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Homenagens a José Sarney

o grande sarney

Homenagens para Sarney

O Rock in Rio desse ano ficou marcado como o ano do Sarney, todas as homenagens foram para ele, e ele não é o único político que merecia essas homenagens.

Apesar disso, eu fiquei impressionado por eles terem encontrado o cabeça. É isso mesmo, Sarney é o tipo de político que ninguém chega perto, é um câncer que só sai com alta tecnologia ou com uma revolução popular.

Observando a história de sarney, desses quinhentos anos de decepções políticas, cinquenta anos fazem parte de sua “carreira política”. São dez por cento de todas as nossas desgraças históricas.

Todos nós sabemos que são os banqueiros quem roubam a maior parte de nosso dinheiro, seguidos pelas empreiteiras, mas tem de haver políticos para que esse roubo seja possível. José Sarney é o maior líder político hoje, é um tipo de velhinho que nenhum brasileiro respeita.

Para sorte dele, e azar nosso, ele só viaja de jatinho particular. Se viajasse em vôos regulares, ele teria problemas com a alta burguesia muito bem informada.

É, porque Sarney é o tipo de Oligarca que não sabe o que é direito do povo, apesar de falar sempre em democracia. Conseguiu tudo o que sonhou, além de dinheiro, até uma cadeira na Academia Brasileira de Letras.

Pelo menos a cadeira na Academia Brasileira de Letras é a cara dele, nem as línguas brasileiras nós respeitamos. São um bando de velhinhos tolos que defendem com unhas e garras a língua portuguesa, sendo capazes de qualquer coisa para isso, inclusive se aliar à políticos como Sarney, ou empresários como Roberto Marinho.

Eu me admiro de não terem convidado o Sr. Sílvio Santos, é ele mesmo, aquele do Banco Panamericano, aquele dos 4,5 bilhões de dólares.

A confusão foi tão grande que até usaram os números em dólares, dólares que já estavam na Suíça. Foi preciso que os doleiros corrigissem a falha, não eram 2,5 bilhões de reais, eram 2,5 bilhões de dólares, o que explicaria o salto para mais de 4,5 bilhões de reais.

Poderiam convidar também o Edir Macedo, assim teriam todas as maiores redes de TV do Brasil, fazendo Adolf Hitler morrer de inveja. Já estão quase criando o quarto reich.

Antes de pintar a cara e sair gritando, é preciso saber o preço a pagar, é preciso saber que serão muitas as batalhas e que a guerra será longa.

O PCC conseguiu tomar São Paulo, Wellington Menezes tornou-se um terrorista, um fundamentalista de araque. Agora, um menino atirou em uma professora e se matou, se fosse um adulto eu diria que fizeram uma lavagem cerebral nele.

No caso das pessoas que querem mudanças, eu acredito que ainda não estão prontos, precisam sofrer mais um pouquinho…mas só um pouquinho, para que possam explodir.

Aí, então, chegará a hora de se fazer justiça, e todos os corruptos serão presos para agradar a população, como foi o caso do Maluf – Eu ainda acho que prender só o Maluf é preconceito – mas isso não bastará, os corruptos estarão na mira da população, e apenas quatro seguranças será pouco para proteger cada um deles.

Toda a lista desses malditos políticos, banqueiros, STF, STJ, OAB, etc. estará na internet e todos terão de explicar como agem e quem os elegeu para fazer o que bem entendem.

O Rock in Rio acertou, Sarney é mais forte que José Dirceu, Renam Calheiros, Paulo Cesar Farias, Chico Lopes…Sarney é o super-vilão que conseguiu arquivar o pedido de CPI e, agora, conseguiu arquivar as investigações e as provas concretas contra seu filho Fernando.

Vai chegar o dia em que a água chegará ao pescoço e o povo aprenderá a nadar, vai chegar o dia em que o povo gritará…

…VAMOS PRENDER O SARNEY!

By Jânio

outubro 7, 2011 Posted by | curiosidades | , , , | 2 Comentários

A política é a visão da Justiça.

a lei é cega?

a lei é cega?

A justiça anda enxergando muito bem no Brasil, isso não é bom, ela deveria ser cega.

É um assunto meio chato… está bem, é um assunto muito chato, mas a gente precisa falar, ou escrever, se ficar segurando o que a gente pensa, isso pode se tornar uma doença.

Precisamos acreditar que, algum dia, alguma criança chegará para um político e dirá – “Vovô, é verdade  o que todo mundo está falando?” – aí, o político corrupto  terá poucas alternativas:

1 – Tentar explicar – A opção mais comum, já usada por muitos políticos, será tentar explicar tudo ao menino(a), tentar educar o menino  para ser um grande corrupto quando crescer, eliminando seu complexo de culpa. Pode parecer muito boa essa estratégia, mas com o crescimento da internet, com a velocidade em que as informações são veiculadas, sugiro aos políticos uma consultoria em comunicação, pode ser que esta estratégia não seja, exatamente, a correta, como observou um cientista político – “Ele pode até ser honesto, mas o avô dele já roubou tanto que ele nem precisa se dar ao luxo”.

Como podemos notar, a vida de político corrupto, na era de internet, não será fácil, quando se está “queimado”, como muitos políticos por aí, restam poucas alternativas, e muita cara de pau.

2 – Negar tudo – Muita gente já aprendeu, da pior maneira, que não devemos subestimar a inteligência das crianças, portanto,  a segunda opção deve estar acompanhada da primeira opção, lembrando sempre que não há garantias de êxito, e o pior, haverá consequências no futuro, esse mundo não é um parque de diversões, a vida tem  um sentido, apesar de muitos não saberem.

3 – Usar a força do dinheiro – Criar uma moldura para tudo o que se está acontecendo, fazer a criança sentir o gostinho do poder, para que ela passe a admirá-lo, e ver na corrupção alguma diferença dos crimes comuns, como diz a famosa frase: “Sarney não deve ser julgado como um criminoso comum”. Não se esquecendo que essas crianças que atentam contra a vida dos próprios pais, conhecem poucos valores, entre eles o dinheiro.

Eu poderia falar da máfia também, mas, aí, eu poderia estar no limite da liberdade de expressão, ser mal interpretado, eu precisaria de assessoria de um advogado para escrever sobre isso. Essa eu vou ficar devendo, pelo menos por enquanto.

A corrente do mal é bem clara: O executivo precisa de apoio político para ter maioria na câmara e Senado; o legislativo cria as leis com o máximo de burocracia e cláusulas para livrá-los da lei no futuro, resumindo: fazem um transplante de olhos na Senhora justiça; com a lei enxergando muito bem, a Justiça torna-se parcial, tendenciosa e regredimos milhares de anos no tempo, repetindo erros do passado.

O caso da máfia dos Juízes de futebol, que chamou tanto a atenção da imprensa, depois caiu no esquecimento, tem tudo para ser arquivado, e já teria sido, se um Desembargador não tivesse pedido mais tempo para analisar o processo, parecia até que eles sabiam que a imprensa estava atenta.

O argumento dos outros Desembargadores, é a de que não há uma lei específica para o crime, pelo menos um deles sugeriu que se criasse uma lei específica para esse crime desportivo.

Aqui notamos, em nossa lei, a falta de moral, bons costumes, e falta de respeito pelos Princípios constitucionais que regem nossa constituição. A ética passou longe, evidenciando um fato comum em nossa sociedade, a burocracia.

Eu fico impressionado como um criminoso “comum”, é difícil evitar as “aspas”, é enquadrado em tantos crimes, com  a ajuda da burocracia de nossas leis, enquanto esses supostos defensores da lei, não conseguem uma única lei para enquadrar o corrupto.

A torcida brasileira tem uma palavra para denominar esse criminoso, infelizmente, não poderei digitá-la aqui, todo juiz de futebol conhece essa palavra.

Outra notícia que está para ser anunciada, é o arquivamento do processo de Sarney, a vontade é grande, mas com o surgimento de novos Atos Secretos, vai ser difícil, a pizza está pronta há muito tempo, mas a julgar pelo andamento dá carruagem, muita gente vai ter indigestão ao comer essa pizza estragada, depois de tanto tempo esperando para ser digerida.

Sarney adia o inevitável, sua renúncia. Será que ficar fora da Presidência do Senado é tão ruim assim, já que ele sempre foi poderoso, sem precisar da cadeira, será?

By Jânio.

agosto 14, 2009 Posted by | Política | , , , , | 6 Comentários

Políticos brasileiros estão ficando mais sinceros.

chega mais perto

chega mais perto

A onda de sinceridade que assola a política brasileira me espanta, a sinceridade, em si, sempre houve, nos acordões, negociações no Congresso, Senado e Presidência, a política brasileira sempre “trabalhou” assim.

Para entendê-la, é preciso conhecer o significado de palavras como: articulação, legenda, voto de cabresto, curral eleitoral, liderança no Congresso, liderança no Senado, apoio político, mando político, além das maracutaias em outros níveis de Governo, como o estadual e o municipal.

Outras palavras são proibidas na política: Lavagem de dinheiro, caixa dois, paraíso fiscal.

O que se sabe, é que, com raras exceções, não há como praticar um grande crime, sem a conivência da política, a corrupção política é a principal causa de crimes em qualquer segmento da sociedade.

O que temos visto, atualmente, na política é um fenômeno que tem se tornado bastante curriqueiro, os políticos começaram a adotar uma postura diferente, já que não há Justiça, para que mentir, começaram a falar a verdade.

Assim frases ficaram famosas como:

“Está tudo sob controle”.

“Eu não sabia de nada”.

A frase do momento, mostra que a sinceridade chegou ao seu ponto máximo. Veja o que diz José Sarney.

“Se eu quisesse fazer alguma coisa errada, eu não teria esperado completar oitenta anos para fazer isso”.

Foi a frase mais sincera  que eu vi nos últimos anos, é tudo uma questão de saber interpretar as palavras, assim se chega ao verdadeiro sentido. Definitivamente, a Academia Brasileira de Letras nunca mais será a mesma, Sarney nem precisava dela para ser imortal, vai ser lembrado pelo resto da eternidade.

A volta de Renan Calheiros e Fernando Collor, mostra como como estamos numa fase onde se pode dizer o que quiser, a sinceridade está em alta.

Veja outras frases sinceras:

“O senhor é um coronel de terceira categoria”

“Pelo menos eu não preciso pagar a gasolina do jatinho com o dinheiro do congresso”.

“O Senhor foi o primeiro a apoiar o Presidente Collor, contra a Cassação”.

“O Senhor se referiu a minha geração política, eu quero que o senhor engula as palavras, ou digira, como achar melhor”.

Note vocês, que ninguém se preocupa em se defender, ao invés disso atacam também, tudo em nome da sinceridade.

Se fosse um crime que nós ainda não sabemos, nós sabemos que deve der milhares de crimes ocultos, entre as paredes do poder, eles não estariam dizendo.

Por isso dizer o que todo mundo já sabe, não ofende ninguém, aumenta a visão de sinceridade de seus eleitores.

Eu me pergunto por que os militares perderam tanto tempo com aquela censura toda, aqui no Brasil, nós podemos ser sinceros sem medo de ser felizes, os políticos também.

A informalidade era a única forma de não se pagar impostos, em média de 50%, número hipotético, variando de 30% a 70%, na maioria dos impostos. Valendo a máxima brasileira, “Quem pode menos< paga mais”.

O incentivo para que camelôs e autônomos deixem a informalidade, para que possam ter benefícios  por parte do Governo, é pura sinceridade, por outro lado, isso esconde que, como o povo se recusa a pagar altas taxas de impostos, o orçamento mal gerido da contas públicas começa a minguar.

Se a onda de informalidade que se alastrava continuasse, desvios de verbas, gestões fraudulentas, nepotismo, prevaricação  e tantas outras, que só enriquecem e entristecem nosso vocabulário, teriam que ser investigados, com isso, os políticos teriam que deixar de ser sinceros, por isso é melhor que se sejam sinceros agora do que faltar com ela depois.

By Jânio.

agosto 13, 2009 Posted by | Política | , , , , , | 4 Comentários

Políticos que apoiaram o Golpe de 64.

principais políticos do golpe

principais políticos do golpe

Em 31 de março de 1.964, as Forças Armadas derrubaram o Governo de João Goulart, já enfraquecido pela renúncia do Presidente eleito Jânio Quadros. Os militares iniciavam assim uma série de desventuras, com atos institucionais objetivando o Governo Ditatorial.

O Ato Institucional Número Um foi o primeiro passo do Governo militar em controlar o poder, o Ministro da Guerra Artur Costa e Silva, o Ministro da Marinha Augusto Rademaker e o Ministro da Aeronáutica Francisco de Assis Correia de Mello, estes foram os pais do AI 01, as primeiras vítimas do Governo Militar era bem claro, pessoas influentes que não concordavam com suas diretrizes políticas.

Foram cassados mandatos de políticos famosos como Jânio Quadros, Juscelino Kubitschek e João Goulart, políticos influentes da época, líderes estudantis, sindicais, intelectuais, ninguém escapou do AI 01, que até então se preocupava, principalmente com lideranças, pessoas influentes e formadores de opinião, a única verdade que deveria permanecer seria  a dos militares.

O AI 01 foi baixado em nove de abril de 1964, em 15 de abril de 1.964 os militares escolheram o novo Presidente, Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco que era apoiado pelos partidos UDN (União Democrática Social), PSD (Partido Social Democrático), a oposição vinha do PTB (Partido Trabalhista Brasileiro). Políticos como Miguel Arraes e Leonel Brizola foram enviados para o exílio, os líderes Carlos Lacerda,  e Adhemar de Barros foram outras vítimas do Governo.

A eleição do, Janista, a prefeitura de São Paulo, José Vicente Faria de Lima, assustou os militares, em onze estados as eleições de 3 de outubro foram vetadas, apesar de Minas Gerais e Guanabara terem desagradado ao Governo Militar, em outros estados ficou dentro do planejado.

Foram eleitos em outros estados:

Maranhão – José Sarney

Paraná – Paulo Pimentel

Goiás – Otávio Lage

Pará – Alacid Nunes

Paraíba – João Agripino

Mato Grosso – Pedro Pedrossian

Rio Grande do Norte – Valfredo Gurgel

Santa Catarina – Ivo Silveira

As derrotas na Prefeitura de São Paulo para o Janista, além de derrotas em Minas Gerais e Guanabara, serviram de incentivo para os militares criarem o AI 02.

O Ato institucional número dois visava concentrar maior o poder, evitando que o Governo perdesse eleições em área importante como a Região Sudeste.

Com o AI 02, de 27 de outubro de 1.965, vieram as eleições indiretas para Governador de Estado e Presidência da República, passou a vigorar também com o AI 02, o Regime Bipartidário, onde a ARENA (Aliança Renovadora Nacional) apoiava o Governo e o MDB (Movimento Democrático Brasileiro) era a oposição.

A intenção do Governo, em cada Ato Institucional, ou mudança na estrutura política, tinha um objetivo bastante claro, enfraquecer a oposição.

Em vinte e quatro de março de 1.966 nascia o Partido MDB, reunindo todas os políticos de oposição ao Governo Militar, incluindo todos os treze partido de então.

Além de ser formado por políticos do PTB, dois nomes importantes do PSD, Tancredo Neves e Ulisses Guimarães, antes apoiando o governo, passaram para a oposição que passava então a reunir, socialistas, comunistas e democratas.

O Regime Bipartidário, foi um Regime forçado, onde para se criar um novo partido era necessário ter, no ato da criação, vinte senadores, das vinte e três vagas, e cento e vinte deputados federais, da quatrocentas e nove vagas.

Na eleição o MDB elegeu sete senadores e cento e trinta e dois deputados federais. entre os quais os Deputados, Tancredo Neves, Ulisses Guimarães, Mário Covas e Franco Montoro.

Antônio de Pádua Chagas Freitas foi o primeiro e único Governador no período militar, em 1970, quando a quantidade de votos nulos no Brasil chegou a 30%.

Fonte: Wikipedia.

julho 20, 2009 Posted by | Política | , , , , , | 11 Comentários

A história política de José Sarney.

jogo político

jogo político

Nunca se apostou tanto na queda de um político, como se se vê hoje, no caso do Senador José Sarney.

Algumas pessoas acham que ele vai cair, outros que não, mas que seu império entrou em decadência.

A oposição faz sua parte, apesar de suas alianças serem tão comprometedora  quanto as do Governo. O PT, aliás, era um caso raro de política no Brasil, mas para governar é preciso apoio.

Alguns consideram Sarney como o último, entre os grandes, da velha política brasileira, um grande simbolo da velha política.

No Maranhão, seu patrimônio é tão grande, sua família tem um controle tão grande do mando político, da região, que é duvidoso achar que o grande político irá cair agora.

Sarney é muito criticado, pelos brasileiros, pela sua atuação durante o regime militar.

Sarney, que começou sua carreira política  na década de 50, foi eleito Deputado em 1.955, Governador em 1.966, chegando a Presidência em 1.986, quando o Presidente eleito morreu após a eleição.

A história desta eleição, por si só, já é cheia de histórias.

Aquele que seria considerado o maior articulador da história, da política brasileira, tinha medo de retaliação, por parte dos militares, chegou até a pedir que alguns deputados votassem contra, na eleição indireta.

O que se sabe, é que a estratégia de não provocar a ira dos militares, não deu totalmente certo, e o Presidente eleito, Tancredo Neves, não aguentou a “pressão”, morreu, deixando para trás, um gostinho de vitória para os militares, já que Sarney cresceu, politicamente, sob este regime.

Sarney foi membro da UDN, no Regime Militar, Presidente da Arena e do PDS, sempre fiel ao mesmo partido, aliado do Governo, apesar  do partido sempre mudar de nome.

Sarney viu de perto o poder do Governo se esvair aos poucos, foi assim que em 1988 mudou radicalmente de posição, entrando no PMDB, partido tradicionalmente de oposição, durante todo o Regime Militar, de 1964 a 1986.

Note que José Ribamar, nome de registro de José Sarney, sempre esteve ao lado do poder. Ex-aliado de João Goulart, não pensou duas vezes para mudar de lado, a convite dos militares.

Segundo as más-línguas, não há um processo político, no Brasil, que não tenha passado pelas mãos de Sarney, um dos, verdadeiramente, maiores e mais competente políticos de todos os tempos.

Nos bastidores, Sarney sempre foi discreto, o único momento em sua longa carreira política em que se viu em situação desfavorável, foi quando foi Presidente do Brasil.

A era digital, e o rápido acesso a informação tratou de por panos quentes na política brasileira. E, foi assim que o cultuado, respeitado, renomado, com mais de cinquenta anos de política, atual imortal da Academia Brasileira de Letras, enfrenta, agora, um grande desafio, o poder ou a tradição.

Mesmo tendo levado o PMDB, tradicionalmente de oposição, para o lado do governo, não consegue evitar nem a divisão do PT, partido do Governo, nem de seu próprio partido, o PMDB.

O poder da família é tão grande que em frente ao Tribunal da Justiça do Maranhão pode se vislumbrar a grande estátua do patriarca da família, lembrando o grande Júlio César, em Roma.

Seu pai, Sr. Ney, deu seu nome ao filho. Conhecido como Sir Ney, passou, ao filho o nome Sarney.

Hoje Sarney só não detém o monopólio da comunicação, no Maranhão, porque a internet, ela de novo, constitui uma ferramenta capaz de romper qualquer entrave, quando o assunto é comunicação.

by Jânio

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julho 15, 2009 Posted by | Política | , , , , , , | 39 Comentários

   

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