“Depois da morte de César, o Império Romano foi abalado por quinze anos de guerra civil, nenhum de seus assassinos sobreviveu mais de três anos após sua morte, nenhum deles morreu de morte natural.

Cassius, o primeiro a apunhalá-lo, se matou com a mesma adaga que ele usou para apunhalar César; Brutus seguiu o destino de seu tio Cato e suicidou-se.

Pórtia, mulher de Brutus, perdeu a sanidade, depois de sua morte. Ela se matou engolindo um carvão em brasa.

Marco Antônio se apaixonou por Cleópatra. Suicidaram-se, quando Augustus, sucessor de César, tentou capturá-los.

O filho de César e Cleópatra foi assassinado, por ordem de Augustus.

Calpúrnia, terceira mulher de César, uma típica representante da aristocracia romana, última mulher legítima de César, foi a última a ver César ainda vivo. Nunca mais se casou.

César, o maior nome da história do poder político, foi morto pelo mesmo poder que ajudou a construir, poder grande demais para um único homem se sustentar, grande demais até para um ditador como Caio Július Caesar.

Fontes:

Filme “Július Caesar”, de Uli Edel.

Filme “A lenda de um Guerreiro”, de Jacques Dorfmann.

Wikipedia.

Texto:

by Jânio

abril 22, 2010 Posted by | curiosidades | , , , , , , , , , | 6 Comentários

O tempo das sombras

tempo sombrio

Muito além dos sonhos

Entre a queda do império romano até os dias de hoje, houve uma época sombria, onde o lado obscuro da mente humana reinava absoluto. Na época da renascença, por exemplo, havia, de um lado, reinos remanescente do, outrora, poderoso império, como Florença, de onde surgiram alguns dos maiores gênios, pensadores e filósofos da história; por outro lado, fora dessas ilhas de prosperidade, haviam povos abandonados à sua própria sorte.

Podemos dizer que os tempos de hoje, nosso sistema, é inspirado no iluminismo, o iluminismo, por sua vez, tem uma forte influência do renascentismo, herdeiros do império romano. E é, justamente, após a queda de Roma que iniciou um período de trevas, onde os alquimistas eram tratados como bruxos, enquanto as ciências ocultas proliferavam pela Europa.

A história do chapeuzinho vermelho, por exemplo, era bem diferente dos dias de hoje. A história era contada como forma de alertar os aldeões para a proteção de suas filhas virgens, para proteger as crianças de estranhos.

Na história original, o lobo mau mata a vovozinha doente, fatia seu corpo, enche a garrafa com o sangue e serve para chapeuzinho vermelho, acompanhado de sua carne.

Como podemos notar, essa foi uma época onde a tradição era tudo o que separava os aldeões do caos total.

A história de Branca de Neve e os Sete anões, foi outra história que teve versões bem mais adultas, onde os sete anões eram substituídos por sete bandidos.

Com o passar dos tempos, as histórias viraram contos de fadas infantis, o paganismo foi proibido, as bruxas queimadas e as ciências ocultas ficaram literalmente ocultas. Algumas ciências ainda são praticadas em forma de sociedades secretas.

Até técnicas mais comuns, como a hipnose, passaram a ser tratadas de maneira infantil, em números circenses. Talvez por isso tenha perdido a credibilidade.

By Jânio

janeiro 2, 2010 Posted by | Web 2.0 | , , , , , , , | 32 Comentários

Homero ou Troia – Quem é a lenda?

Presente de Grego

Homero, ou Hómeros, é um dos poetas, e filósofo, mais antigos da história. Viveu na Grécia antiga e é atribuída a ele duas das mais famosas obras literárias da história.

Através das obras literárias de Homero, Ilíada e Odisseia, pode se ter uma clara ideia do que era a Grécia Antiga, conhecer um pouco da história do mundo.

Segundo a opinião de um grupo separatista, Homero nunca teria existido, seriam apenas uma compilação de vários texto atribuídos a ele. Por outro lado, os historiadores clássicos vêem nas obras literárias, Ilíada e Odisseia, um relato da história da Grécia antiga.

O Poeta Homero, segundo relatos, seria um velho cantor, pobre e cego, que peregrinava pelas cidades; em troca da ajuda do povo, declamava sua poesia.

Homero teria vivido na região de Jônio, onde hoje fica a Turquia,

Segundo os separatistas, Homero nunca teria existido, as obras atribuídas a ele, seriam compilações contadas pelo povo, através dos tempos, dando a idéia de que a verdadeira epopeia deve ser contada pelo povo.

Essa teoria já foi atribuída a Nostradammus, até a Bíblia apresenta conflitos de opiniões, sobre quem realmente escreveu a sagrada escritura; é evidente que foram vários autores.

Enquanto Homero viveu no século VIII a.c, a história da guerra de Troia se passa cerca de 1.300 a 1.200 a.c, no final da idade do bronze,

A guerra começou quando Páris, príncipe de Troia sequestrou a rainha de Esparta, mulher de Menelau.

A guerra durou dez anos, só terminou depois que Odisseu (Ulisses) teve a ideia de deixar um “presente” para os troianos, um enorme cavalo de madeira; em seu interior, soldados gregos desceram, enquanto os espartanos dormiam, e abriram os portões para que os soldados espartanos atacassem e massacrassem o povo de Troia.

A história, lendária para alguns, assim como o autor das obras, Homero, deixou de ser tão lendária assim, quando o alemão Henrich-Schliemann descobriu as ruínas de Troia e Micenas, além de outras cidades, na região citada por Homero.

Os historiadores clássicos consideram as obras de Homero, obras históricas, apesar dos exageros e narrativa em tom mitológico.

A ideia de transformar os heróis, tornados mitos, em seres próximos aos deuses; enquanto os deuses, seres humanizados, foi uma ideia genial.

Graças a esse artifício, as histórias foram contadas e recontadas, através de teatros, livros ou histórias contadas boca-a-boca, até nossos dias.

Os escritos egípcios e hititas, da época citada nas obras de homero, reforçam a veracidade da existência da lendária cidade de Troia.

Apesar de terem sido encontrados as ruínas de Troia, na região de anatólia, a forma como é contada a história, por Homero, ainda divide opiniões.

Texto da Wikipedia:

A lenda conta que a deusa (ninfa) do mar Tétis era desejada como esposa por Zeus e por Poseidon. Porém Prometeu fez uma profecia que o filho da deusa seria maior que seu pai, então os deuses resolveram dá-la como esposa a Peleu, um mortal já idoso, intencionando enfraquecer o filho, que seria apenas um humano. O filho de ambos foi Aquiles, e sua mãe, visando fortalecer sua natureza mortal, o mergulhou quando ainda bebê nas águas do mitológico rio Estige. As águas tornaram o herói invulnerável, exceto no calcanhar, por onde a mãe o segurou para mergulhá-lo no rio (daí a expressão “calcanhar de Aquiles”, significando ponto vulnerável). Aquiles se torna o mais poderoso dos guerreiros, porém, ainda é mortal. Mais tarde, sua mãe profetisa que ele poderá escolher entre dois destinos: lutar em Troia e alcançar a glória eterna, mas morrer jovem, ou permanecer em sua terra natal e ter uma longa vida, porém ser logo esquecido. Aquiles escolhe a glória.

Para o casamento de Peleu e Tétis todos os deuses foram convidados, menos Éris (ou Discórdia). Ofendida, a deusa compareceu invisível e deixou à mesa um pomo de ouro com a inscrição “À mais bela”. As deusas Hera, Atena e Afrodite disputaram o título de mais bela e o pomo. Zeus não quis ser o juiz, para não descontentar duas das deusas, então ordenou que o príncipe troiano Páris, à época sendo criado como um pastor ali perto, resolvesse a disputa. Para ganhar o título de “mais bela”, Atena ofereceu a Páris poder na batalha e sabedoria, Hera ofereceu riqueza e poder e Afrodite, o amor da mulher mais bela do mundo. Páris deu o pomo à Afrodite, ganhando sua proteção e o ódio das outras duas deusas contra si e contra Troia.

A mulher mais bela do mundo era Helena, filha de Zeus e de Leda, esposa de Menelau, rei de Esparta, que a conquistara disputando contra vários outros reis pretendentes, tendo todos jurado protegê-la, qualquer que fosse o vencedor da disputa.

Quando Páris foi a Esparta em missão diplomática, apaixonou-se por Helena e ambos fugiram para Troia, enfurecendo Menelau. Este apelou aos antigos pretendentes de Helena, lembrando o juramento que haviam feito. Agamenon então assumiu o comando de um exército de mil naus e atravessou o mar Egeu para atacar Troia. As naus gregas desembarcaram na praia próxima a Troia e iniciaram um cerco que iria durar dez anos e custaria a vida a muitos heróis de ambos os lados. Dois dos mais notáveis heróis a perderem a vida na guerra de Troia foram Heitor e Aquiles.

A pessoa de Homero está para sempre imersa nas trevas impenetráveis da lenda. Ignoramos quando viveu; não sabemos que terra privilegiada lhe ouviu os primeiros vagidos (…) Venerandas tradições representavam-no como um velho cantor, pobre e cego que, peregrinando de terra em terra, recompensava a quem o agasalhava com a declamação de seus poemas”. (Augusto Magne)

Homero viveu na pré-historia da filosofia, seus pensamentos e poemas, são de uma qualidade brilhante, dizer que essas obras eram do povo, torna tudo ainda mais bonito, uma essência do que é o conteúdo da internet hoje.

Sua forma de narrativa, mostra uma realidade nua e crua, onde nota-se o ponto de vista do autor, mas em nenhum momento ele interfere no evento, a história apresenta protagonista, antagonista, anti-herói, dramas e conflitos. Mostra uma história que começa e não pode ser interrompida, com dores, amores, glórias e final dramático; mostrando um aprendizado de uma época em que nós não vivemos, mas que podemos aprender e pensar sobre esses fatos e mudar a história, não a história de Troia, mas a nossa.

Fonte: Wikipedia.

By Jânio.

novembro 14, 2009 Posted by | curiosidades | , , , , , , , , , , | 14 Comentários

A lenda de Pedro Malazartes.

o mito de Pedro.

o mito de Pedro.

Pedro era um homem que andava pelo mundo, muitos o chamavam de vagabundo, mas ele não se importava, gostava de ver e conhecer de tudo, se considerava um homem experiente.

Chegando a uma fazenda, encontrou um homem já sofrido, com semblante triste, atrás de si, três jovens lindas como ele nunca vira antes, o que o animou a fazer uma coisa que antes nunca experimentara, trabalhar, para conhecer as lindas jovens.

Apesar de não ter se arrependido da ideia de virar fazendeiro, sentia que a vida sedentária era demais para um nômade como ele.

Acabou meio que acostumando a esta vida, tanto que ganhou a confiança do fazendeiro que o nomeou seu capataz, na fazenda.

Pedro já nem se lembrava mais de seus dias de vagabundo, pelo sertão afora. Foi quando o fazendeiro entrou na sede e disse: “Pedro, precisamos vender algumas cabeças de gado”.

– Eu vou a cidade, enquanto você continua cuidando da fazenda.

– Não patrão, não posso permitir que o senhor faça uma coisa dessas, na sua idade, enquanto eu, um homem moço ainda, fico aqui.

O fazendeiro que admirava muito o jovem Pedro, tratava o como um filho, reconheceu que ele estava certo, sujeitinho trabalhador este tal de Pedro.

– Está bem Pedro, você vai, mas não vai me fazer pesteira, leva a boiada direto para a exposição.

Finalmente, o momento que Pedro tanto esperara havia chegado. O momento de aprontar “as suas” e passar a perna no velho havia chegado.

Só uma coisa Pedro lamentava, não poder ter tido o prazer de beijar as lindas jovens que conhecera, filhas do fazendeiro.

Chegado o dia, Pedro partiu com a boiada rumo a cidade, não foi difícil conseguir o preço que o patrão pedira.

Só não conseguiu fugir com o dinheiro, a ideia de ir embora sem beijar nenhuma da jovens, desanimava o vagabundo.

Já próximo a fazenda, viu uma parte do pântano, onde não se aproveitava nada.

Olhando para o Pântano, Pedro teve uma ideia, voltou a feira e pediu para cortar o pedaço do rabo de toda a boiada, para espanto do comprador – O patrão conhece cada boi, cada bezerro, quero mostrar para ele que fiz tudo direito – e conseguiu o que queria, o malandro.

Voltando para a fazenda, novamente em frente ao pântano, plantou cada pedaço do rabo, de cada vaca, pelo atoleiro afora, em seguida voltou correndo para a fazenda.

– Patrão, patrão, acode patrão.

– O que esta acontecendo, homem, porque demorou tanto?

– Patrão, a boiada caiu toda no pântano.

– Você esta louco homem, o que esta me falando?

– Vem comigo patrão e veja com seu próprios olhos.

– Eu só estou vendo um monte de rabos de vacas no atoleiro Pedro.

– Me ajuda patrão acho que podemos salvar algumas, ainda.

– O patrão pegou um dos pedaços de rabo e puxou com força, caiu de costas.

– O que é isso Pedro?

– o pedaço de rabo mostra que o senhor arrebentou, a vaca continua lá, precisamos cavar, patrão.

– Busque as ferramentas Pedro, vamos salvar minhas vacas.

– Eu deixei três enxadas no celeiro, patrão.

– O que você está esperando, vai logo!

Quando chegou a sede da fazenda, Pedro avistou as lindas jovens.

– O patrão mandou eu beijar vocês.

– Ara, vai enganar outra, Pedro, pensa que nós somos trouxas.

– Tô falando, é sério!

– Eu não acredito – falou uma.

– Pois eu só acredito se eu ouvir de meu próprio pai – falou a outra.

Pedro chamou as três até a onde se avistava o pântano, gritou.

– Patrão, é para pegar as três?

– É para pegar as três, Pedro, depressa homem!

– Ué! – Será que o pai endoidou?

– Ele está contente com as vendas, por isso pediu para eu beijar vocês.

– Eu não vou fazer isso, não senhor, só com meu futuro marido, como ensinou minha mãe.

– Eu vou perguntar de novo, vocês decidem. – é as três patrão?

– Eu já falei que é para pegar as três, infeliz, anda depressa, senão vou quebrar as três em sua cabeça.

– Bom, se é o pai que está pedindo eu vou fazer, mas é contra minha vontade.

– Eu também – falou a outra.

Assim, Pedro beijou as três meninas e seguiu sua viagem com todo o dinheiro da boiada, enquanto o velho fazendeiro continuava chorando sua boiada perdida.

Fonte: boca do povão.

julho 19, 2009 Posted by | Piadas | , , | 6 Comentários

   

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