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A civilização de Shangri-lá

Civilizações Perdidas

Civilizações Perdidas

Shangri-La é um lugar fictício descrito em 1933 pelo romance Horizonte Perdido do escritor britânico James Hilton. Hilton descreve como Shangri-La, um vale harmonioso místico, gentilmente guiado a partir de um mosteiro, localizado no extremo ocidental das montanhas de Kunlun. Shangri-La tornou-se sinônimo de qualquer paraíso terrestre, e, particularmente, a utopia mística do Himalaia – uma terra permanentemente feliz, isolada do mundo exterior. No romance Lost Horizon, Horizonte Perdido, as pessoas que vivem em Shangri-La são quase imortais, vivendo anos além do tempo de vida normal e envelhecendo muito lentamente, mas só na aparência. A palavra também evoca a imagem de exotismo do Oriente. Nas antigas escrituras tibetanas, a existência de sete lugares é mencionado como Nghe-Beyul Khembalung. Khembalung é um dos vários beyuls (“terras ocultas” semelhantes a Shangri-La) acredita ter sido criado por Padmasambhava no século 8 como idílico, lugares sagrados de refúgio para os budistas em tempos de conflitos (Reinhard 1978).

Alguns estudiosos acreditam que a história de Shangri-La tem uma dívida literária para com Shambhala, um reino mítico da tradição tibetana budista, que foi procurada por exploradores orientais e ocidentais.

A expressão “Shangri-La” provavelmente vem do tibetano, “Shang” – um distrito de Ü-Tsang, norte de Tashilhunpo”, pronuncia-se “ri”, “Mountain” = “Shang Mountain” + , Montain Pass, o que sugere que a área é acessado, ou é chamada de “Shang Mountain Pass”.

Localização

Na China, o poeta Tao Yuanming, da Dinastia Jin (265-420) descreveu uma forma de Shangri-La em sua obra “O Conto da Flor de Pessegueiro na Primavera (chinês simplificado, tradição chinesa: pinyin: taohua Yuán JI). A história diz que havia um pescador de Wuling, que andando através de um bonito bosque de pêssego, descobriu pessoas felizes e contentes que viviam completamente isoladas dos problemas do mundo exterior, desde a dinastia Qin (221-207 aC). Na China moderna, o condado de Zhongdian foi renomeado para Xianggélila (Shangri-La, em chinês), em 2001, para atrair turistas. As lendárias Montanhas de Kun Lun oferecem outro possível lugar para os vales de Shangri-La.

A popular inspiração física segundo Hilton: Shangri-La é o Vale do Hunza, no norte do Paquistão, perto da fronteira com a China, que Hilton visitou alguns anos antes de Lost Horizon ser publicado. Sendo um vale isolado cercado por montanhas, localizada no extremo oeste do Himalaia, próximo da descrição física do romance. O Vale do Hunza, no entanto, não tem a cultura tibetana da religião budista, por isso, não poderia ter sido a inspiração cultural de Hilton para Lost Horizon.

A representação cultural de Shangri-La é mais freqüentemente citada como sendo ao noroeste da Província de Yunnan, na China, onde National Geographic Explorer Joseph Rock viveu e viajou durante os anos 1920 e início dos anos 1930 e escreveu vários artigos na revista National Geographic que são ricamente ilustradas com a fotografia soberba. Isto coincide com o momento em que James Hilton teria escrito Lost Horizon, mas não há nenhuma evidência direta para apoiar esta reivindicação. A evidência aponta para um outro conjunto de exploradores. Em uma entrevista para a New York Times, em 1936, Hilton afirma que ele usou “o material tibetano” do Museu Britânico, em particular o diário de viagem de dois padres franceses, Evariste Regis Huc e Joseph Gabet, para fornecer a inspiração espiritual e cultural budista tibetana para Shangri-La. Huc e Gabel fizeram a viagem de ida e volta entre Pequim e Lhasa, em 1844-1846, em uma rota de mais de 250 quilômetros (160 milhas) ao norte de Yunnan. Seu famoso diário de viagem, publicado em francês, em 1850, passou por muitas edições em várias línguas. A popular “tradução condensada”, foi publicado na Inglaterra em 1928, no momento em que Hilton teria recebido inspiração, ou até mesmo para escrever Lost Horizon.

Hoje, vários lugares reivindicam o título, como parte do sul da Kham, no noroeste da província de Yunnan, incluindo os destinos turísticos de Lijiang e Zhongdian. Lugares como Sichuan e Tibet também reivindicam ser o lugar do verdadeiro Shangri-La. Em 2001, a Região Autônoma do Tibet apresentou uma proposta de que as três regiões investissem todos os recursos turísticos de Shangri-La para promovê-la como um só. Tentativas de estabelecer uma China Shangri-la, Zona Ecológica para Turismo em 2002 e 2003, falhou, então, representantes do governo de Sichuan e Yunnan e Região Autônoma do Tibet assinaram uma declaração de cooperação em 2004. Também em 2001, Zhongdian County, no noroeste de Yunnan, oficialmente foi rebatizado de Shangri-La County.

Outro lugar que poderia ter inspirado o conceito de Shangri-La é o Yarlung Tsangpo Grand Canyon.

Apresentador de televisão e historiador, Michael Wood, no episódio “Shangri-La” da série de documentários da BBC “Em Busca de Mitos e Heróis”, sugere que a lendária Shangri-La poderia ser a cidade abandonada de Tsaparang no alto do vale Satluj, e que seus dois grandes templos seriam por sua vez a casa para os reis de Guge no Tibete moderno. Especula-se que Sang-la, Chitkul no vale Sangla perto Indo-Tibet Border seja Shangri-la. La em spiti/Kinnauri, como na língua tibetana, é a palavra para montain pass. Kamru Village, em Sangla, foi a antiga capital de Bushahr, que era um estado budista, até ser conquistada por Gurkhas.

Exploradores americanos Ted Vaill e Peter Klika visitaram o Muli, área do sul da província de Sichuan, em 1999, e afirmou que o mosteiro Muli, nesta região remota, seria o modelo para Shangri-lá James Hilton, que eles pensavam que Hilton teria aprendido a partir de artigos sobre esta área em vários artigos da revista National Geographic, no final dos anos 1920, e início dos anos 1930, escrito pelo explorador austríaco-americano Joseph Rocha. Michael McRae redescobriu um obscuro James Hilton em entrevista para a coluna de fofocas do New York Times, onde ele revela sua inspiração cultural para Shangri-La e, se é qualquer lugar, em mais de 250 km ao norte de Muli na rota percorrida por Huc e Gabet. Vaill completou um filme baseado em suas pesquisas, “Encontrando Shangri-La”, que estreou no Festival de Cannes em 2007.

Em 2 de dezembro de 2010, OPB mostrou um dos episódios de Martin Yan’s China Oculta, “Life in Shangri-La”, em que Yan disse que “Shangri-La” é o nome real de uma verdadeira cidade na região montanhosa no noroeste da Província de Yunnan, frequentada por ambos, Han e os moradores locais tibetanos. Martin Yan visitou artes e lojas de artesanato, os agricultores locais e como eles fazem a colheita, e a sua cozinha.

Fonte: Wikipedia

A cidade perdida de Atlântida

A tragédia de Pompéia

Homero ou Tróia – Quem é a lenda?

A escrita cuneiforme

julho 29, 2014 Posted by | Arquivo X | , , , , | Deixe um comentário

Filmografia de James Cameron

Melhor Diretor

Lenda de Hollywood

James Cameron não era exatamente um diretor original, em começo de carreira, nem era sua culpa o fato de não lhe oferecerem bons projetos.

Quando assumiu o projeto de “O Exterminador do Futuro”, todos sabiam que a ideia de viajar no tempo para mudar o futuro, estava saturada. Valeu o ditado popular: Não existe ideia velha no cinema, o que existe é história mal filmada.

01 -O Exterminador do Futuro, de 1.984, mostrou o estilo e o talento de Cameron. Segundo os críticos da época, era um orçamento baixo, mas isso não impediu que Cameron se tornasse um dos diretores mais premiados da história do cinema.

Em ficção científica, tornou-se referência, quebrando a hegemonia de Spielberg e George Lucas, que ameaçavam monopolizar o mercado de efeitos especiais. Provava que não era preciso uma fortuna para criar bons efeitos especiais, mas sim criatividade.

Além de se tornar especialista em ficção científica, tornou-se também especialista em Arnold Schwarzenegger.

02 – Aliens o Resgate, de 1.986, era para ser a continuação de um grande sucesso, Aliens o Oitavo Passageiro, de Ridley Scott. Nesse filme Cameron mostrou o seu estilo, tranformou completamente a história, fazendo o que sabia de melhor, um show efeitos especiais.

Alguns críticos torceram-lhe a cara, mas a maioria reconheceu o seu talento, principalmente quando o assunto eram os efeitos especiais. A comparação com o original, O Oitavo Passageiro, não parece justa, seria impossível superá-lo, além disso, Cameron sempre foi um diretor comercial, especialista em cenas de ação.

03 – Piranha II, de 1.981 – Eu confesso que Cameron não se deu bem nessa história, o filme não é bom. O filme é um terror em todos os sentidos, a única coisa que se salva, se é que isso conta, foi justamente as cenas de ação.

04 – O Segredo do Abismo, 1.989 – Esse, na minha opinião, foi um dos melhores filmes de Cameron. Ele está perfeito aqui: Direção de atores, efeitos especiais, ação e suspense, resultando num filme quase perfeito.

No fundo do mar, acontecem fatos estranhos, enquanto uma equipe de mergulhadores trabalha. Sua luta insólita contra o que parecia inevitável, o fim, mostra um a reviravolta incrível, com um final surpreendente.

05 – O Exterminador do Futuro II, 1.991 – Poderíamos chamá-lo de “O exterminador do Futuro – A vingança”.

Finalmente, Cameron recebe uma grande verba para realizar aquele que entraria para a história do cinema, como uma das maiores bilheterias de todos os tempos. Também seria o maior sucesso de Cameron, até aquele momento.

Arnold Schwarzenegger tornou-se tão famoso, que seria desperdício utilizá-lo como vilão, então ele tornou-se o mocinho, voltando ao passado – presente – para mudar o futuro. Destaque para a revolução dos efeitos especiais, capaz emocionar até os grandes diretores de arte.

True Lies, 94 – Com sua fama de autor consolidada, Cameron desafiou os produtores, dizendo ser possível fazer o filme só com efeitos especiais. Os produtores preferiram explodir a ponte, alugar helicópteros modernos e levaram todo o lucro do filme.

True Lies mostra porque a parceria entre Cameron e Schwarzenegger deu certo.

Titanic, 97 – Cameron transformou uma tragédia no romance mais famoso da década de 90, conseguiu bater o seu próprio recorde, com uma produção de 200 milhões, superior ao Exterminador do Futuro 2, que era de 100 milhões. Aqui o diretor se confunde com a lenda de Titânic, tornando-se uma lenda também.

Com o Oscar de Direção, Edição e melhor filme, Hollywood finalmente se rendeu ao talento de Cameron, afinal, o comercial e a arte se encontraram.

Avatar, 2.009 – Cameron deixou de lado sua especialidade, em Exterminador do Futuro, para enfrentar novos desafios, novos recordes. Seu último sucesso foi Avatar, com duas continuações previstas para 2.014 e 2.015, respectivamente.

By Jânio

julho 29, 2011 Posted by | Cinema | , , , , , | 7 Comentários

O Segundo homem mais rico do Brasil

nova lenda do cangaço

Cabeça de jagunços

Você já ouviu falar do “mineirin”? – Eu também não. Esse tal de Francisco Nunes Pereira, vulgo “mineirinho”, era um pacato vagabundo de ficha suja, na cidade de Tautuí, pequena cidade de cerca de cem mil habitantes, no interior de São Paulo.

O ano era 2.007. Graças à sua ficha suja, um de seus desafetos decidiu acionar a justiça, para receber sua dívida.

Seguindo o processo legal, o juíz descobriu que o vagabundo tinha mais de 2,5 bilhões de reais em suas contas – 2,5 bilhões te lembra alguma coisa? – mais de 900 milhões em apenas uma dessas contas.

Depois disso, alguém ajudou essa “laranja madura” descer do pé. Devem ter ajudado, porque o homem sumiu do mapa, nessa época ele tinha 44 anos.

Essa semana, o tal do “Chico da Fossa” – Esse é o nome “artístico” dele – apareceu na mídia novamente. Hoje ele está com 48 anos, já não são 2,5 bilhões – Você tem certeza que 2,5 bilhões não te lembram nada? – agora são 15 bilhões.

Vamos fazer uma pausa aqui para o ranking: Chico da Fossa era o décimo sexto homem mais rico do Brasil, com esses 2,5 bilhões de reais. Recentemente, na lista dos homens mais ricos do Brasil e Portugal, eu deixei bem claro: há uma lista oficial, declarada a receita, mas há publicações especializadas, como a Financial Times, que mostram a vida como ela é, ou seja, Daniel Dantas já esteve entre os homens mais ricos – não declarado à receita, é claro – …ou vocês acham que o Presidente do STF ia borrar as calças para libertar um pobretão da cadeia.

Ano de 2.011 – Chico da Fossa já aparece como o segundo homem mais rico do Brasil, com cerca de quinze bilhões de reais – Silvio Santos! Cuidado! – e olha que ele só tem 48 anos. Nesse período de tempo, Certamente já foram apagadas quaisquer pistas de envolvidos poderosos no caso …ou não, eu quero acreditar que o Brasil esteja mudando.

Segundo declarações de Chico da Fossa, ele negociava pedras preciosas, em sociedade com um grande banqueiro. Acontece que o banqueiro morreu, seu banco foi vendido para uma grande instituição financeira – Notem que eu estou acreditando em tudo isso … até parece.

Durante esses anos, enquanto o famoso bilionário era procurado, as investigações levaram a seus famosos e poderosos amigos, elite do governo. É claro que agora já não dá mais para prender ninguém, caso isso ocorra, vai assustar os ministros do STF novamente, e sem passar pelo STJ.

Como o Estelionatário teria tentado dar o golpe no Banco do Brasil, inclusive com a ajuda de juízes e comparsas do Brasil inteiro, criou-se o bandido perfeito.

Agora Chico da Fossa já não é só um laranja, é um bandido perigoso, inclusive acusado de matar o prefeiro de Jandira, podendo assumir por todos os crimes sozinho. Líder do bando, associado à um grupo de pistoleiros de aluguel.

Já estão dizendo que o tal Tatuí – esse é seu nome na prisão – não teria nem um centavo, que tudo não passaria de fraude para enganar o banco. É uma história cheia de furos, esse tal “Lamparina Vermelha” – homenagem à Lampião – já está virando lenda.

Finalizando, fica a pergunta: Para alguém tão pacato, lavar tanto dinheiro, quinze bilhões de reais; fraudar o Banco do Brasil; corromper juízes; criar contas em paraísos fiscais; criar empresas no exterior; matar o Prefeito de Jandira; até aí, tudo bem … mas querer que eu acredite, aí é pedir demais, não é mesmo?

By Jânio

fevereiro 13, 2011 Posted by | Policia | , , , , , , , , , | 26 Comentários

Os supersentidos do cão

espécies de cães

Menor cão do mundo

Se, algum dia, alguém for xingado de “cachorro”, é melhor analisar sob outro ponto de vista, desde que se queira ver o lado bom das coisas é claro.

Ser chamado de “cachorro”, dependendo do ponto de vista, pode ser um grande elogio; talvez fosse certo xingar de outra coisa.

Ser chamado de cachorro, poderia, por exemplo, significar que a pessoa esteja chamando de “melhor amigo do homem”, o que já não seria pouca coisa.

Poderia também estar chamando de pessoa super dotada, super-homem, ou uma pessoa superior a todas as outras. Isso porque o cão possui, entre os cinco sentidos vitais conhecidos, dois reconhecidamente superiores a quase toda a raça humana, além de ter os outros três sentidos aguçados.

Não foi por acaso que o cão se tornou o melhor amigo do homem, supostamente, ele também tem um sexto sentido, aquele atribuído ao homem.

Segundo os indígenas, os cães sentiam a presença até da morte chegando, quando alguém estava gravemente doente.

O cão também usou de seu sexto sentido para se aproximar do homem, há mais de cem mil anos, sentindo que esse viria a dominar o mundo. Ao contrário da maioria dos animais que foge ao ver o homem, o cão se aproximou, se deixou domesticar e se tornou seu melhor amigo.

Diferentemente de qualquer outra espécie de animais, o cão não tem nenhum interesse no homem, além de sua inteligência; o cão reconhece e valoriza a mente racional do homem e acredita nela mais do que o próprio homem, assim, o cão não o abandona, nem na miséria, nem embaixo da ponte. O cão estará sempre lá, submetendo-se a sua vontade, desde que haja vestígios de amor, o que nunca falta quando alguém está carente.

A história do homem  e do cão,  ao que parece, começou antes de o cão evoluir. Segundo pesquisas, o cachorro seria derivado do lobo cinzento asiático. A partir do lobo asiático, teria havido uma seleção artificial, onde os animais mais dóceis seriam domesticados e reproduzidos, dando origem aos novos cães domésticos.

É difícil aceitar as pesquisas como certas e indiscutíveis, quando sabemos que há cerca de 800 raças reconhecidas de cães, pelo mundo. isso sem falar dos vira-latas, brasileiros, ou do rafeiro, português, que são cães sem raça, devido a sua mistura entre várias raças.

Os cães executam uma série de tarefas profissionais, desde que treinados e preparados para isso. Ao aceitar a domesticação, o cão mostra uma incrível capacidade de adaptação, podendo viver tando em meio a florestas, como em uma cidade grande.

Quanto aos sentidos aguçados dos cães, podemos apresentar:

Olfato – O cão possui, segundo pesquisas, 30 vezes mais sensores olfativos que o homem, daí vem o faro, sua capacidade de farejar quando uma pessoa, ou coisa,  já passou por um determinado local, há algum tempo. O cão pode identificar um rastro no ar, através de seu poderoso olfato, localizando qualquer coisa.

Sons – Pelo que me consta, somente o morcego consegue ouvir sons em frequência ultra sensíveis aos ouvidos do homem, mas os cães conseguem unir essa capacidade de audição a muitas outras que ele já possui, resumindo ele tem a audição na medida certa de seus outros reflexos.

Um cão consegue ouvir um som até 60 KHz, enquanto o homem  consegue apenas 20 Khz, além de ter uma visão noturna, herdada de seus ancestrais, muito apurada; até o ângulo de visão é melhor, com os olhos ao lado da cabeça, co contrário do homem, que tem os olhos na frente.

Segundo uma bióloga, amiga minha, os cães não sentem frio, o que mostra outro sentido vital muito superior, o tato. Enquanto os animais devoram a presa, os cães caçam para os seres humanos, se contentam com os ossos; demonstram outro sentido vital aguçado, a gustação.

Devido aos sentidos vitais super aguçados, o cão possui os cinco sentidos ideais para a sobrevivência, passando a ser de importância vital também para o homem.

Frente a todas essa qualidade, alguns pequenos detalhes são quase imperceptíveis, como o fato de o cachorro não reconhecer as cores verde e vermelha.

Entre as suas funções profissionais, úteis ao homem, podem ser identificados:

Inteligência, velocidade, capacidade de: vigiar, farejar, proteger uma pessoa, pastorear, resgate, guia de cegos, guia de surdos, puxar trenós, cães de companhia.

Os cães mais altos do mundo, são os Dogues Alemães e os Irish Wolfhound, que atingem até um metro de altura. Isso elimina as farsas de internet e efeitos de photoshop que eu tenho visto.

Os cães mais pesados são os Mastiff Inglês, atingindo até 110 kilos. Esse é um cão para ricos, deve comer por uma família inteira.

O menor cão do mundo é o Chihuahua. Eu fico imaginando o latido dele; deve ser ideal para quem tem stress rsrsrs.

Veja a seleção fantástica que eu consegui na Wikipedia, a respeito dos cães:

De acordo com a CBKC (Confederação Brasileira de Cinofilia), órgão filiado ao FCI (Fédération Cynologique Internationale), existem onze grupos de raças no Brasil:

Pastor Alemão Grupo 1: Cães pastores e Boiadeiros (exceto Boiadeiros suíços)

Grupo 2: Pinscher e Schnauzer, Molossóides, Boiadeiros e Montanheses suíços e raças semelhantes

Grupo 3: Terrier

Grupo 4: Dachshunds

Grupo 5′: Spitz e cães do tipo primitivo

Grupo 6: Sabujos farejadores e raças semelhantes

Grupo 7: Cães apontadores ou Pointers

Grupo 8: Cães d’água, Levantadores e Retrievers

Grupo 9: Cão de companhia

Grupo 10: Lebréis ou Galgos

Grupo 11′: Raças não reconhecidas pela FCI, como American Pit Bull Terrier, Dogue brasileiro, Ovelheiro Gaúcho e o Bulldog Americano, entre outros.

Vira-lata (Brasil), ou rafeiro (Portugal) é a denominação dada aos cães ou gatos sem raça definida, SRD, como são geralmente referenciados em textos veterinários. Geralmente os cães e gatos considerados sem raça definida são mestiços, descendentes de diferentes raças.

CÃES PROFISSIONAIS

Cão-Guia de Cego – um cão adestrado para guiar pessoas cegas ou com deficiência visual grave, ou auxiliá-los nas tarefas caseiras.

Cão-ouvinte- um tipo específico de cão para assistência, especificamente selecionado e treinado para ajudar os surdos, ou deficientes auditivos, alertando o seu manipulador de sons importantes, tais como campainhas, alarmes de incêndio, toque de telefones, ou alarme de relógio. Eles também podem trabalhar fora de casa, alertando para sons tais como a sirenes, empilhadores, aproximação de pessoas por trás do surdo, e o chamamento do nome do manipulador.

Cão de guarda – é um cão empregado em guardar ou vigiar contra animais ou pessoas indesejáveis ou inesperadas.

Cão de caça – se refere à qualquer cão que dê assistência à humanos na caça. Tem vários tipos de cães de caça desenvolvidos para muitas tarefas que os caçadores requerem que eles executem. As principais categorias de cão de caça incluem hounds, terriers e perdigueiros. Entre esses existem divisões de acordo com as habilidades que o cão possui.

Cão de companhia – geralmente designa um cão que não trabalha, proporcionando apenas companhia como um animal doméstico, ao invés de fazer tarefas específicas com algum propósito importante.

CÃES FAMOSOS

Balto – cão vira-lata (metade husky siberiano, metade lobo), herói no Alasca em 1925;

Barney – scottish terrier de George W. Bush;

Barry – cão são-bernardo, herói nos Alpes suíços de 1800 a 1812, tendo salvado ao longo de sua vida mais de 40 pessoas perdidas na neve; seu corpo está embalsamado em um museu em Berna e Barry foi homenageado com uma estátua em Oslo;

Beautiful Joe – mestiço de fox terrier e bull terrier e inspiração para o best seller de mesmo nome;

Blondi – cadela pastor alemão de Adolf Hitler;

Fala – animal de estimação de Franklin Roosevelt;

Laika – cadela rafeira russa, primeiro ser vivo a entrar em órbita espacial.

Marley – Do livro e do filme Marley e Eu;

Moose – cão da raça jack russel terrier, intérprete do personagem Eddie do seriado Frasier;

Pickles – cão que desvendou o desaparecimento da Taça Jules Rimet, na Inglaterra, em 1966;

Snuppy – o primeiro cão clonado

MITOLOGIA

Cérbero – cão monstruoso, com três cabeças, da mitologia greco-romana.

Fenrir – um enorme lobo negro, filho do deus Loki, na mitologia nórdica.

Skoll – filho de Fenrir, que perseguia o Sol para o destruir. mitologia nórdica.

Hati – filha de Fenrir, que perseguia a Lua para a destruir. mitologia nórdica

Argos – cão de Odisseu, da Odisseia de Homero, foi o único a reconhecer o dono quando esse voltou para casa, depois de ter ficado vinte anos fora, e morreu depois disso. mitologia grega.

Hokou – Gobi – Besta de 5 caldas da mitologia japonesa também aparece no anime/mangá Naruto.

FICÇÃo

101 Dálmatas – filme da Disney de 1996.

Banzé – filhote bagunceiro da Dama e do Vagabundo, do filme de animação da Disney Lady and the Tramp, de 1955;

Bidu – o cão azul da raça schnauzer criado por Maurício de Sousa;

Eddie – cão da raça jack russel terrier, personagem do seriado estadunidense Frasier;

Fá – Cadela da personagem de Sofia Alves na telenovela O Teu Olhar , esta cadela criou grande impacto junto dos telespectadores da mesma novela.A cadela chegou a ser vitima de maus tratos num dos episódios da novela.

Floquinho – cão da raça lhasa apso, criado por Maurício de Sousa;

Fofão – personagem do programa infantil Balão Mágico.

Fofo – o Cérbero cão de Rúbeo Hagrid, da série Harry Potter de J. K. Rowling.

Ideiafix – minúsculo companheiro do Obelix;

Lassie – cadela da raça collie (na verdade um macho) que protagonizava seriado de televisão e estrelou, em 1943, um filme ao lado de Elizabeth Taylor;

Marley – Protagonista do filme e do livro escrito e vivido por Jonh Grogan, Marley & Eu (em inglês Marley & Me) mostra a construção de uma família ao lado do pior cão do mundo, com o maior coração de todos.

Max – Max era o protagonista da série Inspector Max onde resolvia vários mistérios.

Milu – cão da raça fox terrier, companheiro de aventuras de Tintim;

Nina – era a cadela inseparável de Clarinha (Filipa Maló Franco) na série Super Pai a cadela era da raça yorkshire terrier e apaixonou os telespectadores da série.

Pelópidas – cão que acompanha os eus donos em várias aventuras e mistérios na série da tvi , O Bando dos Quatro;

Pluto – cão da raça Bloodhound, companheiro de Mickey da Disney;

Rin Tin Tin – cão da raça pastor alemão que estrelou a popular série de televisão dos anos 60, As aventuras de Rin Tin Tin;

Scooby-Doo – personagem de desenho animado representando um cão da raça dinamarquês, criado no ano de 1969 por Iwao Takamoto;

Snoopy – cão da raça beagle, personagem da história em quadrinhos Peanuts, criado por Charles Schulz;

Totó – cão da série fictícia de o Mágico de Oz, do escritor norte-americano, L. Frank Baum, e que popularizou de tal forma este nome que passou praticamente a sinônimo deste animal;

Se você tem um cão, acredite, ele não trocará você por nenhuma pessoa no mundo, nem a Rainha da Inglaterra, nem o Presidente dos Estados Unidos. Se eles quiserem entrar em sua casa, só na sua presença, pois esses animais, fiéis ao homem, não aceitarão a presença de ninguém.

By Jânio

Fonte: Wikipedia

dezembro 30, 2009 Posted by | curiosidades | , , , , , , , , , , , , , , | 3 Comentários

   

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