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Pedofilia e Homossexualidade – A corda sempre arrebenta do lado mais fraco

A comunidade GLS é aceita pela sociedade de maneira hipotética, ou hipócrita mesmo. Se os gays e lésbicas negarem a sua própria sexualidade, então todos os seus “pecados” serão perdoados, os gays são vistos como anjos, ou assexuadas, pelos falsos defensores da comunidade.

O problema é que sem a sua sexualidade, os gays não podem assumir a sua condição perante a sociedade.

Isso tudo é muito irônico, porque com os escândalos dos padres pedófilos, outra questão veio a tona – Afinal de contas, o pedófilo é um doente ou é um monstro? – a sociedade se recusa a aceitar a ideia de que é muito grande o número de pedófilos dentro da sociedade, não só no Brasil, como em todo o mundo.

Na Holanda, há até um partido pedófilo, seus integrantes, evidentemente, não são pedófilos, mas conhecem esse problema de perto, coisa de primeiro mundo.

Na vontade de criar polêmicas em cima da questão da pedofilia, a mídia televisiva cometeu um pequeno mas considerável erro, trocou a palavra homossexualidade por homossexualismo.

Acontece que os gays são enfáticos quanto a essa questão: “Precisamos parar de dizer essa palavra, homossexualismo, dando a ideia de doença; precisamos ver os gays e lésbicas dentro de sua condição de homossexualidade, homossexualismo dá uma ideia de doença e não somos doentes.”

Foi por isso que o jornalismo da televisão espalhou, erroneamente, a ideia de que a classe GLS está ligada ao homossexualismo e não a homossexualidade. A classe GLS nem reclamou, isso porque, pela primeira vez na vida, eles conseguiram as manchetes em seu favor, homossexualismo é só um detalhe, e depois eles sabem que a corda sempre arrebenta do lado mais fraco.

Aproveitando a deixa, devo reconhecer que as notícias bizarras da região do planalto ajudaram muito ao decadente José Roberto Arruda, afinal, conseguiram encontrar alguém para roubar as manchetes em seu lugar, em Brasília, um “monstro” pedófilo. Com o enforcamento do “monstro”, ele perdeu a esperança de dormir tranquilo.

Já no caso de seu hipotético problema cardíaco, eu acredito, afinal, quem não teria um ataque no coração, depois de ter um pesadelo de que toda sua maracutaia política foi descoberta, foi abandonado pelo partido, e pior, acordando e descobrindo que tudo é real, pior, que está preso.

Haja coração.

By Jânio

maio 11, 2010 Posted by | Reflexões | , , , , , , , , , , , | 6 Comentários

Durval Barbosa prendeu Arruda e ainda ameaça

Arquivo vivo

Dono da verdade

Eu sempre digo que a corrupção brasileira é um jogo de gente grande, o povo sempre assiste alheia a tudo. A democracia, no Brasil, surgiu quando a burguesia descobriu que era mais fácil controlar o povo do que a  aristocracia.

Segundo a burguesia, o controle do povo deve ser feito de maneira completa, qualquer notícia, precisa ser averiguada e verificado os efeitos que essa notícia terá sobre o sistema. Como fazer isso? – Talvez preparando as notícias e apresentando-as à imprensa através de assessores de imprensa, deixando os veículos de divulgação bem preguiçosos.

É muito comum, até entre as maiores empresas de notícias do país, comprar as notícias de agências, até as imagens. As faculdades de comunicação social, certamente, devem alertar seus pupilos para o risco do que se divulga.

Assim, a internet se transforma em um veículo perfeito para divulgações de informações verdadeiras, isso é bom, mas as farsas são corriqueiras na rede também, é preciso calcular os riscos, ser precavido; em alguns casos podemos chegar às verdadeiras notícias antes dos grandes veículos de comunicação, evitando a manipulação dessas informações.

O que não faltam, nesses casos, são ferramentas para verificar a autenticidade das informações. há câmeras, celulares e filmadoras portáteis por toda parte, algumas pessoas fazem qualquer coisa para conseguir seus quinze minutos de fama, outras acidentalmente, e há aqueles que são doentes mesmo, precisam de um tratamento psiquiátrico.  Todos registrando os fatos em tempo real.

O que sabemos é que as informações se transformaram em armas, em mãos erradas e nas mãos certas também. É preciso estar ciente de que estamos sendo filmado, toda vez que se está em ambientes públicos, ou  na própria casa, caso se esteja envolvido em questões importantes; todos deveríamos estar envolvidos na questões importantes. Através da parabólica e  dispositivos de audiência, pode-se  invadir a privacidade de qualquer pessoa, até os traficantes estão sendo filmados.

Durval Barbosa, o homem que denunciou o chamado mensalão do DEM. em Brasília, vem ameaçando autoridades importantes, dizendo ter mais informações relevantes sobre corrupção. Até onde eu sei, chantagem é crime, portanto o Senhor Durval estaria, na minha modesta opinião, infringindo a lei.

Eu me lembro que PC Farias, ex-tesoureiro de Collor (ex-presidente do Brasil) afirmou,  frente aos parlamentares: “Vocês são hipócritas!” – dando a entender que todo mundo tinha problemas com a justiça, e ele sabia disso.

As informações importantes, quando relacionadas a crimes, podem resultar em tragédias, mas algumas pessoas, como o Sr. Durval, não se importam com isso, calculam muito bem o perigo que correm. Roberto Jefferson fez isso quando denunciou o primeiro mensalão, sabendo que a “teta” tinha secado e sua carreira terminada, entregou todo mundo.

No caso de Durval Barbosa, ele age como se conhecesse muita coisa e como se pretendesse negociar essas informações. Ele tem uma vantagem sobre Roberto Jefferson, não é tão hipócrita; também sobre PC Farias, sua família não é tão desunida;  PC pagou muito caro pelo isolamento.

Finalmente, podemos dizer que Brasília não é Alagoas. Brasília não tem sua taxa de analfabetismo tão alta, não tem grandes coronéis dominando o “mando político” e as comunicações, através de suas redes de comunicação. Definitivamente, Brasília é diferente, menos a corrupção.

Os possíveis envolvidos sabem que é preciso cautela. Se na primeira vez que Durval fez a ameaça, ele cumpriu, aqui vale o ditado popular: “Cachorro mordido por cobra, tem medo de linguiça.”

Durval não é fraco, como PC, nem é kamikaze como Roberto Jefferson; Durval é um político da era moderna, o primeiro a se utilizar de ameaças e chantagens, colocar políticos e a imprensa em xeque, ou em cheque mesmo, sem que a polícia possa fazer nada.

By Jânio

abril 2, 2010 Posted by | Política | , , , , , , , , , | 17 Comentários

   

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